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                  <text>VI CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMEMTAÇAO
Belo Horizonte, 4 a 10 de

julho de 1971

Tema IV - Planejamento e Instalação
Roteiro para um progreima de
construção de edifício de
biblioteca universitária central
Por Elton Eugênio Volpini
Diretor da Biblioteca Central
da Universidade de Brasília,
CRB-1 n9 G2

�S U M í R I 0

1.

Introdução

2.

Programa de cc^strução

3.

Escolha do terreno

4.

Expansão futura

5.

Verba para a construção

6.

Fluxograma

7.

Anteprojeto

8.

Tipos de estrutura para o edifício

9.

Orientação do edifício

10.

Geometria e assimetria do projeto

11.

Flexibilidade

12.

Uso de vidro nas paredes externas

13.

Iluminação

14.

Acústica

15.

Ar condicionado

16.

Capacidade de suporte de peso dos pavimentos

17.

Avaliação do èspaço

18.

Outros pontos a serem discutidos

19.

Equipamento

20.

Bibliografia

. J

e mobiliário

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�SINOPSE

O bibliotecário, ao assessorar o arquiteto
no planejamento de um edifício de biblioteca
deve agir de forma eficaz em todas as fases do
projeto e se toma o grande responsável

pela

eficiência do edifício. A elaboração de um pro
grama de construção e o trabalho inicial
bibliotecário e sua equipe de preparar,

do
por

escrito, uma exposição detalhada dos requisitos
físicos para uma nova biblioteca.

S apresenta-

do um roteiro baseado no que foi seguido duran
te o projeto da nova Biblioteca Central da Uni
versidade de Brasília e são feitas algumas recomendações quanto a equipamento e mobiliário.
Bibliografia consultada pela equipe de bibliotecários e arquitetos durante as várias fases
do projeto e cuja consulta e recomendada

para

todos que se propuserem a elaborar um programa
de construção para edifício de biblioteca.

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�^•

Introdução
Mos trabalhos de planejamento de um edifício para uma bi-

blioteca central universitária o bibliotecário deve agir ativamen
te em quase todas suas
árduo,

fases, em trabalho constante , muitas vezes.

junto com os arquitetos.
Nossa experiência em assessorar os arquitetos no planeja-

mento da Biblioteca Central da Universidade de Brasília foi
das mais interessantes e valiosas em nossa carreira

uma
e

nos

leva a transmitir alguns dos conhecimentos que adquirimos durante
aqueles trabalhos.
Como acontece, inevitavelmente, com todo planejamento

de

construção de bibliotecas, algumas modificações poderão surgir, e
surgem, durante os trabalhos.

Algumas destas mudanças serão decor

rentes do aperfeiçoamento de certos conceitos administrativos, ou
então devido a fatores

imprevistos e, podemos considerâ-los

oportunidades de aperfeiçoamento do projeto.

como

Quando as modifica -

ções são exigidas pela planta, poderão muitas vezes, resultar

em

aperfeiçoamentos; mas em geral são as necessidades da biblioteca
que devem orientar o planejamento do edifício.
Se o prédio de uma biblioteca central de uma universidade
estiver bem situado dentro do campus, se êle for confortável,atra
tivo, de fácil utilização e se puder prestar todos os serviços
que são impossíveis em um sistema descentralizado, a ideia de cen
tralização estará fortalecida.
Deve ser dada grande atenção aos aspectos funcionais

do

projeto, principalmente quando se tornar necessário fazer concessões.

Deve-se observar, entretanto, que e sempre possível combi -

nar as necessidades
ai?quitetônico.

funcionais da biblioteca com um bom projeto

De fato, o sucesso de qualquer nova biblioteca

e

medido pela extensão ate onde as necessidades funcionais combinam
com as qualidades estáticas.
Antes de iniciarmos nosso trabalho de assessoramento

aos

arquitetos da UnB, incumbidos da tarefa de elaborar o projeto

da

Biblioteca Central, providenciamos a tradução e adaptação do Rela
tório Poole,

(109) que nos dava as principais diretrizes para

programa de construção de uma biblioteca central.

um

Feitas as modi-

ficações c adaptações, de acordo com as atuais necessidades pre
vistas para a Universidade de Brasília, o ” Programa " tomou-se
o "manual" para tôda a equipe encarregada da elaboração do projer
to e, aqui, nós o utilizamos como a principal base para o ixjteiro
que se segue.

