<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="6890" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/6890?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-28T06:34:53-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="5952">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/63/6890/SNBU2020_008.pdf</src>
      <authentication>5769b0bdf34962a07645d864d3268b95</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="77020">
                  <text>Eixo 2 - Práticas
TAXONOMIAS EM PORTAIS DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: UMA ANÁLISE DA
COMPOSIÇÃO DOS RÓTULOS DE ASSUNTO NOS MENUS PRINCIPAIS

TAXONOMIES IN UNIVERSITY LIBRARIES WEBSITES: AN ANALYSIS OF THE COMPOSITION
OF THE SUBJECT LABELS IN THE MAIN MENUS
Yasmin Pereira de Oliveira 1
Lais Pereira de Oliveira 2
Resumo: Aborda as taxonomias no contexto de websites institucionais. Objetiva analisar a forma de composição dos
rótulos de assunto nos menus principais dos portais de bibliotecas universitárias brasileiras. Adota literatura em
Biblioteconomia e Ciência da Informação acerca do assunto, na forma de artigos de periódicos, anais de eventos e
capítulos de livro. Metodologicamente constitui estudo descritivo de natureza quantitativa. Utiliza a técnica de
observação sistemática para coleta dos dados, desenvolvida mediante navegação individualizada em cada portal de
biblioteca. Os resultados demonstram que as taxonomias se estabelecem a partir de 7 ou 6 rótulos, a grande maioria
deles sem derivações, com dois, três ou quatro níveis hierárquicos na estrutura, na forma de termos compostos, no
plural e com pequeno número de siglas e palavras estrangeiras. Conclui-se que a organização da informação digital em
bibliotecas universitárias é feita prioritariamente a partir de rótulos de designação institucional e utilitária, demarcando
aspectos da estrutura e de serviços dessas unidades.
Palavras-chave: Organização da Informação Digital. Taxonomia. Representação Temática da Informação. Portal
Institucional.
Abstract: Its approaches the taxonomies in institutional websites. It aims to analyze the way of composition of the
subject tags in the principal menus on the websites of Brazilian university libraries. Its aplicated Library and
Information Science literature about the subject, in the form of journals articles, proceedings and books chapters.
Constitutes descriptive study of quantitative nature. Uses systematic observation technique for the data collect,
developed by the individualized navigation in each website. The results show that taxonomies establish from seven or
six tags, most of them without any derivation, with two three or even four hierarchical levels on the structure, in the
form of compound terms, plural and with a small number of acronyms and foreign words. It concludes that digital
information organization it is mostly done as of utilitarian institutional designation tags, marking aspects of structure
and departments of these unities.
Keywords: Digital information organization. Taxonomy. Subject representation of information. Institutional website.

1 INTRODUÇÃO
Pressuposto central para o acesso, a organização da informação configura-se como atividade
eminentemente mediadora (GUIMARÃES, 2009), interessada no trato informacional via
1

Graduanda em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Goiás (UFG). yasmin.pereira@discente.ufg.br.
Doutoranda em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Docente
do curso de graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal de Goiás (UFG). laispereira2@ufg.br.
2

�representação descritiva e temática (DZIEKANIAK, 2010). Sua função determinante no processo
de absorção e compreensão dos conjuntos informacionais, pelo usuário, não pode ser ignorada, já
que para ser acessada a informação demanda estruturação e tratamento, até ser disponibilizada para
busca e recuperação, seja em âmbito físico ou digital.
Na Ciência da Informação, uma ferramenta de organização intelectual comumente
empregada em portais institucionais e bibliotecas digitais, é a taxonomia (CAMPOS; GOMES,
2007). Essa ferramenta, que surgiu como uma outra forma de representação informacional
(BENTES PINTO, 2019), integra os sistemas de organização da informação (SANTOS, 2018),
viabilizando a navegação e o acesso aos conteúdos dispostos digitalmente, de forma estruturada.
A taxonomia busca qualificar coisas e objetos com base na semelhança de suas
características (MENDES; BENTES PINTO, 2019). Pode possibilitar, ainda, que os usuários
aprendam com sua estrutura de conceitos (CAMPOS; GOMES, 2007), presente em repositórios
informacionais, intranets, sites noticiosos ou informativos, blogs e muitos outros canais.
Nessa medida, é crucial investigar esse entorno taxonômico digital, que auxilia na
organização dos portais institucionais, para acesso rápido do usuário às informações de uma dada
instituição. Sobretudo porque tais portais evoluíram “no sentido de disponibilizar conteúdos
específicos para usuários definidos, procurando abrir um canal de compartilhamento entre os
colaboradores e com os clientes da organização” (VITAL, 2012, p. 30).
Os websites cumprem, pois, com relevante papel. Ademais, devem manter um grau de
compreensibilidade aos usuários que se enquadram como o foco de público daquela organização.
Considerando tais aspectos, o presente estudo tem como objetivo analisar a forma de composição
dos rótulos de assunto nos menus principais dos portais de bibliotecas universitárias brasileiras.
A pesquisa auxilia na resolução da problemática de organização da informação digital, na
medida em que busca compreender como as taxonomias estão organizadas nos menus principais dos
portais das bibliotecas de universidades federais do Brasil. Nessa medida, pode contribuir com a
compreensão da disposição dos conteúdos na web e dos meios priorizados nessa organização. Além
disso, o estudo pode agregar ao corpo de conhecimentos produzidos sobre taxonomia na perspectiva
da Biblioteconomia e Ciência da Informação e, tão crucial a todos os demais campos do saber.

