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                  <text>�Digitalizado
gentilmente por

�Digitalizado
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Gereacbinimio

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GC‘!.GiiijijoL'

li

■-■ i.'-' Sj. 1 ái i5LI CÍJi-üO:*. Oj";I \ Lt DCCíJiüji'. xAÇ ^0

são iaulo ^ a .15 de janeiro de 19’'^?
latrocinado

pole Instituto I.faclonrAl do .Livro

Jeita 5 - Infornação Cie.nbífica

THA.3ALF10 li iLLeCTUAI, 9A IÍ‘íÍlJ3'L'rtlA
por
Sulm P. de Valenzuela Gourroge

029.706181

-

002.66:6(81)

cm

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CDD
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-

17a,

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CDU

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�TRABALHO INTELECTUAL NA INDÚSTRIA

Por:

Zulma P.

de Valenzuçla Courrege (*)

1 - INTR0DUC?[0
Sob este tema podem ser focalizados diversos aspectos do tr^
balho intelectual,

tais como sua objetivação,

ou materialização em forma de documentos,

exteriorização

e a criação de

mecanismo impulsionador que o divulgue amplamente,

um

ensejando

o aproveitamento de sua substância útil.
Pois que todo raciocínio,

positivo ou negativo,

rado em suas conseqüencias,

certo ou er-

traz sua contribuição ao

acervo

do conhecimento universal.
Dentro de tema,

podería ser também passível de focalização o

problema da organização das idéias - quer em fase de vérsão
falada,

escrita ou audiovisualizada - ,

gibilidade,

qualidade,

accessibllidade,

visando a sua InteM
adequação,

etc.

Ou-

tro aspecto a considerar poderia ser a identificação do produto do trabalho intelectual já exteriorizado,
documentos de qualquer espécie,
sos técnicos,
municação,
rio,

ou seja,

dos

a fim de facilitar os proce^

os controles necessários e a divulgação ou co-

enfim,

todas as fases da atividade do bibliotecá-

documentalista,

ou técnico em informação,

em que estejam

envolvidos o trabalho intelectual e a mecânica de sua organl^
zação,

e que facilitem o conhecimento e o aproveitamento da

informação.

E ainda desde o ponto-de-vista do interesse tiBds

exclusivo do leitor poderíam ser examinados métodos e conselhos que pudessem contribuir para a maior eficácia do esforço de assimilação desenvolvido na leitura.

(♦) Técnico em documentação do Setoh de Documentação Técnica
e Patentes - Centro de Pesquisas e Desenvolvimento - PE TROBRÂS.

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�2
0 trabalho inLelac m;..'i1 ,

niiter;'.a-prÍK.a do

t-cario,

b&lt;i/-)bé*r e rja tei‘ia-pri.'.a o o

nionals,

se,;-a o g.;.bo nos

;)cõa'-0£0s,

Toda vcp -pjo no deco -rer oostas
trabalho intelectua''

trabalhe cic niblio-

trabalho de cutros
cios

psicologos,

profis.

otc.

considoraoSos f.alciaos

era

est:’ren.ios ror.-rindo-nos ao priir.oiro as-

pecto o.ludido.

,

ac falain.íos

sn jcciancr!tnção ou ati -

vidadüs doGuuc-tárias não pr e vondenos lirídtar o scr.i,ido ao d a
1L*•»&gt; ? •&gt; O
/*viiscipliaa que dl-,a respoito oura^vier tc de docu‘iv.'neC'S, se
nao,

e prir.cipalrrieutc,

du seu. conteúdo

iafurraativo e co

CO-

nhcciraento co.uo pot.inciul,
bf.i verdade nãc á possível a’).reseut'5.r técnicas
aacn 0 do trn.ba.lho intelectual,
sendo detcrtiii.adas e

para a crgarii-

una vea tp;e tais técnicas va o

natertoadas

pola repotiqão ePicaz de :ne

d idas tovada.s dinute de sitvaçBos i.,ua exige;;; dccisSo c‘najnadus

"cr.ergc.ncics'’,

go íú..i;-if ord, bntre tah tc,
cSüS solive o .'lodus

uo sentido Intc-rprcts tivo do sociélo
é possivcl

faclcndi riais

tocar s.lguuas considera -

adí.-.,u-’dc para resolver al -

uuns COS problei/as ligados a organização dc
tual.

