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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

MUDANÇA DE CULTURA PARA O AUTOARQUIVAMENTO - PLANEJAMENTO
PARA IMPLANTAÇÃO

Cássia Adriana de Sant'Ana Gatti
Dilnei Fátima Fogolin
Sandra Manzano de Almeida
RESUMO
O objetivo deste trabalho é apresentar o projeto desenvolvido junto ao curso “Gestão eficaz
de projetos: transformando ideias em resultados” que deverá ser implantado como piloto em
um dos cursos de pós-graduação da Universidade, visando incorporar o processo de
autoarquivamento à rotina de seus pesquisadores, docentes e alunos. Em face ao crescente
aumento da produção acadêmica e a necessidade de tornar essa produção disponível as
Universidades têm adotado os Repositórios Institucionais como modelo para essa
disponibilização. Como a UNESP optou por recuperar em duas bases de dados a produção de
sua comunidade acadêmica para dar início ao repositório, precisa agora implantar o
autoarquivamento junto à essa comunidade.
Palavras-chave: Gestão de projetos; Repositório Institucional; Autoarquivamento - mudança
de cultura

ABSTRACT
The aim of this paper is to present a project developed in the course “Effective Project
management : transforming ideas in results”, that will be introduced in one of the University’s
graduate courses in order to incorporate the self-archiving process to the routines of its
researchers, faculty and students. Due to the increasing of academic production and the need
of becoming it available, Universities have been taking the Institutional Repository as model
of this availability. As Unesp have chosen to retrieve its academic production from two
databases in order to start its Institutional Repository, there is now a need to establish the self­
archiving for best results.
Key words: Project Management; Iinstitutional repository; Selfarchive - cultural change

1 INTRODUÇÃO
Os avanços tecnológicos da informação e comunicação trouxeram inúmeras mudanças
no processo de disseminação da produção científica os quais facilitaram a introdução e
disponibilização de conteúdos informacionais em formato digital, como teses e dissertações
produzidas nas universidades brasileiras.

1323

�A crescente produção científica, no meio acadêmico, o número de alunos existentes e
ingressantes nos cursos de pós-graduação, a importância que as universidades desempenham
no cenário nacional e internacional contribuem para que os Repositórios Institucionais (RIs)
venham assumir a responsabilidade em difundir e disseminar essa produção, em consonância
com as modernas tecnologias de transferência do conhecimento.
Os produtores do conhecimento científico são os agentes fornecedores do material que
deverá

ser

disponibilizado

digitalmente

pelos

Repositórios

Institucionais.

O

autoarquivamento tem sido uma opção para submissão da produção científica nas bases de
dados das bibliotecas digitais de teses e dissertações.
Desta maneira a Unesp, em função da inauguração do seu Repositório Institucional,
está repensando a sua forma de disponibilizar o texto completo de teses e dissertações
utilizando o autoarquivamento, contrariamente do que vem sendo realizado até o momento e,
para tanto, é necessário transformar a cultura que existe atualmente na comunidade acadêmica
unespiana.
Este trabalho é resultado das atividades desenvolvidas pelas autoras durante o curso in
company na Unesp, intitulado “Indicadores de desempenho: Gestão eficaz de projetos:
transformando ideias em resultados”, ministrado por Randal Victor Gibbin, da Empresa
Integração - Escola de Negócios, quando tivemos que nos basear em situações reais e
passiveis de mudança, necessárias para implantação de um projeto, em que uma ideia
evoluísse para um resultado realizável, justificando a temática do trabalho.

2 REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS
Segundo Assis (2013), os repositórios surgem como sistemas de informação de acesso
aberto com o objetivo de maximizar a disseminação e visibilidade dos resultados de pesquisas
científicas. Entretanto, para chegarmos a um conceito de repositórios institucionais é
importante desfazermos alguns mal-entendidos a respeito de bibliotecas digitais e repositórios
institucionais.
Para entendermos melhor a diferença entre Biblioteca Digital e Repositório
Institucional, Leite (2009, p. 21) discorre que:
todo repositório institucional de acesso aberto pode ser considerado um tipo
de biblioteca digital, mas nem toda biblioteca digital pode ser considerada
um repositório institucional. (...) repositórios institucionais de acesso aberto
à informação científica lidam exclusivamente com a produção intelectual de
uma instituição. Portanto, não se prestam à aquisição e ao armazenamento de
conteúdos externos à instituição ou conteúdos de outra natureza (...), como
pode ser o caso de bibliotecas digitais.

