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                  <text>VI GOÍIGHE.íSO riI^SlLEIRO PE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Bolo Horizonte
4 n 10

de

.jirlho

de

1971

-.CAKEJAMUHT V. ill lílSWi.AÇAO

BlBLIOTirJiS E J VliCIaLIZ.\Dí&gt; S

Biliioíeca da Escola de E.ií’:onha'.-’ia de 3ao GarIn- -- Uiilv^crsiAade de Sao Paulo.

por
Isabel 1'iavxa do Castro 3'’ooce:.oa
Babliotecírra fcríi.ada oela lí joola de Biblioteconomia■ o Documentação
de S"C'

Car3oc o Biblio-'^''âri.a da

Biblioteca da mesma Escola,

ooloboix^çr.o Ce
C-or :oa VI "Oa 'iolcão Plz;:.
'■iurOp. Jorjfa
•IaJ‘ia

Cj',mí;B.o Uc-bder

Eoide J!'d: noo í
Alojc: do Pí' aao c.a «';.cIo. -Le Blblictaooacnia e Dociimentaçao de Sao
C a. r .■ o c .
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�RESUMO

Estuda, dentro do complexo

educacional

brasileiro, a situaçao das Bibliotecas Universitárias, analiza^
do suas funções, finalidades, planejamento o extensão biblio gráfica na comunidade. Fundamentando o trabalho, efetuou-se um
estudo junto 3. Biblioteca da Escola de Engenharia de Sao Car los, que á a análise detida de seu histárico, análise da sitiw
*&gt;*
^
çao atual e do plano de instalação do novo prédio, suas funções
gerais e específicas do circulação, processamento tácnico, etc.

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�SUMJÍRIO

1, Bibliütccar. UiiivcrEitárias
1.1. Introdução
1.2. Extonoao bibliotoc'ria

2, Biblioteca da Escola do Engenharia do Sao Carlos, Universidade’ de são
Paul o
2.1. Histórico
2.2. Sitiiaçao atual
2.2.1.

Acervo

2.2t2. Frequência
2.3. Plano

de Instalaçao da Nova Biblioteca

2.3.1. Edifício da Biblioteca
2.3.1.1. Planta
2.3.1.2. Localizaçao física
2.3.1.

-3. oalas de leitura

2./;. Fimções gerais da biblioteca
2.5. Punçoçs específicas da biblioteca
2.Ó. Serviços
2.6.1. Cirrulaçao e área

social

2.6.2.1. Gontrôlo de circulação mecanizada
2.b.3« Seleção, aquisiçao c recepção de acervo

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�2,6.4» Processüü tocnicos
2.6.5. Documentação c anítliso do informação
2.6.6. Reprografia
2.6.7. Dop(5GÍto regional
2.6.8. Automaçao

3. Rocomendaçoes

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�C.D.D. 026.620 98I 612
C.D.U. 026:62(816.12)

1. BIBLIQTKCAS UNIVERSITiQ^IAS
Isabel Maria de Castro Ferreira
Gerson Edson Toledo Piza
Maria Josefa Marins
Maria Lixiza Olyntho Redher
Neidü Hudinea França

Sindpse

Análise geral da situaçao das Bibliotecas Universitárias Brasileiras 0 planejamento da instalaçao da nova Biblioteca da Escola de Engc
nharia de Sao Carlos, Universidade de Sao Paulo; processos tácnicos, si_s
tematizaçao o padrões mínimos para seu funcionamento.

1.1. Introdução
No.momentQ em que as autoridades brasileiras colocam em plano supç
rior o problema educacional brasileiro, quando todo esse complexo d estudado minuciosamente, desde a erradicação do analfabetismo atd o ensino pago no país, fala-se muito em Educaçao, mas pouco ou quase nada s8bre o que representa a Biblioteca junto ao educando em qualquer nível ,

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�mostrando-lhü novos horizontes, criando o hábito pela leitura, pela pesquisa do informação, dos mais simples fatos, atá as mais r&lt;^centes con quistas científicas.
Parece qté que as nossas bibliotecas já estão em posição tao relevante que será desnecessária

a referência h "Universidade do Povo".

