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V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
SÃO PAULO - 8 a 15 OE JANEIRO DE 1967
PATROCINADO PELO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

TEMA IV - Bibliotecas Universitárias e Especializadas

EMPRÊSTIMO-ENTRE-BIBLIOTSCAS E CÓDIGO PARA
AS
BIBLIOTECAS BIO-MÊDICAS DO ESTADO DE
SÃO PAULO
por
GUIOMAR PINTO DA FDNSECA

024.6 - C.D.D. l?a

024.68:026:57:61(094) - C.D.U,

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�EMPRÉSTIMO-ENTRE-BIBLIOTECAS E
CÓDIGO PARA AS BIBLIOTECAS BIO-MÊDICAS DO
ESTADO DE SÃO PAULO*

Guiomar Pinto da Fonseca**

SINOPSE;
Apreciação geral do Empréstimo-Entre-Bibliotecas no exterior o
no Brasil, com exposição de dados sôbre o volume de transações e dc for
necimento de reproduções de trabalhos.

Em particular, no campo das ci^

encias bio-médicas, com apresentação do código aprovado pelo Grupo

dc

Bibliotecas Bio-MÓdicas do Estado de São Paulo.

SUMArIO:
1. CONSIDERAÇÕES GERAIS

p.

2

1.2. CÓDIGOS

p.

2

1.3. DADOS ESTATÍSTICOS

p.

4

1.3.1. REPRODUÇÕES

5

1.4. CENTRALIZAÇÃO

p.

6

1.5. PAGAMENTO DAS DESPESAS

p.

7

2. SITUAÇÃO DO EMPRÉSTIMO NO BRASIL

p.

7

2.1. CATAlOGOS coletivos E CATÁLOGOS DE EXTIDA-DES

p.

9

2.2. BIBLIOTECAS DE UM MESMO SISTEMA S ESPECIALIZADAS EM
GERAL; BIBLIOTECAS BIO-MÉDICAS SM PARTICULAR

p. 10

2.3. CENTRO

p. 11

2.4. CÓDIGO E FORMULÁRIO PAPvA OS PEDIDOS

p. 11

PROPOSIÇÕES

p. 12

*Trabalho e CÓdigo aprovados pelo Grupo de Bibliotecas Bio-Mcdicas do Estado de São Paulo.
**Diretora Substituta do Serviço de Documentação e Bibliotccado Departamento Medico do Serviço Civil do Estado.

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�1. CONSIDERAÇÕES GERAIS:
É ponto pacífico éntre estudiosos, cientistas e técnicos era pe
ral, que as bibliotecas devem proporcionar-lhes o uso de todo material
de que necessitam para seus trabalhos e pesquisas.

Ê é nas bibliotecas

especializadas que essa expectativa se torna mais aguda.
•'Recebendo o pedido do cientista, espera-se que possa fornecer-Ihe, no mais breve espaço de tempo, o material de que êle precisa." (1)
f
Entretanto, principalmente desde o Após-Guerra, por mais rica-.5 :
que seja, nenhuma biblioteca conseque reunir o essencial dentre a imen
sa produção literária correspondente ao complexo e sempre crescente ca
bedal do saber humano.

Por mais específico que seja seu campo de ação,

sempre escapa a esse acervo uma obra, um artigo, uma comunicação de pes
quisa ou de resultado obtido, enfim, um trabalho publicado em livro, série ou periódico, existente era outra unidade.
"It is abundantly evident that only great university libraries
(and not always these) can possess all the materiais needle for resesKh.
In all cases it is plain that, in greater or less degree, the... libra
ry must be able to secure materiais beyond its own resource to meet

-

the demand of josearch workers."(2)
Procurando suprir as falhas verificadas em suas coleções, vêmas bibliotecas, principalmente nos países que alcançaram alto gráu deequilíbrio nos níveis econômico*? social e cultural, bem como, pleno d£
senvolvimento técnico e científico, desenvolvendo em escala cada vez maior, um processo de ampla cooperação que compreende, entre outros, o
sistema de EMPRÊSTIMO-ENTRE-BIBLIOTECAS, cuja prática data de vários a
nos.
já em 1876, Samuel S. Green, um dos fundadores da A.L.A. e

Er

nest C. Richardson, em 1905, defendiam a tese da necessidade de adoção
dessa forma de cooperação.