Cumpro lembrar,

as

porem,

trabalho intelec

que c. escolha prematura da

moüus faciendi ou de u;-la "técnica"

pode,

às vezes,

Uí!i

coL-preme-

ter a ado-;ao da solução mais apropriada ao case específico,
3ob..i:’etudc,

cm paises cujo sta t'^s soja o descnvolvimouto ou o

suboesenvolvirden to,

e icipresci.ndivel ter en me.’;^tü que os fa-

tores condicionaccrcs
teu nos

sac cuiito diforencos daqueles que e:-:i^

paisGS donde orover; as

técnicas de vanguarda ea; a até

ria. de documentação.
A riDÚSHili DI.iá£.2-;Pe.H-Ia Ui5 rurbl- I-.ã CAt'1

2.1 - A indust.‘ir
Muitas vozes

lU P lCúUÇÃC IbTb-

e .rs atividades documculá-rlas
tei*; sicc menosprezada a i^^tíustria como foi

té potencial dc infornação universalncm.c válida*
i. tor.tív.-ncia, oa induscria e c.’’iar divisos
ccf .ndü-lc ccononicaru,:-’te,

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gentilmente por:

'^ais,

desenvolve-lo e criar condi

r oca de aor ir.ioraucato cultural,
i.istitui-^ões dc

,.iaro. c

Mas na o e somente

nas

oe;n_uisa pura o no-S un.ivorsida.des

çue

I Sc a n
st e m
I Ciereaclancnt.

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�dcDon\-o].vcrr;

50

cimentos úteis a Humanidade.

A indústrj.a está de tal modo associada ao progresso ci
entifico-cuitural das nações,

que freqíientemente se v£

rlfica sua participaçao financeira nos programas de p^
quisas empreendidos pelo Estado e sua contribuição para as instituições de ensino.
mund&gt;’al de 1959-19^5 &lt;qae,
dústrla bélica,

Foi a partir da guerra

graças ás necessidades da in

adveio o grande impulso ás

documentárias e a pi’ocura de técnicas,

atividades

sistemas e ins-

trumentos mais eficazes e rápidos de informação.
minada a guerra,

parte desse esforço deslocou-se

as indústrias de desenvolvimento,
anseio mundial!

Ter

de reconstrução,

para

em consonância com o

paz e progresso.

A

indústria pctrol.tfera (para situarmo-nos em posso campo de atuação),

ainda que considerada de valor estraté

gico nas épocas de guerra,

é uma indústria de paz,

de

desenvolvimento e do progresso.
Em uma indústrj.a o saber é capital eom valor aquisitivo,

pois poee cbegar a traduzir-se em patentes de inven

ção,

cUyOs direitos de propriedades,

além de dar abso-

luto monopolio de seu uno ou aplicação á in-c ..Itulção in
venbora ou registradiura,

podem ser cedidos por

determinado cu definitj.vamente,
ceiro.

Também,

o

"saber como",

prazo

com grande lucro finan
ou know-how,

repiesen

ta economia em .investimentos destinados á aquisição de
tecnologia foranea

mediante contratos de serviços

ou

de pessoal.
Assim,

a indústria se preocupa com a organização do tr^

balho intelectual,
interesse direto.

em primeiro lugar,
Nos .'“.ossos dias,

por seu próprio
a indústria

tem

sido a primeira a adotar os novos recursos ou a aprove^
tar as facilidades e técnicas mais aprimoradas oferecj^
das pela documentação,

e a estabelecer sistemas de or-

ganização do trabaliio intelectual.

Tem sido a prime^

ra a dar apoio efetivo ás atividades informativas,

vi-

sando a as.5egurar um'^ corre^^^.e de informação adequada,
rápida c eficaz.

