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                  <text>GERENCIAMENTO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS SEGUNDO ENFOQUE
SISTÊMICO: UMA NOVA MANEIRA DE PENSAR ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E
MÉTODOS DENTRO DAS BIBLIOTECAS
Marta Alves de Souza
Docente da Universidade Paulista – UNIP – Campus de Bauru
Bibliotecária da Universidade Estadual Paulista – UNESP – Campus de Bauru
E-mail: martasou@uol.com.br

Resumo: A biblioteca universitária é um organismo vivo em constante interação com o meio
ambiente interno e externo dentro das organizações, não importando se estas organizações são do
setor privado ou público, pois é o cliente que interessa e a qualidade dos serviços prestados.
Nenhuma biblioteca atua de forma fechada, mesmo que tenha características que pareçam assim
o ser. Atualmente, ao pensar em biblioteca se faz necessário visualizá-la como um todo, dentro
exatamente do que apregoa o enfoque sistêmico nas organizações, estas têm que trabalhar com
flexibilidade, qualidade total e outros tantos termos que permeiam as organizações flexíveis na
atual conjuntura. É possível trabalhar organização, sistemas e métodos dentro dessas bibliotecas,
não da maneira tradicional como se trabalhava há alguns anos atrás mas dentro de algo novo, que
abandona um pouco o convencional e busca alternativas modernas de gerenciamento.
Eixo Temático: Gerência da Biblioteca Universitária

Introdução

Desde a pré-história o homem pratica a organização e a divisão do trabalho buscando
exatamente multiplicar os recursos acessíveis num determinado momento e enfim com isso

�aumentar as possibilidades de alcançar um certo objetivo. A humanidade sempre se pautou por
organização, nenhuma civilização agiu de forma contrária a isso.
Dentro da Administração tem-se várias escolas, McGregor dividiu em duas as teorias para
de forma sintética explicar a escola clássica e a escola das relações humanas. Ele chamou essa
divisão de Teoria X e Teoria Y. Estas são representadas através de características próprias da
natureza humana.
Para a Teoria X, que representa a escola clássica, McGregor afirma que:
❖ O homem médio é indolente por natureza. O que lhe interessa é trabalhar o menos
possível independentemente de quaisquer condições ou motivações.
❖ A esse homem falta ambição. Sobretudo desagrada-lhe assumir responsabilidades, ou
conduzir pessoas. Ele prefere ser conduzido, pois dessa forma não faz qualquer
esforço.
❖ É essencialmente egocêntrico. Resume as necessidades da organização para a qual
trabalha às suas próprias necessidades.
❖ Resiste por natureza a qualquer mudança.

❖ É ingênuo, pouco inteligente. Um tipo crédulo, misto de charlatão e demagogo.
Para a Teoria Y, que representa a escola das relações humanas:
❖ As pessoas não são por natureza passivas ou resistentes às necessidades da
organização. Tornam-se tais como resultado da experiência na organização.

�❖ A motivação, o potencial para o desenvolvimento, a capacidade de assumir
responsabilidades, a prontidão para dirigir o comportamento para os objetivos da
organização estão todos presentes nas pessoas. A administração não os coloca ali. É
uma responsabilidade da administração tornar possível às pessoas reconhecer e
desenvolver estas características humanas por si mesmas.
❖ A tarefa essencial da administração é harmonizar condições da organização e métodos
de operação, de maneira que as pessoas possam melhor alcançar seus próprios
objetivos, dirigindo seus esforços para os objetivos da organização.
Nas duas teorias, McGregor procurou mostrar que o trabalhador tornava-se bom ou
ruim dependendo do tratamento que a organização lhe der.
Organização &amp; Métodos, já se ouviu muito falar disso, numa abordagem mais recente,
ouvi-se falar de Organização, Sistemas &amp; Métodos, mas o que será que mudou? Nova roupagem
e cara velha? vamos tentar refletir sobre isso.
O mundo está evoluindo e conseqüentemente O &amp; M e a própria biblioteca, afinal se não
acompanhar o curso da história vai ficar para trás. Em relação à O &amp; M está tem deixado de
existir na forma como era praticada anteriormente, ou seja, como um órgão separada das
estruturas da organização, esta também era uma especialidade que ditava as normas e as condutas
referentes ao fluxo da informação dentro das empresas. Era essa área que dava o parecer final
sobre formulários e que também determinava espaço e até a cor dos documentos.
Tem sido objeto de preocupação entender por que é que as bibliotecas não conseguem
acompanhar a evolução do mundo dos negócios na mesma velocidade com que as empresas o
fazem, posto que estas procuram desesperadamente se adaptar, será porque não consideram ainda

�a informação como um negócio? Na verdade informação é negócio e usuário é cliente e mais
ainda, informação é poder.
Diante de tais colocações é importante afirmar que as ferramentas de administração são
muito bem vindas dentro das bibliotecas, uma vez que estas precisam e são administradas e é
importante fazer uso do que há de moderno nessa área do conhecimento para que as funções
sejam bem desempenhadas e melhor ainda, para que os clientes tenha a qualidade que buscam.
Como Organização &amp; Métodos mudou sua roupagem ao longo dos anos e também
evoluiu, a biblioteca e seus administradores precisam fazer uso dos recentes enfoques dados a
essa área do conhecimento, uma vez que, O &amp; M é um componente fundamental na
administração atual, como suporte ao processos produtivos, jamais um fim em si mesmo, da
forma como era vista há alguns anos atrás. É importante tentar aqui analisar como fazer uso
desses recursos e conhecer as inovações, utilizando dessas para dar suporte ao fluxo de
informações que os usuários necessitam e restruturando os processos aos novos paradigmas na
arte de colocar à disposição dos usuários tudo o que ele precisa.

