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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

USO DE FERRAMENTAS COLABORATIVAS EM TRABALHO COLETIVO
Célia Regina Inoue
Cristina Marchetti Maia
Silvia Nathaly Yassuda
Ana Paula Rímoli Oliveira
Vânia Aparecida Marques Favato
João Josué Barbosa
Terezinha Cristina Baldo Vernaschi
Maria Irani Coito Laura
Odette Dorta Jardim
Micheli Antonia Oshima
RESUMO
Este trabalho traz a experiência do Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais da
Universidade Estadual Paulista na utilização de ferramentas de tecnologias de informação e
comunicação (TICs) para o atendimento às suas finalidades e construção do conhecimento
num ambiente virtual, usando ferramentas colaborativas disponíveis na Web 2.0. Aborda o
aprendizado no decorrer do processo, o desenvolvimento das competências e a criação deste
trabalho diante da limitação dos recursos financeiros. Dentre as ferramentas utilizadas
destacam-se o uso do Skype, Videoconferência, E-mail, Google Drive e Facebook, que
possibilitaram uma maior interação de comunicação entre os membros. Os resultados foram
satisfatórios, possibilitando melhor aprendizado no uso das tecnologias, encurtando
distâncias, reduzindo custos e trabalho em equipe em tempo real.
Palavras-chave: Tecnologia da informação e comunicação; Trabalho coletivo; Ambiente
virtual; Ferramenta colaborativa.

ABSTRACT
This paper describes the practice of Universidade Estadual Paulista’s Group of Studies on
Documental Technical Standards using Technologies of Information and Communication
tools to meet its purposes and to build knowledge in a collaborative virtual environment. It
refers to the learning during the process, the development of skills and its own creation before
the limited budget resources. The used tools were: Skype, Video Conference, E-mail, Google
Drive and Facebook that enabled greater interaction among the group members. The results
were satisfactory as there was better learning in the use of technologies of information and
communication taking advantage of its many benefits.
Keywords: Technology of Information and Communication; Collaborative Work; Virtual
Environment; Collaborative Tools.

4637

�1 Introdução

O presente trabalho, fruto de uma equipe, foi elaborado utilizando as tecnologias de
informação e comunicação (TICs) e ferramentas colaborativas que armazenam informações
para visualização e interação em grupo, com objetivo de apresentar a experiência de um
trabalho coletivo com o uso da Web 2.0. A aplicabilidade destas ferramentas viabiliza o
trabalho a distância entre os membros do Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais
da Universidade Estadual Paulista (Unesp), destacando a organização do trabalho e as ações
que têm sido desenvolvidas pelo grupo.
Considerando a evolução tecnológica e a dispersão dos membros do grupo em
diferentes cidades, algumas delas bem distantes entre si, buscou-se uma solução
contemporânea em sua forma tradicional de organização do trabalho, criando um ambiente
virtual favorável para a dinâmica de trabalho em equipe, trazendo agilidade na comunicação e
respostas, baixo custo, superando as barreiras físicas e financeiras da instituição.
As tecnologias de informação e comunicação (TICs) estão inseridas atualmente no
contexto das bibliotecas universitárias brasileiras, como consequência do avanço tecnológico
e democratização no acesso às tecnologias. Dentre as vantagens do ambiente virtual estão a
facilidade na comunicação e o compartilhamento de informações, viabilizando a criação de
conteúdo, transpondo as fronteiras físicas (DIAS; BELLUZO, 2003).
Os recursos da Web 2.0 proporcionam um ambiente de interação em que o usuário,
além de ser instruído a construir seu próprio conhecimento, torna-se produtor e consumidor de
conteúdos interativos. Este novo perfil de usuário tem incorporado as tecnologias multimídias
baseadas em Web aos serviços de bibliotecas, que, ao utilizar os recursos da Web 2.0 ficaram
conhecidos como Biblioteca 2.0 (MANESS, 2007).
Como resultado da explosão e crescente aumento no uso de tais recursos, de acordo
com Silva e Lopes (2011), os computadores e a internet deixaram de ser uma tecnologia de
processamento da informação para se transformar em instrumento de aprendizagem,
comunicação e colaboração. Cada usuário pode ser, ao mesmo tempo, emissor e produtor de
mensagens num processo de comunicação em ambiente virtual, compartilhando com outros
indivíduos os mesmos interesses e necessidades.
A interação do grupo é realizada através de ambiente virtual, com auxílio das TICs e
ferramentas colaborativas disponíveis para este fim: E-mail, Skype, Google Drive, Facebook e
Videoconferência.

