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                  <text>AUTOMAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO EM REDE DOS MATERIAIS NÃO
CONVENCIONAIS DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PARANÁ – ESTUDO DE CASO

RITA DE CÁSSIA ALVES DE SOUZA
CÉLIA REGINA DA FONSECA HORST
SELMA REGINA RAMALHO CONTE

SIMONE DE SANTIS
SIRLEI DO ROCIO GDULLA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
SISTEMA DE BIBLIOTECAS – BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS
PRAÇA SANTOS ANDRADE, 50 – TÉRREO - CENTRO
CEP 80020-300 CURITIBA – PARANÁ – BRASIL
TELEFONE/FAX: (0XX41) 232-9372
E-MAIL: bibju@barigui.ufpr.br

CURITIBA
1999

�2

Resumo:
As primeiras coleções da UFPR surgiram junto com a própria Universidade. Sua
estruturação em unidades autônomas determinou a criação de bibliotecas independentes e a
formação de acervos em departamentos e/ou salas de professores . Criado em 1973, o SIBI é a
unidade técnica responsável pelo provimento de informações necessárias às atividades de
ensino, pesquisa, extensão e administração da UFPR . É constituído por uma sede
administrativa e quatorze bibliotecas. A dispersão física destas unidades exige que se adote a
combinação de procedimentos centralizados e descentralizados. O acervo do SIBI é composto
por 281.436 exemplares de livros, 14.091 títulos de periódicos (nacionais e estrangeiros) e
54.361 ítens de materiais não convencionais (MNC). Este sistema nos últimos anos tem
procurado acompanhar o avanço científico e tecnológico pela informatização de alguns
serviços, como empréstimo de material bibliográfico, e a otimização de procedimentos
administrativos, como a automação da aquisição de material bibliográfico, do intercâmbio de
publicações, e do cadastramento e controle de usuários. Porém, se faz necessário que haja a
integração destes serviços através de redes, e desenvolvimento de software que permita a
disponibilização do acervo bibliográfico em meio magnético. Com essas inovações o SIBI
poderá dar um salto de qualidade no atendimento, primordial aos seus usuários, pela consulta
“on line” ao acervo existente em todas as bibliotecas da UFPR.
Diante da necessidade de automação de seu acervo bibliográfico, o SIBI está
desenvolvendo software próprio, em formato MARC (Machine Readable Catologuing) para
automação de material convencional - livros, teses e dissertações - incorporados às coleções
até 1989, quando foi implantado o Sistema BIBLIODATA, desenvolvido pela Fundação
Getúlio Vargas, na UFPR. A partir de então, este acervo recebe tratamento automatizado. Isso
significa que 15,91% do acervo está em meio magnético, de um total de 281.436 obras já
registradas e processadas . O SIBI não está prevendo a automação do acervo de MNC. Este

�3

acervo é constituído de: Apostilas, Cartazes, Catálogos de equipamentos, CD-ROM,
Disquetes, Discos, Filmes, Fitas cassete, Fitas de vídeo, Folhetos, Gravuras, Mapas,
Microfichas, Microfilmes, Normas técnicas, Separatas, Seriados, Slides, e Testes
psicológicos, perfazendo um total de 54.361 itens
Isoladamente, algumas bibliotecas do SIBI desenvolveram bases de dados em
MICROCDS/ISIS, para automação de parte do acervo de MNC. Como cada biblioteca do
SIBI processa seu acervo de MNC seguindo regras próprias, não há, no SIBI, uma rotina
padronizada para essa atividade. Mesmo entre as bibliotecas que desenvolveram bases para
tratamento do mesmo tipo de MNC, não há padronização no tratamento desse material e nas
bases de dados.
Constatou-se, então, a necessidade de um projeto específico para automação desse
acervo, com a padronização das bases já existentes, e desenvolvimento de novas bases que
contemplem todos os tipos de MNC identificados. Para tanto, optou-se pelo uso do software
MICROCDS/ISIS, por ser um software específico para tratamento de material bibliográfico,
por estar disponível na instituição, pelo fato de que todos os bibliotecários receberam
treinamento básico na sua utilização, e, por estar sendo utilizado nas seis bibliotecas do SIBI,
que desenvolveram bases próprias. A padronização das bases estabelece a unificação dos
processos na automação do acervo de MNC, visando a racionalização de atividades,
compartilhamento dos acervos, e dos demais serviços e produtos informatizados do SIBI.

