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gentilmente por:

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^Scan
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Geraclaoinito

�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇT^.O
SÍO PAULO - 8 a 15 de janeiro de 1967.
PATROCINADO PELO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO.

TEMA II - CATÁLOGO SISTEMÁTICO NAS BIBLIOTEC/S ESPECIALIZADAS

CATÁLOGO SISTEMÁTICO; SUAS DIFICULDADES E SEU ARRANJO
por
aIda NERY DE AOUINO (^)

026,55016
017:026:

17&amp; CDD
CDU

Bibliotecária-chefe da Biblioteca do Instituto de
Geologia da

U. F. Pe. Prof. da cadeira de

tória do Livro do Curso de Biblioteconomia e
cumentação da U. F, Pe.

cm

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HisDo-

�2,3

Catálogo sistemático nas bibliotecas especializadas

CATÁLOGO SISTEMÁTICO; SUAS DIFICULD/ÜES E SEU ARRANJO NUf^A
BIBLIOTECA ESPECIALIZADA EM GEOLOGIA.

0 trabalho que se segue e uma ampliação das sugestões que foram apresentadas durante o SEMINÁRIO SÔBRE A C.D.U. (tema 10 - Catálogos) promovido pela Assocj_
ação Pernanbucana de Bibliotecários há 2 anos.

Defendendo o emprego do Catálogo Sistemático S. C. Bradford no seu
"Docynentação" (Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1961: 78) diz que a

livro

elaboração

de índices é coisa tão antiga quanto a arte da impressão. Quando começou o

incre-

mento das publicações impressas e os periódicos de cunho científico começaram

a

lançar os seus artigos, os índices por assunto apareceram e resolveram o problema.
Entretanto, os primeiros índices foram elaborados alfabèticamente, coisa muito natural. E, ainda hoje, existem índices feitos pelos títulos, muito embora nem

sem-

pre os títulos exprimam o conteúdo dos livros.
Tanto N.Lentino como Bradford dizem que nem o Catálogô-dicionário nem
Catálogo-sistemátíco resolvem perfeitamente

o

o problema de catálogos.

Na opinião daqueles que lidam com bibliotecas especializadas, onde os

ar-

tigos de periódicos tem mais interesse do que o conteúdo dos livros, o CATÁLOGO
SISTEMÁTICO vem prestando um serviço até o momento ideal, dada a sua flexibilidade,

CATÁLOGO SISTEMÁTICO - suas dificuldades
As dificuldades que o Catálogo-sistemático tem apresentado são de

duas

ordens: 1 - elaboração inicial de um l!'DICE DE ASSUNTOS: quando o bibliotecário des
conhece a ciência em função da qual giram os leitores da Biblioteca; 2 - desconhecimento total da técnica do arranjo do Catálogo.
0 primeiro problema poderá ser resolvido da seguinte forma: introsamento do
bibliotecárió no assunto especializado com que irá lidar;

o assunto da especiali-

zada terá que ser estudado pelo bibliotecário; por mais difícil que, a
isto lhe pareça, êle aprende, e, aprende mesmo

de ouvido,

princípio

como se aprende

tam-

béiii a música. Poderá ir aos poucos enriquecendo os seus conhecimentos: procurando
manter contacto com os especialistas, constantemente, perguntando sem constrangí iTEnto tudo aquilo que ignora sobre aquela ciência ou aquele assunto, consciente

/

que deve ser todo o bibliotecário de que não é nenhuma enciclopédia ambulante.

0

especialista nunca se nega; o que lhe falta é tempo para sair do seu campo de ação,
do laboratório, e ficar à disposição do bibliotecário resolvendo onde colocar

de-

terminado assunto de acordo corn as tabelas que desconhece...
Então 0 bibliotecário tem mesmo que estudar, estudar por livros, minuciosamente as
. tabelas (preferimos a C.D.U. nas especializadas) comparando-as com assuntos já deliberados pelos técnicos; procurar nas enciclopédias, nas obras de referência
sicas os sinônimos daquela ciência cujos catálogos lhe cabe elaborar com a