4638

�A Rede de Bibliotecas da Unesp é constituída por 34 Bibliotecas, distribuídas em 24
cidades do interior paulista e é tecnicamente subordinada à Coordenadoria Geral de
Bibliotecas (CGB). Sua estrutura organizacional fundamenta-se no tripé ensino, pesquisa e
extensão, sendo uma de suas atribuições oferecer subsídio e suporte técnico para todas as
bibliotecas da rede. O sistema de gestão constitui-se por grupos de trabalhos temáticos para
discussão e elaboração de ações visando suprir as necessidades informacionais da Rede.
Atualmente são seis grupos de trabalho: Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais,
Grupo de Estudo da Produção Científica, Grupo de Acessibilidade, Grupo de Catalogação,
Grupo de Competência Informacional e Grupo de Estudo de Terminologia.
O grupo de Normas Técnicas Documentais é constituído por 10 bibliotecários de
diferentes unidades universitárias, localizadas nas seguintes cidades: Araçatuba, Araraquara,
Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Ilha Solteira, Marília, Presidente Prudente e Rio Claro.
As reuniões presenciais foram substituídas por videoconferências estimuladas pela
universidade com suporte e facilidade nos agendamentos, disponibilização de salas próprias,
adequadas e padronizadas. A utilização das redes sociais como ferramenta de comunicação
agiliza as discussões e cada membro utiliza o suporte que está disponível, seja celular, tablets,
computadores etc.
Os documentos em análise são discutidos, construídos, avaliados e disponibilizados
em arquivos nas nuvens e elaborados com a participação de todos. O grupo tem atualmente
dentro de seu planejamento, uma importante meta que é a atualização do trabalho
“Normalização Documentária para a Produção Científica da Unesp: normas para apresentação
de referências segundo a NBR 6023:2002 da ABNT”, que resultará num produto que
atenderá a todas as bibliotecas da universidade, o qual está sendo elaborado coletivamente
num arquivo virtual. A evolução dos trabalhos é visível para todos os membros a qualquer
momento ou necessidade. O atendimento do grupo à rede de bibliotecas da Unesp é realizado,
majoritariamente, à distância em ambiente virtual, com auxílio das ferramentas disponíveis
para este fim, quais sejam: e-mail e Skype.
As ferramentas colaborativas utilizadas serão caracterizadas, destacando-se sua
importância na execução das tarefas, elaboração de materiais, reuniões e atendimento às
dúvidas das bibliotecas da Unesp, bem como as vantagens e as facilidades que elas
proporcionam.
Justifica-se a elaboração deste trabalho, tendo em vista que esta prática é adotada por
outras instituições, entre pesquisadores na comunidade científica, inclusive pelos outros
grupos de estudo da rede de bibliotecas da Unesp. No entanto, o diferencial está na dinâmica

4639

�desenvolvida pelo Grupo de Normas Técnicas Documentais, pois apesar da grande quantidade
de recursos tecnológicos disponíveis, o grande desafio foi a escolha e o aprendizado das
ferramentas adequadas para o desenvolvimento de uma metodologia de trabalho que suprisse
as necessidades do grupo, considerando os tipos de atividades que são desenvolvidas e as
formas de acesso às tecnologias.

2 Revisão de Literatura

Neste tópico, as ferramentas colaborativas serão contextualizadas dentro do ambiente
virtual, com uma abordagem para a Web 2.0, destacando-se a evolução das tecnologias de
informação e comunicação (TICs). O Grupo Técnico de Normas Documentais da Unesp será
caracterizado, assim como os membros do grupo, dentro das gerações Baby boomer, X e Y
com ênfase na manipulação das TICs para o trabalho coletivo do grupo.

