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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

GESTÃO DE PESSOAS NAS BIBLIOTECAS DO IFES:
CONHECER PARA VALORIZAR

Maria Lourdes Cardsoso
Paulo Roberto Borghi Moreira
Bruno Giordano Rosa
Kelly Rita de Azevedo
Vera Lucia Lourenço de Oliveira

RESUMO
Nesta pesquisa, analisa-se a gestão de pessoas, a motivação, a satisfação e a participação dos
profissionais inseridos na importante estrutura organizacional que são as bibliotecas dos
campi do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) e traça-se o perfil desses profissionais.
Como metodologia, foi utilizado um questionário, enviado por e-mail a todos os servidores e
colaboradores lotados nas Unidades de Informação, incluindo os bibliotecários. O resultado
indica que os profissionais são predominantemente do sexo feminino, com idade entre 30 a 40
anos e acima de 50 anos, casados e a maioria possui especialização. Com relação ao cargo, os
bibliotecários estão em maior número, porém existe um grande número de estagiários. A
maioria dos profissionais afirma ter um bom relacionamento com seus colegas e também com
a sua chefia; são realizados profissionalmente e a autonomia para propor melhorias no
trabalho é boa, porém, quanto à questão do reconhecimento pelo trabalho que executam,
dizem ser mais ou menos. Para eles, o treinamento recebido é suficiente; a maioria afirma
estar satisfeita em trabalhar na biblioteca; e são várias as opiniões quanto aos motivos em
trabalhar no IFES, como gostar do que faz, salário, imagem da instituição.
Palavras-Chave: Gestão de pessoas; Unidades de informação; Motivação; Satisfação;
ABSTRACT
This research analyzes the Human Resources Management, motivation, satisfaction and
participation of professionals inserted in an important organizational structure: the libraries of
the campuses of the Federal Institute of Espirito Santo / Brazil (IFES). We also traced the
profile of these professionals. Regarding methodology, a questionnaire was sent by email to
all the servers and employees who work in the Information Units, including librarians. The
result indicates that the staff is composed predominantly of females aged 20-30 years and
over 50 years old, married, and most of them posses a graduate degree. Regarding job
position, librarians are the majority, but there are many interns. Most of the professionals
claim they have a good professional relationship with their colleagues and also with their
head, they feel professionally fulfilled and the autonomy to propose improvements at work is
good, however, regarding the issue of acknowledgment for the work performed, they are not
fully satisfied. For these professionals, the training received is sufficient, most of them said

1139

�they are satisfied to work in the library and there are several opinions about the reasons why
they work at IFES, such as: enjoyment of what they do, salary, image of the institution.
Keywords: Human resources management; Information units; Motivation; Satisfaction.

1 INTRODUÇÃO
Na maioria das vezes, as bibliotecas são mantidas por organizações cujo objetivo é
atender a uma sociedade que está cada vez mais exigente e comprometida com o social, o
político e o econômico e, para isso, é necessário usar de todos os recursos para se manter em
um mercado “globalizado”.
As organizações entenderam que as pessoas são partes essenciais desse processo; com
isso, o fator humano deixou de ser visto como um dos recursos empresariais e passou a ser
entendido como capital humano, capaz de garantir a vitalidade das empresas (SANTOS,
1996). As teorias da administração chamam esse processo de gestão de pessoas ou de
Recursos Humanos, que, segundo Gil (2001, p. 17) “é a função gerencial que visa à
cooperação das pessoas que atuam nas organizações para o alcance dos objetivos tanto
organizacionais quanto individuais”.
Para os bibliotecários, gerenciar pessoas é uma realidade e estes precisam atender as
exigências das organizações, como também buscar e manter as condições ideais no seu
ambiente de trabalho, tudo para um melhor atendimento aos usuários.
Com reflexão nesse tema e entendendo que as Bibliotecas do Instituto Federal do
Espírito Santo (IFES) tentam caminhar para essa realidade, de modo que a gestão de pessoas
seja uma das estratégias para alcançar a valorização de seu capital humano e seus objetivos
gerais, constatamos a necessidade de identificar quem e quais são as pessoas que trabalham
nas bibliotecas da Institução. Então, objetivamos analisar a gestão de pessoas, a motivação, a
satisfação e a participação dos profissionais lotados nas bibliotecas do Instituto e traçar o
perfil destes.