Sucede exatamento o contrário. Nossas bibliotecas Páblicas, Escola
res, Infantis nao estao cm boa situaçao, u as Bibliotecas Universitárias
Boguom o mcEiiiu caminho.
0 nível das Bibliotecas Universitárias no Brasil á realmonto negativo. As Universidades

le nosso país melhoraram de nível, porám as Bi-

bliotecas Universitárias nao se expandiram de forma idêntica.
As Universidades cxpandiram-sc e organizaram-se num plano geralj o
mesmo nao acontecendo com as Bibliotecas, instaladas que for..m em locais
adaptados. Poucas Bibliotecas se desenvolveram de forma semelhante ás Universidades a que

estao ligadas, faltando-lhes, principalmente, um pia

nejamente.
Nao devemos fazer comparações com bibliotecas de outros países

o

suas possibilidades. Considerando porám, as possibilidades do meio brasileiro, que sao muitas, concluimos que, enquadrados nos modernos con ceitos de

biblioteca, faltam ás Bibliotecas Universitánias Brasileiras

um planejamento.
Apresentamos abaixo aspectos importantes para um planejamento,
que nao devem ser consideradas isoladamente:
a - estruturação
b - edificios e instalações

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e

�o - padrous mínimoG dut
material bibliográfico
equipamento
processos tácnico
recursos financeiros
pessoal1 (1)
As biblietecas departo-rnentais ou institucionais, dentro de uma me^
ma Universidade, devem procurar

se constituir em rede, obtendo dessa ma

noira:
a- melhor interligação dos acervos
b - padrões para tr^-balho em cooperação
c - cat&lt;álügü coletivo
d - circulação de acervo em padrões de uniformização
0 - deaçees e intercâmbio de documentos
f - depásito comum de acervo bibliográfico menos utilizado
g - aquisiçao plc.nificada
h — eficientes recursos de comunicações int&gt;-r—departamentais
1 - uma planificaçao geral com Biblioteca Central e acervos de Lit£
ratura operacicno.l dos Depa.rtamontos.

(1) HivílüR, Alfredo Américo - Bibliotecas Universitárias; análise da si tuação Brasileira e sugestões.
Sao Carlos,.. 1967f p«2. Trab. apres.
ao 5® Congresso Brasüèiro do Biblioteconomia o D&lt;-cumentaçao, Sao Pa.u
lo, 1970.

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�Apoiando os finalidades do Ensino Superior, a Biblioteca Universitária pode, com g:randü eficiência, '•a - cooperar com programas escolares, satisfazendo professÔres

o

alunos
b - orientar os profuseSres o alunos no uso esclarecido e proveitoso
dos recursos bibliográficos e audio-visuais da Universidade c de

outras

bibliotecas
c - cooperar com os professores na séleçao e emprego de todos os tipos do materiais que sejam aplicados aos programas do ensino
d - orientar professores na utilização das instituições de pesquisa,
o também das fontes de informação do país e do estrangeiro
c - participar com os diretores c professores na elaboração de programas que visem o constante aperfeiçoamento profissional e cultural

do

pessoal docente
f - cooperar com outras bibliotecas e agências de serviços sociais ,
no planejamento e execução de um programa bibliotecário para toda a comu(2)
nidade ou zond em que se encontra a Universidade,"

1,2. Extensão bibliotecária
Uma Biblioteca Universitária deverá preocupar-se com sua extehsao

,

nao ficando restrita sômente á Universidade o aos Universitários, tornando-se um complemento de cultura e lazer da comunidade.

(2) FONSECA, Edson Nery da - Roteiro para Organizaçao de Bibliotecas Universitárias .
Bmsília, Piloto, 1967, P*13«

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�A uxtunsao bibliotoCiíria poderá realizar—so do vários medos| G ontro ülos dosto.camoBi
a - purmissao de frequência ás Biblit tecas Univi^rsitárias a todos
os

inti^ressadosI mesmo nao pertencentes á instituição

b - orjoJiizaçao de coleçoes versando assuntos literários, humani dados, filosofia, ciências sociais , etc., nao se limitando

5.

especial izo.çao
c - organizaçao de um sistema dó carros-biblicteca,, com a finalida
de de despertar o cido.dao para o ap&gt;^rfciçeamento, oferecendo —
-lhes

facilmente estímulo para melhorar seu nível de leitura,

e simultaneamente, org^^nizar programas culturais, sob as mais
diversas formas: exibição de filmes, exposições, conferências,
feiras de livros , etc.