2 ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL

�A organização da informação, em uma perspectiva histórica, mostra-se como assunto de
interesse humano desde a Antiguidade. Com o advento da Internet, os meios e suportes
informacionais se alteraram, mas, a necessidade de organizá-los continua tão crucial quanto antes,
quando predominavam registros físicos em formato impresso.
O trato informacional requer o desenvolvimento e a aplicação de modelos de representação
comuns a todo e qualquer tipo de usuário (VITAL, 2012). Ainda mais em se tratando do contexto
digital. Afinal, a velocidade e a quantidade de informações compartilhadas se multiplicou
exponencialmente. Dentro dessa perspectiva, Dziekaniak (2010, p. 46) destaca duas revoluções:
a documentária, processo pelo qual passou e passa a comunidade científica mundial, através
da expressividade crescente da publicação de documentos, principalmente através dos
periódicos e, principalmente a revolução tecnológica, focalizada no âmbito das tecnologias
da informação e comunicação fornecendo aparato tecnológico para a produção e
disseminação da informação.

Apesar disso, Pontes e Lima (2012, p. 19-20) explicitam que:
aparentemente, as teorias e técnicas desenvolvidas pela biblioteconomia, ao longo dos anos,
não vêm sendo amplamente aplicadas e ou adaptadas para o contexto das bibliotecas
digitais. Isso ocorre, principalmente, no que diz respeito ao uso de estruturas de
representação e organização do conhecimento.

Dessa forma, é extremamente importante explorar as prerrogativas de organização da
informação no contexto digital. Nesse ponto, a compreensão das estruturas empregadas nessa
finalidade é crucial. Assim como perscrutar as técnicas e métodos empregados na ordenação de
estoques informacionais em meio físico, passíveis de utilização no arranjo de acervos dispostos em
ambiências digitais. Principalmente considerando que “já se concebe a convergência do impresso
para o eletrônico, bem como o documento nato-digital (que já nasce no formato digital)”
(DZIEKANIAK, 2010, p. 46).
Nesse sentido, para além dos tradicionais sistemas de classificação, política de indexação,
tesauros e norma de resumo, comumente empregados para instrumentalizar o macroprocesso de
tratamento temático da informação, na forma dos processos técnico-intelectuais de classificação,
indexação e elaboração de resumo, instrumentos de outra ordem, como taxonomias e ontologias,
também têm agido em prol da organização da informação digital.
No entorno digital, a taxonomia corporifica-se como novo mecanismo de consulta,
juntamente com as ferramentas de busca (CAMPOS; GOMES, 2007), visando assim ordenar os
termos para organização categórica da informação (SANTOS, 2018), da mais genérica para a mais

�específica, de forma que a estrutura hierárquica é uma das formas mais comuns de caracterizá-la
(VITAL; CAFÉ, 2007).
2.1 TAXONOMIAS EM PORTAIS INSTITUCIONAIS

