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lartirnispl»

V

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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E 'DOCUMENTAÇÃO
SÃO PAULO - 8 a 15 de JANEIRO do I967.

PATROCINADO PELO

INSTITUTO IL.CIONAL DO LIVRO

TEMA I - FORMAÇÃO PROFISSIONAL
A FORHi.ÇÃO DO

BI3LIOTSC.ÍRIO

POR
ANTONIO VIEIRA DA SILVA
CLi.R;. M..RÜ. WE3ER EAKRETTO
ELZ.. CELESTE FIGUEIREDO

020.711 81
021378 (81)

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3iUÍPx.I0

CDU

cnu

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�„1-

SINOPSE

Estuda a profissão do bibliotecario-documenta- .
rista como resultante de fatores sociais e sujeito
constente revalorização conceituai.
no- da biblioteconomia,
cional,

Comparando o ensi-

nos âmbitos nacional e interna-

expõe a necessidade de um currículo

a realidade brasileira.
sional, na Bahia,

a

adequado

Focaliza a situação do profis-

apresentando sugestões para que

o

problema seja solucionado.

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�-2-

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÁO

2.

CÜRRÍ GULO MÍNIMO

3.

2STUDO COMP;uUTIVO DOS CURRÍCULOS NACIONAIS E ESTRANGEIROS

U.

DE UM CURRÍCULO QUE CORRESPONDA ÁS NECESSIDADES

BRA-

SILEIRAS
5.

PROCESSOS DE APEREEIÇOiJ^íENTO PROFISSIONAL

6.

AS BIBLIOTECA^S E A PROFISSÃO DO BIBLIOTECÁRIO NA

BA

HIA
7.

CONaUSAO

8.

rsferSincias bibliográficas

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1

�1. INTRODUÇÃO

O grande desenvol-vimento das ciências tecnológicas requer do honen atual un aperfeiçoamento mais categori
CO,

pois as transformações político-sociais dos

continentes

estão a exigir de todos um conhecimento mais apurado,
mada de posição independente,
bliotecário,

como

criteriosa.

uma to

Deste modo, o

bi-

componente de uma sociedade em mudança,não

pode ficar indiferente ao processo evolutivo. Longe esta
época em que o bibliotecário era um simples,
guardião de livros. 0 bibliotecário moderno
mo um orientador de leitores,

desapercebido,
justifica-se co-

um pesquisador imparcial,

docunientarista seguidor das novas técnicas de
iíuito

a

üm

documentação.

se tem dito e feito pelo aperfeiçoamento

dos métodos documentários e biblioteconômicos, ncLS pela valo
rizaçcio do bibliotecário,

como profissional,

pouco ou

quase

nada se fez até hoje. Trazemos como testexmunho nosscx

expe-

riência de três anos no exercício da profissão e alguns

me-

ses na Presidência da Associação.

não

tão fracionário

3m tão pouco tempo

se o compararmos ao espantoso avanço

ciências e tecnologias no mesmo período)
mais intrincados problemas,
caz,

(

e verificarmos,

das

depa.ramo-nos com os

a exigirem solução imediata,

apesar de nos,

tas nurna profissão mal conhecida,

efi

as desvantagens implíci-

interpretada,

á inegável a participação ativa do bibliotecário no desenvolvimento educacional e social de um país;
lizmente,

Inf_e

poucos são os países - e neste grupo não podem es-

tar incluídos os chamados "c^m desenvolvimento" - que se prep,
cupam cm lhe oferecer os meios materiais para realização
sua tarefa construtiva,
va possível,

reconhecendo,

de

da maneira mais positi

seu papel no mundo moderno.

Portanto,

é

justo

•que o proprio bibliotecário lute por seu lugar ao sol,exigin
do o que lhe assisto por direito inalienável.

