<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="816" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/816?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-28T05:39:09-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="331">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/15/816/Febab_Tema_Central_Tema_I_Com07.pdf</src>
      <authentication>0d9cb8bc10787f5b5d5957e3c782580b</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12493">
                  <text>62 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belo Horizonte, [j. a 10 de Julho de 1 971

TEMA

1 - Atividades Pi*ofIssionais
1,1

A AUTOMAÇÃO

NO

Formação

CURRÍCULO

DE

BIBLIOTECONOMIA

por

Anna da Soledade Vieir? &gt;• CRB 62-MG n2 OlU
(
Professora de Automação de Serviços de Biblioteca, na
Escala de Biblioteconomia da UFMG,

Bibliotecária do Serviço Central de InformaçõesBibliográficas da UFMG

Digitalizado
gentilmente por:

�Sinopse

Visão retrospectiva e panorama atual
do ensino da aütoraação em diferentes Escolas de Bibli
oteconomia estrangeiras e nacionais.

Análise

situação e propostas para o ensino da matéria
Escolas brasileiras.

da
nas

�sum/rio

Introdução

cm

1

2

Ensino da Automação no Mundo

2.1

Onde se Ensina

2.2

Conceito da Disciplina

2.3

Tipos de Cursos

2.3.1

Introdução aos Computadores

2.3.2

Ciência da Computação

2.3.3

Automação de Serviços

3

0 Ensino da Automaçao na America do Norte

h

0 Ensino da Automaçao na America Latina

U-i

Situação Brasileira

11.1.1

Problemas e Tentativas de Solução

5

Proposições

5.1

Esboço de Programa

5.1.1

Ciclo Básico

5.1.2

Ciclo Profissional

5.1.2.1

Graduação

5.1.2.2

PÓs-Graduação

6

Conclusão

7

Bibliografia

8

Apêndice

8.1

Programas de Escolas Brasileiras

8.2

Programas de Escolas Estrangeiras

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m

14

15

16

17

18

19

�1.Introdução

A busca da informação e uma constante no mundo contem
porãneo.

0 homem comum,

que lê seu jornal para estar atuali-

zado com os acontecimentos nacionais e estrangeiros
deve estar em dia

e

que

com os "best-sellers" ou que não pode

fl.

car por fora da última do Pasquim.
frente 'JmtiO . d■'"’di'-ci; ’: “as.;
■

quisar cn fonuas variadas

0 estudante,

que tem pela

t u;':'-', fúndamentòs^elé-deve'pe.a
;

) .'isslcna2v.

qvo alem da nece^

ridado p.-imcira c.e .s.i.-qr o que vai pelo mimdo,
atualizado cora os progressos de seu campo e,
constante revisão da literatura

tem que estar

porisso,

faz

-

especializada.

Toda classe de pessoas está sendo arrastada nessa cor
rida pela informação,
nicação,

pois esta é a base do processo de comu

vital para o homem,

aquele que passa

em função de seus semelhantes,
dade,

seja

sua existência

seja produzindo para a socie-

consumindo o que dela lhe vem.

A Biblioteconomia,

engajada

socialmente, não poderia-

estar alheia aos problemas da humanidade.

Assim e que ela

vem evoluindo e as Escolas i'&gt;ro&lt;.:Ui'ain dar a seus alunos condições de,

futuramente

como profissionais,

atenderem de manel

ra otima à demanda de informação por parte dos usuários
seu serviço.

de

^

Dentro desse enfoque e que situo o aparecimento,

pr_l

meiro da Documentação e mais recentemente da Informática, nos
currículos de Biblioteconomiac
Não pretendo,
tes discussões:

entretanto, voltar aos temas de frequen

se Biblioteconomia e Documentação são campos

distintos ou se a segunda e apenas prolongamento da primeira;
se Documentação é mais nobre que Biblioteconomia ou se
blioteconomia

ja adquiriu ” status

Bi-

" de ciência.

Menciono Documentação porque nas Escolas de Biblioteconomia o ensino de processos mecânicos e automáticos
iniciou naque].a disciplina.

se

Mas nesse trabalho me restringi-

rei à formação profissional de bibliotecários e documentaria
tas no que concerne à area

específica do emprego de maquinas

para solucionar os problemas cotidianos de bibliotecas e se£
vlços de documentação.

�5

.2, ?.^nsino dci Anbomn.0^0 .n"&gt; Mnmo

Fazendo uma revisão da matéria,

encontramos que esse -

assunto vem sendo ensinado em diferentes graus de complexidade e em setores diversos quando em nível universitário.

Do

mesmo modo, variam as denominações da disciplina e o conteúdo
do programa.

2.1 Onde óe Ensina

são comuns os Curses de Introdução aos Computadores pa
ra técnicos e homens de negocio,
tuições particulares.

dados geralmente por insti -

As Escolas de Administração, de Enge -

nharia e áreas afins vêm ministrando Cursos de Computação
seus alunos,

a

por considerarem essa técnica como instriomento -

da maior importância no campo de cálculos e de planejamento.
A Biblioteconomia,
to da informação,

interessada diretamente no tratamen

foi também atraída pelo processamento ele -

tronico de dados e teve que admitir esse tema como matéria de
ensino, nos cursos de graduaçao e de pos-graduaçao,

tanto

p£

ra bibliotecários e documentaristas quanto para cientistas da
informação.

2.2 Conceito da Disciplina

A denominação dessa cadeira varia conforme o país,

a

área especializada e - por que não? - segundo as convicções pessoais ...
Fazendo generalização. França e Alemanha tomam automação em servlçcs de biblioteca como slnonlmo de Informática
com esse último nome rotulam seus cursos.
nelra,

(10)í^k) Dessa ma -

reduzem multo os limites da Ciência da Informação.
Na RÚssia,

dos Unidos,

Inglaterra, Canadá,

Israel e parte dos Est^

a automação é vista como um dos Instrumentos

Ciência da Informação,

5

6

da

sendo ensinada nas Escolas de Bibllote

conomla, ora como parte dentro do Curso de Ciência da

3

e

Digitalizado
gentilmente por:

Informa

�6

ção ou de Informática,
(18)

(25)

(26)

(32)

A America

(33)

em particular,

parece predominar o conceito

promovido pelo IBBD em 19^8,

sobre as aplicações do computador nos domínios da in -

formação.
da

Assim

VQ)

Informática como o uso de computadores.

que o Seminário sobre Informática,
versava

(10) -

Latina em geral oscila entre as duas corren -

tes e no Brasil,
franco-alemao.

ora como uma disciplina isolada.

(21) A PUC, no Rio de Janeiro, desde I96O está volta

para a computação e em I968 criou seu Departamento de Infor

matlca,
ção.

com os encargos de ensino e penquisa ligados a automa-

(28)

2» 3 Tipos de Cursos

Divergem os conceitos,
to,

divergem os conteúdos.

penso que essa imensa gama poderia

Entretan-

ser resumida em tres ti,

pos de cursos de automação mais frequentes;

2.3»1 Introdução aos Computadores

Inclui os conceitos básicos de computação,

tais como

;

o conhecimento do equipamento eletrônico, de seu funcionamento
e aplicações em diferentes áreas, bem como noções de programação.