2.1 Ferramentas colaborativas e Web 2.0 como forma de comunicação

As tecnologias de informação e comunicação (TICs) trouxeram grandes contribuições
para a sociedade. O uso das TICs influenciaram as formas de comunicação oral e escrita,
causando grandes impactos na sociedade, de acordo com Kenski (2010, p. 28) “[...] baseados
no uso da linguagem oral, da escrita e da síntese entre som, imagem e movimento, o processo
de produção e o uso desses meios compreendem tecnologias específicas de informação e
comunicação, as TICs.”.
Para Villas e Macedo-Soares (2008) a nomenclatura vem aos poucos entrando no
vocabulário dos profissionais das áreas usando-se o termo tecnologia da informação (TI) que
substitui o termo informática.
No âmbito educacional, as TICs propõem métodos de ensino e aprendizagem com o
uso de ferramentas digitais que contribuem para a otimização no processo comunicacional em
tempo real e com custos reduzidos; portanto essas tecnologias são hoje indispensáveis para o
compartilhamento de informação e conhecimento, como relata Schons, Ribeiro e Battisti
(2008, p. 7):
Como parte desse contexto, os ambientes utilizam dispositivos variados de
interface gráfica e recursos multimídia, possibilitando a formação de um espaço
para a reflexão coletiva, contribuindo para a criação de novos conhecimentos.
Tais ambientes, a partir de sua capacidade de interação e colaboração vieram
preencher uma lacuna existente na comunicação interpessoal entre os atores que
participam do processo de ensino e aprendizagem: professor, tutor e aluno.

4640

�Contrapondo o conceito de uma via de mão única, onde as informações são
propagadas apenas em um sentido (um para um ou um para muitos), a Web 2.0
determina um novo conceito, estabelecendo a comunicação de muitos para
muitos.

Nas organizações, as TICs possibilitam um maior conhecimento do ambiente externo e
interno, destacando-se em um mercado cada vez mais competitivo (PASSOS; SILVA, 2012).
Essas mudanças na forma de comunicação são consequências das evoluções tecnológicas que
a sociedade vivencia, nas quais o comportamento também sofre mudanças e o imediatismo se
torna evidente na vida das pessoas. Segundo Silva (2013, p. 72) as TICs podem ser vistas
como ferramentas que permitem e facilitam a interação entre as pessoas, “[...] ao mesmo
tempo em que as TICs são objetos de consumo são também ferramentas de trabalho que
modificam a relação do homem com a máquina e aceleram o processo de socialização das
inovações [...].”
Tais ferramentas são denominadas colaborativas, pois são recursos facilitadores
utilizados no ambiente virtual para criação de conteúdo coletivo e trocas de informações,
tornando-se um local de encontro entre as pessoas dentro das organizações. São realidades
distantes geograficamente e ao mesmo tempo próximas virtualmente, onde a produtividade e
a economia caminham juntas (CUNHA, 2003 apud SCHEINPFLUG; TOREZAN, 2005).
Desta forma, a internet se fortalece cada vez como meio de comunicação, possibilitando que
as pessoas trabalhem e construam conteúdos em conjunto, produzindo informações no
ciberespaco, e como consequência da evolução das TICs, surgem constantemente novas
ferramentas para a colaboração virtual.
Ferramentas colaborativas são softwares que auxiliam no desenvolvimento de
tarefas realizadas por um grupo, o qual busca, por meio do trabalho coletivo,
cumprir um projeto ou um objetivo em comum. A partir da produção coletiva
proporcionada por tais ferramentas, é possível compreender que novas formas
de cooperação, construção do conhecimento, inteligência coletiva e atividades
de colaboração podem ser potencializadas. (BRASIL, [201-?]).