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bá-

maior

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1

�■ • 1» —•

eficiência possível. Os índices, as bibliografias de bibliografias, os "abstracts"
que tanto interessam aos Serviços de Referência também são os professores

déste

"bibliotecário ignorante" que precisa,, que deve procurar ficar a altura do

docu-

nientalista, próximo do cientista porque do contrario, jamais conseguirá o que pretende.
tste primeiro problema nos parece mais difícil do que o segundo, embora, a
muitos outros pareça justamente o contrário,,. E o mais difícil ainda aparece quaii
do 0 bibliotecário se propõe ou aceita a organizar - ou dirigir uma biblioteca cujo
assunto não lhe é agradável. Muito embora todos nós não estejamos obrigados a

en-

veredar pelos caminhos da ciência bem que temos por algumas ou por alguma mais sim
patia, mais facilidade de percepção, mais atração mesmo do que por muitas outras.
Se a nós fósse oferecida, por exemplo, uiTia biblioteca especializada em Física ou Matemática para organizar ou, pelo menos apenas para dirigir depois de organizada, 0 fracasso seria total. Mão seria: porque de antemão jamais aceitarianos
tal Incumbência!
0 segundo problema que a primeira vista parece difícil, não deixa de

ser,

porém, muito menos difícil do que o primeiro. É o que se refere á técnica do arran
jo de um Catálogo Sistemático. Isto só poderá ser satisfatòrianente resolvido quan
do 0 problema anterior não constituir

mais um sério obstáculo. Dai, advêrn as

di-

ficuldades que muitas pessoas têm em querer que um Catálogo-sistemático de geolo gia sirva de exemplo para a organização ou melhor, para o arranjo de outro sobre
filosofia, religião, linguística, administração etc. pela simples imitação.

Nunca

será possível isto sem ter havido antes um estudo do assunto que deverá ser objeto
de interesse dos leitores.
1.1

Def i nição
Podemos definir CATÁLOGO SISTEMÁTICO

como "um conjunto de fichas arranja-

das numa ordem classificada de assuntos, de acordo com um determinado sisteiia, seguindo mais ou menos a ordenação dos livros nas estantes. Quando dizemos "mais

ou

menos" queremos nos referir mesmo a isto; pois, o arranjo dos livros nas estantes
não obriga a que se organize da mesma forma o catálogo,
0 número de chamada (notação) que não tem necessidade de levar mais de

3

(três) algarismos é que localiza as obras nas estantes ou fichários de pastas suspensas. Entretanto, havendo congestionamento de assuntos, como acontece geralmente
com as separatas, cujos assuntos são muito específicos, é mais recomendável

que

se dê na notação a classificação específica.
Isto porque, guardadas em pastas suspensas que levam as "projeções"

com

0 número referente á notação da obra, dispersa, ou melhor, divide mais os assuntos
facilitando assim a procura.

Poderoos, então, dizer em síntese: que o Catãlogo-sis

ternático é o conjunto de 3 (três) partes (fichários) distintas que se

completam

entre si: ÍNDICE DE ASSUNTOS + CATÁLOGO DE ASSUNTOS + CATÁLOGO DE Na€S + CATÁLOGO
NUMÉRI CO.

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1*2

Tecni ca

1.2.1

ífDICE DE ASSUNTC6

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�A chave-de Catâlogo-sisLefiiático e este índice. E dele, depende multo uma
classificação bem elaborada. 0 ítüICE DE ASSUNTOS é o ponto inicial ou melhor, é
A
^
•
O ponto de referencia primitivo para que dele se possa partir para o Catalogo-sis
temático,
Se 0 Catálogo-dicionario depende da uniformidade nos "cabeçalhos de
sunto" conforme N. Lentino (op.c.)

as-

e tambéiTi das remissivas ou das referências

cruzadas, o Catálogo-sistemático depende muito dos SINOnimOS, das expressões li‘

terais correlatas e corretas. Uma falha de sinônimo pode acarretar um insucesso
quando se realiza,qualquer pesquisa.
0 ÍNDICE DE ASSUNTOS ê flexível; as-referências são feitas tanto para os prôprios assuntos como para todos os seus sinônimos ou expressões correlatas.
Diz N.Lentino (op. c.)

-que-podemos usar remissivas no índice de Assuntos^

mas^ rião com tanta frequência como sao empregadas nos Catálogos-dicionário,
Com a experiência nuna especializada pedimos desculpas a autora para dis
cordar e NUNCA usar remissivas, Estas-são empregadas apenas no Catalogo de Nomes,
como veremos mais adiante como estrutura do Catalogo-Sistemático.
. , l.^ia. Arranjo do ÍNDICE,DE ASSUNTOS
Em fichas de catalogação tamanho padronizado (7^5 x'l2,5)

' perfuradas,

a expressão literal -ê colocada em "caixa alta" 3 espaços abaixo da expressão
literal (verbetes^ vem.,a,nijmen&gt;-ani.-que o assunto deve ser procurado no
LOGO DE ASSUNTOS que deve ficar próximo na medida do possível,

CATÁ-

Ê neste CATÁLO

GO DE ASSUNTOS (Classified calalog.) que todas as obras sobre um mesmo ^jsstüito
•

-

deverão- estar reunidas.
Os verbetes são fornecidos: a) pelas tabelas de.classificação usadas na
Biblioteca.(preferimos C.D,U.);

b)

pelas expressões usadas pelos frequenta-

dores; pelos dicTonários ou obras de referência tanto básicas como especializadas.

