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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

EDUCAÇÃO DE USUÁRIOS EM BIBLIOTECAS ACADÊMICAS VISANDO A
PRESERVAÇÃO DE ACERVOS

Maria Helena Ferreira Xavier da Silva
Maria Teresa da Fonseca
Maria Alice Peixoto Ferreira
Maria Rosa A. Bento
RESUMO
A conservação dos acervos e documentos em suporte de papel tem preocupado bibliotecas e
arquivos sempre às voltas com a deterioração desse patrimônio e a precariedade em que se
encontram esses acervos. Isso é o que nos leva a enfatizar a importância de adotar uma
política de preservação associada à educação de usuário. Por meio dessas políticas que os
bibliotecários com muita criatividade têm a missão difícil de tornar essas práticas de
preservação atraentes ao ponto de fazer dos seus usuários seus maiores aliados nesta jornada.
Este trabalho objetiva oferecer informações sobre a necessidade de se adotar uma política de
preservação, no tocante às medidas preventivas, dentre elas, a conscientização dos usuários
por meio da educação.
Palavras-chaves: Educação de Usuários. Preservação de acervos. Biblioteca Universitária.

ABSTRACT
The conservation of collections and documents on paper has always worried libraries and
archives dealing with the deterioration of equity and insecurity in which these collections are.
This is what leads us to emphasize the importance of adopting a policy of preservation
associated with user education. Through these politics that the librarians with a lot of
creativity has the difficult task of making these practices of preserving attractive to the point
of making your users their greatest allies in this journey. This work aims to provide
information on the need to adopt a policy of preservation, in regard to preventive measures,
among them user awareness through education.
Keywords: User Education. Preservation of collections. University Library.

1 INTRODUÇÃO
As transformações sociais das últimas décadas e a relação socioeconômica brasileira
estão causando um impacto negativo na preservação/conservação de acervos nas Bibliotecas.

2584

�Políticas de ampliação/aquisição/renovação de acervos que ajudariam a minimizar as
consequências desses impactos são afazeres onerosos e, assim, tornam-se quase impraticáveis.
É sabido que as bibliotecas, principalmente, as públicas passam, constantemente, por
dificuldades financeiras. Logo, a renovação de acervos e a substituição de materiais que já
não oferecem mais condições de uso, torna-se uma tarefa cada vez mais impraticável.
Para os usuários, a Biblioteca tem a responsabilidade de fornecer acesso às informações
que são registradas e organizadas por ela. Infelizmente, a disponibilização dos documentos
para o uso não se desenvolveu, simultaneamente, com a política de preservação de acervos.
Além dos problemas já citados, a degradação dos acervos vem crescendo a níveis cada vez
mais elevados e as bibliotecas ainda não adotaram moderações para solucionar tais questões.
Devido ao processo contínuo de globalização dos últimos anos, a informação, hoje,
atingiu um status quo, principalmente na academia e conforme Santos (1989 apud LIMA,
2000, p. 4) “informação assume então um papel delimitador para as ações”. Assim, a
necessidade de o usuário obter material bibliográfico (informação competitiva) para se
destacar sobre os demais exige cada vez mais das bibliotecas as seguintes habilidades:
velocidade, organização e, principalmente, ampliação.
Os acervos das bibliotecas são, basicamente, constituídos por materiais orgânicos e,
como tais, estão sujeitos a um contínuo processo de degradação. Deste modo, as políticas de
conservação/preservação desenvolveram-se para fatores externos e internos, sendo “os
internos de deterioração, em grande maioria, químicos e inerentes ao próprio suporte da
informação, e os externos fenômenos físicos que atuam do exterior sobre o suporte ou sobre o
texto” (FERREIRA, SILVA, RAMOS, 2010, p.2). Contudo, essas políticas não abarcaram o
trabalho de educação de usuários visando à preservação desses suportes informacionais
(livros, periódicos e outros). Uma vez que, segundo Ferreira, Silva e Ramos (2010, p.2):
São as pessoas que, às vezes, sem consciência deixam suas marcas em textos
e manuscritos, e até onde sabemos é que muitos desses materiais são de
grande importância não só histórica como também sentimental para alguns,
mesmo assim existem pessoas que não se importam e nem tem a capacidade
de perceber que pequenos gestos podem danificar e até destruir
permanentemente uma obra.