�4

1 INTRODUÇÃO

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi fundada em 1912, sob a denominação
de Universidade do Paraná.

As primeiras coleções da UFPR surgiram junto com a própria

Universidade. Sua estruturação em unidades autônomas determinou a criação de bibliotecas
independentes e a formação de acervos em departamentos e/ou salas de professores
(COSTIN, 1995).
Criado em 1973, o Sistema de Bibliotecas (SIBI) é a unidade técnica responsável pelo
provimento de informações necessárias às atividades de ensino, pesquisa, extensão e
administração da UFPR (COSTIN, 1995). É constituído por uma sede administrativa, oito
bibliotecas, localizadas nos campi de Curitiba, três localizadas em outros municípios, uma de
ensino médio e uma de Educação Física, totalizando quatorze unidades informacionais
(SETENARESKI, 1998). A dispersão física destas unidades exige que se adote a combinação
de procedimentos centralizados e descentralizados. Desta forma, o atendimento ao público é
priorizado nas bibliotecas e os serviços técnico-administrativos priorizados na Biblioteca
Central (SETENARESKI, 1998). Cada biblioteca realiza sua própria seleção e descarte de
material bibliográfico em conjunto com os Comitês de Usuários, enquanto que a Biblioteca
Central providencia a aquisição do material bibliográfico, tanto por compra (direta ou
licitação), quanto por doação e permuta. A oferta dos serviços varia de uma biblioteca para
outra em função da infra-estrutura existente (SETENARESKI, 1998). A tabela 1 mostra a
situação geográfica das biblioteca do SIBI.

�5

TABELA 1 - BIBLIOTECAS DA UFPR E SITUAÇÃO GEOGRÁFICA - 1998
BIBLIOTECA

CAMPUS

Biblioteca Central

II

Biblioteca de Ciências Agrárias

I

Biblioteca de Ciências Biológicas

III

Biblioteca de Ciência e Tecnologia

III

Biblioteca de Ciências Humanas e Educação

II

Biblioteca de Ciências Jurídicas

II

Biblioteca de Ciências Sociais Aplicadas

II

Biblioteca de Ciências da Saúde

II

Biblioteca de Ciências da Saúde/Sede Botânico

III

Biblioteca de Educação Física

III

Biblioteca da Escola Técnica

III

Biblioteca de Ciências Agrárias/Palotina

Palotina

Biblioteca de Ciências Humanas e Educação/MAEP

Paranaguá

Biblioteca do Centro de Estudos do Mar

Pontal do Sul

I = Juvevê

II = Centro

III = Jardim das Américas

FONTE: Relatório de Gestão 1994-1998.
O acervo do SIBI é composto por 281.436 exemplares de livros, 14.091 títulos de
periódicos (nacionais e estrangeiros) e 54.361 ítens (UFPR, 1998a, p. 3) de materiais não
convencionais (MNC), incluindo teses e dissertações. Considera-se MNC, também chamados
de multimeios, aqueles que, não sendo livros nem periódicos, trazem informações relevantes
podendo apresentar-se nos mais diferentes suportes (PEROTA, 1991, p. 5).
Além da comunidade universitária interna - docentes, discentes e técnicos
administrativos, o SIBI atende também a comunidade externa de um modo geral.
O SIBI tem procurado, nos últimos anos, acompanhar o avanço científico e
tecnológico pela informatização de alguns serviços, como empréstimo de material

�6

bibliográfico, a otimização de procedimentos administrativos, a automação da aquisição de
material bibliográfico, do intercâmbio de publicações, e do cadastramento e controle de
usuários.