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2.

Programa de construção
Todos os bibliotecários que jã tiveram a oportunidade fie

observar e participar ativamsnte no planejamento de um edifício
para biblioteca sabem da necessidade de uma exposição escrita
detalhada dos requisitos

e

físicos para a nova biblioteca.

Esta exposição ou programa de construção deve servir,
principalmente, a quatro objetivos:
a -

" oferecer uma oportunidade ao bibliotecário e

seu

pessoal para considerar todos ps aspectos das futuras operações
da biblioteca.

Discussões verbais muitas vezes falham e nao che-

gam a soluções concretas, mas, um compromisso por escrito tende
a fortalecer decisões e resulta, inevitavelmente, num planejamer
to mais cuidadoso.
b - a leitura do programa dã uma idéia clara e precisa
dos serviços da biblioteca a ser projetada.
c - o texto do programa precisa fornecer um registro
das decisões detalhadas que foram tomadas e que, de outra maneira, poderiam ser esquecidas ou involuntariamente modificadas durante o período de planejamento da construção.
d - finalmente, e isto é o mais importante, o texto

do

programa devera conter a informação necessária para que o axxiuiteto possa preparar um projeto que responda ãs necessidades
biblioteca.

da

Uma vêz que os registros mais detalhados de reuniões

são incapazes de registrar tõda a informação necessária para uma
construção difícil e custosa como a de uma grande biblioteca,

a

exposição escrita proporciona ao arquiteto um importante documen
to que êle pode consultar quando necessário.
Um programa de construção deve se-r iniciado após

varias

reuniões com os bibliotecários e deve expressar suas idéias

sô

bre o planejamento dos serviços na nova biblioteca cuja finalida
de é de desenvolver um programa que possa prestar o máximo de
serviços e auxílios aos usuários.
0 bibliotecário incumbido da tarefa de assessorar o ar quiteto necessita de muita habilidade para conseguir que o proje
seja desenvolvido " de dentro para fora ", isto é, que seja planejada a disposição interior antes da fachada pois, como
Louis H.

Sullivan,

(136)

disse

" a íorma é sempre resultante da função?

De acordo com Morris A.

Gelfand (43) deve-se levar em

contá alguns princípios gerais para o planejamento da construção:

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a -

"

cada edifício de biblioteca deve ser projetado es-

pecialmente para o gênero de trabalho a que se destina e para

a

coletividade a que deve servir.
b - Deve-se planejar a disposição interior antes de arquitetar o exterior.
c - A conveniência da disposição nunca dever ser sacrifi cada por meros efeitos arquitetônicos.
d - A planta deve adaptar-sc ãs probabilidades e possibi lidades de ampliação e clGBGnvolvimento.
e - A biblioteca deve ser projetada com vistas a sua eco nômica administração.
f - As salas para uso do público deveiii estar dispostas de
tal modo que permitam ser inteiramente vigiadas por-um número mínimo de empregados.
g - Ao planejai’ um biblioteca modei’na deve-se prever a
instalação dos leitores ne proximidade dos livros que desejam
utilizar, qualquer que seja o sistema de estantes adotado.".
C de grande importância o papel que o bibliotecário devo
desempenhar junto a comissão incumbida de preparar o programa de
construção e os

itens que se seguem deverão soi’ abordados e discu-

tidos antes de serem registratiaC

as decisões tomadas que forma -

rio, então, o programa de construção.

3.

Escolha do terreno
0 arquiteto deverá conhecer o local da futura biblioteca

ou, pelo menos, receber um.a descrição q mais completa possível do
terreno,

junto com plantas e levantamentos topográficos e informa-

ções sôbre os possíveis edifícios existentes ao redor do local.
A localização da biblioteca em relação ao conj\;nto de edifícios e de grande importância para o seu funcionamento eficiente.
Deve ser localizada no centi’o demográfico, para maior facilidade
de acesso, levando-se en consideração a futura expansão do campus.
Sempre que possível, devemos nos basear num projeto total
do campus, a fim de melhor escolher o terreno adequado.

0 ideal

seria primeiro fixar o terreno para a biblioteca e, depois, desenvolver

i!-.

ao redor dela as outras unidades universitárias.

