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                  <text>FORMAÇÃO DE LEITORES E A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Ana Maria FERRACIN
UFPE
Lúcia Helena CARVALHEIRA
UFPE
Tereza Cristina Moreira de LUCENA
UFPE

Universidade Federal de Pernambuco
Biblioteca Central
Av. dos Reitores s/n – Cidade Universitária
Recife - PE

RESUMO

A falta de bibliotecas em escolas de 1o e 2o graus fez com que a Biblioteca Central da
Universidade Federal de Pernambuco adquirisse dicionários, enciclopédias, livros e revistas
destinados ao atendimento de alunos que a procuram a fim de fazer suas tarefas. O
bibliotecário aliado aos professores do ensino de 10 e 2o graus, além de desnudarem a
realidade educacional vigente, devem tomar consciência dela para através da leitura

�modificá-la, transformando a educação alienante na educação para a cidadania plena. Sabe-se
que nenhuma outra instituição tem melhores condições para reunir e dinamizar material
bibliográfico condizente com as aptidões de leitura das crianças do que a biblioteca escolar. A
proximidade da sala de aula, a interação bibliotecário-professor-aluno leva as crianças para a
busca-descoberta através de diferentes textos. Imaginação e criatividade terão que ser postas
em ação por bibliotecários e professores para contribuir na formação de hábito de leitura em
nossas crianças, pois constitui este, ao lado do hábito de estudo, um dos mais importantes
objetivos da educação e por extensão da biblioteca. Visando minimizar este problema,
apresentou-se à Pró-Reitoria de Extensão um projeto de extensão universitária para a
Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco, oferecendo cursos de curta duração para
professores de 1o e 2o graus, interessados em organizar pequenas coleções nas próprias
escolas, para atender aos estudantes carentes de informação, e na medida do possível oferecer
condições de mais e melhores textos para leitura e assim formar uma legião de leitores com
bom hábito de leitura.

�INTRODUÇÃO

A Universidade Federal de Pernambuco localiza-se no bairro da Várzea, cujos
habitantes em sua grande maioria são pobres, as crianças e adolescentes estudam em
escolas públicas onde não existem bibliotecas.

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco é um órgão
suplementar de apoio às pesquisas, ao ensino e às atividades de extensão desenvolvidas pelos
três segmentos da comunidade universitária, que são os alunos, os funcionários e professores.

A Biblioteca Central também coordena e supervisiona as atividades técnicas
das Bibliotecas Setoriais instaladas nos Centros de Ensino e uma do Colégio de Aplicação
além de atuar como Centro Referencial de Informação Científica, Tecnológica, Literária e
Artística.

Era comum ver as crianças do bairro procurando pelo campus universitário
uma biblioteca onde pudessem encontrar informações sobre o dia da árvore, o dia do soldado,
o dia do índio, e assim por diante. Algumas vezes encontravam outras não.

Em 1995 quando assumimos a direção da Biblioteca Central, ponderamos com
as bibliotecárias das 10 bibliotecas da UFPE sobre a situação dessas crianças, e abrimos um
espaço físico destinado a atendê-las com informações adequadas ao nível de 1º e 2º graus de

�ensino.

Hoje, 1999, o local destinado ao atendimento do 1º e 2º graus está
demasiadamente pequeno, pois a ele acorrem crianças vindas de todos os bairros da grande
Recife, às vezes muito distantes da Universidade, vêm não só crianças pobres de escolas
públicas, mas também de colégios particulares freqüentados por alunos de classe média e
ricos.

A coleção destinada ao 1º e 2º graus está muito distante daquilo que
consideramos de bom nível, mas por outro lado, se considerarmos que a cada dia cresce a
demanda de adolescentes e crianças que procuram a Biblioteca Central, podemos afirmar que,
se existem algumas escolas com coleções destinadas ao 1º e 2º graus de ensino, essas coleções
não estão sendo bem utilizadas pelos professores e alunos.