A evolução tecnológica passa a demandar meios automatizados para filtragem da informação
(VITAL, 2012). Afinal, “novos suportes e ferramentas proporcionaram, não somente um aumento
exponencial da informação registrada em suportes analógicos e digitais, como também, seu fluxo e
alcance tornaram-se inimagináveis” (MENDES; BENTES PINTO, 2019, p. 36).
Buscando gerenciar a grande massa informacional na web criam-se os portais institucionais na
Internet (VITAL, 2012), que surgem como uma forma de reunião das informações em um mesmo
ambiente (VITAL; CAFÉ, 2007). Nestes, uma prática sistematizada de organização e distribuição
ordenada dos conteúdos é exigida, como forma de estabelecer uma navegação direcionada e propícia
ao acesso lógico dos conjuntos de informação armazenados.
Deve-se considerar a evolução dos portais institucionais para prover conteúdos específicos a
usuários definidos, contexto no qual a categorização da informação torna-se importante para a
organização (VITAL, 2012). Nesse ponto, a taxonomia tem muito a contribuir, na medida em que
permite alocar informações de forma lógica (CAMPOS; GOMES, 2007). No ambiente digital, a
taxonomia relaciona-se à forma automatizada de criação da informação (AQUINO; CARLAN;
BRÄSCHER, 2009), ganhando importância com o avanço do sistema web (MENDES; BENTES
PINTO, 2019).
Taxonomia é, de modo geral, a ciência da identificação (BICUDO, 2004). Oriunda de um dos
ramos da Biologia (AQUINO; CARLAN; BRÄSCHER, 2009; MENDES; BENTES PINTO, 2019), a
taxonomia surge como “ciência das leis da classificação de formas vivas” (CAMPOS; GOMES, 2007,
não paginado) e, portanto, enquanto sistema dicotômico de classificação de espécies (GOMES, 2014).
Ademais, a taxonomia remonta à evolução humana e à necessidade do homem de classificar e
nomear (MENDES; BENTES PINTO, 2019). Por definição, é uma classificação sistemática
(CAMPOS; GOMES, 2007), que define classes de objetos e suas relações (ROBREDO, 2010). Nesse
sentido, a taxonomia pode ser vista como um elemento da arquitetura da informação, pertencente ao
sistema de acesso e navegação (GOMES, 2014), adotado para servir à organização e recuperação de
informações (AQUINO; CARLAN; BRÄSCHER, 2009).
A taxonomia, nesse âmbito, fornece uma lista estruturada de termos de um dado domínio
(CAMPOS; GOMES, 2007), permitindo a navegação e localização das informações. Ainda assim, é

�importante que a taxonomia reflita a necessidade dos clientes, a partir de categorias funcionais
(GOMES, 2014).
Geralmente desenvolve-se a taxonomia a partir da segmentação do universo. Categorias são,
então, ordenadas hierarquicamente e, a partir disso, definem-se os níveis das subcategorias (PONTES;
LIMA, 2012). No caso dos websites, verificam-se, comumente, menus e submenus nos quais os
rótulos de assunto são distribuídos. A partir da navegação por essas estruturas, o usuário acessa os
conjuntos informacionais ali dispostos.

3 METODOLOGIA

A pesquisa é descritiva de natureza quantitativa, com emprego da técnica de observação
sistemática para coleta dos dados. A prospecção foi realizada mediante acesso aos portais
institucionais das bibliotecas universitárias brasileiras, com a concomitante navegação individualizada
sobre os menus principais de cada página.
Diante do universo de instituições, a investigação contemplou especificamente, como amostra,
bibliotecas de universidades públicas federais, localizadas nas capitais do Brasil. Obteve-se, a partir
desse recorte, o número de 28 universidades – considerando a existência de duas no Rio de Janeiro –
sendo: 7 no Norte do país; 9 no Nordeste; 4 no Centro-Oeste; 5 no Sudeste; e 3 no Sul. A restrição do
escopo analítico se deve à simples convenção da pesquisa de mapear bibliotecas universitárias em
pontos estrategicamente dispostos, de modo que não incluiu universidades federais fora das 26
capitais brasileiras e do Distrito Federal.
Durante a prospecção analítica das taxonomias presentes nos menus principais dos sites,
alguns aspectos foram constatados. Antes de mais nada, ressalta-se a dificuldade de encontrar certos
websites e, posteriormente, de definir o menu principal em alguns deles. Isso em função da
estruturação do portal e da forma de disposição dos conteúdos, desestruturada e um tanto confusa.
Finalmente, os elementos observados e analisados na estrutura taxonômica dos menus
principais, durante a observação sistemática nos sites de bibliotecas universitárias, foram: a
quantidade total de rótulos de assunto na taxonomia; o número de rótulos com e sem derivação, ou
seja, submenus; o total de níveis hierárquicos presentes na taxonomia; e, o quantitativo de termos
simples, compostos, no singular, no plural, na forma de siglas e de palavras estrangeiras, na estrutura.

