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                  <text>�cm

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Sc a n
st em
(•ercaclanenfo

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�N

V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMLl E DOCUMENTAÇÃO
São Paulo - 8 a 15 de janeiro de I967
Fatrocanado_^ pelo. Instituto Racional do livro

TEMA "2

TRATAMENTO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS NUMA BIBLIOTECA
por
Mana de Lourdes Sampaio Cintra de Camargo*

CDU

- 025.173.1

Dewey - 025.I73

Ch&lt;ife da Saoç.5o de Bibliografia e Eeferência da Biblioteca Cen
trai da Universidade de São Paulo,

1
cm

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�0 presente trabalho traz uma parte teórica que apre
senta, define, as publicações periódicas, dando suas

característi

cas e estrutura, para que possam ser distinguidas dos demais
riais bibliográficos.

Descreve a organização prát5.ca dessa

ção dentro de uma biblioteca, abrangendo, em linhas gerais,

desde

os mais simples passos da rotina do serviço, como fichario horison
tal, preenchimento da ficha Kardex, arranjo nas estantes,
nação, tornbn.mento, até a classificação e catalogação.

oncader

A teoria

e

complementada por exemplos práticos para melhor compreensão do con
teúdo.

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�INTRODUÇÃO

A presentef comunicação repreeenta nm trabalho de cát£
dra, uma vez que é, em primeiro lugar, o resultado das aulas que

mi

nistramos regularmente, junto à Cadeira de Catalogação, na Escola do
Biblioteconomia anexa à Fundação Escola de Sociologia e Política

de

são Paulo, desde I96O.
Êste resumo é, igualmente, fruto da expcriencia adqui
rida junto ao setor do periódicos da Biblioteca Central da

Universi

dade de São Paulo, quando de sua organização.
são sugestões baseadas na prática do serviço, natura^
mente com fundamento nos códigos de catalogação, nos princípios
tabelecidos pela Conferência Internacional sobre Princípios de

es
Cata

logação, realizada em Paris em 196I e no uso internacional.
Esta nova tiragem* é feita em homenagem ao V
so Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,

Congre£

Atendemos com isso

não so a pedido da Comissão Organizadora do V Congresso,

o

que

aliás é motivo de satisfação para nós, como também a inúmeras

soli

citações de colegas e Escolas de Biblioteconomia, que têm
do interêsse e por esta modesta contribuição,

demonstra

Além disso, esperamos

que possa ser de auxílio a todos que se preocupara cora o assunto e se
defrontam com os mesmos problemas.

*

Trabalho publicado pela Biblioteca Central da USP (tiragem reduzi
da) em setembro de I966,

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�CONTEÚDO

1»

Publico,ções periódicas

Ifl

Apresentação

lf2

Definição

1&gt;3

Características

1&gt;4,

Estrutura

1»4»1

nuraeração dos fascículos

1»4.2

paginação

2,

Organização da coleção

2fl.

Rotina do serviço

2fl»l

aquisição

2»1.2

preenchimento da ficha "Kardex"

2.2

Loca,lização

2f3

Encadernação c tombamonto

3»

Classificação

4»

Catalogação

4»1

Introdução

4.2

Porna da ficha

4.3

Normas

4»4

Catálogos

5•

4

Bibliogro.f ia

5

6

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�1•

PUBLICAÇÕES P^qT^IÕDICAS

1.1

A p r e s e n t a ç ã o

Entre os diversos tipos de material bibliográfico

que

constituem uma biblioteca, destacam-se, com.o dos mais impoi'tantes,
as publicações periódicas.

SÓ ultimamente, é que se vem

devidamente essa parte do acervo de uma biblioteca.

situando

Faz-se mister,

cada vez mais, dar a importância devida às mesmas, pois hoje

em

dia com o desenvolvimento rápido das ciências essa coleção é

uma

das mais úteis como fonte de orientação e pesquisa para os estudi£
sos.

Se essa asserção já é verdadeira em relação as bibliotecas pú

blicas gerais, nas especializadas tanto mais o é, pois nestas

os

periódicos estão passando a ser a parte fundamental do acervo,

su

perando, não raro, a importância dos D.ivros,

0 livro é uma

publi

cação completa em si; na sua elaboração tem por finalidade esgotar
o assunto.

É o registro daquilo que está plenamente provado e

e£

tabelecido, estando, portanto, constantemente em atrazo em relação
ao desenvolvimento da ciência, enquanto que as pesquisas e
bertas mais recentes vão sendo publicadas era periódicos,
dade principal destes é trazer
vulgação.
ção.

desco
A finali

matéria em dia, â discussão, â di

Têm, portanto, o caráter de continuidade e de

atualiza

Daí o seu valor e procura .sempre crescente nêste século

da

ciência.

Constitud^m publicações periódicas (Seriais)
1) periódicos propriamente ditos - revistas,

bol£

tins, jornais, etc.
'

_

’ 2) publicações seriadas - anuários, relatórios,
mórias,' atas de Congressos, Sociedades,
^

1,2

me

séries

monográficas.

