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�V

CONGRESSO

BRASII£IRO

DE

BIBLIOTECONOMIA

Sao Paijlo - S a 15 de janeiro de 1967c

E

DOCUI'4ENTAÇÃO

Patrocinado pelo

Instituto Nacional do Livro

TEMA 6 - REPROGRAFIA

REPROGRAF IA
(Contribuição ao seu estudo)
por
Emydice Pires de SanfAnna
Hargard-da Pinto Oliveira

029.7 \
778.1J

002*778.1

cm

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CDU

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�s.

/

S ü M Â R 10

Sinopse

1

Sumario

2

0 - INTRODUÇÃO

3

1 - RESUMO HISTÓRICO

3

2 - PROCESSO DE DUPLICAÇÃO

4

2.1 - Duplicação Direta
«M
2.2 - Duplicaçao utilizando uma matriz

4
5

2.2.1 - Rrocesso hectografico

5

2.2.2 - Duplicaçao por "stencil"

5

2.2.3 “ Duplicaçao "offset"

6

2.2.4 - Duplicaçao por clichê

7

2.2.5 - Tipografia

7

2.3 - Maquina de endereçar

7

2.4 - Escrita automatica

7

3 - PROCESSO DE REPRODUÇÃO PROPRIAMENTE DITA
/
/
3.1 - Processo de copia fotográfica

8
8

301.1 - Fotocopia

9

3.1.2 - Processo de microfilmagem

9

3.2 - Processo de cópia heliográflca
/
3.3 - Outros processos de copia
/
3.3.1 - Processos térmicos

11
.

12

3.3.2 - Processos eletricos ou eletrônicos

12

3.3.3 - Processos magnéticos

14

4 _ PROCESSO DE IMPRESSÃO

M.

5 ~ DIREITOS AUTORAIS

cm

2

3

4

12

' 16

6 - CONCLUSÕES

16

7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

18

8 - RECOMEIOAÇÕES

20

5

6

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�\

Sinopse

Reprcgrafiaj

sua terminologia, resumo

histórico, diversos processos de duplicação e re
produção de docuir.3ntos visando a recuperação

da

informação.

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1

�V

0 - INTRODUÇÃO

O termo " Reprografia " é equivalente ao termo "reprodução"
propriamente dita»

Ainda que desconhecida em muitos paises e nao figure

nos dicionários, designa coletivamente os processos de reprodução fiel
dos documentos de toda espécie, constituindo-se um auxiliar universal
indispensável a ciência e a tecnologia»

e

Os alemaes, os holandeses e a se

guir os ingleses usaram a palavra "Reprografia" que intitulou o 1- Con gresso

Internacional de Reprografia (Colonia, outubro de 1963), e

cons-

titue igualmente o título de um periodico alemao, fundado em 1961»

A Fe-

deração Internacional de Documentação (FID) tem hesitado em adotar este
neologismo e a Associação Francesa de Normalizaçao também nao esta inclxA
nada a usaria?
0 Congresso de Reprografia permitiu aos pesquisadores e especialistas uma troca de suas experiencias e de suas idéias nos diversos
processos de reprodução e no dominio de sua aplicaçao, uma vez que se estende a todas as profissões e a todas as atividades do mundo inteiro*

t

Com a Reprografia surgiram possibilidades de transformar e
de racionalizar novos métodos de trabalho, permitindo a economia de tempo
e espaço, facilitando a aceleraçao da informação,

1 _ RESUI® HISláRICO

Desde a Idade Media vem sendo preocupação dos eruditos
rèproduçao dos documentos»

a

Este teve inicio com os copistas que, traba-

lhando em conjunto ou isoladamente (reprodução simultânea em varios exempiares sob ditado), eram os responsáveis pelas reproduções de manuscritos,
0 livro foi quase que exclusivamente monástico em conseqüencia das inva —
soes bárbaras que assolaram a Europa,

Os monges tornaram-se copistas de
A
li^nros, tanto sagrados como profanos e a eles se deve, em grande parte, a
transformaçao ortográfica de lingua como-francês c a introdução de letras
t*
/
e sinais nao fonéticos,
/
/
Ja nos raeiados do século XV, o livro impresso substituiu o
livro manuscrito, verificando-se maior desenvolvimanto cultural e a crescente necessidade de novos métodos de reprodução»

Surgiu, então, a lito-

�- 4 "

grafia, processo de reprodução em relevo, utilizando uma placa calcarea
ou de pedra donde deriva o nome, e uma tinta graxa que repele a agua.
Mais tarde, a pedra foi substituida por placas metalicas (alumínio ,
zinco), depois introduzido o cilindro de borracha como elemento interme
/
M
diário de transposição, chegando-se aos processos modernos de calcografia ou duplicação "offset", conjugado com o processo fotolitografico de
confecção das matrizes em "stencil".
Nos primeiros anos de apos guerra sc eram de uso geral os
processos baseados em sais de prata; fotostática e reflex. Depois foi o
A
/
/
processo OCE o primeiro a afastar-se dos métodos semi-secos, através de
pequenas maquinas com excelente resultado. Mais recentemente os proces
/
IS.
/
sos eletrostaticos que sao completamente secos e produzem copias perma nentes de boa qualidade.
Levando-se em consideração a variedade de reprodução, po/
/
A
demos classificar os vários métodos ou processos em tres categorias: pro
cesso de dupllcaçao, processo de reprodução propriamente dita e processo
de impressão.