2 GESTÃO DE PESSOAS EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO
A gestão de pessoas hoje é fundamental, pois, como o próprio nome diz, trata-se de
gerir pessoas. Segundo Leite (2002, p. 14), a gestão de pessoas, “[...] trata as pessoas como
seres com ideias, conhecimento, habilidades e objetivos para que possam trabalhar em
parcerias à obtenção do crescimento e sucesso, bem como organizacional”. Toda e qualquer
organização, seja ela de qualquer especialidade, depende das pessoas para o seu
desenvolvimento e sucesso. Desse modo, fornecer capacitação, investindo em educação e

1140

�desenvolvimento profissional e intelectual, passou a ser preocupação das organizações. Isso
melhora o ambiente de trabalho e gera satisfação. Segundo Chiavenato (2005, p. 8), ”as
organizações bem sucedidas (sic) deram conta disso e tratam seus funcionários como
parceiros do negócio e fornecedores de competências [...]”. Lerner (1996 apud LEITE, 2002,
p. 15), afirma que “a participação de todos os colaboradores da organização, garante uma
composição de forças, onde o ‘todo’, (sic) obtém mais poder do que as partes isoladamente”.
Ou seja, estrategicamente, as organizações passaram a tratar seus funcionários como parceiros
ou colaboradores, criando um ambiente de trabalho em que todos atingem sucesso e satisfação
pessoal.
Toda evolução tecnológica, documental e comportamental foi um processo que
envolveu a sociedade, o mercado e as organizações em geral. As bibliotecas tiveram que
enfrentar mudanças bruscas em sua atuação, como também os profissionais envolvidos nesse
processo. Segundo Pinto e Moreira González (2010, p. 55), o bibliotecário, “além da função
de agente produtor e mediador de conteúdos informacionais desenvolvendo, com o uso de
técnicas e métodos, melhorias na recuperação e disseminação da informação para um públicoalvo, desempenha também a função de gestor”.
Portanto, podemos considerar que os bibliotecários passaram a gerir, planejar e formar
seus recursos humanos. Conforme afirma Pinto e Moreira González (2010, p. 56), “é no
comando e coordenação dos funcionários, quando for o administrador da unidade de
informação, que ressalta seu papel como gestor de pessoas”. Ou seja, um profissional capaz
de não só gerir os suportes informacionais, mas também as pessoas envolvidas nas atividades
inerentes ao que se espera de uma unidade de informação, o atendimento aos usuários em suas
necessidades pessoais e profissionais.
A gestão de pessoas em unidades de informação pode ser estudada de acordo com as
teorias da administração, como afirma Santos (2009, p. 17):
As unidades de informação também fazem parte da tomada de
decisão, pois apresentam subsídios importantes. A administração é
uma ação natural das pessoas que buscam alcançar metas e objetivos.
E esta também é uma das funções do profissional da informação que
deve gerenciar seus recursos, usufruir dos processos de planejamento,
direção e controle, visando o seu produto final - disponibilizar
informações úteis aos seus usuários.
Mesmo sendo uma organização sem fins lucrativos, as unidades de informação
geralmente estão ligadas a um organismo maior que as mantêm, por isso não se pode ignorar a
importância das teorias da administração no âmbito interno das bibliotecas. Como gerente