Definição

Dos codigos da A.L.A. - "A.L.A. Catalo.ging Rules for Au
thOr and Title Entries" - e da Biblioteca Apostólica Vaticana
"Normas para Catalogação de Impressos" - deduzimos a seguinte defi
nição:

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�2.
"Publicações periódicas são aquelas de duração indetermi
nada, intencionalmente ilimitada, publicadas em partes, editadas em
fascxculos, a intervalos regulares ou irregulares, com a

colabora

ção de diversos autores, sob a direção de um.a ou várias pessoas
de uma entidade responsável, tratando, de assuntos diversos,
dentro dos limites de um esquema mais ou menos definido".

ou

porem
Desta de_

finição depreendemos as seguintes características;

1.3

C a r a c t__e _r í s t i c a s

Continuidade - pelo menos na intenção, quando se funda um pei-iódico,
tem-se em vista sua duração ilãm.itada, enquanto que uma

obra,

mesmo em muitos volumes, mesmo publicada em partes, chega

à

sua conclusão uma vez esgotada a matéria.
Publicação em partes - fascículos, ou números, cadernos, volumes de
anuarxos, atas de sociedades, etc.
Periodicidade - intervalo de tempo entre a publicação de uma

parte

e a seguinte; pode ser regular (diária, semanal, quinzenal
bimensal, mensal, bimestral, trimestral, quadrimestral,

ou

semes

trai, anual) ou irregular - não obedecendo a intervalos certos
pré-estabelecidos.
Colaboração - conjunto de artigos, por vários autores, sob uma dir£
ção, que pode ser uma pessoa ou um corpo diretivo maior ou

m£

nor.
Variedade de conteúdo - uma publicação periódica pode ser geral, is
to e, tratar de uma variedade de assuntes (Anhembi,
etc.) ou especializada, dedicando-se a um só assunto

Manchete,
(Revista

de Medicina) ou a um ramo específico de ura assunto (Arquivos de
Neuro-Psiquiatria).
Entretanto, dentro do "esquema mais ou menos definido" que

a

publicação tem em vista, cada número traz artigos variados que
tratam de assuntos diversos, ou de aspectos diversos de um mes
mo assunto.
Essas explicações se referem de um modo geral ao periódi
,co propriamente dito - que são a gr-ande generalidade deste tipo

de

material bibliográfico - todavia existem outras publicações que, mea
mo não'tendo algumas dessas características, têm o tratamento
publicações periódicas.

São as publicações seriadas, que

das

aparecem

em "ordem consecutiva, mas geralmente com periodicidade menos
qUente.'

Esta é em geral anual ou irregular.

fre

Muitas não contém

tigos p.ròpriamente ditos, mas apenas relatórios de atividade,
balhos de congresqos, descrição de reuniões etc.

cm

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S

tra

Outras contém

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ar

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ar

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�3.
tigos originais, constituindo cada número um trabalho especial - são
as séries monográficas.

Cada número pode constituir um volume

com

pleto em si, mas no conjunto obedecem a uma sequência, daí se

enqua

drarera entre as publicações seriadas.
Neste grupo se incluem ainda obras que aparecem

regular

mente em novas edições atualizadas, como as do tipo v'lio' s v/ho,
tos guias de instituições etc.

1 os americanos chamam de

cer

"continua

tions"1

^ ^

E s t r u t ura
A publicação das partes consecutivas de um periodico

dece a uma certa sistematização adotada universalmente.

ob£

Assim

uma

publicação periódica apresenta-se em geral subdividida bibliográfica
mente em:
NÚmero ou fascículo - o caderno que sai
Volume - o agrupamento dos números que deverão ser reunidos (en
cadernados) num mesmo corpo físico.
Ano - o ano (isto é 12 meses consecutivos) de vida de uma publi
cação pode coincidir ou não com cada ano d3 calendário.
Exs. uma publicação iniciada em janeiro de 1930 - 1950
o ano 1, 1951 o ano 2, I96I o ano 12, etc.

será

Uma publicação i

niciada em outubro de 1950 - o ano 1 irá de outubro de

1950

a setembro de 1951, o ano 2 de outubro 1951 a setembro 1952,
etc.
Se a publicação vai formar apenas um volume por ano ( como
acontece na maioria dos casos), ano e volume coincidirão.

Se ela for

ma mais de um volume por ano, ou se up volume se estende por mais de
um ano, haverá numerações diferentes de ano e volume (para a citação
bibliográfica prevalece o volume),

1,á,1

Numeração dos fascículos dentro do volume

A numeração dos fascículos pode recomeçar de volume

para

volume - (REVISTA BRASILEIRA de GEOGRAFIA) ou pode continuar através
dos volumes - numeração corrente (REVISTA BRASILEIRA de ESTATÍSTICA,
REVISTA de DIREITO COMERCIAL, ANHEMBI) A REVISTA BRASILEIRA de

FILO

SOFIA traz as duas numerações.

