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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias

SNBU 2014

MODELAGEM NO PROCESSAMENTO TÉCNICO: O CASO DA BIBLIOTECA DO
CFCH/UFRJ

Adriana Almeida Campos
Erica dos Santos Resende
Maria Cristina Rangel Jardim
Camila da Silva Teixeira
RESUMO
No processo de planejamento e estruturação de uma biblioteca, a organização dos serviços é
fundamental para qualidade das atividades. A visualização das rotinas através do fluxograma
oferece ao gestor, o conhecimento necessário para verificar como funcionam todos os setores,
facilitando a análise de sua eficácia, a localização das deficiências e a racionalização de
rotinas. O presente trabalho tem o objetivo apresentar a modelagem das atividades do Setor
de Processamento Técnico da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH)
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A modelagem das atividades, por meio do
fluxograma, mostra o detalhamento da sequência do trabalho, a padronização e a
racionalização dos serviços.
Palavras-chave:Bibliotecas
Processamento técnico.

Universitárias;Administração;

Fluxograma;

Setor

de

ABSTRACT
In the process of planning and structuring a library, the steps organization is fundamental to
the quality of activities. The preview of the routines through the flowchart provides the
manager the necessary knowledge to verify all sectors work, facilitating analysis of its
effectiveness, the location of the deficiencies and the rationalization of routines. This paper
aims to present the modeling of activities of the Department of Technical Processing Library
of the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ) Centre for Philosophy and Humanities
(CFCH). The modelling of activities through the flowchart shows the details of a work
sequence, standardization and rationalization of services.
Keywords:Academic libraries; Administration; Flowchart, Technical Processing.

1 INTRODUÇÃO
A modelagem dentro de uma organização significa detalhare exibir sua estrutura em
gráficos. Esse detalhamento auxilia a identificaratividades repetidas e/ou fragmentadas em

1292

�diversos setores que podem ser unificadas, reagrupadas ou eliminadas e, as que devem ser
simplificadas.(MACIEL; MENDONÇA, 2006).
Para a biblioteca,que tem o fluxo de cada atividade desenvolvida em seus setores,a
modelagem dos processos enriquecea compreensão do trabalho no todo. Cada setor se
interliga em suas tarefas. Da aquisição do documento à disseminação da informação,
passando pelo tratamento técnico, todos esses setores se unem com foco na excelência dos
serviços.
Sabendo da importância e da função da modelagem dos processos, esse breve relato
tem como objetivo a apresentação do que vem sendo realizado no Setor de Processamento
Técnico da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do
Rio de Janeiro (CFCH/UFRJ). O trabalho ainda não está finalizado, visto que cada tarefa pode
ter seu foco mais ampliado. Os setores da biblioteca estão sendo desenhadose,através do
fluxograma, os bibliotecários poderão se beneficiar de um modelo para visualizar suas
atividades no contexto geral do desenvolvimento dos serviços e, através deste recurso,
estruturar e organizar seu trabalho, avaliando a qualidade das ferramentas técnicas utilizadas e
a satisfação dos usuários na busca da informação.

2 DAS REPRESENTAÇÕES
Compõeo setor de processamento técnico as atividades de representação descritiva e
temática do documento. A visualização dessas representações está esboçada no fluxograma.

2.1 Representação descritiva

A descrição bibliográfica, também chamada de representação descritiva, é a
parte da catalogação responsável pela caracterização do recurso
bibliográfico. À descrição cabe extrair diretamente do recurso bibliográfico
todas as informações, de interesse para o usuário, que individualizem o
recurso bibliográfico, tornando-o único entre os demais. (MEY; SILVEIRA,
2009, p. 94)

Ao longo da história, vários instrumentos foram criados com o objetivo de registrar os
documentos e almejavam o controle bibliográfico universal. Mey (1995) afirma que a
catalogação era vista como a técnica de elaborar catálogos. No entanto, sua riqueza repousa
nos relacionamentos entre os itens, ou seja, ao observar uma descrição é possível escolher
versão, suporte, traduçãoe outras particularidades que individualizam um documento.