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�2.2 - A enorme parcela (ie 'r..r-a'balho In^Glcctual na iadústrln
2.2.1 “ A eAPGi’5.rincia áe trabalho
Há o esfor-çG intelectual que os tratalhadcrecs
(3 GE envolvem natui^almente no deaempenho da
função,

esforoo que varia de Intenaidade o pro

fundidade conforme cua poaiçao e niveJ..
esforço que se fae; para entender,
plj.flcaa,
ans.lnar,

adapt.ax*,
inst2''Ui'-\

corrigir,
etc.,

nsrA.,'

verificaip, sitr

inovar,

melhorar,

em relação a qualquer

pa&amp;so
trlal,

Run

• ' - V' :o inasomado a ceíperiencla

aocolhida íxa ap''__

cação duo medidas concebidas para cada caso.re
sulta em um acumulo dc conhecimentos novos. 1%£
tc3 conheclmenuos são naturalmenoe clferenaoo.,
oriqinárloe ae pessoas diferentes,
ambientes diferenioE,

formadas em

em empresas

h. f&gt;.3se esforço Intelectual ja constl

forent

tul urn elemento valioso para pensaj" em termos
or^^ahlvacionats.

Em geral essa experlencia oo

concentra em comenteinlos,

troca de ídèiaE,

lonos iroailenremei
em correrporudoTic i.rq
mativos,

boletins,

^ -i-

relator: A O s

co•.! k.4 íi
o .1,^

diários de opoivação ou m.anuais do Ins

trução do caráter inreirvo.

■aramente se trarn-

foisna '...m relatórios ou outro tipo de documento
para divulgação mais ampla.
mente,
2.2.2

Apenas,

eventual

se convertem om documento.

0 estudo e o desenvolvimento Inaividual na ;1.r
dustrj.UCl
Essa experienci.a diarla do trabalho tras der;I
vacüGB de intorosses que condurem ao estudo
ao aüuo-aperfelçoam.ento o atualização.
C"

ostuaos resu.;. ■;antes e connectmentos ax-ccn -

çadoo 30. fao tímida divulgação em rounlãco,c:tra
ves dc rroc^ de "í.dõlas em palestras e conr'\?en

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C.ereacUin«nto

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cias,

chegando muito raramente a transformar -

-se,

por espontânea vontade,

Mas,

também hâ os estudos encetados por Inici^

tlva individual,

originais,

em documentos.

despertados

pelo

interesse natural que sobre o técnico exercem
as atividades em que está envolvido,

e que com

mais freqiiicncia chegam a exteriorizar-se conor^^
tamente.
2.2.3 “ A pesquisa
Ha ainda o estudo metódico,
vidades de pesquisa,

promovido pelas atl

que se faz com o intuito de

resolver problemas gara o avanço da

industria

em causa, ás vezes sem propósito de aplicação
imediata.
Êsse tipo de esforço intelectual é geralmente
registrado,

mas nem sempre organizado para obter

um máximo de aproveitamento,

mesmo dentro

da

0 trabalho intelectual pode ser promovido

por

própria instituição.
2.2.4 - Uma série de circunstâncias

uma série de circunstâncias,

dando origem,even

tualmente, á produção de documento;

por exemplo

A necessidade de elementos para estabelecer una
decisão,

exige,

a análise de fatos e situações,

a determinação de fatores que influem,
que resulta em correspondência,
tudos,

planejamentos,

estatísticos,

contactos,

etc.,

pareceres,

o

es-

levanâamentos

comunicações, etc;

A necessidade de condensação e padronização do
conhecimento relativo a um trabalho,
serviço,
ções,

rotina ou

pode resultar em apostilhas,

instru -

normas e até manuais;

A necessidade de acompanhamento do desenvolvimento de um trabalho,

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de uma pesquisa,

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do

fun

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-

clonnmento de uma organização,
livros de anotações,
operações,
E,

pode resultar em

registros do pesquisas ou

relatórios internos e externosj

finalmente,

o desejo de desenvolver ou estabelecer um conceito,

interrelacionar fatos ou idéias,

sentar novos métodos,
rios técnicos,
de invenção,

etc.

e apre_

resulta em relato -

monografias,

artigos,

patentes

trabalhos de congressos,folhetos,

etc.
Por certo que muitos desses tipos de informa ção podem ser apresentados em variadas
de suportes materiais,
vaçoes,

microfiahas,

formas

quais sejam filmes,

microfilmes,

gra

e outros,além

dos tipos de suporte conhecidos como gráficos.
Essas informações podem ser também transmitida^,
por via audiovisual direta,
conferências,
duais,

seja em palestras,

mesas-redondas,

demonstrações in loco,

contatos indivietc.

