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                  <text>Eixo 3: Inovação
Os desafios da implantação de um sistema open source em uma biblioteca de um Instituto Federal
The challenges of deploying an open source system in a Federal Institute library
Gustavo César Nogueira da Costa1
Maria Eliziana Pereira de Sousa2
Thiago Ferreira Cabral de Oliveira3

Resumo: A integração entre as unidades de informação em uma instituição de ensino é um processo

que pode parecer trivial para instituições de ensino superior, contudo na rede formada pelos
Institutos Federais é algo que vem se estabelecendo na última década, no IFPB não foi diferente.
Nos últimos anos além do anseio pela criação de um sistema integrado de bibliotecas, a procura por
um sistema de automação que atendesse as mais variadas necessidades dos campi do IFPB, fez com
que o software Koha fosse escolhido para essa etapa. Este trabalho descreve a trilha burocrática,
administrativa e operacional na implantação do sistema. Os resultados demonstram um enorme
desafio enfrentado pelas bibliotecas e pelo Instituto, porém com significativos ganhos e crescimento
para todos envolvidos neste processo.
Palavras-chave: Sistema Koha. IFPB - Biblioteca. Automação de bibliotecas.

Abstract: The integration between information units in an educational institution is a process that may seem
trivial for higher education institutions, however in the network formed by the Federal Institutes it is something
that has been established in the last decade, in the IFPB it was no different. In recent years, in addition to the
desire to create an integrated library system, the search for an automation system that would meet the most varied
needs of the IFPB campuses, led to the Koha software being chosen for this stage. This work describes the
bureaucratic, administrative and operational path in the implementation of the system. The results demonstrate an
enormous challenge faced by libraries and the all IFPB, but with significant gains and growth for everyone
involved in this process..
Keywords: Koha System. IFPB - library. Library automation.

1

Especialista. Instituto Federal da Paraíba. gustavocnogueira@gmail.com
Mestre. Instituto Federal da Paraíba. elizianaps@gmail.com.
3
Especialista. Instituto Federal da Paraíba. ferreira.cabral@gmail.com.
2

�1 INTRODUÇÃO
O atendimento ao usuário e as práticas profissionais têm sido objetivo do
aperfeiçoamento constante das atividades laborais nas bibliotecas, em especial às bibliotecas de
instituições de ensino.
Assim, a necessidade de melhoria das atividades técnicas em consonância com as
necessidades de aperfeiçoamento do atendimento ao usuário, abriu um nicho de mercado valioso na
produção de softwares e sistemas que buscam oferecer cada vez mais serviços e facilidades neste
sentido.
Tais necessidades atreladas à acelerada evolução das tecnologias de informação e
comunicação atraem os olhos não apenas dos profissionais bibliotecários, mas também de outras
áreas como programadores, analistas e desenvolvedores de sistemas dentre outros.
Neste sentido, conseguimos perceber essa tendência, quando observamos a crescente
quantidade de estandes de representantes de empresas de softwares de automação nos eventos que
tem como público alvo bibliotecários e bibliotecas.
A presença desses representantes como também as ferramentas e facilidades por eles
apresentados em seus produtos além do apelo comercial utilizado, aguçam os desejos dos
profissionais em adquirirem os produtos, buscando por via de regra a melhoria e ampliação dos
serviços oferecidos, como ainda atender a necessidade eminente de acompanhar a evolução
tecnológica dentro das suas unidades de informações.
Os sistemas de automação de bibliotecas, em sua infinidade entram nessa maratona de
soluções tecnológicas para as bibliotecas e por isso apresentam diversos requisitos que auxiliam
num melhor desempenho e atendem a biblioteca de diversos perfis.
A presença dos representantes de empresas desenvolvedoras de softwares de automação
para bibliotecas nos eventos não é o único aspecto influenciador, “Conhecer os tipos de softwares
disponíveis no mercado é uma tarefa simples, pois, catálogos de empresas com softwares
proprietários são recebidos constantemente pelas instituições” (RIBEIRO;DAMÁSIO, 2006, p.71),
ou seja, se você não vai ao evento onde estão os representantes, eles vão até você.