1.4.2

Paginação'

*

A paginação pode ser contínua através dos faseícuD.os, i.é,

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g

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&gt;

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1

�a numeração iniciada no fascículo 1 segue e só vai terminar no
timo fascículo do volume,

úl

Êste é o modo mais correto.

Ou a paginação pode recomeçar em cada fascículo;

(neste

caso a citação bibliográfica não dispensa o n2 do fascículo ao

pa£

so que no primeiro pode^dispensar).

2•

ORGANIZAÇÃO da COLEÇÃO
Os livros e os periódicos não devem ser arrumados juntos.

Toda a parte de periódicos deve, preferivelmente, formar uma secção
à parte, pois o seu tratamento é diferente do que se dispensa
livros.

aos

Assim, não só as coleções periódicas, mas também os

seus

respectivos catálogos são arranjados completamente à parte dos
/■
^
vros e dos catalogos dos mesmos.

^ ^

^ ° _í_ i n a

do

li

__S q_ r v i ç o

Seleção - as coleções periódicas a serem adquiridas são

seleciona

das através de ofertas de livred.ros locais, de catálogos e

anún

cios de editoras nacionais e estrangeiros, em fontes bibliográfi
cas e por sugestões dos interessados,
Aquisição - comprai

(l)

diretamente dos editores da revista

1

por intermédio de agentes

doação I

publicações recebidas gratuitamente

permuta] por meio de troca de publicações
Recebimento - a correspondência recebida é aberta diariamente

para

a seleção das publicações de acordo com o seguinte critério;
a) publicações doadas que interessam ao acervo da

Bi

blioteca, são agradecidas e incorporadas;
b) para as publicações recebidas em caráter de ^permuta
o recebimento é acusado e anotado no fichário de per
mutas;
c) publicações que não interessam à Biblioteca são sepa
radas para permuta ou para redistribuição às

biblio

tecas em cujo acervo se enquadram;
d) publicações em duplicata são registradas no fichário
.

de duplicatas.

(l) Hoje em dia há uma tendência - muito recomendável - entre as bi
bliotecas da mesma especialidade da mesma cidade ou região,
de
nao repetir assinaturas, de entrosar, coordenar,
racionalizar
^as aquisições lO I.B.B.D está .fazendo um levantamento de bibli£
tecas inscritas no sistema de aquisição planificadal

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e) publicações compradas são apenas separadas para o
gistro.

re

(2)

Agradeolmento - para facilitar o serviço pode ser feito por meio de
uma fórmula ou cartão impresso, aproveitando-se freqUentemente a
ocasião para a reclamação de falhas existentes na coleção.
Incorporação ao acervo - aposição da marca de posse da

Biblioteca

em cada fascxculo; geralraente feita por meio de carimbo ou ex-li
bris; carimba-se a página de rosto com o carimbo que traz o nome
da Biblioteca,

Na última página anota-se a data da entrada,

pa

ra controle do bibliotecário.
Registro - registra-se o fascxculo entrado na Biblioteca no

fichá

rio horizontal "Kardex" ou «ongênere, de uso interno da Bibliot£
ca, e que serve de controle da coleção e guia para o

biblioteca

rio responsável,
Para os números avulsos de periódicos ou números de doação

cuja

continuidade no recebimento ó ainda duvidosa, pode-se adotar

ura

registro provisório em fichas pequenas, a fim de evitar o desper
dício de fichas "Kardex”.
Intercalação nas estantes - depois de registradas, as unidades
vem ser guardadas nas prateleiras, intercaladas nos
lugares.

de

respectivos

Todavia, é interessante que a Biblioteca possua um rao£

truário, onde serão colocados os últimos números.

Êste não

só

enfeitará a sala de leitura, como informará o leitor quanto

às

ultimas aquisições e novidades.

Nota;

Tratando-se de txtulo novo na Biblioteca êle terá de ser

ca

talogado e classificado antes de ser localizado na estante,

2.1.1

Aquisição
A aquisição do material pode ser feita por meio de compia,

doaça'0 ou permuta.

Para as publicações nacionais, as compras devera

ser feitas de preferência diretamente com o publicador,

Para as es

trangeiras pode ser dirotamente junto ao publicador ou por

interm£

dio de agentes no estrangeiro ou no próprio paxs, que tomara a si
incumbência de manter os contactos necessários com os

a

publicadores

das diversas revistas - esta alternativa facilita o trabalho do
bliotecário, pois os entendimentos sè concentram numa única

bi

entida

de.
Constituem as doações publicações recebidas gratuitamente
de orgãos universitários, governamentais, sociedades etc.

As

(2)

ulterior

Na ocasião, os xiúraerosS. q^ue faltam são anotados para
reclamação.

bi

I

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&lt;/

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�6.

blioteca universitárias principalmente, e em particular as

cen

trais de universidade, reúnem material recebido de instituições si
railares do mundo inteiro, de órgãos governamentais

(Ministérios,

Secretarias etc.), organizações mundiais (União Pan Americana,

U

nesco) Sociedades, Instituições etc.
As permutas são feitas par meio de troca de publicações
com instituições interessadas.