2.5 - Multo material informativo se perde
Assim como a combinação de algarismos atinge cifras d^
ferentes em quantidades infinitas,

o esforço

intelec-

tual com os seus múltiplos fatores e condições determ^
nantes em jogo,

pode percorrer também infinitos cami -

nhos diferentes no desenvolvimento de uma idéia. 0 que
nos aflige,

é que a grande percentagem desse trabalho %

telectual não se exteriorlza,
e,

quando 0 faz,

isto é,

não se documenta,

não obtém a divulgação necessária,nem

o controle indispensável para assegurar o acesso oportuno e rápido ao produto resultante.
Essa vastidão é que devemos controlar e microanalisar
com proveito para a humanidade,
concepções úteis que,

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pois tem havido muitas

por falta de estímulo para a sua

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-

exteriorização e ausência de controle e de adequada di^
vulgaçao,
Bergier,
ens",

se perde.

A obra de Louls Pawels e Jacques

cujo título original ê "Le matin des

magicl-

relaciona diversas descobertas do século XIX

deste século que poderíam ter sido aproveitadas
humanidade com dois séculos de antecipação.

e
pela

Tais de^

cobertas ficaram perdidas na poeira do tempo. Em l6l8,
por exemplo,, a obra de um médico Jean Tardln,
da

lntltula_

"História natural da fonte que arde perto de Greno-

ble",

continha indicações detalhadas sobre o aprovelt^

mento do gás de iluminação.

Tardin estudava a

fonte

- um gasometro natural - e tinha já reproduzido no seu
laboratório um fenomeno igual.
conhecido,

de nome Schwenter,

Em I656,

um autor de^

estudava em "Recreações

pslcomatemáticas" o princípio do telégrafo elétrico

e

o modo pelo qual dois indivíduos podiam intercomunicar
-se por meio de uma agulha Imantada.

Somente em I819

üersted veio a falar sobre os desvios das agulhas Iman
tadas.

Dois séculos de olvido e de atraso para a huns

nldade!

E ainda contam Pawels e Bergier que existe na

Biblioteca de Sttutgart um manuscrito alemão do
"Salmon und Moroff",

que data de 1190,

poema

mostrando 0 de-

senho de um submarino.
Nesse sentido,

o dever primordial do bibliotecário

ria o de criar condições,

ou,

pelo menos,

se

tentar criá-

las (já que as dificuldades são conhecidas) que facili
tem e estimulem a exteriorização mais sistemática

de£

sa energia intelectual empregada pelo trabalhador

no

desempenho de suas funções.
Sabemos que multo comumente se torna difícil e
lhoso exterlorlzar um pensamento,

traba-

um conhecimento,

In

clusive para autores que já desfrutam de longa atuação
e conhecida reputação.

Imaginemos quanto mais

cil não será para os iniciantes,
modestos.

difí-

os tímidos ou os mais

Há ainda a falta de capacidade para conca-

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tenação das idéias,

falta de facilidade de expressão ,

falta de tempo ou a necessária tranqílilidade para o tra_
tamento objetivo de um tema clentífico-tecnológico. Ha
também a falta de fontes o de condições para a verlflc^
ção de dados ou aprofundamento do assunto.

E

ainda

podemos somar a todas essas dificuldades as que parti-cularmente nos afetam,
gua

quais sejam as do domínio da lan

e a conseqüente incapacidade de expressar com exa_

tldão o que se pensa.
Para remover certos obstáculos,

o bibliotecário poderá

contribuir em grau superlativo -- e até como
responsável,
dependerá,

principal

de vez que de sua habilidade e capacidade

em parte,

aceitação de suas sugestões

direção da entidade a que se vincula.
direta dependerá,

De sua

pela
ajuda

por outro lado o interesse e entusla^

mo do autor em potencial..
Sob o lema

"Erradicar obstáculos entre o seu publico e

a informação",

o bibliotecário pode dar,

colaboração pessoal,
capaz,

além do

sua

o máximo de estímulo de que

for

através de serviços eficientes,

adequados e opor

tunos.
2.3-1 - Aproveitamento da literatura original de caráter ostensivo
Queremos nos referir a literatura que se pro duz espontaneamente nas diversas áreas de atividades.

