<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="6640" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/6640?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-07T16:57:54-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="5702">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/62/6640/SNBU2014_126.pdf</src>
      <authentication>dfe7c4a8d6b40493702af5f4f9bb402c</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="74770">
                  <text>XVIII SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

REPOSITÓRIOS DIGITAIS INSTITUCIONAIS: UM VIÉS PELA LEI DE ACESSO À
INFORMAÇÃO

Izabel Mota Franco
Ariadne Chloe Furnival

RESUMO
No Brasil, a preocupação com o acesso aberto data de 2005, com o Manifesto Brasileiro de
Apoio ao Acesso Livre; em 2011, ganha um impulso com a Lei de Acesso à Informação (Lei
n° 12.527, de 18 de novembro de 2011) que instituiu um novo regime de gerenciamento,
divulgação e acesso às informações públicas, estimulando a cultura da transparência. As
instituições procuram disponibilizar o acesso às informações de todo tipo que geram:
produção científica, tecnológica e cultural. Isso deveria incluir também a Literatura Cinzenta,
constituída por relatórios técnicos de pesquisa, publicações governamentais, traduções
avulsas, preprints e a literatura originada de encontros científicos, como os anais de
congressos. A presente pesquisa centraliza-se na questão da viabilidade e da ampliação do
conceito de Repositório Institucional (RI), para algo que abrange todo tipo de produção da
organização, disponibilizando a produção científica, técnica e cultural, juntamente com a
produção da comunidade funcional da instituição. Dessa forma, atende também à Lei de
Acesso à Informação. O intuito da pesquisa foi de levantar e apontar potenciais subsídios para
a elaboração de uma política de RI que contemplasse essa visão mais ampla. Para tanto, foi
realizado um estudo de caso numa Instituição de Ensino Superior, operacionalizando-o por
meio de uma pesquisa bibliográfica e documental, além de realizar 13 entrevistas
semiestruturadas. Para a análise dos dados, optou-se pela técnica de análise de conteúdo
baseada nos fundamentos de Bardin (2010). O resultado esperado deste estudo se concretizará
numa sistematização de conceitos e argumentos que possam subsidiar a formulação de uma
política de RI que abranja a necessidade da maior divulgação e disseminação da informação
científica dentro e fora da comunidade científica quanto da informação gerada na instituição
para o público em geral.
Palavras-chave: Repositório Institucional; Acesso Aberto; Lei de Acesso à Informação;
Literatura Cinzenta; Informação pública.

ABSTRACT
In Brazil, interest in open access dates from 2005 with the Brazilian Manifesto of Support for
Open Access, and gets a boost in 2011 with the Law on Access to Information (Law no.
12.527/ 18/11/2011) which ushered in a new system of management, dissemination and
access to public information, encouraging a culture of transparency. From the Law's

1709

�promulgation, institutions seek to provide access to information of all kinds that they produce:
scientific, technological and cultural outputs. This should also include Grey Literature which
is made up of technical research reports, government publications, translations, preprints and
literature originating in scientific meetings such as conference proceedings. The research here
presented focusses on the question of the feasibility of broadening the concept of Institutional
Repository (IR) to one that covers every type of the organization's output, providing access to
scientific, technical and cultural production alongside that of the institution's administrative
community, thereby complying with the Law on Access to Information. The aim of the
research was to collect and identify potential inputs for the development of a policy for an RI
which embraces this broader concept. Thus, a case study in a higher education institution was
conducted by means of bibliographic and document research, in addition to conducting 13
semi-structured interviews. For data analysis, the technique of content analysis based on the
precepts of Bardin (2010) was used. The expected outcome of this study will be the
systematization of concepts and arguments that can support the formulation of an RI policy
covering the need for greater disclosure and dissemination of scientific information within
and beyond the scientific community, as well as of information generated in the institution for
the general public.
Keywords: Institutional Repository; Open Access; Law on Access to Information; Grey
literature; Public information.

