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                  <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONCMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDD 029.7
CDU 002

Documentação Cientifica e Tecnológica
Organização Bibliográfica

"RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS TÉCNICOS
PARA A DISSBjlINAÇÃO DE INFOff^AÇtES".
por Judith Rebeca Schleyer, da FUNDACENTRO
Bibliotecária - CRB/s — n® 623
Inara Figliolia Martins Passos, da FUNDACENTRO
Bibliotecária - CRB/b - n® 635

são Paulo, 1973
DOa CL TECNOIm

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�SUMARIO

1. INTRODUÇÃO

2. MANIRJLAÇÃO MATERIAL

2

2.1. Classificação

2

2.2. Catalogação

3

2.3. Suporte da Manipulação Material

3

3. TRATAf^ENTO INTELECTUAL

.

3

3.1, Classificação Definitiva

4

3.2. Número de Análise

4

3^3, Resumo

5

3.4. Palavras-chave

6

4. DESDOBRAMENTO

6
f

5. PREPARO 00 BCLETIM

'

7

6. CONCLUSÃO

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�1

Este trabalho foi baseado em duas premissas:
a) rapidez dg infiognagag. destinada a possibilitar mais facilmente
o acesso ès mesmas;
antecipar a busca de informação, proporcionando não somente a *
informação, como onde está contida;
resultando num processo de trabalho simplificado e na criação de um ve^
culo de disseminação.
Estas duas premissas originaram-se de necessidades 'particulares, a
presentadas a seguir.
A Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Tra
balho - FUNDACENTRO - foi instituída em 1966, pela Lei n- 5,161, sendo,
desde sua criação uma entidade de utilidade publica, Tem por objetivo *
principal e genérico estudos e pesquisas relacionados com os

problemas

de segurança, higiene e medicina do trabalho, no seu mais amplo sentido.
Para cumprir seus objetivos podemos citar entre suas finalidades a "difusão por todos os meios dos seus trabalhos, preceitos e métodos de

*

açao relativos â segurança, higiene e medicina do trabalho, t&gt;em

como

trabalhos originados de outros órgãos públicos ou particulares,

dentro

do âmbito de sua competência quando de real interesse para a coletivida
de"’.
A FUNDACENTRO, como seu próprio nome indica, abrange todo o território nacional. Conta atualmente, com 2 Seções e 5 Escritórios fiegio— *
nais espalhados pelo Brasil,
Consta de seu organograma um Serviço de Documentação que tem

tam-

bém como função ser um Centro Nacional de Documentação. Segundo Jean *
12
Meyriat : "um centro nacional, primeiraraente, deve ser capaz de tornar
seus serviços acessíveis não somente ao público local mas também ao público de todo o território do pais onde foi instituído, Esta ambiçao po
de ser difícil de ser satisfeita e presume-se que apesar dos numerosos'
esforços que forem dispensados, a "clientela local" será mais numerosa*
e mais facilmente satisfeita. Mas é importante que o Centro esteja capa
citado a responder, pelo menos, às mais fundamentais perguntas que possam chegar do resto do território nacional, Esta preocupação

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comandará

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�- 2 a escolha dos meios de que ele se servirá, para explorar e difundir

o

resultado de seu trabalho. Resulta daí que uma função fundamental do *
Centro de Documentação, se quiser ser verdadeiramente nacional,

ê

de

constituir, no plano internacional, uma rede de trocas de informações*
tão densa quanto possível".
Apoiados na necessidade de um intercâmbio de informações no campo
da prevenção dos acidentes e da proteção de saúde dos trabalhadores, a
(Organização

Internacional do Trabalho) e a ISSA (International *

Social Security Association) decidiram, em 1959, criar

o CIS

(Centre

International d *Informations de Sêcuritê et d*Hygiene du Travail). Sua
missão ê fornecer uma informação sistemática, completa e

rápida,

dos

fatos, métodos e meios modernos que interessam a prevenção dos acidentes do trabalho e ã proteção da saúde dos trabalhadores^.
Sendo impossível a realização de seus ideais num único centro, fo^
ram criados os Centros Nacionais, atualmente en número de 33,dos quais
a FUNDACENTRD ê o mais recente, cumprindo, desta forma,

uma de

suas

funções fundamentais.

