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                  <text>srsiidas leafs

BIBLIOTECA

Digitalizado
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Prtrociirrdo

Tc:qu IV

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á.3.

8 r. 15

polo

'TA _e_ ppcirr^HirAgAO
cTc

3 ano ir o

Instituto

BiLliotocas

cie

1 96?

líucionrl

universitárias

e

do

Livro

csrecialií^adas

SIlPIOTLOáS PSOOLAPPS

A

bietiot::ga,

PSCOAR

Por -Ponisc Pemandos Irmrcs

Característicr.s» Pinalidades, oLoetivos
e função. Somollianças c diferenças cora
a, SiLlioteca Infanto Juvenil Prdolica. A
iraportáncia da Secção do Peforoncia.
Puncionanento c scirs fatores 10810 08.

027.
027.

Denise Pcmandos

82
8

CLP
GPU

17a.

Pd,

Tavares

Piretora da. Pilliotoca, Infantil Jnntciro Lobato
Sa.lvador - Paliia ,

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--saoLAR
Oarp-c oGrí sticc\s_

1.1.1.
• ■
1.1.2.
1.1.3.

Bibliotccr, .destinada a servir o Professor o Ali^no.
Billiotoca localizada na Psoola.
Billiotoca coii secçao do Referencia nreponderante,

1.2.
Pamça.,0
l,2‘,Xr '*gcrvir de base aos objetivos da Escola
1;2.2;
Ajaidar o professor a ensinar
1.2.3.
Ajtida.r o Alrro a^ ostrxlar
1.3»
Rinalidados
1,3"^. *ln3pDri:iar
1.3.2;
Gonnlotar c orientar os estudos
,1.3.3;
Continuar a tarefa do Professor
1.3.4.
Consolidar a aprondizasera
1.3.5.
Par 0 liabito do pesquisa

f

1,4. ■ Objetivos
^
1.4,1’,^ Aiapliaçao de coif.iociaentos, fornaçao cailtairal pa
ra o iiliuio
1,4.2.
Recursos ao Professor para integrar 0 alrro
aos
processos de a.prondizagon.
2. ,

ORC.:,r:IZAgAO

2.1,

Patôr s básicos de fiuicionanonto
T "âu
'ctep’e"nd0* IT*êbci10* *cía' ÍBibjlioteca Escolar )
2.1.1.
0 acervo bibliográfico
2.1.1;1.
livros de estudo e infornaçao
2,1.1,2;
livros didáticos^
2.1.1.3»
livros de fornaçao
' 2.1.1.4.
livros especializados o.n odaicaçao
2.1.2,
' 0 Professor
2.1.2’. 1.
cono agente notivador
• 2.1.2,2.
c ono c olaborador
2.1.3»' 0 Bibliotecário
qu.a 1 i d adesão f o r na ç a o
sua
2.1.3 • 1 '•
2.1.3.2. , sua tarefa e açao
2.2.
Puncionar:icnt_o_
2.2Tr.'*‘'l5cTc‘çuo e Aquisição
2.2.1.1,
Uatcrial infornativo c didático
2,2.1.1.1.
para o a,Irr.o
- 2.2.1.1.2.
para o professor
2.2.1.2
Livros rc creativos
2.2.2.
Secçoos
2.2.2.
Í;
2 o 2.2.2.
Referencia 0 Leitrra
2.2.2.3»
Circulante
2.2.3Horário
2,2.4»
Pro quência
2.2.5; a Atividades
2.2.6.
Localizr.çao
2.2.7;
Equipa:aonto
2.2.8.
Pessoal
EEPERPlTCJAS

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Serv

PIBLIOGRAPICAG

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Sc a n
st e m
Ciereaclancnt»