�Dentre tantas possibilidades, o movimento de escolha se torna um processo complexo e
de difícil decisão. Como bem afirma Café, Santos e Macedo (2001, p. 70) “a decisão por um
software que automatize de forma eficiente uma biblioteca não é uma tarefa fácil. A variedade de
opções existentes aliada às peculiaridades de cada biblioteca dificulta ainda mais a escolha.”
Essa presença maciça nos eventos e nas campanhas de divulgação desencadeia o
chamado efeito manada, que de acordo com Reis (2019) “é a tendência humana de repetir ações
feitas por outras pessoas, ainda mais se estas forem influentes, esperando assim ter o melhor
resultado possível em um mar de escolhas”, onde podemos perceber uma tendência de escolha ao
que é mais visto e falado, pois seguir a manada é mais seguro sem que necessariamente se confirme
que tal escolha atende melhor suas necessidades.
Se faz importante mencionar também, que existe um apelo forte por parte de quem
vende esses softwares como se fossem soluções mágicas para a automação de bibliotecas, enfatizam
o conforto, praticidade, comodidade além de que o bibliotecário se sente seguro pelo simples fato
de poder cobrar melhorias na aplicação por estar pagando por aquele serviço.
Não diferente de outras áreas e em paralelo aos sistemas proprietários, os softwares e
sistemas de biblioteca também oferecem opções alternativas, por assim dizer, que seriam os
softwares livres.
Entende-se por software livre como “[...] aquele que possui seu código fonte aberto a
qualquer usuário, que queira ou necessite de modificações e adaptações, seja para uso doméstico,
institucional ou empresarial.” (RIBEIRO; DAMÁSIO, 2006, p. 74) podemos entender que sua
utilização é permissiva não apenas no ambiente doméstico, mas também com aplicações de forma
institucionalizada, assim se tornando um possível concorrente aos softwares proprietários.

2 AUTOMAÇÃO NAS BIBLIOTECAS DO INSTITUTO FEDERAL DA PARAÍBA
O Instituto Federal da Paraíba (IFPB), é uma Instituição de ensino pública federal, que
faz parte da RFEPCT (Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica). Tem sua
sede administrativa superior na Reitoria, na cidade de João Pessoa, Capital do Estado da Paraíba.
Possui atualmente 22 campi entre Campus e Campus Avançado. Nesse universo possui 15
bibliotecas em funcionamento.

�Até o ano de 2014 as bibliotecas do IFPB eram totalmente independentes tanto de forma
administrativa como no aspecto técnico. O profissional que estivesse à frente da unidade do campus
tinha total liberdade para escolha dos padrões técnicos e operacionais da biblioteca.
No ano de 2015 foi criado para atender os processos sistêmicos de avaliações o
Departamento de Bibliotecas - DBIBLIO, com a finalidade de representar os interesses comuns das
bibliotecas e estabelecer padrões técnicos e operacionais com vistas ao estabelecimento de um
software de bibliotecas que atuasse de forma sistêmica.
Nesse mesmo ano foi apresentado aos profissionais pelo Departamento de Gestão e
Tecnologia da Informação (DGTI) e DBIBLIO, o software livre Koha. Esta escolha foi feita com
base em critérios internos da DGTI. Os bibliotecários foram apresentados ao sistema através de uma
apresentação feita pela bibliotecária do Colégio Pedro Segundo, instituição de ensino integrante da
RFEPCT, apresentada como referência na utilização desse sistema no Brasil. Após apresentação a
DGTI garantiu total apoio a implantação do software Koha no IFPB, como ainda suporte técnico
para implementação e manutenções futuras.
Nesta mesma ocasião foi aberta inscrições para estudo e parametrização do Koha pela
equipe de bibliotecários do IFPB como também foram formados grupos de estudos para tal fim.
É importante destacar que o software Koha Integrated Library System, “é um sistema
de gerenciamento digital de bibliotecas totalmente operado via internet, considerado o primeiro
sistema completo de de gestão de bibliotecas e centros de documentação em formato de software
livre e aberto” (SCHIESSL, 2017, p. 20).
Como mencionado, foram formados duas equipe, uma com a finalidade de estudar
softwares de automação proprietários, disponíveis no mercado e suas características e a outra equipe
ficou responsável por estudar o sistema Koha como uma possível possibilidade para as bibliotecas
do IFPB, uma vez que esta era um software livre, e assim a instituição não necessitaria dispor de
um investimento financeiro na compra de um produto e ainda com o passar dos anos necessitar
fazer renovações de contratos.
É importante destacar que a principal motivação pela escolha do Koha, deveu-se ao fato
de a DGTI oferecer apoio técnico e disponibilidade em estudar as linguagens de programação que
constituía o software além da questão financeira e de renovações apontadas no parágrafo anterior
que a instituição teria que fazer caso optasse por usar um sistema proprietário.
Abordaremos na seção seguinte sobre como se deu as atividades no campus que fez a
primeira implantação do sistema Koha no IFPB, denominado de campus piloto de implantação.

