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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

A IMPORTÂNCIA DA COMPETÊNCIA INFORMACIONAL PARA O
PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO ATUANTE EM BIBLIOTECA DA
MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA
Paula Sanhudo da Silva
Angela Schmidt
Lidiana Sagaz Silva

RESUMO
O presente artigo é a versão preliminar da dissertação de mestrado de uma das autoras e tem
por objetivo realizar uma breve revisão a acerca dos temas “Competência Inform adonal” e
sobre a “Educação a Distância” (EaD), o último focado no cenário nacional. Também se faz
necessário conhecer o Profissional da Informação atuante em uma Instituição do Ensino
Superior (IES) com o intuito de levantar quais são as suas competências informacionais
necessárias para atuar neste ambiente em crescente ascensão. Por fim, traz-se algumas
reflexões do quão importante e necessário são os desafios de um profissional da informação
que atua em uma IES e que atenda a comunidade acadêmica na modalidade de EaD.

Palavras-Chave: Competência Informacional. Educação a Distância. Profissional da
Informação. Bibliotecário.
ABSTRACT
This article is the preliminary version of the dissertation of one of the authors and aims to
make a brief review on the topics "Information Literacy" and the "Distance Learning", the
latter focused on the national scene. It is also necessary to know the Information Professional
acting in an Higher Education Institutions in order to get what their informational skills
required to work in this environment in ascending ascension. Finally, brings up some thoughts
on how important and necessary are the challenges of an information professional who works
in an Higher Education Institutions and meets the academic community in the form of
distance learning.

Keywords: Information Literacy. Distance Learning. Information Professional. Librarian.

1 INTRODUÇÃO
Falar sobre a Competência Informacional de um Profissional da Informação em um
primeiro momento nos parece desnecessária, mas não é. Primeiramente, se faz necessário
saber o que é Competência Informacional e como ela surgiu, para em um segundo momento a
imprescindível importância de um Profissional da Informação, neste processo.

1929

�No Brasil, o termo “profissional da informação”, “ [...] vem sendo, frequentemente,
empregado na literatura da área, nos últimos dez anos sendo, na maioria das vezes
denominado ‘bibliotecário’ o ‘profissional da informação’” (CUNHA; CRIVELLARI, 2004,
p.48).
Cabe ressaltar que não se pretende criar uma nova teoria e/ou propor um novo modelo
para os temas abordados, mas sim uma reflexão dos agentes envolvidos, enfatizando o que
cabe conhecer e as dificuldades em transpor um paradigma de teóricos e estudiosos, tanto para
a Competência Informacional como para o Profissional da Informação. Já que estes temas
serão aprofundados na dissertação de mestrado de Paula Sanhudo da Silva, junto ao Programa
de Pós-Graduação em Gestão da Informação na Universidade do Estado de Santa Catarina
(UDESC).
Mas por que trabalhar um tema tão “complexo” em uma área (EaD) dita nova,
nacionalmente? Acredita-se que já esteja respondida a pergunta, tanto a Competência
Informacional quanto a EaD são considerados temas “novos” na literatura brasileira, mas
juntas trazem bom embasamentos para novos estudos, principalmente a cerca do que
pretende-se tratar neste primeiro estudo.
Objetiva-se com este estudo instigar novas pesquisas que possam propor uma
estratégia, modelo ou até mesmo uma teoria de qual forma um Profissional da Informação
pode tornar-se um Competente Informacional. Quem sabe?!
Assim,

será

abordado

a

seguir: uma

breve

retrospectiva

da

Competência

Informacional; a contextualização da EaD no Brasil; o Profissional da Informação um
profissional competente informacional; e, finda-se com uma proposta de reflexão dos assuntos
tratados.

