<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="958" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/958?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-21T15:52:13-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="447">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/16/958/Febab_Documentacao_Agricola_Tema_I_Com02.pdf</src>
      <authentication>90094e1b3554bf69b500e6e9cf9eac65</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12884">
                  <text>VII COIIGilESSO I3Ri'i3IIi:iI{0 DE DIDLIOTECONOI.1LI E DOGüI.íEITAÇAO
Eoión, 29 de jiolho

a 4 dc

a/;osto de 1973

DOCUI.IEÍÍTAÇÃO ACtHICOM - I1ÍEORI.LÍTICA

A inforonçao agriocla para o desenvolvinento
nacional» Situação atual da Informção acricola
no Drasile
por
Caraolia Regina de LIattos - Dibliotecária do
Inrtitiito de Pesquisas A;jropecuárias do Leste,
Cruz das Aliaas ( CHD -5-/53 )
e
Luiza Paraiso Guimaraes - Dibliotecária da Escola
A{jrononica da ^niv» Pedcral da Dahia ( CIÍD-5^A62 )

CDD -

010 o630981

-CEU -

002:63 (81)

D PI. iCHICOLA

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�SDIOPSE
A iiifoninçao agrícola no Brasil sempre constituiu grande preocupação
para nossos govemantesj o que se pode sentir, ^ jIo desenvolvimento

que

a mesma vem sofrendo através dos tempos» Desde 1906, com a criaçao do M nistério da Agricultura, tentou-se organizar um departamento coordenador
e disseminador da informação, que possibilitasse as novas gerações utilização dos conhecimentos acumulados através dos tempos.
G-raças a explosão da informação científica, ve-se autoridades

de

todo 0 mundo voltadas para o mesmo problema, a fim de evitar o bloqueio
da informação e permitir ao homem moderno transformar os conhecimentos
úteis, no progresso e desenvolvimento do País.
A criaçao dos Sistemas e sub-sistemas de informação veio permitir
esse desenvolvimento e satisfazer os anseios de milhares de bibliotecários
e documentaristas.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�1

S U M ií II I 0

cm

1

2

3

1.

SITUAÇAO ATUAL DA

1.1

CooisGao Brasileira do Docuncntaçao A^ricola

1.2

Gru’jos Regionais

2.

ACBRVO BIBLIOGR.ÍPICO

3.

DISSaiDíAÇÃO

4,

BIBLIOGRAFIA

g

EIPOIÍI-iAÇAO

AGRÍCOLA

D/i. nJPORII/iÇAO

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
&lt;/

l

14

15

16

17

18

19

�2.

1

- SimçÃO ATUAL DA Iín?ORIIAÇÃO AGRICOL/i IIO BIUISIL
Origens e evolução da Inforninçao Agrícola
A partir das últirias décadas o u\mdo tcn passado por \ma série de trans

formçoes sobretudo no que diz respeito as ciências e tecnologias. Ve-se

o

surginento do novas técnicas, novas ciências que geram outras transformações
para acompanhar esse ritmo. Dessa forma, a Biblioteconomia vem perdendo

com

o correr dos tempos aquele conceito tradicional dando lugar a novas tcnninol^o
gias como: Bibliografia, bibliologia, documentação, documentologia, documentografia, documentalista, ciência do documento, informação cientifica, ciência
da informação, informatologia, teoria da informação e agora Informática (2S)
A Informação como ciência "diz respeito ao conj\mto de conhecimentos
humanos relativos a produção, coleção, organização, armazenamento, recuperação
reprodução, utilização c comunicação da informação".
Muito embora o uso do termo Informação seja relativamente novo, surgiu como ciência após a 2® Guerra mundial, no Brasil todo esse conjunto que se chama
informação, apareceu muito antes de nossa emancipaçao política, no que diz respeito as ciências agrícolas.
A Informação agrícola em nosso País teve sua origem no primeiro

reinado,

com o nome do " Publicidade Agrícola". Nessa época, a informação era prestada
através de relatórios que davam conta das causas do aumento ou diminuição das
poucas culturas existentes na época. Segundo Vieira (3?) em 1832, o jornal

da

Sociedade do Agricultura, Comércio c Indústria da Província da Bahia e, em 1833,
no Rio, 0 " Auxiliador da Indústria Racional ", divulgavam os assuntos relativos
a agropecuaria do País. Ainda no 1*^ Reinado, as gazetas contribuiram com artigos e notas informativas sobre indústrias extrativas, cultirra do algodão, etc.
Vieira (3?) ainda nos fala dos novos rumos que a agricultura alcançou no
Brasil durante o Império, sobretudo a agriciütura cientifica, com o surgimen—

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

\

14

15

16

17

18

19

�3
to da " Revista .Agricola do Inperial. Instituto Fluminense de Agricultuia ”,
revista esta apoí.ada pelo Imperador, 'registrando en suas páginas todas

as

observações sobre a agricultura nacional*
'• * Coa..a.lroG.1 ar.vaçao da República, a publicidade agricola..dosenvoIveu-se ,
a Imprensa intares~sou-se mis pelas reportagens agricolas, ..procurando,' cohq...^
veicula- de cOEun.1 aaçaojnf omar as práticas oais usadas na..agricxiltura*_
■ ■ -Visando centnalisar todas as atividades concernentes a agricultura^ .indústria e conércio, foi criado a Mnistério da Agricultura^ ..Indústria'c Gouér-.
cia pela Lei n^ l,r60£^,de.22 de_setembro-de--1906»-nií.eBta época,^j-á se pensava-na.
organizaçao de um.departamento responsável, pala. inforcaçao .agricola, publicidade
6 propaganda, que-viesss a diaReTninar a informação»
A Seção ,de Publicações n -Biblioteca- do-Ministéiio da Agricultura^ .l^oi cria—•
da pelo. •decTeto.n2.,.7,673,. de 18 •de^-novGIlbro'de 1909'-tendo. .comn. una de ■ suas fina-;-..
lidad.es. pr±ncipais.~a..impressão de-publicações .ds.Jldinistério da Agricultura feitas
no. País.; .distrrxbuigãa. das publicaçoies, di-vulgaça-o de informações e conhecimentos
ú-teis à -lavoiora, a indústria e ao comércio (37) .
■E[il910 .a. Seção foi reorganizada pelo decreto de n° 8*243, passando a deno-minar-se ” Serviço de Informações--e Biblioteca

