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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

A VISIBILIDADE DAS POLÍTICAS DE GESTÃO DE ESTOQUES DE
INFORMAÇÃO EM PÁGINAS WEB DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS EM
SANTA CATARINA
Elisa C.D. Corrêa

RESUMO
Pesquisa em páginas web de Bibliotecas Universitárias em Santa Catarina, a fim de analisar o
estado da arte da disponibilização de políticas de gestão de estoques de informação. Foi
realizado um levantamento das políticas disponíveis, bem como análise destas a fim de
detectar seus pontos fortes e fracos de acordo com roteiro de critérios pré-estabelecido. De um
total de 59 páginas web das BUs catarinenses, foram encontradas e analisadas 07 políticas de
Gestão de Estoques de Informação. De maneira geral, verificou-se que as políticas possuem
os itens básicos relativos aos processos de seleção e aquisição, sem entrar em detalhes
específicos de cada um, Os processos de avaliação, quando aparecem, são mencionados
apenas de forma geral, sem especificações quanto às metodologias utilizadas. Os resultados
apresentam um número consideravelmente baixo de políticas de GEI disponíveis nos sites de
Bibliotecas Universitárias catarinenses.
Palavras-Chave: Gestão de Estoques de Informação; Formação e Desenvolvimento de
Coleções; Políticas de GEI.
ABSTRACT
Presents the results of the web pages of University Libraries in Santa Catarina search, in order
to analyze the state of the art of their management information storage policy. A survey was
conducted to detect how many policies was available, as well to analyze their strengths and
weaknesses according to script pre-established criteria. A total of 59 web pages of Santa
Catarina BUs were found and 07 policies were analyzed. In general, the policies have the
basic items for the selection and procurement processes, without going into specific details of
each Evaluation processes, when they appear, are mentioned only in general, without
specification as to methodologies used. The results show a considerably low number of
policies available in the University Libraries catarinenses sites.
Keywords: Information Storage Management; Management Information Storage policy;
Formation and Development of Collections.
1 INTRODUÇÃO
A finalidade principal da Gestão de Estoques de Informação (GEI), ou Formação e
Desenvolvimento de Coleções (FDC), é a criação e disponibilização de um acervo coerente
não apenas com a missão e objetivos de uma determinada Unidade de Informação (UI.), mas

646

�também e, principalmente, formar e gerenciar acervos coerentemente voltados a satisfazer as
demandas e necessidades informacionais de sua clientela.
Para atingir essas metas, que na realidade correspondem à própria razão de ser de uma
U.I., os bibliotecários-gestores contam com uma importante ferramenta administrativa capaz
de nortear todo o trabalho que envolve o processo de GEI em cada uma de suas etapas: a
Política de Formação e Desenvolvimento de Coleções ou, Política de GEI, como será
denominada no presente trabalho.
Este documento contém todos os itens necessários para a gestão de estoques de
informação com vistas a torná-los dinâmicos e atraentes ao público-alvo de qualquer tipo de
U.I. No entanto, verifica-se que seu estabelecimento em Bibliotecas Universitárias (BUs) é
muito mais frequente em relação às demais tipologias de bibliotecas.
Ao

realizar uma

pesquisa

sobre

a produção

acadêmica brasileira

sobre

Desenvolvimento de Coleções, Lopes (2013, p.44-45) afirma que o termo “biblioteca
universitária” aparece em segundo lugar na ocorrência de palavras-chave utilizadas para
identificar os textos, e justifica:
Esse dado também é pertinente pelo fato de que esses espaços precisam de [...]
padronização e profissionalização no que se refere à política de
desenvolvimento de coleções. Os profissionais envolvidos com a seleção,
aquisição, avaliação das coleções nesses espaços, necessitam estar atualizados
e, por estarem no meio acadêmico, necessitam de estudos que traduzam as
demandas e as ações que devem ser implementadas.
A preocupação das BUs em gerenciar suas coleções de forma mais sistematizada
decorre de sua própria natureza voltada às demandas de pesquisas em ciência, tecnologia e
inovação. Miranda (2007, p.3) tece alguns argumentos nessa direção, afirmando que “as
universidades são centros transmissores do saber por meio do ensino e dos materiais
informacionais.

