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                  <text>Eixo 3 - Inovações
BUSCA E USO DA INFORMAÇÃO NA WEB PARA PESQUISA EDUCATIVA
SEARCH AND USE OF INFORMATION ON THE WEB FOR EDUCATIONAL RESEARCH
Vera Lucia Marques da Silva1
Vânia Mara Alves Lima2

Resumo: Este artigo tem como objetivo apresentar um panorama de como estão sendo realizadas pesquisas que
possuem propósito educativo pela web, sob a perspectiva da Ciência da Informação. Investiga as fontes digitais de
informação que mais são utilizadas pelos estudantes, conforme levantamento de dados obtidos por revisão bibliográfica,
por meio de estudos que observaram o fenômeno, sob a perspectiva educativa. Considera que a busca e uso de
informação com propósito educativo na web são realizadas de forma autônoma e dinâmica, e que isso requer estratégias
de análise e criticidade em relação às fontes de informação, para que se obtenha maior efetividade e confiabilidade nos
resultados que possuem propósitos de aprendizagem.
Palavras-chave: Fontes de informação. Informação na web. Pesquisa educativa.

Abstract: This paper aims to present an overview of how researches that have educational purposes are being carried
out on the web, from the perspective of Information Science. It investigates the digital sources of information that are
most used by students, according to data acquired obtained through a literature review, through studies that observed the
phenomenon from an educational perspective. It considers that the search and use of information for educational
purposes on the web are conducted in an autonomous and dynamic manner, and that this requires analysis and criticality
strategies in relation to the sources of information, in order to obtain greater effectiveness and reliability in the results
that have purposes of learning.

Keywords: Information sources. Information on the web. Educational research.

1 INTRODUÇÃO
Atualmente a busca por informação no ambiente digital faz parte daquilo que se entende
como ‘pesquisar na internet’ e quando esta busca tem propósitos educativos, as fontes de
informação que serão utilizadas demandam maior atenção e cuidado, uma vez que no mundo digital

1
2

Mestranda em Ciência da Informação. PPGCI ECA/USP. veramarques@usp.br.
Professora Doutora em Ciência da Informação. ECA/USP. vamal@usp.br.

�as possibilidades se multiplicam e os conteúdos podem transmitir valores e pontos de vista
divergentes, quanto a credibilidade e a intencionalidade.
Ao situar a busca e uso da informação digital para fins educativos, na perspectiva da ciência
da informação, convém investigar além do que está relacionado à inclusão e destreza digital, para
entender quais são os novos desafios frente a pesquisa e as fontes de informação utilizadas,
verificando se este uso tem atendido expectativas de qualidade e efetividade na prática colaborativa
e educativa da pesquisa feita pela web.
Com a intenção de analisar estes desafios, inerentes ao comportamento de busca e o uso da
informação digital na web para fins educativos, este artigo faz um levantamento de estudos que
tratam estes fenômenos, para que se possa levantar conhecimentos sobre este assunto no campo da
ciência da informação e com isso começar a perceber como, na era digital, são entendidos e
operacionalizados os processos de pesquisa com propósitos educativos no universo web.
Esta pesquisa traz para a discussão sugerida neste artigo a reflexão de que os desafios
relacionados às fontes de informação digital para uso educativo, pode se encontrar em entender a
lógica e os mecanismos que subsidiam o acesso e a organização da informação no mundo digital,
pois como os artigos demonstram “parece que o Google está fornecendo experiências de
aprendizagem para os alunos e, portanto, tem o poder de influenciar significativamente a sociedade,
orientando e moldando a mentalidade de futuros pesquisadores e profissionais”(SALEHI, S; DU,
J.T; ASHMAN, H., 2018, p.26).