�A planilha do Excel serviu à finalidade de registro dos dados prospectados mediante
navegação nos portais institucionais das bibliotecas universitárias. Posteriormente, apoiou a
sistematização dos dados e a constituição de tabelas e gráficos demonstrativos dos resultados obtidos.

4 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

Em função das variadas estruturas de portais institucionais de bibliotecas universitárias
observou-se, em um primeiro momento, de qual categoria de website se tratava. Constatou-se haver
uma maior parcela de sites de Sistemas de Bibliotecas (SIBI). Ainda assim, houve uma expressiva
quantidade de portais de Bibliotecas Centrais (BC), como segue:
Gráfico 1 – Tipo de portal.

SIBI

46,4%
53,5%

BC

Fonte: dados da pesquisa (2020).

É possível depreender, do Gráfico 1, que os portais institucionais estudados são, em sua
maioria, representados a partir da estrutura de um sistema de bibliotecas. Mas, não se trata de uma
lógica exclusiva e única, considerando aqueles que se apresentam mediante sua biblioteca central.
Entretanto, deve-se ressaltar que, por reunirem informações em um mesmo ambiente, os portais
institucionais (VITAL; CAFÉ, 2007) precisam ser cuidadosamente arranjados e ordenados, de modo
que sua composição fique, também, bastante clara.
Fazendo um paralelo com as estruturas de representação e organização do conhecimento e a
aplicação das técnicas biblioteconômicas nesse entorno, como expresso por Pontes e Lima (2012),
tem-se uma demanda inicial e urgente para as bibliotecas universitárias, de busca pela unicidade
estrutural em seus portais na forma como são dispostos e apresentados para o público acadêmico.
Especialmente por ser este, bastante diverso e passível, portanto, de distintas assimilações.

�Em seguida, o foco da pesquisa foi sobre os menus principais propriamente ditos, contidos em
cada portal institucional. Nestes, verificou-se a quantidade de rótulos de assunto, aqueles com e sem
derivação presentes na estrutura taxonômica, assim como o número de níveis hierárquicos existentes,
de acordo com a tabela a seguir:
Tabela 1 – Formato dos rótulos de assunto.
UNIVERSIDADES

QUANTIDADE DE
RÓTULOS
UFG
5
UFMS
9
UFMT
7
UnB
8
UFAL
6
UFBA
7
UFC
19
UFMA
4
UFPB
2
UFPE
13
UFPI
4
UFRN
6
UFS
15
UFAC
2
UFAM
10
UFPA
7
UFRR
8
UFT
2
UNIFAP
15
UNIR
7
UFES
23
UFMG
14
UFRJ
7
UNIFESP
5
UNIRIO
6
UFPR
4
UFRGS
6
UFSC
8
Fonte: dados da pesquisa (2020).

RÓTULOS COM
DERIVAÇÕES
5
0
5
5
4
4
0
4
2
0
4
0
5
0
4
6
0
2
0
7
11
4
3
3
4
3
5
0

RÓTULOS SEM
DERIVAÇÕES
0
9
2
3
2
3
19
0
0
13
0
6
10
2
6
1
8
0
15
0
12
10
4
2
2
1
1
8

NÍVEIS
HIERÁRQUICOS
4
1
2
3
4
2
1
2
2
1
2
1
2
1
4
3
1
2
1
3
3
3
3
3
2
3
2
1

Conforme apresenta a Tabela 1, a grande maioria dos portais – 5 de um total de 28 – possui 7
rótulos de assunto no menu principal. Outros 4 trazem 6 rótulos na estrutura taxonômica. Dessa
forma, priorizam taxonomias com quantitativo razoável para divisão e ordenação de informações no
ambiente digital das bibliotecas universitárias. Sendo a categorização importante para a organização
(VITAL, 2012), o contexto investigado atende, em certa medida, a esse aspecto.
Ainda assim, alguns websites optam por utilizar uma quantidade um tanto pequena com, por
exemplo, 2 rótulos apenas; ou bastante elevada, como é o caso daqueles que trazem 13, 14, 15, 19 e