1293

�É comum na rotina da catalogação o uso do Catálogo da Fundação Biblioteca
Nacional (FBN), da Library ofCongress (LC) ou de outras, de acordo com o tema do
documento a ser catalogado. Utilizar uma catalogação já existente de um documento, para
alguns profissionais, é uma prática não recomendável. No entanto, nada mais acertado para
que a descrição se torne uniforme e os catálogos padronizados.
Campelo (2006) afirma que a contribuição da Biblioteconomia para o acesso amplo à
informação é representada por mecanismos que permitem o intercâmbio entre sistemas de
informação do mundo inteiro, facilitando o acesso de qualquer pessoa à produção
bibliográfica universal. Vários avanços aconteceram ao longo dos anos. Neste sentido, cita-se
o uso do International Standard Book Number (ISBN),International Standard Serial Number
(ISSN) e Digital ObjectIdentifier (DOI) como formas de controle bibliográfico.
Hoje, como fontes de informação para catalogação,podem ser mencionadas as
Bibliotecas Nacionais e as formas de controle bibliográfico, citados acima. Por eles é possível
ter acesso às informações sobre os documentos que serão catalogados.

2.2 Representação temática
A representação temática tem como objetivo analisar o conteúdo ou os conceitos
representativos do documento, ou seja, o assunto. Dias e Naves (2013, p.7) colocam que “essa
leitura é feita por um profissional de informação, que tem sido denominado classificador,
catalogador, indexador, além de outras eventuais denominações”.
A leitura do documento para a extração dos assuntos é considerada a etapa mais
importante na organização da informação. O seu sucesso será fundamental na hora da
recuperação. Lancaster (1997, p. 5) afirma que “os termos atribuídos pelo indexador servem
como pontos de acesso mediante os quais um item bibliográfico é localizado e recuperado,
durante uma busca por assunto”.
Atualmente, com as facilidades de acesso proporcionadas pela internet, a técnica de
indexar conta com diversas fontes de consulta online. A biblioteca precisa definir quais serão
as fontes de consulta e se a sua base de dados conta com indexadores, classificadores e
catalogadores para alimentá-la.Por isso, segundoDias e Naves (2013, p.21):

Destaca-se, no processo de indexação, a necessidade de se estabelecer uma
política de indexação, imprescindível na orientação da atividade do
indexador. Ao adotar uma política bem definida tendo em vista, o perfil de
seus usuários, o SRI apresenta maiores chances de eficácia no alcance de
seus objetivos.

1294

�A FBN é uma fonte para o trabalho de indexação que possui, em sua página principal,
uma opção de serviços profissionais, onde é possível consultar o Catálogo de Terminologia de
Assuntos que orienta na atribuição dostermos. No entanto, no caso das bibliotecas
especializadas e universitárias em determinadas áreas do conhecimento é necessário adotar
ferramentas mais precisas, “e, mesmo quando as evidências não são tão marcantes, cada
biblioteca deve ser personalizada face sua clientela” (MACIEL; MENDONÇA, 2006, p.28).
Outra fonte nacional para atribuição de assuntos é o Descritores em Ciências da Saúde
(DECS)que é um vocabulário estruturado trilíngue criado pela BIREME155 para servir como
linguagem única na indexação de diversos documentos da área da saúde.
O Vocabulário Controlado SIbi/USP, os catálogos de assunto de outras universidades
(PUCRS, UFRGS, UnB entre outras), os dicionários e os vocabulários de termos técnicos
servem com fontes de auxilio para uma política de indexação.
A Bibliotecado CFCH/UFRJ utiliza a Classificação Decimal de Dewey (CDD) para
classificar os livros e folhetos. A atribuição de assunto a um documento é realizada
juntamente com a classificação.Sugere-se, inclusive, que o primeiro assunto atribuído na
indexação seja o mesmo da classificação adotada. Na última etapa do processo de
representação temática, utiliza-se a Tabela de Cutter-Saborn que forma a notação de autor
que, juntamente com a classificação (notação de assunto), vão compor o número de chamada.

2.3 Modelagem das representações
A modelagem do setor de Processamento Técnico da Biblioteca do CFCH/UFRJ pode
ser visualizada no fluxograma156.Segundo Maciel e Mendonça (2006) o fluxograma coloca a
estrutura do organograma da Biblioteca em movimento e permite o detalhamento no nível da
operação. Este detalhamento torna o processo dinâmico e padronizado.