Não queremos e não devemos deixar de atender aos alunos das escolas, sejam
elas públicas ou privadas, sejam os alunos pobres ou ricos.
Conforme SILVEIRA (1997) assegura “a escola brasileira integra uma
sociedade

marcadamente

capitalista, justifica-se entendê-la como promotora do

desenvolvimento social, já que a expansão do sistema econômico requer que a classe
trabalhadora, ao freqüentar a escola, domine habilidades básicas que facilitem sua
adaptação às novas condições de trabalho criadas pelo crescente aperfeiçoamento
tecnológico. Ao focalizar esta concepção constatamos que em sociedades capitalistas a
escola corre o risco de ser manipulada por uma classe social que passa a ser usada em
função de seus interesses particulares, em detrimento dos anseios da sociedade como um

�todo. Sob este prisma, a aspiração da escola pode ser formar consumidores de bens e não
necessariamente ser formadora de cidadãos”.

Animados

pelo espírito

democrático reinante na Biblioteca Central

apresentamos a Pró-Reitoria de Extensão um projeto que visa minimizar a distância entre as
crianças e adolescentes dos livros e das coleções a eles destinadas.

REVISÃO DE LITERATURA

Se por um lado a Universidade não tem responsabilidade direta com o
desenvolvimento social, porque a formação de uma sociedade democrática é conquista da
própria sociedade conforme escreveu ROBSON (1993), de outro lado a Universidade tem o
dever de instrumentalizar a população, fornecendo elementos para que cada indivíduo perceba
e entenda seus direitos e deveres. BARBOSA e CALDAS (1995).

A reivindicação da educação como direito básico de todos se estende aos
diferentes segmentos da sociedade. Para alguns viabilizar a cidadania, para outros, e por
interesses específicos, significa instrução. Mesmo que se tende realçar esta última concepção,
cada vez mais se tem claro que a instrução não é a meta básica da educação. No plano macro,
a educação deveria possibilitar o desenvolvimento de uma massa crítica capaz de definir os
rumos possíveis da humanidade em busca de uma vida melhor, pautada na plena cidadania.

FIORI (1981), no entanto afirma que, ao ser institucionalizada na escola, a

�educação pode se tornar um dos mais eficientes meios da alienação, já que, se for concebida
como instrução, não viabilizará a cidadania plena.

O bibliotecário é um agente social que aliado aos professores de escolas de 1º e
2º graus de ensino, além de desnudarem a realidade educacional vigente, devem tomar
consciência dela para através da leitura modificá-la, transformando a educação alienante na
educação para a cidadania plena.

Da mesma forma como é dicotômica a relação pensar/agir, é igualmente difícil
dissociar alfabetização/conscientização/leitura e SILVEIRA (1997) afirma que ler é aprender
sentidos. Escrever é significar. No entanto, para se dar sentido, é necessário ter posse de
vários sentidos, e estes sentidos se constroem subjetivamente. A subjetividade passa a ser,
então, precondição para a leitura: a leitura do mundo provoca a palavra, a leitura da palavra
desvela sentidos do mundo. A palavra enriquece a concepção de mundo de cada sujeito,
através de um processo interativo e dialético com o outro e com a realidade.

POLKE (1973) assegurava que nenhuma outra instituição tem condições
melhores para reunir e dinamizar material bibliográfico condizente com as aptidões de leitura
das crianças do que a biblioteca escolar. A proximidade da sala de aula, a interação
bibliotecário-professor-aluno leva as crianças para a busca/descoberta através de diferentes
textos.

Na escola onde só o que o professor diz é a verdade, onde o aluno recebe
passivamente poucos conhecimentos, a ausência da biblioteca não é sentida.

�Na busca às causas desse não existir bibliotecas escolares, POLKE (1973)
assevera, “seria simples atribuí-las à pobreza de recursos ou à incompreensão
administrativa. O armário de livros, bem mais freqüentes em salas de aula poria em dúvida
essa conclusão, pois, pequena que fosse a coleção inicial, o seu crescimento gradativo seria
possibilitado até mesmo através da mobilização de recursos da comunidade. O crescimento
dos conteúdos dos armários, sua reunião em uma única sala, o professor dedicando parte do
seu tempo a essa biblioteca incipiente, procurando completá-la com as indispensáveis obras
de consulta. A dinamização da coleção evidenciaria a necessidade de bibliotecários com total
dedicação de seu tempo à biblioteca.”