2 - PROCESSO DE DUPLICAÇÃO

No processo de duplicação, permite-se tirar de um documen
to original uma grande quantidade de novos documentos em varias m^odalida
des.

Distingue-se entre estes processos a duplicação direta, duplicação
f
f
utilizando uma matriz, maquina de endereçar e escrita automatica.

2,1 - Duplicação Direta
/
E baseada no uso do papel carbono, iniclalmente conhecido
por papel quimico e de grande utilidade na reprodução de poucas copias.
Inventado por Leprince, em l86l, e muito mais difundido nas atividades
A
^
culturais e comerciais com o uso simultâneo da maquina de escrever, esta
inventada por Will,'em 1714 só introduzida em uso a partir de 1074»
0 papel carbono, apesar de ser uma descoberta antiga, so
foi Integralmente empregado com o advento da maquina de escrever, no final do século passado,

Como o nome indica, o papel carbono contem um
r
pigmento de carbonoj atualmente, entretanto, ele ( fabricado por meio de
corantes sintéticos diversos,

0 primeiro tljDO, e mais aconselhável para

os trabalhos do reprodução de documentos,

0 papel carbono azul escuro

OU violeta escuro e o menos apropilado para a reprodução íotografica por

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im sistema otico ou copia por contato, visto que os raios solares actinx
0é
f
COS nao sao suficientemente absorvivcis pelos corantes empregados em lugar do carbono.
Para a reprodução do documento escrito, ha uma interligação muito acentuada entro o papel carbono e a datilografia, nao se podendo mesmo comprovar a eficacla do primeiro, com,a ausência da segunda.
é
\
A maquina de escrever, devido a facilidaae de reprodução
/
de copias obtidas dos docvimcntos datilografados, ainda se situa no primei
ro plano, principalmente para os métodos fotográficos.
✓
/
Com 0 aparecimento das maquinas eletricas, o trabalho do
datilografo esta deveras simplificado porque muitas operaçoes estão automatlcas.

2,2 - Duplicação utilizando uma matriz
f
Esta operaçao permite obter-se um numero do copias muito
'
superior a da duplicação direta, uma vez que, utilizando uma matriz as suas
operaçoes sao variadas como sejam: hectografo, "stencil", "offset", tipo
A
A
grafia, placa em relevo ou clichês,

2.2.1 - Processo hectografico
No processo hectografico ou comumente chamado duplicação a
álcool, o original ou matriz da qual as copias sao obtidas, e preparado
datllografando-se ou desenhando-se através de uma folha de papel carbono
f
^
fé
fé
hectografico. .'Is copias sao obtidas pela dissolução, por meio de álcool,
/
/
da parte de anilina depositada na matriz, 0 dupllcador e o veiculo que
estabelece o contato do papel em branco com a matriz, dai resultando

as

copias.
A
Este sistema apresenta varias vantagens, principalmente na
A
f
ft
P
parte economica, porque o material necessário para sua utiliaagao e relafé
^
^
tivamente de custo baixo e nao e necessário pessoal especializado.

2.2.2 - Duplicação por "stencil"
^
A
A
Nestç processo a matriz e constituída de seda japonesa ou
substitutos apropriados e recoberta de uma composição quiraica cerosa (parafina) _ impermeável a tinta.

Copia-se o texto na naquina de escrever ou

com um estilete de desenho, ou perfuradores especiús, etc,

A cera desa-

parece nos pontos ou linhas de pressão, ficando gravado o que se vai repro
duzir.