2. BIBLIOThCi. Dü üSGOLíi DE ENGidJlLiRIi^ BE SÍIO C^.RLOS - USP
2.1. Histórico
A Biblioteca da Escola de Engenharia de Sao Carlos - USP, foi instalada a 15 de agosto de 1953i com a finalidade.de atender as necessida
des bibliográficas dos cursos de gradu-.çao, pós-graduaçao, pesquisa, a-.tendendo igualmortte a assuntos de litero.tura o humanidades.
Na sua instalaçac foi elaborado um programa amplo de aquisições ,
prinoipalmente de publicações periódicas e índices bibliográficos, cem
como coleçoes completas de numeres atrasados de revistas, visando cobrip

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�outrq lacuna» "a carGncia dCsscs-írgaos no Interior".
Os anos passarívm o a Biblioteca foi enfrentando uma s6rie de problemas I sendo o principal dGles a insuficiência de verbas. Êsse pro blema o outros impediram com que o progréima pré-cstabelccido viesse

a

ser realizado na sua totalidade.
Esta situaçao trouxe sdrios prejuízos para a Biblioteca, que
pode acompanhar paralelamente o grande

n^o

desenvolvimento da Escola,

2.2, Situaçao Atual
A Biblioteca da Escola de Engenharia de Sao Carlos - USP, d

um

drgao subordinado diretamente ê. Diretoria da Escola. Devido 2, expansão natural do acervo bibliogrdfico e diante da precariedade de espaço físico,

a Biblioteca estd dividida, quanto 2, localizaçao, cm duas

áreas diferentes» - Prédio da Rua

Julho e parte do 2° andar

do

Bloco E-1.
0 espaço de que dispõe a Biblioteca d insignificante , e impossibilita um pleno atendimento, nos padrões mínimos do uma Escola Un_i
versitária. Sdmente na sua área para leitura deveria dispor de

uma

instalaçao para acomodar l/3 do pessoal docente o discentei Nêsso s^
tor a área disponível d apenas l/20

do necessário.

2,2.1. Frequência
Com uma frequência média diária de apenas 40 pessoas o ambiente
torna—se inadequado diante de ruídos e aglomerações de pessoas.

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�2.2.2. Acervo
0 sou acorvo censtitui-so do um total do 25.8O6 livros o revistas
além do I.I50 microfilmes, 4*200 catálogos, 220 mapas o 6.GIO folhotos.
Rccüfeo a Biblioteca do Escola da Engonhr.ria, não sé a visita do og
tudantes de Escola o da comunidade Saocarlense, mas também de outra localidades. No ano de 1970 a movimentação foi a seguinte:- 33*500 consui
tas, 0 28.ÜO6 empréstimos.

2.3* Plano de instalaçao da nova. Biblioteca
Vis:’.ndo fazer frente a uma nava sistomatizaçao de ensino em que a
pesquisa, a leitura e írequência 5, Biblioteca desompenham importante pa
pcl, a Escola dc Engenharia de Sao Carlos emponhou-se na construção de
um prédio para a su,. Biblittéca, tentando c.ssim sí-n^.r, em ptirto, com al
gumas falh, ,s.
n orientação obedece a dois princípios básicos:
IB -A Esccl;. possuirá uma Bibliotoc^. Central, contendo coloçoes /
completas dc periÓLl.icos, anais, relatérios e obras dc reforên
cia, além dc um acervo de assuntos especializados gorais, contando, também eSm equipamento reprográficoj
20 - A Biblioteca Central competirá a orientaçao o entrosamento das
bibliotecas cm diferentes áreas dc especialização nos seguintes
campos I
a - Ciências : - reunindo acervo de Matemática, Física, Quími ca o Geologia

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�b - Engcnhcria Civil;- reunindo acurvo de Hidráulica, Máquinas, Metalurgia, Física, Técnica, Veículos Automatorcs, Aeronáutica, Termodinâmica
Aplicada, etc...
Com esta orientação procura-se atingir condições mais racionais de pe£
soai, instalaçao e acessibilidade.