2 MÉTODO
Esta pesquisa apresenta análises e conceitos por meio de abordagem documental, que considera
diversas visões de mundo, em que a função do pesquisador é de acessar o conhecimento, explicitálo e defini-lo (LAVILLE; DIONE, 1999).
É uma pesquisa exploratória e seletiva, que tem a intenção de explorar os estudos ligados à
busca e uso da informação digital para fins educativos, no campo da ciência da informação, para
que se possa produzir reflexões e discutir tendências sob a perspectiva da organização da
informação em ambiente digital.
Com isso, a pesquisa, feita por levantamento bibliográfico, traz descrições de fontes
secundárias obtidas em bases de dados das áreas de ciência da informação e da

�educação, abordando o assunto em seu caráter inter e multidisciplinar, para que se tenha subsídios
para novos desdobramentos e discussões.
3 PESQUISA EDUCATIVA NA WEB
Adotar a pesquisa como princípio educativo significa superar a pedagogia da resposta e da
exclusão, que é baseada na transmissão de conhecimento, como elucida Jélvez (2013). Significa
consolidar a pedagogia da pesquisa e da aprendizagem, produzindo conhecimentos úteis e
significativos, pesquisar, analisar e aplicar conhecimentos de diferentes fontes, desenvolvendo a
capacidade de buscar informação que adquira significado e que seja transformada em
conhecimento, pelo pesquisador.
A pesquisa é um princípio educativo na medida em que pode promover a emancipação, a
formação de um sujeito crítico, capaz de compreender a condição histórica da qual faz parte, capaz
de construir o próprio aprendizado. Portanto, pesquisar torna-se um processo de criação, um projeto
de emancipação social e um diálogo crítico com a realidade, por isso que é preciso rever o processo
pedagógico de ensino-aprendizagem, restritos, muitas vezes, a condições de instrução, reprodução,
informação, de escuta e receptividade (DEMO, 2011).
Ao explorar a literatura, sobre como estão sendo categorizados os comportamentos de busca
de informação digital, verificou-se que o modelo de Ellis (Information-Seeking Behavior Model)
pode ser utilizado como um passo a passo para busca e seleção de informação na web . Shankar et
al. (2005) realizou uma adaptação do modelo, para um contexto que se entende como processo
criativo de solução de problemas na busca de informações em ambiente digital e na geração de
conhecimento. São seis passos: Inicio, Encadeamento, Navegação; Diferenciação; Monitoramento e
Extração (SHANKAR et al., 2005), a definição de cada um dos passos será transcrito a seguir:
Início: Corresponde ao começo, ao início da busca por qualquer informação. É o ponto
inicial ou, mais propriamente, no caso da busca na Internet, o termo iniciado nos motores de
pesquisa ou a sinalização por fontes de interesse. Pode ser subdividido em início primário e início
secundário. O Início Primário diz respeito a comandos mais simples, de acordo com os quais o
indivíduo se restringe a usar palavras ou termos-chave solicitados pela atividade.

�O Início Secundário, por sua vez, diz respeito a entradas de busca mais bem formuladas (não
necessariamente melhores), ao uso estratégico das questões, pretendendo obter melhores resultados
e/ou sanar dúvidas sobre a busca ou, mesmo, sobre a própria palavra-chave.
Encadeamento: Trata-se do processo de projetar (encadear) a informação através de links,
proporcionando conexões entre uma fonte e outra, ou seja, entre uma página e outra. Pode ocorrer
tanto Para Frente (forward) quanto Para Trás (backward). O Encadeamento Para Frente se realiza
quando o indivíduo identifica e se projeta em outras fontes (páginas) a partir de uma referência
primeira/inicial. O Encadeamento Para Trás ocorre num processo inverso, quando o indivíduo volta
às referências do estágio anterior (à página de partida), seja através do caminho inverso, seja por
intermédio de outros recursos, como novos links que remontam ao conteúdo anterior.
Navegação: Diz respeito a uma ação hoje já popularizada: o ato de navegar. Compreende a
visualização de páginas, sites, blogs, imagens e afins, visando acessar informações relevantes para
os propósitos da busca.
Diferenciação: Corresponde ao procedimento de seleção de informações, considerando
fatores determinantes, como a qualidade, a confiabilidade e a natureza das informações. Está
expressamente vinculada ao interesse pela busca e à subjetividade do indivíduo. Subdivide-se em
primária e secundária. A Diferenciação Primária pode ser compreendida como o ato de analisar uma
informação ou um link específico, tendo como parâmetro somente o conteúdo, ou
seja, desconsiderando completamente outros aspectos que poderiam ser relevantes. Já na
Diferenciação Secundária, ao contrário da primeira, a seleção das informações é realizada com base
na avaliação da autoridade de quem disponibiliza os dados e na precisão e confiabilidade das
informações.
Monitoramento: Trata-se da ação de manter-se informado a respeito dos acontecimentos de
um campo de interesse por intermédio de serviços de notificação, tais como e-mail, sistemas de feed
e/ou Rich Site Summary (RSS).
Extração: Corresponde ao procedimento de retirada (extração) tanto de informações quanto
de imagens específicas. A extração de informações apresenta duas subdivisões, podendo ser
chamada de Primária e Secundária. A Extração Primária compreende ocorrências reducionistas do
procedimento, sem objetividade ou, mesmo, síntese na assimilação das informações encontrados.
Em outras palavras, corresponde ao popular “Ctrl + C”; “Ctrl + V” (copiar e colar).

