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                  <text>VI CONGRESSO BRiiSILEIRO DE BIBLIOTECONCMIA E DOCUMENTAÇÃO
BELO HORIZONTE

4 A 10 DE JULHO DE 1971,

TEMA IV - PLANEJAMENTO E INSTALAÇÃO

P;iDRÕES MÍNIMOS PAR.I INST/U^CÃO DE BIBLIOTECAS PÜBLICAS NOS MUNICÍPIOS
POR
MARIS ISABEL SANTORO *
SONIA MARIA TROMBELLI **‘
ALBERTINA WELLICIIAN ***
COL.’vBOR.iÇÃO DE
MARIA CECÍLIA VILLANI ****
NEo^.1 CELERE ****
NIIÍIA FR.1NÇA ****
CDD- 027.409 81 17*
CDU - 027.4(81)

*

bibliotecária PORILIDA PELA EBDSC, PROFESSOR.! DE ORGANIZAÇÃO E .IDMINISTR.1ÇÃO DE BIBLIOTLC.iS, PROF. DE TEORIA DA ORG iNIZAÇâO E .iDMINISTRilÇÃO
DE BIBLIOTECAS, CHEFE DO DEPARTAIlElíTO DE PROCESSOS TÉCNICOS DA MESIÍA,
**
BIBLIOTECÁRIA FORILíDA PELA EBDSC, PROFESSOR.! DE CATALOGAÇÃO I, II E III,
COORDEN.iDORj! de estagio, SUB-CHEFE do DEP.lRT.iMiENTO DE PROCESSOS TEC NICOS DA MESM.!,
*** BIBLIOTECÁRIA FORMADA PELA EBDSC, PROF. ASSISTENTE DE CL.1SSIFICAÇÃO I
E III DA MESMA
**** alunas do 30 ANO DA ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO DE
SÃO
C.!RLOS.

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�AGRADECIHERTOS ESPECIAIS AOS PROF.
CARMINBA N OGUEIRA DE CASTRO FERREIRA
E
ALFREDO AMÉRICO HAILIR

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1

�SUMARIO

1.

-

Introdução

p.

1.1.

-

Função das bibliotecas públicas

1.2.

-

A administração municipal e a organizaçao da

biblioteca
1.3.

4

-

A importdncia das bibliotecas e do livro na comu-

nidade cultural
2.

-

2.1.

4

Padrões para organizaçao de bibliotecas públicas

—

Programa mínimo

2.1.1.

-

Local de funcionamento

2.1.2.

-

Mobiliário

2.1.2.1.

-

Estantes

2.1.2.2.

-

Mesas

2.1.2.3.

-

Balcão

2.1.2.4.

"

Fichários

2.1.3.

-

Pessoal bibliotecário

2.1.4.

-

Acervo inicial

2.1.5.

-

Manutenção

2.1.5.1.

-

Recr.rsos financeiros

2.1.5.2.

-

Cooperação do instituições ligadas ao programa d

livro 0 bibliotecas
3.

cm

-

9

Funcionamento da biblioteca

3.1.

-

Preparo do acervo

3.2.

-

Processos túcnicos

3.2.1.

-

Aquisição e seleção

3.2.2.

-

Classificação

2

3

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19

�3.2.3.

Catalogaçao
-

3.2.4.

Circulação
-

12
12

Serviços do extensão bibliotecária
-

4.
4.1.

Caixas-est
mte
-

4.2.

Carros-biblioteca
-

13

4.3.

Bibliotee
\s distritais
-

13

4.4.

Promoçoes
culturais
-

13

4.4.1.

Exposições
-

'14

4.4.2.

Cursos c conforSneias

14

4.4.2.1.

Cursos

-

14

4.4.2.2.

ConforSneias
-

14

4.4.3.-

Feiras de livros

14

12-13

Propaganda e publicidade da biblioteca
-

5.

14-

5.1.

Divulgação
-

5.1.1.

Jornais-

5.1.2.

Rádio etelevisão

16

5.1.2.1.

Ridio

-

16

5.1.2.2.

Televisão

-

16

15
15-

16-17

Conclusão
-

6.