É um curso de iniciação destinado a todas as pessoas inte

ressadas,

sem exigência de pré-requisitos.

2.3*2 Ciência da Computação

É um curso voltado para a tecnologia do computador.
clui teoria e ap^-icações dos computadores - " hardware ”
" software *' - além de análise e projeto de sistemas.
curso é menos comum na área de Jdblioteconomia.
mais a outros técnicos e a cientistas,
mentos de matemática,

estatística,

Os projetos nesse setor são,
ra a pesquisa.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

In
e

Êsse

Destina-se

exigindo solidos funda-

fisica e linguística.
geralmente,

voltados

p^

�7

2, 3» 3 Aiitomacao dü Sorvlcos

Voltado para o sistema,
computadores o programação,

abrange noções baslcas sobre

com vistas às suas aplicações

em

uma area especifica.

Requer profundo conhecimento do sistema -

onde sera utilizado,

alem das bases mínimas de lõgica matemãti,

ca, de linguística, de estatística, de administração e de teoria da informação. E dos mais comumentes ministrados em nossaA
^
area, para o tratamento da informação e rotinas de serviços de
biblioteca.
No setor restrito de Biblioteconomia,
basico

poderia ser enfocado,

esse mesmo curso-

segundo Klempner (25)

de quatro maneiras diferentes,

e Hayes

(16),

segundo o campo a que desse

mais ênfase:
a) Análise de Sistemas de Bibliotecas ou de Sistemas de Informação:
Estudos do sistema e de suas rotinas de serviço face
aos critérios de 0 &amp; M.

Apresentação de varias soluçoes

os problemas e a automação como uma
vas cabíveis.

para

entre as multas alternati-

No desenvolvimento dessa parte de automação,

In

troduzem noções gerais sobre o computador e seu aproveitamento
nos diferentes setores da biblioteca.
b)

Processamento de Dados em Bibliotecas:
Conhecimentos sobre o equipamento eletrônico e visão

global da biblioteca,

ressaltando as áreas de serviço tecnlco-

e de tratamento da informação,
máticos mais se aplicam.

setores onde os processos auto-

Técnicas de análise,

seguidas do le -

vantamento das rotinas automatizadas do serviço,

com ênfase na

prática de laboratório.
c) Recuperação Automática da Informação:
A importância dos computadores nas tarefas de análise
armazenagem e recuperação da informação,
edade de proccssoR,
d)

,

apresentando uma va ri

com os quais são feitos trabalhos práticos.

Pesquisa em Ciência da Informação:
Estudo dos princípios e instrumentos de outras ciências

e como a Biblioteconomia e a Documentação podem se valer deles.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�8

Klempner (25)

esclaroco ainda que nos Estados Unidos as

Universidades que tem,

ao mesmo tempo,

cursos abrangendo esses

quatro campos são as seguintes: Rutgers University, University
of Califórnia, University of Maryland e Case Western Reserve University.

As demais se ocupam de apenas uma

parte dessas ã -

reas.
Para Rees,
blioteconomia
a)

(31)

o panorama nesse setor do ensino da Bi-

se reduziria a tres ramos somente;

Automação de Bibliotecas

tida em a)

e b)

( agrupa nesse item a matéria con-

da divisão precedente ).

Conteúdo: Analise de sistemas,
material afim,

teoria

computadores,

calculadoras

e

e pratica da automação das operaçoes

e

técnicas bibliográficas no que diz respeito às aquisições,

ao

tratamento das publicações periódicas,

aos empréstimos,

à cat^

logação etc.
b)

Sistemas de Armazenagem e de Recuperação dos Documentos

e

Informações.
Conteúdo:

elaboração de sistemas de recuperação,

conteúdo,

preparação de resumos analíticos e indexação,

tura das linguagens de indexação,
se de questões,

análise do
estru-

ordenação de arquivos, análi

estratégia da localização,

difusão,

tradução

,

ensaio e avaliação,
c)

Metodologia da Investigação em Ciência da Informação.

Conteúdo;

princípios e instrumentos básicos das matemáticas

da lógica,

da

linguistica,

da estatística, da

,

osicologia e das

outras disciplinas e sua aplicação ao estudo das atividades
bibliotecárias vinculadas com as comunicações.

3.

rv
A
0 Ensino da Automacao na. America do Norte

Na América do Norte,
dos Estados Unidos,

destaca-se nesse setor a atuação -

se bem que, no Canadá, o interesse pelos -

computadores é grande e a automação aparece, às vozes,
da desde o curso secundário até à Universidade.
Library Science da University of Toronto,
matéria tam destaque no currículo,
próprio,

(2.6)

ensina-

Na School

por exemplo,

essa

of
-

possuindo seu laboratorio -

�9

Dalton (7),

Grose

(12)

e Reos

(31)

traçam a trajetória

do ensino da automaçao nas Escolas de Biblioteconomia norte-americanas desde fins da década de 1950,

quando a matéria

foi

introduzida nos currículos do cinco Escolas dos Estados Unidos,
como parte do programa de Documentação, até o período I967-68,
quando mais de sessenta oferceiam quase uma centena de cursosindependentes,

seja em Ciência da Informação e Sistemas,

seja-

em .'.utornação e Processamento de Dados em Bibliotecas.
Nao ha duvida do que seja all onde mais se desenvolveuo ensino da automação voltado para a formação do
rios,

razão porque os estudos

area,

tem-se Inspirado na

bj.ci:.oto:i

e programas brasileiros, nessa-

experienda e nos documentos provin -

dos dos Estados Unidos.

U»

0 Ensino da Automação na América

Latina

A Terceira Mesa de Medellln (38)

esboçou linhas para

o

ensino de processos mecânicos e automáticos de documentação na
America

Latina.

Os itens referentes a esse assunto estão Inclu

idos nas disciplinas Documentação e Problemas Especiais da Documentação.
Nosso continente é multo extenso,

apresentando varieda-

de de problemas e grande diferenciação quanto ao estágio

de

desenvolvimento,

as

segundo a área considerada.

Desse modo,

decisões daquele Conclave - os proprlos documentos da Mesa
dizem - devem ser tomadas como orientação e suporte mínimo.

o
Po

rém, o ponto ótimo é decidido pela própria Escola, de acordó com as condiçóes locais.
Os três países latinos que seguem na dianteira no campo
da Biblioteconomia

são Brasil, Argentina

e Chile.

Quanto

ao

ensino de automação, as Escolas chilenas o tratam como parte da
Documentação.

