<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="975" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/975?output=omeka-xml" accessDate="2026-07-04T03:28:38-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="464">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/16/975/Febab_Documentacao_Juridica_Tema_IV_Vol_II_Com01.pdf</src>
      <authentication>bf72c4c76c67e9af4cdff28b61e2d760</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="13091">
                  <text>VII

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Be I em,

'

TEMA

-

29 de julho a 4 de agosto de

CDU

342.537.007.62

CDD

341.2573
i

1973

Documentação jurídica e admnístrativa

ASSESSORAMENTO TÉCNICO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS:

DEPOIMENTO

DE UMA BIBLIOTECÁRIA COMO ASSESSORA

por

Maria Laura da Gtinha Lion - CRB -

37

Assessora Técnica
Assessoria Técnica Especializada - Departamento de Comissoes
Cam^a dos Deputados

DOC. JUR.'aDP3.

Digitalizado
gentilmente por:

�sufãnio

h

Cpn&amp;idvuiqdíJi iobKe. o PodeA Le.g^tativo

I- 4

2.

0 pJLoblma da pHatifiCÁaçãa da&amp; tzi6

3.

Â ConòtítiUção Vs.dzAoZ e o Podvi LegZ&amp;lativo

4- 6

4.

Comíó6Õe6 TecrUcM e o AóitóiOAame.nto Lzg.ú&gt;tcutÍ\J0

6~ 7

5.

0 Phojzto do. Lqá, q. iwx tAm-itaçcio

S- 9

6.

OúaqJão dí k&amp;òzíiòoftLa&amp; na Câmana doi Vz.putado&amp;

4

kòizòòonÀa TlcnLca tòpzcÁcüLizaxia (ATE)

9-U)

7.

PfLOjZijo dz Í5Á iob/LZ catalogação-na-^ontz

10-11

8.

SeXoA. dz VottmznZcLçãü da ATE

11-lZ

9.

Concíuòão

11

Ubliogfia^,la

3

5

6

13-14

Digitalizado
gentilmente por:

�RESUMO

Re^õAma do Coitg.fuíiòo NacÁ.onal e a InÁtatíição d&amp; Aòòuáo^oò na CÔmafui do6
VzpuX&amp;doò.

Impo^tiânc-ia do a&amp;óZiòo/uumntú no pJioceÂóo dz ztabofiação do6 tzJjt,

0 aíí&amp;z&amp;òoh. como pziquc&amp;adoA z izcníco ízQ-LítojtLvo.
AAòZÁ&amp;ofiia Tzcncca EòpzcÂjxLLzada.

Digitalizado
gentilmente por:

0 Sztofi dz Vocu/nzfitação

na

0 papzZ do bi.bLiotzcÕÂÁo como oÁ6z&amp;-6ofi,

-ü/

14

15

16

17

18

19

�!.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PODER LEGISLATIVO

^
/N&gt;
^
H p;'eocuptaçao dos par! amentares -^rasileiros em restanclecer
o pres-Tpio do Co-'grQ'sso e um dos aspectos
iiticc

iacional.

Um

dominaii:es uo cenário p_o

lumero qiaiificado de representa"tes

ca dssue muito ati“''.çao a necessidade de

dedi-

reconquistar a eficiência

p ar i am*.-n t ar e devolver ao Congresso o reconhecimento popu I ar
sua

inioortancia

de

inconteste.

A
^
0 gra“''de problema contemporâneo do LegislatiS'o e modernizor o mecanismo funcio al

em proveito do rendimento e perfeiçaoefe
A
,
seu traba í Íto amptiiK'a como foi a competência do Executivo na ati-

vidade

íegiferantc.
Com a Constituição de ü7 e a emenda de o9,

foi

limitado

ii

o de matéria

i

cor’es pubi ic- s,

suas atividades d:

elaborar

ince i ra e orçomen' ar i a,

o Legislativo

leis eii' campos

regime ^juri

como

ico dos servi-

pi ov'mento e extinção de cargos pubi icos federais,

e muitos ou+ros&gt;
A t r an

e.'ene i a de grande pat'te do processq de elaboraçao

legislativa para o Po ler Ex« cuti\o e a fixaçao de prazos constitiu
cionais ''igidos permitiram aoe se estabelecesse auientica indus A»
^
tria de produção em serie de atos legislativos,
Toda a massa legislativa emanada do Lxecutivo e encami-&gt;hada ao Co&gt;.gresso Macio nai

que tem prazo d'. 60 dias para aprovar ou

tos

Iegais,
A seme ! liança de outros paises,

rn foi

re\ i t a 1 i zado,

seu trabalho,
ritmo.

especializou

rejeitar esses tex -

o Poder Executivo '"'rasi I e j_

seus diversos setores,

d i \/i d i u

e’^qua*'to que o Poder Legislativo nao seguiu o mesmo

"Au Comissoes Tec.icas da Camara ainda permanecem com a -

que I as caracter i st i cas c ! ass i cas de Par I arríento
etn \ nenternente poè
~
litico^' (l / .
Os orgaos do Executivo passaram a ter vanTagem cx t raord I p cr i a en reiaçeo a&gt;n ! eg i
A

&lt;i r i \ o ,

reforma do Ct igresso Nacio-^.ai

Digitalizado
gentiimente por:

Gereaclancnto

i rrpunha-se,

14

15

Mosso

16

17

quadro

18

19

�o

apresentava-se semelhante ao dos Estados Unidos na década de 50.
Naquele Pais,

diante da maquina governamentaI

pansao e aperfeiçoamento,

cm permanente ex -

com a adoçao de modernas técnicas de

adm i n i str açao pe I o Execut i vo,

sentiu-se o Legislativo em dificuj^

dades crescentes para apreciar convenientemente a açao daquele
Poder,

bem como os orojetos de

o Executivo,

lei

enviados ao Congresso.