Bibliogrifia consultada

7.-

cm

11-12

p

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-J_í

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�CDD CDU -

PADRÕES mínimos PARA INSTALAÇÃO DE BIBLIOTECAS
POBLICAS NOS municípios

POR
Maria Isabel Santoro
Sonia Maria Trombelli
Albertina Wellichan
Colaboraçao de
M. Cecília Villani
Nilma França
Neuza Celere

Justifica a necessidade de Bibliotecas
públicas municipais; divulga suas funções,
e apresenta os padrões mínimos e facilida
de para instalaçao de Bibliotecas.

1.-.

INTRODUÇÃO
A função de governar e prestar serviços públicos essenciais à

munidade impoe a construção de numerosos edifícios públicos dos quais a

C£
b£

blioteca faz parte.
A Biblioteca é uma instituição pública, livre, cuja finalidade

cm

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é

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�ampliar os horizontes intelectuais dos oidadaos preparando-os para desempenhar
de modo mais completo seu papel no desenvolvimento socio-cultural, educacional
político e econômico do país, integrada no serviço público, tem como finalidade um trabalho de caráter permanente estando à disposição de todos os

munic^í

pios indistintamente.
Devido a exigência da lei n® 5*422 - A de 25 de abril de I968

,

(Diário Oficial da União, seçao I, parte I, IO6 (8I) 29 abril 68), que exige a
instalaçao

de bibliotecas públicas em todos os municípios brasileiros

a

EBDSC, objetiva apresentar com ôste trabalho as condiçoes para pronta insta?.açao dessa instituição cultural âs entidades administrativas municipais.
A aplicação de programas de açao aqui desenvolvido tenta planejar
e padronizar a instalaçao, organizaçao e funcionamento de Bibliotecas

através

de cooperação que as Escolas de Biblioteconomia podem oferecer.
Desejamos ressaltar ás autoridades o cruciante problema das
bliotecas no interior que, afastadas dos grandes centros culturais,

bi^

desprovi-

das da facilidade de informação nao possuem condiçoes de proporcionar à

popu

laçao meios para desenvolver o gôsto pela leitura desde a infância (falta

de

bibliotecas infantis), para completar os ensinamentos escolares, (falta de

b^

bliotecas escolares), aprimoramento cultural, atualizaçao constante etc...
Infelizmentc as Bibliotecas Públicas que estão ao alcance dos le^
torcs do interior se encontram cm precárias situações desde a instalaçao,

ma

terial e funcionários.
1.1.-

FUNÇÃO DAS BIBLIOTECAS PUBLICAS
Para preencher sua finalidade a Biblioteca Pública deverá

conh£

_ 2 -

g

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1

�cer as diferentes espécies de leitores que irao frequentá-la em cada conmnida
do.
Através de levantamentos elaborados em Bibliotecas (principalmen
tc nas regiões de São Carlos, Araraquara, Rio Claro), concluímos que os

fre

quontadores dôsse tipo do biblioteca sao: o público infantil, o escolar, e

o

adulto em nível médio de instrução.
Consequentemente uma das primordiais funções da Biblioteca Públ_i
ca refero-se a sua responsabilidade quanto ao público infantil visando

cult^

var o hábito o o gôsto pola leitura, orientar na claboraçao de pesquisa,
senvolver tendências artísticas, enfim possibilitar futuras aptidões e

d£
cria

tividade.
i
[
1I

Atualmente o estudante apri^senta elevado índice do frequência em
Bibliotecas Públicas portanto, inclue-se entre suas funções a complemcntação
dos ensinamentos ministrados pelos estabelecimentos de ensino. Nao estará aí,

i
1

limitada a função educativa

devendo a biblioteca oferecer a possibilidade

à

populaçao, de continuar a so instruir, estimulando a liberdade de expressão ,

l
1
I

favorecendo uma crítica construtiva dos problemas sociais, dando finalmente -

i

ao homem uma formaçao que lhe permita exercer uma atividade criadora no

qua

dro da coletividade.
A Biblioteca Pública deverá também dar assistência a tipos

de

leitores que merecem cuidados especiais como; cegos, prèsos, hospitalizados,
asilados, o outros, extendendo-sc cm função social.
Por intermédio de obras cuidadosamente selecionadas ela possibiI

litará a regeneração ou recuperação dêsses elementos que bem orientados retor
narão a uma atividade social normal ou atingirao intelectualmente uma liberda
do e constante atualizaçao.

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�1.2.