4

As copias sao tiradas através do duplicado:? "mimeografo", cujo

5

6

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�_ 6 -

-A
MM
"stencil" ja preparado, adero ao cilindro com perfurações que dao passagem a tintas

os rolos situados na parte inferior pressionam o papel co-

piador contra o cilindro, permitindo uma tiragem de centenas de exemplares,

0 papel usado para essa operagao e semi-absorvente e de regular po

rosidade, permitindo a impressão quando a tinta atravessa as perfurações
do "stencil",
/
/
A
0 "stencil" também poderá ser preparado através de gravaA
dores eletrônicos cuja velocidade permite ao operador obter no mesmo uma
copia fiel do original com o rainimo de habilidade,

bsta maquina gravado

ra consta de um só cilindro sendo a parte direita para o original que se
A
deseja copiar e a esquerda para o"stencil", acionado por um motor eletri
co,

No carro registrador estão as lampadas excitadoras, o sistema de len

teS e um "Olho" eletroní oo on oolnlr» .■í*,&gt;í;,,oTo+.VÍ &lt;-&gt;n

pociu-; ^ &lt;.r&gt;n rf-ínol p

uma agulha que grava o "stoncil",

2,2,3 - Duplicação "offset"
É uma variante da litografia, inventada em 1796 por Alois
Senefelder,

0 original e escrito a maquina ou a mao sobre uma lariiina

delgada, metálica, geralmente de zinco ou de aluminio,

Existem, também,

matrizes especiais "Duplimat", usadas em maquinas de escrever, dando resultados inteiramente satisfatórios,

Poo-so em contato com a folha esp^

ciai, que uma vez revelada, esta pronta para a reprodução,
iutimamento a duplicação "offset" tem feito enormes pro gressos tanto na tiragem de livros, teses, como nas 2:'evlstas ilustradaP
por processos cronolitograflcos,

Um processo derivado, muito empregando

em trabalhos de documentação e o pseudo—impressão "near—print" que evita
M
A ^
completamente a composição tipografxca.
Varias maquinas sao empregadas para esse processo de dupli
oaçao, sendo a mais conhecida a "lyfultilith".
As máquinas para duplicação "offset" sao mais complicadas
que as copiadoras com clichês3 sao mais dispendiosas e requerem um pessoal
mais prepajrado para a sua assistência técnica.

Os elementos essenciais

destas maquinas rotativas sao 3 cilindros de metal,

0 primeiro leva a ma-

triz, com texto impresso, o segundo esta recoberta de uma tela de tinta e
A
0 terceiro pressiona o papel sobro a tola para a impressão,
A matriz nunca fica em contato direto com o papel, senão
através da tela de tinta,
ao papel.

A imagem se transfere da matriz a tela e desta

Desta maneira podo-so obter milhares do reprodução de excelente

qualidade,

3

5

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�- 7 -

2.2.4 - Duplicação por clichês
A base deste processo consiste em uma folha de papel de
A
A
/
M
seda japonesa ao qual se da uma demão de um derivado de celulose ou similares.

As copias sao obtidas passando a tinta através das perfurações fei

tas na folha pela maquina de escrever, estilete ou mediante processos fo/A
A
/
tograficos ou eletrônicos,, Um mesmo clichê pode ser utilizado varias ve /
^
A
^
zes se depois do usado, c cçnservado em lugar nao muito seco. As copias
A
obtidas pelo processo clichê podem ser guardadas ilimitadamente se a tinta de impressão foi negra,
to treinado.
ctogr^fo.

A reprodução em clichê nao requer pessoal mui--

As qualidades das copias sao melhores que as do copiador he-

Existem clichês especiais, com uma película fotográfica, na qual

podemos imprimir um original transparente,

Uma vez revelada 3 peliculer, se

paramos com água quente das partes que receberam luz, assim o desenho das
letras e 0 clichê estão prontos para a impressão,

^
/s
Merece citaçao alguns aparelhos do reprodução deste materiais

Formaprlnt (inglês), Kurt Dehmel (alemao), Koroska (austríaco), etc., e finalmente o Renex Supermatic que, a pesar de ser manual, tem a vantagem
A
M
poder ser trocada a cor, para a impressão, em apenas 3 minutos,

de

2.2.5 - Tipografia
A
^
íw
/
m o processo clássico de duplicação de toda especie de publicaçao, E executada com a utilização de matrizes fundidas mecanicamente5
estas matrizes sao obtidas automaticamente quando o linotipista da um toque rápido nas teclas correspondentes de sua maquinar^

2.3 - Maquina de endereçar
í¥ocesso de duplicação também chamado "addressograph", maquina para imprimir endereço, Cpera utilizando uma folha de metal fina: ou
clichês preparados em maquina de imprimir, desde simples maquinas manuais
/
^
/
/
ato complicadas raaquinas autoraticaSc E usada frccuentemente nas bibliotecas para reprodução de fichas de titulos ou resumos analíticos ou ainda,
/
/
A
fichas de bibliotecas para noticias bibliográficas 3 intercâmbio. Os adressografos sao aconselháveis quando se necessita, periodicamente em se
/
/
rie, de copia de todo catalogo de biblioteca ou de uma grande parte do
mesmo,

2.4 - Escrita automatica
Outro processo de duplicação de gi’ande valor na epoca ■■atual

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�- B -

e 0 da escrita automatica. Utiliza-se diretamente, para estabelecer copiaj
/
/
/
os caracteres de luna maquina de escrever eletrica, automatica, que escreve
/
em media 100 palavras por minuto,
Tem capacidade de ler e perfurar a fita por seus respectivos
dispositivos,

A fita e codificada em binários de B canais e tem livre ace^
A
M
so aos computadores eletro nicos ou pode ser convertida em cartões IBM,
Powers ou Bull, por suas respectivas conversoras.