É

que

através dos orgaos da Presidência da RepubIica

e

dos Ministérios presentes em todas as comunidades do Pais,
pre se constituiu,

por sua finalidade e natureza,

tema estruturado com o fim de obtenção de

sem -

num grande si^

infòrmaçoes político -

administrativas de todos os setores de atividade governamenta I
itico,

economico,

militar e tecnico-cientifico ) ;

de

realizaçao de estudos e pesquisas para soIuçoes de problemas

e

de tomada e
trario,

social,

implementação de decisões.

dedicado a tarefa,

no qual

sentante das aspirações do povo,
dequados para estuda-Ias a

e

0 Legislativo,

insubstituível,

pelo con^

de repre -

nao conta\'a com os recursos a-

luz de outras

informaçoes.

Sem

burocracia equivalente a do Presidente da Republica (mil

uma
vezes

maior do que a do Legislativo) o Congresso era solicitado a a provar ou rejeitar,
tar,

a tramitar ou modificar,

milhares de complexos projetos de

a ampliar ou

limi-

legislação - para

mencionar a sua açao fiscaIizadora do Executivo - contando,
nas,

nao
ape^

com a bagagem de conhecimentos e os métodos dos proprios

congressistas,

organizados em Comissoes.

Ao termino da Segunda Guerra Mundial,
Congresso dos Estados Unidos,
IIsasse e

interpretasse

a existência

no

de um sistema que coIigisse,

ana-

informações poIitico-administrativas de

interesse para o exercido das suas funções governament a i s, tor/V
^
'
nou-se uma questão de ssobrev i venc i a do Poder Legislativo
como
instrumento utiI,

eficiente e acreditado no processo democráti-

co de governar.
0 primeiro passo para a adequaçao do Congresso America-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sca n
sí em
Gereaclancnto

14

15

16

17

18

19

�3

no aos pro^ I emas gover^^amenta I s da atualidade
com a Lei

de Reorga'" i zaçao do Legislativo.

Foi

dado em

1946,

A partir de então, as

Comissoes de ambas as Casas e os proprios congressistas passaram
a dispor de um serviço de pesquisas em apoio aos seus trabalhos.
&lt;v
^
0 Serviço de Pesquisas do Congresso tem a tunçao preci pua de avaIiar e apreciar as recomrndaçoes recebidas do Presiden^
A
te e das agencias do Executivo.
Os membros do Congresso america'‘o desejavam fontes acurai
das e

informaçoes correntes,

suplementando aquelas que obtiam a-

traves dos canais usuais e comparadas em qualidade as de que
Executivo dispunha e que vi ri a
"staff"

individual

implementar as facilidade

Congr-esso dos

Estados Unidos

possibilita ao congressista americano a situaçao de ser o

a

do

de cada parlamentar,

0 ServMço de Pesquisa do

lador mais bem

informado do mundo.

responder aos quesitos que

Esse Serx iço nao se

lhe sao apresentados.

legisI imita

Particular-

mente nos problemas momentosos da conjuntura - tais como os
toxicos,

o

da segregação racial

etc.

- nao e

tecipar-se aos pedidos preparando as

de

incomum o Serviço ajn

I inhas gerais dos estudos,

que serão complementados apos o recebimento

dos quesitos espec_i_

f i COS.
Outros paises,

maduramente poI iticos,

como a

com um povo experimentado no processo democrático,
abandonaram o empirismo
procedendo ao "inquiry",
resultado de suas

legislativo,

investigações ao

a elaboraçao
A França,

técnicos,

tem,

muito

trazem

"cabinet-secretariat",
idéias,

e aí,

o

mode -

apos acurada an^

legislativa surge e esplende.
com seus "comitês" consultivos,

seus conselhos

na aferiçao da sensibil idade poI i t i ca nacional,

fontes seguras e sofisticadas de
A

ha

as soluçoes de emergencia e,

em carater direto e _Í£i^ I oco,

lar laboratorio de purificação de
I ise,

de

Inglaterra,

Ital ia,

informação.

cuja tradiçao juridica

seria ocioso comentar ,

�4

tem nos "grupp i

de competenza" o assessoramento

legislativa

indi_s

pensave!.
2.

0 PROBLEMA DA PROLIFERAÇÃO LEGISLATIVA
A reforma

legislativa no

que Kant denomina

Congresso Brasileiro tornou-se o

"imperativo categórico".