�até 23 rótulos de assunto. Exemplos esses que pecam pela forma reducionista ou extremamente ampla
de suas taxonomias.
Assim, ao expressarem de forma bastante sintética e direta os rótulos de assunto no menu, as
bibliotecas dificultam a assimilação das informações contidas em seu portal. Empregando, por sua
vez, uma enormidade de categorias temáticas na estrutura, praticamente sem divisões hierárquicas,
tornam a navegação mais conturbada na página, demandando até mesmo rolagem para visualização
completa do extenso menu disponibilizado ao usuário. De modo que, sendo a taxonomia um novo
mecanismo de consulta (CAMPOS; GOMES, 2007), é crucial que seja devidamente planejada e
estruturada, sem carecer ou exceder as possibilidades de busca, lembrando que é, também, uma forma
de qualificação (MENDES; BENTES PINTO, 2019).
Com relação às derivações na taxonomia, ou seja, aos submenus originados a partir dos
tópicos centrais e, portanto, a eles vinculados hierarquicamente, perfazem o total de 90 rótulos.
Numericamente, predominam aqueles sem derivações, em um total de 139. Nesse ponto, há que se
lembrar que a estrutura de conceitos deve ser dada até para que o usuário aprenda com ela (CAMPOS;
GOMES, 2007). Sendo, pois, mais enxuta e sem divisões hierárquicas, estará induzindo a uma
navegação linear no menu e sem lista hierárquica de rótulos com possíveis subtemas.
Correlacionando com os dados supramencionados, observa-se nos portais que apresentam
grande quantidade de rótulos de assunto, uma grande parcela sem derivação hierárquica na forma de
submenus. Já entre os que apresentam 7 ou 6 rótulos, a maioria traz derivações, abarcando assim,
muitos assuntos subordinados na estrutura, ou seja, vinculados ao tópico maior. Logo, a estrutura
hierárquica, tão comum nas taxonomias (VITAL; CAFÉ, 2007), é vista de forma prática naqueles
websites de biblioteca que apresentam número médio de rótulos de assunto. Quanto mais rótulos,
menos derivações indicativas de subtemas.
Já o número de níveis hierárquicos predominante é de dois, em cada taxonomia, o que foi
constatado em 9 portais institucionais. Em outros 8, surgem 3 níveis ao todo e somente em 3, há 4
níveis. A navegação é, portanto, um tanto abreviada nessas estruturas. O usuário acessa o rótulo
central do menu e tem como opção, uma, duas, três ou no máximo quatro divisões na hierarquia de
tópicos de assunto. Esse sistema de acesso e navegação (GOMES, 2014) que é a taxonomia, se
configura, nos sites das bibliotecas investigadas, com pequenos níveis de subcategorias (PONTES;
LIMA, 2012).

�Partindo, a seguir, para a forma de composição dos rótulos, verificou-se a existência de termos
simples e compostos, no singular e no plural, com a utilização de siglas ou de termos estrangeiros,
como demonstrado na tabela abaixo:
Tabela 2 – Forma de composição dos rótulos de assunto.
UNIVERSIDADES

TERMOS
SIMPLES

UFG
4
UFMS
7
UFMT
2
UnB
3
UFAL
2
UFBA
3
UFC
3
UFMA
3
UFPB
1
UFPE
3
UFPI
4
UFRN
6
UFS
7
UFAC
1
UFAM
8
UFPA
7
UFRR
2
UFT
1
UNIFAP
8
UNIR
2
UFES
5
UFMG
4
UFRJ
3
UNIFESP
5
UNIRIO
4
UFPR
0
UFRGS
6
UFSC
3
Fonte: dados da pesquisa (2020).

TERMOS
COMPOSTOS
1
2
5
5
4
4
17
1
1
10
0
0
8
1
2
0
6
1
7
5
18
10
4
0
2
4
0
5

TERMOS
NO
SINGULAR
1
2
2
5
2
4
5
2
2
4
1
4
7
1
4
2
3
2
10
4
10
2
3
4
3
3
3
4

TERMOS
NO
PLURAL
4
7
5
3
4
3
14
2
0
9
3
2
8
1
6
5
5
0
5
3
13
12
4
1
3
1
3
4

TERMOS
ESTRANGEIROS

SIGLAS

0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
2
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0

0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
1
0
0
0
0
0
0
1
0
0

Conforme mostra a Tabela 2, os portais das bibliotecas universitárias priorizam rótulos
compostos em suas taxonomias, ou seja, com dois ou mais radicais, na forma plural e empregando
poucas siglas ou termos estrangeiros. Aspecto esse que pode refletir a preocupação das instituições
em empregar categorias funcionais (GOMES, 2014) e, portanto, mais compreensíveis pelo usuário do
site. Ademais, como ferramenta de organização intelectual (CAMPOS; GOMES, 2007), a taxonomia
deve procurar ser o mais intuitiva possível, para fazer sentido a quem a utiliza.
O fato de haver pouco uso de siglas nas estruturas taxonômicas dos sites, viabiliza uma
compreensão mais assertiva das informações ordenadas sob os rótulos. Isso para a comunidade

