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                  <text>Eixo escolhido: Práticas
PROTOCOLOS DE BIOSSEGURANÇA EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS DA
REGIÃO NORTE EM TEMPOS DE CRISE
BIOSAFETY PROTOCOLS IN UNIVERSITY LIBRARIES IN THE NORTHERN REGION IN TIMES
OF CRISIS
Janaína Cristina Ribeiro Dos Santos
Amanda de Queiroz Bessa
Danielly Oliveira Inomata
Resumo: Mapeia os protocolos de biossegurança em bibliotecas universitárias na Região Norte do Brasil,
considerando a retomada das atividades em cenário pandêmico causado pelo novo corona vírus. Face a essa nova
realidade pandêmica, ações de controle precisaram ser tomadas em todos os setores visando diminuir o número de
infecções de COVID-19. As bibliotecas buscam alternativas seguras para a reabertura, observando as medidas de
biossegurança sugeridas pelos órgãos competentes e adoção de protocolos para a retomada de suas atividades.
Com o intuito de identificar tais medidas, foi realizada pesquisa documental e pesquisa de campo por meio de
questionário eletrônico para caracterização e descrição dos elementos constituintes nos protocolos. Das 15
bibliotecas universitárias federais e estaduais da Região Norte, foram identificados nove protocolos de
biossegurança, que apontam medidas como o uso obrigatório de máscara, o distanciamento social, o atendimento
mediante agendamento prévio, o cuidado redobrado com as pessoas do grupo de risco, a priorização do
atendimento virtual e trabalho remoto, a quarentena obrigatória para os materiais impressos devolvidos e a
higienização constante das mãos, equipamentos e ambiente. Vislumbra-se com isto, que as bibliotecas
universitárias estão se adequando ao “novo normal” adotando as medidas necessárias para o retorno de suas
atividades, e que as tecnologias estão sendo essenciais nesse período pandêmico para a ampliação e
disponibilização de produtos e serviços informacionais, ressaltando a importância das bibliotecas investirem em
tecnologias para aprimoramento dos serviços existentes, bem como, a criação de novos.
Palavras-chave: Protocolo de biossegurança. Bibliotecas universitárias . Pandemia - Novo corona vírus. Medidas
de biossegurança - COVID-19.
Abstract: It maps biosafety protocols in university libraries in Northern Brazil, considering the resumption of
activities in a pandemic scenario caused by the new corona virus. In view of this new pandemic reality, control
actions needed to be taken in all sectors to reduce the number of COVID-19 infections. Libraries seek safe
alternatives for reopening, observing the biosafety measures suggested by Organs competent bodies and adopting
protocols for resuming their activities. In order to identify such measures, documental research and field research
were carried out through an electronic questionnaire to characterize and describe the constituent elements in the
protocols. Of the 15 federal and state university libraries in the North Region, nine biosafety protocols were
identified, which indicate measures such as the mandatory use of masks, social distancing, care by prior
appointment, increased care for people in the risk group, prioritization of virtual service and remote work,
mandatory quarantine for returned printed materials and constant hygiene of hands, equipment and the
environment. It can be seen with this, that university libraries are adapting to the "new normal" by adopting the
necessary measures to return to their activities, and that technologies are being essential in this pandemic period
for the expansion and availability of informational products and services, highlighting the importance of libraries
investing in technologies to improve existing services, as well as the creation of new ones.
Keywords: Biosafety protocol. University libraries. Pandemic - New corona virus. Biosecurity measures COVID-19.

�1 INTRODUÇÃO
A biblioteca universitária é o elo de aproximação do sujeito social com a informação, sendo
um ambiente que possibilita esclarecer dúvidas sobre os fenômenos que cercam os sujeitos, que
promova a apropriação de novas informações, que permita a ampliação e o desenvolvimento de novos
conhecimentos e que auxilie os sujeitos a desempenharem participação ativa em qualquer ambiente
social ao que pertençam (SANTOS; DUARTE, 2018).
Araújo (2017, p. 77) comenta que “desenha-se um amplo novo campo de atuação,
comprometido com valores tradicionalmente defendidos pelas bibliotecas: seu caráter público, a
busca pela inclusão, pela universalidade, pela pluralidade, pela ética, pela herança cultural, pela
educação e pela paz”. Vislumbra-se com isso, que a biblioteca universitária deve buscar
desenvolver novas competências informacionais frente as transformações da sociedade e das
inovações tecnológicas. Com criatividade disponibilizar serviços inovadores (novos e/ou novas
formas de se ofertar os existentes), espaços mais funcionais, uma gestão voltada para uma sociedade
que caminha de mãos dadas com a tecnologia, que não pode ser ignorada na tríade processos,
pessoas e tecnologia (PASSOS; VARVAKIS, 2017). Sobre as bibliotecas do futuro, os autores
complementam:
Espera-se que as bibliotecas no futuro sejam mais dinâmicas, inovadoras, mais acessíveis e
façam uso de recursos tecnológicos para prestar serviços mais eficientes e eficazes e,
especialmente, mais centradas nas pessoas, reunindo esforços no sentido de criar meios
para vincular as experiências, habilidades e culturas de sua comunidade (PASSOS;
VARVAKIS, 2017, p.8).