Diante do exposto, devemos pensar que a conservação preventiva de acervos não
trabalha sozinha. Pois, hoje, devemos atuar como educadores para que possamos mudar a
postura dos usuários diante do livro e qualquer outro material informacional.

2585

�Em virtude dessa realidade, durante muito tempo, não se ponderou na importância de
um trabalho de educação de usuário visando à preservação dos suportes informacionais
(livros, periódicos e outros). A preservação ajudaria a prolongar a vida útil desses materiais.
Segundo Sá (2001 apud SARMENTO, 2003, p.2) preservação é :

[...] uma consciência, mentalidade, política (individual ou coletiva, particular
ou institucional) com o objetivo de proteger e salvaguardar o Patrimônio.
Resguardar o bem cultural, prevenindo possíveis malefícios e
proporcionando a este condições adequadas de saúde. É o controle
ambiental, composto por técnicas preventivas que envolvam o manuseio,
acondicionamento, transporte e exposição.

A área de preservação de acervos bibliográficos constitui-se em um campo de estudos
importante, de significativa complexidade, ou seja, esse campo demanda olhares múltiplos e a
contribuição de diferentes agentes para sua efetiva concretização. Segundo Reis, Carvalho e
Motta (2004, p.1):
A área de preservação de acervos culturais constitui um campo de estudos
importante, de significativa complexidade e que agrega distintos
profissionais [...]. A multiplicidade de agentes que deve integrar o campo de
preservação decorre do fato de que a apreensão e interveniência no trato dos
acervos exigem uma abordagem multidisciplinar e uma leitura global dos
bens culturais, haja vista o objetivo de garantir a integridade dos mesmos e,
em termos amplos, contribuir para a manutenção da memória e da história.

Assim, podemos salientar:
[...] preservação é um conjunto de medidas e estratégias de ordem
administrativa, política e operacional que contribuem direta ou indiretamente
para a preservação da integridade dos materiais. Já a conservação é um
conjunto de ações estabilizadoras que visam desacelerar o processo de
degradação de documentos ou objetos, por meio de controle ambiental e de
tratamentos específicos como a higienização, reparos e acondicionamento.
(CASSARES, 2000, p.12.)

Assim, enquanto a realidade das bibliotecas universitárias não se modifica, a
preservação e uso da informação exercem influência mútua, e são objetivos de reflexão para
as mesmas na busca de alternativas que tenham a finalidade de “lograr” os desafios impostos
pela falta de incentivos públicos na renovação dos acervos. A educação dos usuários
contribuirá, sem dúvida, para a conscientização da comunidade acadêmica a respeito da
importância da preservação dos acervos.

2586

�2 SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICAS DAS BIBLIOTECAS ACADÊMICAS
Ao longo de vários anos, as atividades exercidas nas bibliotecas ficaram restritas ao
processamento técnico (catalogação, indexação e classificação) e a formação de coleções,
sendo essa, vista como a mais importante. As bibliotecas foram cultivadas a partir da
acumulação de registros bibliográficos que eram produzidos por uma determinada sociedade.
“O instinto de preservar e a paixão de colecionador tem sido os fatores determinantes em
criação, manutenção e desenvolvimento [das bibliotecas]”. (MCGARRY, 1999, p.111).
Todavia, a imagem de uma biblioteca para acumulação de registros não atende mais ao
modelo de sociedade vigente [sociedade moderna], que necessita de uma demanda cada vez
mais emergente de informação para o desenvolvimento científico. Uma das grandes
propulsoras desse novo paradigma foram as Bibliotecas Acadêmicas, permeando toda a ação
para a implantação e avaliação de serviços e, considerando as necessidades e demandas
informacionais de grupos específicos.
Segundo Machado e Silva (2002, p.2):
A biblioteca universitária tem entre os seus propósitos fundamentais suprir
as demandas e necessidades informacionais de sua comunidade discente,
docente e de pesquisadores, refletida em seus conteúdos pragmáticos ou em
projetos acadêmicos dos cursos oferecidos pela Unidade que a abriga.