Na Argentina,

a começar deste ano,

foram introdu

zidas duas novas disciplinas na Carrera de Ciências de la

In

formación pertencente a Facultad de Filosofia y Letras de

la

Universldad de Buenos Aires;
mas de Informação,

Fundamentos de Automação e Siste-

ambas consideradas de especialização

exigidas para o nível de mestrado.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

e

Os dois programas oe desen-

�10

volvem prlncipalmente em torno da teoria da Informação.

Z|. 1 Situação Brasileira

Para

se falar na adoção de processos tecnológicos moder

nos pola Blbllotoconomia em nosso país, devem-se mencionar

o

IBBD e as Escolas das diversas Universidades.
0 IBBD, no s.eu tradicional Curso de Documentação Clentí
fica,

ja enfatizava bastante os processos mecânicos e automati

COS de tratamento de informações.
de 1970 esta funcionando

Partiu para o mestrado e de^

'seu curso de pós-graduação na area -

específica de Ciência da Informação.
Nas Escolas de Biblioteconomia,

ate 1969,

a matéria erg^

ensinada apenas como uma unidade do programa de Documentação
ora

,

chamada Armazenagem e Recuperação de Informações, ora Mec^

nlzação, ou ainda Métodos Não-Convenclonals de Tratamento
Informação.

da

0 conteúdo eram os processos mecânicos e automáti-

cos usados em,serviços de documentação.
Em julho de 19õ9&gt; realizou-se em Curitiba uma reunião de professores de Documentação para

estudo

de programas.

De^

se encontro saiu uma orientação para a cadeira; divisão em cln
CO partes independentes,

uma delas em quarenta e cinco horas -

semestrais - Documentação II ou Informática - se ocuparia

do

assunto mecanização e automação.
Contudo,

a ,essa autura

jó a Escola de Biblioteconomia -’

de são Carlos da Universidade de são Paulo ensinava automaçãoa

seus alunos,

FORTRAN.

incluindo até mesmo programação em llnguagem-

No segundo semestre de 19í&gt;9,

também a Faculdade de Bji

blloteconomia 0 Informação Científica da Universidade de Prasjí
lia introduzia o ensino de automação em seu currículo e no ano
seguinte era a vez de a Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal.de Minas Gerais adotar o mesmo^critério.

As duas-

Escolas paulistas - Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de SaoPaulo e Escola de Biblioteconomia da Fiindação

Escola de So-

ciologia e Política de São Paulo - ainda que permanecendo

na

estrutura fixada pela reunião de Curitiba, desenvolveram

de

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�tal modo seu curso de Informátl a,

que o conteúdo deste equlv^

le ao dos novos cursos de /lutomação.
Sem se deterem muito no assvuito, o ensino dessa matéria
foi de novo objeto de discussão;

aflora pelos participantes

Reunião de Professores de Organização,

da

realizada em Campinas

,

em fevereiro de 1970.
Reafirmaram a necessidade de que todas as Escolas
Biblioteconomia incluíssem a disciplino em seu currículo e

de
su

geriram que a mesma desse enfase a aplicação dos computadoresaos serviços de bibliotecas,

devendo-, dessa maneira,

estar

s_i

tuada no Departamento de Biblioteconomia e não mais no de Docu
mentação,
AÍ se iniciou uma polêmica tão ardorosa quanto Infecunda,
ta

a qual ainda não teve fim.
pouco,

desde que c

Onde seja incluída,

isso impor-

seja.

1.1 Problemas e Tenbativas de Solução
/
t^
No Seminário Je Automnçao,
Josefa E,

^
coordenado pela Professora -

Sabor e promovido pela Escola de Biblioteconomia

UFMG como parte do Curso de Metodologia dO
teconomia,

da

Biblio-

all reálizado sob os auspícios da mm no oerlodo

de janeiro/fevereiro de 1971; foram abordados os problemas que
A
.
A
OS professores dessa area vrm cncontranao;
a)

por parte dos alunos
- na

sua maioria

tar uma

;

com formação humanistica,

relutam por acei

convivência mais estreita com as máquinas;

- falta de uma base - mínima que fosse - de conhecimentos de matomatica moderna,
ra

de linguística e de estatística

p^

poderem seguir um programa regular de computação;

- despreparo no domínio de línguas estrangeiras, o que dlfi
culta n leitura da bibliografia basica;
- nenhuma disponibilidade para

estagio no Centro de Proces-

samento de Dados do Universidade.
b)

por parte do sistema?
- a e:cigêncla de oré-roquisltos leva a matéria para o ultimo semestfe do curso,

quando os alunos querem apenas con-

�12

cluir e nflo iniciar disciplinas...
- a colocação da disciplina nessa última fase impossibilita
o estudante de poder tomar qualquer matéria optativa oferecido nessa area,

isto porque as disciplinas eletivas

são comolementares e êle somente é iniciado em automaçãoao final de seu curso;
- número insuficiente de horas/aula

( k^-60 )

para um estu-

do global dos processos em seu aspecto teórico e prático;
- falta de textos básicos,

em português;

- impossibilidade de o professor se dedicar exclusivamenteà automação, dando aulas,

praticando no centro de proces-

samento de dados e pesquisando.
Essas foram as questões levantadas por aquelas Escolásonde a disciplina era oferecida.

As demais apresentavam consi-

derações diferentes:
- falta de elemento humano especializado para assumir a cadeira;
- falta de condições para a prática;
- inexistência de solicitação por parte do trabalho profissional.
Daquela reunião surgiram algi.imas sugestões:
a)

lutar pela Inclusão daquelas matérias

( lógica matemática,
entífica

)

linguística,

julgadas fundamentais

estatística, metodologia

ci-

como disciplinas do ciclo básico de Biblioteconomia;

b)

estimular o estágio fora do horário escolar;

c)

conseguir o mínimo de 90 horas/aula para o ensino da matéria;

d)

selecionar textos básicos e partir para a tradução dos mes-

mos,

já que a limitação por parte dos alunos e real e comprome

te grandemente a aprendizagem.

5.

Proposições

Como as sugestões nem sempre são soluções, os problemas
continuam a existir.

Parece-me que seria o momento para uma to^

mada de posição por parte das Escolas e discutirem o assunto em têrmos nacionais:

�13

- Gxistixia a necessidade em todo o país?
- seria viável um programa nacional?
- existiríam pessoas capacitadas para assumirem a responsabilidade da disciplina

?

Em caso contrário,

por.que

não

facilitar aos elementos interessados sua preparação através do mestrado?
- haveria laboratorio disponível para treinamento dos alu nos?
;

- em que tipo(s) de curso(s)

- conteúdo e nível - se pode -

;
;

ria pensar para nossa, realidade?
A.
- esses cursos seriam exigidos ou apenas eletivos?
- que objetivos básicos deveríamo# perseguir?
- a

solução estaria

em acrescentar uma nova disciplina

refazer todo o atual currículo de Biblioteconomia,
do um novo ao Conselho Federal de Educação?
rios autores,
(5)

(18)

(37)

ou

propon

Dito por vá-

g muito bem relembrado por

I

Briquet,

a Biblioteconomia está em crise e seu ensino

[
[■i

carece de reformulação total.