2 COMPETÊNCIA INFORMACIONAL: BREVE RETROSPECTIVA
A Competência Informacional ou Information Literacy embora não seja um termo
“novo”, poucos são os estudos desenvolvidos no cenário brasileiro. Evidentemente, que não
podemos comparar a publicação nacional com a estrangeira, mas acredita-se que tem-se muito
a explorar.
O conceito de Information Literacy foi introduzido pela primeira vez na literatura em
1974, por Paul Zurkowski presidente da Associação Americana da Indústria da Informação,
em uma proposta apresentada à Comissão Nacional de Bibliotecas e Ciência da Informação
(NCLIS).

1930

�A partir desta primeira “aparição”, vários autores e grupos de estudos internacionais
iniciaram suas pesquisas sobre o tema e suas implicações na comunidade científica, aplicadas
a determinadas áreas do conhecimento.
Brevemente, no Quadro 1 descreve-se alguns conceitos segundo alguns autores
nacionais e segundo a American Library Association (ALA), levantados em 2011, pelas
autoras Reis, Carvalho e Muniz:

Quadro 1 - Quadro Conceituai
AUTORES
ALA (2000)

CONCEITOS
Um conjunto de habilidades indispensáveis ao indivíduo para reconhecer
quando uma informação é necessária e ter habilidades para localizá-la, avaliála e usá-la eficazmente.
Hatschbach (2002)
Área de estudos e de práticas que trata das habilidades acerca do uso da
informação em relação à sua busca, localização, avaliação, e divulgação,
integrando a utilização de novas tecnologias e a capacidade de resolução de
problemas de informação.
Dudziak (2003)
Processo contínuo de internalização de fundamentos conceituais, atitudinais e
de habilidades necessário à compreensão e interação permanente com o
universo informacional e sua dinâmica, de modo a proporcionar um
aprendizado ao longo da vida.
Belluzzo (2005)
Processo contínuo de interação e internalização de fundamentos conceituais,
atitudinais e de habilidades específicas como referenciais à compreensão da
informação e de suas abrangências, em busca de fluências e das capacidades
necessárias à geração do conhecimento novo e sua aplicabilidade ao cotidiano
das pessoas e das comunidades ao longo da vida.
Fonte: Adaptado de R eis, Carvalho e Muniz (2011, p. 5).

Já para Coelho (2010, p. 4) a Information Literacy:

[...] é relacionada à formação de pessoas capazes de, com espírito crítico,
utilizar técnicas e aplicá-las nas suas necessidades de informação em
qualquer ambiente. Inclui aprendizado ao longo da vida e habilidade para
atuar efetivamente na sociedade da informação.
Com isso, a Competência Informacional mostra os caminhos que devem ser trilhados
por um indivíduo no processo de busca, recuperação, avaliação e apropriação de informações,
uma vez que trabalha habilidades, atitudes, conhecimentos e valores que devem ser
incorporados nesse processo. (CONEGLIAN; SANTOS; CASARIN, 2010, p. 261).
Neste sentido, busca-se com este embasamento teórico subsídios para um estudo sobre
Competência Informacional aplicada ao ambiente de trabalho do Profissional da Informação.
Ramo este que Coelho (2010) trouxe a discussão quando enfatiza que os estudos são
recentes sobre a temática, mas “ [...] o mundo do trabalho já [tem] constatado que faltam aos

1931

�empregados as habilidades necessárias para o uso eficaz da informação, não tem sido fácil
promover Competência Informacional nesse cenário” .
Mesmo

constatando

este

déficit

de

“habilidades”

em

seus

funcionários/empregados/colaboradores, a empresa deve proporcionar a este uma formação
continuada para que não fique estagnado diante das novas tecnologias, alta produção de
informações e recursos para armazenamento e, recuperação destas informações.
Para tanto, o Profissional da Informação para atuar no segmento da Educação a
Distância (EaD), deve estar preparado para lidar, principalmente, com os mais variados leques
de tecnologias, pois de acordo com Marchiori (1996, p. 28) “ [...] as tecnologias tornaram os
processos mais rápidos e fáceis de ser

controlados, o que significa que as demandas de

informação, em função da mudança do conceito de informação, são cada vez mais
diferenciadas” .
Se tratando da EaD fica evidente a importância,