Êste material,

apesar de seu cará -

ter de ostensivldade e de sua froqíiente dlstrl
buição externa,

não chega as vezes ao conheci-

mento do serviço do informação.
Nesse sentido faz-se necessário institucion?'!!^
zar uma prática que assegure:
a)

o registro normalizado ou matrícula,
ja,

cm

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ou se-

a rotulagem do documento dentro dum sls

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-

tema InternacioncImente inteligível e aproveitável,

para facilitar sua Identificação

e posterior controle,
subseqüentes,

bem como os processos

desde os mais simples ate

os

mais aprimorados e modernos da corrente documentária .
b) remessa de determinado numero de exemplares
de cada documento ao órgão documentário
questão,

cm

para a constituição do repositório

da produção intelectual da casa,

assim como

sua distribuição racional conforme fins tec_
nológlcos-informativos e o seu aproveltamen
to nas operações de permuta.
c)

controle e análise pelo órgão documentário e
sua Inclusão nos instrumentos de divulgação
referenciada.

2.3,2 - Cs documentos técnicos internos
Em geral se trata de material que integra

os

chamados arquivos técnicos,

se

destacam relatórios,
cia,

etc.

entre os quais

pareceres,

Êsses arquivos,

corresponden -

ao menos entre nós,

são cuidados por pessoas com alguma preparação
administrativa,

que lidam com os documentos ape

nas no sentido de assegurar a sua conservaçãoo
localização unitária.
de um bibliotecário,

Quando sob o

comando

a tarefa se desenvolve no

sentido do promover o máximo de aproveitamento
do seu conteúdo.
Uma prática que se deveria institucionalizar no
âmbito das indústrias é a da convergência para
arquivos organizados,
desse tipo

de todos os documentos

produzidos na área com identifica •

ção normalizada.

Os propósitos seriam o esta_

beleclmento de um controle completo,

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a recupe-

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ração oportuna da informação através de índjlces
e o aproveitamento máximo do conteúdo informatt
vo no âmbito interno e ate os limites
extra-muros,

viáveis

assim como a previa reelaboraçãoc

publicação.
Êssc material è valiosíssiuio porque permite re_
ver problemas,

dificuldades,

situações prece -

dentes e voltar ãs diferentes fases do desenvol^
vimento de um trabalho,

ou do uma pesquisa,

p^

ra tentar outro caminho ou outra alternativa.
Em geral,

esse material,

tegrar os arquivos,

antes de passar a in-

tom divulgação mínima,

nas em linha vertical ascendente.
divulgação mais ampla,

ap£

Algumas tom

embora limitada,

uma vez

que o numero de copias é sempre reduzido e sua
circulação não é usual.

Outras vezes a limi-

tação da divulgação é intencional,
rátor confidencial do conteúdo,

devido ao ca_

o que obriga o.

consulta e a reprodução do material a um severo controle.
Há um tipo de documento interno de alto valor,
cuja produção não e freqüente nas indústrias la
tina-americanasj
anotaçoes,

são os livros ou cadernos

para os quais não há norma de apre-

sentação nem de processamento.
Registro,

de

Êste tipo

de

utilizado para as tarefas de pesqui-

sa e desenvolvimento,

é extremamente valioso.

Constitui 0 ponto de partida dos relatórios tÓ£
nicos mais importantes.

E a base das monogra_

fias originais que se apresentam em congressos
científicos ou fundamentam os registros do patentes.
rio,

0 trâalto

em folhas,

começa pelo registro diá-

por parte do trabalhador,

com

o visto do supervisor garantindo apenas a exe-

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cu^ão do trabalho o a autenticidade das anotações e observações realizadas pelo experimonta^
dor.