-

A ADHINISTRi\ÇÃO MiJNICIPAL E ORGANIZAÇÃO DA BIBLIOT

A administraçao municipal dovo colocar a biblioteca como um

dos

seus programas prioritários.
A instalaçao de bibliotecas não é de grande custo, polo contrário
encontra-se em têrmos de realizaçao, e está enquadrado nos orçamentos

munici

pais.
Podo-se tomar por base o exemplo do países mais adiantados

que

contam com grande rõde de bibliotecas porém instaladas dentro do padrões modos
tos mais eficientes.
1.3.

-

A ITIPORTANCIA DAS BIBLIOTECAS E DO LIVRO NA COHUIJID

Ampla e profundamente é já conhecido o papel primordial da bibli£
teca Pública como centro do vitalidade e dinamismo cultural, quando de
quer forma, identifica o povo para um mais vivo interSsse pelo livro,

qua_l
instru

mento dos mais eficientes na oducaçao.
Convém observar, porém, que para ser roalmonte um centro do dinamismo cultural, a biblioteca deve adaptar-se ao ritmo de nosso tempo, procuran
do corresponder, através de transformações, por vSzes radicais, em seu acervo,
às necessidades do seus usuários em precisão e rapidez do informação.
2.-

PADRÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE BIBIJOTECAS PUBLICAS
A missão a ser desenvolvida pelas Bibliotecas Públicas pede gran-

de responsabilidade, portanto seria ideal que tõdas elas se estruturassem

em

padrões essenciais visando uma mútua cooperação.
Os itens fundamentais para se conseguir uma verdadeira integração
na rSde de Bibliotecas sab:
2.1.-

PROGRAMA MÍNIMO

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�2.1.1.-

Local do funcionamento
Para quo os requisitos mínimos exigidos ao funcionamento do

uma

Biblioteca Municipal possam ser enumerados| ê necessário inicialmente considerar quo essa instituição deve atender todos os habitantes exceto os quo já
estão atendidos por outras bibliotecas (escolares, especializadas, etc...).
Dependendo da condição financeira do município 6 quo será o

l£

cal adaptado (portanto já existente) ou será planejado prôviamente para

o

funcionamento adequado de uma biblioteca (mais sempre respeitando o programa
mínimo).
No primeiro caso o prádio terá que ser verificado quanto ao esta
do da construção pois para se manter livros e demais materiais em condiçoes mínimas de conservação e uso no próprio local, devem observar-sc ventilação,
iluminação (.artificial o natural) c o problema da umidade; condiçoes

essas

essenciais, portanto verificadas por especialistas (arquiteto e engenheiro).
No caso da construção de um prddio próprio Sste deverá ser

pia

nejado (planejamento Ssse resultante de estudos profundos entre arquiteto

e

bibliotecário), visando principalmente expansao futura, pois a biblioteca

ó

um organismo em constante crescimento.
Quanto a localização do prédio, deve ser respeitado o plano

d^

rotor do município (biblioteca enquadrada no centro cultural) ou objetivar a
facilidade para o usuário localizando-so na zona central.

-

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�2.1.2.-

Mobiliário
A escolha do mobilidrio de uma biblioteca dependerá do bibliotecá

rio o autoridades competentes, que olaborarao um estudo das necessidades

dos

mesmos•
As considerações gorais mais importantes a serem obedecidas

são

quanto a durabilidadoi consorvação do material, oBtdtica o principalmonto

a

funcionabilidado.
Os padrões mínimos exigidos para instalaçao de uma Biblioteca são x
2.1.2.1.

-

Estantes

Que podem ser de madeira (da melhor qualidade, bem sSea e curada)
ou de aço que são as mais aconselhadas (vantagem sôbre as do madeira -

aux^

liam na conservação o limpeza do material, são mais resistentes, e suas

pra

teleiras podem ser graduadas).
2.1.2.2.

-

Mesas

Para o usuário (na sala de leitura) variável no tamanho (ideal de
4 à 8 lugares) e para o bibliotecário (mesa de trabalho, com gavetas, e

com

local próprio para ser colocada uma máquina de escrever).
2.1.2.3»1&gt;- Balcao
De preferCncia de aço. Necessário ao atendimento e ao material de
circulação.
2.1.2.4*“

Fichários
Necessários para o arquiv.amonto dos catálogos, de preferôncia

de

aço, pelas vantagens das estantes.
2.1.3*“

Pessoal Bibliotecário
Em tôdas as atividades profissionais conta-se com pessoal especia