0 operador escreve o documento apenas uma vez. Uma copia
/
visual e produzida para ser conferida e, ao mesmo tempo obtem-se uma fita
perfurada como derivado,

0 mesmo documento poderá então ser reproduzido

automaticamente, como o original, em alta velocidade,
0 emprego dessas maquinas pode ainda ser pesquisado quando
ma serie do docmentos deve receber as mesmas mengoes e ela precise recor
ív
A
rer aos processos habituais de duplicações, Como exemplo temos a maquina
"Floxowriter" e"Autotypist", que tem atendido bom a duplicação dos docmen
tos.

3 _ PROCESSO DE REPRODUÇÃO PROPRIAMENTE DITA

Na reprodução propriamente dita nao se faz necessário ma
matriz, desenho ou composição porque e a reprodução exata através o documento original,
Sao utilizados os.processos fotográficos ou similares, ba*
f
soados em efeitos de produtos fisicos e quimicos, usando-se, na maioria
A
das vezes camaras escuras.
Entre os processos de reprodução propriamente dita podemos
destacar as copias fotográficas e heliograficas alem de outros sistemas de
copias.

3,1 - Processo de copia fotográfica
Nos processos fotográficos incluimos todos os sistemas de
copia que se baseia no uso de pelicula fotográfica aos sais de prata e
seus derivados,
Podemos distinguir entre os processos do copias fotografi/
/
cas os por contato, e o otico ou seja, o material fotográfico que esteja
em contato direto ou o que se transfere ma imagem do original ou materiáL
/
/
fotosensivel, por meio de elementos oticos, tais como lentes.

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�- 9 -

0 processo de contato pode ser feito por projeção ou por
reflexão variando a modalidade

na forma da execução, ou seja, com o ori-

ginal transparente impresso do um so lado, devendo a luz àtravessa-lo pa/
f
*
ra chegar ao material fotosensivel, Se o original e uia negativo, a copia
A
/
passa a ser positivo, Com este processo se necessita uma so folha fotosensivel para fazer a copia,

-t^elo processo por reflexão se obtem copias

de original nao transparente, que podem ser impressos de ambos os lados.
Sua característica

e pois a copia intermediaria o partindo desta, muitas

copias definitivas,
A luz atravessa o original, e os ralos, ao se refletirem
/
novamente, produzem uma imagem latente no material fotosensivel, que pode
IM
^
ser o papel de reflexão. Neste, depois de revelado, aparece uma Imagem
negativa e invertida lateralmente do original,

Esta e conhecida como co-

pia intermediaria que reproduz por reflexão. Ka muitos aparelhos usados
A
hesses processos dentre eles podemos destacar; Verifax e Autoposltivo
(Kodak), Copyrapid (Agfa), Copyblitz (alemao), Gevacopy( Gevaert),
Óticos sao os processos fotográficos clássicos, através dos
quais pode se obter reproduções ou ampliações, com a utllizaçao de uma objetiva e camara escura,

0 processo nao e rápido, o complexo, delicado o

necessita de instalaçao especial,
/
3.1.1 - Fotocopia
Fotocopia ou copia fotostática e a reprodução obtida pelo
A
"Fhotostat", primeiro aparelho de tiragem direta sobre o papel e que tem
A
A
por base uma camara, iima lente e un prisma para inverter a imagem e obtela diretamente na forma negativa, legivel, sem a ajuda dos Instrumentos
/
oticos,
/
/
Ha uma grande variedade de maquinas e papéis usados para obtençao do copias fotostáticas, obedecendo, todavia, aos mesmos princípios.
M
/
Os papéis empregados sao mais ou menos sensíveis.

3.1.2 - Processo de microfilmagem
A microfilmagem e o processo de reprodução por meio otico,
de dimensões bastantes reduzidas.
Em 1852, J.B, Dancer utilizou o novo processo para conseguir
a primeira mlcrofotografia transparente.

Em 1853, John Herschel

sugeriu a

publicação de édiçoes microscópicas de obras de referencia; mapas, atlas, ta
belas de logaritmos, etc,

Rene Dragon

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foi primeiro quem utilizou a mlcro-

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�t
- 10 -

fotografia; servindo-se dos pombos correios para enviar mensagens durante
A
0 cerco de Paris, em 1870, Em 1871 R,L,Madox descobriu a placa seca, permitindo 0 desenvolvimento daS técnicas fotográficas modernas,

Ja em 1877

Goodwin obteve a pelicula fotográfica com suporte de celulóide e, em 1^79,
T,A, Edison concebeu a pelicula
ate hoje,

cinematográfica do 35mm. que esta em uso

Para a raicrofoi.ografia usamos a pelicula de l6mm, 35mm e 7Qmn,
As microfo'0ografias usadas em bibliotecas e centros de do-

cumentação servem com frequência de originais para outras reproduções.
A nitidez dos detalhes destas diminui a proporção que forem usadas para a
reprodução.