�3 O KOHA NA BIBLIOTECA DO CAMPUS CAMPINA GRANDE
O primeiro campus do IFPB que se propôs a estudar o sistema Koha foi o campus Campina
Grande na biblioteca Poeta Zé da Luz.
A biblioteca do campus Campina Grande do IFPB iniciou suas atividades no mês de maio
de 2008. Inicialmente o local era utilizado pelos alunos para realizar pesquisas na internet e
produção de trabalhos escolares, disponibilizando então 15 computadores aos usuários. Durante o
ano de 2008 a biblioteca atendeu aos usuários, funcionando nos três turnos, com um quadro
pequeno de servidores, um bibliotecário e apoio de três alunos bolsistas. Nesse período estavam
sendo adquiridos o mobiliário, os equipamentos e os livros para o acervo da biblioteca, que
começaram a chegar no final do mesmo ano (IFPB, 2020).
A partir do início do ano de 2009 iniciou-se o processamento técnico dos livros recebidos,
como também a disponibilização na estantes para armazenar os livros que estavam disponíveis
apenas para consulta local. Com a chegada de mais outro servidor e início das aulas, foi feito o
cadastramento dos usuários para retirada dos livros por empréstimo. Posteriormente, durante o
recesso escolar, foi implantada a automação dos processos e alimentação do banco de dados do
sistema com o acervo disponibilizado para funcionamento pleno com o retorno das aulas no
segundo semestre (IFPB, 2020).
O sistema utilizado para gestão das atividades na biblioteca Poeta Zé da Luz era o software
livre Gnuteca, todas as atividades técnicas que envolviam catalogação e classificação eram feitas de
forma exclusiva no sistema. As atividades de circulação eram feitas no sistema e em concomitância
registradas também de forma manual, devido falta de manutenção e atualização do sistema, os
bibliotecários não se sentiam seguros em utilizar somente ele para tais finalidades.
Na biblioteca Poeta Zé da Luz, era utilizado a versão 2.2 do Gnuteca, que permitia realizar
algumas atividades e serviços de modo intranet. Ou seja, existiam algumas limitações
principalmente no que se refere a possibilidade de utilização do sistema fora do domínio do campus
Campina Grande, impedindo assim atividades básicas, como renovação de livros, reservas e
consultas ao catálogo. Assim, o sistema Gnuteca era utilizado para realizar atividades de
catalogação, circulação de materiais (empréstimos, devoluções, multas e reservas) e contava com o
relatório de inventário.

�Quanto ao cadastro de usuários era feito no sistema em concomitância com o uso da ficha de
papel. Para realização de cadastro do usuário, primeiro era feito o preenchimento de uma ficha com
os dados pessoais do usuário, era solicitado uma foto 3x4 e oferecido o prazo de até 24h para que
esse dados fossem inseridos no sistema. O processo era realizado desta forma, porque o gnuteca não
era unificado com o sistema acadêmico ou mesmo recursos humanos para receber dados dos alunos,
professores ou técnicos administrativos do campus.
O empréstimo e devolução de livros era feito no sistema e ao mesmo tempo na ficha de cada
usuário como já mencionado anteriormente. Como o Gnuteca não oferecia a opção de senha para as
atividades de circulação, desta forma era necessário que o usuário assinasse na sua ficha pessoal
assegurando que o mesmo estava emprestando ou devolvendo determinada obra.
A cobrança de multa como penalidade caso o usuário devolvesse as obras em atraso, era
feita também de forma manual, devido ao sistema não oferecer a possibilidade de marcarmos um
calendário excluindo finais de semanas, feriados e/ ou férias escolares.
O único relatório que o sistema oferecia acesso, era o relatório de inventário, o que
impossibilitava fazer algum planejamento para a biblioteca com base em relatórios de uso do setor
para identificar as principais necessidades administrativas.
Quanto às reservas no sistema, apresentavam falhas. Quando do cancelamento de uma
reserva, o sistema não permitia que fosse feita esta mesma reserva para o outro usuário
impossibilitando o mesmo de reservar aquele livro.
Com a apresentação do sistema Koha a coordenação da biblioteca decidiu investigar a
fundo o sistema em busca de esclarecer se esta seria uma alternativa viável à necessidade iminente
de mudança de sistema ou se seria necessário a escolha de outra opção de automação.
Nesse contexto, o bibliotecário Gustavo César Nogueira da Costa foi designado para
investigar o sistema e suas possibilidades, visto que a apresentação feita pela bibliotecária do
Colégio Pedro II como mencionado anteriormente, estava dentro de uma realidade que não se
adequava exatamente às mesmas necessidades do IFPB.
Os bibliotecários do campus Campina Grande, faziam parte de comissão criada para
estudar e parametrizar o Koha assim como todo avanço do campus Campina Grande era
compartilhado com a comissão.