'Fti 1 Q1_l passa por outra trens-

..f ormaçao em consequência do decreta n® 9«.195,-altaraudc ''a none para
Informações e M-vulgaçao

Em. 1912 aparece o

Serviço de

Soletim do Elinistério da Agrieul -

tura .Indústria .e. Comércio”, contendo ainopse dos atos do governo federal,, artigos*
orignnais, memórias, dados esta-tisticos, etc.
-Com a..Revolução de. 1930^0 lünistério da Agricu^ura, indústria e comércio
f cã .desdobrado om duas pastas, sendo que o Minis-tério da-Agricultura passa por
nova reorganizaçao pelo- decreto n® 22.984, do 25 -de jilLho de 1933- e criada a lã
retoria do Estatística e Publicidade, que após alguns anos -foi transformnda -.-em.
Serviço de Informação Agricola, pelo decreto 2,094, de 28 de março de 1940. Sm

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�4

1944,pelo dccroto 6.914j o Servf-çO úg InforrjnçSo Acricola paesa a chanar-se
Serviço de Docunontaçao do Ilinistório da Acriciiltura. Ea jpjiciro

de 1946^0

Presidente da República aprova o regi:aento, en setoubro do liosuo

ano, pelo

dccrcto-lei 9.794 altera a denooinaçao de Serviço de Docunentaçao

para Ser-

viço dc Inforaaçao Agricola. 0 SI/i era conotituido das seguintes seções; Docunentaçao, Divulgação, Consultas e Infomaçoes, Publicações, Extensão jigricola, Diblioteca e Seçao Adninistrativa.
0 ^erviço de Infomação Agricola (SL'0 do ^-^inistério da Agricultura, fo^
aava lin centro de infomaçao agTicola no País, publicando livros, folhetos, • *
f
periodicos, etc., araazenando a infomaçao através da biblioteca e serviço de
docimentaçao, infomando, ccnunicando por neio da seção de infomaçoes, disserãnando a inforaaçao por un processo nassivo de conunicaçao pela inprensa, rádio, cinena, etc. Procurava atingir nao só aos técnicos, estudantes, profee sores, ben coao ao henen do canpo,
En agosto de 1960 &gt;foi criada a Rede Racional de Divulgação Agricola, pelo decreto

n° 48.874, para coordenar, anpliar e consolidar a infomação e di-

vulgação no País conconitantenente coa o ^erviço de Infomaçao Agricola.
Apos un perxodo ascendente do Sorviço de Infomaçao Agricola, sentiu-se o
enfraquecinento desse ritno acelerado de trabalho. -Entretanto, a necessidade de
nanter-so atualizado con o desenvolvinento senpro constante

c cada dia

naior ,

faz con que o pesquisador procure o exija novos neios de conunicaçao da docu nentação cientifica (25).

ssin pois, viu-so o Instituto Brasileiro de Biblio-

grafia e Docunentaçao (iBBD ) assuuir a liderança no incentivo as Bibliotecas
/s
^
de ciência e tecnologia visando o desenvolvinento dc suas atividades
tabclecinento de Centros regionais cou a finalida.de de realizar
perativos de aquisição planifiçada, enpréstino entre bibliotecas,

c o es -

tra.balhos cooconpilação

do catálogos coletivos de publicações periódicas e livros, publicações de bi bliografias especializadas, etc. (21)

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

]

14

15

16

17

18

19

�5

Tanbóra mcrc^co dustr.quo o trabalho quo voa sendo executado pela Direto ria do Publicidade Agricola da Secretaria de Agricultura do Dstado de Sao .
■Paulo.
llalugani (15) diz que na Anérica Latina, a qualidade, ou carência de
sist-xoas do inforniação cientifica e técnica en geral e agricola cn particu lar, poden servir ccuo indicadores para medir o grau de dosenvclviaento

em

quo se encontram os paises do continente.
As nações latinoanoricanas descobriram esta realidade e começaram a dar
/
t
o apoio necessário para o estabelecimento de centros de informação técnica e
cientifica a niveis nacionais. ílo Campo das ciências agricolas também se evidencia esta tondoncia, através da criação dc bibliotecas nacionais c na pro liferaçao de centros do documentação; bibliotecas 0 centros do documentação
com o objetivo de planejar a investigação e 0 desenvolvimento agricola,
0 Programa Intoramcricano de Desenvolvimento de Bibliotecas do Instituto Interamcricano do Ciências Agricc^-as, é o instrumento especializado

para

o desenvolvimento dos serviços bibliotecários e de docximentaçao agricola _na
.‘jserica Latina. Para tanto, criou em 1967 um programa piloto para o melhoramento das bibliotec-as agricolas no Brasil.
0 Programa de Bibliotecas Agricolas no Brasil, contou com os auspicios
financeiros da Fundação Rockfeller e IICA - Zona Sul, foi criado ceno unida
de de trabalho do IICA, para resolver os problemas que impediam as bibliot£
cas dc serem agentes auxiliares das universidades visando somar esforços para melhorar 0 nivel acadêmico do País e colaborando_com^ as instituições

de

pesquisas no desenvolvimento da pesquisa biblicgTáfica (23)•
Nao sendo possivol 0 IBBD assumir total liderança no desenvolvimento
das ciências agricolas, desde quando sua meta é a ciência e

tecnologia ,

dc vn modo geral, a implantação do núcleo piloto trouxe as bibliotecas

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

]