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0 trabalho que se segue,
era dados realistas,

baseado em pesquisas,

representa nosso esforço para que

dias

melhores e nais

justos sejam proporcionados ao bibliotecário

docuraentarista;

que os componentes do V G0NGRS3S0 Bi-u';.SILdIRO

DE 3I3LI0TEC0N0MIÍ1 E DOCUMENTx-.çr.O aceitem-no cono uma

hones

ta. contribuição da Associação Baiana, de Bacharois era Biblioteconomia.

Salvador, 50 d® agosto de 1966,

;eítonio vieira d.-, silva
Presidente da Associação Baiana
de Baxhareis em Biblioteconomia

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�5"

2.- CÜKRÍGULO MÍNIMO

Nó recur.do g-.o de 1887? foi criada a primeira
•
^
^
escola destinada ao ensino da biblioteconomia, A Biblioteca e
/s»
a instituição cultural que mais traduz a evolução ou involuçao
de um povo.

Por certo,

justas causas produziram condiçoes la-

vorcveis para o surgimento desta escola mater no College
ColUxUbia,

em Chicago;

of

o povo americano estava imbuído do

sen-

tido de sua missão renovadora, no mundo novo emergente,
\
Dizia o nosso poeta que o livro e a ciiave
permite ao homem o

que

conhecimento de si mesmo e das suas

reais

possibilidades, A Biblioteca representa, a integ.raçao do home.m
na comunidade dos povos deste planeta e,
demais gentes do sistema solar.

talvez nã.o longe das

Assim como os livros

mártires ignorados de um regime despotico,

sao

os

também as bibliot^

cas sao as maiores vítimas de governos inoperantes.

Dissemos

"bibliotecas” mas bem poderiamos dizer "bibliotecário” porque
este profissional imparcial,
compreendido5

incansável,

e mal retribuído,

in

desprestigiado.
Reconhece-se a necessidade do

bibliotecário

possuir ■ formação técnica-cultural cada vez mais aprimorada, dj.
versificada,

especializada,

ncga-se-lhe,

contudo,

de ocupar a chefia das nossas maiores bibliotecas.

o

direito
Wao

se com

preende mais o critério de escolherem pessoas que apenas
distinguiram pelo seu prestígio literário e erudito,
estas tao

ja

se
que

somente devem ser dirigidas por bibliotecários por-

ta.'ores de diploma^ superior,
0 bibliotecario-docuraentarista é,

antes d-; tudo,

um trabalhador social a serviço da democratização da cultura,
seu lema e a paz entre os povos,

as nações^

de ofício são os conhecimentos específicos,
^
^

seus instrumentos
conceituais

e

humanísticos.
Por

cm

1

conheci-mentos esoecíficos entende.mos

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�-.6-

a - Catalogr.ç?.o e classificação

'

b - Orgcjiização e administração de bibliotecas
e organismos de documentação. Arçuivologia
c - Seleção e compra de livros
d - Bibliografia e referencia
e - Documentação
f " História do livro e da imprensa
g - BIbliopsicologia
Os humanísticos e conceituais serãos
a - História das ciências
b - Conhecimentos literários e de línguas

es-

trangeiras
c - Sociologia
d -- Psicologia 3 relações humanas
e - Pedagogia,

Didatica

Incluimos a i,rquivologia porque as bibliotecas
possuem material manuscrito e deveriam organizó-lo

segundo

os critérios arquivísticos aceitos universalmente,
lí Bibliopsicologia estuda a influência exercida pela leitura,

ou livro,

em determinada pessoa.

Trata-se de

um campo pouco explorado e fascinante - a biblioterapia

, ou

bibliopsicologia aplicada,
0 mundo atual,

na sua complexidade de maquinas

indomadas, no seu "caos documentário"

(Bradford)

lança

mão

da documentação organizada como o unico meio de lograr a sanidade mental.
Certamente,
entífico,

uiaa especialização em um carapo ci-

seria o ideal. Entre nós,

a engenheira-

bibliote-

cária Bernadete Sinay Neves e um exemplo inequívoco a ultrapassar nossas fronteiras.
A Pedagogia e a Didatica devem fazer parte
currículo que^ visa também,

do

formar futuros professores de bi-

blioteconomia.