Êssos documentos são encadernados em or

dem cronológica,

por seção e tipo do trabalho,

o conservados com muito zelo Junto ã documenta_
ção confidencial.
0 que nos interessa na oportunidade e o aprov£Í
tamcnto do trabalho intelectual e,

portanto,

o

aproveitamento do conteúdo informativo destes
documentos.

A maior parte das companhias in-

dustriais dos países tecnicamente muito desenvolvidos reúnem essas folhas e,
bilidade dos chefes,

sob a responsa,

selecionam os informes cu

Jo conteúdo é passível de contribuição para
desenvolvimento da especialidade em causa,

o
âj:

ses informes selecionados são apresentados a um
comitê que os estuda e desenvolve,

ou solicita

ao autor a continuação dessas expériencias.
pratica de registro do trabalho dlarlo,
me,

a apreciação,

dos tópicos,

A

o exa-

a seleção e o aprofundamento

seria ' imprescindível em países an

desenvolvimento,

ou seja,

naqueles países

em

que todos os fatores contribuem para experiências diferentes,

gerando idéias

aproveitáveis

até mesmo nos países mais adiantados.
Temos,

pois,

que persuadir a quem de direito ,

da necessidade de adotar práticas que

ensejem

o controle e o aproveitamento do"know-how" ali
contido.

Tivemos a oportunidade de sugerir e

recomendar,

em seminário interno da PETIÍ^^iBRAs,.

a institucionalização da prática de

registro

da informação técnica colhida e produzida
Empresa,

na

com o propósito de assegurar a sua se.

dimentação e aproveitamento.

Medida desta ín

dole deveria ser complementada com a indicação

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dos setores de trabalho diretamente em

causa,

com a fixação dos padrões de apresentação

dos

registros originais e com a rotina de processa
mento a ser adotada.
Indicações,

Paralelamente a

estas

seriam estabelecidas provisões pa-

ra as fases de análise do conteúdo,

avaliação,

classificação e determinação da forma e ámblto
da divulgação.
Todos sabemos que ninguém dispõe de tempo para
executar tais registros.

Sabemos também

que

com a obrigação Integrada ás atribuições
prias de cada função,

pró-

a falta de tempo e outras

dificuldades serão superadas.
Quanto á necessidade de controle das Informa ções contidas em tais documentos,

através

índices slnalétlcos ou analíticos,
do métodos
etc.,

de

ou utlllzan

manuais ou mecânicos, mlcroformas,

é problema que não se discute mais..

- 0 aproveitamento da capacidade criadora
Aspecto de que algumas Indústrias já cuidam
o aproveitamento da capacidade criadora,

é

tradu

zlda pela produção espontânea de literatura tec
nica.

As revistas e outras publicações técni-

cas da Instituição devem ser previstas como válvula de saída e divulgação mais ampla
know-hovj latentè,
Evidentemente,

desse

objeto dessas considerações.

por motivos de segurança e tam-

bém por exigências de qualidade e oportunidade,
a filtragem prévia do conteúdo é um requisito
Importante.
Estas revistas podem Incluir literatura ofereci
da motu-proprlo pelo pessoal técnico, assim aom®
trabalhos originários de documentos intern.:s ,
tão logo o assunto deixe de ser confidencial ou

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a divulgação do seu conteúdo não mais afeto os
interesses da instituição ou da nação.
A mecanlca para a manutenção de uma

corrente

mais ou menos constante de trabalhos para
sas revistas é complexa,

ja que,

es-

como sabemos,

o mal de que padecem as revistas têcnico-clentl
ficas latino-americanas ê o da efemerldade.
As opiniões a respeito da política de estímulo
ao autor são muito controvertidas.

Devido

ã

extensão do assunto não o abordamos aqui.
glstratemos apenas que,

Re_

no campo da tecnologia,

o corpo permanente de redatores não constituía
providencia mais recomendável.
do,

Por outro la-

a orientação de não recompensar o autor mo

tom dado resultados.