0

imperativo cate -

gorico de nossos tempos e a superaçao do estagio da perplexidade

IegaI,
A lei,

que a todos e a tudo discipí ina,

precisa ter

sua

própria disciplina,
"0 princípio

legal

noU"Se a presunção do
da

iegislaçao,

de que ninguém deve

impossivel,

Estamos revivendo,

a replica da torre de Babel,

30

indisclpí inado de
A
ausenc ia da lei,

leis,

legal

ao

inves de resolver

quelas que regem,

promiscuamen-

o agravamento do parale-

nao raro,

leis múltiplas,

simultânea e tumui tuar i amente,
incompativeis entre si,

instaurou um quadro ca
(i4)

A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E 0 PODER LEGISLATIVO
Dentre as matérias de competência da

re o art,

8^ da

Constituição

Federal,

União a que se refe-

destacaremos a variedade

de assuntos que o Legislativo e obrigado a estudar e
- direito penal,
marítimo,

comercial,

aeronáutico,

civil,

espacial,

- normas gera i s sobre orçamento,
nial

3

isto e,d^

matérias d i vej2

paz de desnortear o mais experimentado dos juristas".
3,

o

com um crescente numero de leis discipl inando o me^

mo assunto e o aumento geométrico das

sas e,

setor

0 tumulto do exce^

onde convivem,

dispositivos vigentes e revogados,

I ismo

no

tor-

acabou por agrava-Io,

0 caotico amontoado de
te,

lei

leis e muito mais grave do que a própria

A solução puramente quant itat i va,
problema,

ignorar a

5

processual,

Digitalizado
gentilmente por:

eleitoral,

do trabalho e agrario;

despesa e gestão patrimo_

e financeira de natureza pubiica;

6

legislar:

de direito finan

�6

propna maquina

í nf ra-estrutura I

dos Parlamentos.

Surgiu então o

Assessor Parlamentar - e quando reunidos vários assessores

reves-

tidps de determiadas característ icas de fundo e de forma e

inserj^

dos entre os demais serviços de administraçao do Congresso ge a

sur-

Assessor ia,
"Desnecessário seria tentar justificar a presença da asses-

soria no Estado moderno,

onde a complexa maquina go vernamenta I

sorve atribuições crescentes num mundo que acelera cada vez
o ritmo de seu desenvolvimento".
4.

ajb

mais

(8.)

COMISSÕES TÉCNICAS E 0 ASSESSORAMENTO LEGISLATIVO
Ja a

tir de

Resolução 67 da Camara dos Deputados,

1962,

estabelece a necessidade de

em vigor a par -

incluir em seus quadros

p técnico de assessoramento.
0 problema do assessoramento foi

novamente

Ievantado quando

do plano de reorganizaçao da Camara dos Deputados feito pela Fundação GetuIio

Vargas,

em

1968.

No Anteprojeto da

Reorganizaçao

Administrativa aquela Fundaçao aponta a ausência de um sistema de
informação para apoiar o trabalho das Comissoes Técnicas da
sendo esta a falha mais grave da organizaçao,

X

exercício de suas funções

Casa,

a que mais afeta no

legislativas e de controle,

Da anal ise levada a efeito e das entrevistas mantidas pelos
FGV com mais de 40 deputados,

ficou evidenciado que a

ausência de uma assessoria parlamentar de alto nivel
principal
atividade

obstáculo ao bom desempenho da
individual

do deputado,

Camara,

constitui

o

nao so quanto

üj /

técnicos da

mas aos trabalhos das Comissoes

Tecn icas,
A Camara conta com 16 Comissoes Petijnanentes, a saber:
1 - de Agricultura e PoI ítica
A.
I I - de Ciência e Tecnologia;
III - de

Rural ;

Comunicaçoes;

IV - de Constituição e Justiça;
V — de Economia,

cm

1

2

3

4

5

6

Industria e Comercio;

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�7

VI - de
VII - de

Educaçao e Cultura;
Finanças;

VIII - de Fiscalizaçao

Financeira e Tomada de Contas;

IX - de Minas e Energia;
X - de Redaçao;
XI - de

Relações Exteriores;

X I 1 - de Sa ude;
XIII “ de Segurança Nacional;
XIV - de Serviço

PubI ico;

XV - de Trabalho e Legislação

Social,

XVI - de Transportes,
Conta,

ainda,

ao termino da

legislatura ou antes dela,

a que se destinam.
I “

com as Comissoes Temporárias que se extinguem
quando

preenchido o

f i rn

As Comissoes Temporárias podem ser:

Espec iais;

I I - de
1! I -

Inquerito;

Externas,

IV - Mistas,
Coino se ve,
senão todos,

Comissoes Permanentes abrangem quase todos ^

os campos da técnica.

projetos de lei
vo.

as

Nessas Comissoes tramitam os

emanados tanto do Legislativo quanto do

Examinando as Mensagens do Poder Executivo,

jetos dentro de sua competência,
seus componentes,

o

Execut i -

ou formulando pro^

Parlamento estuda através

senadores e deputados,

de

os mais variados assun-

tos,
Como nos referimos em outra parte deste trabalho,
legislativo nao comporta,

necessariemente,

o mandato

nenhuma especial izaçao,

podendo ser eleitos todos os brasileiros que preencham as condi
çoes estabelecidas na Constituição Federa!
A presença do especialista
a fim de que este posso

se

impoe,

e na
ao

Lei

-

Eleitoral.

lado do pariamentar,

legislar com conhecimento de causa e

dos

complexos problemas nacionais.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

\

14

15

16

17

18

19

�fi

5.