A biblioteca sempre trabalhou em parceria com a universidade,

desempenhado a função de preservar e disseminar o conhecimento”. A autora ressalta ainda
que segundo Prado (1992), a biblioteca universitária é como a universidade em si mesma, o
que lhe confere grande responsabilidade social.
Disso decorre a necessidade de buscar, filtrar, organizar e disseminar a informação
com a máxima qualidade possível, já que este universo representa o estoque que forma a base
informacional que subsidia os processos de ensino, pesquisa e extensão universitários. Por
estes e outros motivos, como por exemplo o tamanho dessas coleções, gerenciar acervos em

647

�bibliotecas universitárias costuma ser uma tarefa que demanda cuidados especiais, a qual não
pode prescindir-se da aplicação de uma política bem planejada e executada.
Os fatores acima discutidos foram o ponto de partida para o questionamento da
pesquisa ora apresentada: buscou-se conhecer, no contexto catarinense, a visibilidade das
políticas de GEI disponíveis nas páginas web de bibliotecas universitárias.
Diante das facilidades tecnológicas vivenciadas especialmente no contexto das B.U.s,
partiu-se do pressuposto de que exista certa facilidade em encontrar diversas políticas de GEI
disponíveis nas páginas web das bibliotecas universitárias das faculdades e universidades em
Santa Catarina.
Esta hipótese também decorre do próprio contexto catarinense que, segundo dados
oficiais do Governo do Estado, possui um universo de universidades da rede federal, estadual
e municipal que “conectadas por cabos de fibras óticas, integram a Rede Catarinense de
Ciência e Tecnologia (RCT), a melhor estrutura de comunicação digital acadêmica do País,
que permite acesso veloz à internet e o uso de videoconferência” (SANTA CATARINA,
2013)
Tendo em vista a situação privilegiada do Estado em relação as questões de conexão à
Internet, bem como o papel preponderante das BUs nesse ambiente, surge a presente proposta
de investigação, que tem como objetivo conhecer o atual estado da arte relativo à
disponibilização para consulta pública do documento de política de Gestão de Estoques de
Informação através de suas páginas web.
A fim de reafirmar a importância desse documento na gestão de bibliotecas, será
apresentada uma breve revisão teórica de pontos considerados importantes para o tema aqui
abordado. A seguir, apresenta-se a metodologia utilizada para a coleta e análise dos dados e,
por fim, os resultados discutidos e suas considerações finais.

2 REVISÃO DE LITERATURA
O documento de política de GEI, no contexto atual, dispensa maiores apresentações.
Contudo, para os objetivos do presente artigo, algumas características merecem ser
destacadas:

2.1 Trata-se de um documento de teor administrativo
Os processos de GEI compreendem ações de planejamento que implicam na utilização
de metodologias próprias. A política representa o roteiro no qual estão descritos passo a passo
cada uma das etapas desse processo com indicações de seus responsáveis, e todas as

648

�informações que os gestores entendem serem necessárias para a composição do documento,
que servirá para nortear o trabalho diário de gestão da coleção de uma U.I. Desta forma, serve
de base para orientar a tomada de decisão em relação à seleção, aquisição, avaliação e
desbaste do acervo.
De acordo com Vergueiro (1989), além de oferecer subsídios para uma gestão
coerente do acervo, este documento possui também um caráter pedagógico, pois leva o
bibliotecário a refletir e autoavaliar suas práticas no que tange aos produtos e serviços
provenientes de uma organização eficiente de seus estoques de informação.
Martins (2011), em trabalho sobre gestão de bibliotecas e desenvolvimento de
coleções, apresentado na III Reunião da Rede BVS ePORTUGUESe, afirma que a política é
um documento de gestão que deve ser redigido de forma completa, deixando o mínimo de
atividades possível sem a devida previsão. Além disso, a autora também orienta que a política
seja flexível o suficiente para que admita inclusões e mudanças sempre que necessárias e
dinâmico, a fim de adaptar-se às mudanças ocorridas na comunidade.