155 Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde anteriormente chamado de
Biblioteca Regional de Medicina (BIREME) que é um centro especializado da Organização Pan-Americana de
Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), orientado à cooperação técnica em informação científica
em saúde. Disponível em: &lt;www.bireme.br&gt;. Acesso em: 10 maio 2014.
156 Foi utilizado o software gratuito BizagiProcessModeler para a elaboração do fluxograma.

1295

�Figura 1 - Fluxograma do Processamento Técnico da Biblioteca do CFCH/UFRJ

Fonte: Elaborado pelas autoras.

As

bibliotecas

da

UFRJ

utilizam

o

Anglo

American

CatalogingRule,

2ndedition(AACR2), onde se estabeleceu o segundo nível de descrição, e o formato
MachineReadableCataloging (MARC 21). O software utilizado é o Aleph e os dados de
registro bibliográficos ficam armazenados na Base Minerva.
As bibliotecas da UFRJ realizam a catalogação de forma descentralizada, ou seja, cada
biblioteca cataloga e insere seus documentos na base. Existe uma preocupação com a
padronização das entradas.O bibliotecário pode adicionar assuntos e fazer as correções
ortográficas, mas, nocaso de alteração de entrada autor ou título, uma comunicação prévia às
bibliotecas que tenham o documento deve ser realizada.
No fluxograma acima estão desenhadas as etapas do Setor de Processamento Técnico.
No início, a pesquisa do documento a ser descrito no sistema surge com as perguntas: se o
documento existe na base/sistemae se o documento existe na Biblioteca do CFCH.
Quando o documento já existe na Biblioteca do CFCH basta incluir o item
(exemplar).Se o documento existe na base, em outra biblioteca da UFRJ, trata-se como
“documento novo local”- inicia-se a etapa da análise descritiva e temática, onde se elaboram
as

fichas

de

tombo,

topográfica

e

principal

(referência

bibliográfica)

do

documento.Mesmaconduta para entrada de “documento novo na UFRJ”.
Para o “documento novo local” verificam-se as entradas e os assuntos atribuídos.Se a
Biblioteca do CFCH concordar com a descrição do documento, faz-se a inclusão do item.Em
caso de desacordo,entra-se em contato com as bibliotecas que possuem o mesmo documento e

1296

�sugere-se a correção do elemento descritivo. Feito(s) o(s) acerto(s) faz-se a inclusão do
item(exemplar).
O “documento novo na UFRJ” requer a abertura de planilha no Sistema Aleph e
ocorre quando algum elemento da descrição do documento sofre alteração, como no caso de
nova edição do livro, ou quando se tratar realmente de título novo na UFRJ. Com os dados do
documento implantados no Sistema Aleph faz-se a inclusão do item (exemplar).

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O desempenho do setor de processamento técnico é fundamental na organização, na
estruturação e na promoção do acesso à informação. Estruturar bem os processos de trabalho,
definir as fontes e as ferramentas técnicas, descrever todas as atividades desenvolvidas e
avaliar a eficácia do trabalho permitirãoao profissional bibliotecário adequar, substituir e
implementar suas ações.
A modelagem apresentada permiteespecificar e padronizaras atividades, relacionandoas ao número de pessoas envolvidas e, assim, distribuí-las de forma racionaltornando-as mais
dinâmicas, uma vez que oferecea visualização da rotina no todo e a compreensão do trabalho
de cada profissional no sistema onde se insere.
Como processo, as atividades de representação descritiva e temática do documento e
seus desdobramentos se encontram em aperfeiçoamento contínuo para a implantação do
modelo em outros setores da Biblioteca.

REFERÊNCIAS
CAMPELLO, B. Introdução ao controle bibliográfico. 2. ed. Brasília, DF: Briquet
Lemos/Livros, 2006.
DIAS, E. W.; NAVES,M. M. L. Análise de assunto: teoria e prática. 2.ed.rev. Brasília, DF :
Briquet de Lemos/Livros, 2013.
LANCASTER, F.W. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília, DF: Briquet
Lemos/Livros, 1997.
MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro:
Interciência; Niterói: Intertexto, 2006.
MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet Lemos/Livros,
1995.
MEY, E.S. A.; SILVEIRA, N. C.Catalogação no plural. Brasília, DF: Briquet
Lemos/Livros, 2009.

1297

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