Para atingirmos o objetivo de tomar o documento apto a ser con —
sultado pelo leitor, o mais rapidamente possível, todo material,

logo

que adquirido, recebe de imediato; classificação "provisória", catalogação, cartões de empréstimo, etiqueta. E então guardado na estante,s^
gundo sua classificação,
2.1

CLASSIFICAÇÃO
Denominamos classificação "provisória", o estabelecimento *

de uu código de classificação inicial e simplificado relativo ao assuri
to geral do documento, sendo portanto de execução muito rápida, Este *
processo permite a inclusão por assunto, quase que imediata, do docu —
mento no acervo da biblioteca.
Por se tratar de um centro de documentação especializado em
segurança e saúde ocupacional utiliza—se a Classificação CIS
que ê facetada e foi elaborada em 1960 por esfEcialistas e

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(Genebra!
documenta—

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�_ 3 listas. Somente para os documentos que fogem a este campo especifico

ê

utilizada a Classificaçao Decimal Universal, edição abreviada portuguesa, publicada em Lisboa; em 1961.
2.2

CATALOGAÇÃO
Para a catalogaçao usa-se referência bibliográfica

1,15

,sendo

esta definitiva, mesmo que a classificação ainda seja provisória.
A opção pela referência bibliográfica, deve-se à "revolução*
da informaçao"^^. Não hâ possibilidade de evoluir para a ciência da informação, se determinadas práticas convencionais não forem modificadas.
Nao hâ nem a necessidade de se falar em Informática, Mecanizaçao da informação, etCo para justificar essas modificações„ No nosso caso basta*
considerar o usuário principal: engenheiros, médicos, químicos que utilizam somente referência bibliográfica em seus trabalhos. Desta forma,*
com a adoçao da referência bibliográfica como catalogação, os técnicos*
fazem suas bibliografias simplesmente transcrevendo—as de nossos fichârios.
2.3

SUPORTE DA MANIRJ!.AÇÃO MATERIAL
A classificação "provisória", a "catalogação" e a tabela

*

PHA, são elaboradas em rolha apropriada, com uma cópia, e arquivadas em
pasta por ordem alfabética de autor (original) e por ordem alfabética *
de titulo (copia)n Estas folhas servirão futuramente como rascunho,

*

quando do desdobramento (fig.l).
Desta forma, num espaço bem curto de tempo o documento enco£
tra-se coberto por autor, titulo e assunto geral, recebe uma etiqueta ’
auto-colante que será mais tarde retirada facilmente. E esta

etiqueta

que diferenciará, nas estantes, os documentos com classificaçao provis^
ria dos jâ definitivos, pois estes serão marcados pelo método do "pirógrafo".

3-

Í.ÜI§kÊSIÜAL
Neste ponte tratar-se-á da análise dos documentos, que ê ainda

a

mais importante, pois é a ciiave mestra para qualquer expansão das ativ^
dades de un serviço de documentação, 0 objetivo é atingir, no próprio *
docunento, os elementos de informação que ele contêm-

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�- 4 Seguindo a rotina de trabalho de uma biblioteca, os documentos são
retirados das estantes do público ao invês de estantes especiais,

para

seu devicb tratamento técnico, juntamonte com suas folhas de autor e W
tulo C'f'ig»l}« Frisamos que una das grandes vantagens deste sistema, ê o
fato do docunento não estar em estantes especiais para "catalogaçao", *
"classificação", etc,, utilizadas na maioria das bibliotecas, fora

do

alcance do leitor, e sim, estar nas estantes com os outros livros,
jâ
0
sendo utilizados pelos interessados . Seu tratamento técnico mais apro
fundado consiste em classificação definitiva, nCmero de análise, resumo
e palavras-chave,
3.1

CLASSIFICAÇÃO DEFINITIVA
A classificação minuciosa e detalhada, definindo exatamente*

o assunto, substitui então a classificação provisória na folha rascunho
(fig,2).
3.2