2.2 Pressupõe

a

pessoa

do

bibliotecário

gestor

em

sua

formulação

e

aplicação/acompanhamento
O bibliotecário deve ser o profissional responsável pela criação, implementação e
acompanhamento da Política de GEI, pois ele é o profissional cuja competência teórica e
empírica o capacita para o desenvolvimento desta importante tarefa dentro de uma U.I.
Ninguém melhor do que o bibliotecário para conhecer com detalhes cada uma das etapas do
processo, uma vez que sua formação acadêmica lhe oferece todas as ferramentas necessárias
para tal.
No entanto, esta não deve ser uma atividade solitária. Tanto a formulação do
documento quanto sua aplicação diária são fruto de uma negociação democrática da qual
devem participar representantes de toda a comunidade interessada no uso do estoque de
informação da U.I. A literatura da área recomenda a criação de uma comissão formada por
membros da instituição à qual a U.I. pertence, pelo staff da biblioteca e representantes da
comunidade de utilizadores dos estoques de informação.
Dias e Pires (2003) reforçam que a elaboração da política por uma comissão assim
democraticamente formada, garante a representatividade da comunidade nos serviços de
informação oferecidos pela U.I. e contribui para que o acervo seja desenvolvido de forma
racional, equitativa e equilibrada.

649

�Para Vergueiro (1989, p.26) é fundamental essa participação da comunidade, pois
afirma que “o ideal é que tal documento surja como resultado da negociação entre o
bibliotecário, responsável pelo desenvolvimento da coleção, e aqueles a quem a mesma se
destina”.
Contudo, o papel de liderança do bibliotecário é fundamental no processo. Miranda
(2007, p.89) recomenda que a “coordenação dessa comissão seja de responsabilidade do
bibliotecário, o qual precisará convocar os demais membros para reuniões periódicas e/ou
reuniões extraordinárias. Quando ocorrer impossibilidade de agrupar a comissão, o
bibliotecário tem o poder de decisão.”
Fica, portanto, evidenciado o papel essencial do bibliotecário na gestão dessa atividade
voltada ao gerenciamento dos acervos.

2.3 Possui um caráter eminentemente democrático
Este último aspecto merece especial atenção, pois trata-se da motivação principal da
realização da pesquisa que resultou no presente artigo. O documento da política de GEI, que
além de ser gerado com a participação da comunidade de utilizadores do acervo que
corresponde ao seu objeto de normatização, também deve estar à disposição para consulta
imediata de todos os interessados.
Ao apresentar os objetivos de uma política de desenvolvimento de coleções, Vergueiro
(20--) afirma que a mesma trata-se de um documento necessário aos bibliotecários e às
bibliotecas também por uma questão de “relações públicas”, pois existe também para
informar à comunidade o porque, para que e para quem o acervo existe.
Desta forma, a política de GEI deve estar disponível para consulta a toda a
comunidade de utilizadores dos estoques de informação à qual se dispõe a normatizar, sendo
capaz de dirimir possíveis dúvidas, oferecer subsídios para ação e tomada de decisão e
possibilitando espaço para negociação entre todas as partes interessadas. A disponibilização
da política por meio eletrônico através das páginas web das bibliotecas universitárias, parece
um caminho natural de democratizar o acesso deste documento nos dias atuais.

3 MATERIAIS E MÉTODOS
Trata-se de pesquisa exploratória e comparativa, realizada primeiramente a partir de
levantamento das páginas web das Faculdades e Universidades de Santa Catarina. Utilizou-se
como

fonte

para

a

coleta

desses

dados

o

Portal

da

Educação

(http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/) disponibilizado pela Secretaria de Educação do

650

�Governo do Estado de Santa Catarina. A partir da relação de Instituições de Ensino Superior
(IES) existentes no Estado, procedeu-se uma análise minuciosa a fim de conhecer quantas
oferecem links para suas bibliotecas e, destas, quantas permitem acessar suas políticas de GEI.
A seguir, foram analisados o conteúdo dos documentos encontrados, comparando-os
ao roteiro elaborado por Corrêa (2013), e apresentado a seguir, cujos itens representam o
conteúdo necessário para a qualidade e completude das políticas de GEI:
•

Elementos pré-textuais (capa, folha de rosto, sumário)