1141

�destas, o bibliotecário deve buscar outras áreas do conhecimento para obter melhores
resultados nos problemas enfrentados. Conforme afirma Alves (2004, p. 34)
O bibliotecário responsável pela unidade deve trabalhar para atingir os
objetivos e as metas organizacionais, que geralmente estão voltadas
em atender as necessidades dos usuários, e para isto é preciso
gerenciar planos traçados, pessoas da equipe, tarefas e recursos
materiais, físicos e financeiros.
A gestão de pessoas é vista por vários autores como sendo a relação de pessoas dentro
das organizações, que orienta e direciona a integração destas no ambiente de trabalho e não
mais como sendo um setor da organização. As pessoas são partes integrantes do objetivo
maior da instituição, por isso é necessário dar ênfase na valorização dos recursos humanos.
Alguns autores apresentam tendências ou procedimentos da administração que podem
ser aplicados às unidades de informação de acordo com suas necessidades. Neste artigo,
abordamos resumidamente as tendências apontadas por Alves (2004, p. 36), que, seguindo
vários autores, demonstra sua preocupação com as mudanças e a valorização das pessoas. São
elas:
1. Competitividade e inovações: estão aliadas ao uso de tecnologia de informação, o
que acaba gerando a necessidade de aprendizado contínuo devido às constantes mudanças e
inovações, que contribui para a qualidade nas decisões, melhora a satisfação e a motivação da
equipe. Nesse cenário, é importante manter o canal de comunicação aberto entre gerentes e
funcionários;
2. Administração participativa: todos os envolvidos opinam de acordo com suas
necessidades e conhecimentos. Utilizam o potencial intelectual das pessoas, valorizando-as na
organização. Esse fator contribui para a satisfação;
3. Reengenharia de processos: está ligada com o uso de tecnologias, necessita de que
a equipe seja capacitada para as novas práticas de trabalho;
4. Benchmarking: identificar e copiar as melhores práticas administrativas e de
trabalho, dependendo do tipo de inovação proposta, também necessita de capacitação para a
equipe;
5. Realidade virtual na administração: a tecnologia digital, o uso de computadores e
redes de comunicação, permitindo que as organizações se estruturem em meio eletrônico
(espaços virtuais), ou que a comunicação de seus funcionários e clientes seja feita por meio
das tecnologias de comunicação (e-mail, telefone, fax, etc.);
6. Qualidade de vida no trabalho: a valorização do bem-estar das pessoas no
Trabalho;

1142

�7. Inteligência emocional: estimula o bom relacionamento da pessoa com ela mesma
para melhorar a vida no campo emocional e, consequentemente, social e profissional.
Essas tendências, que podem ser aplicadas à unidade de informação, como se mostrou
anteriormente, podem ser adaptadas e vêm agregar a gestão de pessoas dentro da unidade.
Cabe ao gerente enfatizar a participação de todos os envolvidos, já que as tendências
apresentadas, em sua maioria, apontam as necessidades de capacitação, motivação e
participação de todos.

2.1 A capacitação em unidades de informação
A capacitação deve atender as necessidades do setor e principalmente de cada pessoa
envolvida no trabalho. Objetiva ajudar os envolvidos a adquirir mais eficiência em suas
atividades

profissionais,

além

de

proporcionar

novas

habilidades,

influencia

no

desenvolvimento de suas atividades pessoais. Segundo Alves (2004, p. 43):
Há vários conceitos que permeiam o assunto capacitação e todos
possuem o sentido de preparar-se, habilitar-se, tornar-se apto a realizar
algo, ou seja, é necessária uma aprendizagem para que o indivíduo
possa realizar certo trabalho. Isto aliado a uma tendência, na qual se
procura conscientizar as pessoas que estão sendo capacitadas da
importância deste processo para eles como seres humanos, e para
atingir os objetivos da organização com essa capacitação.
O advento das novas tecnologias exigiu dos profissionais bibliotecários, como também
de todos os profissionais lotados nas unidades de informação, mais preparação para o uso das
novas ferramentas que facilitam os serviços oferecidos pelas unidades. A capacitação se torna
uma questão estratégica, pois a introdução de uma nova tecnologia requer pessoal habilitado
para seu uso. Assim, espera-se que todos os envolvidos busquem a capacitação ou o
treinamento no intuito de solucionar problemas, sanar dúvidas e criar novas habilidades.
O que se espera dos profissionais é que todos busquem a qualidade para os serviços
oferecidos aos usuários. Por isso, é necessário estarem atentos a todos os tipos de capacitação
oferecidos, como cursos, presenciais ou a distância, pós-graduação, participação em eventos
na área de conhecimento e outros que motivem e promovam uma abertura para novas ideias.