Enfoque Sistêmico e a Biblioteca

Uma das características marcantes nos anos 90 foi a entrada das modernas tecnologias da
informação nas bibliotecas, tornando-as mais ágeis em suas respostas. O processo de
desenvolvimento e implantação dessas tecnologias no âmbito das bibliotecas foi mais uma
reação, ou mecanização e automação de rotinas existentes, atendendo à uma necessidade de
acompanhar de forma ativa o mundo tecnológico.
Com essas mudanças houve necessidade de um realinhamento e adaptação interna
constante da biblioteca, em face da contínua mutação do ambiente no qual ela se insere. É fácil

�constatar que há diferentes tipos de bibliotecas para as quais existem diferentes estratégias de
trabalho.
O importante no universo biblioteconômico, bem como, em qualquer organização é a
evolução, é tornar inteligíveis e compatíveis as tecnologias da informação ao processo de
gerenciar uma serie de processos diferenciados que habitam um mesmo organismo, no caso, a
biblioteca.
O que se tem como proposta aqui é aplicar o enfoque sistêmico na biblioteca aliado à
possibilidade de:
-

reduzir a necessidade de processar informações; ou

-

aumentar a capacidade de processar informações.
Para a primeira opção, que num primeiro momento pode parecer incoerente, uma

vez que uma biblioteca não tem essa intenção, parte-se do princípio de que é possível reduzir o
processamento de informações através de reconfigurações por processos ou reestruturações, ou
seja, baseando-se numa análise de dentro, do fluxo de trabalho, afinal não basta pensar só no
usuário externo, é preciso pensar que existem os usuários internos desse sistema de informações,
aqui vistos como: todos aqueles que estão envolvidos no processo de acessar, recuperar e
disponibilizar as informações para o usuário externo.
Pensando nesses processos e específicamente nesses usuários, deve-se analisar o fluxo de
informações, ou seja, se no processo de recuperar, acessar e disponibilizar informações para o
usuário externo não há retrabalho, reserviço, nesse aspecto deve ser analisado a necessidade de
diminuir as informações, com o objetivo de otimizar seu processamento.
Já para o segundo caso, aumentar a capacidade de processar informações, é importante
analisar no quanto as solicitações dos usuários externos têm sido atendidas e o que é necessário
ser feito para otimizar esse processo.

�Na visão empresarial, segundo Tachizawa, Scaico:
"Uma empresa se sustenta e se desenvolve, principalmente, a partir dos
lucros obtidos, e estes são provenientes de clientes satisfeitos. Satisfazer o
cliente é, basicamente, oferecer-lhe um atendimento de excelência e
produtos (bens ou serviços) de alta qualidade..." (1997, p.25)

A biblioteca universitária, embora não seja uma empresa e conseqüentemente não vise
lucro, tem que pensar na informação como produto e em seus usuários como clientes, e aqui é
mister ter clientes satisfeitos, esse parece ser o propósito de toda biblioteca e na verdade de todo
negócio.
Quando se pensa em enfoque sistêmico dentro da biblioteca, deve-se pensar que é uma
visão do todo, ou seja, não de processos isolados, aqui bem entendido que de acordo com Adair
&amp; Murray, processo pode ser definido para nossos fins como:
"uma série de tarefas ou etapas que recebem insumos (materiais,
informações, pessoas, máquinas, métodos) e geram produtos (produto
físico, informação, serviço), usados para fins específicos por seu
receptor." (1996, p.27)

Nas bibliotecas trabalha-se exatamente dessa forma, recebendo insumos e gerando produtos, no
caso, a informação, então por quê isolar os processos? Por quê trabalhar de forma a não ter uma
visão do todo? Não dá para pensar e só visualizar o serviço de referência isolado do
processamento técnico, tudo converge para um único fim, o produto final é o mesmo, informação
e os clientes também o são, na verdade o sistema é único. Dessa forma não pode ser perdido de
vista a visão do todo, de conjunto, embora os processos sejam diferentes o objetivo desemboca
para o mesmo ponto e o produto final o mesmo e com o mesmo fim.

�Hoje as antigas práticas de O &amp; M têm sido deixadas de lado em detrimento de
conceitos mais modernos, passando assim, para: Organização, Sistemas e Métodos, não basta só
elaborar manuais, adequar lay-outs, implementar fluxogramas bem estruturados, tudo isso é
importante, mais a visão do sistema como um todo é muito necessária, mesmo porque estar-se
trabalhando com pessoas e para esse último caso, é preciso também avaliar o grau de satisfação e
motivação para o trabalho.