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3. ESTUDO C0M?.:RETIV0 dos aU-lRÍGULOS Ni.CIOIU.IS E ESTRENGEIROS

Examinando os
conomia.

no Brasil,

currículos de escolas de bibliote-

observamos a omissão d a Rrquivística.

A nossa Escola da Bahia (Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal da Bahia)proporciona estudos sobre a Psicologia das Relações Publicas e Humanas,
a Bibliopsicologia (em seus princípios mais gerais)
estrangeirass

inglês,

francês,

e

línguas

alemão.

A Conferência de Berlim (19oZ)

teve por objetivo

fixar cis matéri as específicas da formação do bibliotecários
blioteconomia,

bibliografia e documentação,

mento do livro,

bi

história e conhecí

história das ciências.

Na Hungria e Polonia a história da filosofia e a
lógica sao disciplinas obrigatórias.
Exige-se pratica do latim em países como a
manha Oriental,

Ale-

Ghecoslovaquia,

Polônia e Hungria.
¥
A School of Library Science da University of Sou

thern Califórnia oferece cursos de eraduacão e doutoramento.De
modo geral,

o programa assemelha-se ao nosso.

ter o grau de master dependem da opção do

As teses para ob

candidato a da apro-

vação do Dean,
A École Nationale Superieure de Bibliothecaires
de Paris faz constar,
dicionais

na program-cção dos cursos,

(história do livro,

catalogação,

matérias tra-

etc,)

correspondem as necessidades atuais da profissão
da leitura,

técnicas documentais,

e outras
(

que

sociologia

etc,)Verificamos a

existên-

cia de duas modalidades de concursos para adraissão à Escola, 0
primeiro agrega o pessoal que funcionará como auxiliar do
bliotecas 5

bi-

importa em;
a)

Qontabilidade nas bibliotecas

b)

reconhecimentos dos diversos tipos de catálo-

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gos
c)

conservação de documentos,

0 22

etc,

concurso visa formar bibliotecário nível

superior para o Sstado. 0 aspirante deve possuir diploma superior. 0

concurso versa sobres
a)

análise comentada de um documento
do periodicd,

por exemplo)

( artigo

em língua nacio

nal
b)

entrevista com os examinadores,

na qual

o

candidato provará sua capacidade para gaiar
o leitor de uma biblioteca publica
c)

ca^tálogos para os diversos tipos de bibliotecas

d)

cooperação entre bibliotecas

A Universidade do Cairo

criou,

ção de arquivos e serviços bibliotecários,
de biblioteconomias
geiras,

em 1950?

com quatro cursos

catalogação em árabe e em línguas estran

arquivística e outras matérias comuns às demais esco

Ias.
Sm 1952, o governo da R.A.U.

firmou um

convê-

nio com a Unesco responsável pela criação do Centro de Sduca
ção Fundamental para os Estados árabes
el Layyan, Desde 1953,

o C.S.F.SoA,

(C.S.F.Sc:.,),' em Sirs

dá Cursos normais de bi-

blioteconomia,

e intensivos para o a.perfeiçoomento do

soal ciUxilio.r,

Desse modo,

a R.A.U.

pes-

incorpora a problemática

educação-biblioteca.
Também na Bahia,

tivemos um curso para os

au-

xiliares da Biblioteca Municipal de Feira de Santana, ministrado pela bibliotecária Maria de Lourdes do Carmo
ção,

Concei-

professora da Escola de Biblioteconomia e Documentaçãío

da U.F.Ba,,

organizadora daquela biblioteca interiorana, Pa.-

rece-nos ser uma experiência digna do nosso maior credito.