NÚMERO DE ANALISE
Tão logo o documento a ser trabalhado chega âs maos do ana -

lista, recebe um número em ordem crescente, seguido da barra (/) e a de
zena do ano en curso, Este conjunto é denominado número de análise. Por
exemplo, o primeiro documento a ser analisado no inicio de 1973,
ê, para o qual será feito um resumo e

isto

estabelecidas as palavras-chave,

receberá o niinero l/73, 0 segundo a receber o mesmo tratamento levará o
número de análise 2/73, o terceiro 3/73, e assim por diante, até o início do ano seguinte, quando então sex^ reiniciada a numeração 1/74,

*

2/74, 3/74 ,,. (fig.2).
Entre as diversas vantagens que este número de análise

nos*

traz, podemos citar algumas:
a) estatística dos documentos analisados: tratando-se de uma
numeração sequencial, reiniciada

cada começo de ano, a

qualquer momento sabemos exatamente quantos documentos*
foram trabalhados até aquela data;
b) junção das classificações CHS e CDU com as fichas de inde^
xação. coordenada, fato impossível sem o número de anâli
se Cver página 6);
c) estruturação de índice analítico, Este assunto ê desenvol
vido na página 0

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�- 5 3.3

RESUMO
O grande vulume de documentos científicos editado atualmente

traz para o usuário - obrigado a atualizar-se e documentar-se em função
5
de seu trabalho - problemas de pesquisa , Para auxiliar os especialis 2
tas é elaborado um documento secundário, o resumo (fig.2), que consti 6,10'
tui um meio de infoimaçao tanto mais completo quanto detalhado
0 resumo tem, portanto, um duplo objetivo:
a) facilitar aos interessados pelo assunto do artigo a se decidirem

ou

não pela sua leitura;
b) dar ao leitor ao qual o artigo apresenta apenas um interesse margi nal, maior número de infomaçoes possíveis, a fim de evitar lei tu—
9
ra desnecessária .
Para o bibliotecário, o resumo apresenta fator positivo;maio
res condições no selecionamento de citações para um levantamento biblio
gráfico, evitando também a busca de material nao necessário, transmitir^
do, desta forma, maior número de informações pertinentes.
□ resumo serâ substítuido por palavras-chave quando:
a) o título for altamente expressivo;*
b} o documento contiver assuntos variados, como ê o caso de anais de con
gresso, atas, etc.
Não hâ duplicidade em relação às fontes de informação analíti
cas, quando os resumos nelas contidos forem an inglês, francês, italiano
ou espanhol, pois os mesmos serão recortados e colados nas fichas dos
respectivos documentos. Esclarecemos que para tanto nao sao feitas

*

p)es—

quisas aprefundadas, pois o tempo nelas dispendido, já em si justifica a
elaboração do próprio resumo.
Devido ao tamanho padronizado da Ticha catalográfica, ê impo£
to um máximo de 50 palavras para cada resumo por nós produzido. Dentro *
desse limite, tenta-se dar uma visão mais clara do assunta e de partes
da obra.
Salientamos que, apesar do trabalho que representa resumir,os
resultados são altamente compensadores, pois sempre se trata de informação disponível na biblioteca.

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�- 6 3.4

PALAVRAS-CHAVE OU "UNITERf^OS"
Para cada documento a ser analisado, são dadas tantas nala-

vras-chave (fig.2) quantas necessárias, sendo que estas serão estabele
cidas nao sô a partir do próprio texto, do índice, dos resumos, como '
tambÉm da ajuda de técnicos no assunto, de listas de cabeçalhos de as13
sunto, de dicionários técnicos, etc.
Como jâ foi mencionado na página 4, a junção de sistemas de
classificaçao com indexação coordenada está intimamente relacionada

*

com o numero de análise. Esta junção ê de extrema relevância, como demostramos a seguir:
a) cobre as falhas do sistema de classificação:
- contornando, através das palavras-chave, o "subjetivismo" da
~
~
..3
classificaçao e a limitação que a mesma impoe ao assunto ,

*

- eliminando as fichas secundárias e analíticas de assunto, jâ

*

que as mesmas são substituídas pelas palavras-chave, o que

'

simplifica em muito o catálogo sistemático;
b) permite a inclusão de novas palavras-chave; sempre que se fizer necessário 5 o documento poderá ser facilmente indexado em outros a^
suntos, independente da época em que foi analisado;
c) possibilita o mes~,? tratamento para os diversos tipos de documento;
0 cafcálago sistemático conterá livros, artigos de periódicos, folhetos, separatas, etc. numa só ordem de assunto.
Tendo jâ o documento classificaçao, número de análise, res^
mo e palavras-chave, poderemos então organizar as fichas de xndexaçao
13
~
coordenada . Estas fichas terão o número de análise registrado na coluna correspondente a seu último algarismo [fig.3).