Deve-se manter um fichário comple

to destas instituições, com o registro das publicações enviadas e.
recebidas.

Servem de material de permuta, de um lado as

publica

ções da Biblioteca ou da instituição a que pertonçe, e por

outro

as duplicatas.

2,1.2

Preenchimento da ficha "Kardex"

0 catálogo horizontal (geralmente do tipo "Kardex" -mas
existem outros, como o "Brimex") é o fundamental dentro da secção
de periódicos - é a chave mestra - pois nêle se baseiam todos

os

outros serviços referentes às publicações seriadas.
As fichas são arrumadas em ordem alfabética de

títulos

(em um móvel especial de gavetas rasas) e dizem tudo da vida

de

uma coleção: título, entidade editora, lugar de publicação e end£
reço, periodicidade, datas de inicio e encerramento, classificaçao,
etc, - além da relação com outros títulos: continuações, substitua^
ções, fusões, subdivisões, etc.

Finalmente especifica

mente as datas,, volumes e números da referida publicação

minuciosa
existen

tes na coleção da biblioteca.
TÍtulo - ó a entrada principal da publicação - será colocado

na

língua do periódico e tal qual aparece na página de rosto

do

ultimo volume (ou, na falta desta, na capa) Em português,

con

tudo, se se apresentarem na ortografia antiga deverão ser

pa£

sados para a moderna,
adotada)

(remissiva da forma não utilizada para a

Deve ser completo; quando há subtítulo, que

explica

melhor o tipo ou assunto da publicação, transcreve-se também.
Como será explicado com mais minúcia na parte referente
à catalogação dos periódicos, faz-se uma ficha individual para
cada título que teve a mesma publicação, no caso de terem ocor
rido mudanças.

Em "Observações" anota-se o título que a revi£

ta em questão continua ou substitui, ou pelo qual é continuada
ou substituída,.
Entidade Ed-itora, - indica-se a entidade responsável pela revista.Lugar — indica-se a cidade de publicação na língua original e

o

país em portug.uàs, separados por vírgula; cidades americanas e

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brasileiras, vírgula, o estado abreviado.
Exs:

Firenze, Itália
Urbana, 111.
Boston, Mass.
Araraquara, SP

Editor - pessoa responsável pela publicação
Aquisição - indica-se se c compra, doação ou permuta; pode-se
tar uma convenção, por exemplo;

ado

c - d - p

Endereço - registra-se o endereço do publicador, pois é com
que o bibliotecário mantém contácto para assinaturas,

êle
reclama,

ções, etc.
Data inicial - é a do 12 volume publicado cora o título em questão,
que pode ser ou não o vol. 1 - recomenda-se acrescentar à

data

o nQ do volume e fascículo, quando necessário.
Por ex: 1950, 1

1957, 29:6

Quando a coleção não ó completa, nem sempre é fácil deduzir

a

data inicial - recorrer às fontes bibliográficas.
Data terminal - é a data de encerramento, portanto só pode ser
da ao encerrar-se a publicaçtão do periódico, ou quando êle
sa a ser publicado sob outro título - também aqui se

da
pas

recomenda

acrescentar o nQ do volume.
Periodicidade - indica-se a periodicidade estabelecida; se a perio
dicidade não for regular, registra-se irregular; se a periodici
dade variou, indica-se a última, colocando a(s) anterior(es) en
tre parentesis.
Classificação - coloca-se o nQ de classificação da coleção.
Localização - marca-se o símbolo correspondente à sala, estante

e

prateleira era que se encontra localizado o periódico.
Observações - era "observações”, informa-se mudança de título,

in

terrupção ou suspensão e encerramento de publicação; se é supl£
mento de ... ou tem como suplemento...

Pegistrara-se os índices

acumulados.
Recomenda-se anotar os dados referentes a assinaturas,

reclama

ções, etc. numa fiçha que se coloca no fichário horizontal em fa
ce da ficha Kardex corresponuente.

^

No quadro da ficha registra-se a coleção detalhadamente.
Na coluna de Ano, coloca-se a data de publicação da revista;
Na coluna de Volume, coloca-se o nQ do volume em vermelho (às

V£

zes ano, tomo) para destacar melhor a sequência da coleção.
Na última coluna, o índice, quando anual.
Nas colunas dos mêses anotam-se os fascículos distribuídos de acêr
do com a sua periodicidade e deixando era branco os lugares
respondentes aos números que faltam na biblioteca.

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cor

�8.