2 JUSTIFICATIVA

Atualmente

o SIBI está desenvolvendo software próprio, em formato MARC

(Machine Readable Catologuing) para automação de material convencional - livros, teses e
dissertações - incorporados às coleções até 1989, quando foi implantado na UFPR o Sistema
BIBLIODATA, desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas. A partir de então, este acervo
recebe tratamento automatizado. Isso significa que 15,91% do acervo está em meio
magnético, de um total de 281.436 obras já registradas e processadas (UFPR, 1998a, p.3).
Mesmo desenvolvendo software próprio, o SIBI, a princípio, não está prevendo a
automação do acervo de MNC, e, tendo em vista que 71% das unidades possuem este tipo de
material (Gráfico 1), justifica-se a elaboração de base de dados própria. Este acervo é
constituído de: Apostilas, Catálogos de Equipamentos, CD-ROM, Discos, Fitas cassete, Fitas
de vídeo, Folhetos, Gravuras, Mapas, Microfichas, Microfilmes, Partituras, Separatas,
Seriados, Slides, e Testes Psicológicos, perfazendo um total de 35.906 itens, com uma taxa de
crescimento média de 3% ao ano e com tendência a aumentar com o aparecimento de novos
tipos de MNC.
Isoladamente, algumas bibliotecas do SIBI desenvolveram bases de dados em
MICROISIS para automação de parte do acervo de MNC. As razões que levaram à escolha
deste software são: ser específico para tratamento de material bibliográfico; estar disponível
na instituição; e pelo fato de que todos os bibliotecários do Sistema receberam treinamento
básico na sua utilização.

�7

GRÁFICO 1 – BIBLIOTECAS DO SIBI COM MATERIAL NÃO CONVENCIONAL

Com vistas à elaboração de Projeto de padronização dessas bases de dados, decidiu-se
efetuar um estudo, em todas as bibliotecas do SIBI para verificar o tratamento dessas coleções
e das bases em microisis desenvolvido separadamente por cada biblioteca. Esse levantamento
objetiva dar embasamento às decisões a serem tomadas.

3 METODOLOGIA

Foi formada uma comissão composta por 5 bibliotecários do SIBI com o objetivo de
fazer o diagnóstico nas unidades.
O levantamento foi realizado através de contatos telefônicos para as unidades fora dos
campi de Curitiba, e através de visitas às unidades localizadas em Curitiba. Os dados abaixo
relacionados foram coletados por meio de um questionário (Anexo):
a) Identificação da unidade;
b) Identificação dos tipos de MNC existentes na unidade;

�8

c) Identificação do formato de descrição bibliográfica para cada tipo de MNC;
d) Identificação de bases existentes para MNC;
e) Identificação de softwares utilizados nas bases de MNC;
f) Identificação das formas de recuperação destes materiais.

4 RESULTADOS APURADOS

A tabela 2 apresenta os dados referentes ao acervo de MNC de cada Biblioteca
coletados a partir das visitas e contatos telefônicos realizados. Após a tabulação dos mesmos,
diagnosticou-se que a coleção de folhetos corresponde a 31,93% do acervo total de MNC do
SIBI, seguido da coleção de mapas com 15,00% e da coleção de separatas com 12,83% do
total. A menor coleção de MNC do SIBI é a de microfilmes, com 187 ítens, que
correspondem a 0,52% do acervo total (Gráfico 2).
TABELA 2 – TIPOS DE MNC POR UNIDADE DO SIBI
Bibliotecas
Material não Convencional

AG

Apostilas

160

BL

EF

ET

JU

SA

029

Fitas cassetes
398

Folhetos

3227

101

005
014

031

031

014

443

292

012

354

002

Microfichas

1207

118

Microfilmes

130

292

354

372

170

031

609

043

033

2477

280

143

188

292

1975

435

2881

11466
193

5032

5388
924

Partituras
2264

2067

4610

934
8199

424

11032

005

083

187

279
2804

Testes psicológicos

2346

057

213
244

203

097

213

Seriados
300

1654
694

193

Mapas

Total

292

2133

Gravuras

Total

SD
053

001
004

Fitas de vídeo

Slides

SB

1601
159

Discos

Separatas

HE
101

Catálogos de equipamento
CD-ROM

CT

9211

1378

1622

361

3668
934

337

586

910

5119 35906

�9

GRÁFICO 2 – TIPOS DE MATERIAL NÃO CONVENCIONAL NO SIBI

Conforme demonstrado no Gráfico 3, a Biblioteca de Ciência e Tecnologia possui,
30,72% do total de acervo de MNC do SIBI, a Biblioteca de Ciências Humanas e Educação
possui 25,65%, a Biblioteca de Ciências Agrárias 22,83% e a Biblioteca de Educação Física
apresenta o menor percentual, apenas 0,01%.
Após análise dos dados, verificou-se que cada biblioteca do SIBI processa seu acervo
de MNC seguindo regras próprias, não havendo no SIBI uma rotina padronizada para essa
atividade. Mesmo entre as bibliotecas que desenvolveram bases para tratamento do mesmo
tipo de MNC, não há padronização no tratamento desse material e nas bases de dados.

