<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="6586" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/6586?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-17T10:13:27-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="5648">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/62/6586/SNBU2014_072.pdf</src>
      <authentication>19f613bb065bf68160081ae55768eaa5</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="74285">
                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

DIRETRIZES DE SEGURANÇA PARA O SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP): EXPERIÊNCIA NA
CONSTRUÇÃO DE POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
Tereza Cristina Oliveira Nonatto de Carvalho
Regiane Alcântara Eliel
Gildenir Carolino Santos
Danielle Thiago Ferreira
Valdinéa Sonia Petinari
Maria Helena Segnorelli
Rosana Evangelista-Poderoso
Ana Granzotto Llagostera
Dulce Inês Augusto
Marcia Pillon D'Aloia, Cleusa Telles

RESUMO
O Órgão Colegiado do Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (SBU)
instituiu por meio de Resolução Interna 002/2013, em 2 de abril de 2013, um Grupo de
Trabalho (GT) ao qual foi atribuído a responsabilidade de desenvolver diretrizes de segurança
para as 27 bibliotecas que compõem o Sistema. O trabalho inicial do GT consistiu na
elaboração de um questionário, composto por 88 questões, através do qual foi possível
diagnosticar e dimensionar os aspectos relacionados à segurança no que se referem às
pessoas, acervos e prédios. A partir desse levantamento e posterior análise dos dados o grupo
elaborou diretrizes visando garantir proteção ao patrimônio institucional e à integridade física
da comunidade acadêmica. O patrimônio do SBU é caracterizado, na sua maioria, por um
amplo acervo bibliográfico de grande importância histórica, artística e cultural. É atribuído
aos profissionais que atuam nessas bibliotecas o papel fundamental de preservação desses
bens, para benefício da geração atual e também das futuras. Dessa forma, cabe a esses
profissionais garantir condições satisfatórias de segurança a fim de assegurar a preservação
desse patrimônio e, para tanto, a elaboração de um plano de segurança é de importância
fundamental. Assim, são apresentados os caminhos trilhados quanto ao desenvolvimento das
Diretrizes de Segurança do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, além de considerações gerais
quanto à gestão de segurança, visando à prevenção de ações adversas no que se referem a
pessoas, acervos e a estrutura predial de bibliotecas.
Palavras-chave: Bibliotecas universitárias - Segurança; Acervos - Segurança; Recursos
humanos - Segurança; Bibliotecas - Prédios - Segurança.
ABSTRACT
Through the Internal Resolution 002/2013 approved on 02 April 2013, the Board of Trustees
of the Library System of the University of Campinas (SBU) institutionalized a Working
Group responsible for developing security &amp; safety guidelines for the 27 libraries that

983

�compose SBU. Initially, the Working Group elaborated an 88-question questionnaire with the
purpose of diagnosing and measuring some aspects related to safety &amp; security with regard to
library users and employees, including library buildings and collections. Using and analyzing
the data from this survey, the group produced guidelines to ensure protection of the
institutional patrimony as well as of the physical integrity of the academic community. The
patrimony of SBU is characterized most by a large bibliographic collection of great historical,
artistic and cultural importance. Library employees should be seen as those professionals who
play vital roles regarding library’s patrimony preservation for the benefit of present-day and
future generation. Hence, library employees should be supposed to guarantee satisfactory
security &amp; safety conditions so as to ensure the preservation of libraries’ patrimony. In this
regard, developing a security plan remains crucial. We also show here the paths toward the
development of SBU’s Security Guidelines. Finally, we discuss
safety &amp; security
management policies aimed at the prevention of risks concerning library users and employees,
book collections and library building structure.
Keywords: University libraries - Security; Collections - Security; Human resources - Safety;
Libraries - Buildings - Safety.
1 INTRODUÇÃO
O Órgão Colegiado do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) instituiu por meio
da Resolução Interna 002/2013, de 02 de abril de 2013, um Grupo de Trabalho (GT), que teve
como objetivo elaborar diretrizes de segurança para as 27 Bibliotecas do SBU.
O GT de Segurança, nome atribuído ao grupo de trabalho, foi formado por dez
bibliotecários, um técnico em administração e dois docentes, membros do Órgão Colegiado.
O trabalho inicial do GT consistiu na elaboração de um questionário, composto por 88
questões, através do qual foi possível diagnosticar e dimensionar os aspectos relacionados à
segurança no âmbito das bibliotecas que compõem o SBU. A partir da análise do questionário
iniciou-se o desenvolvimento das diretrizes.
As bibliotecas são responsáveis pela gestão de bens culturais que constituem herança
material e cultural da sociedade. Por bens culturais entendemos aqueles objetos aos quais a
sociedade atribui valor artístico, histórico, documental, estético, científico, espiritual e
religioso. É atribuído aos profissionais que atuam nessas bibliotecas o papel fundamental de
preservação desses bens, para benefício da geração atual e também das futuras. Documentos
que estabelecem diretrizes de segurança podem apoiar essa atribuição e assegurar condições
ideais de convívio das pessoas e de proteção do acervo.
De acordo com o The American Institute of Architects - AIA (2004), três elementos
indispensáveis devem ser considerados durante o processo de elaboração do Plano de
Segurança: pessoas, incluindo funcionários da unidade e visitantes; o patrimônio, que
contempla também o edifício, os acervos e os equipamentos/mobiliários; e por último, mas