2.3»1» Edificio da Biblioteca
T6da a Biblioteca envolve uma série de funções que necessiriamente pr£
cisam ser analisadas em aspectos específicos.
Devem-se levar em consideração aspectos gerais, como a região

cm

que

será instalada a Biblioteca, o ambiente cultural em que ela possivelmente ,
se desenvolverá o aspectos específicos, tais como a peculiaridade do usuá rio.
A fcrmulaçao dos princípios que irao orientar o plano para a constru çao de um prédio de uma Biblioteca Universitária é apoiada em todos os deta
lhes das atividades que futuramente irao ser desenvolvidas dentro dessa Biblioteca. Nao se pode admitir a construção de lun prédio de uma Biblioteca ,
principalmonte Universitária, sem uma avaliaçao precisa dos objetivos

de

trabalho que futuramente serão implantados e desenvolvidos.
Levando-se em consideração o

aspecto região, foi indispensável que a

Biblioteca da Escola de Engenharia de Sao Carlos estabelecesse uma progra
maçao de Smbito local, mas dentro de

um esquema de rêde de Biblictecas,in

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�ter-ligcidas, c dc cxtomA Ci-cijcraçac cntru.oi.
Quanto ÍL poculiaridade do usuário, foi civaliado o nfvol quantitativ
vo dos frequentadores da Bibliotecc., nao s&lt;5 da prdpia instituição, mas
tambím daqueles que realizam v..tivid..des pan-lolas como curses de pds-gra
duaçãu, pesquisa e aperfoiçoíjnento.
0 plcJiejatnento do uin prédio para uma biblietccc. deve atender da melhor forma, tanto aos padrões de utilização pelo usuário, como também na
administração.
A carência de prédios préviamento planejados o eopccializaodss para
o funcionamento do uma Biblioteca determinou extremo cuidado na claboraçao do projeto da Biblioteca da Escola de Engenharia de Gao Carlos.

2.3.1.1» Planta
Em anexo.

2.3.1-2. Localização Física
ii lücaliza.çao ffsica da Biblioteca, em rolaçao aos dem^-is núcleos
de um campus, representa um ponto básico no .planejamento, já que foi tomado em conta o fato de que a área de construção da Biblioteca deve estar dentro de uma perfeita rovcionalidado de aplicaçao do recursos e co municaçoes.
0 espaço físico delimitado para a construção do prédio da Biblioteca

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�da Escola do Enconharia do Sao Carlos vem atender ao padrao ideal, suporan
do a tondunoiví atual do fracionamonto do um acervo. Eviteu-so dosso modo,a
montalidado do usuário docente que deseja um acervo do fonte de informação
distribuindo cm pequenos núcleos o depa,rtamontoo ou disciplinas específicas.

2.3«1«3» Sala de Leitura
0 acervo será distribuído de acordo com ac analogias dos assuntos tra
tados pelos documentos, do forma a estabelecer ambientes distintos, de

a—

cordo com o tipo do informação desejada, colocada d disposição imediata do
usuário.
Nas salas de leitura foi prevista a possibilidade de música ambiente,
controlada pelo usuário, que poderá desligar o som quando julgar

necessá-

rio, pois leva-se em consideração as características dos leitores no

com-

portamento individual que se diferencia em escalas bem próprias.
Os usuários, muitas vezes realizam pesquisa em grupos, cm forma de S£
minários, donde resulta a conversaj outros desejam a leitura isolados. Foram previstas diversas formas de acomodaçao para o usuário; cabines indiv£
duais, cabines para grupos, salas para seminários, mesas individuais

e pa

ra grupos.
Haverá acomodaçao própria para a leitura do tipos específicos do docu
mentes tais cemo: toses, índices, bibliografias, catálogos técnicos, etc»