1324

�Os Repositórios Institucionais vêm beneficiar os pesquisadores, bibliotecários e outros
usuários em relação ao armazenamento, recuperação e acesso à informação eletrônica, a qual
deve estar disponível em tempo real, e independente da localização dos interessados que
procuram cada vez mais o acesso on-line às fontes de informação.
As competências que se exigem de um autor/pesquisador para manusear, acessar, lidar
com as informações contidas em documentos digitais/eletrônicos, são diferentes das que se
exigiam em uma era de informação tradicional.
À medida que se intensificam essas mudanças, aumentam as responsabilidades das
universidades, na formação contínua da comunidade acadêmica, para que se familiarizem com
o ambiente eletrônico/digital e com o processo de autoarquivamento.
De acordo com Vicentini (2004) a integração e interoperabilidade entre os recursos de
informação em ciência e tecnologia envolvem um aporte intenso em termos de tecnologias de
informação e comunicação, protocolos e padronização.
A falta de padrões para disponibilização e pesquisa de informações científicas na
Internet, levou à criação do Open Archives Initiative - OAI (Iniciativa dos Arquivos Abertos)
e ao desenvolvimento de um protocolo com o intuito de oferecer simplicidade e eficiência na
tarefa de unificar as consultas a bases de dados científico-acadêmicas.
O

movimento de acesso aberto foi consolidado pela Declaração de Budapest, em 2001.

A Budapest Open Access Iniciative - BOAI teve por objetivo convocar a comunidade
científica e as instituições para liberarem o acesso à produção científica, eliminando assim
barreiras que impossibilitam o acesso (ASSIS, 2013).
Anteriormente a OAI, o usuário/autor escrevia seus documentos (artigos, teses, etc),
enviava-os para uma revisão e aguardava a sua publicação. Após a publicação, para acessá-lo
era necessário dirigir-se à biblioteca e localizá-lo. Com a nova tecnologia proporcionada pela
OAI, o próprio autor pode imediatamente, depositar o arquivo em uma base de dados e o
documento torna-se disponível quase imediatamente para consulta pela comunidade.
Segundo Triska; Café (2001), o autoarquivamento refere-se ao direito de o próprio
autor enviar o seu texto para publicação sem intermédio de terceiros. Interoperabilidade é a
capacidade de um sistema de se comunicar com outro sistema. Para um sistema ser
considerado interoperacionalizado é muito importante que ele trabalhe com padrões abertos.
Apesar dos mandatos de autoarquivamento em acesso aberto terem uma história de
menos de dez anos, mais de três centenas de instituições, agências de financiamento e outros
programas acadêmicos de todo o mundo implementaram políticas exigindo dos pesquisadores

1325

�o autoarquivamento dos resultados de suas pesquisas em repositórios (XIA et al, 2012 apud
ASSIS, 2013).
Ainda, de acordo com Assis (2013):
É preciso esforço e discussões para a implantação de uma política de sucesso
de autoarquivamento. As instituições devem disponibilizar materiais de
apoio e treinamento para que os pesquisadores se sintam confortáveis com o
sistema. Mais que realizar o depósito, as instituições devem se preocupar em
repassar para seus pesquisadores a filosofia e a relevância do movimento de
acesso aberto à informação científica, fazendo com que os seus
pesquisadores se tornem conscientes da importância do autoarquivamento.