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B I B I, I 0 T

l.li
1.2i
l;3i
1.4i

C

SCO L A R

Características
Prjiçao
Pina3-idaclcs
Objetivos

Na,s bibliotecas nodernas, a Secçao de Referencia
S11010
caráter dos mais importantes., pola oportiniidade ouo tem
de
servir a.o leitor de maneira inicdiat^ , cumprindo a. sm finalj^
inf o rnar, d entro'da dinamic
q_ne marca muito bem
o
proposito da, institeiiçao
_iTa sua principal cara.cteristica de informar c ensinar, a.
secça.o de Referencia constitui-se na scceao-cliave da. Biblioteca Escolar, consid.orando-se auc a Biblioteca Escolar
tem
como finalidade procípua catender às necessidades do estudante, sendo portanto a, continuadora da sala. de .aula, q_ua.ndo
oferece centenas dc "mestres" para. prosseguirem o ensino das
liçees.
evidente q_ue, se uma. Escola dispõe de local o mcios
suficientet para. instala.r uaia Biblioteca Escolar ma.ii ■ ampla.,
a. üecçao Recreativa terd um dcsonvolvineiifo coiõdüzentc à fre
quencia dos leitores: se entreta.nto, os recursos forem limitados e 0 cspaijo pequeno, somos de opinião que se do profo rência a Secçao de Referencia porque 6 a.quola. que atonde, de
imediato,, ..tp
às necessidades
a-,--:
do Aluno. E 6 princípio do Biblioteconomia moderna, duver^^
feita, para, o^ ipj
tpr que a. frequentauaT Tsà:o*’'ir,* à?o*fTc"irjàr Vs* *inte*rc*ssc"s “d*ò" Lca
lor, tornando-se um orgao iitil e a.tuanto.
Longe de nos, a.charmos que a leitura rocrea.tiva. o infor
mal, deixa do ter utilidade ov. é menos iariortante s ela é que
dá 0 hábito de ler, . ta.o agra.dávol e valioso pela. vida. a.fora,
na forna.ça.o da. personalidade do indivíduo e^iia sua estrutura
cultiiual. Llu-ito bom será quando a. cidade, nao dispondo
de
bibliotecas infantis, que a. Biblioteca Escolar possa dodica.r
também sua atençao
narte recreativa, mas se houver nocossDL
'a •
da.de de opção (e estamos ponscndo na. roalida.de cios prédios
o
recaJTSos nás escolas c ginásios bra.siloiros), prcforívol guo
se concentro recurso^s_^^c^ a^tivicla.d.es na. Secçao de líeforõiícia
q^^e rocob’e enfase esnccia.l iiuliic
Tem qifaríqpier' cXrcmiViTãiícà.a
Biblioteca. Escolar, firuie bem cla.ro)
ai^roiU\cr_a
às necessidades do Leitor - o Aluno -“Te^TíaTs"Tme‘dTi 'to'/
Os livros, rocrea.tiyos d^aa_T/Bí 1 iotcca esc 0 la.r d o ve r a o
aqui3i'cKo' "cTo) material
ser na. p_ro;porc_ao oue Ha 6'
a3_s
oj^jojuuv^
d'a'*b'ib’liTto
ca,
" "e 'so'rVir Tomo
espocTfico
conrinuadorar "dra/ TaTa/ 'de
ül
e como cÕmuloncnto do traball.o
do Professor,
líao deverá o Alamo limitar-se ao livro adotado no
seu
ciu: .C{ o, nem aos apontamentos dc aula, para a.compa'nhar a. plura.
lidade de teoria.s, op3.niocs o esuudos diversos, sobre os vaa
rios c.ssuntosí par
rcitar sua. inteligência., a.pronderdeduzir, tirar conclaisoes própia.s, investigar e compa.rar.
Emfim pa.ra uia .pronerz do dinâmico c eficiente, torna-se necessário caio o aluno lei
va.rios livros e pesquise-. colha
^ LiiKj
-L. i-u. j um
uumj. COn/lGCl"
opinioes de diversos autores,j a.dquirindo,
assim,
mento a.mplo e completo do que estuda. A curiosicla.de é estimu
lâ.da. nossa pesquisa..
e o raciocínio se deseninto3-igonci■

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�volverão. A pesquisa lDÍ’5liogréfica e r, consulte, às enciclopédias e di “
cionr .ios pesncin a r.or porte inte^x^nte do seu método de estudo.
Tildo isto é pos,.ívelj desde c. escola prinó-ric, se liouver uraa
■biblioteca escolar, guiando o aluno para tal finalidade, S para acom “
panhar a rapida e múltipla ea^olucã.o e coniieci; onto liuaano, comumentesnia
ma biblioteca, o estudan'e encontr^rcá material farto, atualiza,do e comj)leto, a,lém da docunentaoão ininuciosa.
ITaturo.lmenve5 alunos q.ue tenliam esta o;-ori;uiiida.de apresenta rão um nível de rendimento muito maior, muito u-is amplo.
A pobreza intolcctual oue observamos na maioria dos jovens,li_
mitados a estud r "pontos" aue lhes p'os,sibilitem fa,zer provas para P^ro^
moção para outra, série, teria que desc pjarecer, desde ç_ue seu estudo fos_
se conduzido difei^entemonte com ôsse uso a; ropria.do da bibliotees. escolar.
A 3:^bliotec,a Ascolar, embora na. atividade precipua de guiar o
leitor para ò estudo, estaria também, indiferentemehte, despePtando—lhe
o gosto T-elos livros, de uma maneira geral. Alí os livros recreativos
teriam a sue. vezs se nã.o pudessem existir na p;rópjria Biblioteca. Escolar
pel. s circunstâncias já conent&lt;adas,- os alunos seria.rn sugeridos a p roeura.rem a Biblioteca. Infanto Juvenil lública da. cida.de, onde encontra.ria.m
o complemento ppue sua inteligcncia. já deseja..
.1 nosso ver, um sistema, de biblioteca, ideal para crianp-as e
jovens conprreendericis bibliotecas escolares (em escolas p,rimá.i-ias e ginásios) e bibliotecas p.ublicas infauito juvenis, todas ela.s bem defini das era suas funções. Os a.c¥rvos deveria,ra ser específicos en ca.da. caso,
pa.ra ura ma.ior rendimento de leitura, e
rendizado.
Para nellior ju.stificar o nosso pjonto de vista, veja.mos o 'pue
nos diz o p',rof. Lasso de La "Vega, iliistre bibliotecá,rio esp"anhol(x);
"La.s Bibliotecas infa.ntiles tienen corao objetivo pr^incip o,l sentar l^-s
bases y cimientos de una futura clientela bibliotecária, e ir inculcando en los ninos el cerino y el amor al libro que debe tener todo acu.el
concurre a ima Biblioteca., mientri'.s que Ias escolares j;roi.orciona.n servidos de Icctura paxx. fines únicamente edaica.tivos ir jCtò. perfeccionar
y ampiliar los conocimientos adquii-idos en la escuela y a.paida.r en su
ta.rea a la misma." "La. Biblioteca escolar tiene un caracter a.bsoluóarae^
te distinto a ctia.lq-aisr otro tip'o de Biblioteca públ; ca.. Bn primer lu ger, se diferencia de la.s cread. s para. los ninos en qiie no solaraente
acuden-a ella.s aquellos p equenos qaie son inteligentes o adela.nta.dos en
sus conocimientos y a cpuienes la lectura a.óra,e e interessa., sino oue
también acudirán los ninos torp'es de ingenio o retra.ídos de espíritu que
necesita.n ayudas visua.los o qualquier otra, cl; se de incentivos p..ra el
asttidio." "Deberá también desa.rrollar en nus alunnos la.s capacidad de
aprender ellos solos raedia.nte los libros, sin apx.da dei maestro, es de ■■
cir, intentará, que los pequenos lectoros, dn necesida.d ninguna de sus
exp)licaciones, extraigan de .sus lectui',. s considaid ninguna de sus
exp licrciones, extra.ig.^n de sais lootur..s consecuencias provechosas directamente enca.minada.s a. aprender determina.da.o cosas que será.n raa.rca.da.s
:or él."