Ascim: mensal - 1 fasciculo em cada mês; bimestral, trimestral, qu^
drimestral, semestral - 1 fas-ciculo cada 2, 3,

ou 6 meses

da

seguinte forma;
Jan.iFev,iMar.lAbr.tMai.iJun.tJul.|Ago.
8

5
-

1

1 2

I

-

3
r

1
I ~

I

~

I

'

I ^

Set. Out.INov,I Dez.j
9

10 I

11 I

5

-

6

I

1 -

1

■ V*
—^—i..—4

T7-r

I '

I

12 I

~

isto é, quando o fascxculo abrange mais de um mes, ele ó

coloca

do no IQ mês pontilhando os demais,
Sc os fasciculos forem quinzenais, colocam-se os 2

num£

ros na coluna do mês correspondente, separados por vxrgula,
Ex:

1,2

3,^

5,6

No caso de pu±)lica.oãja de periodic-idade mais espaçada, como
anuários p»

-que trazem só Ano ou só Ano e Vol, , preencho—

òbviamonte,só as colunas de Ano e Vol,, ou só de Ano,
Ex;

1960

1

1961

2

ou

1960
1961

Quando- o vol, abrange mais de um ano utilizamos duas
nhas p-ara êle.
Ex:
Ano, Vol, Jan. Fev, Mar, Abr. Ma.i, Jun,IJul. Ago.

Set, Out.INov, Dez.
4

Í955
1956

10 I

11

12

1957

10 ,

11

12

1

T

'

10 ' 11

12

■1958

9

Quando ha mais de 1 vol. por ano tomamos uma linha

para

cada volume.
Ex I
Ano, Vol,IJan.iFev, Mar. Abr,1Mai,1Jun,.Jul..Ago,.Set..Out..Nov,.Dez

*1

1950
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1951

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3

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10 I

“I
18 1—r~
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19
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,21
,22

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14

15

12

11

T~"
4
H
,23

16

h

.24

17

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19

�A numeração dos fascxculus também pode ser continuada,
como está exemplificado no quadro anterior.
Os fascxculos e volumes também podem ser acumulados,
Ex;

2,2

1/2,

1/2

Localização

Assim como os catálogos de periódicos são

separados

dos de livros, as pióprias coleções são arrumadas em estantes

sepa

radas das dos livros.
Sua localização, ou seja, arranjo nas estantes,

pode

seguir os seguintes critérios: 1) ordem alfabética, do txtulos;

2)

classificação de assuntos (dentro do assunto ordom alfabética de tx
tulos); 5) ordem alfabétj.ca de assuntos; 4) localiz.ação fixa.
P.ara uma biblioteca geral ou em que figuram

coleções

de muitos assuntos e de acesso livre ao público, é interessante

o

arranjo classificado,
Para uma biblioteca especializada e aberta ao publico,
é mais adequada a ordem alfabética de txtulos.

Neste grupo há

bliotecas que adotam a divisão por Ixnguas e dentro destas a
alfabética de txtulos,

bi
ordem

0 alfabético de assuntos também pode servir

para bibliotecas especializadas,
Para uma biblioteca fechad.a, a localização fixa

(ar

ranjo numérico por número da coleção, dado por ordem de entrada), po
de satisfazer.

2,3

E n c a d o r n a ç ã o

e

Tombamont o

Recomohda-se fazer o tombaraento dos periódicos separa
do do dos livros.

E só deve ser feito do volume completo.

Quando os fascxculos completam um volume, são
dos e preparados para encadernação.

reuni

Na frente vai a página de

to do volume, era seguida os fascxculos ordenados, conservando a

rõs
pá

gina com os dados referentes à sua subdivisão bibliográfica (não as
capas) e por último o xndice geral do volume.

Na lombada deve con£

tar o titulo completo do periódico, ano de publicação, número do V£
lume, e, mais abaixo, o nome ou as iniciais da biblioteca.
Se houver falha de um fascxculo, não se pode
nar o volume.

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�rtOT

5.

CLASoIFICAÇAO
As coloçõos poriódiç^is ~4&lt;ivaia-.s.ex_jalrissifÂ-Ç,’vAaG -dci^aGpr

do com a classifioa.7ão adotada para os livros mas sem entrar um minú
cias.

0 número do classificação será mais geral devido à extensão e

variedade de seu conteúdo.

Não podem ser tão específicos -

conquan

to, dependendo da biblioteca (em bibliotecas especializadas, por

£

xeraplo), possa haver necessidade de se estender mais o número.

^•

CATALOGAÇãO

4.1

Introdução

Até agora não havia nada estabelecido

internacional^

mente quanto à catalogação de periódicos.
Nos S.E.U.U. seguem as regras estabelecidas pelo

códi

go da.American Library Association "A.L.A. Cataloging Bules for
thor and Title Entries", 1949»

Au

A grande diferença com o que se

cos

tuma fazer entre nós e na maioria dos países europeus é que para

as

publicações de título genérico fazem_a._entrada pela entidade, era vez
de pelo título.
são Paulo. Biblioteca Municipal "Mario de Andrade". Boletim,
Em são Paulo, até recentemente (com base néssa

mesmo.

código americano) a catalogação era pelo último título, fazendo

as

citações dos títulos anteriores em notas e as respectivas remissivas.
Todavia, ,na Conferência Internacional de Catalogação ,
realizada em Po.ris em 1961, esse problema foi discutido,
do-se uniformização.

