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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMO SISTEMAS ABERTOS: EXEMPLO DE
UMA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

Karina Batista Sales
Adriana Silva

RESUMO
Este artigo tem a finalidade de apresentar o funcionamento das unidades de informação como
um sistema aberto, com foco em bibliotecas universitárias. Baseia-se no sistema aberto pelo
fato de absorver todas as mudanças ocorridas dentro da sociedade da informação, tecnológica
e do conhecimento. A fundamentação teórica aborda a Teoria geral dos sistemas, sistemas
abertos, unidades de informação e bibliotecas universitárias. A biblioteca universitária
caracteriza-se como um sistema aberto, e diante desse fato, sua estrutura e funcionamento
podem mudar. Faz-se necessário a adaptação nesse contexto.
Palavras-Chave: Teoria Geral dos sistemas; Sistemas abertos; Biblioteca universitária.

ABSTRACT
This article aims to present the functioning of the information units as an open system, with a
focus on academic libraries. It is based on open system because absorb all changes in the
information, technology and knowledge society. The theoretical approaches to general
systems theory, open systems, information units and university libraries. The university
library is characterized as an open system, and in view of this fact, its structure, functioning
may change. It is necessary to adapt this context.
Keywords: General systems theory; Open systems; University library.

1 INTRODUÇÃO
Este artigo foi escrito com o propósito de apresentar ao leitor a importância de uma
unidade de informação como um sistema aberto. Isto porque, no mundo tecnológico atual
outras formas de pesquisas estão sendo inseridas e administradas, baseada na realidade da
sociedade em constantes mudanças e com muitas interações. No presente caso, ao se referir
em serviços prestados pelas bibliotecas universitárias faz-se necessário sua adequação, a fim
de que seja fácil realizar a sua administração com o olhar no todo.

1629

�Muniz e Faria (2001) entendem que a teoria de sistemas permite a explicação de um
todo, afirmando que determinados sistemas não podem ser entendidos pela investigação
separada e disciplinar de cada uma de suas partes, assim a biblioteca universitária deve ser
vista, um sistema que não pode ser desmembrado em partes, como somente olhar o seu
serviço de referência ou às tecnologias a serem utilizadas, mas a integração de todos os
recursos para o sistema funcionar corretamente.
As empresas atuais têm a necessidade de desenvolver, implantar e gerir toda a sua
estrutura organizacional a ponto de dar suporte nos processos que as compõem. Esse
seguimento é composto por recursos computacional, humano e organizacional, agindo de
forma integrada, com o

objetivo de dar suportes aos trabalhos desenvolvidos dentro de um

sistema organizacional. Desta forma, espera-se alcançar as perspectivas de sucesso da
pesquisa, passando informações proveitosas aos leitores a ponto de incrementar os estudos
acerca do tema. O artigo apresenta o conceito de Teoria Geral de Sistema, acompanhado de
suas características e seus propósitos, a classificação de sistemas abertos e fechados e as
unidades de informações como sistema aberto com foco em bibliotecas universitárias,
propósito dessa pesquisa.

2 TEORIA GERAL DOS SISTEMAS
O conceito da Teoria Geral de Sistemas, foi introduzido por Ludwig Von Bertalanffly,
partindo da premissa que a ciência possui problemas similares e também soluções similares
para suas respostas, a teoria teve como finalidade inicial dar ao tema um sentido universal,
assim descreveu Bertalanffly (2012, p.13):
(...) é aqui usado em sentido amplo, semelhante ao nosso modo de falar em
“teoria da evolução”, que abrange quase tudo, desde a escavação de fósseis,
anatomia e a teoria da matemática da seleção. (...) Uma teoria do
comportamento, que vai desde a observação de pássaros até as sofisticadas
teorias neurofisiológicas.
Diante dessa premissa, Alves (2012, p.160) dispõe:
(...) Desta forma, postulamos uma nova disciplina chamada de Teoria Geral
de Sistemas. Seu principal objetivo é a formulação e derivação dos
princípios que são válidos para “sistemas” em geral, ainda destaca que a
Teoria Geral de Sistemas estuda o sistema, suas respectivas estruturas, a
fronteira e o seu acoplamento.
Na Teoria Geral dos Sistemas, Vasconcelos (2002), entende que o comportamento do
todo é mais complexo do que a soma dos comportamentos das partes. Com isso, tem-se que
os acontecimentos implicam mais do que unicamente das decisões e ações individuais. As

1630

�unidades individuais ou membros do sistema existem em relações e o sistema impõe coerções
sobre o comportamento das partes.
A partir dessa concepção, tem-se que a Teoria Geral dos Sistemas teve uma ampla
aplicação no âmbito das organizações empresariais. Muniz e Faria (2001), argumentam que
uma organização depende do objetivo e quem tem o objetivo é a organização como um todo.