Expansão futura
Na escolha da localização deverá scr prevista a cxistjên-

cia de área suficiente para futuras expansões.

Teri’enos livres,

de área igual a pelo menos 50 % da construção, deverão ser reservados em redor do predio.

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^•

Verba para a construção
0 arquiteto precisa conhecer a- verba destinada para a cons-

trução, a fim de determinar os limites dentro dos quais devera de senvolver seu trabalho e a quantia deverá ser mencionada no ptxjgrama.
Os custos de construção variam muito de local para local,
portanto, uma avaliação px^^via deverá ser feita antes de ser desenvolvido o projeto definitivo.

6.

Fluxograma
0 arquiteto terá necessidade de conhecer a rotina dos ser-

viços da biblioteca para melhor preparar o fluxograma que o orientará na disposição das áreas dentro do projeto.

^•

Anteprojeto
Podemos considerar o anteprojeto a fase mais importante do

planejamento, depois

da elaboração do programa, pois, á nesta fa-

se que o bibliotecário vai examinar os primeiros esboços do arquiteto e sugerir as possíveis modificações.

Nessa fase do planejarren

to, se forem observados todos os detalhes, serão evitados muitos
erros na construção e várias melhorias poderão ser introduzidas.

8.

Tipos de estrutura para o edifício
Ao arquiteto, e devido a fatores do próprio local, caberá^

a solução do tipo de estrutura a ser observado.

Contudo, o biblio-

tecário deverá abordar a necessidade de ser proporcionado mais espaço vital no andar principal, o que se consegue com um tipo de
construção que e expandida lateralmente, nao necessitando de mui tos andares e evitando-se meios mecânicos de locomoção para os usua
rios.

^•

Orientação do edifício
A disposição do edifício exercerá uma influência importan-

te no9 serviços da biblioteca quanto a sua utilização.
zação conveniente da entrada principal dará maiores
acesso ã biblioteca.

Uma locali-

facilidadco de

Duas ou mais entradas dificultarão o controlo

e aumentarão as despesas.

Quando não houver possibilidade de cons-

truir a biblioteca em local suficientemente central, a localização
da entrada principal exigirá maiores estudos que dependerão da disposição do edifício.

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10.

Simetria e as^imGtr_ia do projeto
In {Toral ,

uma disposição simétrica do espaço interno

e

uma entrada central tendem a ser funcionalmente inadequados.
Jía verdade, não hã nada inerentemente simétrico nos trabalhos de uma bibloteca ou no espaço destinado âs suas
ceto em casos especiais, onde

funções.

Ex-

um arranjo simétrico se desenvolve

naturalmente, a melhor solução, provavelmente, é a de um projeto
assimétrico

•

Flexibilidade
Devido ao desenvolvimento dos processos de automação e

o

uso de microformas e difícil hoje, prever as necessidades de uma
biblioteca daqui

a

dez anos.

Uma construção cara como a de um

edifício de biblioteca devera prever um funcionamento atual eficiente e,

também,

uma futura flexibilidade interna que permita

uma reestruturação quando se

12.

fizer necessária.

Uso de Vro naS paredes externas
Devemos considerar que a utilização de grandes áreas en-

vidpaçadas criam problemas de várias naturezas:

a - a luz solar nrcjudica o material bibliográfico, é
incômoda aos leitores e

atrapalha na disposição das mesas nas

áreas de trabalho.
b - aumenta a quantidade de calor e também as despesas
com equipamento de ar condicionado.
c - danos são causados ao material bibliográfico, e au mentam as despeças, quando um vidro quebrado não puder ser imediatamente substituído.

Numerosos soluções têm sido utilizadas a fim

de permitir o uso de amplas áreas com vidro, mas não são inteiramente satisfatórias:
j - Cortinas.

São caras tanto para instalação como

para serem mantidas e substituídas.

De pouca duração ,

pouco re*

duzem o calor.
2 - Vidros coloridos.

Têm sido mais utilizados nias ,

mesmo os mais eficaze^ pouco reduzem o calor.
3 - Marquises c " brise-soleil" têm sido muito usados
também, mas, na maioria dos casos,

foram considerados insatisfató-

rios para bibliotecas.

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13.