14

15

16

17

18

19

�6.

agrícolas brasileiras outro ritmo do trabalho, procurando orientar, instalar
c organizar bibliotecas, melhorar o nivcl profissional dos fimcionários, interessar os bibliotecários cm projetos cooperativos por meio de reuniões,
intorcaeibio de experimicias, etc. Entre as diversas atividades executadas
pelo Programa para Bibliotecas Agrícolas no Brasil, destacam-Svo: c Seminá rio para Bibliotecas Agrícolas; Ação coordenada das Bibliotecas do Departamento Nacional de Pesquisas Agropecuárias; Preparaçao de cursos do uso

da

biblioteca; Curso sobre investigação bibliográfica agrícola; Treinamento para auxiliares, etc.
tluitos dos problemas que assolavam nossas bibliotecas agrícolas como :
falta de cooperação interbibliotocária, ausência dc um centro de docimentaçao
agrícola nacional; falta de liderança; falta de uso da biblioteoa por

parte

de alunos e investigadores devido ao desconhecimento dos recursos que a bi bliotoca pode oferecer, etc., foram em parte superados. Uma das grandes realã^
zaçÕes do Programa para Bibliotecas Agrícolas no Brasil, suspenso tomporaria mente, foi a criaçao da Comissão Brasileira de Docixrov^ntação Agrícola, que veio
coordenar as atividades documentárias agrícolas no País.
1.1

- Comissão Brasileira do Documentação A/gricola
A Comissão Brasileira de Documentação Agrícola, sirrgiu em decorrência

das recomendações apresentadas no Seminário Brasileiro de

Bibliotecários

agTicolas, 1967, realizado em Crus das Almas, Baliia. Tendo como principais
objetivos: a) Servir do órgão coordenador o fomentar os interesses profissionais dos bibliotecários agrícolas; b) Promover o desenvolvimento

de

bibliotecas e centros dc informçoes agrícolas; c) Incrementar o uso de bibliotecas e centros de ciências agrícolas; d) Colaborar nos projetos do ensino, investigação e extensão; o) Cooperar com as assooiações de biblioteca,
rios agrícolas interamericanos c internacionais, particularmente a AIBDíI q

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

]

14

15

16

17

18

19

�7

1/iLD; f) Cooperar con crganizaçõos nacionais o internacionais couo A üIA,
PAO, UKIjSCO nos projetos relacionados con as cicncias a^ricolas; (^) Foni..n
tar n criaçao e nanutc-nça,o de projetes coletivos coiao ornpréstiuo intorbibliotecário, pemuta de uateriais bibliográficos, catalogaçao cooperati^/a,
catálcco coletivo, ctc (l),
Con o fin de estabelecer einifomilade ontre as diversas Gonissoes de
DociAnentaçao especializada, da Pederaçao Bra,silcira de Associa.çocs do Bi bliotocários (P3B/L3), a Cenissão Brasileira de Biblictecários A^pricolas
criada en 6/6/967 na cidade de Cruz das Alnas, Bahia, passou a denoninarso; Conissao Brasileira do Docionontação A^ricolas con a sigla PI21J3/CBIA,
Bntre as diversas atividadios da CBDA, podenos destacar a organizagao
do grupos de trabalhos do APID atual DNPILl (Departanento Nacional de Pesqvn
sas Agropecuárias); coleta das fichas de periódicos existentes nas bibliotecas

agricolas brasileiras, para conpletar a infomaçao existente nc IBBD;

envio do nenorial ao Ilinistro da Agricultvira, solicitando a criaçao do

um

Centro nacional coordenador da docunentaçao agricola; Ciirso de troinanento
sobre aplicaçao de nctodos automatizados na preparaçao do catalogos coletivos de periódicos, levado a efeito no IBBD en convênio con o IICA,
jilen disso, a PISíVB/CBDA publicou por intermédio do grupo do DNPHl;
Coleção de referencia das

Bibliotecas do EPE o Coleção do Obras '^^istór_i

cas. ^ou órgão do divulgação é a revista " Agricolas".
1.2

- Oruaos Regionais
0 artigo 4° Capitulo II do

reginento da PDBlíIE/CBDA fala da fomação

do grupos de bibliotecários dos Bstados. No Capitulo-III lart» 13 diz

que

os grupos estão ligados diretanente as respectivas Associações de bibliotecários, devendo exercer suas atividades obedecendo aos Regulanontos internos,
porén a participaçao nas Conissões Brasileiras do Docunentaçao obedecerá ao

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�8.
Rõginento das Comissões da PEBAB,
Com a formaçao de grupos regionais e estaduais, os bibliotecários poderão trabalhar cooperativamonte, procurando melhorar os serviços das bibliot_e
cas, usar melhor os recursos bibliográficos e humanos, intercâmbio de publicações, empréstimo entre bibliotecas, etc (2l),
Ka alguns grupos operando em Pernambuco, Bahia, Sao Paulo, Guanabara