- 6 -

;-:“rTs ;■

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�lizadOj o que também acontece na área da biblioteconomia.
E essencial que se contrate um bibliotecário para a direção

dos

trabalhos a serem desenvolvidos por uma biblioteca.
Considerando uma Biblioteca Municipal em formação, e também

o

problema financeiro de determinados municípios, podemos admitir a contrataçao
do um pessoal auxiliar, mas sempre com a supervisão geral de um profissional.
Esse auxiliar poderá ser um estagiário (aluno de Escolas de
blioteconomia) ou um funcionário que conheça princípios de datilografia,

que

tenha um bom conhecimento geral, boa apresentaçao, noçoes de relações públi cas. 0 bibliotecário orientador

dará a õsse funcionário um treinamento

esp£

ciai para o preparo do acervo da Biblioteca.
A biblioteca contará entao com um bibliotecário especializado
contratado por apenas alguns dias do môs e um auxiliar de biblioteca

,

contra-

tado para o atendimento constante do usuário.
A entidade administrativa que possue meios para contratar um

b£

bliotocário estará sem problemas algum quanto ao funcionamento, organizaçao ,
atendimento, seleção o aquisiçao do material, da biblioteca além da divulga çao c promoção da culturaj o que contribuirá para o engrandecimento do nível
cultural da comunidade.
2.1.4.-

Acervo inicial
No planejamento do acervo do uma Biblioteca Pública mínima

d£

ve—se estudar cuidadosamente todo 0 material necesoário para o seu início.
A experiência de muitos, provou que, para atender à procura

em

tais bibliotecas, Ó necessário estipular procontagens para os assuntos.

- 7 -

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�A seguir apresdntamos uma tabela de assuntos que vai servir de or^
ontaçao, embora nao sendo definitiva.
Filosofia

5^

Religião

2%

CiGncias sociais

95^

Filologia
CiSncias puras

11%

Ciências aplicadas

14^

Artes

6%&gt;

Literatura

30^

História c viagens

125^

Biografia

4%

Diversos

3^

2.I.5.-

Manutenção

2.1.5.1.-

Recursos financeiros
A boa aplicaçao das verbas recebidas, implica na necessidade

de

seguir normas para que nao haja prejuízo de suas atividades. Sendo esta

uma

Biblioteca Pública, no sentido do servir a uma comunidade, suas instalações d£
penderão de recursos financeiros dados pela prefeitura.
A verba seria tirada do orçamento do município, valor Sste angaria
do pelas autoridades o também pelas campanhas desenvolvidas na própria comunidade, sendo que a prefeitura deverá consignar no mínimo ifo da receita geral

,

recursos êstes provenientes de fundo de participações dos municípios distribu^I
dos pelo govôrno foderal.
Criar uma biblioteca nao é trabalho penoso, trabalho mesmo é

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man

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1

�tO-la um boas condiçouB, visando sempre a cultura, fazendo dela um organismo
vivo o crescente nao dcixando-a a simples depósito de livros,
Para manter as bibliotecas nos mais altos padrões culturais 6 preciso que as pessoas responsdvcis tomem conliecimento mais prático de sua finalidade, contribuindo o máximo possível para a implantação das mesmas

o

sua continuidade,
2,1,5,2,-

Cooperação de instituições ligadas ao programa do livro e bibli
otücas
Tem-se notado a cooperação de entidades particulares entusiasma

das cm ajudar 0 programa de elevação da cultura incentivando a leitura

e

a

criação do bibliotecas,
Infolizmonto os rácursos existentes são precários, e os

livos

quo as mesmas doam nao chegam a abranger a quantidade de pessoal que frequon
tam as Bibliotecas Públicas, quer no sentido de pesquisa, quer na recreação;
0 demais não possuem condições para 0 melhoramento das instalações e

tambóm

dos materiais necessários ao seu funcionamento,
0 intuito das entidades 6 incentivar ás autoridades mixnicipai s
no aprimoramento do acervo, fazendo com quo estas criem os seus

próprios

meios do obtenção do recursos para a continuidade da biblioteca,
No Brasil tomos entidades como: Instituto Nacional do Livro

,'

Centro do Bibliotecnia, Serviço Nacional do Bibliotecas llunicipais. Fundação
do Livro Escolar, Sub-Comissão de Bibliotecas do Conselho Estadual de