(x) Lasso de LeS 7ega., Javier. IIa.nua.1 de B'.blioteconorai
Editorial Ilayfe. 1952.

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ídi^id,

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�Enqup.nto a EiElicbeca Infanto Juvsnàl 3 ú blica ten ação miiito raaia amj.laj atingindo inclusive crianças rcie o-iri
da n:'.o sa,TDGin ler, a.través de atividades cono "hora do coiito", "teatrinlio de sonhra e fantoches", etc, ainhas têm objetivos e finalidades co_
muns.
Poderiamos diser, resumid&gt;niente, ou.e a 3ihlio'''eca- Inf..nto Juve_
nil Pública visa foma.r o leitor, a Biblioteca; Ssoola.r visa a-jtidar ao
estudante. Amba,s infonu-.m, instrUiém, socialisara e educam.
A Biblioteca Inf ntil iública., e.sçecifi canente procura forna,T o hábito de lèr, despertti,r amoi- ans livros e o
gosto pela leitura. Oferece livros a tôdan an crianças e cabravés de
sua "Secção de Referência," serve ao leitor-estu.dante, enborc, não seja,
essa sua função err ecífica.
.1- proporção de seu acervo de livros
de
referência e didáticos não deve ser superior à dos livros de forma ~
cão e recrea.ção. .1 Biblioteca Infanto .Ravenil Pública; tem co:io lei -tores todr..s as criançan de uuo. coraunidade, enqiianto a, escolanbem co -•
o leitores os alunos da ercola.
As atividades da Biblioteca Infanto Juvenil procurem afcingir os va,ri; dos inberêsses e j referencias das crianças e jovens5 as atividades da Biblioteca JJrscola.r procuram ir de en contro às necessidades e interêsr.es dos .ilunos, A naturêza do funcionamento da Biblioteca, Infanto Juvenil Pública é mais coarolera e en frenta p^roblomius muibo mais anjplos, difíceis e impreviniveis, inclusive de con‘'-rôle de empréstimo e disciplina,. Bm rela,çã,o ao pes soa,!, o
Bibliotecário da Biblioteca Escolar, precisa :er nris cs,pa,cida.de de
pcscjuisa e conhecer os pa-ogram s e currículos de cada, ci^rso ministrado no est.foolecimento .aonde atua.
0 Bibliotectirio da Biblioteca In
fanto Ji;venil ■ recisa, saber der;perta,r o gosto p.ela loituma, eonb.',r
historia,s e ir de enconrro a,s preferências e os iirberênses d,..r cria,nças, gu.i nido-as com habilidade, imbos precisem ter p'aciência, urbani_
dade, am.?bilidc,de e jovialidade, para tratar seus leitores.
l‘ã,o pode
o bibliotecário de uma Biblioteoa Infcnto Juvenil Jública, esrpaecer
que o leitor vem à s^Ta Biblioteca, enpontãné. mente, e só voltará
se
gostar, se sentir ambiente cagr^díável e convida.tivo. 0 leitor vai à Bj^
bliotece, Infanto Juvenil liiblioa p.orrue quer ir; no. Biblioteca, Escolar
porpue j recisa ir.
Lidando com o delicado e conpleno mete rial humano epue sã.o a criança e o jovem, preci.sa a Biblioteca Escolar
es bar preparada pare, servir enp.ecífic..mente a,o estudante. l:íã,o podemos
fa,aor de cada Biblioteca ur.ia vitrine de livros diversos; p.recisamos
faacr de oada Biblioteca, um organismo vivo e atii nte, dedicada aos
objetivos definidos, em relação aos seus leitores.
dis; crsão somen*te leva à deficiência e esta, o esta é inurodutiva,.
Objetivos da, biblioteca enoola,r
Da.r CiO a,lt;no, através .dos li^vxos, op ortu nida.de de um estudo n^is o-mplo e comp'leto;
p rop)orciona..r“llie meios de adquirir conheci
mc •tos e informasoes atualizada s a--r aves
da pesquina, e est;;do compuara.do da-s diver sas a.reas do currícalo. A Biblioteca, esco_
l.ar dá ao professor os recursos p.ara, integr.a,r o a.luno nos piroce'i-ios ativos da, ap ren
diza,gem, fornauido-lhe a,titudes T'ositivas e

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�desenvolvendo—llie liclDÍlidcdes de e3"'"adOj de
pesoviiric. e coursulte,.

pelo eirvocto yodenos odrervar ~tie a Bi‘bli_o
teca Inf.Mito Juvenil e a Bialioteccv d,.;colar deven estar ent-i^elaçadas
lio ceu funoioncmento e devem t3?a,’ba.lliE,r em estreita coopera.çao.

2* 0 R G

2.1.

II I Z L q I 0

BdGICOJ PE ETXCIOiadlIi^PO P... PEPLIOriE,'- EPOOLiP

Pe 3 fatores depende o êxito d.:. PiPlioteca. Escolarí
1.
2.
3.

do acervo PiPlio^ráfico
do irofessor
do biPliotecario
2.1.1.

AG.I:iíVO
0 acêj?vo precisa ser attializado e amplo,
neces^idr des e in‘''erêsses dos escola.rcs, respondendo a.os
esc-üla, correspondendo à indicação do professor e procura

asendendo
objetivos
do aluno.