As crianças nunca chegam à escola num estado de ignorância, mas podem
chegar analfabetas. Elas talvez não saiam analfabetas, mas podem sair ignorantes (SILVA,
1996).

BARKER (1975) perguntava “Por que ler? Não existe resposta fácil. No
momento atual os meios audiovisuais de comunicação não podem dispensar o apoio da
palavra escrita. Nem toda a engenhosidade da técnica moderna pode agora, como não pôde
antes, impedir que a palavra falada e as imagens acabem se apagando, enquanto a palavra
escrita permanece. Em nossa civilização de transformações, a palavra escrita pode não durar
tanto como antes, mas ainda dura o suficiente para conferir ao leitor a força da perspectiva
histórica, a decisão semântica, a reinterpretação e a crítica retrospectiva, em suma, os meios
de sua liberdade”.

�A leitura segundo SILVA (1996) não pode ser confundida com descodificação de
sinais, com reprodução mecânica de informações ou com respostas convergentes a estímulos
escritos pré-elaborados.
Esta confusão nada mais faz, assegura SILVA (1996), do que decretar a morte do
leitor, transformando-o num consumidor passivo de mensagens não significativas e
irrelevantes. Será que esta confusão não está presente na maioria das escolas brasileira.

Para BARKER (1975) “o problema da não leitura surge na vida adulta,
principalmente entre os jovens adultos que são mais sujeitos a recair no “analfabetismo
técnico” pela falta de prática da leitura. A atividade cultural da infância e da adolescência,
apoiada pelo sistema educacional, é interrompida subitamente quando termina a
escolaridade e freqüentemente abandonada por falta de outra forma qualquer de apoio”.

O leitor não pode ser levado ao livro se não houver livro ao seu alcance. Quanto a este
problema, BARKER (1975) escreveu e não causara estranheza dizer que o lugar da leitura na
sociedade depende das estruturas da sociedade e das instituições que as refletem:

“Imaginação e criatividade terão que ser postas em ação por bibliotecários e
professores para contribuir na formação de hábito de leitura em nossas crianças, pois
constitui este, ao lado do hábito de estudo, um dos mais importantes objetivos da educação e,
por extensão, da biblioteca”. POLKE (1973).

PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: EDUCAÇÃO ESCOLAR E
CULTURA

�A falta de Bibliotecas nas escolas de 1º e 2º graus de ensino é um problema nacional e
Recife infelizmente não é exceção.

Segundo informações prestadas pela secretaria de Educação e Esportes do Estado,
havia em 1998 na grande Recife 491 escolas no DERE NORTE e 563 no DERE SUL que
somadas totalizam 1054 estabelecimentos sendo 199 estaduais, 240 municipais, 612
particulares e 3 federais, e em apenas 10 escolas estaduais tem l bibliotecário trabalhando.

Como a Biblioteca Central dispõe de 2 Bibliotecários 1 auxiliar e 1 estagiário para
atender os alunos dessas escolas, é certo que a cada dia a procura tem sido maior, razão de
termos apresentado à Pró-Reitoria de Extensão um projeto através do qual vamos oferecer aos
professores de 1º e 2º graus, cursos de pequena duração, com 15 horas/aula, onde receberão
instruções como:

- Elaborar arquivos com pastas contendo documentos como: jornais,

revistas, partes

de livros sobre os mais variados assuntos, aos quais os alunos teriam acesso para
leituras e cópias.

-

Organizar a hemeroteca escolar.

-

Indexar documentos para recuperar as informações úteis e necessárias aos
trabalhos dos alunos.

�-

Buscar em enciclopédias os assuntos mais solicitados pelos professores, para servir
de apoio ao estudo das crianças.

-

Tendo por base a coleção de 1º e 2º graus da Biblioteca Central, oferecer aos
alunos do curso uma Bibliografia mínima para o atendimento das necessidades dos
professores e alunos do 1º e 2º graus de ensino.

CONCLUSÃO

A equipe de bibliotecários da BC/UFPE espera com esses cursos orientar os
professores para a organização dessas pequenas coleções, que conforme a professora Ana
Maria Polke já em 1973 escreveu, “o crescimento dessas coleções seria possibilitado até
mesmo através da mobilização da comunidade”, e isto seria o início de uma biblioteca não só
da escola, mas para toda a comunidade do bairro ou município.