Com o avanço tecnológico e com tanta rapidez na evolução das formas de
comunicação, os bibliotecários são constantemente bombardeados pela tecnologia, devendo,
portanto, conhecer e fazer uso dos recursos disponíveis, visando a inovação e aprimoramento
dos seus trabalhos. Além disso, de acordo com Belluzo (2010, p. 31), em razão do baixo custo
e fácil acesso, a Internet tem sido utilizada como infraestrutura, “[...] num novo ambiente
organizacional, fundamentalmente baseado no ambiente digital.” Desta forma as bibliotecas
têm se adaptado a evolução das ferramentas, criando e aprimorando novos serviços e formas

4641

�de trabalho sendo fundamental para isso que os bibliotecários estejam dispostos a enfrentar
novas experiências para ter o domínio das novas ferramentas, aproveitando as oportunidades
que surgem no mundo virtual.
Para os autores Zagari e Serra (2005, p. 155) “O indivíduo se articula com outros
indivíduos através da tecnologia, em comunidades virtuais de interesses específicos, repetindo
um modelo de sociabilidade já existente, que separa e agrega, agora numa dinâmica dominada
pela tecnologia das redes”.
As ferramentas colaborativas disponíveis na Web 2.0 permitem a criação de ambientes
com interação espaço-temporal possibilitando a troca de informação, conhecimento, com
flexibilidade e agilidade. Portanto, são ambientes onde os usuários são protagonistas e
criadores. O conceito de Web 2.0 surgiu em 2004, mais dinâmica e interativa, ocorrendo à
criação, seleção e troca de conteúdos em plataformas abertas. Os arquivos disponíveis nas
nuvens são acessíveis a qualquer momento e as atualizações ou alterações são realizadas
automaticamente; desta forma, a Web 2.0 pode ser entendida como uma consequência da
expansão da web de prática comunicativa para um espaço colaborativo, de interação e
participação comunitária (BLATTMAN; SILVA, 2007, p. 197).
Criar, participar e compartilhar são ações que o usuário da web 2.0 pode fazer
com a mesma facilidade com que pode comprar uma revista em uma livraria. A
interação é o novo lema da web e os sítios estão cada vez mais participativos,
deixando que a opinião do usuário decida o rumo a ser tomado pelos
administradores. (JESUS; CUNHA, 2012, p. 113).

A comunicação influenciada pela tecnologia tem características próprias e
diferenciadas, rompendo padrões e criando novas formas de se comunicar, de forma dinâmica
e inovadora:
A tecnologia digital rompe com as formas narrativas circulares e repetidas da
oralidade e com o encaminhamento contínuo e sequencial da escrita e se apresenta
como um fenômeno descontínuo, fragmentado e, ao mesmo tempo, dinâmico,
aberto e veloz. Deixa de lado a estrutura serial e hierárquica na articulação dos
conhecimentos e se abre para o estabelecimento de novas relações entre conteúdos,
espaços, tempos e pessoas diferentes. (KENSKI, 2010, p. 32).

A interatividade que a comunicação tecnológica trouxe, quebra barreiras geográficas
fazendo com que grupos que tenham interesses em comum troquem informações e se
comuniquem em tempo real:

4642

�[...] a comunicação mediada por computadores possibilita o diálogo em tempo
real, reunindo pessoas com os mesmos interesses em conversa interativa
multilateral, por escrito. Respostas adiadas pelo tempo podem ser superadas com
facilidade, pois as novas tecnologias de comunicação oferecem um sentido de
instantaneidade que derruba as barreiras temporais [...]. (CASTELLS, 2009, p.
553).

Portanto, o compartilhamento de informações com o uso de ferramentas
comunicacionais aliadas às tecnologias, trouxe um impacto positivo na sociedade, criando
novas formas de interação social em ambientes distintos com resultados promissores. O
ambiente virtual tornou-se também social, local este destinado à troca de informações e
geração de conhecimento, bem como um ambiente de aprendizagem no campo educacional.