5*1 Esboço de Programa

Seria bom ressaltar um aspecto da
i

estrutura do ensino -

superior no Brasil, nessa fase de mudanças,
tar alguma

antes mesmo de ten

solução para os problemas anteriores.

Dentro do espírito da reforma universitária brasileira,
: •

a graduação compreende dois estágios ou ciclos: o básico e

o

profissional.
Pelo Decreto-Lei /lá/q,

de 11 de fevereiro de 19^9»

determinado que o universitário deva

ficou

cursar primeiramente

um

conjunto de disciplinas consideradas fundamentais para a áreaa que ele se destine,

podendo o aluno acrescentar a esse elen-

co outras mais de seu interesse.
Terminado esse primeiro estágio,
área específica: o ciclo profissional.

êle ingressa na

sua

Mais alem, no apice

carreira universitária estão os cursos de pós-graduação,

da

prep^

rando aqueles que se destinam ao magistério superior e a pesqii
sa.

�Ik

Proponho,

a

seguir,

linhas gerais para o ensino da auto

mação nas Escolas de Biblioteconomia brasileiras. É somente ura
A
.•
esboço rapido e em apenas um setor limitado do curso. Assim fa.
?;endo,

meu propósito unico e apresentar uma base de discussão,

pois eu mesma estou buscando o caminho.
1
5.1.1 Ciclo Dãsiço

f^eos

(31)

Q todos os demais autores são unanimes em af_:t

mar a necessidade do o bibliotecário dispor dos instrumentos metodológicos apropriados

para

saber analisar as situações

de

servj.ço e tirar partido do computador na
Para
ca,

solução dos problemas.
/
isso sugerem como base os fundamentos de matemari-

de estatistica,

de lógica, de linguística,

de organizaçao-

e métodos do pesquisa soeial.
lo lado desse conjunto de disciplinas seria incluida
ma outra dc introdução aos computadores: noções basicas
c computador e o equipamento periférico,

u

sobre-

bem come uma lingua -

gem de programação e um mínimo de operação com o equipamento.Como opção,

se esse programa for tido como demasiado intenso ,
rs/
OS alunos poderíam ser preparados apenas na interpretação
e

utilização de rotinas

.ja programadas por especialistas.

5.I0?- Ciclo Profissional

A automação, nessa
dois níveis dl_erentes:

segunda etapa,

seria

prevista era

graduação e pós-graduação.

5.1.2.1 Gradua cão

Kesse nível a automação deveria
serviços de blbDloteca.,

ser vista era função dos

De uma biblioteca que assumisse também

as funções básicas de um serviço dc documentação..
Enfatizar a analise de situações simuladas e os crite rios para escolha de processos,
nas e,

por fim,

estabelecer as melhores roti -

como se poderia solucionar o problema se o pro

cessamento automático fosse escolhido.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�15

Isso seria relativamente fácil e se poderiam tirar maiores proveitos,
ciclo base,

pressupondo-se os conhecimentos adquiridos

no

visto que aquele rol de disciplinas seria estabele

cido como pre-requisito.

5.1.2.2 Pós-Graduacáo

Nesse ponto,

por me faltar experiência,

opino a

partir

da legislação brasileira vigente, dos programas consultados
( IBBD, University of Califórnia, University of Kent, Univers.l
ty of Pittsburgh,
of Sheffield )

Case Western Reserve University, University-

e das propostas do Curriculum Committee of

the

American Society for Information Science na conferência realizada na University of Pittsburgh, de 25 a 28 de setembro
1968,

sobre o ensino de Ciência da
0

Informação.

de

(U)

planejamento de cursos dêsse nivel deveria

ser

fei

to em conjugação de esforços de diferentes Universidades.
Ja visando ao melhor aproveitamento de recursos humanos
e materiais de cada área geográfica brasileira,
Presidência da Republica,
outubro de 1970,
ção,

através do uecreto 6?.350, de 6

minada;

inicialmente,

Cada um dêsses tem sua
Noã’ e-Nordeste

Centro-Leste
tro-Oeste

de

instituiu os Centros Regionais de Pos-Gradua-

com o que o Brasil fica,

setores.

foi que a

dividido em cinco-

sede em uma Universidade deter

( Universidade Federal de Pernambuco ),

( Universidade Federal do Rio de Janeiro ),

( Universidade Federal de Minas Gerais ),

versidade Federal do Rio Grande do Sui',.)
( Universidade de Sãp Paulo

Sul

Cen ( Uni-

e Estado de Sao Paulo-

),

A automação nos cursos de especialização, mestrado

0

doutorado tem sido mais dirigida para a pesquisa em area específica.

Além dêsse aspecto comum,

vem o programa,

constando de uma

os dois primeiros desenvol serie de disciplinas - setor-

de organizaçao, de serviços técnicos, de mecanizaçao,
mática aplicada,
quais,

de teoria da informação etc.

de mate-

- dentre as

em geral, o aluno pode eleger as de seu interesse..
Êsse curriculo movei, orientado basicamente por um cri-

tério ele.ivo atende a vários aspectos:

•V

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�l
16

A
^
- da oportunidade a que o bibliotecário compense seu insuficiente conhecimento científico;
•' permite aquele que provenha de outra area profissional adquj_
rir as informações básicas sobre biblioteconomia;
- dã margem a que o aluno estabeleça para si uma linha de esp^
cialisaçao de seu interesse.
Desejável seria

também que esse curso,

entre nos, vol-

tasse em profundidade a teoria da informação e a
sos de tratamento,
a

bem como aos princípios de 0 &amp; M,

problemas reais ou simulados de biblioteca.

nivel do graduação,

aplicados

Isso porque,

em

por muito que se insista no desenvolvimen-

to da capacidade de analise,
cia ao aluno e,

seus proces -

faltam amadurecimento e experiên-

assim, no seu retorno à Dscola,

que esse teme-

lhe seja levado outra vêz e em novas bases.

qualquer setor educativo os objetivos imediatos e as
metas futuras fornecera ao educador as normas de procedimento ,
No ensino da automaçao não se ãeveria.ra r. ardor do visbados objetivos importantess

capacitar o bibliotecário para

o

dialogo atual com o técnico e conseguir que êle não tema a for
ça da maquina, nem espere dela o impossivelo
Por outro lado,

se pensarmos que, no ano 2001, os persq

nagenj da odisséia no mundo a informação serão os alunos
vamos orientar,

cen maior nitidez visualizaremos as metas

nosso trabalho, de nosso programa de automação.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

que
de

�17

7*

Bibliografia

1.

ARTANDI,

Susan.

The relevance of Information Science to

library-school curricula.
(/l):337-8,
2.

ASHEIM,

Oct. 1969.

Lester.

Education for manpower and llbrarianchip.