a facilidade e agilidade

proporcionadas pelas tecnologias para atender os estudantes que estão distantes fisicamente,
pois para a informação não existem barreiras. Além das tecnologias é importante conhecer
buscadores, fontes de informação, preocupar-se com um constante aprendizado e, se possível,
criar uma rede multidisciplinar de contatos (outros profissionais) para que esteja inserido nos
mais variados níveis de produção, armazenamento e busca das informações. Seja para atender
as suas necessidades de informação ou para atender um usuário/cliente.
Corroborando com essa ideia, Spudeit, Viapiani e Vitorino (2010, p. 60) lembram o
quão necessário para a EaD é a

[...] inserção do bibliotecário nesta equipe buscando a melhoria da qualidade
do processo educativo e para o efetivo acesso à informação. O bibliotecário
deve atuar como mediador de conhecimentos mantendo-se atualizado sobre a
área de conhecimento do curso e fontes de informação relacionadas (os
instrumentos do conhecimento) para manter os padrões de qualidade do
curso e promovendo o diferencial na equipe interdisciplinar.
Assim, acredita-se que as competências apreendidas pelos bibliotecários em sua
formação, também dão conta desse “novo” ambiente de trabalho, no qual não existem
barreiras físicas para a troca e compartilhamento de informação.

3 A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL
Por meio do processo de Globalização, a sociedade atual está vivenciando grandes
transformações no âmbito econômico, político, cultural e educacional. A este último atribui-

1932

�se a diversidade de instituições de ensino (privado), criadas em algumas vezes de forma
desordenada e sem atender a sua função principal, fornecer ensino de qualidade.
Nesta perspectiva, as Instituições de Ensino Superior (IES) estão se utilizando de uma
modalidade denominada de Educação a Distância (EaD) para ofertar ao “mundo” seus cursos.
Mundo porque nesta modalidade a IES consegue atender a um público mais amplo, embora se
exija acesso a tecnologia e a Internet, algo que ainda restringe e exclui uma camada da
população.
Em um levantamento realizado, viu-se que muitos são os conceitos para a EaD, mas
neste momento utiliza-se do conceito de Educação a Distância no Brasil definido oficialmente
no Decreto n° 5.622, de 19 de dezembro de 2005 (BRASIL, 2005):

Art. 1° Para os fins deste Decreto, caracteriza-se a Educação a Distância
como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos
processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e
tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores
desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.
O fato de se optar por uma educação na modalidade EaD exige do seu estudante uma
autonomia em sua aprendizagem e disciplina para cumprir com as atividades propostas, pois
não haverá um encontro presencial diário com professores e colegas, tampouco atividades e
avaliações presenciais. Haverá sim, o seu acompanhamento a distância e on-line, onde o
estudante está amparado pelo atendimento de um professor e também de um tutor, fora os
demais setores de apoio, como por exemplo, Serviço de atenção integral ao acadêmico
(SAIAC), Call Center, Secretaria, entre outros.
Toda esta infraestrutura, mesmo pertencendo a uma modalidade EaD, possui um
espaço físico (sede) em que estes setores estão estruturados para atender o seu estudante e,
que recentemente (dos anos de 2009 a 2012) a muitas IES foram solicitados os chamados
Polos de Apoio Presencial, para dar suporte a um número significativo de estudantes
matriculados em determinada região (exigências do MEC).
Diante disto, a EaD segundo Alves (2011), está baseada historicamente em nosso país
nos seguintes acontecimentos:

1933

�Quadro 2 - A história da EaD no Brasil
A HISTORIA DA EaD NO BRASIL
ANO
ACONTECIMENTO
1904
O Jomal do Brasil registra, na primeira edição da seção de classificados, anúncio
que oferece profissionalização por correspondência para datilógrafo.
1939
Surgimento, em São Paulo, do Instituto Monitor, o primeiro instituto brasileiro a
oferecer sistematicamente cursos profissionalizantes a distância por
correspondência, na época ainda com o nome Instituto Rádio Técnico Monitor.
1941
Surge o Instituto Universal Brasileiro, segundo instituto brasileiro a oferecer
também cursos profissionalizantes. Fundado por um ex-sócio do Instituto Monitor,
formou mais de 4 milhões de pessoas e hoje possui cerca de 200 mil estudantes;
juntaram-se ao Instituto Monitor e ao Instituto Universal Brasileiro outras
organizações similares, que foram responsáveis pelo atendimento de milhões de
estudantes em cursos abertos de iniciação profissionalizante a distância. Algumas
dessas instituições atuam até hoje. Ainda no ano de 1941, surge a primeira
Universidade do Ar, que durou até 1944.
1970
Surge o Projeto Minerva, um convênio entre o Ministério da Educação, a Fundação
Padre Landell de Moura e Fundação Padre Anchieta, cuja meta era a utilização do
rádio para a educação e a inclusão social de adultos. O projeto foi mantido até o
início de 1980.
1976
É criado o Sistema Nacional de Teleducação, com cursos através de material
instrucional.
1979
a Universidade de Brasília, pioneira no uso da Educação a Distância, no ensino
superior no Brasil, cria cursos veiculados por jornais e revistas, que em 1989 é
transformado no Centro de Educação Aberta, Continuada, a Distância (CEAD) e
lançado o Brasil EAD.
1981
É fundado o Centro Internacional de Estudos Regulares (CIER) do Colégio AngloAmericano que oferecia Ensino Fundamental e Médio a distância. O objetivo do
CIER é permitir que crianças, cujas famílias mudem-se temporariamente para o
exterior, continuem a estudar pelo sistema educacional brasileiro.
1991
Teve início o programa “Jomal da Educação - Edição do Professor”. Em 1995 com
o nome “Um salto para o Futuro” foi incorporado à TV Escola (canal educativo da
Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação) tornando-se um
marco na Educação a Distância nacional. É um programa para a formação
continuada e aperfeiçoamento de professores, principalmente do Ensino
Fundamental e alunos dos cursos de magistério. Atinge por ano mais de 250 mil do­
centes em todo o país.
1992
É criada a Universidade Aberta de Brasília, acontecimento bastante importante na
Educação a Distância do nosso país.
1996
É criada a Secretaria de Educação a Distância (SEED), pelo Ministério da Educação,
dentro de uma política que privilegia a democratização e a qualidade da educação
brasileira. É neste ano também que a Educação a Distância surge oficialmente no
Brasil, sendo as bases legais para essa modalidade de educação, estabelecidas pela
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n° 9.394, de 20 de dezembro de
1996, embora somente regulamentada em 20 de dezembro de 2005 pelo Decreto n°
5.622 que revogou os Decretos n° 2.494 de 10/02/98, e n° 2.561 de 27/04/98, com
normatização definida na Portaria Ministerial n° 4.361 de 2004.
2004
Vários programas para a formação inicial e continuada de professores da rede
pública, por meio da EaD, foram implantados pelo MEC. Estas ações conflagraram
na criação do Sistema Universidade Aberta do Brasil.
2005
É criada a Universidade Aberta do Brasil, uma parceria entre o MEC, estados e
municípios; integrando cursos, pesquisas e programas de educação superior a
distância.
2006
Entra em vigor o Decreto n° 5.773, de 09 de maio de 2006, que dispõe sobre o

1934

�2007

2009

2011
Fonte:

exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de
educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal
de ensino, incluindo os da modalidade a distância.
Entra em vigor o Decreto n° 6.303, de 12 de dezembro de 2007, que altera
dispositivos do Decreto n° 5.622 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional.
Entra em vigor a Portaria n° 10, de 02 julho de 2009, que fixa critérios para a
dispensa de avaliação in loco e deu outras providências para a Educação a Distância
no Ensino Superior no Brasil.
A Secretaria de Educação a Distância é extinta.
Elaborado pelas autoras, baseado no levantamento de Alves (2011, p. 87-90).