984

�não menos importante, as bases de dados de registros. Ainda segundo aquele órgão o
planejamento se resume em quatro fases: Prevenir (a perda de vidas e minimizar as perdas
físicas); Controlar (acessos, pessoas, materiais); Detectar (vigilância) e Intervir (responder às
agressões).
As ponderações do AIA (2004) demonstram que o desenvolvimento de um Plano de
Segurança consistente é o melhor meio de prevenção, e esta, por sua vez, constitui a forma
mais segura para salvaguardar e proteger as vidas e o patrimônio. Dessa forma, a
responsabilidade atribuída ao GT de Segurança foi a de elaborar diretrizes que contemplassem
as necessidades das bibliotecas e, assim, possibilitar a implementação de estratégias e
programas a serem desenvolvidos pelos órgãos competentes da Universidade, visando à
segurança das bibliotecas do SBU

2 OBJETIVO
Definir diretrizes gerais de segurança para o SBU, a fim de subsidiar ações locais das
27 unidades que compõem o sistema, garantindo que a segurança tenha seu merecido papel de
destaque na nossa Instituição, identificando as necessidades e, através de dados e
informações, subsidiar as ações, a implementação

de estratégias e programas a serem

desenvolvidos pelos órgãos da Universidade, visando à segurança das pessoas, acervos e a
estrutura predial das bibliotecas do SBU.

3 MATERIAIS E MÉTODOS
O Grupo de Trabalho de Segurança partiu do princípio que seria inviável desenvolver
as diretrizes para as bibliotecas sem antes conhecer a realidade e condições presentes em cada
uma dessas unidades de informação, quanto às questões de segurança. Para realização desse
diagnóstico o grupo foi buscar na literatura trabalhos e experiências desenvolvidas sobre este
assunto, e após leituras minuciosas, adotou-se como subsídio a Política de Segurança para
Arquivos, Bibliotecas e Museus elaborado pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins MAST (2006), que também utilizou um questionário para conhecer as necessidades de suas
áreas.
A partir dessas análises o grupo entendeu que para trabalhar com o universo das
bibliotecas do SBU, o questionário realmente seria o instrumento mais adequado já que,
considerando o número de bibliotecas envolvidas, outros mecanismos de coleta de dados
demandariam um tempo maior.

985

�A partir da definição do mecanismo de coleta de dados, o GT foi dividido em quatro
subgrupos, que ficaram responsáveis pelo desenvolvimento de questões específicas,
considerando temáticas previamente estabelecidas.
Estruturou-se um questionário com 88 questões, com perguntas fechadas e semifechadas,
agrupadas em três classes: segurança de pessoas, acervos e prédios.
Após a elaboração do questionário realizou-se um pré-teste para averiguar se as
questões efetivamente atendiam os objetivos propostos. Para sua aplicação foram
selecionadas três bibliotecas de áreas distintas e com características diferentes, (tamanho do
acervo, se possuía prédio próprio ou compartilhado, localização etc.) foram selecionadas as
bibliotecas dos Institutos de Biologia, Geociências e Artes.
De acordo com Malhotra (2001), o pré-teste consiste em uma avaliação realizada por
uma pequena amostra de entrevistados e tem como objetivo identificar e eliminar problemas
de interpretação de questões e/ou linguagem utilizada. O pré-teste possibilitou a identificação
de alguns problemas, tais como a necessidade de agrupamento das questões por bloco de
assunto, adequação de questões que poderiam ocasionar respostas com duplo sentido, entre
outros. Após os devidos ajustes, o questionário foi aplicado às bibliotecas, por meio da
ferramenta “Google docs”1no período de 5 a 19 de agosto de 2013.
Todo o trabalho demandou muita dedicação dos profissionais envolvidos e de toda a
equipe técnica, desde o momento da constituição do grupo, confecção do questionário,
tabulação dos dados e elaboração do relatório final. As reuniões periódicas e lista de
discussão virtual foram nossas ferramentas nesse processo.
Obtivemos o retorno de 100% dos participantes, o que demonstrou que a pesquisa foi
recebida positivamente pelas bibliotecas do SBU.