�Em meados de 2016 a comissão concluiu a parametrização da planilha de catalogação
de livros e nos dias 17 e 18 de agosto do mesmo ano foi realizado um treinamento para toda equipe
de bibliotecários do IFPB.
O treinamento consistiu em uma atualização dos conhecimentos em MARC 21,
AACR2 e nas ferramentas de catalogação do Koha. O treinamento foi ministrado pela equipe do
campus Campina Grande no IFPB campus Patos-PB.
Após o treinamento todos estavam aptos a iniciar o trabalho de catalogação na planilha
de Catalogação de Livros do sistema. A biblioteca do campus Campina Grande então decidiu
interromper as catalogações no sistema Gnuteca e começar o processo de inserção de livros no
sistema Koha.
No primeiro momento, optou-se por realizar a migração do banco de dados do Gnuteca
para o Koha, porém sem sucesso. Então, mesmo fazendo uso do MarcEdit4, ocorreu apenas a
migração da catalogação dos títulos. Foram migrados 1.980 registros Marc de catalogação de
títulos. Dessa forma foram inseridos de forma manual um total de 10.321 exemplares que o acervo
corrente possuía, como ainda o ajuste dos indicadores dos campos Marc, visto que esse dado
também não foi contemplado na migração.
Assim o processo de inserção dos exemplares se dava da seguinte forma: Pesquisa e
localização o título no sistema Koha, abrir o registro para correção dos indicadores dos campos
Marc, correção da pontuação referente a catalogação em AACR2 e por fim inserção dos exemplares
de acordo com o quantitativo informado no relatório do Gnuteca.
Foram inseridos todos os exemplares indicados pelo sistema Gnuteca, incluindo os que
estavam emprestados e extraviados. O motivo para esse procedimento se deu com base na intenção
de que após inserir todos os exemplares, seria feito um inventário, para que o sistema estivesse o
mais fiel possível à realidade dos acervos nas estantes.
Toda a equipe da biblioteca Poeta Zé da Luz se envolveu nesta tarefa, sendo que os
auxiliares ficaram responsáveis para dar um suporte na inserção de exemplares, que foi muito
importante para realização desta atividade.
O envolvimento de toda biblioteca nesta transição para o sistema Koha foi essencial
para que todos se sentissem parte do processo de mudança, se familiarizassem com o layout e
funções do sistema, além de auxiliar no encontro de novas possibilidades que o Koha podia oferecer

4

Software de edição de metadados para manipulação e/ou criação de arquivos no formato MARC21.