Tais acontecimentos serviram para fortalecer esta modalidade de ensino, bem como
proporcionar a uma camada significativa da população acesso ao ensino superior. Cabe
ressaltar que o usuário/cliente que estiver em busca desta modalidade deve antes de tudo,
consultar os órgãos credenciadores nacionais (MEC) e regionais para averiguar a situação da
IES junto aos mesmos.
No Censo da Educação Superior realizado pelo Inep em 2010, tem-se as informações
abaixo, importantíssimas para conhecimento, são elas:

Figura 1 - Perfil da EaD no Brasil
A distância

Não

Fonte: BRASIL, 2011, p.10.

Percebe-se que quase 50% dos estudantes da EaD no Brasil estavam cursando
licenciaturas e em segundo lugar o bacharelado, com 28,8% dos estudantes.
Atualmente o sistema de ensino a distância computa um sem número de instituições
particulares ofertando os mais diversos cursos superiores nessa modalidade. O que se espera é
que a qualidade do produto ofertado (cursos) seja uma preocupação constante das IES, de
modo a “dispor” no mercado de trabalho uma imensa população que necessita de constante
ampliação de conhecimentos para ser absorvida pelo mercado de trabalho.

1935

�E, é neste momento de interação entre a IES e cliente que o Profissional da Informação
poderá e deverá se inserir, por tratar-se de um profissional de “ligação” nos processos de
ensino e aprendizado dos usuários, indiferente do nível que este esteja cursando, “ao longo de
sua vida” .
Fica claro, que a “engrenagem” da educação continuada só funcionará se o indivíduo
em aperfeiçoamento seja amparado por uma IES comprometida com a qualidade de ensino
prestado, profissionais devidamente habilitados e em constante capacitação, materiais
didáticos de qualidade, tecnologia de acesso a IES desmistificado (de interface acessível e
intuitiva), isto tudo com o intuito de proporcionar ao cliente o melhor ensino EaD do curso
escolhido.
Todos estes pontos “positivos” servirão para que o cliente sinta a necessidade e o
interesse em permanecer na IES, não somente para uma graduação, mas sim para uma pós
e/ou outros cursos que o manterão atualizados para o mercado de trabalho ou para a vida.

4 PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO: UM COMPETENTE INFORMACIONAL?
No ano de 2002 o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) disponibilizou à
sociedade a nova Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), neste documento constam as
seguintes informações sobre as ocupações do mercado de trabalho brasileiro: nome, código,
títulos e descrição das características das ocupações.
Na CBO, os Profissionais da Informação estão codificados sob o número 2612,
formando uma “família” que compõe:
2612-05 - Bibliotecário, Bibliógrafo, Biblioteconomista, Cientista da
informação, Consultor de informação, Especialista de informação, Gerente
de informação, Gestor de informação; 2612-10 - Documentalista - Analista
de documentação, Especialista de documentação, Gerente de documentação,
Supervisor de controle de processos documentais, Supervisor de controle
documental, Técnico de documentação, Técnico em suporte de
documentação; e 2612-15 - Analista de informações - Pesquisador de
informações de rede. (FARIA et al., 2005).
Conforme pontuado anteriormente, neste estudo, utilizaremos o Bibliotecário como
um dos Profissionais da Informação, buscando refletir suas competências informacionais para
atender uma biblioteca voltada aos estudantes da EaD.
Antigamente, nos transcorrer de nossa história, tínhamos o Bibliotecário como sendo o
“principal” profissional da informação por trabalhar em bibliotecas. Tal associação, ainda era
mais retrógada quando a imagem deste profissional era, e ainda é, associada a uma senhora de