3 MOTIVAÇÃO, LIDERANÇA E TRABALHO EM EQUIPE
A necessidade de aprendizado está atrelada à motivação, que pode ser vista como a
força propulsora de atitudes, interesses e necessidades. A motivação pode ser entendida como

1143

�o processo que estimula as pessoas a realizarem uma tarefa ou a conquistar algo. Portanto, é
fator importante dentro de qualquer organização.
Não é de nosso interesse aprofundar aqui sobre as teorias da motivação, porém
defendemos que é interessante que os profissionais da informação busquem conhecer mais
sobre a motivação humana, visto que, como gerente nas unidades de informação, o
desenvolvimento e a relevância do seu papel são fatores significativos à motivação. Nesse
sentido, o bibliotecário pode ser considerado um líder, o que, por sua vez, exige desse
profissional, além das capacidades e habilidades técnicas, o conhecimento dos seus recursos
financeiros, humanos e materiais, que possibilitam, como afirma Santos (2009, p. 34),
“manter a liderança, traçar metas, estabelecer planos e políticas para a instituição
informacional”.
Podemos definir líder como aquele que influencia, coordena pessoas ou equipes para
que realizem determinadas ações e alcancem determinados objetivos.
Coordenar e influenciar pessoas é trabalhar em equipe, é trabalhar em parceria com os
outros. Ramos (1996, p. 11) afirma que “cada vez mais o gestor é solicitado a estabelecer
parcerias e alianças com seus funcionários, aliás, colaboradores, ao invés de impor ordens e
comandar subordinados”. Por acreditar que os colaboradores de unidades de informação são
dos mais diferentes tipos de formação, etnias, crenças e competências pessoais, que
potencializam as responsabilidades de cada um, o líder precisa tratar de diferentes formas,
sem prejudicar a integração da equipe. Ou seja, compatibilizar as habilidades de cada sujeito
para as atividades exigidas, favorecendo a troca de saberes e experiências, dentro e fora do
ambiente de trabalho. A comunicação é imprescindível para a melhoria das atividades, como
também para o alcance dos objetivos da unidade e garantia de satisfação das pessoas
envolvidas.

4 AS BIBLIOTECAS DO IFES
O IFES foi oficializado em 23 de setembro de 1909, denominando-se Escola de
Aprendizes Artífices do Espírito Santo e regulamentado pelo Decreto n° 9.070, de 25 de
outubro de 1910, com o propósito de formar profissionais artesãos, voltados para o trabalho
manual. Desde então, passou por várias mudanças e várias denominações. Com a Lei n°
11.892, em 2008, que criou 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no
Brasil. No Espírito Santo, os Cefetes e as Escolas Agrotécnicas de Alegre, de Colatina e de
Santa Teresa passaram a ser campi o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES).
Atualmente, o IFES conta com 17 campi: Campus Alegre, Aracruz, Cachoeiro do

1144

�Itapemirim, Cariacica, Colatina, Guarapari, Ibatiba, Itapina, Linhares, Nova Venécia, Santa
Teresa, São Mateus, Serra, Venda Nova do Imigrante, Vila Velha, Vitória, Santa Maria de
Jetibá (Centro Serrano), Barra do São Francisco e Montanha (esses três últimos em fase de
construção).
Nesse contexto, as bibliotecas do IFES atendem a um público bem diversificado.
Atualmente, a maioria dos campi oferta cursos de diferentes níveis, além dos técnicos,
concomitantes ou integrados, oferece graduações e pós-graduações, como especialização e
mestrados e cursos do módulo de Educação à Distância (EAD).
Dessa forma, as bibliotecas do IFES, além de atender a uma exigência do Ministério
da Educação (MEC), que determina a existência de biblioteca para cada nova instituição de
ensino aberta, também participa da avaliação dos Cursos Superiores.
Para o gerenciamento do acervo bibliográfico, as bibliotecas contam com auxílio do
sistema Pergamum, que possui cadastrado em seus registros aproximadamente 170 mil
exemplares da Rede de Bibliotecas do IFES, de distintos itens, como livros, folhetos, artigos,
TCCs, normas, DVDs, artefatos tridimensionais, mapas, gravações de som, entre outros.

5 METODOLOGIA
Para traçar o perfil dos servidores das bibliotecas do IFES, utilizamos como
metodologia um questionário, com 15 questões fechadas, enviado por e-mail a todos os
funcionários e colaboradores, incluindo os bibliotecários. Para análise dos dados utilizamos a
abordagem quantitativa para traduzir em número as informações fornecidas pelos servidores e
qualitativa para traduzir as opiniões individuais de cada sujeito, que, como afirma Minayo
(2003, p. 21), “trabalha com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores
e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos
fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis”. Como amostra da
pesquisa, utilizou-se os 62 questionários devolvidos.