Cultu

ra, quo muito colaboram neste sentido,
3,-

FUNCIONitflENTO DA BIBLIOTECA
Para quo uma biblioteca possa funcionar sem criar problemas

pa

“ 9 -

cm

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�r

ra 0 ôrg^o do que depondo, (no caso as profoituras) é essencial que ela seja
muito bem equipada (estruturada), c que sou planejamento soja elaborado

por

um especialista, pois além dôlo conhecer realmente a técnica bibliotcconSmica terá condiçoes do analisar as experiências realizadas nossa área o

daí

partir pvara adaptaçao ao meio ambiente que a biblioteca irá servir#
A importância do plano de trabalho está portanto na previsão

,

coordenação e contrOle do todo programa a ser colocado em prática,
3.1.

-

PREPARO DO ACERVO

Reunidos os materiais que constituirão o acervo da biblioteca

é

necessário que se estabeleça um ponto de comunicação do mesmo com a faixa da
população a que se destina,
Essa comunicação sé será atingida através de uma sequência

de

trabalhos inter-relacionados ques identificarão o material como pertencent e
â biblioteca (carimbagem); determinarão a procedência e contrêle do acervo (
tombamento); possibilitarão através de uma sistemática a organizaçao dos
toriais visando sempre uma recuperação rápida da informação (processos

ma
té£

nicos e preparo).
Em rápida síntese êsse trabalho condicionará o uso do acervo
biblioteca pelo usuário que fácilmente tomará contato com a ordem dos

da
dife

rentes tipos de materiais na biblioteca utilizando-os na'sua totalidade, ponto êsse primordial a ser atingido pola instituição,
3.2.

-

PROCESSOS TÉCNICOS

A técnica utilizada pela biblioteca para sua organização visará,
no caso de bibliotecas populares uma maior simplicidade para que a grande va
riedado do leitores que ela propoo atender, possa compreendê—la.

- 10 -

&gt;

�r

Porím caberá ao bibliotecário responsável por 0ssc organismo a va
lidado o a definição dos sistemas e critérios a serem adotados.
Passaremos a enumerar considerações gorais sôbre êssos processos:
3.2.1.

Para a instalação

Aquisição o seleção

do bibliotecas mínimas o problema central d

a

seleção o aquisiçao dos livros. Esse trabalho deverá se basear numa escolha es
*
truturada para satisfazer o leitor médio.
3.2.2.

-

Classificaçao

A classificação de uma biblioteca se baseia cm reunir os diferentes materiais, agrupando-os de acôrdo com seus graus de semelhanças.
Cada tipo de material deverá ser analisado quanto ao seu conteúdo
(assunto) o devidamente enquadrado a um sistema de classificação do preferência decimal devido á fácil memorização c possibilidade de expansão,
3.2.3.

~
Nota-se no Brasil

Catalogaçao

a necessidade da criação de um código brasiloj.

ro de catalogação, que muito facilitaria as bibliotecas desprovidas de recursos
como as Bibliotecas Públicas de todo 0 país.
Muitos tentaram elaborar Ssse código, no entanto apesar de tSrmos
algo a respeito a concretização do mesmo ainda nao se efetivou devido ás diver
gSneias existentes entre as regras de catalogação.

* Maiores detalhes sCbre Cste item, ver 0 trabalho da Professêra da Escola

do

Biblioteconomia 0 Bocumentação de São Carlos, Regina Célia Silva Baptista
Seleção bibliográfica, a ser apresentado no VI Congresso Brasileiro

de Biblio

toconomia 0 Documentação que será realizado em Belo Horizonte de 4 a 10 de
[

ju

nho.

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�Como :^inda nao temos um código brasileiro do catalogação, o

bi-

bliotecário deverá recorrer aos códigos existentes, aproveitando regras

que

faltam em um dêles que muito bem poderão ser supridas pelo outro, não se

es

quecendo dos princípios de catalogação internacionalmente conhecidos.
3.2.4.-

Circulação
A circulação da biblioteca ó uma das principais unidades do aten

dimento ao público.
A principal finalidade da circulação ó a imediata entrega

aos

leitores das obras solicitadas. E importante o relacionamento do bibliotecá rio com 0 leitor, para maior difusão do acervo da mesma. Para isso C necessá
rio requisitos especiais para o bibliotecário no tratamento individual com oe
diferentes tipos de leitores.
Como a biblioteca se destina ao público cm geral, fixando

um

regulamento estabelecido pelo bibliotecário responsável servirá tambóm

para

os itens citadoss documento de identificação no ato da inscrição; empróstimo
varia no tempo o no tipo da obra; devolução varia no sistema de multa e
pensão; perda c rasuras variam tambóm
4.-

su^

na reposição ou pjigamcnto da mesma.