�acadêmica interna e também para usuários externos à universidade. Afinal, os portais disponibilizam
conteúdos específicos para usuários definidos (VITAL, 2012). Trata-se, contudo, de uma estrutura
aberta e pública, na qual podem navegar muitas outras pessoas, não necessariamente conhecedoras
desse entorno acadêmico.
Acerca dos rótulos de assunto mais utilizados e, portanto, mais presentes nas taxonomias,
constatou-se que:
Tabela 3 – Rótulos de assunto nas taxonomias.
TERMOS
Acervo
Acervos
Acervos Digitais
Acervos especiais
Acesso a informação
Acesso ao CAPES
Acesso Rápido
Auditório
Agenda do Auditório
Agenda de Treinamentos
Ajuda
Aquisições
Aquisição e doação
BDTD – Biblioteca digital de Teses e Dissertações
Biblioteca digital de Teses e Dissertações – BDTD
Bases de Dados
Bases de Dados Online
Biblioteca
Biblioteca Acessível
Biblioteca Central
Biblioteca Digital
Biblioteca na quarentena
Bibliotecas
Bibliotecas do SIBI
Bibliotecas Setoriais
Bibliotecas do Sistema
Bibliotecas UFPS
Bibliotecas UFMS
Capacitação
Capacitações
Catálogo
Calendário BU 2020
Calendário de Treinamentos
Cargos Comissionados
Conteúdo digital
Contatos
Contato
Consulta do Acervo
Consulte o acervo
Consulta ao catálogo

CENTROOESTE
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
1
0
0
0
1
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0

NORTE

NORDESTE

SUDESTE

SUL

0
0
0
0
1
0
0
0
1
1
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0

2
0
1
0
0
1
1
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0
2
1
1
0
0
3
1
0
1
1
0
0
0
2
1
1
1
1
0
1
1
0
0

2
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
0
0
0
0
0
1
2
0
0
2
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1

0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0

�Conheça a BU
Conheça as Bibliotecas
Como chegar
Cursos
Downloads
Documentos
Documentos Importantes
Documentos e Formulários
Dúvidas
Dúvidas frequentes
E-BOOKS/Base de Dados
E-BOOKS (livros eletrônicos)
Edital
Equipe
Espaços da BC
Endereços e Telefones
Exposições
Fale Conosco
Ferramentas
Ferramentas de Pesquisa
Ficha Catalográfica
Ficha Catalográfica (CIP)
Formulários
Fotos
Fontes de Informação
Home
Horário de funcionamento das bibliotecas
Início
Inicial
Indicadores
Informações
Informações Importantes
Informações Gerais e Contatos
Institucional
Inscrições
Inscrições bolsistas/acompanhamento online
Legislação
Links
Links úteis
Mapa do Sítio
Mapa do Site
Manuais e Publicações
Meu PERGAMUM
Memorial Denis Bernardes
Minha Conta
Normas Técnicas
Normas e Produtos
Normas e procedimentos
Notícias
Novas aquisições
Novas aquisições bibliográficas
O SIBI
Orientação para pagamento de multa
Outros Links
Pagamento de multas

0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
1
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0

0
1
0
0
1
1
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
1
0
0
1
0
1
1
0
1
0
2
1
1
0
0
0
1
0
0
0
1
1
0
0
0
0
0
0
0
1
0
3
0
0
0
0
0
0

0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
1
0
0
0
1
1
0
1
0
1
0
0
1
0
0
1
0
2
0
0
0
1
1
2
1
‘1
1
1
1
1
0
0
1
1
0
0
0
0
4
1
1
0
1
0
1

0
0
1
0
1
0
1
0
0
1
0
1
0
0
0
0
1
3
0
0
0
1
0
0
0
0
1
3
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
0
0
0
2
0
0
1
0
1
1

1
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0

�Página Inicial
Pesquisa
Perguntas Frequentes
Periódicos UFMG
Periódicos
Portal de Periódicos
Portal de periódicos CAPES
Periódicos e plataformas digitais
Produtos
Produtos e Serviços
POP
Publicações
Publicações BU
Quarentena
Quarentena com a Biblioteca
Rede sem fio – EDUROAM
Regulamentos e Políticas
Reserva auditório
Resoluções
Repositório Digital Institucional UFPR
Repositórios da UFMT
Repositórios UFRR
Repositório institucional (RIUFES)
Redes Sociais
SIBI/UFAL
SIBI UFPR
Sobre
Sobre o SIBI
Sobre a BCE
Sobre a BU
Sobre o sistema
Serviços
Serviços e Produtos
Sistemas
Sites de Pesquisa
SISTEBIB
SISBIB
Treinamentos
Tutoriais
Termo de autorização
Termo de Doação de material informacional
Vídeos
Fonte: dados da pesquisa (2020).