�ou identificar falhas que necessitavam de ajustes. Esse modelo de trabalho serviu como padrão para
orientação a todos os campi no processo de implantação.
Durante esse processo de transição entre sistemas de automação, a equipe da biblioteca
enfrentou alguns desafios que se faz necessário pontuar: no período de testes, estudos e utilização
do Koha para catalogação e inserção de exemplares, a biblioteca não fechou, então as atividades de
rotina continuavam acontecendo normalmente a exemplo de: compra e recebimento de livros novos,
doações, atividades de circulação como também a mudança física de prédio que demandou intenso
trabalho da equipe.
Neste intervalo ocorreram cobranças pela inserção de livros novos e / ou doações no
Gnuteca para os usuários utilizarem. A biblioteca também passou pela avaliação do Ministério da
Educação (MEC) referente a avaliações de cursos superiores do campus, então existia essa
inquietação por parte de algumas coordenações para que os livros como também os trabalhos de
conclusão de cursos estivessem disponíveis na biblioteca.
A equipe da biblioteca não tinha como trabalhar com inserção de dados de catalogação em
dois sistemas ao mesmo tempo, por isso era importante concluir todo o trabalho de inserção de
exemplares no Koha, o que demandava tempo e cuidado para que não fosse perdido dados na
transição como também compreensão de todas a comunidade acadêmica e escolar que faziam parte
desse processo à exemplo de alunos, professores, coordenadores de curso, direção e técnicos
administrativos.
Após finalizada a inserção de exemplares dos títulos que já migrados, foi feito a inserção
dos livros novos que havia sido comprado para compor o acervo, feito isso a equipe da biblioteca
precisou se preparar para o momento de transição das atividades totais do sistema Gnuteca para o
Koha, compreendendo os seguintes passos e datas: fim das atividades de circulação no Gnuteca. No
dia 17 de abril de 2017, após reunião da biblioteca com a direção de ensino foi determinado que a
biblioteca juntamente com assessoria de imprensa do campus avisasse amplamente, através dos
murais, páginas no facebook e site do IFPB Campina Grande sobre a interrupção das atividades de
empréstimos, renovações e reservas nos sistema Gnuteca para dia 28 de abril do mesmo ano.
A escolha desta data foi possível devido a interrupção também do período acadêmico de
aulas bimestral para o ensino médio e semestral para o ensino superior e início do novo ano letivo.
Com isso no dia 28 de abril de 2017 foram interrompidas todas as atividades listadas acima, porém
continuamos com o serviço de devolução e cobrança de multas no sistema gnuteca.

�Foi estabelecido a data de 12 de maio de 2017 para devolução dos livros que estavam
emprestados no gnuteca sob pena de multa financeira para os usuários que não cumprissem esse
prazo.
Como nem todos devolveram os livros no prazo estabelecido, a equipe de auxiliares da
biblioteca precisou inserir as informações relacionadas a atrasos de livros e multas do Gnuteca no
sistema Koha, com a prerrogativa de que quando o aluno devolvesse o livro, era necessário dar
baixa nos dois sistemas.
O treinamento da equipe da biblioteca no módulo circulação do sistema Koha, ocorreu no
período de 08 a 12 de maio de 2017. Se faz oportuno mencionar que foi elaborado um tutorial e

disponibilizado na internet para os usuários da biblioteca com informações sobre o uso no novo
sistema, a fim de que ninguém fosse pego de surpresa.
A equipe da DGTI criou um relatório no sistema de gestão acadêmica onde conseguimos
exportar os dados dos servidores (docentes e técnicos) e dos estudantes, separados por campus. A
extração segue as indicações do sistema Koha disponíveis em Ferramentas › Importar usuários.
Para a implantação do serviço de empréstimos ainda faltavam ser atendidas três
necessidades, que até então a instalação do Koha não contemplava:
1 - solicitação de senha para validação do empréstimo;
2 - envio dos comprovantes via e-mail;
3 - empréstimo de livros em lote (emprestar mais de um exemplar por vez ao mesmo usuário
sem ter que repetir a operação para cada exemplar).
A solicitação de senha e o envio dos comprovantes por e-mail foram solucionados pela
equipe da DGTI, responsável pela instalação, manutenção e suporte referente à infraestrutura de
Tecnologia da Informação.
A função do sistema que permitia, empréstimo em lote, ficou disponível durante o
treinamento da equipe de auxiliares de biblioteca para atuarem no módulo circulação.
No dia 15 de maio de 2017, foram iniciadas as atividades de circulação no sistema Koha a
saber: empréstimo, devolução, reserva de material, penalidade por atraso de material devolvido,