Diante do exposto, as bibliotecas universitárias caminham para a pontencialização do
vínculo social, com grande uso das tecnologias e maior interação com seus usuários, fomentando o
atendimento híbrido (presencial e virtual). O atual cenário pandêmico tem evidenciado que o papel
das bibliotecas ultrapassam os ambientes das universidades, ressalta-se a importância de
investimento em tecnologias para as bibliotecas, e que o bibliotecário, fazendo uso de sua
criatividade e dos recursos disponíveis, faz-se fundamental na mediação da informação.
Recente pesquisa realizada no Brasil, os bibliotecários apontaram desafios relacionados com
a mudança brusca do trabalho presencial para o remoto, sem uma preparação prévia (protocolos de
atuação, infraestrutura tecnológica, competências profissionais) (TANUS; SÁNCHEZ-TARRAGÓ,
2020). As bibliotecas universitárias, diante dessa realidade pandêmica, necessitam de novos
posicionamentos que devem ser adotados no sentido de favorecer o uso e compartilhamento de
informações, pois passam a preocupar-se também com o bem-estar dos seus usuários e
colaboradores, na prática da responsabilidade social e questões urgentes, como a COVID-19 (SALA

�et al., 2020). Nesse cenário, as bibliotecas universitárias trabalham para promover um retorno
seguro para seus colaboradores e usuários. Ademais, questiona-se: Como as bibliotecas estão se
planejando para a reabertura pós-pandemia? Quais os protocolos de biossegurança estão sendo
adotados? Esta pesquisa busca explorar os protocolos de biossegurança adotados por bibliotecas
universitárias na Região Norte do Brasil, com isso, tem como objetivo descrever o mapeamento dos
protocolos de biossegurança em bibliotecas universitárias na Região Norte do Brasil, considerando
a retomada das atividades em cenário pandêmico causado pelo novo corona vírus (SARS-COV-2),
causador da Covid-19.
O cenário pandêmico soma-se a crise econômica, política, social e sanitária que acarretam
complexidade em todas as áreas da vida cotidiana. O distanciamento social foi uma das primeiras
medidas para conter o contágio do vírus, o que impôs o fechamento de empresas, comércio, escolas,
universidades e demais organizações (TANUS; SÁNCHEZ- TARRAGÓ, 2020). ). A Federação
Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA) (2020, não paginado) afirmou que
“Claramente, qualquer decisão de restringir serviços ou fechar uma biblioteca é difícil e precisa ser
tomada após uma avaliação dos riscos relativos”. Sabe-se que as abordagens foram diferentes em
cada país, avaliando-se a particularidade de cada local. No Brasil, as bibliotecas suspenderam suas
atividades presenciais por tempo indeterminado, os bibliotecários passaram a executar o trabalho
remoto, as bibliotecas tiveram que dispor de mecanismos para continuarem oferecendo alguns
serviços de forma virtual.
A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e
Instituições (FEBAB) por meio da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU)
orientam que as bibliotecas integrem o plano oficial de suas instituições obedecendo às diretrizes
gerais de proteção aos trabalhadores e recomendações específicas para bibliotecas sobre cinco
aspectos: equipes de trabalho; acesso físico à biblioteca; acervo; outros serviços técnicos e oferta de
serviços online.
2 MÉTODO
Quanto ao objetivo, esta pesquisa se classifica como descritiva, uma vez que buscou descrever
os instrumentos que determinam a retomada das bibliotecas universitárias, em atenção a protocolos de
biossegurança.
Quanto aos procedimentos, caracteriza-se como pesquisa documental e pesquisa de campo.
No que tange à pesquisa documental visou a análise dos protocolos de biossegurança das bibliotecas
universitárias da Região Norte do Brasil, sendo considerados para esta análise cinco aspectos (equipes
de trabalho; acesso físico à biblioteca; acervo; outros serviços técnicos e oferta de serviços online) de