,

Idinas Gorais, Ric Grande do Sul o Pará. Em Pernambuco, o grupo vem promovendo
reuniões com frcquc-ncia regular, visando um toaior desenvolvimento utilidade e
eficioncia das Bibliotôcas o Centros de informação agricola; facilitar a coem
nicaçao entre seus membros; aprimorando e divulgand.o os conhecimentos dio grupo, através do cursos, palestras, conferências, estudos em grupo. Na Bahia foi
posto cm execução um sistema cooperativo do bibliotecas tendo como objetivos
principais evitar a duplicação de coleções, estabelecer lim sistema de empréstimo mais eficiente para permitir fácil acosso ao material, organizar cursos
de treinamento para capacitar o pessoal a desempenhar melhor suas funções;
ministrar cursos de uso da biblioteca aos técnicos o estudantes visando

um

melhor aproveitamento dos recursos bibliográficos. 0 Grupo da Guanabara está
fazendo

levantamento do titulos de periódicos em ciências agricolas o afins,

existentes no Estado em complementação ao catálogo coletivo do IBBD,
Sob a coordenação da Comissão Brasileira do Documentação Agricola, ve-se
a integração das bibliotecas e unificação dos diversos grupos de trabalhos
procurando impulsionar o desenvolvimento nacional.
Em Belém, contamos com o '*Programa para desenvolvimento do Tropico Sul.‘imericano". É um projeto multinacional, administrado-pelo IICA e tem como
\ama de suas metas, iniciar atividades de documentação na agricultura tropical.
2.

- ACERVO BIBLIOGILÍPICO
As bibliotecas e centros de documentação no campo da agricultura, gora^

�9

mente faze-a parte de instituições de educaçao a^pricola, institutos dc in vosti£3'ações, secretarias de acriculturas e instituições particulares.

0

Brasil conta coa aprcxiaadaacntc vusa centena de bibliotecas aijricolas

o

afins, distribuidas nas zonas urbana c rural. Levando-se ea conta os objetivos c finalidades dos ór{.;aos a que pertoncon, podones considerar 3 tipos
de bibliotecas: ensino, pesquisa e extensão. 0 acervo biblioíjráfico a.;ric_o
la pode ser estudado toer^ndo cono base os tipos citados.
Bibliotecas de ensiiio, lipiadas as instituições de educaçao, sao as faculdades e escolas de a;jrenoLãa, veterinária, florestas, zootecnias, ctc.,
0
N
podendo ser incluidas as bibliotecas do ensino medio, ligadas as escolas de
nivül médio. 0 acervo dessas bibliotecas tem un caráter didático, o mate rial é selecionado, adquirido e organizado tendo em vista o ensino, a formação do profissionais. Algumas instituições de ensino superior estao dosen0
/
volvendo trabalhos de pesquisas, assumindo o acervo um carater didatico-cien
tifico.
0 segundo tipo dc bibliotecas sao as de pesquisas, ligadas a.s institui çoes de investigação agropecuária, estações experii-ientais, etc. Pertencentes
ao Liinistério da Agricviltura, secretarias, etc. á um acervo selocionad.o

en

função da pesquisa cientifica.
As bibliotecas de extensão, subordinadas as instituições dc extensão
agricola, tem um acervo de caráter divulgativo, informativo.
As mais antigas bibliotecas agricolas do Pais, estao localizadas na Pahia, dscola A;^;ronomica fundada em 1877 o cm Sao Paulo, no Instituto Agxono mico, fundada om 1887, respectivamente do ensino e pesquisa, o os luaiores
acervos agricolas, incluindo livros e folhetos se encontram nas Bibliotecas
do Instituto Agronomico de Campinas, com aproximadamente 71*000 volumes ,e na
Biblioteca Central do LíLnistcrio da AgricultTira, com cerca de 40.000 volumes.

cm

1

2

3

Digitalizado
gentil mente por:

l

14

15

16

17

18

19

�10.
s
En periódicos, os naiores acervos ostao nas Bibliotecas do Líuscu ?araenso
Unilio Gocldi e no Instituto Biolocico dc São Paulo.
De una análise do trabalho da Sr^ Lavira Russo, entitulado "Bibliotecas
especializadas en assuntos a^opecuários", esnelue-se que as bibliotecas a^r^i
colas (ensino, pesquisa, extensão) ten seus acervos formados quase que cxclusivanento de livros, por^iódicos e folhetos. Poucas são as bibliotecas, sobretu
do do pesquisas, que dispõem de naterial espocia.1 cono napas, nicrofilnes, gr^
vuras, etc. Algumas com ua grande número do periódicos, que só deve ser levado
&lt;S.
en consideração se as coleçces estiverem atualizadas.

•

Os paises da /inérica Latina cono os demais continentes, ostao sofrendo una
" explosão" no. quantidade de inforraação cientifica. Produz-se anualnente milha
res do informes, folhetos, livros, periódicos, artigos sobre agricultura, etc,
I-Iuitas dessas publicações nao estão a disposição dos investigadores, professores
almos. A razão disto ó que a maioria desses materiais se distribuem e se editam
cn forma limitada (lO).
O número do publicações e leitores, segue aumentando, sen que nenhuma bi bliotoca tenha pessoal suficiente, espaço o recursos. Raras bibliotecas

tom

en suas coleçoes os principais repertórios bibliográficos mundiais. A falta
de acosso ao material e de bibliotecas equipadas para o manejo do material
nao livro, que na realidade compreende a maior parte da docianontaçao agricola, tem ocasionado a perda de valiosos trabalhos. Observa-se que o processo
de desenvolvimento da documentação e informação cientifica, passa por

uria

fase aguda de dispersão.
Os bibliotecários, documontaristas, cientificos da informação, progr^
nadores, analistas dc sistemas, etc., trabalham de foima independente, sem
que exista entro eles um coordenação adequada c bem planejada, ó comum den
tro da nesm instituição constituirem forças antagônicas ( 15).

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

\

14

15

16

17

18

19

�11.