4 RESULTADOS FINAIS
4.1 Parte I: Relatório da análise do questionário sobre segurança nas bibliotecas do SBU
O questionário foi apresentado em formulário eletrônico, utilizando-se a ferramenta “Google
docs’’ , com perguntas fechadas e semifechadas de modo a facilitar e agilizar a análise
comparativa e/ou quantitativa, com opções de resposta "sim" ou "não". Em algumas questões
havia espaços para informações complementares que foram separadas em três linhas de

87 GOOGLE DOCS: formulários. Disponível em: &lt;http://www.google.com/intl/pt-BR/drive/apps.html#forms&gt; Acesso em:
15 out. 2013.

986

�atuação: Segurança de Pessoas, Segurança de Acervos e Segurança do Prédio. As questões
foram encaminhadas e respondidas pelos responsáveis pelas bibliotecas do SBU.
Posteriormente, os dados foram tabulados e interpretados à luz da literatura
pesquisada, resultando em um documento relevante, que deu subsídio ao desenvolvimento das
diretrizes de segurança.

4.2 Parte II: Diretrizes de Segurança de pessoas, acervos e prédios
O GT de Segurança foi dividido em subgrupos que propuseram as Diretrizes de
Segurança para as Bibliotecas do SBU, envolvendo pessoas, acervos e prédios.
A troca de informações entre os profissionais que participaram do grupo de trabalho
mostrou que havia urgência na criação de um documento que norteasse a metodologia na área
de segurança relacionada ao patrimônio físico, pessoal e estrutural das bibliotecas da
Unicamp.
A partir das diretrizes desenvolvidas os seguintes resultados ficaram evidentes:

4.2.1 Segurança de Pessoas
A primeira prioridade em qualquer emergência é a segurança humana e são de fundamental
importância o estabelecimento de responsabilidades e prioridades institucionais, a formação
de uma equipe específica de segurança que deverá ser responsável por uma cuidadosa
vigilância quanto às situações de risco para o acervo, o público e funcionários.
A segurança de pessoas envolve um grupo de ações preestabelecidas como medidas
prioritárias e preventivas. É dever primordial da Instituição, proteger o seu patrimônio, bem
como a vida das pessoas que nela estão. Muitos consultores recomendam que a instituição
faça um Plano de Segurança, e que cada segmento, assim como a biblioteca, tenha um mapa
real das possibilidades de crimes no seu interior ou ao seu redor (furtos, assaltos, vandalismo
etc.). Há necessidade de avaliar periodicamente medidas e programas adotados, bem como
reforçar a necessidade da prevenção e o treinamento das equipes da biblioteca.
O desenvolvimento do Plano de Segurança deve levar em consideração às
características prediais e funcionais de cada unidade/órgão, considerando o fluxo diário de
pessoas e as condições prediais e de infraestrutura existentes. É de fundamental importância a
efetiva avaliação de situações e condições que possam representar risco às pessoas. Nesse
sentindo, o trabalho realizado foi de grande importância ao apontar a necessidade de
desenvolvimento de planos de desocupação das bibliotecas em casos de emergência. Além
disso, constatou-se a importância de se ter representantes das bibliotecas na Comissão Interna

987

�de Prevenção de Acidentes (CIPA), bem como a necessidade de intensificar vigilância após as
18 horas, principalmente nos períodos de recesso escolar.