PÍZ--110S ainda. Lasso de la Vep;as

(x)

"La 5iPlioteca&gt; dscola.r entre los libros
que alberr^ie se dará prepondercncia a, los textos escolares y a libros
de consulta, o fu.entos de esttidio, diccionario.s, enciclopédias y toda
clase de inana,ncia,les donde los pepu.onos puedaxn evacuar en un momento
determinado cualpuier consii.lta. rii.e les intere.se respecto de Ias
lecciones estudiada.s en el dia."
oeríundo P.
L‘oos em seu traballio "Oto.te
participation in public scnool librcry Service", "os livros de uma biblioteca escolar não devem r^er li^/ros de contos ovi frívolas novelas,
mas traba.llaos que p'ocsara propsorcionp.r una sólida fornaçao a.o estiidan te.
A Biblioteca, tiscolar deverá ter prep)onde rê.ncis. de livros do consulta e informação, livros cl.e er;tt'.do e ensino ,
livros didá,ticos adotados no colégio e todos o.s demais psiolicado-s que
po.ssam ser adquirido.s.Pever.á ter o’ntros nateriai-s que sirvam pa.ra in formação e estudo, corão por er.cnplos recortes, carta-zes, ficbários Pio_
gráficos e aa.irerial audio-viaua.lç tã.o usado na. moderna didática..

(x) Las.so de la Vega., Ja.vier, Obra ciA?,da

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�Os chamados li\áros de rexoróncia sao os básicos
para rma biblioteca escolar, c n c i c 1 o p ecTx a s' V "cTi cioná,rios gc
rais c es;:'ccialisados5 atlas j alnansriues, airaários; todos
os
l.ivros q_iic sirvam para respon ,er a iraa consulta; todos os li t
vros çi^uc p|^ssa,m informar os o,ss’ontos de interesse do estudan te, Do cada matéria, dcver-sc-á, reunir lui grupo bom seleciona
do de compêndios, de maneira- a satisfazer às necessidades
dos
Alunos para- estu-dar e desenvolver os diversos temas do seu cur
rícvilo (X)
Os livros que chamamos de a.ssunto ou do elu_óic_a
^ao sao aquele a que ensina-m alguma coisa ,“clc^ maneira, iuTbrmal,
sob" o aspecto recroa-tivo. Ao tempo cm que narram tuna histórií
ensinam um !
junto, de forma a-gra.dável à, crianea. A litoratujra
infanto ju.vcnil bra,sileira possui excelentes livros desse ti po, incLaspcnsavois a Biblioteca Bscola.r; "Soroos
do dona. Benta-" de Ilontciro Lobato (ensino de física-) ; "Viajens a-tra-vés do
Brasil" de iiriosto Bspinheira- (geografia- do Bra-sil) , "As habitações G sua, história" de Ila-ud c Ilislca- Petorsham, etc.
As biografias sao livros imprescindíveis, tam bóm, à Biblioteca, Bscolar e mu-itíssimo consultados. Há- os que
trazem diversas biogra,fias, de ma.ncira resumida-, muito xoteis
para informacao ao escolar e as biografias em na.rx^ativa-. mais
longa e minuciosa, muito do agr. do da-s crianças e jovens que
conhecem a vida de pessoa- i lus tr e , a-través do uma leitura o-mo*
na e informa-14
Os livros didáticos sao do u r i no r d i a 1 i rip 0 rtan*Bibliotoca
spuser de mixiros
cia na- Bibliotee
]scolar. Se
recursos, poderá- a-dqixirl-lts em cuiantidade, pa-ra, emprestar aos
a-lv-nos mc-i
, ^
os meios mara cuipra de livros fSrem Id.
mitado 3, compra-r—Bo-ão mais exemplares dos adotados no colégio
e dois ou três exemplares dos demais pxxblicados, muito úteis p
para consixlta- e cstudi.o a,
'.liuios. q_uc aliás 5 I josram ao condecer livros didá.ticoG diferentes do; 3. oxic dao em cla-sse

crianças
^DCr"iíõo- -e ‘f^*cáiT r 'onir ],dvroG de T'ef er- ;nci
porruaqiGsa,
uois em cnc3^
pa-ra
joarns,
em
lingaxpr inc ip a.lmente
lizados
dicionários
especializados,
etc,
sa,o
leitos
mais pa_
clopédia-s,
com
ra-ras
exceções.
Hd
Billiotoca.
In?r-.ntil
Honteira- adixltos,
erocuramos
i’curãr
um.
grupo
de
livros
na
Secçao
do
ro Lobato,
esBeforência. A m lioria deles embora de^ xcaxioos . servo para
■s
)ida
0
segura
,
,
o
divorponder de maneira acccssível clara, rá
sas consulta.s d.o leitor da- Biblioteca Escolar. Alraima s onciclo
:3ao e X c e 1 c n i3 os, c mb£
podias para jovens, uuo".içadas 110 Brasil
suade urc-ço uouco acccssível, sendo uorén indi suensá-vcl aaquisiç

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�0 nio.torir.l inforiip/civo será forinr.clo de tudo' qiic
P0£
servir 10 elriio purci csclrrcciinciito ou estudo; os rccorte£ ac rcvisrns
jornurs, colGcioiiados 1001^®®™"^%!! pr.s'tas* cuc_
'rrxTas orpanizendo~so índices. íisso urocioso nr.torinl on umn bi
blioteca^infp.nto juvenil públier. ou esoõLars é utilíssino. A d£'
cuucntaçao^-tcn aspecto relevante m.uia. biblioteca, nioderna,. As
^ra^u:v^s__, também, colecionarias por a.ssuntOj servem pa.ra. ij^us'trar' trabalhos escola.rcs, motiva r -ula. s 5 i liis tran'* 0 xp o s i ç o e s,
etc.
A biblioteca, poderá dispor do coloeoes en duplicatas para oferecer aos alunos, quando precisarora orpanizar scr.s tra balhos, e aos proiessores qua,ndo dcsoja.rcn fazer cartazes par:
motivar suas a^ula.s (x).
í aconselhável quie todo naj^rjarJ.
jliotocí
usad-o na 3]scola, pertença
tan-fó^^os adquiri d. os c£
mo os q_ue forem elaborado
ou mesmo por professores e alunos,
pela própria biblioteca. ■
material será comum a todas as cias
sos; uiiic: coo;Teraçao que
çlscola o riqueza do
ensino, enriquecimento p
gom. (:cc)
biblioteca fscolar__
Jj^nccGSScrio q_uc
também \iia coleção osp&lt;ocia,liza,da cm. livros de cducaçao
usados pelos professares e trat ndo-se de escolas norm
bém pelos alimos.