ALA Bulletln,
3.

BELZER,

American Documentatlon, 20

Jack,

62(9):1096-109,

Oct,l96fv '

Education In Information Science,

Journal

of the American Society for Information Science. 21(U):
269-73,
U*

.

July/Aug.

1970.

Information Science education;

development and evaluation.
(Zí):325-76,

Oct„

currlculum

American Documentation. 20

1969,/Conference Proceedings of the

Currlculum Commlttee of the A.S.I.S.,
5»

BRIQUET DE LEMOS,

Antonio Agenor.

do ensino da Biblioteconomia.
1971«
6.

Cad.

Cultural,

CALDWELL, V/.

DALTON,

25-28,

I968/

Vacilações e tendências

Correio Bra.'illense,

19 mar.

p.3

Libraries and Information Science. Library

Association Record.
7.

Sep.

Jack.

72(/4.) :137-/|1, Apr.

1970.

T,lbrary rducation and research in llbrarianships

some current problems and trends in the United States.
Librl. 19
8.

(3):

157-7^1, 1969-

DEBONS, Anthony &amp; OTTEN, Klaus.

Foundations of a concept

for an education program in Information Science.
Documentation. 20(Z;) :3/4-6-51,
9.

FARRADANE,

J.

Oct,

FOSKETT, D.J.

GOFFMAN, Willlam.
pearanoo.

12.

GROSE, M.W.

I969.

Jan.

1969-

Progress in documentatlon:

of Documentatlon,
11.

26(/|.) ;3/40- 69, Dec.

Informatlcs,

3

4

5

6

Journal

1970.

Information Science; discipline or disajD

Aslib Proceedings. 22(12):589-96, Dec.

1970.

The place of the librarian in the comnuter age.

Library Association Record. 70(8):195-7, Aug.

2

American

Standards in education in Information Science.

Aslib Proceedings. 21(l);32-6,
10.

-

Digitalizado
gentilmente por:

I968.

�18

13*

HARLOW,

Neal.

Changing the curriculum.

for Llbrarlanship,
l/i.

HAYES,

Robert M.

curriculum.

10(2);78-85j

Data

Journal of E^lucatlon

Fali 1969*

Processing In the library school

ALA Bulletln.

6l(6):662-9,

June 1967*
I

15.

.

Education In Information Science.

tatlon^ 20(/i) *362-5,
16.

Oct.

i\merlcan Documen

I969.

.Information Science in librarlanshlp.

Libri. 19(3)!

216-36, 1969.
17.

HOGG, Frank~Norry.

Library education and research in librar

ianshlp in Great Brltaln.
18.

HORN, Andrew H.
Science:

19(3)S191-203,

the degree "Master of Science" in Information

Ronald H.

Libri.

l8(3-/i):283-311,

1968.

An analysis of Information Science programs.

American Documentation, 20(/|):358-61, Oct.
20.

IBBD.

22.

,

Informática.

12p.

Trabalhos apresentados ao Seminário so

bre Informática. Rio de Janeiro, 1969» 108p. 11.
T.
JAHODA, G. Introductory remarks. American Documentation,
20(/í):331, Oct.

23.

1969»

Cursos especializados e ^ pos-gradua cão-IBBD/UFRJ.

Rio de Janeiro, 1970.
21.

1969»

A separate degree program in Information

Science at UCLA.
19. HOYT,

Libri.

K/.PL/'.N, Abraham.

1969.
The age of the symbol;

library education.

Library Quarterly,

a phllosophy of
3/i(/;):295-30/i,

Oct.

196/i.
2/i.

KLEMPNER,

Irying M.

Information sclence paper.

American

Documentation, 20(/i): 339-/J-3, Oct. 1969*
25,

,

A unifled curriculum for Information sclence.

&amp; Research Librarias,
26,

L/jND, R.B,

30(/i):335-/|l,

College

July 1969*

Recent deveiopments in education for librarlanshlp

in Canada,

Library Association Reçord, 72(/i) :l/i2-6, Apr.

1970.
27,

LIBRARIANSHIP and Information sclence course.
Library Journal. l8(3)!83-/i, Apr,

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

1969*

The Australl^n

�19

28,

LUCENü„

Carlos Jose Pereira de.

putadores na universidade.
29»

Mi\SON,

D.

OTTEN,

72(9) s309-11,

Klaus &amp; DEBONS, i\nthony.
Informatology.

REES, Alan M.

Jan./Feb.I97O.

La influencia de la tecnologia de Ias calcala-

Ias Bibliotecas.23(1) :29-3/i.

SCHUR, Herbert.

Bibliotecas. 2/|(5) :278-93,
•

SCIENCE ET VIE.

35*

SEROV, V.V.

sep./oct.

Paris, n.

C. Walter.

Llbri,

Documentatlon and Information Science in

Escuela

Mesa, de estúdio sobre la forma cion de biblio-

Medellin, Unlversldad de Antloquia,
T.D.

6

Latina 1963-1965.
19

The BSc degree in Information Science at

Newcastle upon Tyne,

5

Speclal Llbrarles.58

Interamerlcana de Biblio

tecários OT. servido en 1^ America

4

1969*

Educational resources and curriculum

UNIVERSIDAD DE ANTIOQUIA.

3

82.159p-

Jan,1967.

tecología.

2

1969-

American Documentatlon, 20(/4.); 332-/|,0ct.l969.»

Raynard C.

(l)ikO-U,

39, WILSON,

Jan.

19(3)5175-90,

the core library school curriculum.

38.

1970.

Library Science and some problems of library

development.
SWANK,

301,

L'Informa tique.

education In the USSR.

37»

I969.

Boletin de la Unesco para Ias

Aslib Proceedlngs. 21(1) ;2/;-31,

3/;.

STONE,

ene./feb.

University of Sheffield MSc course in Information

studles.

36.

Boletin de la Unes

La ensenanza para graduados de la ciência de

la informacion en Israel.

33»

Sep^ , 1970.

Journal of the American Society

doras en la formación bibliotecológica.

32*

1968.22p.il.

Towards a metascience of

for Information Science, 21(1):89~9^7

CO para

PUC,

Librarianship and Information work-one discipline?

Information:

31.

ciência de com

Rio de Janeáro,

Association Reçord,
30.

0 ensino

Aslib Proceedlngs^ 21(1) :l8-23, Jan, 1969'’

Digitalizado
gentilmente por:

�8, Apendlce

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

19

�21

8.1 Programag de Escolas Brasileiras

A)

IBBD, Rio de Janeiro
CURSO:

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

níveli

PÓS-GRADUAÇÃO ( MESTRADO )

PJSÇXPLINAS:
-Organização de Serviçòs de Informação;
da;
mos;

Sistemas de Classificação;
Metodologia da Pesquisa;

juntos;

Catalogação Avança-

Técnica de Indexação e ResuLinguística;

Teoria dos Con -

Processamento de Dados na Documentação

ção da informação );

Programação

( recupera -

( linguagens Fortran

e

Cobol )’

Tópicos do programa da disciplina
Processes ",

"Automation of Llbrary

como dada em 1970 pela Professora

LaVahn Overmyer,

da Case Western Reserve Unlverslty :
1.