3 REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNESP
Para melhor entendimento, vamos contextualizar a forma que atualmente as teses e
dissertações produzidas na Unesp são gerenciadas e disponibilizadas.
A Unesp, por meio da Coordenadoria Geral de Bibliotecas - CGB, órgão que viabiliza
o funcionamento sistêmico da Rede de Bibliotecas da Unesp, compartilha a produção
científica gerada na Unesp, e disponibiliza o texto das Dissertações e Teses, dos Programas de
Pós-graduação no Site para a Biblioteca Digital com acesso no Portal da Coordenadoria Geral
de Bibliotecas - CGB, www.unesp.br/cgb.
Atualmente, ao receber os arquivos eletrônicos das dissertações e teses, as Secretarias
de Pós-Graduação (SPG), checam se as mídias estão devidamente identificadas com nome do
autor e Campus de origem; verificam se todas as informações da autorização foram
preenchidas e se a mesma foi assinada pelo autor, e, se necessário, a SPG orienta o aluno para
as devidas correções.
Após esses procedimentos a SPG encaminha para a biblioteca, o arquivo juntamente
com o termo de autorização, os quais, via malote, são encaminhados para a equipe da
Coordenadoria Geral de Bibliotecas - Marilia, para realizar todo o processo para a devida
disponibilização na Biblioteca Digital C@thedra.
Uma vez que a UNESP já dispunha de um repositório (Acervo Digital), optou-se por
utilizar tal ambiente para abrigar os dados do Repositório Institucional. De acordo com
informação encontrada no próprio Repositório:
O Repositório Institucional UNESP tem por objetivo armazenar, preservar,
disseminar e possibilitar o acesso aberto, como bem público global, à
produção científica, acadêmica, artística, técnica e administrativa da
Universidade. Em sua implantação, o Repositório Institucional UNESP teve
por objetivo contemplar a produção científica dos pesquisadores da UNESP
publicada no período de 2008 a 2012 e indexada na base de dados Web of
Science. Após a realização desse objetivo, passaram a ser inseridos os
artigos dos pesquisadores da UNESP publicados no período de 1977 a 2013
em periódicos da SciELO, artigos estes que, em razão de sua licença,

1326

�puderam ter seus textos completos armazenados e disponibilizados no
Repositório, favorecendo, assim, o acesso aberto à produção científica da
Universidade. Atualmente, os esforços da equipe do Repositório
Institucional UNESP têm sido direcionados para a inserção da produção
científica não contemplada nas etapas anteriores (Web of Science e
SciELO), estendendo, assim, a cobertura do Repositório de modo a
representar a produção da Universidade e de seus pesquisadores.
(REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNESP. Apresentação)

O Repositório Institucional da Unesp utiliza a plataforma DSpace 3.1 , e adotou-se
para a descrição de documentos digitais o padrão de metadados Dublin Core e protocolo
OAI/PMH utilizado internacionalmente na troca de dados em iniciativas de acesso aberto,
permitindo a interoperabilidade com outros bancos de dados; permite aos autores e equipes
das bibliotecas, estrutura para autoarquivamento da produção científica da Unesp.
Com um ambiente já propício para o início desta necessidade e aproveitando a
oportunidade para elaboração de um projeto, como resultado das atividades de um curso
oferecido pela Instituição, as autoras se propuseram a planejar uma forma de divulgar e
conscientizar os autores para o autoarquivamento. É o que se apresenta a seguir.

4 PROJETO - PLANEJAMENTO
Segundo OLIVEIRA (1999), o estabelecimento de projetos proporciona ao executivo
condições de identificar e operacionalizar os planos de ação que a empresa irá desenvolver
com o objetivo de alcançar os resultados esperados e enfocados pelo planejamento
estratégico.
Portanto, a administração de gestão por meio de projetos firma-se em um modo
eficiente e eficaz de alcançar, dentro de um determinado prazo, objetivos e resultados
otimizando, de forma predeterminada, o uso de recursos humanos, materiais e financeiros.
Ao se decidir pela elaboração de um projeto, uma instituição deve levar em
consideração a razão principal da ideia proposta, qual a melhoria a ser realizada, pois poderá
ser necessário ajustes no decorrer da execução para atender a demanda e será vital para o
entendimento do valor que o projeto trará à instituição.
Para melhor condução no desenvolvimento do projeto é necessário fazer alguns
nivelamentos com o grupo gestor e traçar um roteiro para o planejamento, como:
1

- identificar e entender a justificativa, o valor, o legado do projeto. Nesta etapa é

vital entender qual é o valor que será agregado à Instituição para servir de parâmetros, caso
seja necessário alguma alteração;