serem
!, tam

As revistas dcvera.o 3or ad.qiiiridas somente aciU£
Ias que se constituam fonte de ensino
como "?ico-'i’ico5 "Sesinlio”, "Diversões Escolares", "Bi]-ihcn", biojprafia.s om auadri nhos o outras sonolhantcs. Para o nrofessor as diversas rovis’,o in tas ospcciaJ-izadas, oditadas no
sil o ostr ,'np;oiro,
disnensáveis.
'
Os catálogos completam a, riqueza c ) acervo bi bliop-ráfico, na infori çao precisa, atendendo às Tossíveis con
o Catálogo Dicionário. de fácil uso
sultas do leitor
polo estudante deve-se ter o cuidado de fa,zor _o maior dosdiobra'
mento do fichas de issimto, remissiva.s c analiticas, do maneincontro resnosta.s a,s s’aas noraunta.s c a.nrovei
ra que o leitor
Bibliotecí
ro ao maximo o acervo

(x)

Os Recortes 0 as Gr.',viiras da Bibiliotoca iiii.qnril Iiontciro Lobato além da utilidade cue prestam aos seus Leito: res, ton servido^dc inspiraoao e modelo a, inúmeras pes sôa.s e instituições.

(xx)- Na Bahia a "Biblioteca da Escola G-etulio Vargas", pous sue material audiovisual muito bom organizarlo, feito
c
usado desta ma.neira;, qp:c sugerimos.

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�zados,

Outros £p.tj:uLoo;os r.rjd-liarcs podcrr.o scr or^rni*
con a finalidado "?rG*'"ilvciXrfc3’T consiilta.

Os livros rocrcG-tivos serão aouclcs q_iie a Bi
lliotoca possa adrjuirir, atendendo aos intorôssos dos alunos.
2.1.2,

0 PBOIBSSOPu

0 professor use aadoilliotcca para seu esclarec^
nento 0 estudo, indicando-a, ao aliuio 'aar: o nesno fia. Sa^bondo
0 va,lor o uti3.idadc da biblioteca, ca,bc, justajicntc a ele
gra.ndc responsabilidade de fazer o a.lauio dela. se utilizar, deando-lhe, jr.nto ao osq_maa.
matória, a biblio-prafia do assunto
con ma endereço que será
chr.vo do estudo. Enviando o C:,luno á
biblioteca pa.ra conplctar os enSinaraentoshaaaridos cn au.la,
o
professor possibilita, anpla. inforaaçao, laellior a.prGndiza.gGn, g£
clareciracntos e a.perfciçoanonto. 0 aluno irá pesquisar, irá
lor cn vários livros, a,prcndor o a.ssamto e desenvolverão seu
ra.ciocínio, comparando opinioos, tirando conclusocs. rlao^será
una classe de "papagaios",
ropctinrio com a. raesna enatidao.nas
provais finais, os pontos do aula, nas variados conceitos
rao
Oí assimtos scr.ao desenvolvidos em
specbos aiversos e
o
csttidante da.rá. a. sua. própria conclusão, dentro das possibilida
dC£ . do.scu '.iscernimonto. Ilá irna nel.á.or oportunidade para organiza.çao do seminários e debato 3, pois, uj'i trabalho de pesnui
sa c estudo se fará de nanoirc Vária e arr.ila
Do sonvo1vera0 os
estudantes dessa nancira^o seu ca.bcdal de conJiecimontos. o sou
raciocínio e a.pcrfoicoarao a sua. linfpua.gcn.
He s s o a.nb i c n t e
estudo, cono oferoccn as bi bliotccas, 0 a.luno c
cute o_ -rendido con os oiegas. f ornam-se
grupos de cst-q.dos^o de opinioos as cnpcri nicias sao rrocacLas
escla.rccincntos sao dados aos nonos c pazes pa.ra^una aprendiza.
gen imediata. A soiitm ricaao-o, a conlraacernizaça.o
cola.bora
çao, a ajud;- nútua. se dcsonvolvon, cntirpa.ndo o Ggoisno o a •
conpotiçao que fazen do alimo excepcional un a.varo do‘ sabor. 0
c onnanhcirisno ó serr-.ro nositivo.
0 j.bcofcssor ppronovorá trabalhos o pesquisa, p:
ra seron
oitos cn ginipo, procurando desenvolver o os tudo
cm
o quipe, a trave s d a b i bi i o t G c a.
ostudo
dendo.

0 Aluno,
sala de aula.,

0
continua.ndo na sa.la da bibliotocí
n
roalncnte, ins'cruindo-so a.pron

0 Professor será o grande inccntiva.dor, o inpul
sionador da frcnuoncia à Bibliotoca escolar. Ê sua. a rosponsa.de
bilidailc do dirigir o al\uio a.tó cia., conduzindo o ensino
maneira, que a. biblioteca, soja. fator imprescindível, obrigantó rio nesno.
Competo, ainda, ao professor sugorir ao Bibliotecário, os livros mais ,úteis o necessários aos seiis a.lunos,
dentro da sua. cS”:ccia.lida.de. Cooperará com o Bibliotecário
na.
a,qi:J.sição, na scl.oçao dc livros, na redaçao dos resumos Bibli£
gráficos, etc. 0 Profossor ó oloncnto útil à. Biblioteca, por •
aca.o do BiblioteCí
aça.o devo ostar entrola.cada con
que
no, a.nb os visando u:i bom ensino un b.on rondii'.cnto educativo,

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�2.1.3.