(3)

1.2. CÓDIGOS:
Praticado inicialmente de maneira empírica e como medida de

£

mergência de biblioteca a biblioteca, foi ele expandindo-se rapidamente, transpondo fronteiras municipais, estaduais e nacionais e ocasioran

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�-odo até um "Codigo Internacional de Empréstimo-Entre-Bibliotecas" aprovado pela Federação Internacional das Associações de Bibliotecários
(FIAB-IFLA).
Surgindo em 1936, por ocasião do 2Q Congresso Internacional de
Bibliotecas realizado em Madrid, com o nome de "Regulamento do Serviço
Internacional de Empréstimo de Publicações", sofre, dezoito anos maistarde, em 1954, uma revisão completa a fim de melhor atender aos interésses gerais.

(4).

Durante a 30a. Sessão do Conselho da FIAB, realizada em 15 desetembro de 1964, em Roma, foram apresentados à Comissão dos Catalogas
Coletivos e do Empréstimo Internacional da Federação, dois novos projetos de formulários de empréstimo, em virtude de "la derniere formule
de prêt international de MM. Brmmel et Egger (La Haye, Nijhoff, 1961)
n'ayant pas été utilisée comme prevu." (5)
Desses dois projetos, o 2Q, "PROJET.B" - uma combinação do
mulário tradicional da FIAB e do da A.L.A. - é em duas vias, bibolor,
apresentando como característica maior, ser impresso em papel especial
sem carbono, tipo "NCR", onde o texto escrito aparece sobre a 2a. via
por simples pressão manual ou datilográfica sõbre o original.
Apesar de se^ caráter internacional e das revisões sofridas com o fim de atender a todos os problemas, como exigências de língua,
fornecimento de reproduções, etc., não é esse Codigo aceito por todos
os países.
Nos Estados Unidos, por exemplo, onde o problema foi focaliza
do em 1876 pela primeira vez, existe o "The General Loan Code" aprova
do em julho de 1952 pelo Council of the American Library Associatione que, substituiu os primeiros códigos aceitos em 1917 e 1940
A.L.A.

pela -

Essa edição, aprovada pelas Diretorias e membros de várias as

sociações de bibliotecários e que "reafirma política já consagrada eestabelece métodos padronizados a fim de diminuir as despesas e contra
lar o volume sempre crescente de empréstimos-entre-bibliotecas" , pas
sa por pequenas alterações de palavras em 1956, sendo usada até hoje.
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�4Inclui ésse CÓdigo um formulário que como o da FIAB, serve tan
to para o empréstimo do trabalho original como para o fornecimento

de

fotocópias ou microfilmes.

1.3. DADOS ESTATÍSTICOS.
Utilizando-se deste, daquele ou ainda de nenhum regulamento, o
fato é que os índices estatísticos provam não ser mais possível ignoro*
a importância dessa modalidade de cooperação e de relações públicas en
tre os principais serviços de uma biblioteca.

^
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Segundo Cordes (7), no âmbito internacional, o empréstimo-entie

-bibliotecas atingiu em 1963, â cerca de 70.000, o que "mean an increase
of four times and a half in comparation to the year 1953, when about 15.000 books and manuscripts were lent to foreign countries."
Na Inglaterra, de 1930 a 1955, os pedidos de empréstimo recebi^
dos pela Biblioteca do Science Museum aumentaram dez vezes mais, che gando a 100.000.
Conforme nos conta Jannice Monte-Mór, o Diretor da National
Lending Library, Dr. K. J. Urquhart, prevê que "dentro de 100 anos

a

biblioteca reunirá de 12 a 18 milhões de volumes... e que o número

de

pedidos de empréstimo-entre-bibliotecas crescerá mais rapidamente queo de volumes." (8)
Na Dinamarca, a Statsbiblioteket, em Aarhus, com um total apr£
ximado de 700.000 volumes, emprestou 66.525 em 1961 e a Bibliotekernes
Oplysningskontor, Centro de Empréstimo-Entre-Bibliotecas, em Copenhqgen,
providenciou 24.282 pedidos no ano fiscal de 1961-1962.