SERVIÇOS DE EXTENSÃO BIBLIOTECÁRIA
Determinadas localidades desprovidas de bibliotecas, e sem recur

sos financeiros para instalar uma, podem utilizar-se de extensões bibliotecárias menos dispendiosas que atuarão sob a orientação do uma biblioteca,
■

ins

tituiçoes, associações ou escolas de biblioteconomia.
4.1.-

CAIXAS ESTANTES
Caixas de madeira tipo estante onde sao colocados livros a serem

distribuídos por diferentes locais. Equipados com material bibliográfico sel£

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�i
cionado espccialmentc aos loitorcs do local a quo irá servir, essas caixas po
derao scr distribuídas cm escolas, indústrias, hospitais, prisões, etc...
t
Devido ap pequeno número do obras que comporta, elas deverão ter
seu acervo renovado periòdicamente.
E essencial que uma pessoa fique com a responsabilidade de

con

trolar o material.
4.2.

-

CARHOS-BIBLIOTECAS

Biblioteca volante com a finalidade de atender populaçoos que c£
tao localizadas fora da zona central ou em distritos.
0 pequeno custo de um carro-biblioteca (em relação â construção
de um prédio), a vantagem dc atender uma grande faixa da população dc um mun_i
cípio e região (som' problema do distância) Justifica a eficiência dSstc
cultural o incentiva as autoridades a iniciarem através dSle assistência

érgaP
bi^

bliotecária em sua comunidade.
4.3.

-

BIBLIOTECAS DISTRITAIS

Sala do leitura, instalada cm bairros distantes ou distritos

v^

zinhos ao município e dependentes de uma biblioteca central.
Outro meio para solucionar 0 problema de atendimento do leitores
dc regiões distantes é através dêsse tipo de biblioteca, do baixo custo

pois

funcionará apenas em uma sala, onde uma pessoa controla 0 empréstimo do

mat£

I

rial 0 presta serviços do informação.
4.4.

-

PROTfOÇÕES CULTURAIS

Palestras, conferências, em rádios, escolas. Jornais, sêbro

t£

mas relacionados direto ou indiretamonte ao campo bibliográfico, despertam no
público sua frequência à biblioteca ou à criaçao de uma quando possível,

ou

- 13 -

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�simplesmente dc uma extensão dos serviços bibliotecários.
Exposições
Devem ser feit '.s com umi determinada Irequència, sejam elas

de ma

teriais bibliográficos ou de qualquer outra utilidade referente â biblioteca ,
'

I»

tendo sempre em mente o maior acesso o interôsse do público.
4.4»2.-

Cursos e oonferGncias

4.4»2.1.-

Cursos
Os cursos ministrados per pessoal competente da biblioteca

ser para orientação de

podem

como usar a biblioteca e também como fazer pesquisa b^

bliográfica.
4.4»2.2.-

ConferCncias
0 bibliotecário elabora pesquisa atrwés de seus dados estatísti-

cos dos assuntos mais procurados e convida conferencistas sôbre os mesmo

para

êsse público leitor.
4.4»3«-

Feiras de livros
A biblioteca entra em contato com editoras para obter livros

a

preços reduzidos e organiza uma feira de livros em seu próprio prédio ou em ou
tro lugar cedido pelo tempo de duraçao da mesma.
Os livros apesar dc serem vendidos ao público por preços

menores

que os das livrarias, dando um pequeno lucro que servirá á ampliaçao do acervo,
da biblioteca.
5.-

PROPAGANDA E PUBLICIDADE DA BIBlIOfECA
A biblioteca, como um centro vivo da cultura, de sumq -importanci a

dentro da comunidade, oferece um grande número de serviços á populaçao,

que

nem sempre são conhecidos,
Ela mantém seu material preparado para uso imediato de seus

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gentilmente por:

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�quentadorcs, e normalmente dentro de suas funções oferece: educaçao, formação,
ilustração, provas, divertimentos aldm de sanar, regenerar (no caso de doentes
prêsos, asilados, etc.).*
Para atingir seus objetivos a biblioteca necessita de um plano de
divulgação que irá anunciar seus prdstimos o promovS-la,
5a,’*