•

Parte introdutória
o Informações Institucionais (identificação, missão, objetivos)
o Informações da U.I. (identificação, missão, objetivos)
o Definição, importância e objetivos da política
o Estudo de comunidade enquanto base para tomada de decisões - descrição da

clientela
o Papel da biblioteca em programas cooperativos de GEI (nacionais e

internacionais)
•

Acervo
o Materiais que o compõem (conteúdo e formato)
o Recursos financeiros disponíveis para sua formação

•

Desenvolvimento da coleção
o Seleção
o Responsabilidade da seleção (atribuições e competências)
o Critérios por tipo de obra e de suporte físico
o Instrumentos auxiliares
o Seleção qualitativa
o Seleção quantitativa
o Censura

•

Aquisição

•

Prioridades

•

Formas de aquisição (compra, doação, permuta, intercambio)

•

Reposição de materiais

•

Avaliação
o Metodologias
o Qualitativas

651

�o Quantitativas

•

Periodicidade

•

Desbastamento (remanejamento, descarte)

•

Biblioteca 2.0 e Repositório Institucional

•

Conservação/Restauração

•

Revisão da política

•

Elementos pós-textuais

•

Modelos de correspondências

•

Formulário de doação

•

Referências bibliográficas

A partir dessa análise comparativa, foram elencados os pontos fortes e fracos das
políticas encontradas.
Portanto, as etapas de execução da pesquisa foram as seguintes:
•

Levantamento das Faculdades e Universidades existentes no Estado de SC;

•

Análise da existência de Bibliotecas Universitárias com links próprios nas páginas
institucionais com identificação e menção de bibliotecários responsáveis e
disponibilização do documento de política de GEI;

•

Análise da política de acordo com os critérios predeterminados na disciplina de GEI,
através de checagem de itens constantes e faltantes e avaliação de pontos fortes e
fracos.
Os dados são apresentados de forma quali-quantitativa, indicando: quantidade de

bibliotecas universitárias que possuem links/sites próprios, quantidade de políticas disponíveis
na Internet e nível de completeza das políticas em relação aos critérios elencados
demonstrados através de quadro indicativo de itens faltantes, menção à presença do
bibliotecário responsável pela BU e pontos fortes e fracos verificados.

4 RESULTADOS PARCIAIS/FINAIS
No momento da coleta de dados, o Portal da Educação possuía um total de 70 IES no
Estado de Santa Catarina, sendo que apenas os links de duas delas estavam inativos. Assim, o
universo da pesquisa foi composto por 68 páginas web de faculdades e universidades do
Estado de Santa Catarina.

652

�Desse universo, 09 IES não ofereciam link para suas bibliotecas baixando para 59 o
número de páginas web analisadas de Bibliotecas Universitárias. Destas, apenas 08
disponibilizavam links para suas políticas de GEI enquanto documento completo para
pesquisa pública. Verificou-se ainda que um desses links, apesar de existente, encontrava-se
“quebrado” não levando a conteúdo algum.
Sendo assim, de um total de 59 páginas web das BUs catarinenses, foram analisadas
07 políticas de Gestão de Estoques de Informação, o que corresponde a apenas 8% de UIs que
disponibilizam este documento através desse canal. Este número é considerado extremamente
baixo, tendo em vista a importância da disponibilização desse documento com vistas a tornalo público e assim promover a participação democrática da comunidade de utilizadores dos
acervos das bibliotecas universitárias.
Apenas 26 UIs fizeram menção da presença do bibliotecário em suas páginas web,
sendo que das 07 páginas que continham o documento da política de GEI, 05 delas indicaram
a presença desse profissional.
Em relação aos pontos fortes e fracos das 07 políticas analisadas, destacam-se:
•

Pontos fortes: definição clara dos itens que compõem o acervo, critérios de seleção
bem delineados, processo de aquisição detalhado com clareza, apresentação da missão
e objetivos da Instituição e da biblioteca, clareza nas atribuições do selecionador. Vale
apontar, entretanto, que estes pontos fortes referem-se à avaliação geral das políticas,
não necessariamente estando presentes ou bem elaboradas em todas elas, senão em sua
maioria.

• Pontos fracos: Na totalidade das políticas analisadas verifica-se a ausência do item
“censura” (que garante o acesso democrático ao material informativo que compõe o
acervo), e dos elementos pré e pós-textuais.