0 Isr^lIOE^CAEIO

Paro. o bom omito do tina biblioteca, o clomcnto
importante o 0 Bibliotecário, internediário entro 0 livro e
0
Ici tor,j ÕJí2:racr&gt; r*. ao Ijgu'iTr^T^aTlio eficionto
0 biblioteca podo
emistir. Da. bu.£ e.caoç do sen connocinonro cioencie a biblioteca
ser dota.da o 0 s 'Cv ,r preparad
para
dos
tender ã.s nocessjidades
.1 •
a.lnnos. íllc devo cuidar aue o natoria.! posto a disposição
do
cstv.da,ntG soja. a/Imaliaado o próprio, de acordo com os objeti vos do curso nn.c ele frenisenta. Tornar a, biblioteca dinâmica ,
pront£ , a servar ; 10 alimo com oficioncia, c trabalho ser., forno
cer a informação rá.pida,, encontrar o material adequado, ir
de^
encontro ao ruic o aluno precisa c deseja, sao tarefas suas.
Atender ao programa escolar, num entrosaj.iento constante com
0
professor da.s diversas classes, a. fim de dispor do material,da
bibliografia. 0 da infornaçao “'ronta ou&amp; o professor c aluno so
liei tarem. Ácorapa.nliar a vida escolar função sua. no que so ref£
rc ao onsino 0 a.s comcmora.çoos; mouivar os varia,rcB assuntos dê'
sua. biblioteca, conduzindo
aoiVInados
como oxpooiçoes, con
cur
etc; fornecer bibliogrw.fias aos
ofessôres e procurar
os livros solicitados, 6 sou dever. Como vemos, sua função
e
complexa, c difícil- c at'aanto e dinâmica,. Daí a necessidade do
bibliotecário possuir qualidades e capacidades de alto nívol o
a formaçao técnica, especializada,. 2le precisai, ser agradável, e
gostar de servir; tor óonsciòncia éc que precisa ser útil; ser
pa.cicnte e mu.ito hábil.
2.2.
2.2.1.

£ U IT C I 0 IT A B ^

SBD^qÃO B_ AQUISIÇÃO

Atendendo aos :u'’opósitos e fiimlida.des da Bi
bliotcca Bscolar a aquisiçao devo ter como propondoráncia 0 ma
tcria.l que vá de encontro às necessidades do aluno e professor
cário,

Dois princí';ios scrviria.m de norma. ao. Bibliotepa.ra a. a.quisiça.o de livros cm uaa Biblioteca. .Uscolars
.Preponderância do material informativo o didáti
GO"
livros recreativos na. proporça.o que nao prejudi
que a ac[uisiçao do material cspccífico^aos obj£
tivos da escola, na.s seguintes proporçoes
485^ informativo,
48^/j didático
4'P recreativo

consulta, e estudo

Os professores, além.da indicaçao dos livros
que rocomondam à Biblioteca no^princípio de cada ..no, constantomonte..dove a.prcsentar saigestoes do novas obras pu.biicadas.
Também os aluios devem sugerir livros p.ara
biblioteca ad^oiiirir.

a

A conciilta às bibliogr^.fias, comentários em coluias espocializa.da.s de revistas o jorna.is, catálogos de cdit_o
res c visit.as pcriodicas^ào livrarias, ajuda.rao 0 Bibliotocá rio na. scloçao e aquisiçao de livros.
ITa.tniralmontc, cabe ao bibliotecário, pelo seu
saber e conliecimcnto exato dasua Biblioteca., solccionar o que
6 bom^e 0 que será útil, lombra.ndo qtic a a.tualizaçao é uma. imposiça.o constante. Os professores scra.o colaboradores importan
tos nesse trab.alho de scleç.mo dando a sua opinia.o analisada.

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�sôhrc OB livros a co-r^rar.
Somre quo se fizer necessário iim livro ôu li vros para tarefa cs-^ccical dos leitores, deve o 'billiotccário
eiTocnliar-sc ora adq' ,ir3%los ou conseguindo a indicaçao do
oxistcncia cm outras ‘billiotccas, nara bom servir seus leito res.
2.2.2.
Uma biblioteca JJscolar devora ter uma^Seccao de
Referencia conjugarala. a oceçao de Leitura uiaa Secçao Oirculante
c a de Serviços Técnicos.
Ha Sc c cão __do_ Referência os tara o todos os livros
destinados a consulta,' ilíflDl’maç‘a’o c estudo, inclusive os didáticos: na do Lcitaira as biografias e os do assuntos c os re ^ croativos qrLo a biblioteca resolva comprar, conformo o crite rio adotado. A divisão da Sceçao podo ser simbólica, ou feipa
com cstazitcs que nao sepanem totalmcnte mc-s definam a, localiz_c,
çao dos livros.
no
A leitura desse material far-sc-á, somente,
recinto da Biblioteca..
As ozrzosiçõcs, as comemorações, o jornalzinbo
rosnonsa.ob
todas as atividades da Biblioteca scrao^feit
bilidade desta Sccçan, com a narticina.oa.o da. Secçao Circailante
A Secçao Circu.la.nto terá^todos os livros destina.dos a. empréstimo'c o sou controlo sera. o comum a. toda.s a.s
bliotcca.B modorna.s.
Na.tura.lnonte , em sc tra.ta.ndo duma. Bi .elio coca. ^ n_s
cola.r, além dos livros, rccréa.tivos, tora. para. cizorcstimo li —
vros didáticos c dicionários, tipo popular, de poreuguos, in —
glds, francos, atla.s, etc., a. fim de facilitar a.os alunos po —
bres'q.uo não possam comprar e precisem para um traballio em casa,
■
A Sccção do S_orvi_ço_s_ Tc cnicos incuiabe-so de pr£
parar o livro pa.ra. o leitor. Sao sua.s tarcia.s: ocleçao, Rct^istro, Classificação e Catalogação dos livros.
2.2.3.

