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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

LEITURA NO CAMPUS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Isabela Baião Mol
Lívia Ferreira Coutinho Alonso
Adriana Aparecida de Oliveira
Carmorinda Antônia de Sousa Ferreira

RESUMO
Relata as ações do "Projeto Leitura no Campus", desenvolvido pela Universidade Federal de
Juiz de Fora através da parceria firmada entre a Pró-Reitoria de Cultura, o Laboratório de
Alfabetização do Curso de Pedagogia e o Centro de Difusão do Conhecimento, sendo este o
órgão responsável pela gestão do sistema de bibliotecas da UFJF. Tem como objetivos
principais o incentivo à leitura, a disseminação do conhecimento, acesso a informação, a
interação social, a integração entre a comunidade externa e a universidade, bem como uma
forma de promoção e incentivo do uso da biblioteca. Acontece uma vez por mês nas
dependências do Campus da UFJF, seguindo um cronograma de datas amplamente divulgado.
Além da disponibilização de acervo para leitura, oferece atividades como contação de
histórias, correio literário, leitura mediada, oficina de leitura. O caráter lúdico surge como
elemento chave para atrair as crianças. Apresenta sucesso de público e ótima aceitação da
comunidade.
Palavras-Chave: Incentivo à leitura; Disseminação da informação; Recreação cultural;
Extensão universitária; Interação social.
ABSTRACT
Reports the actions of the "Campus Reading Project" developed by the Federal University of
Juiz de Fora through the partnership between Dean of Culture, the School of Education and
the Center for Dissemination of Knowledge, which is the body responsible for managing the
the library system UFJF. Has as main objectives the encouragement of reading, knowledge
dissemination, social interaction, integration between the university and the external
community, and is a way of promoting and encouraging the use of the library. It happens once
a month on campus UFJF, following a widely publicized schedule dates. Offers activities
including stand up, storytelling, literary post, mediated reading, reading workshop. The ludic
character emerges as key to attracting younger audiences. Presents great success of public and
community acceptance.
Keywords: Reading; Dissemination of information; Cultural recreation; University extension;
Social interaction.

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�1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho apresenta um relato de experiência que ocorre na Universidade
Federal de Juiz de Fora. A Pró-reitoria de Cultura em parceria com o Laboratório de
Alfabetização do Curso de Pedagogia UFJF e o Centro de Difusão do Conhecimento
desenvolve um projeto intitulado “Leitura no Campus”.
Sabe-se que a capacidade de ler está intimamente ligada à motivação. Desta forma, foi
pensado o projeto “Leitura no Campus”, que visa transformar a leitura infantil em algo
divertido, propondo um espaço livre e agradável para que as crianças escolham os livros que
mais lhes interessam, estabelecendo, assim, uma relação de prazer e liberdade com a
literatura.
Este projeto tem como objetivo geral incentivar o hábito da leitura de forma
descontraída. Os objetivos específicos são: transformar a leitura em um momento de interação
entre pais e filhos e integrar a comunidade ao espaço da UFJF.
Acredita-se que estar inserido em um ambiente cujo prazer pela leitura é partilhado,
mesmo para as crianças que ainda não dominam a palavra escrita, é essencial para o
desenvolvimento do futuro leitor.
Neste trabalho, primeiramente, serão apresentados alguns aspectos teóricos sobre o
incentivo a leitura e sobre o ato de ler. A seguir é descrito o relato de experiência do projeto
“Leitura no Campus” na UFJF. Por fim, são expressas algumas considerações finais.

2 INCENTIVO A LEITURA
Desenvolver o hábito pela leitura é um processo constante e deve ser incentivado pelos
familiares. É fundamental que a prática da leitura seja realizada de forma prazerosa e não
como um dever. De acordo com Abramovich (1994, p 148), a “cobrança nunca foi passaporte
ou aval pra vontade, descoberta ou pro crescimento de ninguém”.
O convívio com a leitura estimula a curiosidade, a criatividade, e a concentração.
Desta forma, a leitura como forma de lazer auxilia na aprendizagem da criança. Machado
(2001, p. 70) argumenta que “[...] a formação do gosto de ler começa muito cedo, já na
família, através das cantigas folclóricas, da literatura infantil oral (tão esquecida hoje em dia)
e do contato com os livros, criando atitudes positivas em relação à leitura”.
Observa-se que o ato de ler passa a ser lúdico para a criança, mesmo não sabendo ler,
a leitura por outra pessoa e o ato de escutar as histórias estimula a mente infantil. Yunes
(1984, p. 21) relata que “[...] o hábito de leitura se inicia antes que a criança aprenda a ler:

2886

�neste paradoxo se registra a decisiva influência do contar/ouvir histórias, para uma relação
satisfatória com o universo da ficção”.
A criança fica estimulada pelos mistérios das letras, tudo que é novo para a idade
infantil se torna um atrativo. Por isso, deve-se contar histórias, para que ela ganhe gosto pelo
ainda desconhecido, que poderá tornar-se um bem preciso no desenvolver de sua vida. Cunha
(1989, p. 50). afirma que “no princípio de sua vida, a criança vê o livro como um brinquedo e
não menos interessante do que os outros. Alguma coisa de mágico e encantador envolve o
decifrar do desenho das palavras e a criança ama decifrar esses mistérios”.
Observa-se que a leitura deva ser incentivada como um prazer para a criança não como
uma obrigação ou exigência. Deve estimular o gosto pela leitura ensinando relacionar a
história com a realidade.
Sobre isto Hoffmann (1996) relata a importância dos educadores incentivarem a
leitura de forma mais aprofundada, além do decifrar das letras. A leitura deve ser incentivada
pelo desejo do conhecer e do desvelar o desconhecido do mundo ainda a ser descoberto pela
criança.

3 O ATO DE LER
A literatura é um meio de acesso a informação, estimula o conhecimento e desenvolve
o senso crítico. É através dela que os homens manifestam suas angústias e desejos, ou seja
expressam seus sentimentos.
De acordo com Abramovich (1994, p.24) “Uma das atividades mais fundantes, mais
significativas, mais abrangentes e suscitadoras dentre tantas outras é que decorre do ouvir
uma boa história, quando bem contada.”
O ato de a criança ouvir ou ler uma história gera inquietações neste pequeno ser, que é
capaz de dialogar, discutir, questionar, desconfiar sobre a narrativa, realizando interações com
suas diversas referências interiores e exteriores.
Freire apresenta o caráter social da leitura na relação da criança com mundo e com as
palavras escritas, associando o seu contexto com o outro cenário. Assim, “a leitura da palavra,
da frase, da sentença, jamais significou um ruptura com a “leitura” do mundo. Com ela, a
leitura da palavra foi a leitura da ‘palavramundo’ ”. (FREIRE, 2008, p.15)
De acordo com os preceitos de Abramovich (1994, p. 17)

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�É através de uma história que se podem descobrir outros lugares, outros
tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra ética, outra ótica... É ficar
sabendo história, filosofia, direito, política, sociologia, antropologia, etc.
Sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de
aula.
Por meio da leitura a criança desenvolve a criatividade, a imaginação, além de facilitar
a alfabetização e servir como base para as demais disciplinas.

4 PROJETO “LEITURA NO CAMPUS”
O projeto Leitura no Campus é desenvolvido pela Pró-reitoria de Cultura em parceria
com o curso de Pedagogia da UFJF e o Centro de Difusão do Conhecimento. A primeira
edição foi realizada no dia 13 de outubro de 2013, tendo duas edições subsequentes no mesmo
ano, no estacionamento do centro de vivência da Universidade Federal de Juiz de Fora. Neste
ano de 2014 o projeto continua exercendo sua atividades. A proposta é a realização do evento
uma vez por mês, preferencialmente aos domingos, durante o período letivo da universidade.
A divulgação ocorre através de flyer, da página do evento no facebook, de visitas em escolas
públicas e particulares de Juiz de Fora e no site da UFJF.
O campus da UFJF propicia o desenvolvimento deste projeto, já que é um espaço no
qual as pessoas utilizam para exercer atividades físicas, como caminhadas; atividades
familiares como passeios, piqueniques; entre outras atividades de lazer.
Os livros são pendurados nas árvores com elásticos como se fossem frutos e em varais
com pregadores decorados, o espaço é enfeitado com laços coloridos e em torno são
espalhados tapetes, almofadas e redes para o conforto dos leitores, incentivando a prática da
leitura em um ambiente que integra diversão e natureza.
A proposta é multiplicar os títulos propiciando a diversidade que estimula o gosto pela
leitura. O acervo que atende o projeto é selecionado de forma criteriosa pela equipe do
Laboratório de Linguagem e além de histórias que instigam a imaginação e incentivam a
prática da leitura recreativa, contém livros com ilustrações e capas atraentes e muitas vezes
em formatos diferenciados. Uma coleção de gibis também foi disponibilizada
No projeto, estão cadastradas 12 bolsistas que auxiliam as crianças nas leituras, na
exploração dos livros e nas outras atividades. Enquanto as crianças saboreiam as delícias dos
contos de fadas entre outros clássicos da literatura, os adultos podem ler as revistas e jornais
que também são oferecidos como entretenimento. Para agregar os pais ao projeto, a partir da
segunda edição foi oferecida uma área de leitura para eles com revistas semanais e jornais do
dia.