objetivan

Os princípios estabelecidos por esse

devem nos servir de base.

certame

Aliás, rauiteis pa.ísos da' Europa e diversos

catálogos coletivos impressos já adotavam sistemas em acordo com

os

princípios agora universalmente aprovados, e que consistem na catal£
gação de periódicos pelo seu título corrente ao invés do pelo último
título, i.é. a entrada de cada fase em seu título.
Esclareça-se que não é erro catalogar de um jeito
de outro, mas uma vez que já existem princípios estabelecidos
nacionalraonte ser.á preferível adotá-los, pois quanto maior

ou
inter

uniformi

zação de sistemas maior facilidade nos trabalhos em geral (pesquisas,
citações bibliográ.ficas etc.)
Era 1953j

Biblioteca Central da U.S.P, , divulgou

as

normas a serem obedecidas para c Catálogo Coletivo de Periódicos, ba
seadas em estudos realizados por uma Comissão de bibliotecários
listas.

pau

A maicTT“pa:rte dos catálogos das-tribliotecas mais recentsmen

-

�11»

te organizar!"is entro ncs ten obedecido a estas nornas,

No momento

o grupo do bibliotecas bio-medicae da Associação Paulista rle

Bi.

bliotecários esta trabalhando na atualização c amplificação destas
Normas, devendo o rcsultadio ser dado a público dentro era breve.

^,.2

Forma

da

Ficha

A catalogação do periódico ó feita em margem

pen

dento (hanging indention) i.é, a entrada - o título - cm is»
gem (8 os.paç.QsO e o resto era 23, margem (11 espaços),

mar

obedecendo

na ficha a seguinte disposição;
TÍtulo - 3 espaços; Entidade Publicadora, entre, parêntosis - 3

es

paços; Lugar e data do publicação,
2 entrelinhas
o registro da celeção
As notas também fazem parte do corpo da ficha

prcc£

dendo ou seguindo a coleção conforme o caso,
0 título virá em letras maiusculas, as particulas
niciais e intercaladas, isto c; artigos, proposições,

i

Cvjntrações

de preposições e artigos, conjunções (de, do, o, dei, and, of tho,
_de la, du, fur etc.) em minúsculas,
A alfabetação será feita polas palavras
do título, não se considerando portanto, as partículas

importantes
intercala

das e iniciais.
Ex;

BULLETIN of BIBLIOGRAPHY.
Les C.iHIERS de la DOCUEENTATION,
ANALES de la^UNIVEP,SID..D de CUENCA.

’

Exemplos, do fichas vide ^.3»5
»

4.3 ’

N o r n a s

4.3.1 Título
Cataloga-so uma publicação periódica pelo sou título
rente, seja ele .específico ou ura nome genérico (por ex:
boletim, anais, anuários, relatórios etc.)

revista,

Se esclarecedor, o

tulo viró. seguido, depois de dois pontos, pelo subtítulo, .
Ex;

AMERICAN DOCUMENT.ATICN.
FARMACÍIUTICO BRASILEIRO,
HABITnT-. revista das artes no Brasil^

Digitalizado
gentilmente por:

cor

tí

�Quanrio o título é genérico, indicando apenas uma forma de
publicação, cio virá sempre seguido da entidade que o publica;
dois elementos aparecerão ligados por preposição ou separados

os
por

ponto, do .acordo com a forma em que figuram na publicação.
Ex:

BOL^TTIM do DEPoRTAMSNTO EST vDUaL de ESTATÍSTICA.

São

Paulo, 1939ANUArIO. pontifícia UNIVEAoID/.DE católica do RIO
do SUL.

GRANDE

Porto Alegro.

ANNUoRIO. UNIVE;íSITA CATTOLICA dei S..CRO CUORE.

Milano,

1922/23-

4.3.1.2

Quando o título é constituído apenas clc iniciais,

tran£

crovom-se estas como título, acrescentado, depois do 3 espaç«^s, en
tre parôntesis, o nome por extenso, a não ser que figure no

subtí

tulo.
Ex:

A.L.A, BULLETIN.

(American Library Aissociation)

D.N.C.: revista do Departamento Nacional do Café.

4.3»2 TÍtulo - mudanças
Se, no curso da vida do uma publicação, houver diferentes
fases com mudanças de título, a catalogação da referida publicação
apresentará tantas entradas independentes quantas sejam as
cações dos títulos, com notas articulando-os entro sí.

modifi

Dai deduz-

se que para cada mudança de título se faz uma ficha individual,

a

croscentandü notas diversas correspondentes A cada. caso.

4.3.2.1

Quando o título muda o a numeração continua, as notas usa

das são;

4.3.2.2

Continua como

(título novo em maiusculas)

Continuação de

(título anterior era maiusculas)

Quando o título muda e a numeração dos Vislumes

recomeça,

as notas usádas são;
Substituído por

(título novo em maiusculas)

Substitui

(título anterior era maiusculas)

4.3.3 Entidade Publicadora
É a responsável pela publicação - vem registrada entre pa
rêntesis, 3 espaços após o título, a não ser que êste seja

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

\

14

15

gonéri

16

17

18

19

�CO, pois neste caso a entidade constitui p.irte integranre ao
Ex: POETRY.