Aconselha-se o emprego de material de qualidade para se obter

melhores reproduções,
A microfotografia pode resolver numerosos problemas que se
apresentam nao so nas bibliotecas e centros de documentação, como também
/
em estabelecimentos bancarios, empresas comerciais e industriais e muitas
outras instituições interessadas.
Destacamos as seguintes vantagensi
a) aquisiçao de documentação rara e esgótadaj
b) arquivamento de material microfilmado, condensando espaço
e reduzindo preço;
c) preservação dos originais no caso dos manuscritos e livros
raros;
dj facilidade de intercâmbio, levando em conta o lainimo gasto de tarifa postal e facilidade de transportar;
e) preço reduzido da microfotografia;
f) multiplicidade da reprodução e ajnpliaçao,
/
Outro tipo de microfotografia e o diapositivo usado como
instrumento de ensino.

Usa-se o aparelho de projeção ficando projetado o

tempo que quizer para o estudo, comentário, etc,
duras de metal, papelao e plasticas.

Sao Protegidos com mol-

A pelicula usada, de um modo geral,

e do 35rm,
íücroficha (microcards) e o microfilme sobre pelicula plana de tamanho mais reduzido.

Utilizam-se diferentes tamanhos de microfi-

chas, porem, dCv-se preferencia as de 75 x 125mn, 90 x lOOram e 105 x 148mm.
A
0 tamajlho 7,5 x 12,5 tem a vantagem sobre os demais, de corresponder a nqr
ma internacional de fichas de bibliotecas .

Seu emprego foi proposto desde

1906 por R, Goldsmith e Paul Otiet, no Congresso liternacional de Document,^çao fotográfica de Marselha, porem esta idéia so foi posta em pratica muito
mais tarde.
As mlcrofichas possuem uma variedade de interpretação prove-

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nionte das firmas comerciais que as reproduzem: microcards, microcartes 5
microprints,

Embora apresentem muitas vantagens, as microfotografias tom

a desvantagem de necessitar de projeoao, por meio de aparelho especialj
para a leitura direta,
MIRiVCode (Microfilme Inforcntion Retrieval Access Codo)
A
f
Este novo sistema permite recuperar mais de 900,000 paginas em menos do 15 segundos.

Planejado para recuperação do documentos e para

a aplicaçao onde e desejado, quer por assunto ou por numero,
0 pesquisador ou o leitor entra em contato direto com a
coleção e pode usa~la para exibição ou para copia.
A necessidade fundamental para um sistema de informação
recuperada o a indexaçao

e aqui

dois métodos sao fornecidos % I2 pelo nu-

mero do documento e 2^ pelo assunto,
0 microfilmador MERACode e ■uma cornara planetaria de l6mm,
de alta resolução,

Para registrar o codigo existem 9 interruptores numé-

ricos e qxistem cores codificadas para permitir o registro de 3 caracteres
numéricos em cada coluna do codigo,
0 coraçao do sistema MIR/».Code e uma estagao de recuperação
do alta velocidade que e capaz de armazenar 490 magazines de filmes,
0 leitor e impressor 0 capaz de procurar um dodigo binário
no microfilme em alta velocidade, isto inclui um rápido

acesso ao documon

to e também uma rapida impressão.
0 MIRACode ainda nao esta disponivel nos mercados mas acredita-se que 0 sera nos proximos meses.

3.2- Processo de copia heliografica
A heliografia ou heliocopia e também conhecida por processo
aos colorantes; cianotipia e diazotipia,
A cianotipia (fotocopia azul) e baseada em compostos de fer
ro prucia.to e o revelador o a a.gua.

Suas copias sao de linhas brancas com

fundo azul,
A diazotipia ou diazocopia, comercialmente do tipo "Ozalid",
consiste na reprodução por contato baseada nos coinpostos de pigmento "diazo'.'
luz decompoo o processo destes pigmentos, deixando a superfície branca'
^ ,
A
A
que e fixada pelo gaz de amcnla em canora escura.
E empregada princlpalmente na reproiucão de desenho, E ho. ''
.
“
A
je este processo estendido aos documentos usuais batidos diretamonte sobro
0 papel transparente "vegetal" com carbono.