0 PROJETO DE LEI

E SUA TRAMITAÇÃO

O Regimento da Camara dos Deputados define no Titulo
Proposiçoes,

Capitulo

poe no §2 do art.
com clareza,
3 vias".
diçoes

I,

Disposições Gerais,

a proposição e dis -

I14 que "toda proposição devera ser redigida

em termos explicitos e sintéticos e apresentada em

Além de estabelecer um critério,

indispensáveis a matéria,

dispõe ainda,

alheia a competência da Camara;

titucional,

anti-regimenta I

das co£

pois no §3 encontramos "A Pre -

sidencia devolvera ao seu autor qualquer proposição que
matéria:

IV,das

evidentemente

versar
incons -

e que contenha expressão ofensiva a

quem quer que seja."
Que as

leis devem ser concisas e simples,

e compreendidas por todos,

para serem

lidas

ja observa Montesquieu em seu "L'Esprit

des Lois".
A Camara dos Deputados exerce sua função
de projeto de

lei&gt;

de decreto

legislativa por via

legislativo ou de resolução.

Nos termos da Constituição a

iniciativa de projetos emana:

I

-

de Deputados;

II

-

de Comissoes ou da Mesa;

III

-

do Senado;

IV

-

da Presidência da Republica,

V

-

dos Tribunais Federais ou jurisdição em todo o terri

-

to ri o nacional.
/V
^
Na tramitaçao do projeto de
te:

^
lei

11^*
o esquema adotado e o segum

o projeto e apresentado em sessão plenaria,

dem do dia.

Em seguida vai

a Mesa onde

encaminhado as Comissoes.

A

Justiça onde a proposição

e

constituciona I idade,
lativa.
ridica

Se
segue

a

i^ecçebe

inicio da or -

um numero

for

de

e

consider-ada

I Sc a n
sí em
I Ciereaclamcnto

legí^

con st i tuc i on a I
de

14

e

vista da

juridicidade e da técnica

tramitaçao nas Comissoes

Digitalizado
gentílmente por:

e

Comissão e a de Constituição

apreciada sob o ponto

legalidade,

proposição
sua

ia.

no

e jiJ[

Mento - Comis-

15

16

17

18

19

�9

sao ou Comissoes especificas cia matéria em pauta mente designadas pela Mesa.

Nessa

Comissão,

um relotoi' que apreciara a matéria.
tor for acolhido pela Comissão,
caminhada ao
Nessa

vai

o

ja antec i pacia-

Presidente destaca

Se o voto favoravel
a

Plenário,

ai

aprovada e en-

Senado e deste a sançao do Presidente da
longa tramitaçao,

do rela-

RepubIica.

o assessor precisa estar conscien-

te dos argumentos empregados na defesa de um projeto, a fim de
A/
nao ser surpreendido por motivos consistentes que inval i dem
a
proposição.

Tanto pela

inconstitucional idade,

çao Ja existente sobre a matéria,
geis ou sem base cientifica,

6.

o projeto pode

por

DeputacJos.

1971

foi

instalada a

vir a ser derrubado.

foi

Assessor ia

da ao Centro de Documentação e
Reformo,

junto ao

implantada em junho de

Uma outra assessoria -

dos

Depar -

1972.

Parlamentar - subordina-

Informação,

Entre as tarefas desta

A ASSES -

Reforma na Camara

A Assessor ia Técnica Especial izada,

tamento das Comissoes,

legisla-

pelos argumentos fr^

CRIAÇÃO DE ASSESSOR IAS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS SORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA

Em dezembro de

la

ou ainda,

como

foi

também criada pe-

Assessoria destacamos a

preparar pesquisas necessárias aos deputados para elaboraçao

de
de

relatórios e estudos básicos de pareceres e anteprojetos,
\ Assessoria Técnica
ramento as Comissoes;

Especial izada compete prestar assesso^

preparar os estudos necessários as Comis -

soes e aos deputados para elaboraçao de pareceres,

rei atorlos

e

anteprojetos; manter cadastro de pessoas físicas e juridicas cre^
denciadas a prestarem assessoramento especializado o Camara
Deputados,

naquelas matérias

dos

incluidas ou nao nas areas especifi-

cas de sua atuaçao,
Teor i camente,
Assessoria

X
a

as duas se completam da seguinte maneira:

Parlamentar e atribuída a tarefa do estudo da

çao e a Assessoria Técnica cabe o enunciado da
da emenda ou do substitutivo no contexto da

Digitalizado
gentil mente por:

propos_i_

lei^

ou a posição
/v&gt;
legislação existen -

14

15

16

17

lí

�10

"te,

rs tôrrnvjs

da j ur t i f i cat i va ou do

lei

e^

a apresentaçao do texto

nica

7-

.'ind-.,

relatorio de um projeto
i ega I

de

dentro da melhor téc-

Iog i s!ativa.

PRC.ETO DE LEi

SOBRE CATALOGAÇÂO-NA-FONTE

Para que melhor situemos o trabalho de assessoramento junto
ao pariamentar,
assunto de nosso
tado

Faria

vamos exemplificar com um caso
Interesse;

projeto de

apresentado

dentro do&gt;
pelo depu-

Lima sobre "CataIogaçao-na-fonte ",

Ao ser escolhido um assessor,
derrjemente

lei

recente

para orientar o deputado,

ev_L

foi destacado o que melhor estivesse f am i ! iarizado com

o assunto c.m tela.

no caso um dibi iotecarlo.

As et ;pas prei iminares do estudo para a eíaboraçao do pro joto de ieí

instituindo a obrigatoriedade da cata Iogaçao-na-fon -

te sao:
- objetives e vantagens da cata!ogaçao-na-fonte;
- o que vem sendo
te;
-

feito no

Pais e no

Exterior soL&gt;re o assun-

Ievantamento da bibi iografia nacional

e estrangeira sobre

a rn a t e r ! n,
- entidades no Pais,

pubi icas e privadas,
ts»
sistema de cata Iogaçao-na-fonte.