(9)

Voltando-nos para as bibliotecas especializadas, sabemos que sé no campo das ciências bio-médicas essa transação "has increased

a

pproximately 70 percent... in the past five years reaching 500.000
loans a year", conforme Vern M. Pings.

(10)

Continuandç, diz êsse autor que "it is reasonable to expect
that the trend for more interdisciplinary loan will continue (l)

be

cause of the increasing interdisciplinary quality of both biomedical research and clinicai medicine and (2) because of the anticipated imiro
ved bibliographic control of biomedical literature."

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�-51.3.1. REPRODÜçOeS;
Ressalvados os direitos autorais, as bibliotecas hoje em dia solicitam e fornecem largamente reproduões dos trabalhos desejados,
través de microfilmes, xerografia e fotocópia.

a

Esta técnica represen-

ta a solução ideal, pois além de fornecer só e exatamente o trabalho pedido, torna-o útil fora das paredes da biblioteca sem prejudicar sua
própria clientela.
Cordes diz que *’a experiência tem demonstrado que os cientistas
estão cada vez mais interessados em artigos de periódicos e não em

mo

nografias e dessa maneira a procura de periódicos aumenta mais e maisnos pedidos de emprestimo-entre-bibliotecas.

Calcula ele, a vista des

se aiunento "que a metade de todos os pedidos de bibliotecas universitá
rias referem-se a periódicos, e a dois terços, os das bibliotecas especializadas e tecnológicas."
De setembro de 1957 a junho de 1961, a National Library of

M£

dicine (NLM) nalizou 325.262 empréstimos, sem que, em sua maioria abso
I
luta os originais saissém da Biblioteca, pois desse total, 301.528 pe^
dos foram atendidos através de fotocópias.

(11)

Isso leva-nos a concluir que num futuro próximo os empréstimos
de originais, pelo menos nas bibliotecas especializadas, serão substituidos,quase que totalmente, pelo fornecimento de reproduções.
Nos dias de hoje, discute-se em alguns países como Estados Un^
dos, RÚssia, Inglaterra, etc., a substituição da fotocópia ou do micro
filme pela transmissão eletrônica de facsímiles dos artigos.

Pelo que

temos lido a respeito, cremos que sua aplicação, mesmo a prazo mais ou
menos longo, é de pouca probabilidade.

A este respeito, ouçamos Geor-

ge A. Schwegmann Jr., Chefe da Divisão de Catálogos Coletivos da Libra
ry of Congress, em seu "Some Speculation on the Future of Interlibrary
Loan"

(Special Libraries, 1955, 55 (4): 216)

"at this time it appeazs

certain that except in very special applications, none at the presentinterdisciplinary loan problem will be solved by the use of facsimiletrasnmission"; ou, Ralph R. Shaw, por êle citado nesse trabalho,

que

assim se manifesta sobre um artigo de Ellis F. King acerca do assunto:

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�■ *-i -6'*He cites the disadvantages of lending whole bound volumes as justifi-—'
cation for further work on facsimile transmission, but fails to menticn
the alternatives of providing microfilm or photoprint copies of arti-«
cies which would provide many of the

"intangible values'*

that King -

claims to be offered by electronic facsimile trasmission of articles."
Qualquer que seja a forma posta em pratica na execução do em
préstimo, os pedidos devem ser, sempre que possível, antecipados de r^
gorosa verificação dos dados bibliográficos, a fim de se evitar enga nos e conseqilente perda de tempo e aumento de despesas*
Além disso, os trabalhos devem ser rigorosaraente localizados a
través dos catálogos coletivos ou dos catálogos publicados pelas bibi£
tecas e centros bibliográficos, correspondentes a seus respectivos acer
vos.

1.4. CENTRALIZAÇÃO:
As condições sociais, culturais, econômicas e geográficas de cada lugar, influem sobre a oportunidade ou não de centralização desse
serviço, uma vez que ela implica na criação de um centro que, em tese,
deverá manter um catálogo coletivo e um serviço de informações*