2.2 Grupo de Normas Técnicas Documentais da Unesp

O Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais da Unesp foi criado em 2001,
constituído por doze bibliotecários das diversas áreas do conhecimento e tendo como
atribuição, analisar, padronizar, orientar, divulgar, atualizar e elaborar normas de
documentação da produção científica da Unesp, e, ainda, estabelecer intercâmbio com grupos
de trabalhos semelhantes de outras Instituições de Ensino Superior (IES) e com a Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
O grupo teve como primeiro trabalho a organização de uma publicação, com modelos
baseados na NBR 6023: 2002, a partir das demandas existentes detectadas pela rede de
bibliotecas. Esse trabalho foi realizado a partir de uma divisão de tarefas, e algumas reuniões
presenciais para discussão e deliberação do documento. Nesse primeiro trabalho, a
comunicação principal foi o correio eletrônico, além de telefones fixos.
Hoje o Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais da Unesp é constituído
por dez bibliotecários de diversas localidades e unidades e tem como responsabilidade o
atendimento às questões de normalização técnica de documentação, relacionadas às mais
variadas normas vigentes, com ênfase nas da ABNT, utilizadas pela comunidade acadêmica
da Unesp. Além disso, em conjunto com a CGB, o grupo é responsável por promover a
educação continuada do profissional bibliotecário da rede de bibliotecas da Unesp.
Nesses anos o trabalho do grupo foi evoluindo e alterando seus componentes, num
processo dinâmico, e, a partir do aparecimento das novas tecnologias de informação e
comunicação, foram sendo incorporadas novas formas de comunicação e dinâmicas de
trabalho, permitindo que cada membro possa ficar em sua sala ou escritório, sendo

4643

�desnecessário o deslocamento a grandes distâncias, gerando economia para a instituição, com
relação a transportes, diárias e tempo.

2.3 Uso de tecnologias pelas gerações baby boomer, X, Y e Z

As diferentes ferramentas foram paulatinamente incorporadas pelo grupo de trabalho,
composto por diversas gerações, majoritariamente pertencentes às gerações baby boomer, X,
alguns da Y e Z, que são descritas por Carvalho (2012).
Surgida após o fim da Segunda Guerra Mundial, a Geração Baby Boomer é constituída
por pessoas que se caracterizam por gostarem de um emprego fixo e estável. No trabalho,
valorizam o tempo de serviço, preferem ser reconhecidas pela sua experiência à sua
capacidade de inovação, se adaptam facilmente nos ambientes organizacionais e o ponto de
interesse é a competitividade e sucesso profissional.
A Geração X surge em meados da década de 60 estendendo-se até o final dos anos
1970; portanto, surge já fazendo uso dos recursos tecnológicos. No meio profissional a
Geração X é caracterizada atualmente por certas resistências em relação a tudo que é novo,
além de apresentar insegurança em perder o emprego para pessoas mais novas e com mais
energia. As pessoas da geração X são pragmáticas, sensatas e independentes.
A Geração Y surge na década de 80. Os indivíduos dessa geração presenciaram os
maiores avanços na tecnologia, possuem capacidade em fazer várias atividades ao mesmo
tempo, como ouvir música, navegar na internet, ler os e-mails. Vivem em busca de novas
tecnologias, estão sempre conectados, compartilham fotos e informações pessoais entre várias
outras que, em tese, não atrapalham os seus afazeres profissionais. A Geração Y está inserida
num contexto em que as distâncias foram diminuídas pelas novas tecnologias, como a internet
e a videoconferência. São ambiciosos, prezam o reconhecimento e a identificação de seu
talento e capacidade, além de desejarem rápida evolução na carreira.
A Geração Z, os nativos digitais , também conhecidos por Geração Digital, são grupos
de indivíduos nascidos a partir de 1991; na maioria, não imaginam sua existência sem
computador ou celular, desde cedo convivem com os mais diversos equipamentos eletrônicos,
pois já nasceram em rede.
O conhecimento do grupo foi se consolidando com o auxílio das gerações mais novas,
a geração Y e os nativos digitais, a geração Z, internos e externos ao grupo, corroborando
com Carvalho (2012, [p.1]).

4644

�[...] a empresa do futuro se apresentará como aquela que será capaz de
conciliar diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho, extraindo o
que cada profissional tem de melhor e equilibrando os potenciais individuais
em função do bem estar coletivo.

Algumas dificuldades foram superadas gradativamente pelas diversas gerações no uso
das ferramentas colaborativas.