Quanto ao ultimo

item foram estudadas as atividades do

tituto Nacional

do Livro,

dicato Nacional

dos Estidores de Livros e do

bio de Catai ogacao do
rs»
mentaçao.

que ja adotam

da Camara

Brasileira do

Instituto Brasileiro de

Livro,

Serviço de

o

Ins-

do Sin Intercâm-

Bib’ iografia e Docjj

— -

Embora na jusfc i ficativa do projeto esses orgaos sejam men fs»
cionados e definidas suas atuaçóes quanto ao assunto em pauta,aos
orgaos privado-;, entretanto, como a Camara Brasileira do Livro,
/V
fs»
nao se pode dülcgar tarefas como
de fiscal i zaçao da apl icaçao
da norma

legai,

Toinar-se-ia um dispositivo

que nao compeíe ao

legislativo

Digitalizado
gentilmente por:

interferir na

Sc a n
st e m
Ciereaclamcnto

inconstitucional

poj2

iniciativa privada.

�! i

Também seria

inconstitucionaí

criar orgao prtvaoo com a

cumbencia de estudar as normas técnicas a
gaçao-na-fonte,^

serem adotados na catalo^

para sua conseqOente un i fo rm i zaçao,

incumbência de Fiscal izar o cumprimento da
ficarja aumento dc despesa,

in -

iei.

assim como

Tal

atribuição pr-ecipua do

a

atitude signj^

Presidente da

RepubIiea.
Assim,

foi

delegado ao Minister'io cia

Educaçao e Cultura

através seus orgaos competentes “ e ao Conselho Nacional
quisas,
tação,
Jeto,

por via do

de Pes

Iristituto Brasileiro de Bibl iografia e

a tarefa da fiscal i zaçao da
por força de dispositivo

lei.

legal,

~-

Documen-

A regu I atr.entaçao do pro -

e dclegada ao Poder Executi-

vo,
Na just i f i cat i va do projeto,
çoes técnicas sobre o assunto,
cataIogaçao-na-fonte,
taIogaçao-na-fonte,
dios

como o panorama nacional

exemplo estrangeiro,

em face da

breve historico da ca -

de modo a dotar o Poder Executivo dos subsi

indispensáveis a efetiva reguiamentaçao dessa norma
Para melhor

trabaTho o

8,

o Autor- se estende em consiciera^

Ilustrarmos nossa exposição,

Projeto de Lei

legal,

anexamos a este

em apreço,

SETOR DE DOCUMENTAÇÃO DA ATE

Ao

Setor de Documentação,

extensa e dei içada tarefa,

na Assessoria Técnica,

Podemos dizer,

cabe uma

sem maiores rodeios,

que constitui o centro nerv^oso de um sistema de assessoramento,
Cabe-lhe a função de reunir material,
Io em "dossiês" e torna-ío disponível

anal isa-!o,

coloca-

aos assessores quando da

incumbência de relatar ou elaborai' determinado projeto de

lei.

Ficharios por assunto de todos os trabalhos preparados pela As—
sessoria constituirão subsídios vai iosos para posterior’es estudos.
Por outro
missão,

2

3

lado,

cada assessor de per s »,

e também um documental ista.

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

por força de

Ei e e obrigado a colher

sua
in^

-

�formoçoes - onde elos existam técnicos,

realizar pesquisas,

entrevistar

fazer levantamentos bibi iograficos e ana! ises da matc^

ria em apreço,

de maneira a dotar o parlamentar dos elementos

t nd i spen sa ve I s a sabia elaboraçao da

!ei,

para que esta nao cor^

tinue-simplesmente "engrossando o labirinto da legislação",
•^
^
^
•
•
A Assessor ia Técnica utiI iza-se, como nao poder ia deixar
de ser,

do Centro de Documentação e

Informação da Camara,

citando bibi iografias,

recortes de

legislação brasileira.

Ainda outros serviços da Casa sao amiude

sol icitados,

como por exemplo a

imprensa e,

sol i-

Sinopse,

que

especia I mente,

a

informa sobre a tra^

mitaçao dos projetos,
0 Congresso conta com assessores de todos os Ministérios
Civis e Militares,

os quais devem prover

informações em seus

campos específicos quando sol icitados.

9,

CONCLUSÃO

A Assessoria Técnica
de

1972,

Especial izada foi

No fim do mesmo ano,

instalada em junho

a Mesa que a

instalou ja

sentiu-

a necessidade de reformul a--1 a e prove-Ia de maiores recursos.
Atualmente a ATE conta com 20 assessores contra 310 depti^
tados e vem envidando todos os esforços no sentido de forne cer as Comissoès Técnicas e aos Deputados as mais acuradas

ijn

fortnaçoes para a efetiva elaboraçao de seus projetos,
A Assessoria esta conscia da grande
lhe cabe na tarefa de prover o corpo

responsabiiidade que

legislativo dos

Instru -

mentos mais adequados para o apr i moramento de nossas

leis.

outro

do nume-

lado,

ressente-se da precariedade-de

ro

1 imitado de assessores,

da

Casa que sinda nao esta preparada para suportar tarefa de

tal

envergadura,

da deficiência

recursos,

É forçoso dizer,

da

Por

infra-estrutura

que todo serviço recem

-

implantado sofre as coiit i ngenc i as naturais de seu pioneirísmo e conseqüente empirismo,

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

A prova maior de que a Casa es-

�Í3

^
í»
/V
ta consciente do prob!ema e a preocupação da Mesa de reformular e
ampliar os serviços das assessorias,
Nao temos a veleidade de ambicionar,

de

imediato,

quadro se aproxime daquele do Congresso americano,
de Pesquisa conta hoje com 215 anal istas de nível
dos quais 35 com grau de doutoramento,

a I em de

que nosso

cujo Serviço
universitar io,

108 burocratas de

varias categorias.
Mas,
nar,

guardando as devidas proporçoes,

em futuro nao muito distante,

e-nos vai i do ambtciof-

dispormos de assessores

representem cada uma das especial idades dos assuntos com que
Congresso Nacional

2

3

4

5

6

se defronta.