0 payel das técnicas dc infornaçao das bibliotecas acricolas e por nas
naos dos investigalores a infonaaçao rjais recente sobro cs novos progressos
da ciência e da tecnologia coa aais r&lt;a,pidez o eficiência (21)
No caapo da infoma,çao agricola, há necessidade- do coordenar os pro graiuas o esforços que- se toa realizado isoladaaente nas últimas décadas,sen
que SG tenha chegado a ur.i nivcl satisfatório capas de conpletar as necessidades dos usuários. E indispensável que se crie um necanisno que assegure
ur.i flinco perranonte de intercâmbio de inforeiaçao e que se utilize todos

os

rociirsos disponíveis na área (21)
Ho Brasil, as bibliotecas ap-ricolas ten enfrentado grandes dificuldadrg,
localizadas quase que en sua. ioaioria na zona rural, onde os prccá.rios

ueios

de conunicaçao, falta de recursos humanos e financeiros dificultam o rápido
acesso a informação, 0 bibliotecário da zona rural trabalhava quase que isolado fazendo "milagres" com o precário acervo do que era possuidor. Porém, com
a nova orientação e transformção que vem passando as bibliotecas agricclas ,
ve-so através dos trabalhos de cooperaçao um meio de desenvolver a informação
com publicação de bibliografias. Como exemplo tonos a Bibliografia

agriccla

do Brasil publicada pela Sociedade Nacional de Agricultirra; Bibliografia brasileira de feijão, publicada pela Universidade Pederal de Viçosa c o Instituto Agrcnonico de Campinas; Coleção do obras de caráter histórico; Coleção de
referencia das bibliotecas do BPE; Resumos de teses do Programa para Bibliote©
cas

Agricolas no Brasil. Resumos de toses da Escola Superior de Agricultura

Luiz dc Queiroz; Bibliografia dc seringueira, etc.Co-ntamos taifoóm

com inúme-

ras listas bibliográficas e catálogos de publicações periódicas.
Destacamos ainda a contribuição do IB3D na publicação da Bibliografia bra
sileira de a-gricultura; bibliografia brasileira dd botanica; bibliografia bra sileira de ciências sociais; bibliografia brasileira de zoologia; bibliografia

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�12

brasileira de ciências aj^Ticolas; catálo{;o coletivo do publicações periódi cas do ciência e tecnologia e o catálogo coletivo de publicações periódicas
do ciências agricolas en preparação.
Sanper (26) nos afima que a inforrnaçao que nao se transnite ó inútil.
As bibliotecas agricolas dispondo de poucos recursos eiepregan todos os neios
para que a inforrnaçao não seja inútil, dai as listas e bibliografias laitneogr^
fadas, datilografadas, etc.
Muito enbora, tenha-se realizado esforços individual e cooperativo visa^
do manter o leitor atualizado con a inforaaçao, cada dia toma-se mais dificil
a

cientista toraar conhecimento de todas as informações e trabalhos produzi-

dos dentro de sua especialidade. Se nada fosso feito em torno da utilização de
novas técnicas de acesso, transLiissão e divulg‘açao de dados bibliográficos, te_
riamos em um futuro próximo um verdadeiro " bloqueio '' ao progresso da ciência
e da tecnologia (l?)
Desde 1963

Seminário para Bibliotecas agricolas no Brasil, patrocina- •

do pelo IBBD que sentiu-se a necessidade de uu órgão coordenador o disseminador das ciências agricolas no Brasil. Poi apresentado um ante-projeto de cri^
çao do Centro Nacional de Documentação Agricola e em 1967, o mesmo projeto foi
considerado no Seminário para Bibliotecas agTicolas ho Brasil do Programa de
Bibliotecas Agricolas do IICA, realizado en Cruz das Al.ms, Bahia. Os governos nacionais chegaram a realidade de que- o estabelecimento e desenvolvimento de eficazes sistemas de informação constituo um fator essencial para in pulsionar o progresso agricola. Pode-se verificar esta tomada de consciência
pelo interesse e apoio que os paises^ sobretudo os da-/uiérica Latina^ostao den
do ao desenvolvimento de Centros de documentação técnica e cientifica a nivel
nacional (l4), contribvdndo contudo para a organização e concentração de

um

melhor acervo.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�13

A idoir!. .le \n.i sistòijr. rc; ional -ie iniorriaçao a;_;ricula nao c nova, ::iuito
nonos os òo sistona cio aleanco nacional o intcmaci_nal| ostc tcna. ton siclc
objoto vlo cliscuGsac -:.i rtuitos ooiãnários c r^uniocs. Inúncras sao as roconon
laçÕos lirijilas as instituições qu^- a^-íoiaa a pesquisa no sentiJo Io colocarcn
a inforciat^ao coaj suporto 'oásico elo qualquer projeto, propcrcionanJlo recursos
conplonentaros para orpanisaçao ia. docimontaçao especializada, recuperação e
disseninaçao da. infomaçao (ll)
Easeados en una política cooperativa para o nelhor aprovaitojâonto
recursos bibliorr.áficos, vc—so a cria.çao dc sistenas internacionais

de

coao

AGPiIS, UlíISISx, AGRIlíTõlR, ctc. Kc Brasil, coa a. inplantaçao do Sistom Nacio^
nal de Infomaçao Cicjntifica c Tocnolopica, funcionando cn caráter dcscontra_
lizado coa o Conselho ílaciona.l do Pesquisas, surr;iu a. necessidade de criar
sub sistenas especializados de infornaçeão cobrindo alguns canpos já definidos coao áreas prioritárias dentro das laetas do cjovemo. Os sub sisterx'.s