2888

�O público é bem variado, desde crianças menores, adolescentes, adultos jovens até
idosos. É uma opção de diversão e aprendizado para toda família. Para tornar o dia ainda mais
atrativo são oferecidas atividades lúdicas que variam entre contadores de histórias, correio
literário, oficinas, material para desenhar e colorir, BookCroossing. A programação conta
também com roda de histórias cantadas com violão e instrumentos de percussão, teatro com
fantoches, sessões de bate-papo com autores e ilustradores de literatura infantil.
A ludicidade é usada como forma de atrair as crianças para o evento, aproximando-as.
dos livros. Assim, o contador de história tem uma grande importância em despertar o interesse
das crianças pelos livros através da oralidade.
Segundo Abramovich (1994, p. 17)
É ouvindo histórias que se pode sentir (também) emoções importantes, como
a tristeza, a raiva, a irritação, o bem-estar, o medo, a alegria, o pavor, a
insegurança, a tranquilidade, e tantas outras mais, e viver profundamente
tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve.
Sabemos que a oralidade nada possui de imprecisão e desordem, abordar a questão da
fala e escrita é mencionar modalidades diferentes da língua, não existe prioridade neste
sentido. A verdade é que elas se mesclam, como é o caso do correio literário, pois possuem
características tanto da fala quanto da escrita.
É através da linguagem que o ser humano se expressa, interferindo na realidade social,
relacionando-se com o outro e, assim, influenciando-o por meio de seu discurso. Acreditamos
que o projeto pode despertar o prazer pela leitura transformando essas crianças em leitores
capazes, contribuindo assim no seu desenvolvimento cognitivo, social e emocional.

5 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS/FINAIS
O sucesso do projeto Leitura no Campus comprova que mesmo nos dias de hoje, em
meio a toda tecnologia, o livro não perdeu o seu lugar... o prazer em folhear... em ouvir uma
boa história.
O desenvolvimento do projeto através da parceria entre a Pró-reitoria de Cultura, o
curso de Pedagogia da UFJF e o Centro de Difusão do Conhecimento é considerado
importante devido a união de diferentes setores para o fortalecimento do projeto. Para a
Biblioteca é uma excelente oportunidade de expandir um dos seus objetivos, ou seja,
favorecer a leitura, para além de seu espaço físico habitual. Como ressalta Caldin (2005, p.
164):

2889

�Em um mundo em constantes mudanças, globalizado, não cabem mais os
procedimentos ditos tradicionais. O bibliotecário tem de largar seu papel
passivo, de mero processador técnico de livros e desempenhar um papel
ativo: agente de mudanças sociais.
Acredita-se que o projeto auxilia a criança na construção da relação entre o mundo
imaginário e o real, contribuindo assim para a sua formação, aprendendo a respeitar as
diferenças e a convivência com o outro.

6 REFERÊNCIAS
ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1994.
CALDIN, Clarice Fortkamp. A função social da leitura na literatura infantil. Encontros
Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação. Florianópolis, n.15,
2003. Disponível em: &lt;http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/147/14701505.pdf&gt;. Acesso
em: 20 abr. 2014.
CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura infantil: teoria e prática. 9. ed. São Paulo:
Ática, 1989.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 49a ed. São
Paulo: Cortez, 2008.
HOFFMANN, Rosemira da Silva. A aprendizagem da criança pela leitura. Florianópolis:
UFSC, 1996
MACHADO, T. C. A formação do aluno leitor. 2001. 161 f. Dissertação (Mestrado em
Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001.
YUNES, Eliana (coord.). A leitura e a formação do leitor: questões culturais e pedagógicas.
Rio de Janeiro: Antares, 1984.

2890

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