Digitalizado
gentilmente por:

que
o

�14

B ÍBLlOGRAFIA

l«

Amaral
da

2»

de Souza.

reforma,

Anieivfco,

Discurso,

Brasi!ia,

Eduardo.

Revista do

I n:

197í.

p.

A ei aboraçQO

Serviço

PubI ico,

Guedes, Gera! do -- As bases
16-1/.

legislativa e o assessor ,

86

(i

e 2): 60-63,

jan./fev'.

1960.
3«

rv
Camara dos Deputados,
Resolução n. 20,
/V
_
de 30 de novembro de 197. Dispõe sobre a reorganizaçao

Brasil,

Congresso.

adm In í strat. i va da Camara dos Deputados e detesm’. ina ou
tras pro V i denc í as.
tv
Resolução n,

«

interno.
5.

Cardoso,

Brasil ia,
30,

Brasil ia,

de

sessor.

Revista de

137 p.

ro
Dispõe sobre o

1^72,

1972.

Kieber Miranda,

1972.

-

Regimento

32 p.

A eiaboraçao

legislativa e o as-

Finanças Pubí i ca s:33~~ 35,

jan./fev.

19596.

Chagas Melo.
namento.
ma r.

7«

Assessor ia
Revista do

Serviço

organizagao e func

Pub! ico,

97(l)í36-42,

jan»/

1965»

Cochrane,

James D,

Partlsan aspects of Congressionaí

committee staffing,
i 7(2); 338-348,
8,

legislativa:

Faria Lima,

J.

The Western

June

R.

PoI it i ca I

Quarter!v,

1964.

Assessoria:

reiatorio do deputado

Foria

Lima apresentado ao Grupo de Trabalho constituído para

re-

forma dos orgaos e métodos de trabalho da Camara dos DLpütados,
9,

Ferre ira Chaves,
$,

10,

Brasília,

Paulo,

Fonseca,

Sao

S.

1971,

0 Congresso bem

Paulo,

Fab io.

l8 p,

15 ogò.

Comissões:

Brasil ia,

C,

1971.

dos Deputados,
52 p.

Estado -de

71.

reiatorio apresentado ao Grupo

de Trabalho constituído para
trabalho da

informado.

re!'orma dos orgaos e métodos c
pelo deputado

F,

Fonseca.

�Fundação Gct ui io
mara

Varga s,

dos Deputados.

Rio de Janeiro,
Guedes,

Geraldo,

Reorgan i-açao adni i n i strat i va

Reiatorio,

1968.

Anteprojeto de resoiuçao.

145 p.

As bases de

reforma:

discursos pronunciados

nas sessops dos dias 25 de novembro de

1969 e 9 de abril

19/0 sobre a reforma do Gamara dos Deputados,
1971.

4!

Macieira,

Anselmo,

Henrique,

deputado H,

A elaboraçao

Brasil ia,

Ptibl ico,

Reforma

Turner,

legislativ^a e o assessor.

S6 (3 ): i 56-I 7 I í

legislativa:

mar,

1970.

rcI aterio parcial

sobre "Ei aboraçao Leg i s í at i va ",

tado ao Grupo de Trabalho constituído para

Wahí ke,

1971.

do

apresein

reforma dos or -

geos e métodos de trabalho da Gamara dos Deputados,
1 ia,

de

p.

Revista do Serviço
Turner,

da Ga-

Brasi-

36 p,

John C.

et aí ii,

in

legisl ative behavior,

P.

193-215,

Digitalizado
gentilmente por:

The

legi si ative system;

Nevs

York,

London,

J,

exp I orat ions
Wiiey,

1965?

�JUSTlFiCÂTIVA

Cdtâ I ogoçao-p.d-fonte consiste no
'r ■
grotica
no proprio

íiüpnessao do ftcha catvslo -

f ivro.

A cato i ogaçüO-nO“fonte objetiva pr imo r&lt;í i a I inc-n to:
1-

-

Normá! irar as entrados dos catalogos bibf iograficos;

2-

-

Facil itar o

quer no âmbito nacional
3~

-

intercâmbio das
como no

i nfontiaçoes bib! iografica:^

internacional,

Facilitar a alimentaçao das

informações em sistemas
A
c I eti’or. i cos ou mecânicos.

de processamento de dados,

.
.
..
^
.
Duas categorias diversas de profiss!onais soo beneficiados
com a cata I ogaçao-na-fonte,
me i ros evita a dup! icaçao
do a uma mesma

irracional

finai idade:

Aos editores ccntribui

bib! iotccarios e editores.

de esforços humanos \ isan-

a catalogaçao de deterrn i ttado

para a

I ivro .