�pesquisas no acervo e o uso do opac, catálogo online. Tal implantação ocorreu concomitantemente à
implantação do serviço de guarda-volumes também no sistema Koha. Assim, todos os serviços de
atendimento oferecidos pela biblioteca estavam sendo registrados no sistema.
Com a adoção do sistema Koha, não havia mais necessidade de continuar com as fichas de
cadastros e empréstimos manuais, pois como foi visto, ele possibilita o carregamento de usuários
diretamente do sistema acadêmico, e envio de comprovantes de todas as operações realizadas no
cadastro do usuário via e-mail, além de possibilitar, renovações, reservas e consultas ao catálogo do
acervo em qualquer lugar que o usuário esteja que possua internet.
O envio de comprovantes via e-mail é importante porque oferece um conforto para a
biblioteca e para os usuários que dispõe de todas as operações registrados em seu nome, além de
que o sistema também, envia alertas com informações quando os empréstimos estão próximos de
vencer ou de uma reserva de material disponível para que o usuário venha fazer a retirada na
biblioteca.
Atualmente, o sistema Koha é responsável pela gestão de todas as atividades dentro da
biblioteca do campus de Campina Grande, desde a entrada do usuário no setor, fazendo uso de
sistema para empréstimo de chaves para guardar seus materiais no guarda volumes, empréstimo de
livros, devolução, reservas, consulta ao catálogo online, uso de salas de estudos, de computadores
para pesquisas, bibliografias de cursos, organização de listas por categorias, relatórios diversos
dentre outras funções.
É necessário mencionar que todo esse processo de escolha, mudança, customização,
configuração, testes e utilização de um novo sistema necessitou da união de muitos esforços e do
comprometimento mútuo dos profissionais da equipe da biblioteca e dos profissionais de TI do
IFPB.
Uma mudança ou troca de sistemas de automação gera consequentemente muitas demandas,
além de desafio constante que representa o “novo”. Para a equipe da biblioteca campus Campina
Grande essa mudança ocasionou um ganho muito significativo para todos, devido a troca de
sistemas também ter acompanhado o crescimento do acervo e do número de usuários a ser
atendidos pelo novo software.
4 CATÁLOGO ONLINE DAS BIBLIOTECAS DO IFPB OPAC
A comissão de parametrização optou por utilizar o catálogo online, Online Public Access
Catalog, (OPAC) do Koha, como página principal de todas as bibliotecas seguindo o padrão de

�URL5 dos sistemas de bibliotecas de instituições de ensino superior, adotando o endereço
biblioteca.ifpb.edu.br.

Assim, as notícias, informes e principais comunicados que sejam de interesse de todos os
usuários das bibliotecas são publicados no OPAC.
Considerando que cada campus possui independência para estabelecer seus horários de
funcionamento, como também o fato de que só é possível realizar transferência de chamadas
telefônicas dentro de cada campus, optou-se por não informar nenhum número de telefone no
OPAC. Visto os fatores apresentados, foram preservadas as páginas individuais das bibliotecas em
seus campi, e no OPAC a criação de link direto para essas páginas locais, onde horário de
funcionamento, número de telefone e nome da equipe da biblioteca estão disponibilizados.
Com o intuito de tornar a página da biblioteca como principal ponto de partida nas pesquisas
dos usuários do IFPB, no OPAC foram adicionados links para acesso a algumas bases de dados,
como o portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Rede
Cafe, Google Acadêmico, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e posteriormente foi
adicionado o link para o portal Domínio Público e Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - BTD.
Dessa forma os treinamentos de usuários para o uso de bases de dados, pesquisas, etc, é feito
tomando como base o endereço eletrônico da biblioteca do IFPB.
5 PROCESSOS DE IMPLANTAÇÃO INSTITUCIONAL
Nesta seção apresentamos uma breve cronologia da implantação do sistema Koha nas
bibliotecas no IFPB, abordaremos todos os processos de decisão e regulamentação que foram
importantes na consolidação deste novo software.
Os Institutos Federais de Educação, surgem como autarquias detentoras da autonomia
administrativa sendo elas, patrimonial, financeira, didático-científica e disciplinar, articulando a
educação básica de ensino técnico com graduações tecnológicas, licenciaturas e bacharelado, além
5

Uniform Resource Locator - Endereço de internet.

�de pós-graduação lato sensu e stricto sensu. “A oferta dos cursos, é baseada na transversalidade e na
verticalização, sendo a tecnologia o elemento transversal que se soma aos aspectos
socioeconômicos e culturais” (JOHANN, 2012, p. 39).

Durante as atividades da comissão e reuniões técnicas foram criados novos objetivos para
atuação da comissão de parametrização e comissão para assessorar e estudar outros sistemas de
gestão de biblioteca e assim dispor de uma alternativa eventual caso houvesse a desistência do
sistema Koha.
É importante evidenciar que o software Koha, sempre foi o plano principal segundo
Almeida (2010), o processo de planejamento das ações e atividades geralmente parte dos objetivos
específicos. São eles que vão determinar as ações a serem desenvolvidas para que sejam cumpridos.
Da mesma forma, a partir da definição das ações, determinam-se que atividades serão necessárias
para que as referidas ações sejam realizadas.
Em dezembro de 2016, foi convocado mais uma vez uma reunião técnica para apresentar o
relatório final da comissão de parametrização com satisfatória conclusão e resultados de comissão
de estudos de software de gerenciamento de biblioteca que corrobora com a escolha do sistema
Koha.
Dentro dos protocolos da DGTI para considerarmos o sistema Koha como implantado na
rede, por se tratar de um software de gestão, foi indicado que o IFPB deveria estar com mais uma
unidade com o Koha em circulação.
Em agosto de 2017, foi finalizada a catalogação de livros no campus Monteiro e início da
circulação. Finalizando assim, o processo de