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k, DS UM CURRÍCULO :^iU3 CORRSSPONDL ilS NSC3SSIDi.D33 BíI.;SIL3IRãS

Como vimosj
em países da Europa,

pelo exposto, nos Estados Unidos e

se requer do candidato aos estudos bibli

oteconomicos uma previa formação universitária,
Brasil,

contudo,

encarregam,

superior.

No

as unidades superiores de biblioteconomia se

elas mesmas,de formar o técnico era biblioteconomi

a e documentação nível universitário.
As matérias do currículo n~o’estão unificadas,
nos diversos países,

nem no agrupamento de matérias, nem

estrutura dos plci.nos de estudo,
porém,

eis a verdade.Aqui no Brasil,

sempre usamos adotar soluções estrangeiras para probl_e

mas nossos,

sem repararmos que os métodos,

rísticas lo-cais inerentes,
A,

na

devido às caracte-

divergem frontalmente.

e países europeus a duração do

Se nos E,U,

currículo mínimo se faz

um ou dois anos,

é porque o candidato

taria,

Por isso cremos que houve um mal

superior.

entre nós,
duvida,

em

ja possui base universi
entendido,

ao reduzirem para tres anos .o currículo mínimo.Sem

não

se podia deixar sem pronta resposta a nossa urgen

cia de conseguir algo no menor espaço de tempo possível e sem
maiores esforços;

Se hoje somos um país em desenvolvimentop.ão

é justo que adotemos normas capazes de conservar este ” statu
quo per omnia secula seculorum”.
A carreira do bibliotecário tende,
mais,

cada

vez

a alargar o seu cempo de ação, não mais limitado as bi-

bliotecas, mas abarcando setores novos;
triais 0 comerciais,

as companhias

indus-

os grandes centros de documentação e pe_s

quisas, os arquivos.
Em varias nações européias,

a responsabilidade

do bibliotecário começa desde a edição dos livros.
prontos para desempenhar o que se espera,

Estaremos

tàcitamente,

de nós

"servus servorum scienciae”?

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5*, PROCESSOS DE i.PERESigO.JlENTO PROEI3310N/i

doutoremento,

Os bibliotecários precisam defender teses

dó

A literatura especializada ressente-se de

pu-

blicações nacionais. As teses,

abordando experiencias origi-

nais e apresentando soluções científicas,

serão a medida

de

nossa capacidade,

o equiparamento as outras ca.rreiras técni-

cas,

liberais,

científicas,

e nossa contribuição para o

sur-

gimento de uma literatura bibliotcconômica nacional.
As vantagens da cooperação internacional

para

o aperfeiçoamento de professores e graduados tornam-se

evi-

dentes.
'

A permuta de professores de biblioteconomiajUuin '

plano nacional c internacional,
dos seus aspectos,

deveria ser estudada em

to-

ja que o ensino da biblioteconomia não e^

tá unificado nos diversos países,

apresentando altos e

bai-

xos.
A ajuda mutua,

através de bolsas de

estudos,

conferências de eminentes mestres da bib].ioteconomia e documentação,

congressos e simposios,

estágios do alunos e

fessores nos centros mais adiantados,

pro-

facilitaria a formação

teorico-prática em nível análogo ao de qualquer outra espe —
cialização, No entanto,
da a um certo grupo,

esta ajuda não deve ficar restringi-

ou Estado,

Infelizmente,

com exceção de

estudantes de. dois ou tres estados brasileiros,

a percenta-

gem. dos que conseguem aperfeiçoar seus estudos,'no estrangei
ro,

á mínima.

Falar-se em despreparo dos técnicos de algumas

regiões do país,
de ninguém,
dade;

e muito fácil e não perturba a

Do outro lado da fronteira,

porem,

cc'^scietioia
existe a ver-

as nossas oportunidades não são as mesmas,

o que conse

gúimos á porque sobrevivemos e vencemos em condições que outros se considerariam vencidos.

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�.^1.