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�2.4» x^gnç0cr Ger".is
jiprcírci t.g-r;c g Gc^-’,'uintc r^lgçgo como funçoos

io dg Biblioteca

Univcrcitáriasí
- ditcrning o campo de ejpocializaç.ao do oncino, troin.amonto e/
pegcTuioa
b - cornpli^ibwntg ao gtivii.ades de pó:!-p;r"xIuaç.go, aperfeiçoamonto c
.atendimento g coinunid-'.de
c - cntroa.g tôd-':

ac instituiçoee r:i'mil.arec g, fim dc '.e conceguir

um.g e.treitg coopergçrao
d - por. uir recurcioc bibli-^gidficoc, inf^Tm.g.tivor e equip.-.mento /
de procersamonto e n. produção de documentos
c - ,itin(Xir mulhor nível di.. atendimento ■&gt;. usuários g fim d^, c.uo /
líug- pors.gn

er f^o-nocid,as informações 'gdi quadas àr perguntar

formulgdgr
f -- c nrci(,nti.sar .g populacio docente, dii cent^. e flutn.onte d.o /
que a Eiblirtecg na:- é senentt um dt.póeito de livros, mas

im

um núcleo que contém g,- f-.nte'- indispen oáveio p ra obten-ao /
d.:’, inform '.çao
g - atu.gliz.o.r o procorso d.- comunic.geao científic.a, incutindo no ]i
r.uário um horizonte b»-m claro dc que qu .Iquer pesçuira, ou cria
çao dk- procesfior r ó c realis.od.g .apó„ .g av.'’li...ç-ao dor: resulta dOí. atin.gid •&gt; ’ p r outr-'

o.rqui■ adore'-, in tituiçoes ou núcleo

du eotud.". , evita.ndo ar; im, pelo c.aminho b'.oico da. informgç.ao,
reinventar ■ que já

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�foi invontndo
h - insurir r, biblictocn dentro do pndrocB dinSmicos o modorncB
i - doBportr.r r. montclidodo do quo c proccBBo de oducr.çro, om qualquer
nívol quo ouj',, BÓ no rorliaa com o trinfimio: ProfoBoor - /iluno -fontoB do infermaçao.
Observando-se unínimidado do pontos de vista sSbro essas funções

ge-

rais podo-so articular uma perfeita sintonia entre o grupo de trabalho;B^
bliotecário - Engenheiro - iirquitcto, no planejamento do predie da Escola
de Ehgenharia do Sno Carlos - USP.

2.5» Funções específicas
Dentro de funções específicas, foram analisados todos os fatores
atuam diretamente no desenvolvimento de atividades do bibliotecário e

que
do

bom nível de atendimento. Foi decididos
a — criar ambientes internos quo pelo sou aspecto, conforto e funcionalidade estimulassem o usuário a uma rotina de frequência constante.
b - determinar as áreas internas de administraçao e de acesso ao usuário. ás áreas forajn doterminadass
1» - local de trabalho, para organizaçKo e administraçao do acervo
e análise de informação.
20 - local do seia^iço de interesse imediato para usuários tais como: Referência e ácorvo áudio-visual

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�3° - acervo bibliográfico, composto dos mais diferontos tipos do documentos, dos quais destacamos: livros, periídicos, toses,relatdrios, catálogos tdcnicos, mapas, folhetos, trabalhos de

for-

matura, livros texto, manuais o as formas físicas sucedâneas
(microfilmes, microfichas, fitas

/

magnéticas, etc...)

2,6. Seções
A partir dessa conccituaçao as áreas do prédio foram assim distri buidas:
2,6.1. circulação

e área social - com possibilidades para a

orga-

nizaçao de exposições temáticas e informativas, tanto

sobre

a prépi’ia biblioteca, como do ponto de vista técnolégico.
2.6,2.1. controlo do circulação mecanizada - A Biblioteca da Esc_o
la de Engenharia de Sao Carlos, está implantando um sistema
de contrSle de circulação mecanizada, com a colaboraçao

do

Centro do Processamento de Dados da prépria Escola,atravez de
seu Computador.
A mecanizaçao do sistema facilita enormemento o serviço de /
ciiCLilaçao, já que o computador fornecerá mais râpidamentc os
dados referentes a empréstimos, prazo de devolução, etc...