Quando o leitor solicita.um assunto sob una nova expressão esta deve-

fS imediatamente ser considerada para a abertura de um novo VERBETE mesmo que ‘
este seja sinônimo de outro já exi.stente,-Assim, com o auxílio dos
j^tóquisadores ou.leitores

o

próprios

ÍNDICE DEJ\SSUNT0S vai enriquecendo,

0 arranjo dos verbetes ê feito por ordem alfabética, como num dicionário.
Exemplos: classificação.da C.D.U.

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PETROLXÍA DO BPASIL
552(81)

PETROLOGIA: BRASIL
552(81)

PETROLOGIA
552

PE7RXRAFIA
552
-- .- -

-

.

.

.

I

As fichas~gjia são necessárias ao Inoice DE ASSUNTOS, guiando o leitor para
as letras do nosso alfabeto^
1.2.2

CATÁLOGO DE ASSUNTOS (aassified catalog)
Neste Catálogo gje, como já foi dito, estará bem proximo senão Junto

ou

abaixo io iNOICE DE ASSUNTOS^ as fichas devem fica^ dispostas em ordem classificada
de assuntos, separadas por fichas-guia (divisionârias) tantas quantos forem os
suntos que vão de O a 9 (C„D.U.) ou de 000 a 999 (C.D„D,).

Claro está que

asnuma

especializada os assuntos são apenas aqueles que constam de acervo da Biblioteca.
Muitas vezes a classificação primária coincide com o numero da notação. Ex.
GEOLOGIA: MANUAIS
55(02)
A divisão de forma, entretanto, poderá ser dispensada da notação, MAS, NUNCA DA FICHA DE ASSUNTO, Na notação poderá apenas ser considerada a classificação
primária: GEOLOGIA

e 0 número correspot .ente ao sobrenome do autor na tabela usada ("Gutter-SaTiborn",
por exemplo)

resolverá o problema do arranjo na estante.

1«2.2,1 Arranjo de assuntos idênticos
Dentro de um mesmo assunto as fichas são agrupadas pela orden cronologiga /

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decrescente (as obras mais recentes em primeiro plano) ciuando a-especiíilizada
contiver no ackvo obras científicas ou técnicas em que as publicações

mais

recentes tem mais valor. Nas bibliotecas especializadas em literatura,

art^

história, cujos exemplares ou edições "princeps" tem valor como obras

raras

ou Incunábulos, a ordern cronológica deve ser crescente.
Exemplo de fichas de assunto:

552
552
G693f

Guimarães, DJalma
Fundamentos da petrologia e as rochas ígneas do Brasil,
Rto de Janeiro, DNPM, Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1%0.
410 p. ilust.(alg.desd.)
(Departamento Nacional
da
Produção Mineral. -Divisão de Fomento da Produção Mineral .
Boletim, 107)
Inclui bibliografia

UFPe.-Ig

61-428

552.3(81)
552
G963f

Guimarães, DJalma
Fundamentos da petrologia e as rochas ígneas do Brasil.
Rio de Janeiro, DNPM, Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1%0.
410 p.
ilust. (alg.desd.)
(Departamento Nacional da
Produção Mineral. Divisão de Fomento da Produção Mineral,Boletim, 107
Inclui bibliografia

UFPe,-Ig

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l,2,2é2 símbolos
Pelos exemplos já citados deve ter sido observado que o símbolo nuiierico em
lugar da expressão literal

tanto e empregado na pista como em todo o catálogo.