6. A3 BIBLIOTSCi.S E A PROFISSÃO DO ' 3IBLI0TSC/JII0 NA B.JilA

Ha séculos passados,
pavara en organizar,
mido acervo,

na Bahia,

os jesuítas ja se preocu-

una pecuena biblioteca dx resu

instalada ao fundo da Igreja da Companhia,

denominada Catedral Basílica.

Talvez fosse esta a

hoje

primeira

franoxeada ao público ein toda a ^hiierica.
Com o decorrer dos anos,
e,

na atualidade,

outras foram surgindo

o Estado possui 293 bibliotecas para

população do 6,750.000 habitantes.

Isto demonstra que a

una
Bi-

blioteca ainda continua sendo privilegio de poucos e desço —
nhecida do povo,
A população deve ser conscientizada das possibilidades' que proporciona uin maior grau de cultura para o al
caxee de posiçoes não apenas mais remuneradas,
maior pfestígio social.
percebemos o descaso,

Por outro lado,

como

de

nos bibliotecários

,

por uarte das autoridades competentes,

no que tange ao reconhecimento do valor da biblioteca

como

instrumento do educação e elevação do nível cultural do

po-

vo.
Nos nossos dias,

em que a necessidade de

tura e tão intensa quanto a necessidade de alimento,

cul-

deve

a

biblicrteca ter urea funçãx dinâmica contribuindo para o dcsen
volvimento social,
nacionais

científico e tecnologico.

Técnicos inter-

ja estimaram, que dois terços da população do mundo

SC defronta, com tres problemas essenciaiss luta contra a doença,

contra a fome e contra a ignorância - grandes responsa

veis pelos sofrimentos da população e pelo sub-dcsonvolvimcn
to,

Na Bahia,

a situação não e diferente;

numa fase de desenvolvimento regional-,

embora

se não

cuidarmos

solucionar as causas do sofrimento do nosso povo,
zarmos a necessidade da instrução,

estejamos

se despre-

o desenvolvimento acelero,

do perdera seu ritmo c o Estado ficara estexionado.

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�-12&gt;.

Consideramos ser n biblioteca de tão grande va
lor educativo Cxuanto a Sscola Primária,
mento de difusão cultural,
diando ideais,

ela age como instru-

disseminando conhecimentos,

irra-

contribuindo assim para que a educação perdu-

re e passe de geração a geração,

em constante aperfeiçoamen-

to .
0 bibliotecário,

consciente desta verdade,dara

sua parcela de contribuição,

agindo como um elo entre o lei-

tor e o livro,

dentro das suas

contribuindo,

possibilidades

profissionais para a elevação do nível cultural do pais,

do

estado ou município,
Na capital baiana para cerca de 800,000
soas existem /4-6 bibliotecas,

pes-

incluindo dentre estas as

per-

tencentes a orgã\os públicos ou privados: Universidade da Bahia,

Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENSj^

Petrobras, Banco Economico da Bahia,

etc.

Constata-se■que as

bibliotecas existentes estão muito acuem de cumprir sua verdadeira missão,

e que ainda não se permitiu ao bibliotecário

a oportunidade de atuar,

na sociedade,

como

"um filtro entre

a torrente dos livros e a sede de instrução das massas",
A Universidade da Bahia,
tudantil de 5,500 universitários,

com uma população

possui 32 unidades. Nas di

versas unidades trabalham Zj.2 bibliotecários,
des nãn

es-

c em 13

unida-

se encontram bibliotecários,
A Escola de Biblioteconomia e Documentaçao_

Universidade da Bahia,
fissionais capazes,
ta^nto,

desde'sua fundação,

eficientes.

tem formado

Não lhe foi possível,

da
pro

entre-

impedir que os mesmos se vissem atônitos diante

uma situação
esperando,

socio-econômica precária. Bibliotecários

há anos,

do mais sorte,

sua readaptação

de
vivera

sem consegui-lajuns,

ten

foram aproveitados e viram seus reais méritos

aplaudidos^ outros mourejam em bibliotecas desprovidas
verbas,

sujeitos a toda sorte de vexames,

profissional mal retribuído,

de

incompreensões, Um

e um descrente da carreira

que

abraçou e de si mesmo. Ninguém produz bem quando e despresti
giado.