INTRODUÇÃO
Todo conhecimento científico produzido nas universidades precisa ser disseminado, e,
com a tecnologia da informação e comunicação (TIC) nesta última década, está ocorrendo
uma reforma no sistema de comunicação científica. As mudanças mais claras na comunicação
científica ocorreram na comunicação informal entre os pesquisadores, o que transparece a
rápida difusão das redes eletrônicas nos últimos anos; porém, também houve alterações na
comunicação formal que faz uso de canais formais - referindo-se a periódicos, livros, obras
de referência, revisões de literatura, biografias, relatórios técnicos e outros.
Neste contexto surgem os Repositórios Institucionais (doravante denominados RIs).
Os RIs podem contribuir como ferramenta de apoio, tornando visível toda a produção
científica das universidades e instituições de pesquisa. Nesse processo de comunicação
científica, segundo Crow (2002), os RIs podem ser indicadores tangíveis de qualidade de uma
universidade e demonstrar a relevância científica, social e econômica de suas atividades de
pesquisa, aumentando a visibilidade, o status e o valor público da instituição. Os RIs
promovem o acesso livre à literatura científica e acadêmica, contribuindo para mudanças no
sistema de comunicação científica.
Os repositórios surgiram com o propósito de preservação da memória e visibilidade
institucional, porém esses ambientes não precisam ser obrigatoriamente científicos. Eles

1710

�foram criados com esse objetivo, mas podem ser desenvolvidos com fins administrativos
(visando a comunidade funcional), de acordo com Carmago e Vidotti (2009). O termo
comunidade funcional não tem uma definição formalizada, e no contexto deste estudo optouse pelo seguinte entendimento: comunidade funcional refere-se ao conjunto de funcionários
ou servidores públicos que atuam cada qual em sua função, com interesses comuns
administrativos, na organização de informações geradas em suas instituições.
Para reforçar esse movimento em benefício da disseminação da produção científica e
também do acesso às informações gerais que estão contidas nas atividades administrativas das
universidades públicas, foi instituída a Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei n° 12.527, de
18 de novembro de 2011191. O objetivo original da LAI está focado em todos os órgãos
públicos, mas de certa forma pode reforçar o movimento em benefício da disseminação da
produção científica pelo viés do acesso às informações gerais que estão contidas nas
atividades administrativas das universidades públicas. No entendimento de que muitas
atividades-fim são a pesquisa, o ensino e a extensão, deve-se atentar também a muitas que não
são atividades-fim, mas que são extremamente importantes para que as ações aconteçam a
contento no processo final das pesquisas.
Considerando o direito de acesso dos cidadãos às informações públicas, não se pode
ignorar o fato de que muitos documentos estão incluídos na chamada Literatura Cinzenta
(LC) e são gerados pelos Três Poderes da União (Estados, Distrito Federal e Municípios), por
empresas estatais e universidades. No dizer de Almeida (2000, p. 37), a LC é o
[...] conjunto de documentos, independentemente de sua tipologia e suporte,
ou formato, impresso ou eletrônico, emitidos por centros universitários de
pesquisa, empresas, indústrias, sociedades acadêmicas, públicas e privadas,
sem intenção de ser publicados e que são de vital importância na
transferência do conhecimento.
A referida literatura abrange os produtos gerados das atividades da comunidade
funcional (servidores públicos, técnicos administrativos), as publicações governamentais, as
traduções avulsas, os preprints, as dissertações, as teses e a literatura originada de encontros
científicos, como os anais de congressos.
Este estudo visou contribuir com possíveis apontamentos para elaboração de diretrizes
que possam auxiliar na criação de políticas para RIs em Instituições de Ensino Superior
(doravante IES), e dentre os objetivos mais especificamente procurou: levantar e mapear os