Iluminação
Deve ser solicitada a assessoria de técnicos no que se re-

fere a iluminação da biblioteca e os seguintes pontos devem ser
observados:
a - luz sem brilho, difusa e de intensidade adequada
cada local de trabalho.

a

C a mais recomendada.

b - o padrão de iluminação deve ser uniforme em todas as
areas publicas de modo que as estantes e mesas possam ser dispôs tas em qualquer posição.
c - não contar com a luz solar como fonte exclusiva de iluminação e não permitir que ela influa no projeto do sistema de iluminação artificial.
d.- recomendar lentes prismãticas ou o melhor tipo de lentes difusas.
c - cada peça de iluminação deve possuir uma intensidade
mínima de 500 lux sobre as mesas de trabalho.

As intensidades po-

derão variar de acordo com a utilização das areas, podendo os corredores jvestítiulos escadas , etc. necessitarem de apenas 50 lux.

14.

Acústica
0 ruído na biblioteca deverá ser reduzido ao mínimo, pois,

e impossível o silêncio completo.

0 arquiteto deverá prever o tra-

tamento acústico para o teto e paredes , principalmente nas áreas
de trabalho onde se utilizam máquinas
causam ruídos.

e outros equipamentos que

Poderão distrair o pessoal ocupado em tarefas que

exijam muita concentração.

0 equipamento mecânico de elevadores e

monta-car^as deve ser localizado de modo a evitar que os ruídos,
penetrem ho sistema de ar-condicionado.

A " casa de maquinas"

deve, preferencialmente, ser localizada no sub-solo, nos casos em
que o último andar do prédio seja utilizado para áreas de leitura
ou de trabalho.

15.

Ar condicionado
Para uma mellior conservação, os livros requerem uma tempe-

ratura que pode vai'’iar entre 10,39 a 21,19 até 23,99 , mantido um
índice de

50% de umidade relativa durante todo o ano,

com uma va -

riação de até 5%.

Tais índices são semelhantes aos requeridos tam-

bém para pessoas.

Apesar de cara a instalação e a manutenção, não

se deve excluir a idéia do ar condicionado nos planos de um edifício de biblioteca.

Se não houver possibilidade de condicionamento

do ar em todo o prédio, pelo menos a área destinada as obras raras,
se existirem, deverá ser equipada com ar condicionado.

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16.

C^ac_idcide dc suporte d^G

dos pavi mentos

Todos os pavlnentos devem ser construídos corn capacidade para suportar um [&gt;êso t'ruto de

73U nuilos por r? , a

fiir: de

dar flexibilifladc de uso e possibilidade de colocar estantes dc
livros em qualquer parte do edifTcio.
17.

Ava 1

ão do _e_spaço

Atenqào muito cuidadosa devo ser dada a avaliação do
espaço.

0 arquiteto terá de seruir as

cãrio;, que serio de ,qrande

informações do biblioto -

importância e

influenciarão no índice

de eficiência do edifício.
oio principalmente os sef^uintes espaços que deverão ser
calculados c discutidos pela equipe, tomando-se por base o acervo previsto, númerx) de leitores e oessoal:
a - Espaço para o matcrLal biblio^trãfico. Pode-se calcu lar entre

30 a 40 volumes por prateleira

encadernados

).

(

m.enos^ para periódicos

Uma estante dupla de 2,30 m de altura com 12

prateleiras terá uma capacidade mãxima de ate 400 volumes.
^ ■ bspaço para leitores. Cada leitor necessita de no
mínimo, 2,30 m^, com mais conforto
pode-se destinar 3,70 tn^ ou
mais.

Se os leitores

forem dividides em prupos, as necessidades

podem variar da sepuinte

forma:

alunos dos cursos de

2,30 m^ , alunos de pÓs-praduação,

rraduaçio,

3,25 m^ e professores 7 m^

.,

As sepuintes áreas devem ser previstas durante a discussão de avaliação do espaço para leitores:
I

-

áreas para

II-

leitura individual

áreas para estudo em prupo

ITI- salas para seminários
IV V

saias de estudo para professores

- cabines para alunos de pos-craduação

VI - salas de datiloprafia para leitores
VII* saias de reuniões, conferências, para fumar e
de estar
VlII-área para consulta de

índices, abstracts.etc.

IX - área para leitura de microformas
X

- área para consulta de mapas, atlas, reproduções
etc.

XI

- salão para projeção e audição individual e em
r.rupo

c - Es])aço para o pes^^al

.

