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                  <text>APRESENTAÇÃO DO TEMA
Cely Farias Raphael
Instituto de Pesquisa Agropecuária
do Sul — Pelotas, RS
Tenho a imerecida honra e a incomensurável satisfação de vos
apresentar o tema, desta primeira sessão de trabalho.
Ê-me
É-me grato, que os organizadores do 7*?
79 Congresso tenham escolhido — Documentação Agrícola, para iniciar as sessões de estudo.
O assunto é da mais alta relevância para nós, sobretudo no momento em que, bibliotecários, documentaristas e altas autoridades, estão
voltados para a criação de um CENTRO NACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO agrícola no Brasil.
“A noite passada, mais de metade da população sobre a terra,
mais de dois bilhões de homens, mulheres e crianças, foram dormir famintos! Hoje, e em todos os dias aproximadamente dez mil pessoas morrem de fome ou dos efeitos da suonutrição.”
subnutrição.” Assim escreveu o Sr. Bill
Hosokaw, Diretor do Denver Pôster,
Poster, num artigo intitulado “Apfoxima-se
a Guerra Contra a Fome”.
Num mundo em que, o vertiginoso aumento da população, ameaça reduzir o abastecimento de alimentos, o papel da agricumira
agricultura e sua posição em países em desenvolvimento, assume uma importância muito
grande.
Para que, a agricultura ou outra ciência qualquer, possa atingir
0 seu pleno desenvolvimento, é necessário, todavia, contar com os melhores meios de informações.
Samper diz: “Não pode existir hoje em dia, investigação científica, seriamente organizada, sem o auxího
auxílio da Documentação Bibliográfica, e é impossível a difusão e disseminação dos avanços científicos, sem
contar com ela. A Biblioteca e (ou) Centro de Documentação Científica
.se
se convertem, assim, em receptores e transmissores das idéias dos homens
de ciência e dos resultados de suas investigações.”
Conscientes dessa importante necessidade, encontramo-nos hoje
aqui, para, reunidos, estudarmos os trabalhos apresentados ao 79
7^ Congresso e procurarmos soluções aos problemas que ainda entravam o desenvolvimento da Documentação Agrícola no Brasil, bloqueando a disseminação da informação ao investigador, ao cientista.
Ante a rapidez do desenvolvimento científico e tecnológico no
mundo, nas últimas décadas, e o aparecimento
áparecimento de novas especializações
em todos os campos do conhecimento, surgiu iraia
uma “explosiva” produção
de materiais bibliográficos.
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�A par da volumosa edição de livros, surgem inúmeros títulos de
periódicos; os resultados das investigações passam a ser publicados através de boletins informativos; os anais de congressos aparecem mais extensos, e além dos trabalhos não publicados, se multiplicam as informações audiovisuais. Daí Ortega y Gasset afirmar que “o homem em vez
de estudar para viver, passou a viver para estudar.”
Tomou-se impossível ao investigador acompanhar a literatura produzida, referente à sua especialidade.
dxizida,
Todas as ciências entraram em fase de desenvolvimento e de grande progresso.
O ilustré
ilustre bibliotecário espanhol Lasso de la Vega, referindo-se
ap, esses progressos, afirma que, da simples capacidade visual do homem,
da época de Péricles, chegou-se ao microscópio eletrônico, que permitiu
examinar os centésimos de milésimos de milímetro; foi possível a medição
do Ano Luz, equivalente a dez milhões de quilômetros; outro tanto aconteceu em relação ao tempo: conseguiu-se observar fenômenos sucessivos
a mil milionésimos de segundo, como ocorre com a excitação de um átomo
Í)or raios catódicos, com a emissão de raios X. Assim, o homem vê conpor
firmada
irmada sua missão de investigador, dedicando-se a estudos de base ou
fundamentais, aplicados ou técnicos, e executivos ou sociais, que constituem a origem das inumeráveis cònquistas
conquistas de que
què hoje desfruta.
E, como afirma o brilhante documentarista Vicentini — “da eletrotecnia surgiu a eletrônica, da física nasceu a atomística, a aeronáutica
Í)ossibilitou o surgimento da astronáutica, inaugurando a era dos satélites,
possibilitou
foguetes
oguetes balísticos e teledirigidôs,
teledirigidos, culminando com a chegada do homem
à Lua. Como conseqüência do desenvolvimento da Biblioteconomia, em
função dos progressos das demais ciências, vamos encontrar, no Século XX,
a Documentação e como evolução desta, a Informática.”