Deve-

rá dispor, també, de aparelhos para reprodução de trabalhos e de número suficiente de funcionários que o capacitem a atender rápida e efici
entemente os pedidos recebidos.
Assim, dependendo das possibilidades, a prática do empréstimo-entre-bibliotecas, quer no âmbito nacional, quer no internacional, di^
vide-se em dois sistemas: centralizado e descentralizado*
No primeiro encontramos países que, embora não contem com um Centro, praticam o serviço através de uma grande biblioteca que atua como tal, como por exemplo a República Democrática Alemãcom a Deutsche
Staatsbibliothek.
No segundo, os cujas bibliotecas agem independentemente, como.
a RÚssia, Checoslovaquia, índia. Polônia, etc., e que, acreditamos,
constituem a grande maioria.
Nos Estados Unidos, segundo o que recomenda o CÓdigo Geral, as
bibliotecas estabeleceram **acordos de assistência mútua'* para grupos -

cm

1

�-7especializados ou integrantes de um mesmo sistema, como o Midwest Into
library Center, medida que reputamos muito acertada, pois que resultaem melhor prática a descentralização parcial desse serviço.
Sem nenhuma dúvida, as bibliotecas especializadas necessitam de regulamentos e centros restritos a seus interesses imediatos, que fogem aos das gerais.
Embora não tenhamos encontrado referência a respeito, julgamos
que, pelo menos nos países em que as bibliotecas lutam com problemas de
verba, de pessoal e de caráter administrativo, como o nosso, a transaçao deve ser feita diretamente entre a unidade solicitante e a possuidora da obra, mesmo quando existe um centro, cuja interferência será solicitada somente nos casos que assim o exigirem, como quando nenhuma
das partes interessadas possuir hparelho de reprodução e o trabalho não
puder ser fornecido em sua forma original; para solucionar pendências,
etc., a fim de que o Centro não seja sobrecarregado e ocasione atrasos
prejudiciais aos interessados diretos.

1.5. PAGAMENTO DAS DESPESAS:
Existe grande controvérsia a respeito do pagamento das despesas, sejam elas relativas ao intercâmbio de obras ou fornecimento
reproduções.

Pings, em seu trabalho já mencionado, diz;

de

"to ask the

requester to pay is first of all not feasible in some instances...
Eilsen R. Cunningham e Mary E. Grinnel (12) acham que as bibliotecassolicitantes devem pagar todas as despesas.

No caso de reproduções ,

alguns bibliotecários opinam no sentido de que sejam cobradas, a partir de dez páginas.
Cordes, baseado em suas pesquisas e experiências a respeito ,
conclui que essa questão depende das bibliotecas integrantes do sistje
ma.

Nêste caso há que cumprir as condições de cada uma delas.

2, SITUAÇXO DO EMÇRÉSTIMO NO BRASIL;
No Brasil, país em desenvolvimento, os problemas enfrentados pelas bibliotecas multiplicam-se muitas e muitas vezes, em relação aos
das bibliotecas européias e norte-americanas, cujos recursos são enoraies

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�-8Sabemos nós todos das dificuldades de ordem econômica, adminis
trativa, cultural, etc., em que tropeçam a cada instante os biblioteca
rios brasileiros.
Odette Oliveira Penna, Bibliotecária da Biblioteca Central

da

Universidade do Brasil, faz uma apreciação do empréstimo-entre~bibliotecas na América do Sul e no Brasil em particular, apresentando sugestões para um CÓdigo de Empréstimo-Entre-Biblitecas e indicando o IBBDcomo órgão capacitado a centralizar os serviços, em seu

"Empréstimo—

-Entre -Bibliotecas" (IBBD: boletim informativo, 1957, 3 (5/6): 292 -303).
Alice Camargo Guarnieri, Bibliotecária Chefe do Instituto de Eletrotécnica da Universidade de São Paulo, analisa minuciosamente

a

"realidade brasileira" frente aos problemas de extensão territorial,densidade demográfica e subdesenvolvimento, aliados aos de ordem profissional, sugerindo medidas em relação a esses e outros fatores,
geu

em

"Empréstimos-entre-Bibliotecas: tentativa de CÓdigo Nacional, 1S6Q."