�10

GRÁFICO 3 – ACERVO DE MATERIAL NÃO CONVENCIONAL DO SIBI POR
BIBLIOTECA

Acervo de MNC do SIBI por Biblioteca
Biblioteca de Ciências Agrárias
Biblioteca de Ciências Biológicas
Biblioteca de Ciência e Tecnologia
Biblioteca de Educação Física
Biblioteca da Escola Técnica
Biblioteca de Humanas e Educação
Biblioteca de Ciências Jurídicas
Biblioteca de Ciências Sociais Aplicadas
Biblioteca de Ciências da Saúde/ Botânico
Biblioteca de Ciências da Saúde

%
22,83%
1,18%
30,72%
0,01%
0,23%
25,65%
0,93%
1,63%
2,53%
14,25%

A Biblioteca de Ciências Agrárias, a Biblioteca de Ciências Biológicas e a Biblioteca
de Ciências Jurídicas desenvolveram bases para tratamento de fitas de vídeo; a Biblioteca de
Ciências Agrárias e a Biblioteca de Ciências Jurídicas, para folhetos; a Biblioteca de Ciência
e Tecnologia, para mapas; a Biblioteca de Ciências Humanas e Educação, para slides; a
Biblioteca de Ciências da Saúde, para seriados; e a Biblioteca de Ciências Jurídicas para
monografias e teses (Tabela 3).

�11

TABELA 3 – QUANTIDADE DE BASES EM MICROISIS POR UNIDADE DO SIBI
UNIDADE

TIPO DE MNC EM BASES

Nº DE BASES

AUTOMATIZADAS
BIBLIOTECA DE

VÍDEOS,

02

CIÊNCIAS AGRÁRIAS

FOLHETOS

BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS

VÍDEOS

01

MAPAS

01

SLIDES

01

BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS

VÍDEOS,

03

JURÍDICAS

FOLHETOS,

BIOLÓGICAS
BIBLIOTECA DE CIÊNCIA
E TECNOLOGIA
BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS
HUMANAS E EDUCAÇÃO

MONOGRAFIAS E TESES
BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS

SERIADOS

01

DA SAÚDE
TOTAL

09

Constatou-se, também, que além de bases para MNC, as bibliotecas possuíam base
em microisis para boletins e informativos diversos, que também poderiam ser padronizadas.
A padronização das bases estabeleceria a unificação dos processos na automação do
acervo de MNC, visando a racionalização de atividades, compartilhamento dos acervos, e dos
demais serviços e produtos informatizados do SIBI.
As unidades que não dispõem de bases para MNC informaram que não possuem
condições para desenvolvê-las devido à carência de recursos humanos e/ou materiais.
Todas as unidades do SIBI, independente de possuir bases automatizadas ou não,
utilizam a referência bibliográfica como forma de descrição.

�12

As bibliotecas que possuem bases automatizadas não utilizam os recursos existentes
para a coleta e tratamento estatístico das informações.