6 ANÁLISE DO QUESTIONÁRIO
Para a análise, dividimos o questionário em duas partes: na primeira, questões para
compor o perfil dos colaboradores, como sexo, idade, grau de formação, nomenclatura da
formação, cargo, estado civil e tempo de serviço na biblioteca; na segunda parte, são as
questões de cunho mais pessoal, como relacionamento com os colegas, relacionamento com a
chefia, realização profissional, autonomia, participação, reconhecimento, treinamento e
motivação.

1145

�Parte 1: Perfil dos colaboradores
Gráfico 1: Sexo
Sexo

F em in in o

■ M a sc u lin o

Fonte: pesquisa direta

Para a categoria sexo, a maioria (73%) dos sujeitos pesquisados é do sexo feminino.
Gráfico 2: Idade
Idade

15-20 anos
40-50 anos

n 13%

24%
■ 20-30 anos
30-40 anos
■ mais de 50 anos_______________

Fonte: pesquisa direta

Na categoria idade, o resultado obtido ficou bem dividido entre as categorias
apresentadas. Por exemplo, a faixa etária de 30 a 40 anos e acima de 50 anos tem percentual
de 24% cada.
Gráfico 3: Grau de instrução

Fonte: pesquisa direta

Na questão grau de instrução, observamos os seguintes resultados: 43% dos sujeitos
têm pós-graduação, 22% possuem graduação, 13% possuem apenas Ensino Médio e 6% dos
sujeitos não responderam.

1146

�Gráfico 4: Nomenclatura da formação

Fonte: pesquisa direta

Na questão nomenclatura da formação, 35% diz ter especialização, 23% possuem
graduação e 21% são estudantes. 11% responderam que possuem mestrado e 10% não
responderam.
Questão 4: Cargo
Cargo
5% 2%
21%

52%
6% ^
6%
8%
■ Bibliotecário
B Assistente adm.
iaNão respondeu

Auxiliar de biblioteca
l Estagiário

Aux iliar adm.
Outros

Fonte: pesquisa direta
Na categoria cargo, 52% são bibliotecários, 21% são estagiários. Auxiliar
administrativo e assistente administrativo ficou com 6% cada e auxiliar de biblioteca 8%. O
item outro com 5% e 2% não responderam.
Gráfico 5: Estado civil
Estado civil
2%

^ 3%

35%
54%

3%
Casado ■ Divorciado

Q O /.

J

Separado D Solteiro ■ União estável

n Não responderam

Fonte: pesquisa direta

1147

�Nessa categoria, observamos que a maioria dos sujeitos (54%) é casado, porém o
número de solteiros é grande, com 35%; 3% não responderam.

Gráfico 6: Tempo de serviço na biblioteca
Tempo de biblioteca
2%

18%

27%

26%

I Menos de 1 ano
l Mais de 10 anos»

1 a 3 anos
■Não respondeu

4 a 10 anos

Fonte: pesquisa direta

Na categoria tempo de serviço, somando as categorias menos de 1 ano e de 1 a 3 anos
o total de tempo é 54%, ou seja, a maioria dos servidores participantes da pesquisa têm
mesmo de 3 anos de serviço.
Finalizando o perfil dos funcionários das bibliotecas, iniciamos a segunda parte da
pesquisa.

Gráfico 7: Relacionamento com os colegas
Relacionam ento com os colegas

M u ito b o m

■ B om

Fonte: pesquisa direta

Nessa questão, 63% responderam que o relacionamento é muito bom e 37% bom,
significando que a maioria tem um bom relacionamento com seus colegas. Isso é importante

1148

�para qualquer instituição e nos faz lembrar da tendência 6 - a qualidade de vida no trabalho.
Pois, além de passar a maior parte do tempo no trabalho, saber conviver com pessoas de
diferentes atitudes e personalidades, gera um ambiente saudável, como afirma Brondani
(2010, p. 18) “o capital humano faz a diferença, as pessoas é que são as vantagens
competitivas das empresas e o bem-estar no ambiente de trabalho resulta em produtividade e
resultados”.