Deve-se prever espaço para o

Dcssoal em todas as áreas onde haja possibilidade de eJesempenho
de

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funções, calculando-se entre 9 m^ por pessoa, dependendo do

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serviço realizado.

Ge forem destinadas áreas especiais para che-

fes, estas deverão ter, aproximadamente,
d - Áreas comuns c outras áreas.
a escadas, corredores, elevadores,

15 m^.
São aquelas destinadas

instalações sanitárias,

casa

de máquinas, coletores de lixo e outros elementos indispensáveis
para o funcionamento do prédio.

Mctcalf (80) propõe

que a

requerida para material bibliográfico, leitores e pessoal
acrescida de^aproximadamente, 40 % do total, da

área
seja

superfície a

fim

dê serêm destinadac para utilização de áreas comuns e outras áreas .

^®•

Outros pontos a serem discutidos
Durante as discussões da equipe encarregada da elaboração

do programa de construção, os pontos que mencionaremos abaixo,deverão ser abordados e detalhados, de acordo com as necessidades
locais.

A bibliografia que preparamos e apresentamos no final

.deste trabalho, muito auxiliará na solução de vários dos problemas que surgirão:
Portaria e controle
Vestíbulo e área para exposição
Serviço de empréstimo e balcão
Serviço de referência e informações
Area para o catálogo
Area para o equipamento reprográfico
Serviço de obras reservadas
Coleções especiais

( obras raras, documentos,microformas

material audio-visual,etc. )
Area para projeção
Desinfecçâo e restauração de livros
Zeladoria e estoque de material de limpeza
Area para recebimento e armazenagem
Éscritórios administrativos
Serviços técnicos
Sala de estar para funcionários
Outros detalhes deverão ser lembrados, pois sua previsão
evitará problemas

futuros:

Tipo de piso a ser empregado
Paredes internas

&lt; alvenaria,vidro, removíveis etc )

Precauções contra danos causados pela água
Precauções contra fogo
Tomadas de cori^nte elétrica

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�Altui?a do teto
Localização de escadas, elevadores, monta**carga,
instalações sanitárias e bebedouros
Tipos de esquadrias externas e a segurança do acar-^
vo
Distância entre o prédio e a rua ou estacionamento
de veículos
Cabinas para taleífonas públicos
0
19.

Equipamento e mobiliário
Após a aprovação do projeto definitivo e, possivelmente

durante a fase de construção da obra, o bibliotecário deve-se
preocupar em preparar o " loy-o-ut” do mobiliário e equipamento
que necessitará no prédio,

t um trablaho meticuloso que exige

,

além de certa habilidade, grandes conhecimentos de aproveitamen
to de áreas e, também, uma longa pesquisa e seleção do material
em catálogos de fabricantes»

Desenhar, discutir com fabricantes

receber protótipos, reestudar e refazer o que nâo aprovou, são
tarefas que o bibliotecário deve executar e acon^anhar o desenvolvimento.
Estudar os vários tipos de móveis que a biblioteca neces
sitará, entre aquelas que são oferecidos no mercado, a fim

de

escolher os que melhores vantagens oferecem, não é tarefa fácil,
principalmente sabendo que temos de selécionar não apenas tipos
mas verificar também resistência e durabilidade, acabamento,di mensôes, utilização, comodidade, cores e inúmei:»oB fatores mais,
além, é lógico, de ter de conjugar todos êles com um certo bom
gósto.

A funcionalidade, comodidade, etc, do mobiliário, junta-

mente com o efeito decorativo, deverão completar o projeto arqui
tetõnioo e dar a biblioteca aquele ambiente atrativo, acolhedor
tranquilo e convidativo para o estudo e pesquisa.

‘

No Brasil,não encontramos ainda firmas espeoializedAs en
equipar o moblliar bibliotecas, como existem várlas hb Estados
Unidos.

Conhecemos algumas que, apesar de não serem especializa-

das nesse tipo de serviço, têm se prontificado a estudar com
maior atenção o problema e têm recebido todo nosso apoio. Muitos
de nossos problema» atuais,, relativos ao mobiliário do nôvo prédio da Bibllotaca Central da Unlvareldade de
discutidos ooís 0 patto.ai d«

tida
d ea soiuçoe?