Finda a análise do documento, inicia-se a produção das fichas. Pa
rc tanto utilizamos a "Minigroph" &gt; pequeno mimeógrafo com estenceis
especiais para fichas de biblioteca.
Para cada estencil sao desdobradas no mínimo 6 fichas, a saber;

* MINI-GRAPH - Stillo, equipamentos científicos, técnicos e hospitalares Ltda,, Rua Atlantica, 209 — 01440 — Sao Paulo, S.P.

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�- 7 a) para uso do público:
- autor e título: em ordem alfabética
- assunto; em ordem de classificação
b) para uso interno;
- matriz; em ordem de número de chamada
- numérico; em ordem crescente de número de análise
- boletim; por classificaçao na ordem exata para serem reproduzidas no estencil eletrônico, quando da publicação do boletim,
Além destas fichas para uso no próprio local, são desdobradas outras para as seções regionais da Fundaçao, para os catálogos coletivos,
etc.
Em substituição às fichas de série, utiliza-se uma ficha "uniterm"
colocando o nome da série em lugar do assunto, e registrando—se, na co
luna correspondente, o número da série seguida do número de análise en
tre parêntesis [fig,4).
Serão registradas no verso de cada ficha, já que seu tamanho pa drao nao permxte inclusão na frente, as palavras-chave e a pista,
0 documento assim analisado, desdobrado e registrado na ficha

•

"Uniterm", independe de sua forma ou tipo, podendo ser uma monografia,
artigo de periódico, folheto, separata, etc, A referência bibliográfica «o número de chamada diferenciam os documentos, e conseqüentemente'
sua localização (fig.2 e 5 a ?),

5-

£ü£fARO
.

DÜ

BOLETIM

A criaçao de um "BOLETIM DE DOCUMENTAÇÃO" surgiu da necessidade *

de:
a) atualizar os técnicos da instituição;
b) facilitar a localizaçao de literatura especializada no nosso campo;
c) promover um atendimento em âmbito nacional.
Em sua primeira fase, apresenta unicamente as fichas produto

das

análises, já que seu objetivo principal é a disseminação seletiva

da

informação bibliográfica. Futuramente pjretendo-se sofisticá-lo acres centando outras informações de interesse, tais como notícias de

con —

gresso, listagens de levantamentos bibliográficos, etc. Seu conteúdo •
apresenta apenas docunentos previamente selecionados, não abrangendo '

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�- 8

-

portanto o total de aquisições da biblioteca, mas somente as de maior in
teresse no campo.
0 boletim ê cômodo, principalmente, para circulação nca serviços e
para encomenda dos documentos assinalados,
Como resultado das etapas de trabalho até aqui descritas, no mornen
to de impressão, o Boletim está praticamente pronto, faltando apenas os
trabalhos relativos à fase final, como sumário, paginação, Índice, etc,
DescreverTanos a seguir, as partes que o compoãn:
a) páginas explicativas
b} sumário
c) plano de classificação: apresenta divisão, voluntariamente simples '
dos assuntos, por grandes rubricas, permitindo ao leitor tomar conhecimento imediato das informações que respondem âs suas preocupa
ções,
Ex:

PLANO DE CLASSIFICAÇÃO
RISCOS E PROBLEMAS COMUNS
Elevação, manutenção, - circulação■ i iè»i i
locêndio, explosõesEletricidade

i t m, i, i i, mi i • i i • i èi

1
2
5

d) corpo: ê a reprodução das fichas na ordem apresentada no plano de

*

classificação, com as chamadas de assunto intercaladas
e) índice de número de análise: remete para a página
f) índices alfabéticos:
— autor e título: para confecção deste índice são intercaladas,
ma sfi ordem alfabética, as fichas dos catálogos coletivos do *
Estado de São Paulo e Nacional, A prápria sigla da biblioteca,
usada para cada um desses catálogos, diferenciará as entradas*
de autor e título
— analítico: tão logo são estabelecidas" a's palavras-chave de um rg,
ferido documento, o índice respectivo ê elaborado. Por exemplo,
o documento n- 142/73 recebeu as palavras-chave: Gases / Vapores / Fumos / Poeiras / Técnicas de segurança e higiene /Incêndio / Limites de tolerância

(fig.2). Portanto, para este *

documento, serão estabelecidas as seguintes fichas de índice;

I

Gases

j

cm

2

3

. técnicas de segurança e higiene

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142/73

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i

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�- 9 I
:

■
I
j
!

Vapores
. técnicas de segurança e higiene

102/13

Fumos
. técnicas de segurança e higiene

102/13

Poeiras
. técnicas de segurança e higiene

102/13

Incêndio
i fumos
102/13
4 gases
142/73
. vapores
142/73

Limites de tolerância

|

142/73

!

Para o boletim, utilizamos estas mesmas fichas, acrescentando o nô
mero da página correspondente, ao lado do némero de análise, estaiido

o

índice pronto para ser datilografado era estêncil (fig.s).
- acumulado: no último fascículo do ano será apresentado o índice*
acumulado, Este índice ê acumulado, regularmente, ot forma

de

ficha. Isto ê, cada fascículo possui um índice referente unic^
mente ao seu conteúdo, porém as ficlnas de nosso uso prúprio

*

nao são separadas por fascículos, e sim alfabetadas conjunta mente. Há a intenção de ser publicada, paralelamente, de 5

em

5 anos, um índice acumulado.

60 processamento técnico dos documentos, Apresentado nas páginas an,
teriores, em sua primeira parte, adapta e simplifica certas práticas bi
blioteconômicaSn Na segunda parte, aprofunda-se, numa tentativa de dina
mizar nossos serviços. Desta forma, isto é, respondendo às necessidades
de nossos usuários atuais, acreditamos ter atingido nosso objetivo,
Esse esquema é flexível, podendo amoldar-se a futuras inovações

*

fornecendo, talvez, a outros profissionais de nosso campo, subsídios pa
ra a resolução de alguns de seus problemas, além de ser um modo rápido*
e pouco oneroso de editar um boletim de informação.

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�- 10 - Firj.l -

Classificação provisória

Referência bibliográfica
Sz

Tabela
PH/\

|A576e
i

ANDREONI, Diego - La eliminazione di gas. vapori. neb-!
bie, fumi, polveri. negli ambienti di lavoro. Roma,;
ENPI, 1964. 82p,
(ENPI, Collana didattica, n-S)
i

Fid.l; Folha de rascunho, ejd duas vias, guardadas respectivamente por autor [ca^iginal) e por titulo
(cápia)

- Fig.2
n® de chamada
Cias,•
defin.

Gzx Sz
*A576a

n2 de análise

142/73 j
ANDREONI, Diego - La eliminazione di gas. vapori, neb-!
bie, fumi.■polveri. negli ambienti di lavoro.
Roma, ■
ENPI, 1964. 82p,
[ENPI, Collana didattica, n-S)

Referência
bibliográfica'^
j
Considerações gerais; estudos de casos específicos
;de poluição e escolha de medidas pireventivas; concentrações;
jtoxicidade; redução da concentração; diluição de substâncias
jperigosas no ar ou nos gases inativos; causas de incêndio;
Resuno
bedidas de controle; layouts de instalações e tabelas de co£
jcentraçoes máximas permissíveis para. vários agentes táxicos,
jpublicadas pela OIT.
iI
Palavraschave

Pista

—
Unitermos: Gases / Vapores / Fumos / Poeiras /
Técnicas de segurança e higiene / Incêndio / Limites de
tolerância
série
t

_

Fi_q.2; Folha de rascunho pronta para ser batida em estêncil

cm

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�- 11 - Fig.3 _

Gases
0

;