Lélia G. Caldas da Cunha, do Instituto Brasileito de Bibliogra
I
fia e Documentação (IBBD), recomenda entre outras medidas que ”à As
sociação Brasileira de Bibliotec ários seja solicitada urgência na pre
paração do CÓdigo de normas brasileiras para empréstimo-entre-bibliotecas"

em seu

"Empréstimo-entre-Bibliotecas", trabalho apresentado-

ao Seminário de Bibliotecas Médicas, Rio de Janeiro, 28-30 de novem bro de 1962.
Além desses, outros trabalhos têm sida apresentados em diversas oportunidades visando a instituição de um CÓdigo Nacional e de um
Centro para coordenar essa modalidade de cooperação em nosso pais, nos
âmbitos nacional e internacional. Em todos ou quase todos éles, o IBBD
é indicado como órgão capacitado para isso, uma vez que seu Catálogo Coletivo Nacional acha-se em condições de oferecer referências bem

—

significativas acerca de seu trabalho em geral e do seu empenho era prp
curar promover a organização do empréstimo... entre biblbtecas universitárias, cientificas e técnicas"

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conforme informa Odette Penna em

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seu trabalho já mencionado.
Entretanto, até hoje, nada de prático foi resolvido a respeito.
Vencendo tudo, porétni vêm as bibliotecas brasileiras, a exemplo
de suas congêneres européias e americanas - com muito maior razão,

de

certo modo, dada a parcimônia de verba, de pessoal, material de trabalhos e das questões administrativas - realizando, embora ainda prática
mente a “título de amizade e cortezia", esta forma de complementação de acervo, tendo em vista atender aos apêlos e necessidades dos estud^
sos e pesquisadores que somam número apreciável em nossos mdos bientificos e técnicos.

Também a exemplo das bibliotecas estrangeiras, vêm-

elas fornecendo reproduções dos trabalhos em substituição aos originais.
Alcançam número regular as bibliotecas que, em São Paulo, Mi nas. Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, etc., praticam o empréstimo-entre-bibliotecasi como a Fundação Getúlio Vargas ,
uma das pioneiras dessa atividade, do DASP, do IBBD, etc., no Rio

de

Janeiro; da Escola Paulista de Medicina, da Escola Politécnica, da Escola de Engenharia de São Carlos, Biblioteca Central da USP, Faculdade
de Medicina de São Paulo, em São Paulo;

Biblioteca Pública do Paraná,

Biblioteca Central da Universidade do Recife, etc.etc.

2.1. CATÁLOGOS COLETIVOS E CATÁLOGOS DE ENTIDADES:

Através dos vários catálogos coletivos existentes, além do Catálogo Coletivo Nacional do IBBD e dos catálogos publicados pelas di versas entidades científicas e técnicas, como o do Instituto Astronômi^
CO de são Paulo, o da Secção de Documentação Odontológica da USP e

os

da Secção de Bibliografia Agrícola da Secretaria da Agricultura (Catálogo Geral de Livros e índice de Periódicos), tem sido possível a loca
lização de obras, principalmente revistas, em que se acham publicadosos trabalhos procurados pelos pesquisadores e, conseqüentementd, a con
cretização do empréstimo-entre-bibliotecas diretamente pelas partes in
teressadas.
A propósito, podemos informar que se acham em fase adiantada os

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�-10trabalhos para a publicação do Catálogo Coletivo de São Paulo, Periód^
COS, Secção de Ciências Bio-Medicas, a cargo da Biblioteca Central
USP.

da

Essa entidade assumiu junto ao (zrupo de Bibliotecas Bio-Medicas-

o compromisso de publicá-lo até dezembro de 1966.

Dadas as dificulda-

des surgidas, a publicação foi adiada i&gt;ara fevereiro de 1967.
A publicação do Catálogo em apreço virá facilitar de maneira e
norme, tanto os trabalhos dos pesquisadores, como o das bibliotecas na
prática do empréstimo.

2.2 BIBLIOTECAS DE UM MESMO SISTEMA E ESPECIALIZADAS EM GERAL;
BIBLIOTECAS BIO-MÊDICAS, EM PARTICULAR:

De maneira geral, essa modalidade de cooperação vem crescendode ano para ano em todo o pais, principalmente entre as bibliotecas de
um mesmo sistema oii de uma especialização.
Em Minas, o Conselho de Bibliotecários da Universidade Federal
de Minas Gerais, estuda um

"regulamento baseado em um trabalho apres^

tado pela atual presidente da Associação de Bibliotecários de Minas Ge
rais, Sra. Luzia Penido de Rezende, Bibliotecária Chefe da Faculdade de
Odontologia daquela Universidade"*

a fim de se uniformizar o serviço.