H0R.áRj:0

A Biblioteca deverá funcionar^cm horário_intc gra.l, isto c, nos dois turnos, sem interrupção, dc mcUicirc. a.
fa.cilita.r a. aTrccuicncia. à. Biblioteca., por professores e (..lunos,
inclusive no liorário de a.lnoço-.
cionar,

Havendo ■ curso noturno,
ta.mbcm á. noite.

2.2.4.

BRBQUálITCIA

a Biblioteca, devora, fun-

A Biblioteca^ poder r. ser frcoucnta.da por todos
cola.,5 som distinção.^Bvcntualmcnda
Alunos 0 Professor!
ou.tra.s cscola.s podorao valor-sc
a.lnios
do
to, professores ou
cLc''.‘Cndcndo da. Direção da. .Cs
da.'Biblioteca para vuaa. infor■na 2
cola. o permitir, embora icto na.o seja. anonsclliável pola. confusão c problemas de controlo. Somnro que a. Biblioteca, tcrlia.^livro que seja útil a. leitores do outra.s Bibliotecas, o empresti^
mo poderá ser feito na forma usual dc intercâmbio q.ue do ativi
da.do s.

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�c

Seja a Gscola pública ou particular, naclo. úovo .
aor c^obraclq o,og alamos ou ~.»rofossores, para frcoucntarõn
'!D!i-ioTc*c*a.
*
*
Tanbon nao é a,conscUiávol cobrar nultas na Scc«çao Circulante q.uanc!.o liá a.tra.so de devolaiçao de livros. Acons£
lnauos‘Ujaa suspensão de oapróstijjio, tantos dias quantos os
de"
a* tr a o •
2.2.5.

AlIVIbAbüS

A Biblioteca Bscolar promoverá cononorações,
concursos, terá o seu. jornalisinho, o^seu Clube de LeitiTra
em
seminários, debates, etc.
As exposições alusivas a.s da tas na
cionaAs ou de homenagens a escritores deverão ser constantes
na- Biblioteca Bscolai,r, há-bilmente motivadas, de maneira a- cvirnprir sua finalidc-dc de despertar o interesse do leitor para d£
terminados livros.
/
2.2.6.

LOCALIZA CÃO

A Biblioteca Bscolar deve ser no a,ndar térreo.
A Biblioteca deve estar en liigar silencioso, arejo-do, com boa
iluminaeao, oicrccendo um ambiente agradável e convida,tivo.
1’asonos nossas ac pala-vras de Ruth de Sotiza:(x)
"ITa, escolha do loca-1 e necessário evitar:
1 - liromimidade do pátio do recreio e ca-ripo de
esportes.
2 - Vizinlia-nças d.e sa-las de nú.sica.s e aud.itó
rios
3 - Últimos andares do prédios sem elevadores
4 -- Pa-vilhao icolado das salas do aula,
5 - S^aõ de entrada, do pr.ssa-gom obriga-téria.
6 - Va o escuro sob escada-s
7 - Sala-s, sen entrada, indo •■endente “,
ÍDrôs salas serj-an o ideal para uma. Bibliotoca.
Bscolar: uma destinada à Sccção de Leitura o Referencia: outra
pa.ra Circulante e o^^tra para os trabaJJios ipécnicos. ífco sondo
possível, muaa. sa.la grande o Bib3.iotccário fará a- ada-p&gt;taeao
possível con divisão, fòita do estantes dniplas, a fim do nao
perder espa-ço. (scs)
, .

(xi

acolar.

Alves de. Biblioteca
SOUZA, Rvitli Vilel
nistério do Bduc a.cao c Ciiltura-, s.d.

Rio. Ili -

(xJc)Lcmbra- nmito bem Ruth Vilela A. de Souza. "Bstantes com Livros, espalhados pelas classes, nao constituem Biblioteca.
Só se podo *donomin-ar Belbliotoca, xima sala destinada ^c::clusivanonte a'este fim, cujo ambiente favorece o convívio
com livros e onde os jovens tenham acesso direto as estantes nara foIiJaoar' e escolher em liberdade o que lhes inte c gosros.
r c s se., se gamei o sur- s

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�2.2.7.

EOUr^^riTTO

I.IobOirrio - os nóvois
Bibliotcco. 5 dcvcrc.0
’or cTol?o nc*íaTvnc n t c 5 peln, diirr.bilidrido c[V.c oforocon,
scr* dc r.ço
alcn clo^Dcrcr-i uiGontrrdos cstandartisr.dos, o guc facilite.
a
r.qiidsiçr.o, cnbora se,iam mais caros. A pouca disponibilidade de
rocursoB levará à escolha, da na^deira, q^ue devo ser clara,
nao
muito pcB da (peroba
imbui a. c ca.nela sao boas). Os móveis dc~
vorao scr sim-O. !S , cn linlias r C te « ^ O rcs.ÍGtentes. Um detalhe
importante, 6 revestir
u-'crficio
Jicsa.s com fórnica, pc*la. conscrvaQí;’.o q.uc oforeco. As mesas poderão scr rctan^ila.res
ou quadradas, cn c ois tananiias, para. permitir boa a.conoda,çao
do crianças o Jovens. As estantes ficarcio n,o longo das paredes
0 devera scr abortas, (x) n.: altura de 2 metros
de prateleiras ajustáveis,
media, de 35 cm de CS" 00 entre
elas. Ficha.rios, arqvúvos, caimas para folhetos, ampare dores
de livros, una quadro de aviso, aon .arraário fechado uara
'.rdar
material dc^socrcta.ria., r !sr para o bibliotecário, riosa-balcao
para. a. Sc c cão Oircaalanto (xx) c omplc tr.rao o oqiaiiaanonto nocessario h instalação de ume , Biblioteca..
2.2.8.