L. Van der Grinton aperfeiçoou

este processo, usando liquido alcalino para a revelagao, de tal modo que os

cm

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A
A
A
Inprosos saem quase secos, quando revelados - c o processo OCE. Este
/
/
/
processo e vantajoso por ser mais barato que o fotográfico, mais ropido
&lt;v
^
^
e mais siiiples, nao sendo necessário o uso de camara escura, gabinetes de
M
/
revelaçao ou equipamento otico,

3«3 - Outros processos de copia
Alem dos a-ntoriormente descritos, encontramos outros pro«M
IW
cessos de reprodução do documentos do grande aceitaçao e do real valor.
Tais sao: métodos térmicos (Termofax), eletricos ou eletrônicos (Xerografia) e magnéticos,

3.3»1 - üocessos térmicos
E o método do reprodução a seco, de extraordinária versatilidade correspondente ao sistema Termofax,

Consiste em se utilizar o

papel tamboin chamado Termofax e senslvol ao calor^ colocando-o em contato com o original e submetendo-o a radiaçao infra-vermelha,

0 calor se

concentra nas partés escuras do original, transmitindo em seguida a imagem para o papel Termofax,
segundos) e simples.

S, portanto, um método muito rápido (2 a 4

Excelente para a reprodução de correspondência,

relatórios, impressos, fotografias o desenhos,
_Ja existe um aparelho Termofax apropriado pana a reproduçao de paginas de livros e periódicos encadernados, denominado "FotocopiaA
dora a Seco",
Outras variantes da Termofax; "Filmac 100", que alem do
projetar em sua ampla tela lur.iinosa faz a copia do documento em tamanho
grande, anteriormento microfilmadiq em apenas S segundos,

"Retroproje-

tor", projeta a imagem brilhante, nitida c perfeita em ambiente iluminado,

E de grande utilidade para fins didáticos.

As matrizes transparen

tes para o "Retroprojetor" sao feitas pola duplicadora Tormofanc,
k unica desvantagem do sistema e quo as suas copias nao
sao fixas, escurecem com o transcurso do tempo

principalmente se perma-

necem em ambiente do calor excessivo,

3.3»2 - Processos eletricos ou eletrônicos
/
/
L primeira copia eletrostatica do mundo foi obtida cm
'
A
193o, por Chaster Carlson, como consequência de seu trabalho de pesquisa e estudo,

Posteriormonto foi denominada Xerografia, palavra de ori-

gem grega e que significa escrita seca.

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Consiste na forma mais versátil de reprodução grafica ou
forma de reproduzir eletricamente,sem utilização de material fotográfico sensível, tornando-se

a dia o mais comum processo de expansao das
A/
Facilita, portanto, a mais ampla divulgação e o mais pi*e-

comunicações*

ciso registro dos conhecimentos humanos,
A
/
A
/
^
Esto proce33o elctro-otí.co.nGcanico e baseado em dois
principios: 1; cargas sereUiantes de eletricidade estatica se repelem e
caxgas opostas se atraem", 2) quando umr: superficie lisa, obscura e com
^
.*
.V
eletricidade estatica se expoe a luz, as cargas elétricas sao emitidas
pela. aroa exposta a lua_, fornando una inagen visível e transferivel^
A reprodução começa a se processar quando a superficie de
um cilindro ou placa

com uma fina camada âe selenio modifica a sua con-

dutividade elotrica mediante a quantidade de luz a que e exposta* Quando
f
/*
a imagem do documento a ser reproduzido e projetado através de lentes na
superficie de selenio, as cargas positivas sao descarregadas nas areas
J*
^
tf
' ^
iluninadas* As cargas eletricas pemanecen nas areas nao expostas a
e estas correspondem a imagem do documento original*

A placa e, então ,

recoberta por um po especial revelador, de cor preta, denominado "Toner",
com cargas negativas de eletricidade, que por sua vez aderem as cargas
positivas que ficam no placa, aparecendo na mesma uma imagem visual* EsP
{•
P
ta e atraida polo papel comum através de cargas positivas, onde e fundido
A
quando usado o calor ou solventes va.pox'izados sobre o"Toner"« A reproduçao permanente e exata do original esta pronta para uso imediato*
Esto método de reproduçno tem sido largamentc empregado
nas Bibliotecas, principalmente nos Estados Unidos e Países Baixos*

Seus

benefícios se fazem sentir também entro nos, quando, na incapacidade de
A
solucionar entre bibliotecas congeneres brasileiras, os problemas dos
leitores na aquisição do material bibliográfico, são solicitadas fotocopi*
as o estas nos cheg&lt;am pelas copias Xerox*
/
/
rí
Também ja ter,os conhecimento do ixprodução de cataloges de
A
fichas por este sistema, a eo-cmplo do que foi feito na "Burham University
Library" •
Vantagens dc processo Xerograficr ,
a) qualquer laaterial escrito, des-nhado, datilografado ou
impresso pode ser perfeitamente reproduzido em papel comura, bem como

cm

outros materiais, como o plcstico, o metal e o to ddoj
b) obteiT&gt;-S(! reproduções permanenuos, com rapidez (2 a 3 mi
nutos por copiaj, facilidade o economá.a, incluindo taiabem copias do micro-