�A Extração Secundária, por outro lado, abrange maior precisão de resultados, ao transpor
informações relevantes e com sinteticidade. Pode haver ainda a Extração de Imagem, a qual não
apresenta subdivisões, por corresponder a um sistema sígnico que não permite tanta flexibilidade
quanto o verbal (PINHO, 2019).
Embora este processo seja desenhado a partir de uma lógica sequencial, em ambiente digital
ele não é linear, como elucida Pinho (2019) e conforme forem os processos e os objetivos da
pesquisa, alguns destes estágios conceituais de busca podem não acontecer ou seguirem diferentes
sequências e repetições.
O estudo de Kuhlthau (1991), que baseia sua referência conceitual em teóricos que
apresentam aspectos cognitivos e afetivos envolvidos no processo de busca, desenvolveu o
Information Search Process (ISP) que é um modelo de busca de informações, sob a perspectiva do
usuário e que possui um ciclo informacional de início, seleção, exploração, formulação, acumulação
e apresentação da informação. Estão inseridas nestas dinâmicas, a identificação das necessidades de
informação, sobretudo ao contextualizar estas necessidades aos sistemas tecnológicos. Para a
autora, permeiam este processo os pensamentos, os sentimentos e as ações e estes são os grandes
desafios para o processo cognitivo do usuário, em uma situação de busca de informação.
Nesta lógica, convém apresentar no contexto da realidade brasileira, um panorama de uso da
internet no cotidiano de estudantes, no que se refere a pesquisa com propósitos educativos, feita de
forma autônoma ou orientada com recursos digitais, para que se tenha a medida do uso da internet
para esse fim, por meio dos relatórios que quantificam dados sobre uso das TICs.
O Juventude conectada é um estudo da iniciativa privada que propõe captar as impressões e
tendências mais relevantes sobre os usos e apropriações das TIC pelos jovens brasileiros de todas as
regiões do país, explorando entre pesquisas relacionadas à educação e aprendizagem. O estudo faz
levantamentos sobre o acesso e o uso de tecnologias nas escolas e na vida educativa de jovens,
relacionando gênero, escolaridade e classe social entre outros aspectos e combina múltiplas
metodologias de investigação, aplicando-as em etapas quantitativas e qualitativas, a pesquisa que
vem sendo feita desde o ano de 2013 e apresenta os resultados de sua terceira edição em 2019.
A tabela a seguir, retirada deste estudo, adiciona reflexões que ampliam o conteúdo deste
artigo, ao demonstrar a percepção destes jovens, em relação ao aprendizado por meio das
tecnologias ao passar destes anos no Brasil:

�Figura 1 - Tecnologias digitais em práticas e relações de aprender

Fonte: (Juventude e Conexões, 2019, p. 96)

Este panorama pode salientar as expectativas que são criadas pelo acesso ao universo
tecnológico a que a internet expõe, pois conforme o estudo na visão dos participantes:
“Existe a percepção de que a internet tornou o conhecimento mais acessível e que
aquilo que quiserem buscar estará sempre ao alcance das mãos. Para eles, o
ambiente digital otimiza pesquisas, permite acessar fontes diversas, é mais
atualizado do que a escola, permite aprofundamento de determinado tema e
proporciona mais flexibilidade de tempo. Essa percepção se reforça quando 44%
concordam totalmente que a internet possibilita aprender no próprio ritmo, horário e
local adequados às necessidades”. (JUVENTUDE, 2019, p. 92)

Ao verificar que estudar é uma das das principais funções da internet na percepção de
estudantes, percebe-se que o comportamento informacional digital tende a compreender fontes de
informação como principal ferramenta de estudo na atualidade.