Introductlon.

Overriev; of the fleld.

Historlcal development

of automation in llbraries.
2.

Input/'Output Media of Data Processing Equipment

3.

Unit Recor equipment and other non-computer devices.
Computer:

hardware and softv/are

5.

Aquisltions

6c

Circulation

7.

Bibliographi^ Control

8.

Seriais

y.

Tools and Techniques for Systems Analysls and Development

10.

Computer: on-line

11.

Blbliographiç,

Seriais

Implications^ file organization.

Control: MARC, MEDLARS,

Union catalogs,
12.

( Cataloging )

flllng rules,

etc.

book catalogs,

conversion of files.

�22

13.

Indexes, Authority Files

iZi.

Cooperatlon:

15.

Costs

16.

Implicatlons for Library Education

17»

New Deveiopments;

centrallzed Processing;

Linotron,

Photon;

reference networks.

raass storage; microrecords;

Computer - Mlcrolfilm etc.

B)

IBBD, Rio de Janeiro
CURSO: DOCUMENTAÇÍÍO CINTÍFICA
NÍVEL:

PÒS-GR/.DUAÇJÍO

( ESPECIALIZAÇÃO )

DISCIPLINAS: .
- Técnica da Pesquisa Documentaria;

Técnica de Referenciaçao

Documentária; Métodos de Controle e Analise da Informação;
Sistemas de Mecanização da Informação;
tração de Serviços de Informação;

-

Organização e Admlhl^

Teoria da Classificação;

-

Artes Gráficas e Reprografia
*

*

*

Descrição da disciplina "Sistemas de Mecanização da Informação":
Memória doc\imentária;
ção;

operações de seleção;

organização Ideológica;

codificação;

e seml-automáticos: Cordonnler,
-arr-boo, Filmsort;
REMINGTON;
cos:

Uniterm;

processos automáticos:

operações de sele

processos manuais McBee, Keysort,
IBM,

SAMAS,

Peek

POWERS ,

processos com base fotográfica, manuais e mecáni -

Rapld Selector

ria magnética:

Mlracodo, Fllmorex;

processos com memó-

comoutadores eletrônicos e suas aplicações;

gística dos sistemas;

lo

estrutura e administração de serviços -

de mecanização bibliográfica

I
i
U
l

�23

BR/iSÍLI/i
C)

?/,CULD/:DE DE BIBLIOTECONOMIA E INFORM.'ÇÃO CIENTÍFICA - UNB

CURSO: MECANIZAÇÃO E'AUTOMAÇÃO DE SERVIÇOS DE BIBLIOTECA
NÍVEL :
1.

OrL^DUAÇÃO

Administração Geral de Bibliotecas:

organogramas de bibliote

caS; organogramas de sistemas de informação.
2.

Automação:

tendências,

projetos, bibliografias.

Bibliografia

automatizada.
5.

Outros meios de registrar a informação:
somimecãnicos.

U»

5.

ou

Microfilmagem e automação.

Preparação para a automação:
cronológica,

sistemas manuais

sistema integrado

( execução

analise estatística )

Cartões perfurados - Técnicas.

Equipamento para processamen-

to de dados.
6.

Fluxogramas - Técnicas

7.

Codificação

&amp;-9-

Automação de processos técnicos: Aquisição e Catalogação
Indexação

11,.

Circiilação

12.

Ficharios - Organização

13-1/4.»

Periódicos

( empréstimo )

( Geral e especial )

15.

Estatística.

16.

Apresentação do produto do curso: bibliografia automatizada(

... *

por autor,

*

Administração Geral.

assunto,

Custo da automação

fonte, título ).

�^k

MINAS GERAIS
D) ESCOLOk DE BIBLIOTECONOMIA DA UEMG, Bg.Io Horizonte
cursoi DOCUIiENTAÇÃO II
NfeL:

GRADUAÇÃO

1.

Informação g Informaticó;

2.

Mecani^jaçíjo e Automação;
(

conceitos,
conceitos,

problemas.
histórico, aplicações -

em r.odos os campos e especialmente em Biblioteconomia

e

Do cuir e n t a c ã o ) .
Computador e Equipamento Periférico.
Z|'

Tratamento da Inforiiicaçaor

Eases

ciiperaçãa e dissomirioção.

Avaliação do sistema

(

Processos

Indexação.

r.ãticos;

TliGcau'’Us

ar;ccmat^ .os;

),

( análise,

armazenagem,
).

r_q

Tecisicas-

( mecânicos e semi-auto

cen bases fotográficas ).

E) ESCO.LA DF, BIBLIOTECONOMIA DA UI MG, Belo Horizonte
CURSO: AD-TOM^Ç/iO DE SERv içrc- DE BIBLIOTECA
NÍVEL^
1.

GxlALUAÇÃO.

Técnica do Processamento de Dados: C?D,
Técnica de fIrccog.ramarn

2o

pessoal e serviços.

Lingua.gem de programação.

Automação em Bibliotecas e Sor'oiços de Documentação:
integiado

( conceitos,

objetivos ).

Sistema

Análise de serviço e an^

lise dc custo,
3o

Ii:ipj.c,'itaçno

e Manutenção dc Sistema Integrado;

catalogação;

periódicos;

indexação e listagem;

aquisição

;

circulação;

-

disseminação da informação o perfil do usuário.
U.

Cooreração cnbre Bibliotecas.

5.

Visão Prospectiva da Automação;
G RECCIL-LC;

5.

IdDJARS.

Catálogos colotlvos.

RECON-NASA,

tendências e projetos

(M/iRC-

INTREX ).

Critevios para o Esoõl.lia de um .^rocesso.

OBSERVAÇÃO
tingi?'ios

}';sse o um program:.'. experimental. e,

enquanto não a-

,o conteúdo e ordenação ideais, não propusemos à Co..,r

donação Didátj.ca da Escola nonhinma mudança de estrutura;

Aiontl.

nuam como duas disciplinas dc Ú5 horas/aula ainda que desenvol
vendo em linha o assunto proposto.
parte

de,

Desejamos que a primeira

prinoipalmcnte, os fundamentos teóricos necessários

a segunda.

Digitalizado
gentilmente por:

�25

SÃO PAULO
F) DEPARTAMENTO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO DA ESCOLA DE
COMUNICAÇÕES E ARTES DA FUNDAÇÃO ESCOLí. DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO
CURSO:

DOCUMENTAÇÃO (

NÍVEL:

GR/iDUAÇÃO

1.

INTRODUÇÃO a INFORMÃTICA )
^

Introdução aos computadores: Analogia didática.
trai de processamento.
ca.

2.

Memórias.