Ha modalidades de paga-

mento por trabalho elaborado,

recompensa

prêmios em dinheiro ou objetos,

por

sem falar

no

simples prêmio que ê a divulgação da matéria.
Outras publicações podem ser editadas,

com

o

objetivo de recolher os conhecimentos resultan
tes da manipulação,

reelaboração e sistematiza

ção da experiência obtida nas atividades da In
dústria em questão,

para fixar princípios

ou

rumos para determinados assuntos de interêsse.
Seria,

por exemplo,

COS.

Dêsse modo,

o caso dos manuais técnl se a Instituição estiver h^

bllitada legalmente a editar e vender,

o estí-

mulo aos autores poderá traduzir-se em recebimento de uma parcela da venda das publicações.
f»s direitos de edição obviaraente,
ficar reservados ã Instituição,
zado o trabalho experimental,
elaboração,

haveríam

de

onde foi reall^

embora,

na

sua

o autor tenha despendido tempo

e

pensamento já no âmbito de sua vida privada.

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2.3- A necessidade de preencher lacunas
Nem todos os serviços documentários

conseguem

incluir a função de produção de documentos

ou

publicação nas suas atribuições formais.
Não obstante^,
discutível,

essa necessidade nos parece

in-

sobretudo nos meios industriais la

tino-americanos.

Efetivamente,

se houver or-

ganização da documentação e controle de informações dentro e fora da instituição,haverá po_e
sibilidade de se verificar a inexistência
informação específica,

de

bem como os meios de co

nhecer as necessidades,

reservas e posslbilida

des de preencher lacunas.

Tal é a oporturiida

de de preparação de trabalhos com finalidade es
pecifica em determinado âmbito de divulgação.
Seria o caso da produção de manuais técnicos me
Ihor elaborados,

ou de estudos mais aprofur.da-

dos.
Ha diversos modi faciendi para este tipo de em
preendimentos.
ou cientistas,

vezes,

os próprios técnicos

espontaneamente, çu poí-

' to

ção do encarregado do serviço de .mforüEç;&gt;2s t62^
nicas,

sugerem assuntos

riam ser abordados,

ou problemas que deve

ou lembram lacunas de infor

mação a serem preenchidas.
Peita a escolha dos temas,

escolhidos cs reda-

tores de acordo com suas especialidades e in torêssep pelos assuntos,
boração.

começa a fase de ela

\s vezes são aproveitados trabalhos

menos aprimorados como ponto de partida
aprofundar o tratamento de um assunto.

para
Existe

a prática de reunir representantes de diversos
setores de atividade,

verificar as lacunas

e

necessidades e estabelecer uma ordem de priOa. J
dade para os assuntos a serem tratados.

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Essas

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�provicericic'3 precociorn. a procu.pa dos autores ad£
quados entre o pessoal pei‘téncente a mesma área
de atividade-.

Parece-i'iOs que o autor técnioo

não pode ser um autor puro,
v.V'-’cr a cxperiencda.

de vez que precisa

(ilormn os l.ltuovatos. proou

ram vaver suas n.x3torlas antes de escrevê-1 is).

2.1

ü üontrole e a dlvulgagao b:'bllo.^ráfIca dos resultados
do trabalho Iribelectual
Sstas tarefas constituem fase importante da organiza
ção do trabalho Intelectual^
sine qua non,
produção^

situando-,se como condição

seja para a continuação m.als racional da

soja para a recuperação de informações,

priciando pronto acos.so aos documentos e,
mente,

a utilização do seu conteúdo.

bibliografias,
industria,

conseqíiente-

Os índices,

a análise dos trabalhos produzidos

as
na

bom oonio a provisão de instrumentos e meios

para recuperação fácil e oportuna da .informação
contida.

pro--

iO.O,

neles

?j.cmentos basreo:

p - CONCLUSÕES 2 RECQlEl^DAQuES '
Parca terminar,

d.Lríamos que os principais objetivos do servi-

ço documeratario ou de inf-omação,

no tocante ac trabalho in-

telectual desenvolvido no âmbito de uma industria,
em torná-lo aproveitável Intra e entra--muros,
limitações neces
m.ente,

espaço c tempo,

consistem

observando

evitando,

as

paralela,

duplicação de esforços e gastos desnecessários de tom

po e dlnhei.ro,

e impedindo a rein-tídórxcia de falhas c estu -

dos de probJ,emas já superados..
Quanto ao fomento da produtividade intelectual nos meios tcc_
nicos,

há recursos simples á disposição do bibliotecárlo,cpaí2

sejam,

a organização ofl.ciente dos serviços^

o aperfeiçoamexn

to da sua própria qualificação profiosl.onal,

e o da manuten-

ção da corrente infoimat X. '/ *_i 'L l X i&gt; fluxo constante,

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Ciereaclancnto

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intensidade ncccssaria,

c no rumo adequado.