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�2,6.2.2. disseminação da informação — A Biblioteca da Escola de En—
gonharia de Sao Carlos mantem um vasto sistema de disseminação de
informaçãoj constando de publicações anuais de 4 fascículos do "Ca
tálogo da Biblioteca" o 4 fascículos do "índice Bibliográfico Corrente",
ApreDcntam-DO as publicações acima referidas em fichas do

formato

internacionalmente conhecido: 7}5 * 12,5cm, que permitem a organizaçao de catálogos, Cstes frequentemente atualizados polas futuras
intorcalaçoes que irao surgir.
No "Catálogo da Biblioteca" foram estruturadas 2 partes importan tes para a sua publicação:
a - fichas contendo sumários das obras incorporadas ao acervo
Biblioteca da EESC.

da

b - Índico alfabático de assuntos das obras

repertoriadas no Catálogo da Biblioteca.
0 "Indico Bibliográfico Corrente" deverá repertoriar todas as rev_is
to.s especializadas nacionais o estrangeiras, contendo as seguintes
informaçoea:
a - nome do autor.

b - título do trabalho.

revista; título, ano,volume,etc.

c - identificação da

d - resumos ou sumários informan

do sobre os assuntos mais importantes dos trabalhos referenciados, .
c - unitêrmos para emprego no sistema de indexaçao coordenada.
Facilitando a consulta, é incluído um índice de unitêrmos permutados por meio do computador, permitindo assim a mais perfeita recuperação da informação,
2.6.3» seleção, aquisição e recepção -a fim de se evitar a promiscuidade de
atividades dentro da Biblioteca, foi prevista esta área separada do páblico,

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�2.6.4* processos tdcnicos - Um dos grandes inconveniente que encontramos na biblioteca C a interferência de ativid.ades que ocasion.om
ruidos de vozes c circulação de pessos como consequência do tr^
balho. Evitando esse inconveniente, procurou-se distribuir a área
de processos técnicos cm um espaço físico distinto do ambiente /
frequentado pelo usuério, evitando assim interferências inoportu
nas nas suas atividades de leitura e pesquisa.
2.6.5* documentação e análise de documentas - As Bibliotec?.s Universitá
rias devem, além de serem o suporte de documentos, também atin gir a função de análise da informação, procur.ando determinar .aquç
la que representa o perfil de seus usuários. Torna-se, entao, necessária a apresentaçao de uma área física do prédio que se des tine exclusivamente á seleção, análise, resumo e indexaçao do con
teúdo de documentos, xis equipes em suas diferentes especializações
contsrao, neste local, com todas os recursos básicos para realiza
çao de seu trabalho untelcctual: leitura, avaliaçao, análise e re
daçao de resumos. Esta área está incluida no esnaço de administra
çao.
2.6.6. reprografia — A biblioteca dispõe de uma área adequada para a ins
talaçao de um sistema cue envolve nao só a preparaçao de microfil
mes e microfichas, como também outos processos audio—visuais.
Completam essas instalações, outras depêndencias para o uso de-'ses documentos como: cabiheo de leitura^ do projeçoes e de audio—
çao de música.

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�2»6»7« deposito regional - Um dos sérios problemas, principalmente na
realidade brasileira, ê a precariedade de de recursos financc_i
ros com que geralmento nos defrontamos. Entretanto pode-se com
pensar Gste obstáculo mediante o estímulo de intereSmbio do do
açooD.
Estabclcceu-so um Depásito Regional do publicações de interesso das Bibliotecas Universitárias.
Assim, em lugar de circularem as doaçoes entro bibliotecas is£
ladas, se criou um dopásito regional quo receberá as doaçoes /
de t8das as bibliotecas, e que fará a circulação de documentos
ou doaçoes entro faculdades menos dotadas.
2.6.8. automaçao - 0 processo de automaçaõ para aplicaçao eficiente ,
exige orna conexão entre recursos de máquinas, suporte do pro gramação, análise e tratamento da informação.
A Escola de Engenharia de Sao Carlos possui um Centro de Prooe_s
sarnento de Dados, que coiaborará com a Biblioteca no que se r_e
fere a interligação do computador.
A Biblioteca, em futuro muito práximo- contará com um terminal/
ligado ao computador, a fim de permitir a utilização dGsse e quipamento sem a necessidade do deslocamento físico do sou po^
soai. Muito ajudou a zLmplantaçao desse esquema, o fato de se
haver constrído o prádio da Biblioteca, em área práxima ao Cen
tro de Processamento do Dados.