implantação do sistema de gerenciamento de

biblioteca Koha e apresentando no II Encontro de Bibliotecários do IFPB: 1 ano de Koha, realizado
no campus de Campina Grande. Neste encontro, aconteceu um nova Reunião Técnica, com a

�apresentação do relatório final da comissão de implantação e a visualização in loco dos benefícios
do sistema já em pleno funcionamento.
Com a aprovação em plenária, foi enviada para a Pró- Reitoria de Ensino o relatório de
finalização da comissão de implantação e iniciou-se o processo de oficialização do sistema de
gerenciamento de biblioteca do IFPB.
No ano de 2018, tivemos a aprovação no CEPE6 na 32° Reunião do Conselho Superior e
convalidação do Sistema Koha como também a criação de um processo de gestão, através do
comitê gestor. Ainda no mesmo ano, tivemos a conclusão da catalogação das bibliotecas dos campi
de Cabedelo Centro, Cajazeiras, Picuí como também o início da circulação em todas elas.
No Início de 2019, tivemos a aprovação do Regimento do Comitê Gestor do Sistema de
Automação de Bibliotecas no âmbito do IFPB no Conselho Superior e a abertura de infraestrutura
de chamados através do sistema SUAP7 e início da circulação no campus Catolé do Rocha, Patos,
Cabedelo e Guarabira.
Iniciamos o ano de 2020, com 10 bibliotecas em circulação, totalizando 29.729 (vinte e
nove mil, setecentos e vinte e nove) usuários cadastrados no sistema e um total de 28.289 (vinte e
oito mil, duzentos e oitenta e nove) títulos catalogados num total de 102.619 (cento e dois mil,
seiscentos e dezenove) exemplares.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Podemos considerar que o processo de implantação do sistema Koha foi demorado,
compreendendo um período de dois anos até a primeira biblioteca estar com o serviço de circulação
funcionando, contudo após o campus piloto desenvolver de forma plena todas as atividades da
biblioteca, os demais campi seguiram o mesmo processo e com a criação do comitê gestor no ano
de 2018, para estudo e gerenciamento, a implantação do sistema, nas demais bibliotecas aconteceu
de forma mais acelerada, eficiente e com a incidência menor de erros.
Atualmente o Koha está em pleno uso, ou seja com catalogação e circulação em
funcionamento, em 10 das 15 bibliotecas do IFPB, somando um total de 26.650 (vinte e seis mil
6
7

Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
Sistema Unificado de Administração Pública

�seiscentos e cinquenta) títulos e 99.497 (noventa e nove mil, quatrocentos e noventa e sete
exemplares.
Em 2019, em todas as bibliotecas que utilizam o Koha, foi registrado mais de 214.700
(duzentos e quatorze mil e setecentos) atendimentos no sistema. Esses números são referentes a
todos os atendimentos que precisa de um operador para ser realizado, ou seja, envolve desde o
empréstimo e a devolução de livros, uso do guarda volumes, cabines de estudo em grupo, uso de
computadores da biblioteca para pesquisa e reserva de material.
Esses números nos fizeram perceber o volume de trabalho das bibliotecas, que
costumeiramente possui por métrica apenas os empréstimos de livros, deixando de ser contabilizado
todos os outros processos que envolvem as equipes de trabalho.
Com esses números, percebemos o quanto as bibliotecas do IFPB desenvolvem um volume de
serviço que antes da implantação do Koha era um dado não quantificado. Assim passamos a ter
mais informações sobre a carga de trabalho e sair do discurso sem números de que “na biblioteca
trabalhamos muito”, afinal para a administração pública a expressão “muito” não é um dado
quantificável.
Um dos aspectos pouco falado, mas que traz um conforto muito grande ao sistema de
bibliotecas é o calendário e as regras de circulação do sistema ser independente por biblioteca,
podendo configurar prazos, penalidades, feriados, etc.. podendo de forma global, atingir todas as
bibliotecas de uma vez só, como também fazê-lo de forma individualizada, respeitando as
particularidades de cada unidade. Importante salientar que essas funções ficam a cargo da equipe
gestora das bibliotecas, sem necessitar solicitar a equipe de parametrização do sistema.
Durante a implantação, testes continuaram a acontecer buscando novas possibilidades com
todas as ferramentas do sistema e como todo teste, erros operacionais aconteceram. Durante esses
testes o comitê gestor do Koha percebeu a necessidade de realizá-los sem que estes pudesse
acarretar qualquer tipo de contratempo nos serviços aos usuários. Assim, foi solicitado a criação de
um ambiente de treinamento, sendo uma cópia fiel da versão de produção.
O sistema koha conta com uma base de treinamento para realização de todos os testes pela
equipe do comitê antes de ser implementado na base de produção do sistema. A base de
treinamento, possui todas as características existentes na base de produção do sistema como
também é amplamente utilizada para os treinamentos de novos bibliotecários que ainda não
conhecem o sistema.
É possível afirmar que o Koha vem atendendo todas as necessidades técnicas e práticas do