1
0
0
0
0
0
1
0
1
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0

0
0
0
0
1
0
0
1
2
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
0
1
0
0
0
0
2
0
0
1
1
1
0
0
1
0
0

0
0
3
0
0
1
0
0
0
1
0
1
0
0
1
0
1
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
1
0
1
0
4
1
1
0
0
0
0
0
0
1
0

0
0
2
1
0
0
0
0
0
2
0
1
1
0
0
1
0
1
1
0
0
0
1
0
0
0
1
1
0
0
1
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1

0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0

Como explicita a Tabela 3, são muito presentes os rótulos: “acervo”, “bibliotecas” e
“serviços” (vide Figura 1). Estes aparecem no singular e no plural. Alguns apresentam variantes na
forma dos radicais, tanto simples quanto compostos. É o caso de “bibliotecas”, “bibliotecas do SIBI”,
“bibliotecas do sistema” e “bibliotecas setoriais”, por exemplo, que representam modos distintos de
designar a instituição e o sistema do qual faz parte. O aspecto organizacional, portanto, é bem
representado nas taxonomias.

�Avizinha-se o atributo institucional também em outros tipos de rótulos. É o caso de: “sobre”,
“sobre a BCE”, “sobre a BU”, “sobre o SIBI” e “sobre o sistema”. E também, “SIBI/UFAL”, “SIBI
UFPR”, “SISTEBIB” e “SISBIB”.
Deve-se ressaltar, ainda, que alguns rótulos contemplados no escopo de “serviços”, insurgem
como tópicos individuais na estrutura dos menus. É o caso de “bases de dados” e “catálogos”. Além
destes, há alguns que aparecem em menor quantidade, como: “publicações”, “rede sem fio”, “reserva
auditório” e “treinamentos”. Isso demonstra o cuidado da biblioteca em tornar evidente elementos
centrais resultantes de seus esforços diários.
Figura 1 – Nuvem de tags dos rótulos mais presentes nas taxonomias.

Fonte: dados da pesquisa (2020).

Também aparecem bastante os rótulos: “institucional”, “notícias” e “perguntas frequentes”.
Nessa medida, as taxonomias de biblioteca universitária acabam por priorizar aspectos que informam
e esclarecem sobre a estrutura da unidade, de seu funcionamento e de suas atividades.

5 CONCLUSÕES

A pesquisa buscou analisar a forma de composição dos rótulos de assunto nos menus
principais dos portais de bibliotecas universitárias brasileiras. Constatou-se que estes aparecem em
uma média de 7 ou 6 rótulos, majoritariamente sem derivações, a partir de dois, três ou quatro níveis
hierárquicos na estrutura, apresentando-se essencialmente na forma de termos compostos, no plural e
com pequena parcela de siglas e palavras estrangeiras.
A organização da informação digital, em contexto universitário, se estabelece prioritariamente
a partir de rótulos de designação institucional e utilitária, isto é, com demarcações de aspectos da