4

! 6

10/73 j 31/73 I52/73 I
j 81/73 142/73 j
í 171/73;
i

Fxq.3; Ficha de indexação coordenada ou "unitenm"

ENPI, Collana didattica

i12(7/73)
I

*3(11/73) I
j13(25/73)

Fiq.4; Ficha de série

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^Scan

! 5(142/73)

�- 11 - Fiq.3 _

Gases
Q

;

4

10/73 j 31/73 I52/73 I
1 81/73 142/73 |
! 171/73;
i

Fíq.3; Ficha de indexação coordenada ou "Uniterm"

- Fí2j4 -

ENPI, Collana didattica
ü
j12(7/73)
I

Fig.4: Ficha de série

cm

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13(11/73) j
j13(25/73)

5(142/73)

�22 - Fia.5 143/?3j
DONOGHUE, J.K. - Human exposure to natural uranium. j
Brit.J.Industr.Med.. 29. 1: Bl-9, jan.1972
|
Estudo após morte súbita de um trabalhador (lO a- |
nos com urânio natural). Pulmões, núdulos linfúticos pulmo_
nares e rins foram analisados e concentrações de urânio fo
ram de: 1.2, 1.8, e 0.14, respectivamente. Os resultados
são compatíveis com os de outros autores. Discussão da re- '
laçao•desses resultados com o metabolismo de urânio insolúvel.
Fiq.5: Artigo do Periúdico

- Fjg.6 144/73
3ep,

LEVY, C, - Le chef d'entretien et la sécuritê™
Cah.Notes Docum.. 42: 63-8, jan.1966
0 papel da manutenção em industriaise sua rela-

ção com a prevenção de acidentes.. Memorando para o supervisor de manutenção, com várias sugestões, entre elas: que
este supervisor deve assistir âs reuniões de CIPA, Tabela
indicando as inspeções periúdicas compulsórias e os trabalhos de manutenção que devem ser feitos.
Fiq.6; Separata

- Fiq.7 145/73
Ptr
145/73

JONES, Richar M, - Absenteeism. London, Department of Employment, 1971. 49p-,
[Manpower papers, 4)
— -

Este levantamento interpretativo de evidência pu
blicada sobre absentismo, contem capítulos devotados a: con
ceito de absentismo; seus custos; leis gerais do comportamento do absentismo (fatores pessoais, organizacionais e
conjunturais); efeito dos esquemas de licença-paga por doenças no absentismo, conclusões, implicações para a administração e sugestões para pesquisas posteriores.
Fiq.7; Folheto

cm

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�- 13 -

Fig,

índice

8

-

analítico
Número de
Análise

Páginas

POEIRAS
. incêndio

142/73

201

173/73

184

RADIAÇtES lONISANTES

219/73

184

RESINAS EPOX
; classificação
. etiquetagem

167/73
167/73

193
193

SEGURANÇA
. fator humano

261/73

235

SILICA
, dosagem

155/73

197

SILICOSE

181/73

226

198/73

194

210/73

195

radiaçCes
• proteção coletiva

SOLVENTES
è dosagem
. óleos
, extraçao

Fiq. 8; Trecho extraído do índice analítico

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�RESUMO

SCHLEYER, Judith Rebeca &amp; MARTINS PASSOS, Inara Figliolia ~ RacionalizaIS/
«W
cao de processos técnicos para a disseminação de informações.

M
Sao Pa^

lo, SP.

Para possibilitar aos leitores o acesso quase que imediato ao documento recám-chegado à biblioteca, as autoras sugerem, entre outras medidas: a adoçao de classificação "provisâria" e a substituição da cateiloga
ção descritiv/a pela referência bibliográfica,
Apás essa etapa inicial, o documento é analisado mais profundamente,
o que resultará num resumo e palavras-chave, estreitamente relacionados^^
com o conceito de námero de análise,
Esse esquema ê flexível, podendo amoldar-se a futuras inovações,

—

fornecendo, talvez, a outros profissionais de nosso campo, subsídios para a resolução de alguns de seus problemas, alêm de ser um modo rápido e pouco oneroso de editar um boletim de informação.

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