�acordo com a FEBAB por meio da CBBU, onde foram analisados nove protocolos. Quanto ao
universo da pesquisa, trata-se das bibliotecas universitárias federais e estaduais da Região Norte, que
totalizaram 15 bibliotecas. A amostra da pesquisa trata-se de nove bibliotecas universitárias, desta
amostra verificou-se que apenas seis possuem protocolo de biossegurança disponíveis em seus sites,
três foram obtidos por meio de questionário eletrônico enviado por e-mail.
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Conforme as informações coletadas na pesquisa de campo e documental, observou-se que as
bibliotecas da Região Norte, na sua maioria, estão adotando as medidas de biossegurança
recomendadas pelas autoridades compententes (OMS, Ministério da Saúde, IFLA, FEBAB/CBBU).
Alguns aspectos são apresentados a seguir:
Quanto a equipe de trabalho, a maioria das bibliotecas preveem a redução do horário de
atendimento presencial para 4 horas diárias, com o uso obrigatório de EPI’s. Estão priorizando o
atendimento virtual e o trabalho remoto, principalmente para os colaboradores que se enquadram no
grupo de risco. Quanto ao acesso físico à biblioteca, identificou-se que o atendimento presencial
será mediante agendamento prévio, visando controlar o acesso de usuários e evitar aglomeração.
Destacam também o uso obrigatório de máscara, o distanciamento social de 1,5m, bem como a
sinalização no piso marcando o espaçamento e a diminuição de mobiliários. A maioria trabalha no
sentido de instalar em seus ambientes dispenser de álcool em gel 70%, também na suspensão do uso
de áreas comuns como sala de estudos, laboratórios etc. Outras medidas citadas nos protocolos
referem-se a intensificação da higiene dos ambientes e equipamentos, e ampliar a divulgação sobre
o uso dos ambientes e dos serviços disponibilizados pelas bibliotecas.
Quanto o acesso ao acervo, identificou-se que a maioria das bibliotecas estão com acesso
restrito aos seus acervos, ou seja, apenas os colaboradores da biblioteca podem acessar, e que os
empréstimos e devoluções ocorrerão mediante agendamento. Algumas (UEPA, UFRA,
UNIFESSPA e UFT) citam a suspensão de empréstimos entre bibliotecas. Ressalta-se a importância
da quarentena para os materiais impressos comprados, consultados e emprestados. Os estudos ainda
variam entre o número de dias de isolamento para que esses materiais possam retornar ao acervo de
forma segura. No entanto, considerou-se nesta pesquisa as diretrizes da CBBU/FEBAB que
recomendam a quarentena mínima de 14 dias, o que pode ser apontado como

risco de

contaminação para as bibliotecas que possuem a recomendação inferior a esse período em seus
protocolos de biossegurança. Duas (UEA e UNIR) recomendam a quarentena de cinco dias, outras
duas (UFRA e UFRR) recomendam sete dias, duas (UFAM e UEPA) recomendam dez dias (a
UEPA diferencia a quarentena pelo tipo de material, o que pode aumentar a quarentena até 16 dias),
e apenas três bibliotecas (UFPA, UNIFESSPA e UFT) recomendam a quarentena de 14 dias.