De maneira geral, verificou-se que as políticas possuem os itens básicos relativos aos
processos de seleção e aquisição, sem entrar em detalhes específicos de cada um, como por
exemplo, a menção dos instrumentos auxiliares de seleção utilizados. Os processos de
avaliação, quando aparecem, são mencionados apenas de forma geral, sem especificações
quanto às metodologias utilizadas.
Nas demais páginas analisadas, embora não fosse possível acessar o documento
propriamente dito, alguns itens relativos ao conteúdo de políticas como formas de aquisição,
tipos de obras que compõem o acervo e responsabilidade da seleção, encontravam-se

653

�“pulverizados”

em

outros

documentos

como

“Normas

da

Biblioteca”,

“Regulamento/Regimento Interno” ou “Guia do usuário”.

5 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS/FINAIS
Os resultados apresentam um número consideravelmente baixo de políticas de GEI
disponíveis nos sites de Bibliotecas Universitárias catarinenses, o que contraria a orientação
encontrada na literatura específica da área, que recomenda a disponibilização democrática do
documento para consulta pública. A utilização da Internet para este fim poderia ser
considerada uma via natural para concretizar essa tarefa, o que não foi observado na pesquisa.
Outro ponto passível de debate, é que essa baixa disponibilização pode revelar ainda
não haver clareza suficiente por parte dos gestores das BUs quanto à importância da política
de gestão de estoques de informação, tanto em termos administrativos quanto políticos. A
conscientização da necessidade de ampliar o acesso a esse documento, certamente ampliará
igualmente o diálogo com a comunidade alvo da U.I., tornando o processo de gestão de
estoques de informação mais democrático e participativo.
Além disso, chama a atenção a presença de itens relativos à política presentes de
maneira diluída em outros documentos da UI. Deste fato pode-se inferir que talvez o
documento não estivesse redigido de forma completa e sistemática pela BU, ou então talvez
não houvesse interesse ou possibilidade de publicá-lo. Em qualquer um desses casos, no
entanto, a UI perde uma importante oportunidade de divulgar de forma transparente os
critérios com os quais gerencia o acervo, abrindo espaço para um diálogo mais amplo com
seus interagentes.
Espera-se que esta pesquisa abra portas para outros estudos que possam elucidar as
razões da baixa disponibilização das políticas através da Internet, bem como, contribua para
levantar essa importante questão junto aos gestores das bibliotecas brasileiras.

6 REFERÊNCIAS

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atualização de conteúdo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA,
DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. 25., 2013, Florianópolis. Anais.
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Disponível

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http://portal.febab.org.br/anais/article/view/1433/1434 Acesso em: 15 maio 2014.

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�DIAS, M. M. K.; PIRES, D. Formação e desenvolvimento de coleções de serviços de
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do

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655

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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            <elementText elementTextId="74061">
              <text>A visibilidade das políticas de gestão de estoques de informaçao em páginas web de bibliotecas universitárias em Santa Catarina.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Corrêa, Elisa C.D. </text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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            <elementText elementTextId="74063">
              <text>Belo Horizonte (Minas Gerais)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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            <elementText elementTextId="74064">
              <text>UFMG</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2014</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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            <elementText elementTextId="74068">
              <text>Pesquisa em páginas web de Bibliotecas Universitárias em Santa Catarina, a fim de analisar o estado da arte da disponibilização de políticas de gestão de estoques de informação. Foi realizado um levantamento das políticas disponíveis, bem como análise destas a fim de detectar seus pontos fortes e fracos de acordo com roteiro de critérios pré-estabelecido. De um total de 59 páginas web das BUs catarinenses, foram encontradas e analisadas 07 políticas de Gestão de Estoques de Informação. De maneira geral, verificou-se que as políticas possuem os itens básicos relativos aos processos de seleção e aquisição, sem entrar em detalhes  de cada um, Os processos de avaliação, quando aparecem, são mencionados apenas de forma geral, sem especificações quanto às metodologias utilizadas. Os resultados apresentam um número consideravelmente baixo de políticas de GEI disponíveis nos sites de Bibliotecas Universitárias catarinenses.</text>
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