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                  <text>Eixo 1 Tradição
SETEMBRO AMARELO: AÇÕES NA BIBLIOTECA DO IQSC
YELLOW SEPTEMBER: ACTIONS IN THE IQSC LIBRARY
1

Bernadete de Lourdes da Costa Barbosa Figueiredo Filho
2
Cibele Cristina David Baldan
3
Clelia Junko Kinzu Dimário
4
Eliana de Cassia Aquareli Cordeiro

Resumo. Este relato de experiência tem como objetivo apresentar ações e atividades culturais e sociais realizadas
em bibliotecas universitárias, mais especificamente no Serviço de Biblioteca e Informação do Instituto de
Química de São Carlos da Universidade de São Paulo. A proposta consiste em esclarecer e orientar os alunos
quanto ao tema da prevenção do suicídio. O objetivo é o de facilitar uma maior integração com a comunidade,
promover palestras, atividades e práticas que fossem acolhedoras e em sintonia com as expectativas dos alunos.
Entende-se que instituições educadoras podem criar ambientes mais acolhedores, mais estimulantes para o
desenvolvimento de competências, habilidades sociais e emocionais. Para além de fornecer conhecimento, deve-se
favorecer a criação de estratégias que possam acolher usuários em prol de uma interação social mais ativa. A
ampla participação da comunidade do Instituto de Química da USP de São Carlos, nas atividades oferecidas,
demonstrou o interesse e o êxito da proposta.
Palavras-chave: Bibliotecas universitárias. Ações sociais. Biblioteca universitaria – usuário. Bibliotecas
universitárias – usuário - interação
Abstract: This experience report aims to present cultural and social activities carried out in university libraries,
more specifically in the Library and Information Service of the Institute of Chemistry of São Carlos, Universidade
de São Paulo [University of São Paulo]. The proposal consists of clarifying and guiding students on the topic of
suicide prevention. The objective is to facilitate greater integration with the community, promote lectures,
activities and practices that are welcoming and in line with students' expectations. It is understood that educational
institutions can create more welcoming environments, which are more stimulating for the development of
competences, social and emotional skills. In addition to providing knowledge, the creation of strategies that can
welcome users in for a more active social interaction. The broad participation of the Chemistry Institute from USP
at São Carlos, in the activities offered, demonstrated the interest and success of the proposal.

Keywords: University libraries. Social actions. University library - user. University libraries - user - interaction.

1

Bacharel em Biblioteconomia. Serviço de Biblioteca e Informação IQSC/USP. bernadete@iqsc.usp.br.
Bacharel em Química. Serviço de Biblioteca e Informação IQSC/USP. cibele@iqsc.usp.br

2
3

MBA em Gestão Estratégica de Pessoas. Serviço de Biblioteca e Informação IQSC/USP. clelia@iqsc.usp.br

4

MBA em Sistemas de Informação. Serviço de Biblioteca e Informação IQSC/USP. eliana@iqsc.usp.br

�1 INTRODUÇÃO
A biblioteca é uma instituição secular que precisa estar em constante transformação para
manter um papel cada vez mais relevante na sociedade. Ranganathan, já em 1928, ao elaborar as
“Cinco Leis da Biblioteconomia”, observava em sua quinta lei que “a biblioteca é um organismo em
crescimento”. Ademais, no entendimento do autor trata-se de uma instituição social, que deve
interagir continuamente com a comunidade e suas necessidades (PEREIRA DE SOUSA, 2016, p. 26).
Devido à sua constante vivacidade, a biblioteca universitária encontra-se em um vigoroso período de
mudanças no que diz respeito à consulta e busca pela informação. Essas mudanças se refletem no
ambiente físico, tecnológico e, principalmente, social. Logo, constata-se a necessidade de uma
adaptação à realidade e às necessidades de sua comunidade interna e externa.
Silva (2017, p.70) comenta que o processo de inovação em serviços oferecidos pelas
bibliotecas universitárias – cujo foco é o usuário - pode ser inserido em vários setores, isto é, deve-se
contemplar a “aplicação de tecnologias de informação adequadas ao atendimento a usuários do ensino
a distância, instalações físicas com a adoção de abordagens como Design Thinking, Information
Commons e a gestão do acervo”. Ainda nessa perspectiva, Sena e Chagas (2010, p. 167) também
afirmam que “[...] as bibliotecas universitárias precisam se inovar constantemente, acompanhando as
mudanças de seu público”.
Considerando as perspectivas apresentadas, torna-se premente a conscientização sobre a
atuação das bibliotecas contemporâneas, ampliando sua dimensão social, agregando novos objetivos e
responsabilidades. Esse novo olhar sobre a biblioteca deve contemplar seu espaço físico, suas
políticas de coleção do acervo e seus serviços oferecidos.
Alonso-Arévalo (2020, p.74) observa que é necessário disponibilizar um espaço físico que
favoreça, além da aprendizagem tradicional, à socialização, comunicação e cooperação entre as
pessoas: “Por eso podemos decir que el espacio se convierte en um servicio, en un recurso
estratégico de la biblioteca del siglo XXI”.
Em relação ao Serviço de Biblioteca e Informação do Instituto de Química de São Carlos
(SBI/IQSC), nos últimos cinco anos (2015-2020), com a mudança de pensamento proveniente de um
novo estilo de gestão, há a promoção de ações efetivamente centradas nas necessidades dos usuários,
visando assim uma maior interação e engajamento com toda a comunidade acadêmica. A biblioteca