Termo ainda pouco familiar nos países da América Latina, da
intimidade apenas dos técnicos e estudiosos do assunto,
assimto, a Informática, que
alguns querem seja uma nova ciência — a do tratamento automático e racional da informação, considerada como a base dos conhecimentos e das
comunicações, já tem papel bastante ativo nos países desenvolvidos.
No Brasil, particularmente no ramo das ciências agrícolas a Informação apareceu, já nos tempos imperiais, sob a forma de relatórios e
notas, comunicando quanto às causas das boas ou más colheitas.
Segtmdo Vieira, a agricultura brasileira alcançou grande impulso
Segimdo
com o aparecimento da Revista Agrícola, do Imperial Instituto Fluminense
de Agricultura.
Quando da criação do Ministério da Agricultura,
Agricultinra, Indústria e Comércio em 1906, .já
já se pensava em organizar um setor para cuidar da administração da Informação, publicidade
pubhcidade e propaganda agrícolas, cujo objetivo seria disseminar a Informação.
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�FTendo cortio
como uma de suas principais finalidades, a impressão e
divulgação de publicações do Ministério da Agricultura, elaboradas no
País, foi criada em 1909,
1909,'aa Seção de Publicações e Biblioteca.
;
'
' ' í
Em 1912, aparece o Boletim do Ministério da Agricultura, Indúsagricultiu^
tria e Comércio, que noticiava preciosas informações sobre a agricultura
nacional.
'
t t ‘
Em conseqüência da revolução de 1930, o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio é desdobrado em duas pastas, sendo criada,
depois, a Diretoria de Estatística e Publicidade e transformada mais tarde
em Serviço de Informação Agrícola.
Segue-se uma série de mudanças na denominação do órgão, notando-se, todavia, a grande preocupação dos governos, em manter um serviço de disseminação da informação no Brasil, junto ao Ministério da Agricultura.
,
Já em 1960 foi criada a Rede Nacional de Divulgação Agrícola,
para maior expansão da informação no País, atuando paralelamente com
0o Serviço de Informação Agrícola.
,
‘
Depois de um . período de expressiva atuação, constituindo-se em
centro nacional de documentação e informação, o
ò Serviço de Informação
Agrícola, foi diminuindo suas atividades sensivelmente.
Nessa altura, vê-se o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação — (IBBD) assumir de certa forma, a liderança, no estímulo às
bibliotecas de ciências agrícolas, visando ao desenvolvimento de suas atividades e estabelecimento de centros coordenadores, corii
com a finalidade de
realizar trabalhos cooperativos de aquisição planificada, empréstimo entre
bibliotecas, compilação de catálogos coletivos de publicações periódicas
e livros, publicações de bibliografias especializadas etc.
&gt;
Também merece destaque o trabalho que vem desenvolvendo a
Diretoria de Publicidade Agrícola, da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo.
Através do Programa Interamericano de Desenvolvimento de Bibliotecas Agrícolas (PIDBA), do IICA, foi criado em 1967, no Brasil,
um programa piloto visando ao desenvolvimento das bibliotecas agrícolas.
Com a denominação de Programa,
Programa de Bibliotecas Agrícolas no
Brasil (temporariamente suspenso), o serviço estabelecido como unidade
de trabalho do IICA, objetivava solucionar dificuldades que impediam
as bibliotecas de serem agentes auxiliares das universidades,
rmiversidades, visando somar esforços, para melhorar o nível acadêmico do País e colaborar com
as instituições de pesquisas, no desenvolvimentò
desenvolvimento da investigação bibhográfica.
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�f);
A instalação do Programa veio trazer às bibliotecas agrícolas brasileiras um extraordinário impulso, através de reuniões, intercâmbio de
experiências, orientação no planejamento e organização de bibliotecas, projetos cooperativos, reconhecimento de nível profissional etc.
etc,
í.
Dentre as inúmeras atividades do Programa para _ Bibliotecas
Agrícolas no Brasil, destaco como das mais importantes, a realização do
Seminário para Bibliotecas Agrícolas, em Cruz das Almas, Bahia, 1967,
que deu oportunidade à apresentação do trabalho de base, recomendando
a criação da Comissão Brasileira de Documentação Agrícola, aprovado
por unanimidade dos bibhotecáríos
bibhotecários presentes.