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�CONTROLE

DE

CIRCULAÇÃO
SISTEMA

DO

DE

ACERVO

POR

COMPUTADOR

IMPLANTAÇÃO

Biblioteca Central

Circulação do Bnpréstimo

Perfuradora

Computador

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

1

�SISTEMA

DE

DISSEMINAÇÃO

DE

INFORI4AÇÃO

Seleção do Aosunto
Escolha dos Títulos
Fichamento dos Artigos
Indexaçao do Unitermo
Revisão do Sumário, Resumo o Unitermo
T
.
Preparo do Original

Preparo das Folhas de Dados

Perfuração de Cartões

Arquivamento de Unitermos
Cartao

em

_L

Execução do Matrizes

Classificaçao Alfabética
Listagem geral dos Unitermos
Permutados
Preparo das Matrizes
Redução

com

Impressão

Indexaçao Coordenada
Biblioteca

Distribuição

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3

I
g

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gentilmente por:

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System

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na

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�catalogo

da

biblioteca - DISSEMINAÇÃO

BIBLIOGRAFICA

Obras recebidas

Seleção de assuntos c classificaçao

,

i
^
Catalogaçao com sumário

t
I

Índico de assuntos

Revisão

Preparo do original para impressão

Execução da matriz

Imoressao

Distribuição

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I
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�3. RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se para a instalaçao de uma Biblioteca Universitária:
1 - Planejamento prèviamentc elaborado por especialistas.
2 - Integração biblioteconSmica.
3 - Integração e cooperação mátua entre Bibliotecas.
4 - Participação do membros da Biblioteca Universitária nos árgaos da
administraçao universitária.
5 “ Constituiçãm de grupos de trabalho pola direção das Universidades,
com a finalidade de promover o estudo permanente e o aperfeiçoamen
to de serviços.
6 - Aplicações do mecanizações o do automaçao sempre que possíveis nos
serviços das Biblioteca Universitárias,

cm

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gentilmente por:

O"
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�DIBLIOORAFI/i

BOLETIN

du la UNESCO parn Ias bibliotecas, 17(2), sup, mar/abr. 1963*

FONSECi^, Edson Nory da - Hoicdro para Orfíanizaçao do Bibliotecas Uni wrsitárias,

Brasília, Piloto, I967.

IIAIl/lR. i\lfrcdo /imêrico - .Anj^.ise das Bibliotecas Universitárias; sa/;restoos a sozxim adotadas para um plrnclamento.

Sao Carlos, EESC,

1970.

H/IiAR, i\lircdo ümcrico - Bibliotecas Universitárias; análise da situa
çao brarilojra g sugiestoes,
%

Sao Carlos, 1967» Hp. Trab, apres.

ao 5*^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia o Documentação,

Sao

iaa.’0;, 1967’

GÍO PAIII.C. Universidade. Biblioteca Central - Catálogo da Biblioteca.
Sao Carlos, EESC, l( l) , Juiic 1970^

SAO P/U^O» Univeraidadec Biblioteca Conlral — índice Bibliográfico Cor
:’ente.

Sao Carlos, EFSC, l( l) , Jun. 1970.

WILSON, Louis R. L TiiUDER, Ma.urice F. - La Biblioteca Universitária .
Washington. Union Paramoricana, I963.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Estuda, dentro do complexo educacional brasileiro, a situação das Bibliotecas Universitárias, analisando suas funções, finalidades, planejamento a extensão bibliográfica na comunidade. Fundamentando o trabalho, efetuou-se um estudo junto a Biblioteca da Escola de Engenharia de São Carlos, que á a análise detida de seu histórico, análise da situação atual e do plano de instalação do novo prédio, suas funções gerais e específicas do circulação, processamento técnico, etc.</text>
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