Em contradição com o Catálogo-dicionário que s6 usa o símbolo nf-r:'*'nota:^
ção, abandonando-o logo após pela expressão literal (CABEÇALHOS DE ASSUNTO).
No Catálogo-sistemático a expressão literal é usada apenas como

esquema

(verbetes) e o símbolo numérico e utilizado do princípio ao fim do Catálogo.
Exemplo de esquemas e de fichas-guia no CATÁLOGO DE ASSUNTOS:

MINERALOGI A: BRASIL

549(81)

—— ■

/

549(02)mNERALOGIA: MAtm

549:54 MINERALOGIA QUÍMICA
7^

1.2,3

V-_—^

1
549

MINERALOGIA*

CATÁLOGO DE NOMES
Completando a estrutura do Catálogo-sistemático e elaborado o Catálogo-de-rw
mes, onde as fichas matrizes (de autor ou de entrada certa) são agrupadas
ordem alfabética facilitando a pesquisa sobretudo quando o sistema de

numa

classlfl-^

cação (principal fator do insucesso nos Catâlogos-sistemáticos^ conforme

diz

SHERA (The classified catalog. Chicago, ALA, 1956:3) é falho.
1,2,3,1

Estrutura do Catálogo de nomes
a) fichas principais de autores
b) fichas secundárias para colaboradores, editores, compiladores, tradutores, ilustradores, isto é, se são de interesse para a billioíeca especializada.
experiência tem demonstrado que as fichas remissívas, neste caso,

A

satisfazem

desde que dela constem dados completos que remetam o leitor diretamente

para

0 local onde se encontra á obra,
Ex.: Geologia geral jdej Vlktor Leins... ed. 1964
ver
55

Leinz, Viktor

L531g

Geologia geral... ed. 1964

1964

UFPe. - Ig/a,n.a.

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b) fichas de colaborador. Ex.:
Amaral. Sérgio Estanislau do, colab.
Geologia geral... ed. 1964
ver
55

Lelnz. Vlktor

L531g

Geologia geral... ed. 1964

1%4
fichas de série.

*

OBSERVAÇAO: nas Wblrotecas especializadas, de um modo geral, as séries têm
multo interesse. Neste caso, melhor será fazer secundárias para
estas séries.
d)

remíssivas obrigatórias:

1 - dos pseudônimos para os nomes certos.
2 - dos nomes que constam na obra para os

nomes

ou para as entradas certas, sobretudo

quando

os nomes são orientais, espanhóis, holandeses
etc. que fogem muito da regra geral para cata
logação.
Exemplos de fichas de autor com pista para os Catálogos de assuntos e de nomes;

552
G963f

Guimarães, Ojalma
Fundamentos da petrologia e as rochas igneas do Brasil.
Rio de Janeiro, DNPM, Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1960.
410p,
llust, (alg. desd.)
(Departamento Nacional
da Produção Mineral. Divisão de Fomento da Produção Mineral. Boletim, 107)
Inclui bibliografia.

o
UFPe.»lg

61-428
PISTA

cm

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�-9-

Depois de- desdobradas as fichas principais são inseridas no Cataloga.deTiomes-e
no Catálogo-de-assuntos.
1.2,4

Catálogo de rubricas de assunto ou tndice numérico
Para controle do catalogador quanto aos verbetes que apareceni no IndICE

DE

ASSUNTOS, e, íanibem para uniformizar o tratamento dos mesmos assuntos, ou,

da

terminologia empregada e não tornar necessário uma recatalogação quando

ocorre

mudança na terminologia; quando é necessário qualquer nota explicativa o

ÍNDICE

NUMtRICO e de grande valor, muito embora não seja preciso que fique à disposição
dos leitores. Pelo contrár’o, é um índice para uso dos serviços técnicos inter nos. Sinônimos ou aproximações correlacionadas podem surgir no índice remetendo
para o mesmo símbolo
1.2.4.1

numérico.

Arranjo do ÍNDICE NUMÉRICO
Segundo o próprio nome indica o arranjo é feito exatamente pelo símbolo numérico,
em ordem crescente (decimal). É o inverso do

ÍNDICE DE ASSUNTOS.

Uma de suas vantagens é não ser preciso retirar com dificuldade tío

CATÁLOGO DE

ASSUNTOS as entradas que estavam levando o leitor para o assunto que, por

qual-

quer eventualidade ou mesmo érro, teve que ser modificado.
Exemplos:

552
PETROLOGIA
PETROGRAriA

551.7
ET.TRATIGRAFIA
ESTRATIGRAFIA: PERNAMBUCO

551.7(813.4)

551.553
VENTOS: VARIAÇDES NA SUPERFÍCIE DA TERRA
PALEOVENTOS

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�conclusDes e sugestões "

A

-

Sendo positiva a questão de que a causa do insucesso no CATÁLOGO SISTEMÁTICO
nas bibliotecas especializadas tern como principal fator o sistema de classificação, sugerimos que seja obrigatória a uniformização dos processos técni-

.