1327

�2 - mapear os stakeholders, que são as partes interessadas do projeto - áreas
influenciadas e beneficiadas, corpo de diretores, usuários do projeto;
3 - Definir os marcos (milestones) de cada etapa do projeto - irão delimitar e indicar
as etapas concluídas e servirá para a definição de estratégia de execução;
4 - Definir as entregas (deliverables) de cada etapa do projeto - definir o que deve ser
produzido e entregue;
5 - Estruturar o ciclo de vida do projeto;
6 - Determinar as restrições do projeto - irão limitar as opções do projeto, como,
escopo, tempo e custo;
7 - registrar todos os passos de discussão. (GIBBIN, [2013]; SILVA, 2013)
Neste sentido recomenda-se não detalhar excessivamente o projeto para que seja
possível os ajustes ao longo do tempo e acompanhar todo o processo, do planejamento à
avaliação, por meio do seu ciclo de vida, PDCA (Plan, Do, Check, Act) do início até o final,
que compreende:
- iniciação - nesta fase é definido e autorizado, em parte ou em todo, o projeto;
- planejamento - definição e refinamento dos objetivos e planejamento do curso das ações
necessárias para o cumprimento do escopo;
- execução - complementação do projeto para finalizar as especificações do projeto, e;
- encerramento - formalização do resultado do projeto.
Todas as fases devem ser eficazmente acompanhadas e monitoradas para identificar
variâncias entre o planejado e o executado, estabelecendo-se ações corretivas ao longo do
processo.
Das áreas de conhecimento necessárias para gerir um projeto, citadas no Guia dos
conhecimentos sobre a administração de projetos (Guide to the Project Management Body of
Knowledge - PMBOK), elaborado pela Project Management Professional - PMI, foram
usadas a tríplice de restrições - escopo, tempo e custo. (PMBOK, 2012; MAXIMIANO,
2002)
Na gestão de projeto é imprescindível, para se ter uma probabilidade maior de êxito, a
aplicação de ferramentas e técnicas especificas para que se cumpra todas as metas e ações
estabelecidas e na busca de melhoria no desempenho organizacional, foi adotada a abordagem
da Project Management Professional - PMI, que se trata da credencial mais importante e
reconhecida em gerenciamento de projetos.
Desta forma, com a aplicação das variadas ferramentas e técnicas de forma integrada
tem-se uma possibilidade maior de transformar ideias em resultados e consequentemente a

1328

�visualização do projeto, do início ao fim, para uma avaliação mais adequada da proposta
inicial.
Após a definição da ideia e escopo, foi estabelecido, para a formalização e
planejamento das ações do projeto, o seguinte roteiro e aplicação das ferramentas de
gerenciamento:
A - IDEIA - Refletir sobre o valor, legado do projeto e qual a melhoria esperada nos
indicadores.
Trabalho Desenvolvido:
Título: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
Contexto: Portaria CAPES obrigando os programas de pós-graduação a disponibilizarem
texto completo das teses/dissertações produzidas na universidade.
Foco: Avaliação dos programas
Idéia: Identificar os gaps dos canais de comunicação utilizados pelas bibliotecas e pela CGB.
•

Solicitação do gabinete para agilizar o trâmite e permitir o acesso ao texto completo

•

Repensar o fluxo atual

•

Dificuldade em detectar o gargalo

•

Planejar um novo trâmite

Fluxo atual:
- Aluno - defesa e entrega do arquivo digital e autorização
- Seção de pós-graduação - homologação
- Biblioteca - catalogação de registros bibliográficos
- CGB - disponibilização do texto completo

B - ESCOPO - deve ser alinhada com o sponsor, que no caso da Unesp será com o
Gabinete do Reitor, que viabilizará o projeto com o apoio político e financeiro.
Trabalho Desenvolvido
Necessidade de inserir uma nova cultura na comunidade acadêmica para o autoarquivamento
Valor/legado
- Visibilidade da universidade
- Melhor classificação no ranking internacional
- Tornar-se uma universidade de classe mundial
Mapeamento dos influenciados
Beneficiados: UNESP, Programas de pós-graduação, Comunidade científica

1329

�Consultados: Instituições internacionais, instituições internacionais, Gabinete do Reitor, PróReitoria de Pós-Graduação, Seção de Pós-Graduação, Programa de Pós-Graduação
Resistentes: Equipe da CGB, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Seção de Pós-Graduação,
Programa de Pós-Graduação, Autor