Gráfico 8: Relacionamento com a chefia
Relacionamento com a chefia
2%

2%

8%

45%

43%

D Muito bom

■ Bom

Razoável D Péssimo ■ Não respondeu

Fote: pesquisa direta

O resultado dessa questão mostra que 45% têm um relacionamento muito bom com
sua chefia; 43% dizem ser bom, 2% razoável e outros 2% péssimo. Nessa questão, cinco
pessoas não responderam, correspondendo a 8%.
A nossa avaliação para essa questão, considerando os valores das categorias muito
bom e bom, cuja maioria afirma ter um bom relacionamento com sua chefia, isso é de certa
forma positivo e gera, assim, um ambiente de confiança, muito importante em qualquer
organização. Esse dado nos faz lembrar o papel do líder e do trabalho em equipe, que,
conforme Brondani (2010, p. 19), “a construção de relações interpessoais saudáveis é um
começo para que o trabalho em equipe progrida e o engajamento de todos, inclusive os
líderes, é que fazem a diferença”.

1149

�Gráfico 9: Participação das decisões da biblioteca
Participação das decisões
10%

a

47%

32%

11%
B Sim

■ N ão

À s vezes

D N ã o respon deu

Fonte: pesquisa direta

Nessa questão, 47% das pessoas responderam que participam das decisões da
biblioteca, 32% responderam às vezes, 11% responderam não e 10% não responderam. Aqui
lembramos da tendência 2 - administração participativa, abordada por Alves (2004), que trata
da opinião dada por todos de acordo com suas necessidades e conhecimentos e vem agregar
satisfação. Acreditamos que a participação nas decisões da biblioteca engloba vários aspectos
dos mais diversos assuntos, por isso a opção às vezes, com 32%, pode estar relacionado com
o que e quem pode resolver ou tratar de tal assunto, porém é importante que os colaboradores
saibam do seu papel na unidade de informação, como afirma Brondani (2010, p. 10), “o
sucesso da equipe depende do envolvimento, comprometimento, cooperação e participação de
seus integrantes”.

Questão 10: Realização profissional
R ealização profissional
2%

D 16%

16%

66%
n M uito realizado ■ M ais ou m e n o s

Realizado n N ão realizado

Fonte: pesquisa direta

1150

�Na questão realização profissional, as opções opostas mais ou menos realizado e muito
realizado obtiveram o mesmo percentual (16%). Já a opção realizado ficou com 66% e 2%
não responderam. A maioria se diz realizado profissionalmente, porém devemos levar em
consideração, o percentual da opção mais ou menos realizado pois a motivação “é a força que
move o profissional em relação a sua carreira” (LEITE, 2002, p. 21). Assim, lembramos a
tendência 7 - a inteligência emocional, que estimula o bom relacionamento da pessoa com ela
mesma para melhorar a vida no campo emocional e, consequentemente, social e profissional.
Sabemos que a busca pela satisfação e realização profissional deve ser constante e que o
melhor profissional se propõe a ter postura ética e fazer o melhor, independente de gostar ou
não daquilo que faz.

Questão 11: Autonomia
Autonomia
5%

3%
29%

15%

48%
I Muito bom

■ Bom

Razoável D Ruim ■ Não respondeu

Fone: pesquisa direta

Nessa questão, perguntamos como é a autonomia para propor melhorias no trabalho,
48% responderam bom, 29% muito bom, 15% responderam razoável, 5% ruim e 3% não
responderam. A autonomia é que dá aos colaboradores a confiança necessária para fazer algo,
ou seja, significa que as pessoas terão a liberdade de tomar decisões que beneficiarão a todos,
conforme Brondani (2010, p. 21), quando diz “funcionários que auxiliam de forma ativa na
determinação de objetivos específicos comprometem-se com o cumprimento dos mesmos”.

1151

�Questão 12: Reconhecimento pelo trabalho que executa
Reconhecimento
3%

□ 10%

32%

3%

l Muito reconhecido
_Não reconhecido

l Reconhecido
Não respondeu

52%
Mais ou menos

Font: pesquisa direta

Para essa questão, a opção mais ou menos obteve 52%, não reconhecido 32%, 10%
muito reconhecido, 3% reconhecido e 3% não responderam. O reconhecimento pelo trabalho
que executa para qualquer pessoa é uma forma de recompensa e valorização, como afirma
Brondani (2010, p. 29), “fazem parte dos sentimentos humanos, da necessidade de aceitação,
reconhecimento como pessoa e como colega de trabalho”.