1936

�coque, óculos, que exige silencio e que não quer que seus usuários retirem os livros das
estantes.
Felizmente, aos poucos se tem conseguido mudar este estereótipo, já que o
profissional da informação não é somente o Bibliotecário, mas “ [...] parece haver um
consenso que entre os profissionais incluídos estão os bibliotecários, os arquivistas e os
mestres e doutores formados nos programas de pós-graduação em Ciência da Informação.”
(MUELLER, 2004, p. 24).
Ultrapassar este paradigma é importantíssimo para que o profissional da informação
consiga alcançar e alçar novas colocações na Sociedade da Informação e mercado de trabalho
atual.
Para tanto, ilustra-se através da Tabela 1,
[...] as competências pessoais do profissional da informação descritas na
Classificação Brasileira de Ocupações e as competências correspondentes ou
correlatas que fazem parte do rol das competências requeridas pelas
organizações. (FARIA et al., 2005).

Tabela 1 - Competências do profissional da informação e suas correspondências de
competências exigidas pelas organizações
C O M P E T Ê N C IA S D O

C O M P E T Ê N C IA S

P R O F IS S IO N A L D A 1N F O R M A Ç A O

R E Q U E R ID A S

N A C L A S S IF IC A Ç Ã O H R A S IL E 1 R A

PELAS

D E O C U FAÇÕES

O R G A N IZ A Ç Õ E S

Oi

M a n tc r-s e a tu a liz a d o

D is p o s iç ã o p a r a m u d a n ç a s

02

L id e ra r e q u ip e s

L id e ra n ç a

03

T r a b a lh a r e m e q u ip e e em rede

A fe to -id a d e + so c ia b ilid a d e

04

D e m o n s tr a r c a p a c id a d e d c a n a lise c
sinte&amp;e

A n á lis e e s ín te s e / o u av aliaç ão

05

D e m o n s tr a r

c o n h e c i m e n t o tie o Litros

C o m u n ic a ç ã o

id io m a *

D e m o n s tr a r c a p a c id a d e d e
c o m u n ic a ç ã o

C o m u n ic a ç ã o

07

D e m o n s tr a r c a p a c id a d e d e n e g o c ia ç ã o

N e g o c ia ç ã o

08

Aj&gt;ir c o m é tic a

É tic a o u L iderança

09

D e m o n s tr a r s e n s o d c o rg a n iz aç ã o

O rg a n iz a ç ã o c p la n e ja m e n to

10

Demonstrar c a p a c id a d e
e m p re en d e d o ra

R e aliza çã o

11

D e m o r u s t r a r r a c i o c í n i o ló g ic o

C ria tiv id a d e + o u tra s c a p a c id a d e s
c o g n itiv a s

12

D e m o n s tr a r c a p a c i d a d e d c
c o n c e n tr a ç ã o

A te n ç ã o / p rio ri zaçãn

13

D e m o n s t r a r proaiivL da.de

A n te c ip a r a m e a ç a s

14

D e m o n s tr a r c ria tiv id a d e

F le x ib ilid a d e / c ria tiv id a d e

06

Fonte: FARIA et al. (2005).