3 Materiais e Métodos

A seguir são apresentadas as ferramentas colaborativas utilizadas no processo de
comunicação pelo Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais.
A primeira ferramenta utilizada foi a mais simples, fácil e já tradicional de se usar, o
correio eletrônico. O e-mail surgiu com o aparecimento da internet, foi criado por Ray
Tomlinson, um programador dos Estados Unidos em 1971 e significa electronic mail (correio
eletrônico) (KARASINSKI, 2009). Com o aumento na velocidade da internet e melhoria na
interface, o e-mail passou a ser utilizado também no trabalho, pois se tornou o meio mais ágil,
simples e de baixo custo para comunicação principalmente a longa distância. Originalmente
criado apenas para troca de mensagens, atualmente os e-mails possuem grande capacidade de
armazenamento de documentos, filtros e diversas funções que o complementam como editor
de texto, organização em pastas e chat.
Foi criado um endereço único institucional para o grupo em que, quando uma
mensagem é enviada, todos os membros recebem em seus endereços institucionais
individuais. Inicialmente foi utilizada esta ferramenta para detectar as demandas relativas a
normas técnicas documentais, tais como sugestões, dúvidas, questionamentos etc. O E-mail
ainda permanece como principal meio de comunicação entre os membros, bem como para
atendimento de dúvidas dos bibliotecários da rede de bibliotecas. A partir dessas questões
enviadas está sendo elaborada uma lista de perguntas frequentes, a Frequently Asked
Questions (FAQ) que serão disponibilizadas no site da CGB.
Na sequência do trabalho, foi elaborado um questionário utilizando-se a ferramenta
formulário do Google Drive. O Google Drive é um serviço de armazenamento de arquivos
que permite o acesso de qualquer lugar em diversos tipos de dispositivos eletrônicos,
permitindo a sincronização de arquivos do computador com a nuvem a partir do download do
Google Drive no dispositivo (GOOGLE, [2014?]). Os tipos de arquivos que podem ser
armazenados são os mais diversos, como documentos, folhas de cálculo e apresentações. O

4645

�Drive se destaca pela colaboração, pois permite o compartilhamento dos arquivos para grande
número de pessoas e a alteração dos documentos simultaneamente.
Foi criada uma conta no Google Drive para armazenar todos os documentos do grupo,
textos pertinentes, atas, questionários etc., organizados em pastas virtuais, e um arquivo de
trabalho disponibilizado de forma que cada membro pudesse participar, atualizando, incluindo
sugestões e interagindo em tempo real. Essa ferramenta tornou possível a realização do
trabalho a distância de forma conjunta pelos 10 integrantes do grupo, incluindo a elaboração
deste artigo e a exploração de novas ideias, usadas com vistas ao desenvolvimento do manual
de normas de documentos que deverá ser lançado futuramente. O aprendizado no uso desta
ferramenta foi heterogêneo no grupo, construído paulatinamente, considerando as diferentes
gerações e habilidades individuais dos membros.
Outro importante recurso do Drive é o formulário que permite a criação de
questionários para publicação na web ou envio por e-mail para usuários do google, que
podem inclusive editá-lo. A facilidade está na tabulação dos dados, pois as planilhas e
gráficos são gerados automaticamente.
O questionário, criado a partir do formulário do Google Drive, foi enviado para todas
as bibliotecas da universidade com o intuito de coletar informações sobre os serviços
realizados em cada Biblioteca da universidade, quanto a interesse em treinamentos, recursos
didáticos e metodológicos utilizados e tecnologias utilizadas para divulgação e atendimentos
na padronização da normalização documentária. Após a compilação dos dados e para a
descrição e representação gráfica dos dados coletados, foram elaboradas planilhas eletrônicas
e gráficos para melhor entendimento e visualização, utilizando-se o recurso do próprio
Google Drive. Essa atividade visou a compilação dos principais materiais sobre normalização
elaborados pelas bibliotecas da Unesp para inseri-los no site da CGB, com o objetivo de
padronizar e facilitar a consulta pelas bibliotecas e pela comunidade.
Para as reuniões de trabalho foi adotado o uso do sistema de videoconferência da
universidade, aproximando os 10 membros do grupo pertencentes a unidades em diferentes
localidades (Figura 1) e agilizando o planejamento de trabalho, as dúvidas, as deliberações e
divisões de tarefas.

4646

�Figura 1- Unidades que compõem o Grupo

Fonte: Mapa disponível no site da Universidade Estadual Paulista (2014), adaptado por
Cristina Maia.