2.1 Características dos sistemas e seus propósitos
Segundo Alves (2012) as características dos sistemas se dividem em: Sistemas,
Fronteira, Ambiente e Observador. Sobre sistemas, o autor refere-se ao modo de como vê o
observador. A sua conclusão de baseia no conhecimento que ele terá daquele sistema.
O exemplo clássico citado por ele é a do bebê que apresenta febre. Embora o
organismo da criança possa ser acessado por uma infinidade de variáveis, como o modo de
examinar, de medicar, de cuidar, esta penderá da análise do seu observador. Assim, a decisão
adotada pela mãe não será a mesma de um profissional qualificado, com maior conhecimento
de causa.
Deste modo, percebe-se que para uma mesma situação é possível existir mais de um
sistema, dependendo apenas neste caso, do escopo de quem os constrói mentalmente.
Já a Fronteira, citando o caso acima, diz respeito a pele do bebê, a fronteira está
estabelecida entre o sistema e seu ambiente não importando qual seja o caso, visto que o
sistema encontra-se acoplado em um ambiente. Ambiente é onde está inserido o sistema. Já o
observador, é o agente que idealiza este sistema e o seu ambiente, realizando uma
identificação com a fronteira estabelecida entre os dois.

2.2 Sistemas: Abertos e Fechados
Os sistemas se classificam em abertos e fechados. Nos sistemas fechados, a energia
acessível para a efetivação do trabalho tende a decrescer, ou seja, leva o sistema a um estado
de equilíbrio final. Pode-se dizer que, nesse caso, não realizam troca com o meio ambiente,
tão pouco recebe influência do mesmo. Além do mais, não produzem nada que seja enviado
para o mundo externo.
O sistema aberto é o inverso. Bertalanffly (2012, p. 30) define sistemas abertos da
seguinte forma:
O sistema aberto define-se como um sistema em troca de matéria com seu
ambiente, apresentando importação e exportação, construção e demolição
dos materiais que compõem.

1631

�Nos sistemas abertos, existem interação com o ambiente, ou seja, ocorrem por meio de
entradas e saídas. Neste sistema, há troca de matérias, energias por meio do ambiente.
Também são adaptáveis, pois para manterem-se vivos dependem de ajustes na condição do
meio.
As organizações de sistemas abertos encontram-se inter-relacionadas entre diversas
variáveis internas e externas, afetando seu comportamento.

3 MATERIAIS E MÉTODOS
Este trabalho se caracteriza como resultado de pesquisa, na qual foi feito um
levantamento documental acerca da teoria geral dos sistemas e sistemas abertos. Após a
leitura dos documentos, procurou-se a relação entre as teorias as bibliotecas, especialmente a
biblioteca universitária. Finda esta etapa, propôs-se as relações e, ao final, apresentou-se as
considerações acerca das bibliotecas universitárias como sistemas abertos.

4 BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS COMO SISTEMAS ABERTOS
Uma unidade de informação é definida como um sistema, pois tem por objetivo a
transmissão de informação em qualquer formato e meio e para isso possui uma estrutura
definida com elementos inter-relacionados trabalhando mutuamente para atingirem o objetivo
proposto.
A unidade de informação deve ser considerada como um sistema aberto por absorver
as mudanças ocorridas na sociedade da informação e do conhecimento e pelas contribuições
que faz ao ambiente que está inserida, respondendo aos anseios informacionais da
comunidade que serve, suprindo-as da carência informacional. Observa-se a figura que
apresenta a unidade de informação como sistema aberto, sofrendo influências do ambiente.
Figura 1:

As Unidades de Informação como sistemas abertos em um meio
AMB ENt .

ambiente.
OBSERVADOR

Fonte: Adaptação de Chiavenato, 2005.