�tem adotado a prática do estudo e análise do contexto da comunidade, sempre atenta às
mudanças sociais, aos novos comportamentos e às atitudes dos usuários.
A partir dos aspectos apresentados, observa-se que, em um mundo de transformações
contínuas, que exigem a adoção de novas formas de relacionamento e de comunicação, é imperativo i)
o estudo da utilização das diversas tecnologias e ii) as suas consequências no estado físico, mental e
emocional do ser humano. O ritmo acelerado das inovações tecnológicas facilita de forma
extraordinária o cotidiano das pessoas, mas, por outro lado, pode prejudicar os fatores associados aos
seus vínculos afetivos, emocionais e de convívio social. Igualmente, convém ressaltar que a
comunidade acadêmica não pode ficar alheia ao aumento do número de ideações suicidas em
estudantes universitários, que tem crescido de maneira estarrecedora e que exige desafios e formas de
agir voltadas para sua prevenção e intervenção.
O Serviço de Biblioteca e Informação (SBI/IQSC), dando mais um passo na direção para
ratificar seus objetivos de atuar efetivamente junto à comunidade, promoveu em 2019 a “Campanha
do Setembro Amarelo”, isto é, um evento com atividades para a conscientização sobre a prevenção do
suicídio. Entende-se que são várias as formas de realizar atividade cultural em uma biblioteca
universitária. Essas atividades vêm tendo cada vez mais importância na contribuição de um novo
paradigma para a biblioteca universitária moderna, criativa e atualizada.
Em linhas gerais, ao compartilhar essas experiências de ações centradas nas necessidades dos
usuários, o SBI/IQSC pretende demonstrar como a mudança para uma nova postura pode transformar
a biblioteca em um espaço de socialização da vida universitária, com ambientes e recursos que
favoreçam a criação do conhecimento e uma maior integração com a vida acadêmica.
2 MÉTODO
As mudanças ocorridas desde 2015 foram fundamentais para modificar a imagem e a rotina da
biblioteca do IQSC e resultaram em incentivo à equipe e maior participação dos alunos. Foram
efetivadas novas parcerias, novas iniciativas e novos serviços (tanto acadêmicos quanto sociais).
Como instituição educadora, a biblioteca pode criar ambientes mais acolhedores, mais estimulantes
para o desenvolvimento de competências, de habilidades sociais e emocionais e, assim, favorecer a
criação de estratégias que possam acolher usuários em prol de uma interação social mais ativa.

�No âmbito da interação e da demonstração dos métodos empregados, foram desenvolvidos
projetos em parceria. Por exemplo, a partir do convite do Centro de Convivência do IQSC, realizou-se
a ação nomeada de Setembro Amarelo, no ano de 2019.
Inicialmente, o intuito foi o de identificar e esclarecer o significado da palavra suicídio, ou
seja, pensar em modos de como abordar o assunto principal que, por si, é tão complexo e delicado.
Após conversa com a profissional do Projeto Apoia USP, definiu-se o tema da semana. “Setembro
Amarelo: prevenção do suicídio e valorização da vida.”
Delimitado o assunto e a abordagem, posteriormente, a proposta foi a de esclarecer e orientar
os alunos quanto ao tema, com o objetivo de facilitar uma maior integração com a comunidade,
promovendo palestras e atividades práticas que fossem acolhedoras e em sintonia com as expectativas
dos alunos.
Convém ressaltar que a programação foi organizada de forma a possibilitar que os alunos
conciliassem sua participação com os horários de aulas. As atividades foram realizadas no período de
10 a 30 de setembro, em horários diversificados:
- prática de meditação; palestras proferidas por psicanalistas, intituladas “O que você
precisa saber sobre o suicídio”, “Rompendo o silêncio” e “Suicídio: uma epidemia silenciosa";
roda de conversa conduzida por psicóloga do campus da USP de São Carlos, intitulada “Empatia e
ação”, divulgação de atendimento em horários diferenciados, dando oportunidade de contemplar um
maior número de interessados pela psicóloga contratada pelo IQSC; mesa redonda com a participação
de psicólogas do campus, com o tema “Tudo bem não estar bem”; apresentação de cartazes com
frases motivacionais no interior da biblioteca; distribuição de frases motivacionais com laços
amarelos que foram disponibilizadas no balcão de empréstimo (“Corrente do Bem”); elaboração do
“Mural da Gratidão” 5.
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Percebeu-se que houve bastante interesse da comunidade, que participou ativamente das
atividades oferecidas, colaborando e contribuindo com as discussões sobre um assunto tão