Assim sendo, “o suporte à produção científica, depende, em grande parte, da
capacidade dos sistemas de informação em garantir acesso e disseminação do conhecimento”
(CARVALHO, GOULART, 2004). Infelizmente, a disponibilização dos documentos para o
uso não se desenvolveu na mesma velocidade da aquisição e renovação dos acervos,
principalmente quando falamos de bibliotecas universitárias. “A necessidade de livros para
milhares de estudantes tornou-se um problema premente”. (MCGARRY, 1999, p.114).
O problema de baixos investimentos nas Universidades tem afetado profundamente o
desempenho das bibliotecas universitárias e, consequentemente, vem comprometendo sua
atuação perante a comunidade acadêmica. De acordo com Lubisco, Rosa e Santos (2005), “ a
ausência de políticas públicas de aplicação efetiva [de investimentos] para as bibliotecas
atinge o setor como um todo - quer se trate da Biblioteca Nacional, de Bibliotecas
Universitárias, Escolares ou Bibliotecas Públicas”.
Outro ponto bastante problemático é a ausência de uma estrutura administrativa nas
Bibliotecas Universitárias,

dificultando

a sua

soberania na tomada

de

decisão,

desenvolvimento e melhoramento de produtos e serviços. A este respeito, já alertado desde
década de 1970, Miranda (1978, p.6) comenta:

2587

�Mesmo nas universidades federais não existe um critério unificado quanto à
estrutura administrativa da(s) biblioteca(s). Não se pretende que haja um
único modelo obrigatório para todos os sistemas de bibliotecas, mas critérios
comuns ajustáveis às diferentes situações e estágios do desenvolvimento.
Idealmente, deve existir uma biblioteca central ou um núcleo da coordenação
de bibliotecas em cada universidade com suficiente autonomia como para
cumprir com os seus objetivos. Um “regimento interno” aprovado pelo
Conselho Universitário (onde o Diretor da Biblioteca deve ter vez e voto) e
orçamento próprio e definido são pré-requisitos para qualquer
empreendimento sério. Os padrões internacionais recomendam 5% do
orçamento da universidade para a manutenção de serviços bibliotecários.

Partindo do pressuposto que o “gerador” da Universidade é a informação, vale dizer
que a falta de uma política orçamentária fixa para o BUs afeta o seu gerenciamento. Segundo
Santos (1989, apud LIMA, 2000, p.4):
A informação assume então um papel delimitador para as ações. Quanto
maior o número de informações maior será a produção científica, e de
melhor qualidade. A universidade enfrenta assim um paradoxo. Por um lado,
os programas de stricto senso preconizam a necessidade de mais
informações, consequentemente, de melhores bibliotecas com melhores
acervos bibliográficos. Por outro lado, a escassez de recursos para
manutenção e ampliação dos acervos afasta a universidade do terceiro
estágio da informação, onde “estão às sociedade informadas que dispõem de
tecnologia de ponta, têm elevado grau de interesse pela pesquisa e pelo
desenvolvimento tecnológicos".