4.2.2 Segurança dos Acervos
As bibliotecas, enquanto instrumentos de disseminação e preservação de informações
técnicas, científicas, culturais e históricas, têm o desafio de harmonizar ações que garantam o
acesso/uso de seus conteúdos informacionais com a integridade dos documentos físicos e
digitais, assegurando, assim, que documentos históricos, culturais e intelectuais sejam
mantidos vivos e possam ser transmitidos às gerações futuras. Para tanto, entende-se que cada
unidade de informação deve adotar uma política própria que garanta a segurança de seus
acervos. São necessárias ações efetivas quanto à gestão de segurança dos acervos. Considerase crucial a atuação dos profissionais bibliotecários no que se refere à adoção de práticas de
planejamento e execução das ações destinadas à segurança preventiva e emergencial de seus
acervos.
Os riscos dentro de uma biblioteca podem ser aqueles causados pelos efeitos
cumulativos que de certa forma podem ser evitados, controlando-se as condições do meio
ambiente, como a luz, umidade relativa, temperatura, limpeza do ambiente, realização de
inventário detalhado, orientação aos usuários quanto às regras de utilização do acervo,
inspeções periódicas aos acervos e estrutura predial, implementando boas práticas de gestão
das coleções e normas de segurança, como os riscos que são de difícil previsão e que, na
maioria das vezes, tem efeito devastador, como é o caso de inundações e incêndios.
Nesse sentido, vale mencionar que, quanto aos acervos, foram apontadas algumas
necessidades, como a de elaboração de um plano de contingência para salvar os acervos, além
da necessidade de realização de avaliações periódicas quanto a possíveis riscos ao acervo,
bem como a importância de programas de prevenção de riscos ambientais e de controle dos
serviços de manutenção. Ficou evidente, ainda, a relevância de políticas internas que
contemplem questões como preservação do acervo.

4.2.3 Segurança dos Prédios
A infraestrutura física dos prédios desempenha papel central na conservação e
segurança dos acervos, das pessoas e do patrimônio. Desta forma, os prédios de biblioteca
devem ser cuidadosamente planejados e suas manutenções devem ser sistematicamente
realizadas para que, além de promover a conservação do acervo, possam também garantir
conforto e segurança aos seus usuários e colaboradores.

988

�De modo geral, percebe-se que há a necessidade de adequação de alguns aspectos
relacionados à infraestrutura e à segurança dos prédios das bibliotecas do SBU. Da mesma
forma como se mostra importante a realização de avaliações e revisões prediais periódicas,
com intuito de evitar a ocorrência de sinistros e incidentes. Além disso, a manutenção
preventiva, a implantação de sistemas de alarmes, mais voltados à detecção de incêndios e
não apenas à prevenção de furtos e atos de vandalismo, a implantação de circuitos de
monitoramento por imagem e a instalação de uma Brigada de Incêndio, com representantes da
biblioteca, despontam-se como ações essenciais para a segurança dos prédios.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As diretrizes elaboradas pelos membros do GT de Segurança do SBU caracterizam-se
como um instrumento de suporte e subsídios a um conjunto de ações, a serem desenvolvidas
no âmbito das bibliotecas da Universidade, visando garantir a segurança das pessoas, dos
acervos e do patrimônio.
O trabalho em questão foi desenvolvido a partir da análise do questionário aplicado às
unidades de informação do SBU, que, associada à literatura pesquisada, evidenciou a
premente necessidade de desenvolvimento das diretrizes de segurança, a fim de que as
mesmas pudessem ser implantadas em todas as unidades do SBU. Diante disso, torna-se
fundamental o estabelecimento de responsabilidades e prioridades institucionais, bem como a
formação de uma equipe específica de segurança que deverá ser responsável por uma
cuidadosa vigilância quanto às situações de risco para as unidades de informação da Unicamp.
Os resultados evidenciaram ainda, que avaliações e revisões periódicas devem fazer
parte da rotina de manutenção, a fim de antever problemas e, assim, evitar a ocorrência de
incidentes e sinistros. Além disso, considera-se que a manutenção preventiva é essencial para
a segurança das bibliotecas e demais edificações e equipamentos e, portanto, deve ser
considerada como um serviço prioritário no âmbito dos planejamentos e planos de trabalhos
das unidades e órgãos.
Dessa forma, parece ser urgente não apenas a implantação de uma política de
segurança no âmbito do SBU, mas também a adoção de uma política geral da Universidade
quanto à segurança dos prédios, o que engloba tanto o planejamento de construções futuras,
quanto à manutenção, atualização e adaptação das já existentes às normas atuais que regem a
construção civil.