191 Disponível em: &lt; http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm&gt;.

1711

�conceitos de RIs; identificar as principais políticas adotadas em RIs no Brasil; levantar e
apontar potenciais subsídios para a elaboração de uma política de RI, que o contemple com
um conceito mais amplo; analisar como o estabelecimento da LAI impactará nas iniciativas
de se instituir um RI em Acesso aberto nas IES.
Apresentamos implicações centralizadas na questão da viabilização e da ampliação do
conceito de Repositório Institucional como algo que abrange a organização e a
disponibilização da produção científica, juntamente com a produção da comunidade funcional
das Instituições de Ensino Superior (IES). Assim, essa produção pode também atender à Lei
de Acesso à informação, conexa à transparência do retorno dos investimentos públicos.
O estudo se concretizará numa sistematização de conceitos e argumentos que possam
subsidiar a formulação de uma política de RI que abranja tanto a necessidade da maior
divulgação e disseminação da informação científica dentro da comunidade científica e para o
público em geral, quanto da informação pública para as mesmas comunidades.

REVISÃO DE LITERATURA
É sabido que o cenário da comunicação científica se transformou completamente em
razão da Iniciativa de Arquivos Abertos (OAI, na sigla em inglês) e do Movimento OA (Open
Access); assim, há de se observar alguns aspectos em ambas instâncias, como considera Freire
(2011, p. 70):
a)
A Iniciativa de Arquivos Abertos está centralizada num escopo
puramente tecnológico, ou seja, na criação de ferramentas e arranjos
estruturais para acomodar arquivos digitais;
b)
O Movimento de Acesso Aberto busca a conscientização dos
cientistas e demais atores envolvidos no processo de construção e
disseminação do conhecimento científico para os benefícios que essas novas
tecnologias trazem para o processo de comunicação científica e
consequentemente para o avanço da ciência.
Outros autores também desenvolveram estudos sobre o Acesso Aberto. Dentre eles,
citamos: Prosser (2003); Batista (2007); Suber (2010); Harnad (2011); Furnival (2012).
Existem várias percepções em relação aos conceitos de RIs. Em meio a essas, destacase a definição de Lynch (2003), segundo a qual o Repositório Institucional é um conjunto de
serviços que uma universidade oferece aos membros de sua comunidade para a gestão e
disseminação de materiais digitais que, criados pela instituição, reforçam a importância do
compromisso organizacional com a administração, organização e distribuição desses materiais
e o acesso a eles, incluindo a preservação em longo prazo.

1712

�As definições são diversas, no entanto alguns autores contribuíram com estudos
relacionados a essa temática: Raym Crow (2002); Ware (2004); Café et al. (2003); Costa e
Leite (2006); Viana, Márdero Arellano e Shintaku (2006); Mueller (2007); Kuramoto (2008);
Pavão (2010); Rosa (2011); e Leite, Amaro, Batista e Costa (2012).
Existe uma intersecção, embora implícita, entre RIs e a LAI, pelo fato de que essa Lei
ajuda a reforçar esse movimento em benefício da disseminação e do acesso às informações
gerais que são geradas por universidades públicas e contidas nas suas atividades
administrativas (essas informações são o que se denomina LC).
Moura e Moraes (2012) e Gruman (2012) compartilham que a LAI assegurará o
direito fundamental de acesso à informação pública, ainda que a transparência e o acesso não
garantam a eficácia do funcionamento da máquina pública; pelo contrário, sua ausência é
garantia de mau uso dos recursos públicos. Considerando o direito de acesso dos cidadãos às
informações públicas, não se pode ignorar o fato que muitas dessas informações se encontram
na LC e são ignoradas na maioria dos RIs. O sistema SIGLE

, o sistema GreyNet

e

autores como Gomes (2003), Torres Ramírez (1994), Población (1997) e Funaro (2006)
realizaram estudos em favor da LC.