Questão 13: Treinamento recebido
Treinamento

3%

d

6%

23%
Muito suficiente
Insuficiente

■ Suficiente
■ Não respondeu

Pouco suficiente

Font: pesquisa direta

Nessa questão, 39% disseram ser suficiente, 29% insuficiente, 23% pouco suficiente,
6% muito suficiente e 3% não responderam. Sendo que o treinamento é uma capacitação que
todos os colaboradores devem receber dentro de qualquer instituição e que “tem como
finalidade melhorar o desenvolvimento profissional do ser humano na sua organização, e no
desempenho das suas funções [...]” (CAVALCANTE, 2006, p. 2). Considerando então, que as
opções insuficiente e pouco suficiente, juntas somam 52%, fazem-nos refletir que o
treinamento na Instituição é quase insuficiente e deve ser uma preocupação dos gestores das

1152

�bibliotecas, pois sendo de responsabilidade dos gestores, o treinamento é entendido como uma
ferramenta estratégica no desenvolvimento organizacional, que agrega valor às pessoas, à
organização e aos clientes.

Questão 14: Sentimento de trabalhar na biblioteca
Sentimento de trabalhar na biblioteca
11%

A

3%
□ 31%

55%
M u ito s a tisfe ito
P o u co sa tisfe ito

■ S a tisfeito
N ã o se sen te s a tisfe ito

Fote: pesquisa direta

Para a questão sentimento de trabalhar na biblioteca, 55% responderam satisfeito, 31%
muito satisfeito, 11% pouco satisfeito e 3% não responderam. Por satisfação, entendemos um
estado de prazer. A satisfação no trabalho envolve as relações de poder, ambiente, organização
do trabalho, metas, objetivos e interesses, os desejos dos colaboradores no sentido particular e
coletivo. Como afirma Brondani (2010, p. 19), “os líderes têm um grande papel na mudança e
manutenção das relações interpessoais, através de incentivos e medidas que tornem o clima
positivo, que levem a satisfação do trabalho mantendo um diálogo aberto e franco prevenindo
conflitos”.

Questão 15: Principais fatores que motivam a trabalhar na biblioteca
Nesta questão, os sujeitos poderiam marcar até três opções. Apresentamos aqui as
opções de acordo com a porcentagem:

1153

�Tabela 1 - Fatores que motivam a trabalhar na biblioteca
F atores

%

Gostar do que faz
Salário
Imagem da Instituição
Instalações físicas
Profissão
Integração da equipe
Oportunidade de crescimento
Autonomia
Ser valorizado e reconhecido
Treinamento recebido

56
48
29
26
24
19
17
14
14
8

Fonte: Pesquisa direta

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente trabalho, “Gestão de pessoas nas bibliotecas do IFES: conhecer para
valorizar”, atendeu uma indagação inicial: como se dá a gestão de pessoas nessas bibliotecas?
Quem e quais profissionais fazem parte dos recursos humanos nas unidades de informação?
Diante da apresentação do tema e análise dos dados, podemos concluir que os
colaboradores, em sua maioria, são do sexto feminino, com idade acima de 30 anos, casados e
possuem especialização. Na questão cargo e formação, observamos que os bibliotecários
(52% dos participantes da pesquisa) possuem especialização, alguns com mestrado e outros
são mestrandos. Porém, existe um grande número de estagiários (21%) trabalhando na
Instituição, evidenciando a participação destes como colaboradores nos serviços prestados
pela unidade de informação. Com relação ao tempo de serviço na biblioteca, a maioria tem
menos de três anos de serviço.
A maioria afirma ter um bom relacionamento com seus colegas e com sua chefia e que
participa das decisões da biblioteca. São profissionalmente realizados e tem autonomia para
propor melhorias no trabalho. Quanto ao reconhecimento pelo trabalho que executa, a maioria
afirma ser mais ou menos. Assim, esse dado mostra que os participantes não se sentem
totalmente reconhecidos pelo trabalho que executam na Instituição. Entendemos que o
reconhecimento pelo trabalho que executa é algo fundamental para qualquer pessoa, é a busca
pelo prazer no trabalho frente às exigências existentes no processo, nas relações e na
organização do trabalho.
Já com relação ao treinamento, consideramos que é quase insuficiente, pois as
categorias insuficiente e pouco suficiente representa a opinião da maioria dos participantes. A
maioria também diz estar satisfeita em trabalhar na biblioteca do IFES; são vários motivos