Porque o biblio

tecario não se pode manter como elemento passivo ã espera de
que 0 documentação,
ralmente ãs mãos,

e a informação em geral lhe cheguem natu

ou conformar-se com somente vasculhar

as

possíveis fontes de produção de documentos para integração
do repositório da tecnologia da casa.

0 bibliotecário deve

adotar uma posição bem mais responsável em relação ao proble
ma da produção intelectual.
Êle deve procurar descobrir as lacunas na informação e,
teriosamente,
CO,

cri-

qualificado conhecendo bem seu métier específl

desenvolvei’ sou labor no sentido de constituir-se nun dos

maiores estimuladores dos autores em potencial,

em todos

os

momentos de sua atuação.
Levando em conta a urgência da necessidade de aproveitamento
do esforço intelectual despendido nas industrias brasileiras,
em benefício do seu próprio desenvolvimento que também signl
fica progresso em termos nacionais,

como Instrumento

capaz

de poupar as despesas em técnica importada e como elemento de
valor aquisitivo (se transformado em patente ou

exportação

de mão-de-obra especializada);
e que,

dentro das possibilidades econômicas e técnicas,

os an

preendimentos ou aprimoramentos derivados do aproveitamento
desse trabalho intelectual deverão acompanhar em profundidade e extensão,

o próprio status

de desenvolvimento,

configuração estrutural de cada entidade,

porte e

REC'tMENDAMOS,

eia

termos gerais, á vista das considerações anteriormente tecidas :
1 - Ao IBBD
que intensifique a campanha que,

dentro dos propó-

sitos do planejamento internacional de controle

e

aproveitamento da informação propugnados pela INESCD
e pela PID,

o IBBD tem desenvolvido no sentido

fomentar a Instalação de serviços documentários
voltando-se agora,

em particular,

de
,

para o aprovelt^

mento do esforço intelectual despendido nas industrias brasileiras;

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Confederação Nacional das Industrias
que se empenhe no sentido do estabelecimento e/ ou
desenvolvimento de serviços documentários setoriais
ou individuais,

na base de estrutura-padrão,

e fo-

mente a racionalização e coordenação das atividades
correspondentes entre entidades da mesma especial^
dade,

visando aproveitamento comum da informação ,

sua adequação e o mínimo de dispendio economico.

ZPVC/r.

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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
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              <text>Sob este tema podem ser focalizados diversos aspectos do trabalho intelectual, tais como sua objetivação, exteriorização ou materialização em forma de documentos, e a criação de um mecanismo impulsionador que o divulgue amplamente, ensejando o aproveitamento de sua substância útil. Pois que todo raciocínio, positivo ou negativo, certo ou errado em suas consequências, traz sua contribuição ao acervo do conhecimento universal. Dentro de tema, poderia ser também passível de focalização o problema da organização das ideias - quer em fase de versão falada, escrita ou audiovisualizada - , visando a sua Inteligibilidade, qualidade, acessibilidade, adequação, etc. Outro aspecto a considerar poderia ser a identificação do produto do trabalho intelectual já exteriorizado, ou seja, dos documentos de qualquer espécie, a fim de facilitar os processos técnicos, os controles necessários e a divulgação ou comunicação, enfim, todas as fases da atividade do bibliotecário, documentalista, ou técnico em informação, em que estejam envolvidos o trabalho intelectual e a mecânica de sua organização, e que facilitem o conhecimento e o aproveitamento da informação. E ainda desde o ponto-de-vista do interesse mais exclusivo do leitor poderiam ser examinados métodos e conselhos que pudessem contribuir para a maior eficácia do esforço de assimilação desenvolvido na leitura.</text>
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