(Modern Poetry Association)

í
1.912-

Chicago,

ANUARIO da PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE C .iTÓLICA . d-R-^o de
NSIRO,

JA

Rio de Janeiro, 19^1-

4.3»^ Lugar e data de publicação
0 título ou entidade editora serão seguidos.» .■xpós 3

espa

ços, da cidade de publicação, na língua original, e à-':^;as de início
da publicação (sempre que fôr possível estabelecê-la) e de

encerra

mento (quando a publicação deixou de ser editada com o título

em

questão).

^.3«^*1

As cidades estrangeiras pouco conhecidas, aorescenta-se

nome ou abreviatura do país, em português, bem como às cidades

o
nor

te-americanas e brasileiras que não sejam capitais, ,a abreviatura r£
feronte ao estado.
Ex:

Firenze, Itália
Boston, Mass.
Chicago, 111.
Sabará, MG

4.3.4.2

Mesmo quando o lugar de publicação faz parte do título

ou

da entidade editora, êle deve ser repetido para maior uniformidade.
Ex;

REVISTA de la UNIVERSIDAD de MADRID.

Madrid, 1952-

4.3.5- Notas
A forma das notas será diversa, de acordo cora as variações
dos diferentes casos.
Elas se referem às mudanças de título (continuação ou s\xbs
tituição - conforme regra 2 das normas para catalogação de

periodi

cos), à incorporação ou fusão de publicações, à sua subdivisão
séries, às relações entre uma publicação básica e seu

em

suplemento

com denominação própria, a interrupções na publicação, ao

encerra

mento da publicação, a irregularidades da coleção etc,
Geralmente precedem o registro da coleção, exceto
se referem ao encerramento (suspensão, continuação,

quando

incorporação

etc.) ou a irregularidades da coleção (por ex: períodos de

inter

ru{)ção)

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

\

14

15

16

17

18

19

�14

Notas - Exemplos
a)

REVISTA da .ASSOCIAÇ-AO'PAULISTA-.^le MEDICIIIiU
lyjs. *1941,

São Paulo ^ .

1932-1941, 1-^
Continua como REVISTA PAULISTA de MEDICINA

REVISTA PAULISTA de MEDICINA.
na)
são Paulo, .‘^^42-

(Associação Paulista de Mediei

Continuação da REVISTA da ASSOGIAÇãO PAULISTA de MEDICINA.
1942-1958, 21-53
1959, 55 r
'ou (1-4)
1960-1901, 56-,^

b)

BOLE'T’IM do INSTITUTO de ENGENHARIA.

São Paulo, 1917-1941.

1917-1941,
Subsr.ibuxdo por ENGENHARIA.

ENGENHARIA.

(Instituto de Engenharia)

São Paulo,..1942-

BOLETIM do INSTITUTO de ENGENHARIA^,-

""

1942-1949, 1-7

c)

NOVED-ADES EDITORIALES ESPAROLAS.
bro Espano!)
Madrid

(Instituto Nacional dei

Li

Suplementado por LI3R0S dei MES.
1956-1958: 12, 15, 17-19

LIBROS dei MLSa
(Instituto Nacional dei Libro Espanol)
Madrid '
'■ •
Suplemento mensal.de NOVEDADES EDITORIALES ESPAROLAS.
1957: abr-.-dez&gt;
1958: Jan,

♦
.

.

'
d)

ARQUIVO MÍIDICO BRASILEIRO. ,

i

✓

Rio de Janeiro, l844-

1844-1843, 1-4
Pxjbllcàção encerrada.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

\

14

15

16

17

�15.

4^3»6 Coleção
Sogue-se o registro da coleção 2 entrelinhas abaixo

do

corpo da ficha .giL_xia.3 notas ^..Êxa ,2S margem^,obe.decend,a-à,._, seguinte
ordem;
data, nQ do vol,, n2 dos fascxculos
0 volume é representado pelo seu numero sublinhado;

os

fascículos são separados do volume por dois pontes,
No CISO de o volume estar completo não é preciso enumerar
os fascículos.
Qua-ndo há uma sequênexa- de- volumes-completos-a

indicaç-ãe •

pode ser condensada.
Ex:

1960, 1
1961, 2: 2, 5-7, 10

ou (2, 5-7, 10)*

1960-1962, 1-3

* Nota; a tendencia mais reconte e indica-los entre parcntesxs,

a

fira de.-estal&gt;eljecex--«ixLilarinxdads- c-om-as-ci-taçõss—bibUogra
ficas,

4.4

.

.

Catálogos

Estas, em linhas gerais, as normas para a redação da
ficha - principal,. .qtLe---ser ia.-a-matriz--dos periódicos,
Essas fichas; ordenadas em ordem-alfabética,

vão

formar o catálogo principal de txtulos - o espelho da coleção. Traz
os, dados completos sobre o periódico, alem de indicar minuciosame^
te a coleção.