Organização, Sistemas e Métodos nas Bibliotecas

Organização, Sistemas e Métodos é uma especialidade da área de administração, voltada
inicialmente para o estudo da estrutura organizacional, dos sistemas administrativos e dos
métodos de trabalho, na verdade essa especialidade acaba se tornando um agente de mudanças e
assumindo um papel fundamental em qualquer organização e a biblioteca se encaixa enquanto
organização.
Quando pensamos em O,S,M devemos pensar enquanto instrumento para auxiliar na
otimização dos processos administrativos e devemos ainda pensar que o homem sempre viveu em
organizações, desde o momento que nasce e nessas organizações ocorrem ao longo de sua vida
uma série de atividades que acabam sendo repetidas ciclicamente que formam um sistema.
Diante disso, podemos inferir que o homem está envolvido numa série de ambientes
que o cerca e seu envolvimento nesses ambientes é sistêmico. Sistema e organização caminham
juntos.
A biblioteca é um sistema onde todos os processos caminham juntos e estão dispostos de
maneira a integrar as partes que a compõem numa estrutura ordenada, fazendo com que todas as

�atividades possam ser executadas quantas vezes forem necessárias e o resultado sempre seja o
mesmo, ou seja, a satisfação do usuário.
De acordo com tudo o que foi exposto pode-se extrair conforme coloca Cruz (p.34,
1997) que defini O &amp; M como:
“Estudo das organizações por meio da análise de cada uma das suas
atividades, a fim de criar procedimentos que venham a interligá-las
de forma sistêmica.”
Enquanto para o mesmo autor uma definição de Sistema seria:
“Conjunto de eventos cíclicos.”
Tem-se agora de forma clara exatamente o significado de Organização, Sistemas e
Métodos e dessa maneira uma visão do que isso representa em termos de gerenciar bibliotecas,
ou seja, não perder a visão do todo e visualizar a biblioteca como uma organização num sistema
aberto que influencia e é influenciada pelo meio ambiente.
Quando pensa-se em O,S,M nas bibliotecas é interessante se voltar para dois aspectos que
têm como característica a qualidade: eficiência e eficácia, uma vez que a análise da eficiência irá
revelar se o consumo de matéria prima e a utilização dos insumos estão consistentes em termos
de qualidade, quantidade, custo, com os produtos gerados, resumindo: as entradas estão
consistentes com as saídas, nesse aspecto busca-se otimizar os processos no ponto de vista
interno.
Já a eficácia revelará se os produtos gerados estão atendendo aos objetivos para os quais
estão destinados, ou seja, se as saídas estão conforme o esperado. A eficácia visa otimizar os
resultados gerados pelo processo do ponto de vista externo.

�Como em qualquer empresa, quando trabalhamos com O,S,M em bibliotecas sempre
partimos do ponto de vista do cliente e para tanto é necessário conhecer suas expectativas e
estabelecer como meta, a eficácia e a eficiência desejadas.
Cabe refletir sobre o real produto gerado pelas bibliotecas e aqui é notório que é
informação não importando seu suporte físico e é sobre a satisfação com a informação gerada
para seus clientes que a biblioteca tem que se preocupar em termos de eficiência e eficácia de
seus processos para que as informações transmitidas alcancem e satisfaçam os clientes

Considerações Finais

Procurou-se mostrar aqui que as ferramentas de administração são muito importantes
dentro das bibliotecas e que uma delas é exatamente Organização, Sistemas e Métodos é uma
ferramenta que tem muito a auxiliar no dia-a-dia do gerenciamento, principalmente com seu
enfoque atual voltado para o sistema e seus processos.
Sempre o enfoque recai sobre o cliente, no entanto fica claro que também os clientes
internos são considerados como parte do processo, uma vez que uma característica marcante do
enfoque sistêmico é exatamente a visão do todo, dessa forma todos são considerados no processo
e devem ter suas expectativas com relação a eficiência e a eficácia dos processos satisfeitas.
Numa sociedade globalizada, extremamente competitiva e cada vez mais bem informada,
os clientes têm uma infinidade de escolhas e já não é mais suficiente oferecer um bom serviço, é
de suma importância oferecer também uma imagem de biblioteca bem gerenciada e essa
biblioteca é exatamente aquele que consegue trabalha fazendo uso dos modelos administrativos e
que mude conforme suas necessidades, necessidades estas ditadas por seus clientes, internos e
externos.

�Referências Bibliográficas

ADAIR, Charlene B., MURRAY, Bruce A. Revolução total dos processos: estratégias para
maximizar o valor do cliente. Tradução de Carmen Youssef. São Paulo: Nobel, 1996.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização &amp; Métodos: estudo integrado das novas tecnologias de
informação. São Paulo: Atlas, 1997.
TACHIZAWA, Takeshy, SCAICO, Oswaldo. Organização flexível: qualidade na gestão por
processos. São Paulo: Atlas, 1997.

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