Unidade de controle.Unidade aritmet_i

Unidaies de entrada e saída.

Programação e linguagens:
na.

Fluxogramas .

Linguagens automáticas.

putador.

Unidade cen

Linguagem de maqui-

Linguagens voltadas para o com-

Linguagens voltadas para

problemas.

Compiladores .

Subsídios auxiliares da depuração e teste de programas.
blioteca è sub rotinas.
3.

Sistemas operacionais.

Análise e projeto de sistemas:

Levantamento de rotinas.

tegração e reformulação de procedimentos.
tema.

Bi-

Especificações dos programas.

In-

Concepção do sis-

Definição de arquivo.

-

Padronização de impressões.
L\.»

Implantação de sistemas: Escolha do equipamento de suportede programação.

Seleção e treinamento de pessoal.

Operação.

Manutenção do sistema.
5.

Impacto dos computadores e a Informática
dos e informações.
decisão.

: Avalanche de da-

Aprofundamento dos controles.

Tentativas de automação.

Informática.

Teoria

da

Subsídios p^

ra decisões.
6,

Impressão de uma referencia com resumo:
Folha de impressão e de codificação.
Dados literais entre apóstrofes.
ção de espaços: barras e nX.

7,

Mudanças de linhas e inser

Disposição no cartão.

Perft-ração.

Arquivamento de números e letras na memória: Variaveis Intel,
ras e reais.
lha de dados.
do maço

8.

Comando WRITE e FORMAT.

Representação binária de números e letras.
Comando READ.

Conversão Ix e Ax.

Fo-

Organização-

(deck) de cartões.

Localização de um número de referência:
de controle IF e GO TO,

Fluxograma.

Comandos

�26

9.

Arquivamento de unitermos e resumos: Variáveis Indexadas.
Comando DIMENSION,

10.

11.

Formato múltiplo.

Comandos DO e CONTINUE

Ordenação numérica:

Comandos de sub-programa.

função.

Funções do DUP.

Argumentos.

Ordenação alfabética:
tor.

Organização do disco.

STOREDATA e FILES.

Comando DEFINE FILE.

Sub-rotinas

e

Noções do Moni Comando3

de

entrada e saída com disco.

G) ESCOL/i DE BIBLIOTECONOMIA DA USP
CURSO: DOCUMENTAÇÃO E INFORMÁTICA’
NÍVEL:

GRADUAÇÃO

-Documentação:

definição,

princípios gerais, histérico e evolução;

distinção entro os objetivos da biblioteconomia e dociamentação.
-Normalização documentária;

instituições nacionais e internado -

nais de normalização
-Aplicação das normas documentárias
-Indexação e pré-coordenação de deScritores. Os diferentes sisteMM
^
&gt;
mas de indexaçao e aplicaçao aos documentos primários e secundários
-Indexação coordenada.

Princípios gerais e sistemas de uso corren

te
-Sistemas de recuperação da informaçãoí

cotnparação visual, otica-

e mecânica
-Sumários indicativos; métodos de sua elaboração
-Cooperação documentária em plano nacional,
nal.

regional e internado

Tratamento da informação bibliográfica e sua coordenação

-Centros de tradução:

estrutura e corpo de tradutores

-Documentação e comunicação
-Análise de textos e resumos;

elaboração de resumos

-Linguagens de sistemas de recuperação da informação
M
&gt;
A
-Seleção de descritores pela analise de frequencla
-Estudo comparativo das instituições documentarias e seu&amp; programas de trabalho
-Elaboração de vocabulários em areas especificas como: Comunicação
e outras especialidades
-Sistemas automatizados de tratamento da informação: analise, av^
liação e aplicação pratica

�27

-Sistemas de disseminação de informação
-Trabalhos práticos: normalização de documentos,
peração de irLormação,

elaboração de resumos,

sistemas de recu

vocabulários e in^

trumontos de disseminação de informação
-Noçoes basicas sobre sistemas de computafão
-Programação e linguagens
-/jiiálise e pro’Jeto de sistemas
-Implantação de sistemas;

escolha do suporte de programação

-Impacto dos computadores e a

Informática

-Comandos básicos e arquivamento
-Pluxogramas e análise gráfica

( diagramas de bloco )

-Comandos de controle
-Comandos complementares
-Ordenação de informações numiericas e não numéricas
•Trabalhos práticos:

programação,

preparo de informações para pro

cessamento eletrônico e análise de sistemas para implantação
computaaor

do

�28

8,2 Programas de Escolas Estrangeiras

AMÉRICA LATINA

A)

3^ MESA DE ESTUDOS, Medellin
CURSO: DOCUMENTACIÓN
NÍVEL:

GR/\DUAÇÃO ( Disciplina obrigatória

)

1.

Introducclón

2.

El dociimento

3.

Organizaclón de la

Z|.

Organizaclón y Administraclón de Centros y Servidos de Documentación

5.

Investigación Cientifica

e Informaclón

Almacenaje y Recuperación de Informaclones

5.1 Objetivos e importância
•

5*2 Almacenaje
5.2.1 Ayudas al oontroi bibliográfico
5.2.2 Servidos de resúmenes
5.3 Recuperación
5.3.1 Indización
5.3.2 Sistemas de claslflcadón
5.3.3 Investigaelón bibliográfica
6.

Mecanlzadón, Automaclón y Computadón

6.1 Objetivos e importância
6.2 Mecanlzadón por medio de aparatos manuales
6.3 Mecanlzadón por medio de aparatos mecânicos
6.

U Mecanlzadón por medio de aparatos e

6.5 Computadores
6.6 CÓmputo

( Data

Processing)

7.

Reprografla

8.

Normalizaclón de la Documantaclón

9.

Problemas Linguísticos

10.

Factores Humanos

11.

Documentación en el Plano Internaciona

12.

Documentación en el Plano Intersmerlca

13.

Documentación en el Plano Nacional

IZ;,Cooperación y Coordlnadón en el Campo de la Informaclon Científica.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�29

B)

3^ mesa de estudosj Medellln
CURSO:

PROBLEMAS ESPECIALES DE LÁ DOCUMENTACIÓN

NÍVEL:

GR;»DUAÇÃ0 ( Disciplina optatlva )

1.

Selecclon

2.

Adquisición

3.

Claslficación

U»

Indizaclon

Ziil Producción mecânica de índices como instrumento de con
sulta:
boo,

índices KWIC,

índices Uniterm,

índices Peek-a -

índices de tarjetas con muesca marginal,

índlces-

de tar;jetas con perforación interna, índices para busqueda

por columnas,

índices microcite.

5,

Catalogación

6,

Preparación física de Ias publicaclones

7.

Servlcio de consulta

8.

Almacenamilento y recuperacion de informaciones

8.1 Sistemas manuales de recuperacion ( indizacion )
8.2 Sistemas mecânicos

( Sln computadoraâ )

8.3 Sistemas mecânicos

( Con tíomputadoras )

8.Z; Operación de Sistemas generales
8.Z;. 1 Sistemas de accesos
8.