uniformizaçao dos catalogos

registro de nomes de autores e titulos em
Nao se justifica a

Aos prj_

e do

I istas bibí iogrvaficas,

repetiçiso de esforços de vários grupos

visando a um mesmo fim,
Embora o
nos ppoprios
Max Mííl 1 er,

idéia originai
í Ivros date da

da

de se pubiicar dados bibí iograficos
segunda metade do século

Bodíein Líbrary,

bíbl iotecario &gt;da

na

Harvard Co i lege,

Inglaterra,
nos Estados

e

XIX,

Justin

Unidos,

quando
Winsor,

a concebe-

ram quase que s imui taneamente, pode-se dizer que a primeiro expje
^
ÍV
rIene ia efetiva de cataIogaçao-na-fonte foi real izada pela Bi
biioteca do Congresso dos Estados Unidos,
As primeiras tentativas realizadas na BIblioteca do Congres
so dos Estados Unidos remontam ao ano de
mou vulto em

197c e,

tecarios e editores,
piloto de

i n i c i a I trien te,

3

5

ide ia to-

resultou no estabelecimento de um projeto
Pub!icaçao'

(CIP) a

a partir de julho de

a catalogaçao de

6

porem a

apos encontros e”*entend i mentos entre bibl io

^Catalogaçao na

referida Bibl Ioteca,

1958,

Digitalizado
gentilmente por:

ser executado pela

19/1.

Visa o projeto,

I ivros das editoras comerciais,

I Sc a n
st e m
I Ciereaclamcnto

\

14

15

16

17

18

e

19

�espera,

no

futuro,

atingir todas as formas de

informação

registra”

do,

abrangendo pubí icaçoes oficiais e estendendo-se a documentos

noo

impressos.

0 projeto

Po Í

eiaborado

çeo a automaçao de bib! iotecas.

! evando-se em cons-fdera -

Esperam os bib! iotecarios noi^te-

americanos que essa expor ier«c ia permira a

verificação dos def e i -

tos e dificuldades que possa apresentar o projeto,
corrigidos,
cional

e

a

possa ser adotado em carafer definitivo,

í irn de que ,
om niveí

na-

intcrnacionaí,

Importante enfatizar a arnp! itude do ni‘ograma CIP t&gt;os Estados
Unidos e realçar seu objetivo
vas e

universal,

que- poderá oferecer no -

i nca I cu! a v'e i s pe rspect i va s ao ace ! eramervto e troca de

infoj;^

maçoes.
0 mundo vive o fenomeno da explosão da
rat i vo que a mesma
os apenas

seja cor-itro I ada,

Esta crescente massa

tamente o compo rtamento
s i CO para

sua geraçao,

É

impe -

Lvimbramos que sao necessari-

14 meses pa r‘a que o vxj! ;jme tía

mundo dupi ique.

ifíformaçao,

informação existente

de

no

infcrmaçoes afeta d! re -

humano p»o i s nao existe qualquer
processamento e acumui açao»

formaçoes serão causadas por essa crescente massa oe

i imite

Radicais t^ran_s
informações.

A situaçao no 8rasi i
No Brasil,

algumas tentativas tem sido feitas no sentido

que seja adotada,
III

em plano nacional,

a cataIogaçao-na-fonte,

Congresso de Editores e Livreiros do Brasil,

dou que fossem dadas

de

em 1952,

0

recomejv

informações bib! iograficas nas obras pub! i -

cadas pelas editoras,
Nacional

as quais seriam fornecidas peiio BibI íoteca
A/
j
»
e pelo Serviço de Intercâmbio de Cataiogaçao (SiC} do

instituto Brasileiro de Bibi iografia e Documentação
bora nao tenha sido concretizada,
to,

a

(iBBD),

Em -

ide ia nao morreu por comple-

pois esporadicamente encontramos fichas cataiograficas

im

-

pressas em pubi icaçoes de bibi iotecas e outras entidades cuitu rais,

bem como de editoras comerciais,

Digitalizado
gentilmente por:

I ^ca n
st e m
I Clereaclaracnto

&gt;

como por exemplo a Compa-

�nhia

Edítot'a Moc i ona ! , • de SriO Paulo,' qèe os vem ptib! icando

I ivpos de algurnos de suo« seriei de.svje
A Editcjra da

Universidade de

So&lt;'

orn

1962.
Paulo e.xíge os dados ca-

talograficos nos

I i\ros que publ i ca ein cc-ediçoes com a.s edito-

ras comerc i ü i s.

Em maio de

de Sao
0

i 972 o Consei ho

Es^tadua-

de Cultura

Paulo adótou a mesma medida.
Instituto Nacional

vro-Texto para o Ensino

do Livro,

Superior"

através do

Í^PLUES),

"Programa do Li-

cujo pi incipa!

obj^e

tivo e o de coeditar textos básicos de autores nacionais e/ou
estrange i ros,
a

nas di\e!^sas arcas do c-nsino si;períor,

Fa^

incluir

ficha cata! ograf i ca em ti?dos as obr‘as editadas por esse

ma.

Tainbem,

ciuem a

instituto

Nacional

do

Livro

in_

ficha cata t oqi^af i ca.

No
Negra,

as obras emanadas do

progra

I ! !