É um catálogo para o publico.

Além desse,

também

de uso do público, devem ser feitos outros catálogos - cs

catal£

gos secundários- n-r-nntTdos separadamente:
a) de assunto
b) de entidade
c) geográfico
As fichas que constituem esses catá.lügos são

desd£

bramentos da ficha principal,' e nblas não ha necessidade de se

r£

petir a relação dos volumes existentes na biblioteca,

r£

A pista

lacionando os cabeçalhos para as fichas secundarias,; deve

figurar

no verso da ficha principal, em la margem.
As entradas secundárias de assunto, geográfica e en
tidade são colocadas como en fichas de livro na 2ã entrelinha,
2a rnnrgem.
cipal

2

3

Na 3^- entrelinha, em lâ margem, figura a entrada

1 é„. o txtuloo

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

era
prin

�16.

4,4,1

0 catálogo secundário de assunto pode ser sistemático

alfabético.
os livros.

ou’

De preferência, de acordo cora o sistema adotado

para

As entradas secundárias serão ou o(s) número(s)

classificação ou o(s) cabeçalho(s) de assunto - ambos
dos era- vermelho,

de

datilografa

0 assunto escolhido deve ser geral e não

especx

fico,

, 4.4,2

020
The LIBRâRY QUARTSIÍLY,
Chicago, 111.

(University of Chicago)

Biblioteconomia
The LIBRARY QUART.-CRLY.
Chicago, 111.

(University of Chicago)

610
REVISTA da A.M.B.
Paulo, 1954-

(Associação Medica Brasileira)

São

Medicina
REVISTA da A.M.B.
Paulo, 1954-

(Associação Medica Brasileira)

São

0 catálogo de Entidade tem como entrada secundária a

tidade responsável pela publicação que integra ou não o

en

tx-tulo,

preferivelmente seguida da cidade na língua original,
University of Chicago
The LIBRARY QUARTERLY,
(University of Chicago)
Chicago, 111,
Associação Médica Brasileira, São Paulo.
REVISTA da A.M.B.
(Associação Médica Brasileira)
São Paulo, 1954The library Association, London.
The LIBRARY ASSOCIATION RECORD.
London, Ingl.

4.4,3

0 catalogo geográfico tem por entrada secundária o

do publicação, i.e, o nome da cidade na língua original,

local
seguida,

após hífen, do país, em português,
Chicago, 111, - Estados Unidos
The LIBRiiRY QUARTERLY.
(University of Chicago)
Chicago, 111.
são Paulo - Brasil
REVISTA da A.M.B.
(Associação Médica Brasileira)
São Paulo, 1954-

Digitalizado
gentilmente por:

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15

16

17

18

19

�17

são Paulo - Brasil
ANHEMBI.
London - Inglaterra
The LIBRARY ASSOCInTION RSCORD.

As fichas são separadas por fichas guias em ordem alfabéti
ca de paisos, e dentro destes pelas cidades, também em ordem alfab£
tica.
As entradas secundárias de entidade e geográficas são

em

preto.
Concomitantemente a esses cn.tálogos são feitos os

fichá

rios auxiliares internos de cabeçalhos de assunto e de entradas ge£
gráficas e de entidades.

Os processos para a sua organização

os mesmos empregados na cataRogação. de livros.

sao

�l8

5.

BIBLIOGR/.FIA

1 - AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION.
Division of Cataloging and Cias
sification — A.L.A, cataloging rules fcr aiithor and
title
entries.
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1^2p,
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8 -

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Washington, União Panamericana, 1964,
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Boletin Asociación Cubana de Bibliotecários, 7(4): l45-l47,
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Chicago, American Library Association, 1955.
309p.
12- PENaLOSA, F, — Seleção e aquisição de livros: manual para
bi
.bliotecas,
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p,71-75,
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15p»
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B,
Davies.
1 Nev/ iTorkl Columbia University Librarics, 1952,
15- V ATICANO.
Biblioteca Apostólica Vaticana, — Normas para cata
lof^ação de impressos,
2S ed, bras.
Rio de Janeiro,
I.B.B.D., 19b2^ “ Po215-228.

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

\

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���</text>
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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Tratamento de publicações periódicas numa bibliteca</text>
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              <text>1967</text>
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              <text>Publicações Acadêmicas </text>
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              <text> Tratamento da Informação</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>0 presente trabalho traz uma parte teórica que apresenta, define, as publicações periódicas, dando suas características e estrutura, para que possam ser distinguidas dos demais materiais bibliográficos. Descreve a organização prática dessa coleção dentro de uma biblioteca, abrangendo, em linhas gerais, desde os mais simples passos da rotina do serviço, como fichário horizontal, preenchimento da ficha Kardex, arranjo nas estantes, encadernação, tombamento, até a classificação e catalogação. A teoria e complementada por exemplos práticos para melhor compreensão do conteúdo.</text>
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