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filnos a partir de l6inin e 35mn«
Uso aa Biblioteca:
a) poucos volunes sairíam da Bibliotocae

A estatística de

circulação da Biblioteca do Instituto Nacional de Saude dos Estados Unidos
mostra que em 1962 houve uma redução de 25 por cento dos volumes circuladoS)
/
em virtude do extenso serviço de fotocopia,
b) 0 empréstimo inter-bibliotecário e aumentado pela possibilidade de circulação do naterialj
c) a fotocopia podo permanecer com o roquisitantej
d) material fotocopiado podo ser enviado ao estrangeiro,
Como variante da Xerox apareceu nos Estados Unidos o ”LDX

•

(long Distance Xerography) Comunications Systems", atrrvcs do qual qualquer
documento escrito, desenhado ou datilografado pode ser transmitido a longa
*•
A
distancia em forma de "fac similes', por meio de linhas telefônicas, microA
ondas radiofônicas,ou cabos coaxiais.
Cada escritório dotado do equipamento possui um aparelho
transmissor e receptor,

0 documento a ser enviado e colocado em recipiente

dotado de um tubo de luz (semelhante a um pequeno projetor de televisão) que
capta a imagem impressa no papel, a transmissão chega ao aparelho receptor,
é
A
o registrada. em um tubo de fogo electrónico que transforma os sinais em
A
novas imagens, projetando-as em um cilindro revestido de selcnio. Deste
/
/A
cilindro a iraa^em e reproduzida pelo processo xerografico, Este processo
^
M
e executado em questão de segundos.

3«3»3 - Processos magnéticos
n, processo magnético
^
íw tem sido usado em cera/
0
de reprodução
^
A
ter experimental. Consiste no principio de uma lamina de ferro delgadH&gt;que
se magnetiza no lugar que esta em contato com a escrita e se pulveriza com
limalhas de ferro, que aderem a impressão ou escrita original®
As limalhas de ferro podem passar da Imina ao papel e alí
se fixar,
^
/
A
A vantagem deste processo esta na pemaanencia da magnetizaçao da lamina por longo tempo, permitindo a reprodução de milhares do copias cm papel.

4 - PROCESSO DE IMPRESSãO

0 processo de impressão teve como prccursor-s as diversas

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técnicas de iapriTiiir na pele humana, nos tecidos e nos metais, muito embora nada tenha que ver com a imprensa propriamente dita, pois esta con^
M
/
siste na reprodução rapida o ilimitada da escrita ou da palavra.
A tentativa de se multiplicar um determinado original por
meio de impressões tabulares ou tabelares, ou seja, a utilização de chaípas inteiriças de madeira, assinala a etapa imediatamonte anterior a imprensa tipográfica,
/
/
**
Ja no século XV os primeiros livros tabelares sao executa
dos na Holanda e destinados, somente ao clero,

Sao os livros religiosos

o também as famosas gramaticas latinas chamadas "Donat", adotadas

nas

escolas frequentadas pelos que se destinavam a vida eclesiástica.

0'a-

nalfabetismo das classes populares na Idade íledia era total e isso desfaz a ideia de que os livros fossem destinados a elas.
Também os caracteres, moveis a partir dos meados do século
XV foram utilizados.

Assim estava a tipografia palpitante e pronta

despontar e diz mesmo Carlos Rizzini que a tipografia representa

a

menos

uraa invenção do que um aperfeiçoamento da arte de imprimir.

A
Em IS45, ano seguinte de ter conquistado a letra de forma,

Gutemberg compunha e imprimia com letras de chumbo o l^ livro "V/eltgericht",
Foi assim que se iniciou a composição manual, usada ainda hoje em titulos
para dorso de livros (douraçao), impressos especiais, cartões, textos in cluindo sinais, formulas, tabelas, dando lugar mais tarde a composição meA
canica do linotipo e monotipo.
A linotipo, como seu nome indica, corapoe linhas inteiras
de tipos e sinais de bronze que sao logo em seguida fundidos, voltando as
matrizes aos respectivos magazines,

A linotipo apresenta o inconveniente

de exigir nova composição de linha inteira para qualquer correção, e, a
grande vantagem e a de oferecer rapidez de trabalho, e composição relativamente barata.
Ja a monotipo funde letras soltas, facilitando na correção
/
dos erros tipográficos que basta substituir, apenas, a letra errada da com
Ué
/
posição monotipica.
Efetua a monotipo duas etapas de composição; transcrição
codificada de letras e sinais ao longo de una parte perfurada e seleção
das matrizes por meio desses furos e fundição de cada letra,
Tem o inconveniente de ser o trabaJho muito demorado,mas
A
M
a vantagem de conservar facil a parte perfurada para a reprodução posterior, sem imobilizar o material.