�4 FONTES DE INFORMAÇÃO NA WEB
Ao explorar o tema relativo à escolha dos recursos e fontes de pesquisa por meio da web,
Purdy (2012) realizou um estudo por meio de um levantamento de quanto os jovens estudantes
americanos utilizam a internet em suas pesquisas escolares, e obteve o resultado de que “quase 75%
dos estudantes pesquisados relataram usar a Internet mais do que a biblioteca para pesquisa[...]
Usavam motores de busca comerciais em vez de sites de universidades e bibliotecas” (PURDY,
2012, p.118).
Pesquisadores que fizeram parte deste estudo, encontraram as mesmas justificativas de
motivação para a escolha de buscadores da internet como principal fonte de pesquisa: a facilidade, a
simplicidade e a variedade no acesso às respostas, não havendo grande preocupação, por parte dos
estudantes em aprofundar o assunto e discernir sua relevância.
Purdy (2012) chama atenção para o fato de que, ao indicar que o estudante procure fontes de
informação acadêmicas na internet, pode-se tirar o peso de avaliar criticamente a relevância e o
contexto em que essa informação será aplicada: “Precisamos esclarecer para os alunos que
uma fonte acadêmica apropriada para uma tarefa pode não ser apropriada para outra. Que uma fonte
é “erudita” não a torna universalmente utilizável” (PURDY, 2012).
Resultados semelhantes são obtidos nos estudos de Salehi; Du; Ashman (2018), onde se
verificam o uso dos mecanismos de busca como principal ferramenta para seus estudos, não só por
estudantes de graduação, como também por estudantes de pós-graduação, mesmo tendo
conhecimento de outras fontes de pesquisa acadêmica.
Na figura 2 o gráfico representa, por meio dos indicadores da escala Likert de 1 a 5, a
frequência do quanto são utilizados cada um dos recursos de informação na pesquisa para fins
educativos:

�Figura 2 - Frequência de uso de recursos de informação acadêmica

Fonte: (SALEHI, S; DU, J.T; ASHMAN, H.,2018)

Verifica-se que o grau de dependência de estudantes para os recursos da internet, na busca
de informação para propósitos educativos é muito alto, mesmo em grupos de alunos com
conhecimentos de recursos especializados de pesquisa da universidade.
Os resultados destas pesquisas deixam clara a preferência por recursos digitais para suprir as
necessidades informacionais educativas e principalmente a prevalência do buscador Google
como principal fonte para este fim, pois os alunos selecionaram o Google como favorito, “três vezes
a mais do que o próximo recurso favorito, o Google Acadêmico, ainda um produto do Google.
Juntos, todos os recursos de pesquisa que não são do Google representaram apenas 26,4% dos
recursos de pesquisa favoritos dos alunos” (PURDY, 2018), reforçando o domínio do Google e sua
avaliação positiva entre estes alunos.
Em outro trabalho, Hea e Eisenberg (2009) conduziu pesquisas em seis instituições
educacionais americanas para avaliar como estudantes usavam a web em suas pesquisas educativas
e traz um outro ponto de vista, ao concluir que a maior parte dos estudantes entrevistados possuem

�um “padrão relativamente consistente de uso da informação, ou seja, parecem ter aprendido por
rotina a usar um pequeno conjunto de recursos, quase todas as vezes”. E estes recursos são aqueles
que mais satisfazem as suas necessidades em relação a conteúdo, acessibilidade e utilidade.
Figura 3: Fontes utilizadas no contexto da pesquisa

Fonte: (HEA; EISENBERG, 2009, p. 17)