1632

�Para efeito de delimitação dos processos de um sistema, escolhe-se a biblioteca
universitária (exemplo de unidade de informação) como sistema a demostrar que as unidades
de informação devem ser consideradas sistemas abertos.
A identificação do sistema biblioteca universitária pode ser descrita da seguinte
maneira: É composta fisicamente por vários (sub)sistemas individuais, nesse caso específico
de biblioteca universitária, pode-se elencar: processamento técnico, serviço referência, setor
de periódicos, setor de catalogação, setor de classificação e setor de indexação, cumpre
ressaltar que estes exemplos são mais comuns. Estes subsistemas são coordenados por meio
de uma integração e de um trabalho mais específico, ou seja, cada um realizando
determinadas atividades buscando atingir determinados objetivos e a soma destes objetivos
busca cumprir a função do sistema biblioteca universitária.
Ferreira (1980, p. 18) expõe que:
A universidade é voltada para as necessidades educacionais, culturais,
científicas e tecnológicas do país, as bibliotecas devem trabalhar visando a
esses mesmos objetivos, participando ativamente do sistema educacional
desenvolvido pela universidade, devendo estar em consonância com os
programas de ensino, pesquisa e extensão.
O ambiente do sistema é a Universidade, envolvendo seus centros e o sistema
educacional adotado.
A fronteira que impõe os limites entre o ambiente e o observador e sempre é dado pelo
observador do sistema. Nesse estudo pode ser, na visão do gestor da biblioteca, os papéis que
a biblioteca tem no ambiente que está inserida de acordo com a estrutura formal descrita ou
do usuário (pessoa que faz uso dos produtos e serviços) que irá delimitar o sistema biblioteca
de acordo com suas necessidades e perfil.
Apesar das divisões do trabalho, as partes podem ser mudadas sem causar um efeito
concomitante sobre as outras, tendo o cuidado para que a total paralização de um subsistema
não faça o sistema entrar em colapso. Daí vem uma das características mais importantes de
sistemas abertos, sua capacidade de adaptação (leva a mudança, inovação ou adaptabilidade) e
regulação (garantindo a permanência do sistema).
Klaes (1991, p. 12) corrabora quando diz que a:
(...) biblioteca universitária sofre pressão de diversos fatores, os quais podem
provocar alterações nas suas relações com seus usuários, sua instituição
mantenedora, modificando sua forma de operar internamente, o que se
reflete na prestação de serviços, políticas e prioridades, como forma de se
adaptar às mudanças provocadas pela ambiência.

1633

�Ao exemplificar esse processo em uma biblioteca cita-se a entrada das tecnologias
nesses ambientes, a exemplo dos e-books (livros eletrônicos), muitas bibliotecas estão se
adaptando para atender os interagentes que preferem esse tipo de mídia, outro exemplo é a
biblioteca totalmente digital a exemplo da Bibliotech, nos EUA, claro que dependendo do
ambiente que está inserida, seria desnecessário acabar com os livros impressos, mas para
atender os anseios informacionais, as unidades de informação estão buscando todo tipo de
alternativas, principalmente as bibliotecas, para que não se tornem obsoletas e desapareçam
em determinados ambientes.

5 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
As unidades de informação, consideradas como organizações sociais, devem ter esse
pensamento e baseado na teoria geral dos sistemas, olharem as características que possuem e
se adaptarem à sociedade da informação e do conhecimento, promovendo uma mudança,
satisfazendo uma sociedade cada vez mais avida em informação de forma eficiente e eficaz.
A biblioteca universitária está inserida em um ambiente essencial na construção do
conhecimento, envolvida em ambientes de mudanças sociais, tecnológicas e estruturais,
diante disso uma biblioteca universitária deve saber se posicionar com as exigências que a
sociedade da informação impõe.
Faz-se necessário o pensamento sistêmico nas bibliotecas para enxergar o todo que a
envolve e assim, promover novos produtos e serviços envolvendo a dinâmica existente no
ambiente inserido, exemplos: materiais educativos e base de dados interativas, boletins
eletrônicos colaborativos, consultorias, acesso por assinatura a revistas, livros, etc. Indica-se
pesquisas com o objetivo de investigar quais outras mudanças afetam as bibliotecas
universitárias como sistemas abertos, como as políticas educacionais e recursos humanos.

6 REFERÊNCIAS
ALVES, João Bosco da Mota Alvez, Teoria Geral de Sistemas: em busca da
interdisciplinidade. Florianópolis: Instituto Stela, 2012.
BERTALANFFLY,

Ludwig

Von.

Teoria

Geral

dos

Sistemas:

fundamentos,

desenvolvimento e aplicações. 6ed.-Pretópolis,RJ:Vozes, 2012.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed., totalmente rev. e atual.
Rio de Janeiro: Campus, 2005.
FERREIRA, Lusimar Silva. Bibliotecas universitárias brasileiras: análise e estruturas
centralizadas e descentralizadas . São Paulo: Pioneira; Brasília, DF: INL, 1980.

1634

�KLAES, Rejane Raffo. Dados e informações usados na tomada de decisão em bibliotecas
universitárias brasileiras : o contexto da atividade de desenvolvimento de coleções. 1991.
Dissertação (Mestrado em Biblioteconomia). Universidade de Brasília, Brasília, 1991.
Disponível em:&lt; http://hdl.handle.net/10183/1412&gt;. Acesso em: 01 mai. 2014.
MUNIZ, Adair Jaime de Oliveira; FARIA, Hermínio Augusto. Teoria geral da
Administração: noções básicas. 4 ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.
VASCONCELOS, Maria José Esteves de. Pensamento sistêmico: o novo paradigma da
ciência. 4 ed. Campinas: Papirus, 2002.

1635

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