�estrutura e de serviços das bibliotecas. Aspecto indicativo da necessidade de outros desdobramentos
temáticos, que contemplem a enormidade de funções da biblioteca universitária.
Estudos futuros podem se dedicar à prospecção sobre taxonomias existentes em outros pontos
dos sites que não exclusivamente o menu principal. Além disso, podem estabelecer-se a partir de
outros pontos analítico-interpretativos, que não somente a forma de composição dos rótulos, mas
também, o tipo de informação congregada em cada um deles e a categorização observada em cada
propósito organizativo.
REFERÊNCIAS
AQUINO, Idalécio J.; CARLAN, Eliana; BRÄSCHER, Marisa. Princípios classificatórios para a
construção de taxonomias. PontodeAcesso, Salvador, v. 3, n. 3, p. 196-215, dez. 2009.
BENTES PINTO, Virgínia. Uma mirada sobre a representação kantiana e sua contribuição para a
representação indexal. In: ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar Carneiro de; MARTINS,
Gracy Kelli; MOTA, Denysson Axel Ribeiro (org.). Organização e representação da informação
e do conhecimento: intersecções teórico-sociais. João Pessoa: Editora UFPB, 2019. p. 147-158.
BICUDO, Carlos E. de M. Taxonomia. Biota Neotropica, Campinas, v. 4, n. 1, 2004.
CAMPOS, Maria Luiza de Almeida; GOMES, Hagar Espanha. Taxonomia e classificação: a
categorização como princípio. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA
INFORMAÇÃO, 8., 2007. Anais [...]. Salvador: UFBA, 2007.
DZIEKANIAK, Gisele. A organização da informação e a comunicação científica: implicações para
os profissionais e usuários da informação. Em Questão, Porto Alegre, v. 16, n. 1, p. 45-59, jan./jun.
2010.
GOMES, Hagar Espanha. Taxonomia e a web, construção e uso. 2014. Disponível em:
&lt;http://www.conexaorio.com/biti/taxonomianaweb.pdf&gt;. Acesso em: 02 dez. 2020.
GUIMARÃES, José Augusto Chaves. Abordagens teóricas de tratamento temático da informação
(TTI): catalogação de assunto, indexação e análise documental. Ibersid, Zaragoza, v. 3, p. 105-117,
2009.
MENDES, Irlana; BENTES PINTO, Virgínia. Taxonomia nas áreas da Biblioteconomia e da
Ciência da Informação: uma revisão sistemática. Páginas a&amp;b, Porto, s. 3, n. 12, p. 36-47, 2019.
PONTES, Flavio Vieira; LIMA, Gercina Ângela Borém de Oliveira. A organização do
conhecimento em ambientes digitais: aplicação da teoria da classificação facetada. Perspectivas em
Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 17, n. 4, p. 18-40, out./dez. 2012.
ROBREDO, Jaime. Ciência da informação e Web semântica: linhas convergentes ou linhas
paralelas? In: ROBREDO, Jaime; BRÄSCHER, Marisa (org.). Passeios pelo bosque da

�informação: estudos sobre representação e organização da informação e do conhecimento. Brasília:
IBICT, 2010. p. 12-47.
SANTOS, Thais Helen do Nascimento. A taxonomia e a folksonomia na representação da
informação de fotografias. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 23, n. 1, p.
89-103, jan./mar. 2018.
VITAL, Luciane Paula. Taxonomia como elemento estruturante em portais corporativos. Revista
Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 9, n. 2, p. 25-40, jan./jun.
2012.
VITAL, Luciane Paula; CAFÉ, Ligia Maria Arruda. Práticas de elaboração de taxonomias: análise e
recomendações. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA
INFORMAÇÃO, 8., 2007. Anais [...]. Salvador: PPGCI/UFBA, 2007.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="63">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71376">
                <text>SNBU - Edição: 21 - Ano: 2020 (UFG - Goiânia/GO)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71377">
                <text>&#13;
Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71378">
                <text>Tema: Biblioteca universitária: tradição, práticas e inovações</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71379">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71380">
                <text>UFG</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71381">
                <text>pt</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71382">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71383">
                <text>Goiânia (Goiás)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77012">
              <text>Taxonomias em portais de bibliotecas universitárias: uma análise da composição dos rótulos de assunto nos menus principais.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77013">
              <text>Oliveira , Yasmin Pereira de, Oliveira, Lais Pereira de </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77014">
              <text>Goiânia (Goiás)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77015">
              <text>UFG</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77016">
              <text>2020</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77017">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77018">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="77019">
              <text>Aborda as taxonomias no contexto de websites institucionais. Objetiva analisar a forma de composição dos rótulos de assunto nos menus principais dos portais de bibliotecas universitárias brasileiras. Adota literatura em Biblioteconomia e Ciência da Informação acerca do assunto, na forma de artigos de periódicos, anais de eventos e capítulos de livro. Metodologicamente constitui estudo descritivo de natureza quantitativa. Utiliza a técnica de observação sistemática para coleta dos dados, desenvolvida mediante navegação individualizada em cada portal de biblioteca. Os resultados demonstram que as taxonomias se estabelecem a partir de 7 ou 6 rótulos, a grande maioria deles sem derivações, com dois, três ou quatro níveis hierárquicos na estrutura, na forma de termos compostos, no plural e com pequeno número de siglas e palavras estrangeiras. Conclui-se que a organização da informação digital em bibliotecas universitárias é feita prioritariamente a partir de rótulos de designação institucional e utilitária, demarcando aspectos da estrutura e de serviços dessas unidades.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