A base fundamental dos serviços de informação depende dos recursos bibliográficos e,
embora a maioria dos artigos analisados neste trabalho mostre que, as aquisições desses
recursos são metas priorizadas, a indisponibilidade financeira prejudica a manutenção dos
acervos e sua capacidade na eficácia do atendimento, provocando, assim, a fuga dos usuários
das bibliotecas, comprometendo a geração do conhecimento através da produção científica de
boa qualidade como também a formação profissional. Conforme a opinião de Russo (1998,
p

3):
As universidades brasileiras, em meio à crise nacional, vêm enfrentando
alguns problemas decorrentes das restrições orçamentárias vigentes no país,
as quais afetam diariamente a Biblioteca Universitária, com a instabilidade
de investimentos em acervos, a escassez de recursos aplicados na
capacitação de pessoal, em infraestrutura e no desenvolvimento de produtos
e serviços, gerando muitas vezes a evasão de usuários.

Desse modo, podemos concluir que, “apesar da crescente conscientização do valor das
bibliotecas, elas ainda não ocupam o verdadeiro lugar que lhes é devido dentro da estrutura
universitária brasileira”. (RUSSO, 1998, p.3).

2588

�3 EDUCAÇÃO DE USUÁRIOS VISANDO A PRESERVAÇÃO DOS ACERVOS
A busca pela excelência nos serviços prestados pelas bibliotecas passou a ser uma
preocupação constante dos bibliotecários. O trabalho das bibliotecas que procuram satisfazer
cada vez mais seus usuários vem sendo orientado pela busca da eficiência e, se dirigindo cada
vez mais, na adoção de métodos pedagógicos para o desempenho de algumas atividades
“biblioteconômicas”.
Neste sentido, a Biblioteconomia e Ciência da Informação estão procurando
acompanhar os estudos da área pedagógica/educação para transportá-los ao ambiente das
bibliotecas. Com isso, não são raros os trabalhos relatados na literatura nacional e
internacional, os bibliotecários adotam técnicas de educação, de orientação, de ensino entre
outras, para melhor proceder diante das necessidades dos usuários.
Porém, apesar de saber que a educação de usuários é um dos meios utilizados para a
aproximação entre o bibliotecário e usuário, a literatura que trata desse assunto é insuficiente
no tocante à preservação do patrimônio das bibliotecas. Almeida Júnior (1996, p.1) reforça
essa afirmação anterior quando diz que “a literatura é pobre e escassa sobre o assunto,
indicando talvez uma indiferença ou conformismo ante o que é, muitas vezes, considerado
inevitável”.
A necessidade de uma política de preservação nas unidades de informação
(Bibliotecas, Centro de Informação, etc.) sempre foi motivo de preocupação no cenário
informacional, mas poucos bibliotecários se dão conta que tais políticas devem ser, também,
uma prática realizada em conjunto - Biblioteca, bibliotecário e usuário, como forma de
conscientização do mesmo da importância da manutenção dos acervos. Observando a opinião
de Reis, Carvalho e Motta (2004, p.1) quando dizem que: “a sensibilidade e a socialização dos
distintos usuários de bens culturais, no sentido de que esses internalizem, pela educação, a
importância da preservação enquanto bem público e como patrimônio da sociedade”.
Hoje, grande parte das bibliotecas sofrem com as constantes mutilações, roubos e/ou
danificações do seu patrimônio (acervos), causados, principalmente, pelo vandalismo
humano. Como cita Lima (1997, apud SANTOS, 2004, p.4) “o homem não tem sido objeto
das políticas de preservação e conservação de acervos”.
Políticas educativas de preservação de acervos vinculados aos usuários ajudariam no
crescimento da Educação Patrimonial como uma ação pedagógica para a transformação dos
sujeitos. Vale ressaltar que, para Horta, Grunberg e Monteiro (1999, apud CARTER, 2003,
p.3) “Educação Patrimonial é um instrumento de “alfabetização cultural” que possibilita ao
indivíduo fazer a leitura do mundo que o rodeia, levando-o à compreensão do universo