:•

funcionara.o en tomo dos interesses dos usuários do cada area es'pccifica (3l)
Conpondo o sistena encontranos os sub-sisteaa.s do infomaçao tccnoloaica ,
industria.l li/re; de infomaçao tecnolor-ica patenteada, de infonoaçac

sobre

infra estrutura e serviços, do infomaçao apricola e de coleta o disseninaçao
de iTifomaçees no exterior.
Considerando a área

especifica de cada sub-sistena, que nos encontra-

nos aqui ri-unidos para tratamos do sub-sistena de infomaçao apricola,
3

- DISSdI.míAÇÃO d;. IcêL^OiriACnO
A liistária da civiliz.ação mostra que o invento da imprensa por Guten

ber;;, foi nria das prineira.s fornas de transmiss.ãcr dn infonaaçoes a,cur.ailadas trazendo ao honen nova.s perspectivas. Cen o desenvolvimento des meios
de comunicação, como exarco do progresso da civilização, o homem che^jou

a

era da telecomunicação, í) luiia necessidade de nosso tempo tanto a profundi-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

\

14

15

16

17

18

19

�14

dado ca;ao n volücidn.de con que so pessr. obter um inforiençno.
Henrique (l2) diz que r. informçSo é n micri." priioa abstrr.trv, c a
ideia ou nensa^jen contida en ui.: docu_.ionto o funciona co.uo base de conhoci •• • ,'ita

«J■ i ....

*Tw&gt; ^ 4 4-^
&lt;«. 4 T 4 W
^ S..W^ ^X
\4*%T4.&gt;W J.1XO
O U., 4.OV^ 4_;x i^OU-^V.;XJ.
«.^XXW^^X ^ bJ^^4

V-

/^i &gt;• • • •

V

SG pre&gt;arando há al^juns mes rara enfrentar a situagao criada polo pro/jresso
tecnolo^ico na orp-anizaçao dos serviços de infor.iaçao, estabelecendo rodes dc
informçces tecnico-cientificas de ai-ibito local, estadual e naci-iial,

con

vistas a futura, inteepra.çao en ur.i sistena intorna-cional da nesm natureza, (s).
Sentindo a necessidade de renovar sua estrutura e aótodos de trab.alhos
para enfrentar o processo de descnvolvin^nto que ven passando a inforoaçao
tecnico-cientifica, o Instituto Hrasileiro de Hiblioarafia e Docu:ientaç.ão
colocou o Brasil cn condiçoes de: fornecer infornação docunentária. tmto pa_
ra ser distribuída e utilizada' en lar^a escadLa cono para servir a ua 3.j indi^
viduo cn p.articular; acelerar a circulação de iniormçoos entro os centros
brasileiros de docu-ientaçao; criar sistems que faculten a transferencia instantonca dc infcrmções armzenadas, até nesno a l_nja distoaicia.
L infornação para ser levada de uia ponto a outro, j^eralnento .através

do

u:a individuo, valc-se de un sistv,na de co_iunicaçaü. Bara mior pr-stez.a na
infornaçao, deve-se utilizar todos os veicules da conunicaçao ao a.lcanco das
bibli.;tcc.as e centros de docunontaçao „nrRTm^&gt;eonta con u_ia redo de t^-locenuni;
caçao, con serviços do telex, radioteloü'rafia, radietelofonia, teleioi. ressor,
conpeitador, etc.
Instalada m sua s^do, a toleinprcssür.a telex, conectada con .a rede na cional de télex, da Bnpresa Brasileira do Cori'eios e Telegrafes, v^n operando
con ontid.ados assinantes da nesm rede, na tr."uisnissao' de infomaçoos.
■Visando estabolecer contactos con ór;jaes que abri£;an os acervos biblio bráficos nais utilizados pelos pesquisadores • c ostud.iosos do Pais, o

cm

1

2

3

Digitalizado
gentilmente por:

]

14

15

16

IHoD

17

18

19

�15

iniciou a oxccuçao do ui.i projeto quo pemitira a inctalaçao de aparelhos teloinprcssor nas bibliotecas e centros de docvuiicntação do alguns órgãos colocados en instituições estratégicas, do ponto de vista da inforeiaçao cicnti fica, destinada a conplctar a rede de teleconunicação de aabito nacional.
Tanben o I33D leantea conexão por serviços de radiot^legrafia cora as Univor sida.des do País através o Pid;i'I!Il.j!üC do Ilinistcrio da Educaçao o Cultura; co nunica-se cou a Conissao iíacicnal do Atãvidades Espaciais eia Sao José

dos

Canpos, por uoio do Conputador TC 500 ( Eourroughs)
Alguns probleioas quo dificultavaa a disseiiinação da infomaçao,

foraa

superados nos gr.andes centros, Coii a discageri direta a longa distancia. (ddD)
no País, as bibliotecas

dc pequenos recursos, onde o telefone constitui

o

único racio de conunicaçao mis rápida, tcn mis facilidades de corjunicar-se
cori os centros de docuraenta.ção,
0 teleiraprossor do IHBD ten sido usado na troca, de correspondência; t;
transuissão do dados bibliogjráficos; intorcaaabio de informçõcs; enpréstiao
entre bibliotecas; atualização dos catálogos coletivos ro.gicnais e do catálogo nacional; aceleraçao c publicação das bibliografias correntes brasileiras

e autoaatizaçao das bibliogTafias,
Outro grande onpreendinonto do ISBD foi a iraplontaçao dc.un sistena de

disseninaçao aecanizada seletiva de informação - SDI - nos ncldcs de um ser—.■
viço regula.r corrente do fornecimento de informçao especializada, limitada
aos terraos estabelecidos a partir dos próprios usuários, o componentes

dos

chamados " perfis dc interesse" do cada uia deles, conta com a pa,rticipaçao
direta, por meio de entrevistas e contactos especificos dos próprios intcre_s_
sados no recebimento de dados bibliográficos (s)
Como a ciência nãó tem fronteiras, não estará distante o dia■ert-que-os
centros de documentação e bibliotecas brasileiras estarao recebendo e transmitindo informações via satelites, abrindo novos rumos para o intercâmbio.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�16
Bir.LioGíL'^?]:^'.
1 - ÃGKICOL’^S, óvip.o infonntivü

r^’iI3 2(3) aot/loz,

1970

3(2) JuI/G^jz,

1971

2 - ..GRIC0Im'.S, ór^f.c jLiior.r.tivo dv.
3 - A[i;?Pu'i.C, rv'yucn.l - jJn^^lco cn lr&gt;.