Em são Paulo, o Grupo de Bibliotecas Bio-Medicas, que vem praticando esse empréstimo em larga escala, também sentiu necessidade
sua regulamentação.

de

Assim, encarregou-nos da elaboração de um Regula-

mento restrito aos interesses das unidades que o integram e de um formulário para os pedidos.
Até o presente o Grupo conta com 23 unidades, entre bibliotecas
governamentais e particulares.

Entre outras, possuem equipamento peura

reprodução, as seguintes: Biblioteca da Escola Paulista de Medicina, 1^
blioteca da Faculdade de Higiene e Saúde Publica, Instituto Adolfo Lutz,
—

....

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reservando-se a atuação dos centros para os casos que exijam sua inter
ferência.

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�-litocópias de trabalhos e artigos pedidos e localizados em unidades quenão dispõem de aparelhos para sua reprodução« nem podem emprestar

os

volumes em que os mesmos se acham publicados.

2.3. CENTRO;

Por aclamação do Grupo, ao qual submetemos a apreciação dêstetrabalho, é a Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz designada Centro Cocr
denador, em virtude de ser o local onde vêm se desenvolvendo suas atividades desde o inicio e de estar capacitado a solucionar ràpidamenteproblemas e dúvidas que possam surgir.

2.4. CÓDIGO E FORMULÁRIO PARA OS PEDIDOS:

Na formulação do CÓdigo baseamo-nos nos trabalhos lidos e
códigos da A.L.A. e da FIAB.

nos

Quanto ao formulário, ouvido o Grupo Bio

-Medico, concluimos pelo aproveitamento da longa experiência da NLM na
prática dêsse serviço, adotando seu impresso, mediante pequenas altera
ções e devidamente traduzido, uma vez que êle satisfaz plenamente

as-

necessidades presentes e futuras das bibliotecas bio-mêdicas.
Finalizando, propomos o segqinte:

1 - que sejam solicitadas providências à FEBAB no sentido

de

ser estabelecido com urgência o CÓdigo Nacional de Empréstimo-Entre-B^
bliotecas, bem como indicado o Centro Coordenador dêsse Serviço nos ám
bitos nacional e internacional;
2 - que as atividades dêsse Centro restrinjam-se às obras

de

cunho geral;
3 - que as bibliotecas especializadas ou de um mesmo sistema estabeleçam seus regulamentos e determinem seus centros coordenadores,
a exemplo do Grupo de Bibliotecas-Bio-MÓdicas do Estado de São Paulo;
4 - que, apoiadas nos respectivos códigos, as transações sejam
feitas diretamente entre a biblioteca solicitante e a que possui a olra,
reservando-se a atuação dos centros para os casos que exijam sua inter
ferência.

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�-12EMPRÊSTIMO-ENTRE-BIBLIOTECAS BIO-MÊDICAS
DO ESTADO DE SÃO PAULO
CÓDIGO

I - FINALIDADES: - Objetiva dispensar assistência completa aos
interessados na literatura bio-médica e ciências correlatas, trazendoaté êles o material necessário a seus trabalhos e pesquisas não encontrado em determinado acervo bibliográfico, mas existente em outras un^
dades.
II - BIBLIOTECAS INTEGRANTES: - Todas as especializadas em ciências bio-médicas e ciências correlatas existentes no Estado de São Paulo, governamentais ou particulares (de laboratórios, indústrias qu^
micas e farmacêuticas, hospitais, etc.) interessadas nas vantagens

do

sistema.
III - CENTRO COORDENADOR: - Dica instituido Centro Coordenador,
por aclamação do Grupo-Bio-MÓdico, a Biblioteca do Instituto Adolfo
Lutz, onde vêm se desenvolvendo seus trabalhos desde sua formação.
IV - PRINCÍPIOS GERAIS:

1 - a biblioteca solicitante fica sujeita ao regimento da biblioteca possuidora da obra;

&gt;