MATERIAIS E MÉTODOS
Utilizou-se a pesquisa bibliográfica adotando-se a coleta de dados sistematizada, de
acordo com um rol de termos entendidos como pontos-chave. Juntamente com a pesquisa
bibliográfica foram realizadas entrevistas semiestruturadas na cidade de São Carlos (SP), com
stakeholders19213194 de uma IES no processo da disseminação das informações nela geradas.
Nessas entrevistas estão incluídos docentes, um especialista na análise e disseminação de
informações e gestores técnicos administrativos envolvidos de alguma forma com RIs.
Contendo sete questões, a entrevista teve como propósito obter a percepção de vários aspectos
em relação aos RIs. Na etapa da pesquisa de campo seguiu os seguintes passos: elaboração do
roteiro de entrevista semiestruturada; pré-teste; submissão do projeto ao Comitê de Ética;
apresentação do Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE); convite aos
entrevistados por e-mail; e realização das entrevistas e transcrições delas. No procedimento
para a análise dos dados - ainda em andamento - utilizou-se a técnica de análise de conteúdo

192 Disponível em:&lt; SIGLE (System for Information on Grey Literature in Europe) Input: how to make yourgrey
documents available through SIGLE. http://www.konbib.nl/sigle/input.htm&gt;
193 Sistema de Informação sobre Literatura Cinzenta na Europa. Disponível em:&lt;http://www.greynet.org/&gt;
194 Stakeholders são definidos como pessoas ou grupos que têm interesses legítimos em aspectos substantivos ou
processuais na atividade da instituição ou organização (DONALDSON; PRESTON, 1995).

1713

�de Bardin (2010). Essa técnica busca analisar o que está explícito no texto, para assim obter
indicadores que permitam fazer inferências. Com as entrevistas transcritas, realizou-se uma
pré-análise, com o intuito de identificar e categorizar trechos e a contagem na ponderação da
frequência. Criou-se um quadro com padrão de cinco colunas contendo elementos para
elaboração da análise de conteúdo da entrevista: a) Categoria; b) Subcategoria; c) Unidade de
registro; d) Unidade de contexto; e) Enumeração. Dessa forma, foram adotados os seguintes
sinais para a ponderação da frequência de opinião: (+) positivo; (-) negativo; (0) neutro.

RESULTADOS PARCIAIS
A amostra aqui discutida é parcial em razão de a pesquisa estar em andamento. No no
discurso dos entrevistados dessa amostra, percebeu-se uma postura favorável aos RIs; no
entanto, em algumas questões que envolvem esse tema aparecem alguns aspectos em que os
entrevistados se posicionaram neutros e negativamente. Ao se adotar o método de análise de
conteúdo, compreende-se a percepção da frequência de opiniões dessa modalidade; nas
questões da entrevista procuramos abranger os seguintes aspectos: 1) Responsabilidade pela
implementação e manutenção do Repositório Institucional (RI); 2) Políticas de submissão; 3)
Conteúdo; 4) Padrões; 5) Sociedade. Foram emitidas somente as opiniões de dois
entrevistados em cada uma das sete questões, totalizando 14 opiniões, como mostra a tabela a
seguir:
Tabela 1: Ponderação da frequência de opinião
Questão

Frequência

N° 1

++

N° 2

+0

N° 3

++

N° 4

0+

N° 5

+-

N° 6

++

N° 7

0+

Fonte: do autor

A abordagem qualitativa utilizada na análise de conteúdo permitiu a compreensão do
tratamento dos dados. O resultado parcial da pequena amostra das entrevistas gerou algumas
considerações e conhecimento na temática do RI.

1714

�Contudo, enfatiza-se a intersecção dos RIs com a Lei de Acesso à Informação
considerada na categoria Conteúdo (inclusão de documentos); a frequência de opiniões
demonstrou-se favorável à inclusão de documentos gerados nas atividades-fim que fazem
parte da Literatura Cinzenta, ou seja, relatórios administrativos, pareceres, atas, projetos e
documentos relacionados à memória, e à preservação digital, mas com a ressalva que, se
forem incluídos, esses documentos devem estar ordenados dentro de comunidades e coleções
no RI.

CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
Retomando o problema alusivo à possibilidade da ampliação do conceito de RI como
algo que abrange a organização e a disponibilização da produção científica, juntamente com a
produção da comunidade funcional das IES, procuramos por meio das análises realizadas e
nos referenciais teóricos resposta para essa indagação. Alguns objetivos foram atingidos
parcialmente e a próxima etapa do estudo será o cumprimento de um cronograma proposto dentre as atividades está a continuação da tabulação das entrevistas e o prosseguimento de
outras etapas da pesquisa.
A partir da breve abordagem do acesso aberto, pode-se afirmar que os modos abertos
de disseminar a pesquisa científica são o futuro da comunicação científica, senão o presente.
As ferramentas utilizadas na gestão do conhecimento científico - como os RIs - podem e
devem ser também empregadas quanto à gestão da LAI. O movimento em favor de a LC se
tornar mais visível ganhará mais adeptos conforme a importância do seu acesso for
amplamente divulgada para o público em geral, particularmente dentro do contexto da LAI
hoje vigente no Brasil.
Espera-se que o estudo em andamento possa despertar uma apreciação de que o tema
aqui em pauta consolide os esforços dos movimentos em favor da disseminação aberta da
informação de todos os tipos, e não exclusivamente das pesquisas científicas, assim
contribuindo como um passo a mais para a democratização das relações governamentais com
a sociedade.

REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Maria do R. G. Literatura Cinzenta: teoria e prática. São Luís: Edições UFMA,
2000. 174 p.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2010.
BATISTA, A. A.; COSTA, S. M. S.; KURAMOTO, H.; RODRIGUES, E. Comunicação

1715

�científica: o papel da Open Archives Initiative no contexto do Acesso Livre. Ciência da
Florianópolis,

Informação,

n.

esp.,

p.

17,

2007.

Disponível

em:

&lt;http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/635/1/ARTIGO_ComunicacaoCient%C3%ADfica
PapelOAI.pdf&gt;. Acesso em 1 jul. 2014.
CAFÉ, Lígia; MELO, B. A.; BARBOZA, E. M. F.; NUNES, E. M. A.; MÁRDERO
ARELLANO, M. A. Repositórios institucionais: nova estratégia para publicação científica na
rede. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 26, 2003,
Belo Horizonte, MG. Anais... Belo Horizonte: INTERCOM, 2003. p. 12. Disponível em:
&lt;http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2003/www/pdf/2003&gt;. Acesso em: 4 abr.
2014.
CAMARGO, Liriane Soares de Araújo; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borseti Gregório.
Arquitetura da informação para repositórios científicos digitais. In: SAYÃO, L., et al. (Org.).
Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso e
preservação. Salvador: EDUFBA, 2009. p. 55-82.
COSTA, S. M. S.; LEITE, F. C. Repositórios institucionais: potencial para maximizar o
acesso

e

o

impacto

da

pesquisa

em

universidades.

In:

CONFERÊNCIA

IBEROAMERICANA DE PUBLICAÇÕES ELETRÔNICAS NO CONTEXTO DA
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA, 1, 2006, Brasília. Anais... Brasília: UnB, 2006. p. 10.
Disponível em: &lt;http://eprints.rclis.org/10021/1/Costa_e_Leite_CIPECC_2006.pdf &gt;. Acesso
em: 3 mar. 2014.
CROW, Ray. The case for institutional repositories: a SPARC position paper. Washington,
DC: The Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition, 2002. p. 1. Disponível
em: &lt;http://www.sparc.arl.org/sites/default/files/media_files/instrepo.pdf&gt;. Acesso em: 8 abr.
2014.
DONALDSON, T.; PRESTON, L. The stakeholder theory of the corporation: concepts,
evidence and implications. Academy of Management Review, Mississippi State, v. 20, p.
65-91, jan. 1995. Disponível em: &lt;http://www.jstor.org/stable/258887?seq=2&gt;. Acesso em: 1
abr. 2014.
FREIRE, José Donizetti. CNPq e o acesso aberto à informação científica. 2011. 275 f. Tese
(Doutorado em Ciência da Informação) - Universidade de Brasília. Brasília, 2011.
FUNARO, V. M. B. de O.; NORONHA, D. P. Literatura cinzenta: canais de distribuição e
incidência nas bases de dados. In: POBLACIÓN, Dinah Aguiar; WITTER, G. P.; SILVA, J.
F. M. (org.). Comunicação e produção científica: contexto, indicadores, avaliação. São
Paulo: Angellara, 2006. cap. 8, p. 217-234.