�sistema de bibliotecas do IFPB como também no aspecto da gestão e planejamento, possibilitando
inovação para alguns serviços pré-existentes e já apresenta avanços e inovações no próprio sistema
como foi mencionado o caso da senha para confirmação de empréstimos de materiais, não utilizado
antes por outras instituições que fazem uso deste mesmo sistema.
REFERÊNCIAS

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[S.l: s.n.], 2000.
BIBLIOTECA POETA ZÉ DA LUZ. Disponível em
https://www.ifpb.edu.br/campinagrande/assuntos/biblioteca. Acesso em: 07 de ago. 2020.
CAFE, Lígia; SANTOS, Christophe Dos; MACEDO, Flávia. Proposta de um método para escolha
de software de automação de bibliotecas. Ci. Inf., Brasília , v. 30, n. 2, p. 70-79, ago. 2001 .
Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-19652001000200009&amp;lng=pt&amp;nrm
=iso. Acessos em: 05 ago. 2020. https://doi.org/10.1590/S0100-19652001000200009.
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o caso do KOHA nas bibliotecas de São Bernardo do campo. Inf. Inf., Londrina, v. 18, n. 2,
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http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/16174. Acesso em: 23 jul. 2020.
GNUTECA- Sistema de gestão de acervo, empréstimo e colaboração para bibliotecas. Disponível
em: http://www.gnuteca.org.br. Acesso em: 07 de ago. 2020.
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Ltd ,1999. Disponível em: https://biblioteca-adm.ifpb.edu.br. Acesso em: 29 junho 2020.
REIS, Tiago. O que é efeito manada e como fugir desse tipo de armadilha. São Paulo. 2019.
Disponível em:
https://www.sunoresearch.com.br/artigos/efeito-manada/#:~:text=Efeito%20manada%20%C3%A9
%20a%20tend%C3%AAncia,que%20ocorre%20no%20reino%20animal. Acesso em: 05 ago. 2020.
RIBEIRO, Carlos Eduardo Navarro, DAMÁSIO, Edilson. Software livre para bibliotecas, sua
importância e utilização: o caso Gnuteca. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da
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SCHIESSL, Ingrid Torres; et al. Guia de usuário do Koha: library system. Brasilia: IBCT, 2017.

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      <name>Dublin Core</name>
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              <text>Costa, Gustavo Cesar Nogueira da, Sousa, Maria Eliziana Pereira de, Oliveira, Thiago Ferreira Cabral de</text>
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              <text>A integração entre as unidades de informação em uma instituição de ensino é um processo que pode parecer trivial para instituições de ensino superior, contudo na rede formada pelos Institutos Federais é algo que vem se estabelecendo na última década, no IFPB não foi diferente. Nos últimos anos além do anseio pela criação de um sistema integrado de bibliotecas, a procura por um sistema de automação que atendesse as mais variadas necessidades dos campi do IFPB, fez com que o software Koha fosse escolhido para essa etapa. Este trabalho descreve a trilha burocrática, administrativa e operacional na implantação do sistema. Os resultados demonstram um enorme desafio enfrentado pelas bibliotecas e pelo Instituto, porém com significativos ganhos e crescimento para todos envolvidos neste processo.</text>
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