1154

�apontados para trabalhar nessas unidades, como gostar do que faz, salário e imagem da
Instituição. Estar satisfeito em trabalhar na biblioteca do IFES é de certa forma positivo, pois
entendemos que a satisfação é uma força que impulsiona e dá ânimo, gera um estado positivo,
resultando numa melhor produtividade, por isso são vários os motivos para os profissionais
trabalharem nessas unidades.
Dessa forma, o perfil dos profissionais que trabalham nas bibliotecas do IFES está
atrelado a profissionais com características e qualidades individuais, porém o grau de
envolvimento e comprometimento dos servidores depende de fatores como motivação,
relações humanas, capacidades e valorização.
Conclui-se, dessa forma, que as organizações que almejam excelência no futuro veem
seus funcionários como peças fundamentais para o seu crescimento e no IFES não deve ser
diferente. Elas devem oferecer algo a mais que apenas um bom salário. Assim, acreditamos
que um ambiente adequado exige, além de bens tangíveis, um relacionamento entre
funcionários e gestores que fornecerão subsídios para a aplicação de programas de qualidade,
envolvendo melhoria no trabalho.

6 Referências
ALVES, Roberta Caroline Vesú. A gestão de pessoas em unidades de informação: a
importância da capacitação no uso de tecnologias. Revista de Iniciação Científica da FFC,
v. 4, n. 2, 2004.
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aprendizes artifices. Disponível em: &lt; http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/19101919/decreto-9070-25-outubro-1911-525591-publicacaooriginal-1-pe.html &gt; Acesso em: 07
maio, 2014.
BRASIL. Lei n° 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia,

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dá

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providências.

Disponível

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&lt;

http://www.planalto.gov.br/ccivil 03/ ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm&gt; Acesso em: 07
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BRONDANI, Jera Porto. Relacionamento interpessoal e o trabalho em equipe: uma
análise sobre a influência na qualidade de vida no trabalho. 2010. 37 f. Monografia
(Graduação em Administração) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre,
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2001.
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do Bibliotecário. 2002. 30 f. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) - Centro de
Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2002.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 22.
ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
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como gestor de pessoas. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência
da Informação. Florianópolis, v. 15, n. 29, p.52-65, 2010.
RAMOS, Paulo Baltazar. A gestão na organização de unidades de informação. 1996.
Disponível em: &lt;file:///D:/Downloads/483-1064-1-PB.pdf &gt;. Acesso em: 12 maio 2014.
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da empresa. Ciência da Informação, Brasília, v. 25, n. 1, p.12-14, jan/abr.1996.
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(Graduação

em

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1156

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Documentação&#13;
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              <text>Cardoso, Maria Lourdes, Moreira, Paulo Roberto Borghi, Rosa, Bruno Giordano, Azevedo, Kelly Rita de, Oliveira, Vera Lucia Lourenço de</text>
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              <text>Nesta pesquisa, analisa-se a gestão de pessoas, a motivação, a satisfação e a participação dos profissionais inseridos na importante estrutura organizacional que são as bibliotecas dos campi do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) e traça-se o perfil desses profissionais. Como metodologia, foi utilizado um questionário, enviado por e-mail a todos os servidores e colaboradores lotados nas Unidades de Informação, incluindo os bibliotecários. O resultado indica que os profissionais são predominantemente do sexo feminino, com idade entre 30 a 40 anos e acima de 50 anos, casados e a maioria possui especialização. Com relação ao cargo, os bibliotecários estão em maior número, porém existe um grande número de estagiários. A maioria dos profissionais afirma ter um bom relacionamento com seus colegas e também com a sua chefia, são realizados profissionalmente e a autonomia para propor melhorias no trabalho é boa, porém, quanto à questão do reconhecimento pelo trabalho que executam, dizem ser mais ou menos. Para eles, o treinamento recebido é suficiente, a maioria afirma estar satisfeita em trabalhar na biblioteca, e são várias as opiniões quanto aos motivos em trabalhar no IFES, como gostar do que faz, salário, imagem da instituição.</text>
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