1716

�FURNIVAL, Ariadne Chloe Mary Furnival. O acesso aberto à literatura e as necessidades e
usos informacionais do público leigo. In: KERBAUY, Maria Teresa Miceli; ANDRADE,
Thales Haddad Novaes de; HAYASHI, Carlos Roberto Massao (Org.). Ciência, Tecnologia e
Sociedade no Brasil. Campinas: Editora Alínea, 2012, p. 99-100.
GRUMAN, Marcelo. Lei de acesso à informação: notas e um breve exemplo. Revista
Debates, Porto

Alegre, v.

6,

n.

3,

p.

104,

set.-dez.

2012.

Disponível

em:

&lt;http://seer.ufrgs.br/debates/article/view/34229/23345&gt;. Acesso em: 7 abr. 2014.
HARNAD,

S.

What is

open

Access?.

EPRINT.

2011.

Disponível

em:

&lt;http://www.eprints.org/openaccess&gt;. Acesso em: 3 fev. 2014.
KURAMOTO, H. Distinguindo os conceitos de repositórios e publicações eletrônicas. 8 dez.
2008.

Blog

do

Disponível

Kuramoto.

em:

&lt;http://kuramoto.blog.br/?s=defini%C3%A7%C3%A3o+RI&gt;. Acesso em: 8 mar. 2014.
LEITE, F. C. L.; AMARO, B.; BATISTA, T.; COSTA, M. Repositórios Institucionais: boas
práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica. Brasília:
IBICT,

2012.

Disponível

em:

http://livroaberto.ibict.br/bitstream/1/703/1/Boas%20pr%C3%A1ticas%20para%20a%20cons
tru%C3%A7%C3%A3o%20de%20reposit%C3%B3rios%20institucionais%20da%20produ%
C3%A7%C3%A3o%20cient%C3%ADfica.pdf&gt;. Acesso em 5 abr. 2014.
MOURA, Maria Aparecida; MORAES, Bruno Moreira de. Dispositivos legais e a
salvaguarda do acesso público à informação e ao conhecimento no Brasil: historicidade,
impactos e repercussões. In: CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA SOBRE ACESSO
ABERTO, 3, 2012, Portugal. RESUMOS... Portugal: Universidade Nova de Lisboa, 2012.
Disponível

em:

&lt;http://www.acessoaberto.pt/c/index.php/confoa2012/confoa2012/paper/view/227&gt;.

Acesso

em: 7 fev. 2014.
MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. Literatura científica, comunicação científica e ciência
da informação. In: TOUTAIN, Lidia Brandão (Org). Para entender a Ciência da
Informação. Salvador: EDUFBA, 2007.
PAVÃO, Caterina Groposo. Repositório digital Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação,
Florianópolis,

v.

15,

n.

29,

p.

01-30,

1

sem.

2010.

Disponível

&lt;http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/464/467&gt;. Acesso em:

em:

10 fev. de

2014.

1717

�POBLACIÓN, Dinah Aguiar. Literatura cinzenta: presente e futuro. Intercom, v. 20, n. 1, p.
153-160, jan./jun, 1997.
PROSSER, David. Information revolution: can institutional repositories and open access
transform scholarly communications?. The ELS Gazette, v. 15, July 2003.
ROSA, Flávia G. M. G. A disseminação da produção científica da Universidade Federal
da Bahia através da implantação do seu repositório institucional: uma política de acesso
aberto. 2011. 242 f. Tese (Doutorado em Cultura e Sociedade) - Faculdade de Comunicação,
Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2011.
SUBER, Peter. Open Access Overview: Focusing on open access to peer-reviewed research
articles

and

their

preprints.