Atíreditairtot du«| em f\ituro bem proxíiM
dobtetí’ eom sepeeialietas em móveis para biblioteca i.

�9
dentro dos nossos padrões brasileiros, sem termos sempre de recorrer a modelos e marcas estrangeiras.
Ao iniciarmos os estudos do mobiliário para uma nova biblioteca, devemos relacionar todo o material que poderá ser neces
sário e, de acordo com o orçamento, selecionar os prioritários e,
em seguida, estudar individualmente cada item.
Apresentamos abaixo

uma relação que poderá auxiliar os

bibliotecários a selecionar o material que, certamentc, necessitarão numa biblioteca;

Mobiliário e Equipamento
Estantes
Estantes duplas
Estantes simples
Estantes p/atlas
Estantes p/filmes
Estantes p/discos
Mostruários p/periodicos

Mesas
Mesas

individuais

Mesas duplas
Mesas de 4 lugares
Mesas de 6

lugares

Mesas redondas
Mesas c/prateleiras p/índices
Mesas para seminários e conferências
Mesas especiais para audição individual
Mesas p/recuperação e consulta de mapas
Mesas p/empacotamento
Mesas p/mimeografo
Mesinhas c/rodízios
Mesas de trabalho ( escrivaninhas

)

Mesas p/datilógrafos

Cadeiras
Cadeiras p/leitores Cadeiras especiais p/sala de audição em grupo
Cadeiras p/trabalho
Poltronas
Sofás

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�Arquivos
Arquivos
Arquivos p/microformas
Arquivos tipo Kardex
Mapotecas

Fichários
Internos e p/uso do público

Armários e Balcões
Balcão de empréstimo
Balcão de referência
Balcão p/portaria
Vitrines p/expQsições
Armários p/material de expediente e outros
Guarda-roupa p/funcionários
Escaninhos

Equipamento audio-visual
Projetor de slides
Projetor de filmes
Toca-disco c/fones individuais
Gravador de fita
Leitora de microfilme
Leitora de microficha

Equipamento fotocopiador
Mimeõgrafo
Equipamento reprográfico
Duplicador de fichas
Termofax

Máquinas de escrever

Calculadora

Extintor de incêndio

Bebedouros e

tricôs

Máquina de preparar etiqueta p/lombada de livros

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Out ror.

Cai;:3l:as p/pericáloc.-: e lolh-^torj
Cõrirabü:^ p/trauru^rlre Uc livros
Dancos

(

iramborêl-eT

)

Egcc Ias, do dois dor.ravio
r orbolc t ClTi p /cc.itrSlQ do pcr*tax'ia
Cnledoira
líâqu.ina p/i^ai;er ■.-.rfé
Talo ioaos

z

riaufilógraios
CÍ!'o ou Rutox '

f;"avadoi- wanv.al

)

Culliiotina
Koquina do cndorGça?’

L.l;iÍC ' , ai ia

A

quo p-,^r.oG e enojcamos a ôste tr&lt;?balbo

Cl quo 1..ÚÍLO nos auxiliou

r.-uite r.cfrsa tarefa,

solucionará ir.ui -

taG du/idc.3 qu.ato e c.ir.onr ü.ir,, r.cllior aproveitarr.cnto de áreas o
utilização da espeço e pod.;' rã fu.rnccar inúmeras idéias que, tal vez, nunca tar.ha:H ocoi-rido ne.s que virão facilitar grandemante o
trabalho dc planejar, mebil itir c equipar una biblioteca.

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(iemclanKnto

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19

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              <text>O bibliotecário, ao assessorar o arquiteto no planejamento de um edifício de biblioteca deve agir de forma eficaz em todas as fases do projeto e se toma o grande responsável pela eficiência do edifício. A elaboração de um programa de construção e o trabalho inicial do bibliotecário e sua equipe de preparar, por escrito, uma exposição detalhada dos requisitos físicos para uma nova biblioteca. É apresentado um roteiro baseado no que foi seguido durante o projeto da nova Biblioteca Central da Universidade de Brasília e são feitas algumas recomendações quanto a equipamento e mobiliário. Bibliografia consultada pela equipe de bibliotecários e arquitetos durante as várias fases do projeto e cuja consulta e recomendada para todos que se propuserem a elaborar um programa de construção para edifício de biblioteca.</text>
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