lu nictolos ;.iouümon pp.rr. clocixionta. -

cion on ol socfccr ;lo la iV-ricultT-irn. In: •^‘^ounion Intorrj:ic.rican^. do
•

Uibli .twCr^.riOQ 7 ■^'ocu.-i-ntr.lisbns Ajricolr-.s. 2^, Aojotr., 1963.
7 trnbnjos .Tosw-.-tndos.

üo^ota, AI3DA, ,1968.

Actns

V-iil-l/V~J-9

4 - :ii.3103, Iliri.: lAdalGii:?..- Do ^íug fDn.n. c. cuj^oraçao onti-o as biblistocas
brasil-ir:i3 aodcriaa u^lhor.-.r a disaonibili.lado da. docirajnbaçao a:;ricola,

In: ConcrutizGur.s a cuo^oraçao. S'jr.iináxio aara bibliotecas a^;r_i

colasbrasilciras. Cruz das Aluas, 1967.

Inforno final. Rio dc 'lajaciro,

1967.
5.- AiuiSIL. SUDUíi;, - Inforue sobro o centro d-./docui-iantaçaü o inforuaçao,

In:

Concrotizenos a, coopcra.ção. Sceiinário -aara bibliotecários a.i';ricolas
brasileiros. Crus das Aluas, 1967.
1967.

Inforno final.

Rio dc Janeiro,

Doc. 3/67

6 - CAC.jRAS ludIOS, K,- rlanificacion do un sisteiia. ro^ú-nial de inforuacion
aa;ricola. In: Reimion Interauoricana do Bibliotecários y •‘^ocunenta listas A-jricülas, 3-, Buenos Airos, 1972.

Actas y trabajos, 1972.

7 - CASTROITOVO, A,- Valor do la infornacion a.7Ticola para ol planouoiento y
la. tona. do docisionos pcliticas na,cionalcs. In: Rounion Intora.aoric^
na do Bibliotecários y Bocueontalistas A£;ricjLas. 3-, Buenos Airos ,
1972.
8-

Actas y trabajos.

CüIIKib, bália G.

B^Q2;l03 Airos, 1972.

p.1-9

da u ZtJíIIR, C, R,- Tolccoeiunicação c a infemaçao

cientifica no 23rasil.

In; Conarosso Rcyional sobre docunentaçao. 22,

Rc\miao da riB/CL/i.. 9®, Rio de Janeiro, 1969.
9 - DO PORTO, LLarcial

Rolacionos dol UBISIST en ol caupo dc la inioma-

cion a^ricola.

In; Rounion Intoraeocricrna do Bibliotecários y bocu-

uontalistas Apxúcolas. 3®,Buenos Airos, 1972.
Bvionos Airos, 1972.

Actas y trabayos.

III-B-5-9

10 - PBLSTEKiiUSijlT, Hemán - Acosso a ioiforuacion aaricola on Latinoaucrica
aodianto uodomos centros do docunontacion. In; Rounion Interaaioricaeaa dc Bibliotecários y docunentalistas a^ricclas. 2®, Bojotá.,1968.
Actas y trabajos prosOntados.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Boojotá, AIBUii, 1968.

]

14

VI-C-I

15

16

17

18

19

�17
11 - H/íIjõí, Alfredo Jinorico, - Goainicaçao o inforuação; 0 treinaaonto de
bliotocarios cono técnicos d.a infcraaçao e a orranizaçao do núcloo
do iniomaçao.

Con.;jrosso Arasilciro de Bibliotocononia. 6°, Be-

lo Horizonte, 1971.

13 B-

12 - HSJiíIQUBS, Thais C. &amp; OLIVBIE/i., Iíod'ina í.I, S, dc.- Conunicação c infor
mçao; Instruuontos do coaunicaçao do aassas. In; Coníjrosso Brasileiro
do Bibliot .conoaia c Bocu:;ontaçao, 6^, Bolo Horizonte, 1971.

15 p.

13 - laLUG/ãíI, li.D.- ?roGraaa intoraiuoricano do desarrollo do bibliotecas
ayricolas on iiaorica "^atina.
Docuaontos o recoaondacionos.

In; Ilesa Bodonda PIDUv, 1^, Liaa,1967.
Turrialba, Costa liica, IICA,1968.

p. 11-39
14 -

. - Acceso regional a la infori-iacion en Ias ciências apricolas;
la exporioncia dc /aaorica latina.

15 -

Bolotin Técnico AIBDA n°81:l-35, 70

. - El IICA un instniaonto para ol desarrollo do la inforaacion
ajjricola en itaerica. Icitma.
201-246,

16 - !vI/i.TT0S, C.

Boletin para Bibliotecas A/jricolas 7(3):

1970
. de.- Cooperação interbiblictocaria a^pricola.

IniHeunion

Interanericana de Bibliotecários y Docuaentalistas Ajpricolas. 2^ ,
Bogotá, 1968,

Actas y trabajos presentados,

Bogotá,AIBDA, 1968,

17 - IISrnDOITÇA, Demando dc. - Conunicação por satélites c o futuro da in fomação cientifica. In; Congresso l^egional sobro Docunentação. 2^,
Heunião PID/CL*i., 9^^ Bio de lanoiro, 1969.

7 p.