DIVUIGAÇÃO
0 que divulgar?
- o que é bibliteca, sua finalidade, objetivos e funções;
- regulamento, horário, enderôçb;
- catálogos;
- acervo sôbre o município e região;
- todo 0 seu acervo;
- material novo;
- relatórios e estatísticas;
- demais proínoçoes culturais e cívicas (exposições, concursos ,
desfiles comemorativos, etc.).
Onde divulgar?
Essa divulgação deverá ser feita através de nossos mais moder

nos meios de comunicação: jornais, rádio e televisão,.que possuem grande

p£

der do penetração.
5.1.1.-

Jornais
E muito import .nte para a biblioteca, e surte um grmde efeito,

manter nos jornais da cidade uma coluna informativa.
Não há dificuldade para tal, pois existe interesse do próprio jornal para Osses artigos, port .nto chegam a oferecer gratuitamente uma colu

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Digitalizado
gentilmente por:

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�na o o bibliotecário contará com o ap3io c colaboraçao de autoridades| litera
tos o demais pessoas interessadas na divulgação de tão eficiente centro cultu
ral 0 do pesquisa,
Esta coluna poderá ser diária ou semanal; de ac3rdo com a possibi
lidado do ser elaborada, deverá localizar-so em lugar bem visível.
Rádio ü televisão
Os programas de rádio e televisão serão semanais, terão temas

va

riados como: crítica de livros, dramatizações de livros infantis, programas de perguntas e respostas, entrevistas com escritores, etc.
5.1.2.1,

-

Rádio

A própria rádio loc ’.1 oferece seus horários para programas culturais. Os horários de maior audiCncia são: das 11:30 ás 12:30 e das 17s30

ás
h',-

18:30.
5.1.2.2,

-

Televisão

í' •

0 preço de um programa de televisão é muito elevado, e alguns

ca

nais acreditam que não há interdsse em programas culturais. Qualquer informação importante poderá ser d ida no horário das notíciis. lias canais como;

TV

Cultura e Gazeta não pensam assim e muito colaboraçao nessa divulgação,
6,-

CONCIUSÃO
A implantação de Bibliotecas Municipais requer pois, rigoroso pia

nojamento, que não pode ser elaborado empiricamente por leigos, já que

resujL

taria em problemáticas situações.
Recorrer a tdcnicos é 0 meio mais eficiente, econômico e racio —
nal.
NÔsse sentido contamos com entidades orientadoras como: Serviço

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gentilmente por:

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Nacional de Bibliotecas lunicipais, Comissão Estadual de Bibliotecas, Associa
çoes do Biblioteclries e Escolas do Biblioteconomia.
Nao temos conhecimento da atuação dessas ontididos porém assegura
mos que as Escolas de Biblioteconomia, se forem solicitadas, se colocam à dis
disposição dos interessados no dosenvolvirtiento de planos especiais e adequa doB ao campo de atuação de bibliotecas.
Recomendamos que Cste plano, após serem fcitis as correçoes

que

merecem pela Assembléia Geral, seja divulgado junto 3, Prefeituras funicipais.
7.-

BiBiiogr:íFIA consuitapa
AI’ATO, P. Nunoz.- Planejamento...
Fund .çã

3® edição.

Rio de Janeiro,

Getúlio Vargas, 19C6.

CONGRESSO Brasileiro de Biblioteconomia e Documentaçã'. , 55, são
Paulo, 1567. - Bibliotecas geraiss bibliotecas públicas!; sua
dinamizaçgo c a divulgação da biblioteconomia, por Escar Ila—
nuol do Castro Ferreira.

Sao Paulo, 1967»

CORBETT, Edamund

V. - The public library and its control.

2nd

editlon...

Londõn, Association of Assistant Librarians,

1966.
GAIVIN, H'^yt R. &amp; BííHEN, Martin Van. - El
na bibliütoQapública.

edificio de la peque-

/"'aris/, UNESCO, /cl959/»

HEINTZE, Ingeborg. - Organización de la pequena biblioteca
blica.

pú-

/Paris/, UNESCO, /CI963/.

FANN, Margaret. - Catalogação c classificação de livros.

Rio de

Janeiro, Fundo de Cultura, /1962/.

- 1^-

'.VT d-

�</text>
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Documentação&#13;
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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