�Quanto a outros serviços técnicos, a maioria suspendeu o recebimento de doações e a saída de
materiais para tratamentos especiais como reencardenações, tratando apenas os materiais adquiridos por
compra. As medidas de biossegurança adotadas para os demais serviços técnicos, estão de acordo com as
orientações da CBBU/FEBAB, com exceção de três bibliotecas que não descreveram sobre esse quesito no
documento. Quanto a oferta de serviços online, ficou evidente que todas as bibliotecas descreveram em seus
protocolos de biossegurança a disponibilização de serviços online. As mesmas estão priorizando o acervo
virtual com a aquisição de conteúdos eletrônicos (e-books, bases de dados, repositórios institucionais), bem
como aprimorando os serviços existentes, ofertando treinamentos online, atuando nos sites e redes sociais
com a divulgação de conteúdos sobre o período pandêmico e os serviços ofertados.
4 CONCLUSÕES
A pandemia trouxe novos desafios para o mundo, onde a sociedade precisou se adaptar ao cenário
atual e adquirir novos hábitos para enfrentamento desse período difícil. Diante disto, as bibliotecas adotaram
novos posicionamentos favorecendo o uso e compartilhamento de informações no ambiente virtual,
buscando alternativas seguras para a reabertura, que inclui mudanças na oferta de produtos e serviços e na
observância das medidas de biossegurança divulgadas pelos órgãos competentes, pois passaram a preocuparse também com o bem-estar dos seus usuários e colaboradores. As bibliotecas universitárias da Região Norte
do Brasil, em sua maioria, adotaram protocolos de biossegurança para enfrentamento da Covid-19. Dentre as
principais medidas contidas nos documentos, estão o uso obrigatório de máscara, o distanciamento social, o
atendimento mediante agendamento prévio, o cuidado redobrado com as pessoas do grupo de risco, a
priorização do atendimento virtual e trabalho remoto, a quarentena obrigatória para os materiais impressos
devolvidos e a higienização constante das mãos, equipamentos e ambiente.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, C. A. A. Biblioteconomia: fundamentos e desafios contemporâneos. Folha de Rosto: Revista de
Biblioteconomia e Ciência da Informação, Cariri, v. 3, n. 1, p. 68-79, jan./jun. 2017. Disponível em:
https://periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/folhaderosto/article/view/193/150. Acesso em: 05 abr. 2021.
PASSOS, K. G. F. D.; VARVAKIS, G. J. O futuro da biblioteca universitária: tendências da revisão de
literatura. In.: Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, Anais... n. XVIII ENANCIB,
2017. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/105051. Acesso em: 05 abr. 2021.
SALA, F.; LOPES, F. C.; SANCHES, G. A. R.; BRITO, T. R. Bibliotecas universitárias em um cenário de
crise. Informação em Pauta, v. 5 No 1, n. 1, p. 10-32, 2020. DOI: 10.36517/25253468.ip.v5i1.2020.43933.10-32. Acesso em: 05 abr. 2021.
SANTOS, R. R.; DUARTE, E. N. Biblioteca universitária, um ambiente sistêmico propício ao acesso, ao uso
e à apropriação da informação: contribuições da web social para esse ambiente. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação, v. 14, n. 1, p. 19-41, 2018. Disponível em:
http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/4435. Acesso em: 05 abr. 2021.
TANUS, G. F. S. C.; SÁNCHEZ-TARRAGÓ, N. Atuação e desafios das bibliotecas universitárias
brasileiras durante a pandemia de COVID-19. Revista Cubana de Información em Ciencias de la Salud,
v. 3, n. 31, p. 1-35, 2020. Disponível em:
http://www.acimed.sld.cu/index.php/acimed/article/view/1615/pdf_43. Acesso em: 05 abr. 2021.

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              <text>Mapeia os protocolos de biossegurança em bibliotecas universitárias na Região Norte do Brasil, considerando a retomada das atividades em cenário pandêmico causado pelo novo corona vírus. Face a essa nova realidade pandêmica, ações de controle precisaram ser tomadas em todos os setores visando diminuir o número de infecções de COVID-19. As bibliotecas buscam alternativas seguras para a reabertura, observando as medidas de biossegurança sugeridas pelos órgãos competentes e adoção de protocolos para a retomada de suas atividades. Com o intuito de identificar tais medidas, foi realizada pesquisa documental e pesquisa de campo por meio de questionário eletrônico para caracterização e descrição dos elementos constituintes nos protocolos. Das 15 bibliotecas universitárias federais e estaduais da Região Norte, foram identificados nove protocolos de biossegurança, que apontam medidas como o uso obrigatório de máscara, o distanciamento social, o atendimento mediante agendamento prévio, o cuidado redobrado com as pessoas do grupo de risco, a priorização do atendimento virtual e trabalho remoto, a quarentena obrigatória para os materiais impressos devolvidos e a higienização constante das mãos, equipamentos e ambiente. Vislumbra-se com isto, que as bibliotecas universitárias estão se adequando ao “novo normal” adotando as medidas necessárias para o retorno de suas atividades, e que as tecnologias estão sendo essenciais nesse período pandêmico para a ampliação e disponibilização de produtos e serviços informacionais, ressaltando a importância das bibliotecas investirem em tecnologias para aprimoramento dos serviços existentes, bem como, a criação de novos.</text>
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