2010.

Disponível

em:

&lt;http://www.earlham.edu/~peters/fos/overview.htm&gt;. Acesso em: 15 jan. 2014.
TORRES RAMIREZ, Isabel. La llamada ‘literatura gris’: reflexiones sobre su naturaleza y
desarrollo e instrumentos bibliográficos para su identificación y localización. Boletín de la
Asociación Andaluza de Bibliotecarios, v. 10, n 34, p. 41-59, 1994. ISSN 0213-6333.
VIANA, C. L. M.; MÁRDERO ARELLANO, M. A. Repositórios Institucionais baseados em
Dspace e Eprints e sua viabilidade nas instituições acadêmico-científicas. In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU), 14, 2006, Salvador. Anais...
Salvador:

UFBA,

2006.

Disponível

em:

&lt;http://eprints.rclis.org/8834/1/Trabalho_SNBU_RI_DSpace_EPrints_IES.pdf&gt;. Acesso em
10 jun. 2014.
WARE, Mark. Pathfinder Research on Web-based Repositories. Bristol, UK: Publisher and
Library/Learning

Solutions.

2004.

Disponível

em :

&lt;http://www.palsgroup.org.uk/palsweb/palsweb.nsfZ0/8c43ce800a9c67cd80256e370051e88a/
$FIL/

1718

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="62">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71368">
                <text>SNBU - Edição: 18 - Ano: 2014 (UFMG - Belo Horizonte/MG)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71369">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71370">
                <text>Tema: Bibliotecas Universitárias e o Acesso Público à Informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71371">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71372">
                <text>UFMG</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71373">
                <text>pt</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71374">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71375">
                <text>Belo Horizonte (Minas Gerais)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74762">
              <text>Repositórios digitais institucionais: um viés pela Lei de Acesso à Informação.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74763">
              <text>Franco, Izabel Mota, Furnival, Ariadne Chloe</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74764">
              <text>Belo Horizonte (Minas Gerais)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74765">
              <text>UFMG</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74766">
              <text>2014</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74767">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74768">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74769">
              <text>No Brasil, a preocupação com o acesso aberto data de 2005, com o Manifesto Brasileiro de Apoio ao Acesso Livre, em 2011, ganha um impulso com a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011) que instituiu um novo regime de gerenciamento, divulgação e acesso às informações públicas, estimulando a cultura da transparência. As instituições procuram disponibilizar o acesso às informações de todo tipo que geram: produção científica, tecnológica e cultural. Isso deveria incluir também a Literatura Cinzenta, constituída por relatórios técnicos de pesquisa, publicações governamentais, traduções avulsas, preprints e a literatura originada de encontros científicos, como os anais de congressos. A presente pesquisa centraliza-se na questão da viabilidade e da ampliação do conceito de Repositório Institucional (RI), para algo que abrange todo tipo de produção da organização, disponibilizando a produção científica, técnica e cultural, juntamente com a produção da comunidade funcional da instituição. Dessa forma, atende também à Lei de Acesso à Informação. O intuito da pesquisa foi de levantar e apontar potenciais subsídios para a elaboração de uma política de RI que contemplasse essa visão mais ampla. Para tanto, foi realizado um estudo de caso numa Instituição de Ensino Superior, operacionalizando-o por meio de uma pesquisa bibliográfica e documental, além de realizar 13 entrevistas semiestruturadas. Para a análise dos dados, optou-se pela técnica de análise de conteúdo baseada nos fundamentos de Bardin (2010). O resultado esperado deste estudo se concretizará numa sistematização de conceitos e argumentos que possam subsidiar a formulação de uma política de RI que abranja a necessidade da maior divulgação e disseminação da informação científica dentro e fora da comunidade científica quanto da informação gerada na instituição para o público em geral.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