Esta dependência aos buscadores da internet, tornam mais fácil ou mais difícil o acesso a
informação relevante e de qualidade, já que buscadores como o Google, trabalham com os fatores
de personalização da pesquisa, ou seja, os resultados das buscas são prioritariamente baseadas na
localização, na informação de conta registrada e no histórico de navegação do usuário, conforme
Salehi, Du e Ashman, (2018) e o objetivo desta personalização é justamente levar maior relevância
e qualidade aos primeiros resultados da pesquisa. Pois, já se sabe que os usuários de buscadores na
web têm tendência maior a clicarem nos primeiros resultados das páginas web.
No que se refere à pesquisas relacionadas a conteúdos educativos, algo ainda mais relevante
é constatado neste experimento, no que diz respeito a qualidade das informações, uma vez que se
observa quais os domínios, ou seja a extensão que identifica a quem pertence o site que abriga a
informação que está sendo relacionada nos primeiros resultados de busca. Os domínios .gov
(governo) e .edu (educacionais) que são reservados para instituições governamentais e

�educacionais oficiais, como universidades e que são os que mais em teriam confiabilidade,
apareceram sempre a partir da segunda página de resultados, limitando o alcance desta informação.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os estudos que se debruçam sobre a prática de pesquisa em ambientes web, muito tem
contribuído para identificar as competências ou habilidades necessárias para buscar informações no
ambiente digital, no entanto, menos se tem discutido sobre as etapas que permeiam o
comportamento informacional digital na busca e uso de informações, levantando dados sobre as
motivações para este uso e investigando os recursos e fontes de informação utilizadas para a
pesquisa com propósito educativo.
Pode-se inferir que usuários alunos confiam nos meios digitais da web para suas pesquisas e
tarefas educacionais. Pautados pela relativa familiaridade com a busca de informações na internet,
definem suas próprias estratégias para buscar informação que atendam suas questões educativas.
Neste sentido, pode-se vislumbrar a importância de análises que identifiquem e investiguem,
através da lógica da organização da informação para o acesso, recuperação e uso, os contextos e
políticas as quais estão inseridas às fontes de informação na internet, avaliando e pontuando sua
relevância para a intencionalidade educativa. Isto demandará aos profissionais de ciências da
informação, novos conhecimentos e estratégias acerca de uma nova realidade do contexto
informacional.
Este estudo traz reflexões iniciais para uma investigação mais aprofundada e concentrada
das discussões sugeridas, que intencionam revelar novos conhecimentos em relação a busca, uso e a
organização da informação no mundo digital e a tendência comportamental de estudantes, frente o
desenvolvimento de pesquisas com propósito educativo na internet. Para com isso, conectar saberes
e encontrar novas estratégias e métodos que promovam maior eficiência e qualidade no uso da
informação na web.

�REFERÊNCIAS
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in the Digital Age. SSRN, v.1, 2009. Disponivel em &lt;https://ssrn.com/abstract=2281478&gt;
JÉLVEZ, Julio A. Q. A pesquisa como princípio pedagógico no ensino médio. In: AZEVEDO,
José C.; REIS, Jonas T. (orgs.) Reestruturação do Ensino Médio: pressupostos teóricos e
desafios da prática. São Paulo: Fundação Santillana, 2013, p.117-137.
JUVENTUDE Conectada 2. São Paulo: Fundação Telefônica Vivo, 2016. Disponível
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KUHLTHAU, C. Inside the search process: information, seeking from the user’s perspective.
Journal of the American Society for Information Science. 42, 361-371, 1991.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da
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PINHO, Alexandre Martins. Letramento informacional digital: um estudo de caso do
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2019. Dissertação (Mestrado em Letras), Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados,
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PURDY, James P. Why first-year college students sellect online research resources as their
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SALEHI, S; DU, J.T; ASHMAN, H. (2018). Use of Web search engines and personalisation in
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SHANKAR, S. et al. A Profile of Digital Information Literacy Competencies of High School
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              <text>Este artigo tem como objetivo apresentar um panorama de como estão sendo realizadas pesquisas que possuem propósito educativo pela web, sob a perspectiva da Ciência da Informação. Investiga as fontes digitais de informação que mais são utilizadas pelos estudantes, conforme levantamento de dados obtidos por revisão bibliográfica, por meio de estudos que observaram o fenômeno, sob a perspectiva educativa. Considera que a busca e uso de informação com propósito educativo na web são realizadas de forma autônoma e dinâmica, e que isso requer estratégias de análise e criticidade em relação às fontes de informação, para que se obtenha maior efetividade e confiabilidade nos resultados que possuem propósitos de aprendizagem.</text>
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