1937

�Fica evidenciado que as competências humanas são necessárias para a atuação do
profissional da informação em centros de informação/organizações/empresas, mas e a sua
Competência Informacional? Não é relevante e/ou importante?
Sim, é imprescindível, por garantir ao profissional da informação a atuação
[...] em múltiplos papéis, que vão desde os operacionais até os estratégicos.
São eles: administrador de unidades e sistemas de informação - é o
administrador gestor responsável pela administração geral, [...] devendo
atuar no sentido de respaldar as decisões estratégicas empresariais;
administrador da informação e da coleção - é um filtrador, formador,
desenvolvedor, organizador, tratador, processador da informação e da
coleção, e preservador da informação. Suas atividades vão desde a seleção e
aquisição, passando pela catalogação, indexação (a descrição física e
temática) e classificação [...]; administrador dos clientes informacionais - é o
circulador, dinamizador, mediador, pesquisador, disponibilizador,
divulgador, disseminador da informação e participante do fluxo do
conhecimento, bem como o responsável pelo treinamento dos clientes e da
confecção de novos produtos e serviços informacionais. Suas atividades vão
desde o empréstimo, passando pela disseminação, referência, orientação e
extensão [...]; e, administrador da transformação e mudança - é tido como o
agente social e político, objetivando a transformação e a mudança [...].
(CANÇADO; MEDEIROS; JEUNON, 2008, p. 205-206).
A maestria do profissional da informação para ser um competente informacional está
na essência da Competência Informacional, que é o de [...] desenvolver habilidades e
competências que permitam o uso consciente, criativo e benéfico da informação tornou-se
essencial para a atuação do indivíduo no contexto social contemporâneo. (VITORINO;
PIANTOLA, 2009).
Assim, o Profissional da Informação para ser um competente informacional precisa
desencadear em si a necessidade de aperfeiçoar-se constantemente, ao longo de sua vida, para
ser e proporcionar ao outro a vivência da Competência Informacional tão necessária nos dias
de hoje.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Educação a Distância é considerada a modalidade de ensino mais democrática, por
utilizar-se de tecnologias de informação e comunicação transpondo as barreiras à conquista do
conhecimento.
Esta modalidade amplia o acesso e a aquisição dos mais variados conhecimentos,
principalmente por esta se constituir em um instrumento capaz de atender inúmeras pessoas
simultaneamente, chegar a indivíduos que estão distantes geograficamente e/ou que não
podem estudar em horários pré-estabelecidos.

1938

�Com este aprendizado, em grande magnitude de oferta, a Competência Informacional
está aportada para “convidar” os indivíduos a aperfeiçoarem-se constantemente, indiferente de
sua idade, credo, raça ou condição social.
Hoje os únicos obstáculos para quem desejam ser um Competente Informacional são
as tecnologias (necessárias e sempre serão) e o acesso a Internet, quem em alguns casos algo
excludente.
Com estas premissas, cabe ao Profissional da Informação, pessoa/profissional
multifacetado estar convergindo para este mesmo foco, a aprendizagem constante,
significativa e crítica. Pois, é ele quem também auxiliará e instigará outros indivíduos a
procurarem sua educação continuada.
Crescer profissionalmente não significa sucesso, mas sim subir mais um degrau na
vida e, se neste degrau você auxiliar o outro a também crescer um pouco, você estará
desenvolvendo sua competência humana e informacional.
Por fim, deixa-se a reflexão de que não sabemos tudo, mas poderemos conhecer um
pouco de tudo, basta querer!

6 REFERÊNCIAS
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v.

10,

p.

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2011.

Disponível

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&lt;

http://www.abed.org.br/revistacientifica/_brazilian/edicoes/2011/2011_Edicaov10.htm&gt;.
Acesso em: 20 ago. 2012.
BAUTISTA, R. A. (Coord). Educación y formación a distancia: prácticas, propuestas y
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BELLUZZO, R. C. B. As competências do profissional da informação nas organizações
contemporâneas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 7,
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Disponível

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&lt;http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/180/186&gt;. Acesso em: 20 ago. 2012.
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curso

de

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da

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Disponível

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Acesso em: 30 jul.2012.
BRASIL. Decreto n° 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o artigo 80 da Lei n°
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1939

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Silva, Paula Sanhudo da, Schmidt, Angela, Silva, Lidiana Sagaz</text>
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              <text>O presente artigo é a versão preliminar da dissertação de mestrado de uma das autoras e tem por objetivo realizar uma breve revisão a acerca dos temas ―Competência Informacional‖ e sobre a ―Educação a Distância‖ (EaD), o último focado no cenário nacional. Também se faz necessário conhecer o Profissional da Informação atuante em uma Instituição do Ensino Superior (IES) com o intuito de levantar quais são as suas competências informacionais necessárias para atuar neste ambiente em crescente ascensão. Por fim, traz-se algumas reflexões do quão importante e necessário são os desafios de um profissional da informação que atua em uma IES e que atenda a comunidade acadêmica na modalidade de EaD.</text>
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