COS senão numa mesma região, pelo menos numa mesma Universidade (esta recomen
daçSo

foi anteriormente'fonnulada no IV Congr. Bras, de Biblioteconomia

e

•Documentação, realizado no. Ceará, por ocasião do tema 3 no trabalho sobre-bj_
bliotecas especializadas de D.Maria Lu?za M. da Cunha), isto é, a frase grifada.
*
B - -

0&gt;

Que era toda especializada onde já existia era pleno funcionamento um CATÁLOGO
SISTEMÁTICO se proporcione cursos de utilização e manejo deste Catálogo.

C

-

Que os Serviços Centrais de Bibliotecas ou Centros de Docunentação não sòmen
te oriente, mas, divulgue a técnica do trabalho intelectural objetivo

nas

bibliotecas especializadas de uma mesma Universidade,.
D

«

Que não seja‘mais permitido ruma mesma Universidade o arranjo de Catálogos •
dlcionário'.c?jando se tfatar de bibliotecas especializadas, nem tão pouco ou
so daquele Catálogo de assunto, arfa^jacte por autor, que conseguiu "adotar"
0 "apelido" de Catálogo«slstemático.

E

Que os autores de sistemas novos de classificação e catálogos de entidades
situadas numa mesma mesma região divulgem os seus sistemas promovendo

cur-

sos a fim de que não seja despendido mais tempo com processos somente

ffafs

fáceis porque até o momento foram mais divulgados.
F

-

Que após todas as críticas êste trabalho seja divulgado com a finalidade

de

auxiliar aos bibliotecários que têm interesse no assunto.

U.F.Pe.-Ig./A.N.A./lsbm.
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19

�-líw

BIBLIOGRAFIA

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2^

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UNESCO BIBL.,

6,

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”7*

Classi Icação decimal universaVôd,-abrev^-portwguesa.4Jsboa,
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9^

Centro

^.Ed..desenvolvída eni língua portuguesa, O Generalidades, .
Lisboa. Centro de Documentação Científica, Instituto de Alta diitima,
■ 1961.

9,

[ International decimal classificationj Index v,2, pt.2, class 54 - Chemistry

V

548/549

10,

1 cópias fotografadas fornecidas pelo IBBD, Laboratório de Reproduções Fotográficas, referentes às classes 548, 549,
•

II,

55,

56, 622 1 s.n.t.l
&amp; INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO,

^ Janeiro

.

Classificação decimal universal. Ed, desenvolvida em língua protuguesa ,
55 Geologia e geofísica. Trad. de Lia Becker. Rio de Janeiro, 1961.
12,

,

orovisório da ed. desenvolvida
das classes Geologia e geofísica - 55.

Rio de Janeiro, 1964

13,

LENTINO, M, - Classificação decimal universal. São Paulo, LEIA,

14,

LUNA, D.M, l OLIVEIRA, M.P, - Bibliotecas especializadas. Fortaleza, Universidade do
Ceará» IV Congresso Bras. de Bibliotec. e Documentação,

15,

1959 295 p.

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M0r&gt;ITEIR0DA CUNHA, M^L, - Seminário sobre o desenvolvimento das bibliotecas universitárias, Fortaleza, Universidade do Ceará, IV Congresso Bras. de Biblioteconomia e Documentação, 1963,

�-12-

16.

NECESSIDADES de Ias bibliotecas especializadas. 8. tifESCO

le UW2),.

-

,art. 489, 1958.
SHERA, J.H. - The classified catalog.

Chicago,

ALA,

1956

130 p.

18.

UNIVEI5IDADE Federal de Pernambuco. Serviço Central das Bibliotecas. Normas

CX

17.

a catalogação nas bibliotecas da Universidade do Recife. Recife,
1959.

U.F.PE.-lg./A.Al,A./lsbm.

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Digitalizado

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                <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Defendendo o emprego do Catálogo Sistemático S. C. Bradford no seu livro "Documentação" (Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1961: 78) diz que a elaboração de índices é coisa tão antiga quanto a arte da impressão. Quando começou o incremento das publicações impressas e os periódicos de cunho científico começaram a lançar os seus artigos, os índices por assunto apareceram e resolveram o problema. Entretanto, os primeiros índices foram elaborados alfabeticamente, coisa muito natural. E, ainda hoje, existem índices feitos pelos títulos, muito embora nem sempre os títulos exprimam o conteúdo dos livros.</text>
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