2 - os pedidos só serão feitos após verificação dos itens bibliográficos e localização do material desejado através de bibliogra
fias, índices, catálogos coletivos e de entidades e mediante o emprego
do Formulário para o Empréstimo-Entre-Bibliotecas Bio-MÓdicas do Estado
de são Paulo;
3 - as bibliotecas evitarão sobrecarregar uma única congêne
re, dividindo os pedidos entre as que possuirem as obras solicitadas pelos interessados;
4 - respeitado o estatuido no item anterior, os pedidos deverão ser encaminhados, sempre que possível, ãs bibliotecas mais próx^
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�-135-0 intercâmbio deverá ser feito diretamente entre as biblio
tecas interessadas, reservando-se o Centro para os casos que exijam
sua intervenção;
6 - salvo entendimento entre as partes, não serão emprestadostrabalhos de baixo custo e encontrados facilmente no mercado livreiro(obras didáticas), obras raras, de referência, exemplares delicados

,

microfilmes, periódicos e séries;
7 - conforme o caso (artigos de periódicos, por exemplo), os tM
balhos relacionados no item anterior serão fornecidos através de repro
duções em microfilme ou fotocópia, sendo esta última a forma preferida
por não exigir aparelho de leitura.

V - PRA250 (Empréstimo de Originais)

1-0 prazo sera estipulado pela biblioteca possuidora da o
bra; quando fór o caso, será levada em conta a distância entre bibliotecas sediadas em cidades diferentes;
2 o prazo poderá ser dilatado a critério da biblioteca poss^
dora da obra;

VI - FORMULAÇÃO DO PEDIDO;

1 - a transmissão do pedido poderá ser iniciada por telefone, tratando-se de bibliotecas sediadas na mesma cidade; neste caso, os
dados bibliográficos devem ser pronunciados com a máxima clareza, a fim
de serem evitados enganos com letras e palavras pronunciadas da mesmaou quase da mesma forma, porém, com grafia diferente como F, S, R; Mac,
Mc, etc.; deverá, porém, ser sempre completada com a remessa do dormulá
rio de empréstimo, que garante o registro e controle do material erapres
»

tado;

2 - tratando-se de bibliotecas sediadas em cidades diferentes
será usado somente o formulário;
3 - em qualquer dos dois itens acima, será dispensada corres
pondência adicional;

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�-144-0 pedido só será aceito quando o formulário estiver assinado pelo bibliotecário autorizado;
5 - a biblioteca solicitante enviará as 3 primeiras vias do
formulário á unidade possuidora da obra, arquivando a 4a. via no fichá
rio de empréstimo-entre-bibliotecas; a possuidora da obra, devolverá a
2a. via à solicitante, por ocasião da remessa do material; a 3a. via será usada quando o material não puder ser fornecido imediatamente;
6 - por ocasião da devolução do material emprestado (trabalhos originais), a biblioteca solicitante enviará, em separado, a 4a. via,
à possuidora da obra.

VII - GARANTIAS;

A biblioteca possuidora da obra poderá exigir todas as ga rantias que achar necessárias (caso de empréstimo de trabalhos origi nais)»

VIII - TRANSPORTE;

1 - sempre que possível o material será transportado em
mãos, através de mensageiro credenciado;
2 - quando necessário serão utilizados outros meios de trans
porte (correio comun, correio aéreo, empresas de entrega rápida, etc.).

IX - EMBALAGEM;

No caso de remessa de trabalhos origianis, os volumes deverão ser cuidadosamente embalados; Sobre o envólucro constará a indicação; EMPRÊSTIMO-ENTRE-BIBLIOTECAS BIO-MÊDICAS - LIVROS.

X - DESPESAS;

1 - salvo entendimento entre as partes, as despesas com

o

empréstimo ou fornecimento de reproduções, ficarão a cargo da bibliote
ca solicitante;

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2 - a biblioteca solicitante poderá cobrar do interessado direto os gastos havidos com a transação;
3-0 Centro Coordenador informará sobre o critério de reem
bolso de despesas e quais as tabelas em vigor.

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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Português</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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              <text>Empréstimo-Entre-Bibliotecas e código para as bibliotecas biomédicas do estado de São Paulo</text>
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              <text>Fonseca, Guiomar Pinto da</text>
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          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>Febab</text>
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              <text>Apreciação geral do Empréstimo-Entre-Bibliotecas no exterior e no Brasil, com exposição de dados sobre o volume de transações e de fornecimento de reproduções de trabalhos. Em particular, no campo das ciências bio-médicas, com apresentação do código aprovado pelo Grupo de Bibliotecas Bio-Médicas do Estado de São Paulo.</text>
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