18 - IIONGB, Fernando. - la infomacion cientifica en ^atino /uncrica; algu nas perspectivas para. cl futuro, _In: Congoresso Regional sobre Docunentaçao. 2,,Reunião da FID/CL/í., 9*^ -^^io de Janeiro, 1969.
19 -

17 p.

.- Iletodologia do los ostudios do usuários dc la infornacion
agricola, In; Bcimion Interanericana dc Bibliotecários y Bocunentalis
•%
tas Agricolas, 3®, -^cnos Aires, 1972. Actas y trabajos, Buenos
Aires, 1972.

II-1-14

20 - P.‘JIKEB, Dorothy.- líuevos desarrollos en la agricultura de /unorica lati•I*
na y su iapertancia para Ias bibliotecas agricolas. Boletin ccnico
AIBDA ne 7; 1-20,

1969

21 - PAZ DE ERICKSON, luia II,- Avances en la adquisicion y uso de la inform-

em

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�13
ci'.n a^ricolr.

L:.'.tinr. - tocriicr.s

intcr2i.:'.ci';n:al.

Jjlotin Tocnico AIJDA

o coo;;orc.cicn

9:1-37»

1970

22 - líOÃAIGUEZ, Juli."'. Incs.- líjr..r.s cio cuo.'sos .1o iriÊtruccion on ol uso dc
Irc bibliotocf. y rvxiriv.o. In; Llcan. Acdondr. uol PIDA/l. 3-j
neiro, 19t39«

•IrrAnjos y docuuv.ntos.

do Ja-

Tm-rialba, Oosta ràca, IlCii. ,

1970.
Ori ;on j dosarrollo dol Proiiro^n do bibliotecas dei Prasil.

23 -

In: liosa Aedondr. cIcl PIDZLI, 2®, .Pcaotá, 1968.
uendacionos,

Po.jotá, IICA-CIxel, 1960.

I)ocu;aontcs y reco -

y.34-61

.- liecujTsos hirxoios cn Ias ijibliotoc&gt;?.s o.ijricolas brasilenas;»

24 -

In: Ilesa líedonda cicl PIDILIo 3-, Aio dc Jancir.j, 19^9.
docu:jonto3.

1’urria.lba, IICA, 1970.

Trabajos y

6 p.

25 - liUSSO, Laura Garcia II.- IJibliotocas especializadas ca assintos a. ropocuarios.

In; Mesa Aedenda dol PIDAíI.. 3~» ^^io de Janeiro,1969o

ceu-ioiitos y recoaendacionos.

Itirrialba, 1970,

Do—

p.181-227

26 - SIAIPIId, lernando,- Aalovancia de la inforieacion acricola para ol dosarr£
11o intcjral do iuaerica Latina, In: lleianion Int-ranericana dc biblio
tecarios y docuL.entalista.s appcicolas, 5^, ^aenos Aires, 1972.
trabajos.

Puonos Aires, 1972.

p.1-15

27 - SILVA, Denedito.- A univorsslizaçao da infomnçao,
Inforaática.

Actas y

Aio do Janeiro, 1969o

In;Brasil. lABD,

p,8-19

28 - LLIXBUIiI, Büson Dias.- A iiaportancia da, dccuLienta.çao na divulpaçao
cientifica., In;Conpresso Aerional sobra Docimentaçao.2^, •^'•io de Janeiro, 1969,

6 p.

VICBLiniI, Abnor ^ellis C,- Da bibli oOOOAxW-.— ia. ,a iniomática evolução

29

do conceito de docuceentaçao.
.

Purrialba, 7(2): 33-128,

Boletin para Bibli.tecas A;ricolo.s ,

1970

30 - VIBIIbl, J. II.Anastácio.- S.,rviço de infoncaçao apricola - Infoicxição
a^^a-icela e relações públicas.

Hio de 'Janeiro, SIA, 1958.

228 p,

31 - ZjPIlLI, Celia D. c; CIL.STIUiS?, Y.- Xite.pração entro os sistemas nacio nais de infori.nçao cientifica e tecnolo{pic.a e de apricultura,

In;

ileunion Interanoricana de Bibliotecários y Docunentalistas A^;ricolas, 3-,Buenos Air^s, 1972.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Actas y trabayos, Buenos Aires, 1972,

]

14

15

16

17

18

19

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="16">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11377">
                <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11378">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11379">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11380">
                <text>1973</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11381">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="11382">
                <text>Belém/PA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12872">
              <text>A informação agrícola para o desenvolvimento nacional: situação atual da informação agrícola no Brasil</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12873">
              <text>Mattos, Carmélia Regina de </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="12874">
              <text> Guimarães, Luiza Paraíso</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12875">
              <text>Belém/PA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12876">
              <text>Febab</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12877">
              <text>1973</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12879">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12880">
              <text>Informação (organização) </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="12881">
              <text> Disseminação Seletiva da Informação </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="12882">
              <text> Agricultura</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="12883">
              <text>A informação agrícola no Brasil sempre constituiu grande preocupação para nossos governantes, o que se pode sentir, peIo desenvolvimento que a mesma vem sofrendo através dos tempos. Desde 1906, com a criação do Ministério da Agricultura, tentou-se organizar um departamento coordenador e disseminador da informação, que possibilitasse as novas gerações utilização dos conhecimentos acumulados através dos tempos.  Graças a explosão da informação científica, vê-se autoridades de todo o mundo voltadas para o mesmo problema, a fim de evitar o bloqueio da informação e permitir ao homem moderno transformar os conhecimentos úteis, no progresso e desenvolvimento do País. A criação dos Sistemas e sub-sistemas de informação veio permitir esse desenvolvimento e satisfazer os anseios de milhares de bibliotecários e documentaristas.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65355">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