Através de coleções formadas segundo o desejo de leitura dos participantes da
comunidade, dos professores e alunos, em local da fácil acesso a todos, acreditamos ser
possível criar hábitos de leitura para que as crianças não saiam das escolas ignorantes e os
adultos não sejam apenas consumidores de bens, mas através da leitura sejam capazes de ver e
ser no mundo indivíduos que buscam sua cidadania plena.

ABSTRACT

�The lack of library schools for first and second grades made the Central
Library of the Federal University of Pernambuco turn its attention to the acquisition of
dictionaries, encyclopedias, books and magazines to serve students in the making of their
classworks. The university librarian, together with school teachers of first and second grades
have to understand practiced educational system, as well as have to be aware of changes
which reading can do, shifting an awkward education toward an education for full citizenship.
It is known that no institution has better conditions to keep and use bibliographic material
related to reading skills for children in the school library. The proximity of classroom, the
interaction between librarian – schoolteacher – student take the children to a search – finding
through different documents. Imagination and creativity shall be taking into action by
librarians and school teachers in order to contribute to develop reading habits in our children,
one of the most important goals of education and to some extent of library, besides studying
habits. In order to minimize this problem a project of University Extension to Pernambuco
State office for Education it was presented to University Extension Activities. This project is
to offer short term courses to school teachers of first and second grades, who are interested in
organize small collections at schools, to serve students with information needs, and also to
offer more and better texts for reading, and so to form a group of readers with good reading
habits.

.

�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARBOZA, J.P., CALDAS, M.A . O papel da extensão na formação do
estudante de biblioteconomia. Inf.&amp;Soc.:Est. João Pessoa, v.5, n.1, p.4556, 1995

BARKER, R.E., ESCARPIT, R. A fome de ler. Trad. J.J.Veiga. Rio de
Janeiro: FGV/INL/MEC, 1975.

FIORI, E.M. Aprender a dizer a palavra. In: FREIRE, Paulo. Pedagogia do
oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

POLKE, A . M. A . A biblioteca escolar e o seu papel na formação de hábitos
de leitura. R.Esc.Bibliotecon.UGMG, v.2, n.1, p.60-72, mar.1973

ROBSON, C.A A extensão universitária no Brasil. In: FORUM DE
EXTENSÃO DA UDESC, 1, Florianópolis. Anais. Florianópolis: UDESC,
1993. p.17-23

SILVA, Ezequiel Teodoro da. O ato de ler: fundamentos psicológicos para

�uma nova pedagogia da leitura. 7.ed. São Paulo: Cortez, 1996. p.97

SILVEIRA, Elisabeth. O aluno entende o que se diz na escola? Rio de
Janeiro: Qualitymark /Dunya, 1997. p.3

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              <text>A falta de bibliotecas em escolas de 1 o e 2 o graus fez com que a Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco adquirisse dicionários, enciclopédias, livros e revistas destinados ao atendimento de alunos que a procuram a fim de fazer suas tarefas. O bibliotecário aliado aos professores do ensino de 1 0 e 2 o graus, além de desnudarem a realidade educacional vigente, devem tomar consciência dela para através da leitura modificá-la, transformando a educação alienante na educação para a cidadania plena. Sabe-se que nenhuma outra instituição tem melhores condições para reunir e dinamizar material bibliográfico condizente com as aptidões de leitura das crianças do que a biblioteca escolar. A proximidade da sala de aula, a interação bibliotecário-professor-aluno leva as crianças para a busca-descoberta através de diferentes textos. Imaginação e criatividade terão que ser postas em ação por bibliotecários e professores para contribuir na formação de hábito de leitura em nossas crianças, pois constitui este, ao lado do hábito de estudo, um dos mais importantes objetivos da educação e por extensão da biblioteca. Visando minimizar este problema, apresentou-se à Pró-Reitoria de Extensão um projeto de extensão universitária para a Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco, oferecendo cursos de curta duração para professores de 1 o e 2 o graus, interessados em organizar pequenas coleções nas próprias escolas, para atender aos estudantes carentes de informação, e na medida do possível oferecer condições de mais e melhores textos para leitura e assim formar uma legião de leitores com bom hábito de leitura.</text>
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