PBSSOAL

Alóm dos Bibliotecários serão necessários algo.ans
professores• c alguns auxiliares, pc;,ra, fiscalização, conserto de
livros, etc.

Ha.vcndo intograçao do bibliotecário com os pro loGsorcs 0 os a.lnonos, possiaindo a&gt; .Bibliotcccu oin acervo condizen
tc ás nccossic ',des da a.çao cdiacativa, a Bibli o toca Bs c olar scra
o mais alto e vr.lioso aujciliar da. Es c o la.’."’ *'inE51sí}c nsávcl, pois,
quo oada. Escola, possua, a sua. Biblioteca, devidamente preparada
para servir aos seus a3.ouios, organizada, e fomeionando como centro do estudo, informação o pesquisa c constituindo-sc a oontinuadora
’. saía do aula.

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(x)

ITcnhooma biblioteca moderna poderá ter suas estantes fcclmadas; elas devem sor a.bcrtas, permitindo quo os lcit£
rcB va.o dirota.mcntc procoira.r os livros com intoira li boi-dadc. 0 livro acosso o característica fuaidamaental du
ma biblioteca moderna.

(xx)

A Sccção Oircaalnntc terá sòmontc as esta.ntcs c_a mesa. balcao do bibliotecário: 6 uxia, mesa., tipo balcc-o, com
pra.tcloiras na parte interna (toda cn volta) c gavcta.s
pa.ra. gaaardT livros devo3.vidos, fichas, etc.

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rüCí’::ír2njiAS BiAj.iOGRAPicAs

1. Airoiíic.-.S A3S00IATI0I? OI SCHOOL LIDrjP.I/JMS. Horiar.s pr.rr. Ias
bibliotccr/c cDcol:'.rcs. V/r.Ghinr;tonc ünion“;^:‘n*3\ncr3rò1:'ji,
T9F3T
2.

E/U.UR.OSO5 Ilcuraol. Lr. Bibliotccr. on. Ir. cscuola. A 3"..
cion.
Bvicnoc AÍDros, Bditorií^l
o.à.

3.

BUBIA9V?'íi:'TirAA, Ennr..
1
Ip°iL
Bibliq
tcc.:.s Inf.?ntilcG y'ATs‘cÓTrrro”sT 'íTaslTintonV "tTnTon "^crnancriccuin j*TL*9’^(T'.
*

4. BOüGIiASj IJr.rj ??oi'cock.
riG. y qtis Gcryicioo.
5. IAIPlGO, LugíIc r.
Yor3:, A.L.A.j

ccli

Lq MbjLq.otcpc^ c\c jLa oscuola prindPrariEr, Triics*coV-3r9"5’l.
4a.

Librq.ry in tlio acliool

cdiçao.

ITcw

1

6. EJCEPAZ, Wancla,.
A IA'-_qliot pa.
3^..
rr.iva, 1949
CpG,£í£r.Tül a 159).
ílazarcth A.lvosi
7. PIORdST
tra luaa B:'d:)liotcca Es c o lar, &lt;

odioao.

Sao V'aa-lo 5

Sr;-

Cpno sc orji^i.niz: c Acijainis
"Saõ :Ãnilo ^ Iíac*i“6iÍGT,"'*1^54'*'

8.

GAPl30I1.EPl5 Jowcl.
Adninistoiyda^. libia ry _sorvicc in tlio
olqrrGntr-ry schooT.
?a. ocrrçfr.oT" Hgv7 Yorlc^’ A7h. A. j 19
i/54.

9

GAPJOIimR5 Jowcl.
dorvicio bilO-iotecário on la escuola olc
ybãr 7'^.ómVo*/
.
MoricO; Edit
no 111 ar.
LASSO LE TiA VEGA, Javicr.
drid, E-ditorial llaj^-fc,

11,

LIK.irj^S; Enaa..
I;a bibli_o;boca como avac-iliar do la cducacion
In "UnivorDidad" , v.~*39*?*'"üanlor"“pTr^Jii37vcrsTdcJJro'l^',cio3ian
dcl . LlíPORAL, . 1959.
,
...

12, .lAlLin,

Pany.

'lumal^ do Bibliotocononic.»
19’6'2. 'Tp*'dSS. 505 a

na-

10.

Bibliptoca Eocolar.

Rio,

C.B.A.I.,

1948.

13. iPlRCIIlORO 5 Ivanyr P.
Plç^io para ^ orfi~anizo^Qao
una Biblioí•
Revista cTõ*'~Bnsino SuplonoiT^o^^nS' ^T»
Rio
"Çrrãadc do ,9ul, Secretaria, do .Bdiica.çao o CiP-ti-ira, 1958.
14. PRADO5 Hcloisa de,Almeida
3o,. edição. , Sao Paulo,

Como sc oraanizo, Lima .Bibliotoca
■8^)
Lop., 1957»
Cpo-i^l ^

15 . PJP.^TiiGlOiT, Ra,nd.
Planning tho school library.
Ronington Ran4 o. cP.

cm

2

s. c .p,,

16.

SODZA, Rutli Vilela Alves de.
3io_iio4:oo^-^jqsj^ol^^
nistório de 3ãduca,cao e Cultura, s.cT.

17

TAV,\R:CS, Donise Pornandes.
SuArstoes para oryanizaçao dunia
necuena. Biblioteca, Infantil.
2a,. cclTçao.
Sa.lvao.or, Bir6’'6e'6’a* "ínf a3 n^iT^TIosí^ciro^Loba.to5 1960,
(nags. 127 a
130)

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