As salas de videoconferência da Unesp foram construídas para a realização de
reuniões à distância com o intuito de diminuir os gastos com número de viagens de
funcionários da instituição. As salas são equipadas com microfones, monitores, câmera, mesa
e cadeiras. Com relação ao seu funcionamento:
Todos os equipamentos funcionam integrados a um sistema de automação,
esse mecanismo liga todos os componentes, dispensando a presença de um
técnico durante reunião. Foram adquiridos equipamentos para criação de 37
salas, o calendário das reuniões é controlado pela Assessoria de Informática
da Reitoria e pode visualizado na intranet do site da Universidade Estadual
Paulista - Unesp
(UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA, 2011,
[p.1]).

Esta ferramenta está sendo amplamente utilizada pela universidade como recurso para
reuniões a distância em substituição às presenciais. O agendamento central é feito pela reitoria
através de um sistema online, com uma agenda pública de fácil acesso. Os agendamentos são
realizados pelo grupo com antecedência, seguindo o planejamento anual de reuniões definido
no início de cada ano, buscando conciliar a disponibilidade dos membros com a agenda dos
sistemas das unidades e da reitoria. Essa ferramenta tornou possível a realização do trabalho a
distância, de forma conjunta, e, associada ao uso do Skype nas reuniões, explorou-se novas
ideias, resultando no avanço de alguns trabalhos já realizados e de outros ainda em
desenvolvimento.
O Skype é uma ferramenta que surgiu em 2003 e desde 2011 pertence à Microsoft.
Atualmente é um dos recursos mais utilizados para comunicação via internet, pois possui

4647

�algumas funções gratuitas como chamadas com vídeo e voz para outro usuário Skype,
compartilhamento de arquivos, como vídeos e documentos, chat e compartilhamento de tela.
Além disso, possui funções pagas como chamadas nacionais e internacionais para telefones
celulares e fixos. (SKYPE, c2014). Para uso do Skype é necessário fazer uma instalação e
criar uma conta de usuário gratuitamente pelo site oficial. O Skype é, atualmente,

a

ferramenta mais utilizada para as reuniões do grupo , pois permite que cada membro
permaneça em sua sala de trabalho, proporcionando comodidade e agilidade na comunicação.
Criou-se, também, um grupo secreto no Facebook para comunicações diversas como
reuniões e envio de links de informações e novidades da área de normas para documentação,
alcançando a todos com facilidade e interatividade, acesso a qualquer momento nos diferentes
tipos de dispositivos, como celulares, tablets, notebooks. O Facebook é uma rede social,
criado por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, lançado em 2004 na
universidade americana de Harvard, cujo primeiro objetivo era estabelecer uma rede de
contatos dos novos universitários e que atualmente funciona através de perfis pessoais e
comunidades em que somente pessoas pertencentes à mesma rede possam ver ou partilhar
informações (RECUERO, 2009, p. 172). Atualmente o Facebook é a rede social mais
conhecida e possui milhões de internautas conectados. Para ter acesso é necessário criar um
perfil ou página e a partir daí adicionar amigos, fotos, criar eventos, inserir notícias e
mensagens.

4 Resultados Finais

As formas de comunicação e as ferramentas que o grupo escolheu para utilizar
trouxeram agilidade no andamento dos trabalhos, tornando-os visíveis e interativos. Ganhouse instantaneidade na comunicação entre os membros bem como no tempo de resposta ao
atendimento das dúvidas de normalização apresentadas ao grupo pelos bibliotecários da Rede
de Bibliotecas. A necessidade de redução dos custos com as reuniões presenciais foi a razão
que levou o grupo a optar pelo uso das novas tecnologias de informação, o que resultou em
agilidade para o atendimento às demandas e na geração de novas informações e produtos para
a Rede de Bibliotecas da Unesp.
Durante o processo foi necessário o desenvolvimento de competências no uso das
ferramentas escolhidas, num aprendizado construído em conjunto, aproximando e unindo os
membros.

4648

�O termo competência está relacionado à capacidade de bem realizar uma
tarefa, ou seja, de resolver uma situação complexa. Para isso, o indivíduo
deverá dispor de recursos necessários para serem mobilizados, com vistas a
resolver a situação na hora em que ela se apresenta.(COELHO, 2011, p. 172).