Tabela 1 - Etapas de desenvolvimento do projeto
Etapa
Desenvolvimento do material de treinamento
Divulgação
Pós-graduação,
Bibliotecas,
Orientadores (corpo docente)
Capacitação
Divulgação para os autores/alunos

Entrega
Tutorial (virtual), apostila (impresso), folder
Palestras (apresentação), folders, mala direta
Capacitação Pós-graduação e Bibliotecas
Palestras, folders, mala direta, redes sociais,
mídia interna (jornal, homepage) brindes
(pastas, lápis, canetas, mouse pads, banners

Fonte: os Autores

C - EAP - WBS - diagrama de rede PERT/COM
A Estrutura Analítica de Projeto - EAP /WorkBreakdown Structure - WBS, feita logo
no início do projeto, é uma representação gráfica do escopo do projeto, parecida com um
organograma, onde é feita a decomposição do projeto em ciclo de vida, subfases do projeto e
atividades, fornecendo uma visão clara do seu escopo. Excelente para demonstrar os diversos
níveis apresentados.
É necessário determinar a duração das atividades e na prática recomenda-se que cada
etapa não ultrapasse 1 mês de execução para que seja possível ter a validação dos
steakholders e fazer rearranjos, se necessário. Importante, também, trazer para a fase de
elaboração da EAP pessoas com conhecimento sobre o assunto para opinar, mesmo que não
seja da equipe que está gerenciando o projeto.
Nesta fase é possível detectar o caminho crítico (o mais longo) e perceber onde estão
os pontos que merecem uma atenção maior, quais as atividades que podem gerar atraso na
data de conclusão do projeto.
Durante o curso a EAP foi elaborada utilizando os blocos autoadesivos.
Com a WBS pronta, é gerado o Diagrama de rede (PERT/COM) que se configura no
melhor método para visualizar a relação de dependência entre as atividades e,
consequentemente, definir a logica de execução do trabalho.
Com esta ferramenta concluída inicia-se a construção da Carta de Gantt

1330

�Trabalho Desenvolvido:

EAP DO PROJETO
1.

Desenvolvimento do material de treinamento

1.1

Desenvolvimento do folder (15 dias)

1.2

Desenvolvimento da apostila (20 dias)

1.3

Desenvolvimento do tutorial (20 dias)

2.

Divulgação Pós-Graduação e Bibliotecas

2.1

Realização da apresentação (01 dia)

2.2

Distribuição do folder (01 dia)

2.3

Envio da mala direta (01 dia)

3.

Capacitação

3.1

Desenvolvimento da capacitação para Pós-Graduação e Biblioteca (01 dia)

4.

Divulgação para a comunidade/alunos

4.1

Distribuição do material para a comunidade (30 dias)

5.

Avaliação do Projeto Piloto

5.1

Compilação de dados (01 dia)

5.2

Elaboração de relatório (02 dias)

SEQUENCIAMENTO DAS ATIVIDADES
5.1
2.2

2.3-

4.1
5.2

D - CRONOGRAMA DE GANTT

Esta fase é usada para melhor visualizar o progresso de cada etapa do projeto
permitindo controlar e avaliar todos os recursos utilizados do que foi previsto e o realizado
detectando um possível atraso no andamento das ações.

Trabalho Desenvolvido:
CRONOGRAMA DE PROJETO (Gantt)

1331

�Tabela 2 - Cronograma Gantt
1
1.1
1.2
1.3
2
2.1
2.2
2.3
3
3.1
4
4.1
5
5.1
5.2

I

____________________________________________________________________

5

10

15

20

25 30

35

40

45

50

"■

56

Fonte: os Autores

E - PLAN FUP (FOLLOW UP)
A planilha de acompanhamento do projeto permite revisar todas as metas de execução,
geradas a partir das atividades descritas na Carta de Gantt. (GIBBIN, [2013]).
É planejada para visualizar sempre as 4 primeiras semanas do projeto e conforme for
avançando, a semana seguinte é inserida, fazendo girar o PDCA, para verificação e tomada de
decisões. É importante uma reunião semanal para avaliação para que se detectem os
imprevistos e metas não cumpridas, ajustar e colocar para semana seguinte. È preciso muita
atenção para não comprometer a última semana.