(

Input )

Z;. 2 Programacion

S,U*3 Sistemas de la memória
Sistemas de búsqueda
8.4*5 Sistemas de selida

(print-out)

8,4*6 Converslón de iin sistema a otro
9,

Reproducclón de documentos

10.

Dlseminaclón de la Información: médios de comunlcacion

11.

Clrculación de materiales

12.

Producción de publicaclones

13* N ormalización
14*

Relaciones Publicas

15.

Cooperación Interbibllotecarla.

Su relaclón con la docu

mentación
16.

Formaclón y adiestramiento dei documentalista

17. Material de Ias colecciones de biblioteca: métodos de producción, organizacion,
y reproduccion

contenido, usos,

clrculación
^

18. Operación de un centro de documentación e informaclon

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�30

ARGENTINA
C)

CARRERA DE BIBLIOTECOLOGIA DE LA UBA

CURSO: FUNDAMENTOS DE AUTOMATIZACIÍN
NÍVEL:

PÓS-GR/iDUAÇÃO ( MESTRADO )

Lã tleniea y sus etspas.
clon,

•

La

Mecanlzaclón, automatlzación y automa-

primera y la segunda revoluclon industrial.

tica y sus princípios básicos.
al control de la informacián.
sectores,

La ciberné

Las computadoras y su aplicación
La automatizacion bibliotecária

:

posibilidades actuales y perspectivas futuras. Examen

de diversas experlencias realizadas en este campo.
ción bibliográfica y documentaria.

La lectura,

La automatiza

el análisis

y

la traducion automática.

D) CARRERA DE BIBLIOTECOLOGIA DE L/i UBA
CURSO:

SISTEMAS DE INFORMACIÓN

NÍVEL:

PÓS-GRADUAÇÃO (‘MESTRADO )

Elementos ba sicos de teoria de la informacion.
cesamiento de datos.
métodos.

La recuperacion de informacián:

sistemas

ji

Estructura y.procedimientos de los sistemas manuales, -

semiautomáticos y automáticos.
maclán.

Princípios dei pro

La

Nociones de codiflcacián y progra

seleccián y la difusion de la informacion.

ESTADOS UNIDOS
E) KENT STATE

UNIVERSITY SCHOOL OF LIBR/.RY SCIENCE

CURSO: DATA PROCESSING IN LIBRARIES
NÍVEL:

GUADUAÇÃO

I. Expecience in Llbrary Automation: Aquisitions, Control,
Cataloglng,
. II.

Circulatlon, Referenoe,

Methodology of Library Automation:
nition, Analysis and specification,

III.

Special functions
Identification and defl
Installation and operatlon

Technology for Llbrary Automation: Hardware,

Software,

Concepts
IV.

Prospects for Library Automation: Direct Interaction,
namic vocabulary control, Adoptive file organization.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

dy-

�F) KENT STATE UNIVERSITY SCHOOL OF- LIBRARY SCIENCE
CURSO:

INFORMATION RETRIEVAL IN THE LIBRARY

NÍVEL:

GR/.DUAÇÃO

I.

Introductlon:
Information.

The Information Exploslon.

The Users

Support for IS and R research.

and Industry Activity,

of

Association

Library of Congress Automation -

Study ( King Repc;rt ).
II.

Communications in Information Stora^e and Retrieval
The Communicative Continuum.
tion Systems,,
Systems,

^Classification of Inforra^

rerformauce characteristics of Information

.

.

III.

:

.

Concepts and Techniiues:
Classification and Indexing.

Coordinate

Automatic indexing and . r.h

stracting.
IV.Information Services;

Current Awareness.

Retrospectiva

search Services,
V. System Funcbions:

Basic Functions.

Basic Systems.

VI.Typical Applications
VlI.Cost Factors:

^ro^jssing Costs.

Search Costs.

Storage-

Costs.
VIII.Har'V'are Considerations:
Recognitiun,
IX. Softv;arc:
Search,

Output.

Storage.

Charatíter

Computcrs

Laiiguages,

SDI,

Input.

Frograms

( Permuted title index,

File Maintenance )

,

X.File resouroes
XI.Treacs

G) UNIVERSITY OF CALIFÓRNIA,
CURSO;

:

NÍVEL:

PÓS-GRADUAÇAO (MLS)

LOS ANGELES

XNTRODUCTION TO LIBRARY DATA PROCESSING SYSTEMS

Current Trends In Library Data:

Processing and Networks.

The approach of Systems Analysis.

Definition of Library Goals

and Objectivos.Planning and Implementing Library Systems.
Methods of System Description.
Accounting.
Data.

Coding of Data.

2

3

4

Input,

Punched Card Processing.

Hardware and Software.

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

System Evaluation and Cost
Output,

and Display of

Storage of Data.

Computer

�32
H) UNIVERSITY OF CALIFORNI/&gt;,

LOS y\NGELES

CURSO:

DATA PROCESSING IN THE LIBR/.RY

NÍVEL;

rÓS-GR'.DUAÇÃO ( MLS)

Total Llbrary Systems.

Library Admlnistrative Systems..

Acqulsltlons and Ordering Systems.
Serial Record Systems.
'In'..:, Systems.

Circulation iFontrol Systems.

File Converslon and Input Sustems.

Authority Control Systems.
Information

Catalog Froductlon Systems
Interllbrary

Subject

Mechanized Indexing Systems.

Itetrieval Systems,

I) UNIVERSITY OF CALIFÓRNIA,

LOS ANGELES

CURSO; METhODS OF INFORM/iTIC; SYSTEMS ANALYSIS AND DESIGN
NÍVEL;

rÓS-GRADUAÇÃO

Summary of Systems Analysis Methodology.
Requirements,

Standardlzatlon of Vocabulary.

Communlcatioh,

Formalized Abstractlng,

File Organization.

2

3

4

5

Man-Machine

Indexing,

and Descrlption

Request Formulation and File Searching.

Data Reduction and Analysis.
Evaluation.

Study of User

Data

Presentation.

Equlprent

Criteria for Total System Evaluation.

6

Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="15">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="10509">
                <text>CBBD - Edição: 06 - Ano: 1971 (Belo Horizonte/MG)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="10510">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="10511">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="10512">
                <text>1971</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="10513">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="10514">
                <text>Belo Horizonte/MG</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11000">
              <text>Automação no currículo de biblioteconomia</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11001">
              <text>Vieira, Anna da Soledade</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11002">
              <text>Belo Horizonte</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11003">
              <text>Febab</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11004">
              <text>1971</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11006">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11007">
              <text>Biblioteconomia (estudo e ensino)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="11008">
              <text>Visão retrospectiva e panorama atual do ensino da automação em diferentes Escolas de Biblioteconomia estrangeiras e nacionais. Análise da situação e propostas para o ensino da matéria nas Escolas brasileiras.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65292">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