989

�As grandes questões que nos afligem, gestores de bibliotecas, é o de termos conhecimento dos
problemas, e nem sempre recursos financeiros para resolvê-los, pois sabemos que é muito
mais eficaz a prevenção, a avaliação dos riscos, para que possamos minimizar os sinistros,
determinando o tamanho dos estragos e a recuperação do patrimônio.
A equipe do GT de Segurança espera que as diretrizes desenvolvidas contribuam para
a reflexão, planejamento e ações no sentido de aprimorar a segurança de toda a comunidade
interna e externa, as equipes que nelas trabalham e também a preservação dos acervos de
nossas bibliotecas e recomenda que as diretrizes sejam revistas a cada dois anos, visando à
atualização e aperfeiçoamento em conformidade com as alterações da legislação pertinente.
Vale destacar, ainda, que embora o levantamento realizado por meio do questionário tenha
ressaltado condições de segurança favoráveis em relação às bibliotecas do SBU, como o fato
da maioria delas possuírem quadro atualizado com os contatos dos funcionários e telefones de
utilidade pública; controle do acervo (para os itens registrados e não registrados) por meio de
inventário, planilhas, catálogo automatizado etc; controle dos bens patrimoniais (a grande
maioria faz uso do inventário); meios de controle das condições ambientais, visando à
conservação do acervo (utilização de ar condicionado, janelas com isolamento de
luminosidade); regras de uso do acervo; métodos de segurança do acervo, como portais de
segurança e fitas detectoras; proteção extra nas janelas e portas entre outros; o levantamento
também apontou itens que deverão ser implantados e/ou aperfeiçoados, a fim de envolver
outras instâncias da Universidade no processo de implantação das diretrizes nas unidades.
No mais, considera-se que as diretrizes apresentadas só encontrarão um ambiente
favorável a sua implantação efetiva se fizerem parte de uma política da Universidade, capaz
de destinar os recursos necessários à adequação das bibliotecas às normas atuais de segurança,
acessibilidade e construção civil.

6 REFERÊNCIAS
AMERICAN INSTITUTE OF ARCHITECTS (AIA). Security Planning and Design: a
guide for architects and building design professionals. New Jersey, USA, John Wiley &amp; Sons,
2004.
MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2001.
MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS (MAST). Política de segurança para
arquivos, bibliotecas e museus. Rio de Janeiro: Museu de Astronomia e Ciências Afins,
2006.

990

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="62">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71368">
                <text>SNBU - Edição: 18 - Ano: 2014 (UFMG - Belo Horizonte/MG)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71369">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71370">
                <text>Tema: Bibliotecas Universitárias e o Acesso Público à Informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71371">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71372">
                <text>UFMG</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71373">
                <text>pt</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71374">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71375">
                <text>Belo Horizonte (Minas Gerais)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74277">
              <text>Diretrizes de segurança para o Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP): experiência na construção de políticas institucionais.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74278">
              <text>Carvalho, Tereza Cristina Oliveira Nonatto de et al.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74279">
              <text>Belo Horizonte (Minas Gerais)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74280">
              <text>UFMG</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74281">
              <text>2014</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74282">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74283">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="74284">
              <text>O Órgão Colegiado do Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (SBU) instituiu por meio de Resolução Interna 002/2013, em 2 de abril de 2013, um Grupo de Trabalho (GT) ao qual foi atribuído a responsabilidade de desenvolver diretrizes de segurança para as 27 bibliotecas que compõem o Sistema. O trabalho inicial do GT consistiu na elaboração de um questionário, composto por 88 questões, através do qual foi possível diagnosticar e dimensionar os aspectos relacionados à segurança no que se referem às pessoas, acervos e prédios. A partir desse levantamento e posterior análise dos dados o grupo elaborou diretrizes visando garantir proteção ao patrimônio institucional e à integridade física da comunidade acadêmica. O patrimônio do SBU é caracterizado, na sua maioria, por um amplo acervo bibliográfico de grande importância histórica, artística e cultural. É atribuído aos profissionais que atuam nessas bibliotecas o papel fundamental de preservação desses bens, para benefício da geração atual e também das futuras. Dessa forma, cabe a esses profissionais garantir condições satisfatórias de segurança a fim de assegurar a preservação desse patrimônio e, para tanto, a elaboração de um plano de segurança é de importância fundamental. Assim, são apresentados os caminhos trilhados quanto ao desenvolvimento das Diretrizes de Segurança do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, além de considerações gerais quanto à gestão de segurança, visando à prevenção de ações adversas no que se referem a pessoas, acervos e a estrutura predial de bibliotecas.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