Trabalho Desenvolvido
Tabela 3 - Planilha de acompanhamento
EAP
1

W2
Arte/prova (gráfica)

W3
Impressão

W4

2

Elaboração capítulos

Revisão

3
4

Elaboração/des.
Elaboração texto

Elaboração
capítulos
Elaboração des.

5

Estrutura textual

Aplicação e revisão

W5
Apresentação
pósgraduação e biblioteca
Envio
folder
pósgraduação e biblioteca
Envio mala direta
Capacitação
pósgraduação e biblioteca
Distribuição do material

Fonte: os Autores

1332

�5 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
A implantação de projeto em uma organização é imprescindível para que os problemas
sejam solucionados e os desafios enfrentados; porém, o seu sucesso está vinculado a um bom
gerenciamento das metas e ações planejadas e seu objetivo maior proporcionar um legado à
instituição.
É importante assinalar que o uso de ferramentas para o controle e os ajustes, ao longo
da execução, são necessários, bem como o perfeito envolvimento da equipe e dos principais
stakeholders.
Este projeto é uma proposta que, antes de ser implantada, será apresentada ao Comitê
Gestor da Politica do Repositório Institucional Unesp, para análise da viabilidade de
implantação na Instituição.

6 REFERÊNCIAS
ASSIS, T. B. Análise das políticas de autoarquivamento nos repositórios institucionais
brasileiros
e
portugueses.
Disponível
em
&lt;http://www.revistas.usp.br/incid/article/viewFile/69329/pdf 15 &gt;. Acesso em: 12 maio 2014
GIBBIN, R.V. Indicadores de desempenho: gestão eficaz de projetos: transformando ideias
em resultados. [São Paulo]: Integração Escola de Negócios, [2013]. (Apostila)
LEITE, F. C. L. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira:
repositórios institucionais de acesso aberto. Brasília: IBICT, 2009.
MAXIMIANO, A.C.A. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados.
2.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
OLIVEIRA, D. P. R. de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias, práticas. 14. ed.
rev. São Paulo: Atlas, 1999. p.225
PMBOK. A Guide to the Project Managemente Body of Knowledge (PMBOK GUIDE). 5.ed.
PMI-Project Management Institute, 2013.
REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNESP.
Apresentação. Disponível em:
&lt;http://repositorio.unesp.br&gt;. Acesso em: 13 de maio de 2014.
SILVA, E.C da; GIL. A.C. Inovação e gestão de projetos: os “fins” justificam os “meios”.
Revista de Gestão e Projetos - GeP, v.4, n.1, p.138-164, jan./abr. 2013.
TRISKA, R.; CAFÉ, L. Arquivos abertos: subprojeto da Biblioteca Digital Brasileira. Ci.
Inf,
Brasília, v.
30,
n.
3,
p.92-96,
2001.
Disponível
em:
&lt;
http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/207/1730 &gt;. Acesso em: 04 maio 2014.
VICENTINI, L. A. O gerenciamento de conteúdos digitais: concepção e desenvolvimento
de biblioteca digital no contexto da Universidade utilizando-se de software livre. Disponível
em: &lt; http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=1198 &gt; Acesso em: 20
abril.2014.

1333

�</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Mudança de cultura para o autoarquivamento: planejamento para implantação.</text>
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              <text>Gatti, Cássia Adriana de Sant'Ana, Fogolin, Dilnei Fátima, Almeida,Sandra Manzano de </text>
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              <text>O objetivo deste trabalho é apresentar o projeto desenvolvido junto ao curso ―Gestão eficaz de projetos: transformando ideias em resultados‖ que deverá ser implantado como piloto em um dos cursos de pós-graduação da Universidade, visando incorporar o processo de autoarquivamento à rotina de seus pesquisadores, docentes e alunos. Em face ao crescente aumento da produção acadêmica e a necessidade de tornar essa produção disponível as Universidades têm adotado os Repositórios Institucionais como modelo para essa disponibilização. Como a UNESP optou por recuperar em duas bases de dados a produção de sua comunidade acadêmica para dar início ao repositório, precisa agora implantar o autoarquivamento junto à essa comunidade.
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