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7,

CONCLUSr.O

Surge da nossa exposição a necessidade urgente
de uma mo.ior união e compreensão entro todos os
rios brasileirosj
dos.

. .

para que nossos objetivos

bibliotecá-

sejam concretiza

.
Temos cue nos fazer respeitar^

na sociedade.e profissionalmente.

Isto feito,

cada vez

mais,

devemos partir

em busca das resoluções dos nossos problemas junto às autori
dades competentes.
Conscientes da nossa missão,

concluimos

pela

reformulação dos métodos de ensino;
1)

incluindo matérias que atendam às novas exl.
gencias da profissão - arquivística,
psicologia,

■

culo normal,

pedagogia,

biblio

didática - no currí-

ou em curso de doutoramento ou

pos-graduação5
2) organizando permutas de professores das escolas federalizadas e estágios de alunos em,
centros mais adiantados do país ou do
'

ex-

teriorj
3)

proporcionando bolsas de estudos aos estudantes,

k)

nas matérias cm que se distinguirem^

criando ura prêmio nacional"(subvencionado
por organizações publicas ou privadas)

para

a melhor tese publicada sobre assuntos

bi-

blioteconõmicos.
'•
Outrossim, certos de que a remuneração,

I

da atraira maior numero de pessoas credenciadas,
l)

adequa

sugerimos;

que seja ampliado o mercado de trabalho nos
setores federal o estadual5

2)

que se encare como de nosso máximo interesse a criação de bibliotecas municipais

cm

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de serviço de documentação e pesquisas5
3)

que se promova uma campanha nacional de esclarecimento popular sobre o verdadeiro papel do bibliotecá.rio-documentarista na

so-

ciedade moderna.

Nos5

bibliotecários da Bahia,

participantes deste V CONGRESSO para que,
des competentes,

apelamos

aos

junto às autorida-

encontrem uma resposta lúcida,

concreta,

em

atendimento as nossas justas reivindicc.çoes.
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�■
-15-

8. R3FSHÈ1ÍCIAS BIBLIdGR.‘'?IC..S

1.

iJITÍOí.UIA, URIVRR5IDx.de.

S3CUSL*- INTSHiJ-iRRICANR DE BI —

BLIOTECOLOGÍxi. - La terccra graduación de bibliotecários universitários en Colonibia,
versidad de nntioCiUia,
2.
3.

'

RÍO5

C-.IR,

10(115)

abril,

IBGE,

RIO - Legisla-

1966,

Julien - La cooperacion internacional de

nara. Ias bibliotecas.

centros

BoIetín dJUncsro..

19(6)1290-293, nov.-dic.,I965

GxiliíURRIA. UNIVERSITY OF SOUTHERN Gx.LIFC'RNIASciiool
of Library Science,

196I-63.

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28p,

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6.

1965-

BxJilxx. URIVSR3IDRDE ?EDnR.i DA 3/ÜIx. - Boletim Informa
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ção.

U,

1^S3.

MeddoIIin,

GIlIGx.GO. UNIVERSITY.

Bulletin of Universltv

57(2),

aug.,

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              <text> Sampaio, Elza Celeste Figueiredo</text>
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              <text>Estuda a profissão do bibliotecário-documentalista como resultante de fatores sociais e sujeito a constante revalorização conceituai. Comparando o ensino da biblioteconomia, nos âmbitos nacional e internacional, expõe a necessidade de um currículo adequado a realidade brasileira. Focaliza a situação do profissional, na Bahia, apresentando sugestões para que o problema seja solucionado.</text>
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