5 O painel foi confeccionado pela equipe da biblioteca, contendo flores de material EVA em formato de girassóis, para que os alunos pudessem agradecer por
situações significativas.

�complexo e delicado. A biblioteca recebeu um retorno bastante positivo sobre a importância
dos eventos e sugestões para que sejam realizadas mais iniciativas como a apresentada.
Com a participação em atividades, o bibliotecário realizou suas funções técnicas, mas
também adotou uma postura de abertura à criação de novas ideias e parcerias e, consequentemente,
à execução de novas ações.
4 CONCLUSÕES
O desejo primordial é divulgar novas propostas, incentivar e estimular outras bibliotecas a
agir em prol da sociedade. O importante é que as atividades apresentadas sejam exploradas e,
consequentemente, implantadas nas organizações para o desenvolvimento da instituição, de
funcionários e alunos.
Para finalizar, indica-se um texto de Lankes (2012), que corresponde ao conceito almejado
pela biblioteca do IQSC nos últimos anos: “Bibliotecas ruins fazem coleções. Bibliotecas boas
realizam serviços. Bibliotecas excelentes criam comunidades” (LANKES, 2012).
... bibliotecas boas, ruins, excelentes, têm coleções? Sim. Mas as bibliotecas
excelentes percebem que a coleção não é o que está nas estantes, mas o público e
seus mundos. O foco é no desenvolvimento de conexão, não no desenvolvimento
de coleção. Excelentes bibliotecas sempre têm grandes bibliotecários que engajam
a sua comunidade e ajudam a identificar e a preencher suas aspirações. (LANKES,
2012, tradução nossa).

É muito importante o desenvolvimento de ações culturais nas bibliotecas, uma vez que
através delas é possível divulgar a informação e trazer o usuário até o ambiente de leitura, criação
do conhecimento e integração.

�REFERÊNCIAS

ALONSO-ARÉVALO, J. ; FLÓREZ HOLGUÍN, R. El espacio como estrategia en la biblioteca del
siglo XXI. Desiderata, Sevilha, v. 13, p. 72-81, 2020. Disponível em:
https://universoabierto.org/2020/01/07/el-espacio-como-estrategia-en-la-biblioteca-del-siglo-xxi/.
Acesso em: 23 jan.2020.
LANKES, D. Beyond the bullet points: beyond the bullet points: dad libraries build collections,
good libraries build services, great libraries build communities. Columbia, 11 March. 2012.
Disponível em: https://davidlankes.org/beyond-the-bullet-points-bad-libraries-build-collectionsgood-libraries-build-services-great-libraries-build-communities/. Acesso em: 23 jan.2020.
PEREIRA DE SOUSA, M. E.; TARGINO, M. G. Cinco leis da biblioteconomia / cinco leis de
Ranganathan: resistindo bravamente ao tempo. Ciência da Informação em Revista, Maceió, v. 3, n.
1, p. 11-29, jul. 2016. Disponível em: http://www.seer.ufal.br/index.php/cir/article/view/2334.
Acesso em: 23 jan. 2020.
SENA, P.M.B.; CHAGAS, M.T. A biblioteca universitária na educação a distância: papel,
características e desafios. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 20, n. 4,
p.163-180, out./dez. 2010.
SILVA, E.E.S.S.; HORIMI, D.; REIS, S.G.O; ZANINELLI, T.B. Estratégias de inovação em
bibliotecas universitárias: foco nas gerações Y e Z. In: COLÓQUIO EM ORGANIZAÇÃO,
ACESSO E APROPRIAÇÃO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO, 2., 2017, Londrina.
Anais... Londrina: UEL, 2017. p. 68-85.

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