A CBDA veio coordenar a Documentação Agrícola no Brasil, possibilitando a realização conjunta de inúmeras atividades, como organização de grupos de trabalho do DNPEA (Departamento Nacional de Pesquisa Agropecuária), criação de grupos regionais de trabalho, junto às
associações de bibliotecários;
bibhotecáríos; coleta de fichas de periódicos existentes nas
bibliotecas agrícolas brasileiras, para complementar os registros do IBBD;
Curso de Treinamento sobre apUcação
aplicação de métodos automatizados na preparação de catálogos coletivos de periódicos, realizados no IBBD em convênio com o IICA; envio de memorial ao Sr. Ministro da Agricultura, solicitando a criação de um Centro Nacional Coordenador da Documentação Agrícola; elaboração de bibliografias
bibhografias especializadas etc. Editou além
de Agrícolas, seu órgão informativo, as pubhcações: “Coleção de Referência das Bibliotecas
Bibhotecas do EPE,” “Coleção de Obras de Caráter Histórico das
Bibliotecas
Bibhotecas do EPE,” Catálogos de Periódicos de algumas bibliotecas etc.
Há grupos operando nos estados de Pernambuco, Bahia, São
Paulo, Guanabara, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará.
O Brasil conta com aproximadamente uma centena de bibliotecas agrícolas e afins, distribuídas
distribuíaas nas zonas rurais e urbanas, notando-se
três tipos de acervos;
acervos: ensino, pesquisa e extensão, reflexo dos órgãos a
que servem. São essas bibliotecas formadas quase que exclusivamente por
hvros, folhetos e periódicos. Raras possuem outros materiais, como: malivros,
pas, microfilmes, fotocópias etc. e muito poucas tem em suas coleções,
os principais repertórios bibliográficos
bibhográficos mundiais.
Em recente levantamento efetuado, das 96 bibliotecas consultadas, apenas 28 afirmaram dispor de aparelhagem reprográfica.
As mais antigas bibliotecas dé
de ciências agrícolas do País, situam-se
nos estados da Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul.
Devido à grande produção bibliográfica
bibhográfica houve uma verdadeira
“explosão” na quantidade de informações científicas. Grande parte desses
materiais entretanto, editados e distribuídos em forma limitada, não chegam ao conhecimento dos estudiosos interessados.
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�o número de publicações e leitores aumenta a cada dia, sem que
as bibliotecas tenham recursos humanos e materiais necessários para atender a esse desenvolvimento.
'
A falta de acesso ao material, e de bibhotecas equipadas para o
manejo do acervo não hvro, que na realidade compreende a maior parte
da dociunentação
documentação agrícola, tem ocasionado a perda de importantes trabalhoá.
balhos.
'
Observa-se qqe o processo de desenvolvimento da documentação
e informação científica passa por acentuada fase de dispersão.
O papel das técnicas de informação das bibliotecas agrícolas é
colocar com mais rapidez e eficiência, nas mãos dos investigadores, a informação mais recente sobre os novos processos da ciência e da tecnologia.
No campo da informação agrícola, há necessidade de coordenar
os programas e esforços que se têm realizado isoladamente nas últimas décadas, sem que se tenha conseguido um nível satisfatório, capaz de completar as necessidades dos usuários.
Os governos nacionais chegaram à conclusão de que o estabelecimento e desenvolvimento de eficazes sistemas de informação constituem
constitueih
um fator essencial para imjpulsionar o progresso agrícola. Pode-se verificar esta tomada de consciência
consciáicia pelo interesse e apoio que os países, sobretudo da América Latina, estão dando ao desenvolvimento de Centros
de Documentação técnica e científica a nível nacional, contribuindo para
a organização e concentração de um melhor acervo.
Baseados em uma política cooperativa, para melhor aproveitamento de recursos bibliográficos, vê-se a criação de sisteifias
sistemas internacionais, como AGRIS, UNISIST, AGRINTER etc. No Brasil, com o estabeestabélecunento
lecimento do Sisteiria
Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica,
surgiu a necessidade de criar subsistemas especializados de informação,
cobrindo alguns campos já definidos como áreas prioritárias, dentro das
metas do Governo. Os subsistemas, funcionarão
fimcionarão em tomo dos interesses
dos usuários de cada área específica. Compondo o sistema, encontramos
entre os subsistemas, a Informação Agrícola.
Estanaos confiantes em que, durante este conclave, valiosas conEstairios
tribuições serão oferecidas para implantação de um mecanismo que assegure um fluxo permanente de intercâmbio da Informação a nível nacional e internacional.

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