Er.cot^tro de Ed i la;a

em agosto dc

IP/C,

a

s e I. i \ ro: i ros,

Canu.i-a

rr a! i zaíío ett! berro

Srasiiei»'a do Li\!’o teve a o~

portun idade de aprcsdítar urn trabalho sobre ca Le I cgv^içao^na-rop.te
propondo a pub! icaçao de

; nforniaçoe.s ri*r.j i o gi'a f i ca s nas obras

pressas pelas editoras comerciais do

Biasilv

Propc.s,

cria.çao de centros regionais ou estcoiuais para a

i^

ainda,

r’ea I ii^açao

a
' do

serviço,

dssim toinbern como ú po rf i c i paçoc» do Governo no ernproerí-

dimento.

As recomendaçoe s ti ve ram aprovação plena da asse.inbíeia

e foram ratificadas no
em junho de

IV Env;ontro,

real irado em Sao Lourenço,MG

I97t«

Atendendo a essas recorneadaçoes foram criados
/V/
#v
^
dois Centros de cataIogaçao-na-fonte, um em Sao Paulo, peto Ca -

mara Brasileira do Livro,
cato Nacional
atividades,

e outr'o no

Rio de Janeiro.,

dos Editores de Livros,

respectivamente,

do mesmo ano»

em 1-

os quais

de julho de

pelo Sindi-

iniciaram
I97í

suas

e novembro

Esses Centros dest inom~_se a catalogar as publ i-

Cõçoes das editoras cornerciais e estabelecem enfre si

intercâm-

bio para fins do; normal iraçao.
Para que a cata í ogaçao-na-fonte teriha exito c possa ser am
piamente ut i I irada e necessário que

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

I ^ca n
st e m
I Ciereaclamcnto

stqia centra’ irada,

mc^rmente

�para fins de norma! izaçao das entr^odas de autor,
assuntos

c=)s^iim coino a dos

(&lt;)escr i to i'es ) visando tambtm a auvomaçao.

Cone Iusao:
Para a rea! izaçao do projeto dc cat«í í ogaçao-na" fonte,
bito nacionai,

sera

indispensavei

em am~

um trabalho coordenado de bl

-

bl iotecarios e editores; nao seria justo nem cxecjfíivel sua rea! i^
^
^
fsi
zaçao somente com a participaçao de editoras e of-gacs que as re presentam.
Impoe-se uma

le»

que

na-fonte o fim de que o

requlamente o processo de catalogaçao -

!ivro,

este disseminador da cultura,

seja

despojado dos entra\es que impedem sua rapida tramitaçao e d i v-u I M
A
gaçao tanto em âmbito nacionvii como ! nte rp,ac iona i «

Sala das Sessões,

Oe p •

t

icm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclamcnto

Pa r i &lt;:'*

L i n*a

em

�ANEXO

Projeto de Le i

n'-

/73

"Obr i ga a i nc ! i?sao da ' F i cha cata ! ograt ica'' nos i ivros pubi içados
no
Pa I s e da outras providencias".
(Do Sr.

Fa ria

Li ma)

0 CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art.

I 2

-

Ficam obrigados os editores do Pais a adotar o sistema
/V
de cata!ogaçao-na-fonte em todo I ivro pub! içado.

§ Ün I CO -

Entende-se por cata!ogaçao-na-fonte o sistema que permite a cata! ogaçao de

I ivros antes de sua pub! icaçao ,

de mane i ra que a ficha ca ta I ograf i ca possa ser
sa no proprio
Art.

29

Iivro.

Compete ao Ministério da Educaçao e Cultura,
da

Bibi ioteca Nacional

vro e,

impres-

e do

ao Conselho Nacional

através

Instituto Nacional
de

Pesquisas,

do Li

através

do

Instituto Brasileiro de Bibi iografia e Documentaçao
a , f i sca ! izaçao do cumpr i mento desta
Art.

39

-

,

Le; i.

Pela nao observância do disposto no art.

!incorre -

ra a editora em multa correspondente a cinco maiores
sal Qr iOs-m in Irnos do
§

I 9

Pa í s.

Em caso de reincidência o multa

§ 29

Persistindo a

scra cobrada em dobro.

infraçao sera cancelado o direito de furi

cionarnento da editora -ate o ef et i v'o cumprimento
dispositivos desta
Art.

49

Lei,

dos

"

Deritro do prazo de 9C dias o

Poder Executivo

regulamejv

tara a presente Lei.
Art,

59

Esta Lei

Art.

69

Revogam-se as disoosicoes ern contrar’io.

entre cm vigor na data de

sua pubiicaçao.

Sa I a da s Se sso e s,
Dep.

Digitalizado
gentilmente por:

I Sca n
sí em
I Ciereaclamcnto

Faria

em

Lima

14

15

16

17

18

19

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="16">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11377">
                <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11378">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11379">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11380">
                <text>1973</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11381">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11382">
                <text>Belém/PA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13081">
              <text>Assessoramento técnico na Câmara dos Deputados: depoimento de uma bibliotecária como assessora</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13082">
              <text>Lion, Maria Laura da Cunha</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13083">
              <text>Belém/PA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13084">
              <text>Febab</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13085">
              <text>1973</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13087">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13088">
              <text>Documentação Jurídica </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="13089">
              <text> Assessoria de Relações Públicas</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="13090">
              <text>Reforma do Congresso Nacional e a instalação de Assessorias na Câmara dos Deputados. Importância do assessoramento no processo de elaboração das leis. O assessor como pesquisador e técnico legislativo. O Setor de Documentação na Assessoria Técnica Especializada. O papel do bibliotecário como assessor.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65372">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