Considerando a definição acima, visando superar problemas já expostos, as vantagens
do uso de tecnologias e a adoção da forma de trabalho a distância proporcionaram o
desenvolvimento de competências técnicas de informática relacionadas ao uso das TICs pelo
grupo, por meio da prática e aplicação no ambiente organizacional. Além disso, foram
desenvolvidas competências comportamentais, pois tal forma de trabalho tem permitido que o
grupo desenvolva qualidades como criatividade, paciência e flexibilidade no trabalho em
equipe.
Portanto, o Grupo aprendeu a trabalhar junto no ambiente virtual em diferentes
horários, usando as ferramentas separadamente ou de forma combinada, permitindo superar
as distâncias físicas, agilizar decisões, escrevendo e compartilhando informações em tempo
real, pois as novas tecnologias permitem que se modifique a forma de trabalhar podendo
manter-se em comunicação permanentemente e à distância (RICCARDI et al., 2009). Foram
diversos momentos de estudo, tentativas e exploração das ferramentas, tanto individual como
coletivamente, pois alguns membros do grupo apresentaram dificuldade quanto à
manipulação de algumas ferramentas, como edição de documentos no Google Drive e uso do
Skype. Com relação ao Drive, houve dificuldades desde o acesso à conta no gmail como
localizar o documento para a revisão. No que se refere ao Skype, os problemas foram mais
relacionados ao áudio, sincronização de horários e pontualidade.
Podemos constatar que a comunicação com o uso de ferramentas tecnológicas
propiciou uma série de vantagens para o grupo de trabalho. A experiência nos mostrou que
trabalhar em ambientes virtuais com o uso de ferramentas colaborativas requer novas formas
de relacionamentos e interação social, sendo uma nova tendência nas organizações que traz
inúmeros benefícios. Dessa forma, foi possível constatar um crescimento considerável do
Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais em relação aos encontros e reuniões, aos
trabalhos desenvolvidos, e, à participação dos membros no trabalho em equipe.

5 Considerações Finais

O uso das tecnologias permitiu uma nova forma de trabalho em rede, e, o ambiente
virtual propiciou a construção da aprendizagem coletiva, resultando na colaboração e

4649

�contribuição entre os membros e, ainda, no desenvolvimento de competências na utilização de
novas ferramentas.
É fundamental que o profissional da informação esteja disposto a trabalhar em equipe,
ter disposição em aprender, buscar constantemente e compartilhar informações no ambiente
de trabalho, visando o aprimoramento profissional, acompanhando a evolução da internet e
sua transição para a terceira geração. Também denominada web 3.0, a terceira geração surgiu,
segundo Gil (2014), na passagem de uma Sociedade da Informação para a Sociedade do
Conhecimento; a web 3.0 também é conhecida como Web Semântica, em contexto em que há
uma humanização das TICs, otimizando o uso dos recursos tecnológicos. Sendo assim, para a
continuidade desta forma de trabalho, é imprescindível haver um ambiente colaborativo, e
ainda, avaliar as ferramentas utilizadas à medida que surjam novas tecnologias pelo
dinamismo das mudanças, das necessidades e rotinas de trabalho e que, sobretudo, auxiliem
no desenvolvimento de novos produtos.

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              <text>Este trabalho traz a experiência do Grupo de Estudos de Normas Técnicas Documentais da Universidade Estadual Paulista na utilização de ferramentas de tecnologias de informação e comunicação (TICs) para o atendimento às suas finalidades e construção do conhecimento num ambiente virtual, usando ferramentas colaborativas disponíveis na Web 2.0. Aborda o aprendizado no decorrer do processo, o desenvolvimento das competências e a criação deste trabalho diante da limitação dos recursos financeiros. Dentre as ferramentas utilizadas destacam-se o uso do Skype, Videoconferência, E-mail, Google Drive e Facebook, que possibilitaram uma maior interação de comunicação entre os membros. Os resultados foram satisfatórios, possibilitando melhor aprendizado no uso das tecnologias, encurtando distâncias, reduzindo custos e trabalho em equipe em tempo real. </text>
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