2589

�sociocultural e da trajetória histórico-temporal em que está inserido”. Conforme Reis,
Carvalho e Motta (2004, p.3), políticas de preservação de acervos é um método eficaz de
transmissão informational e assimilação cultural,:
Deve-se a essas também agregar a difusão de informações com vistas a
atingir um público alvo, devendo, estrategicamente dirigir-se aos professores
e alunos em idade escolar, de forma que a manutenção e a defesa dos bens
culturais seja absorvida e internalizada naturalmente como prática cultural,
intrínseca aos homens enquanto cidadãos.
A valorização do patrimônio histórico-cultural ultrapassa a mera preservação dos
acervos bibliográficos, fotográficos e documentários dos Centros de Informação (Arquivos,
Bibliotecas, Museus) como patrimônios públicos. Mais do que preservação, o patrimônio das
Bibliotecas Universitárias exige conhecimento e reconhecimento dos seus usuários, pois, além
de serem bens sensíveis, os mesmos pertencem a uma grande comunidade que é composta
por: professores, pesquisadores e alunos.
A identificação, divulgação e popularização dos problemas enfrentados pelos acervos
das bibliotecas podem contribuir para a reconstrução de valores que engendraram a
consideração destes elementos (vandalismo, roubo, depredação) como representantes de uma
socialização dos usuários. É a interação, mais do que a contemplação, que possibilita ao ser
humano a valorização do patrimônio histórico-cultural. Isto é dito por Santos em relação ao
usuário (2003, p.4) “a biblioteca não pode fechar as suas portas, mas pode ensiná-los a
respeitar a sua liberdade e a de outrem, não mutilando, roubando e/ou danificando o acervo”.
Nesse processo de educação de usuário, é muito importante a criatividade do
Bibliotecário, pois, só assim, a mesma se tornará atraente e passará a ser um convite ao
conhecimento das práticas de preservação. Porém, vale ressaltar que, cabe ao bibliotecário,
através das observações e análise do acervo, levantar as necessidades de preservação do
mesmo, já que, cada biblioteca funciona como um organismo único, ou seja, cada uma tem
sua especificidade e, estabelecer políticas de preservação, tais como: cursos de preservação,
folders explicativos, cartazes etc.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante do exposto, consideramos a necessidade que a concepção de políticas de
preservação/conservação não poderiam, apenas, visar o acondicionamento físico desse
material. Elas deveriam ser estendidas aos usuários, pois os mesmos é quem estão diretamente
ligados a esses suportes informacionais (acervo).

2590

�Os acervos das Bibliotecas são basicamente constituídos por materiais orgânicos e,
como tais, estão sujeitos a um contínuo processo de degradação. Deste modo, a adoção da
educação de usuário poderá contribuir como uma estratégia para a manutenção e preservação
dos recursos informacionais das Bibliotecas.
Assim, o tema educação de usuário, visa consolidar conceitos que despertem a
responsabilidade social dos usuários, a preservação de acervos e o papel do bibliotecário de
referência no processo de interiorização desse “novo” conhecimento.

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2592

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      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Educação de usuários em bibliotecas acadêmicas visando a preservação de acervos</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Silva, Maria Helena F. Xavier da, Fonseca, Maria Teresa da, Ferreira, Maria Alice Peixoto, Bento, Maria Rosa O.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Belo Horizonte (Minas Gerais)</text>
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          <name>Publisher</name>
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              <text>UFMG</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2014</text>
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          <name>Language</name>
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          <name>Type</name>
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              <text>A conservação dos acervos e documentos em suporte de papel tem preocupado bibliotecas e arquivos sempre às voltas com a deterioração desse patrimônio e a precariedade em que se encontram esses acervos. Isso é o que nos leva a enfatizar a importância de adotar uma política de preservação associada à educação de usuário. Por meio dessas políticas que os bibliotecários com muita criatividade têm a missão difícil de tornar essas práticas de preservação atraentes ao ponto de fazer dos seus usuários seus maiores aliados nesta jornada. Este trabalho objetiva oferecer informações sobre a necessidade de se adotar uma política de preservação, no tocante às medidas preventivas, dentre elas, a conscientização dos usuários por meio da educação.</text>
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