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Para os jornais modernosj que sao impressos em nvmero
elevado, existem ainda os seguintes processoss Retrogravura (maquinas
rotativas), Foto-gravaçao ( reprodução da composição por meio fotográfico), Tele-composição (distribuição de noticia de um determinado jornal acionado simultaneamente por tele-comando),
Também o teletipo ou tele-impressor, através do qual se
obtem a mais rapida comunicação, e de grande importância na cooperação
entre bibliotecas, aumentando entro as mesmas o empréstimo e funcionando eficientemente, através os catalogos coletivos.

5 - DIREITOS AUTORAIS

0 problema de direitos autorais variando de pais para
país, de certo modo prejudicou a reprodução dos documentos que interessam aos pesquisadores e estudiosos.

No Brasil tornou-se um direito as-

segurado pola Constituição e pela lei, "direito que nasce de uma rela çao jurídica entre o auiior e a obra criada"»
A

FID, durante algum tempo, ficou com a responsabilidade

de representar o utilizador dos diversos métodos de reprodução, passanM
do mais tarde esta tarefa para a UNESCO por tratar-se de uma organisaçao
intor-governamentali atualmente e permitido a reprodução de docuiaentos
desde que nao prejudique a situaçao economica-financeira do autor.

6 - CONCLUSÕES
é através da reprodução dos documentos que são propiciados ao cientista os recursos e rieios para resolver seus problemas de pes
quisa e bem assim ao homem de negocio na solução de calculo ou processamento do dados.

'Com a reprodução e difusão da informação em larga esca-

la e preciso que nao haja desperdício de tempo e esforço por nao se podor
/
/
detcriTãnar que trabalho ja foi realizado. Também, a crescente especializaçao da informação e a sua utilização em setores diversos, esta a exigir
novos métodos de trabalho na recuperação da informação, pois esta "e parte integrante do processo de comunicação",
Como e sabido, os conhecimentos vem sendo registrados

a-

traves dos tempos acompanhado pelos métodos de reprodução e arquivamento,

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/
/
/
»*»
w
porem, nos últimos anos, as técnicas para recuperação da informação tornaran-se superiores as possibilidades antigas.

Partindo dai tomos a

a-

crescentar que:
o Congresso de Ropografia veio preencher um objetivo que
/
/
ha muito se fazia necessário - aperfeiçoamento dos instrumentos o processos de reprodução visando a recuperação da informação;
M
OS diversos processos de reprodução de documentos, seja a
impressão, a Xerografia, a fotocopia, a microfilmagem ou outras atividades de biblioteca constituem um vinculo na reprodução da informação, e,
através deles, deu-se impulso a automaçao, que, por sua vea, provocou o
A
^
/
reexame de um conjunto de problemas sobre a informação, como representaIas, como organiza-las;
partindo do que foi dito anteriormente, os instrumentos
/
para novas técnicas parecem estar nos modernos equip.amontos de processamento de dados.

Sao, segundo Hpyes, os computadores, os processos foto-

grpaficos e a gravaçao magnética que fornecem os meios para solução
problemas de recuperação da informação.

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p.73-102.

�- 20

8 _ RECOMELDAQÔES

Rccoaiondar

Governotí dos Estadoc Brasileiros urgência

na Instalaçao de Instrumentos de Reprodução-, pelo menos, nos Scr^rigos
Centrais das Universidades Brasileii-as a fim de facilitar o intercâmbio
ou cooperação mutua no pais, face o aceleramento crescente das atividados técnicas-cientificas Ja existentes^
Recomenda?.' que a Instalaçao ilecanica e e:coquivol nas
Universidades pois o custo nao e proibitivo, comparando cora as vanta gons que proporcionara a todo corpo docente o discente das unidades que
as integram.
A
Recomendar que os í4agnificos Reitores das diversas Unida
des brasileiras, onde ja existam serviço de reprodução seiur ndo a um ue
queno grupo, procurem centrali?.®: estas serviços para o bom comum uni A
vorsitario.
Recomendar as Escolas de Biblioteconorrla um especial cui
dado em fEimiliarizar os esoudantes com a Reprogi^a-fia seb os seus mais
variados aspectos.

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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
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            <description>The topic of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="8957">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <elementText elementTextId="8958">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
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          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Repografia: contribuição ao seu estudo</text>
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              <text> Oliveira, Margarida Pinto</text>
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              <text>Reprografia, sua terminologia, resumo histórico, diversos processos de duplicação e reprodução de documentos visando a recuperação da informação.</text>
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