5 CONCLUSÕES
A comissão sentiu a necessidade de um projeto específico para automação desse
acervo, com a padronização das bases já existentes, e desenvolvimento de nova base que
contemple todos os tipos de MNC identificados, processados ou não.
Para tanto, sugeriu-se o software MicroCDS/ISIS, por ser um software que exige uma
configuração modesta de microcomputador, levando-se em conta o baixo custo, a facilidade
de instalação e possuir manual em português. Todos estes fatores tornam a implantação do
projeto mais rápida, fácil e de baixo custo.
Outro aspecto relevante na escolha deste software é a possibilidade de disponibilizar
estas bases para consulta em rede. A possibilidade de disponibilizar as bases de dados
desenvolvidas em MicroISIS para acesso em rede é descrita por RESMER (1997, p.160) que
relata a experiência da Companhia de Informática do Paraná (CELEPAR) na disponibilização
pela internet do acervo de várias bibliotecas, onde a recuperação da informação pode ser feita
em uma biblioteca específica ou em todas as que fazem parte do sistema.
O MicroISIS também tem grande flexibilidade na definição de bases de dados,
formatação de telas e relatórios. Permite a multiplicidade de bases de dados, definidas em
função das características próprias dos diversos tipos de documentação, facilidade de
operação, sendo totalmente interativo, e com menus em língua portuguesa. Ressalta-se a
qualidade dos produtos gerados (listagens, boletins e catálogos impressos) seguindo normas e
padrões bibliográficos, permitindo a consulta por diversos campos, além da facilidade para
transferência de dados (CRUZ, 1988, p. 135).

�13

Com a implantação desse projeto todo o acervo de MNC receberá o mesmo
tratamento, sendo que futuramente os dados poderão ser migrados para outro formato, como
por exemplo o WinISIS, que permite uma relação com o usuário de forma mais direta e
intuitiva, facilitando tanto a convivência com a versão DOS como a transição para o ambiente
gráfico, permitindo, ainda, a manipulação simultânea de várias bases de dados, novos recursos
de linguagem de formato como controle do tipo de fonte usado para formatação de caracteres,
recursos de hipertexto, recursos de bases de dados, etc.
Esse projeto objetivaria agilizar o processo técnico através da automação de todo o
acervo de material não convencional do SIBI.

6 RECOMENDAÇÕES

● Padronizar as bases já existentes em MicroISIS;
● Desenvolver, em MicroISIS, base de dados para o acervo de materiais não convencionais
do SIBI;
● Disponibilizar para todas as bibliotecas do SIBI a base desenvolvida e padronizada;
● Permitir a alimentação da base em rede;
● Permitir a emissão de relatórios estatísticos, listagens de autor, título, assunto e outras que
se fizerem necessárias;
● Treinamento na utilização da base desenvolvida;
● Elaborar manual operacional da base;
● Migrar os dados em MicroCDS/ISIS para o formato WinISIS;
● Disponibilizar este acervo para consulta em rede.

ANEXO – ROTEIRO DE ENTREVISTA
BIBLIOTECA:

�14

NOME:
1. Quais os tipos de materiais não convencionais existentes nesta Biblioteca?
2. Os materiais não convencionais recebem algum tipo de tratamento nesta biblioteca?
( ) Sim

( ) Não

3. Em caso afirmativo descreva, qual a forma de descrição bibliográfica utilizada.

4. Na sua opinião, esta forma é a mais adequada? Por quê?

5. Quais as formas de recuperação destes materiais?

6. Além destas formas, cite outras que considere de interesse para sua unidade.

7. A automação destes materiais facilitaria o acesso aos mesmos?

8. Existe algum tipo de material não convencional automatizado nesta unidade? Em caso
afirmativo, cite-os mencionando o(s) software(s) utilizado(s).

9. Desejaria efetuar alguma modificação nesta(s) base(s)? Quais?

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

�15

1

ANDRADE, Diva; VERGUEIRO, Waldomiro.

Aquisição de materiais de

informação. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 1966. 118 p.
2

CESARINO, M. ª N. Sistemas de recuperação da informação. R. Esc. Bibliotecom.
UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 157-158, set. 1985.

3

COSTIN, A. M. et al.

Planejamento estratégico do Sistema de Bibliotecas da

Universidade Federal do Paraná. Revista de Biblioteconomia de Brasília, v.19, n.1,
p.51-69, jan./jun. 1995.
4

CRUZ, Ângela Maria Viana da; LEME, Neli Meneses Paes. Implantação do Microisis
no SENAC. Ciência da Informação, Brasília, v.17, n.2, p.131-139, jul./dez. 1988.

5

FERREIRA, Margarida M. Estudo do formato para registro bibliográfico MARC.
São Paulo: APB, 1998. 2 v. (Ensaios APB; n. 51/52).

6

MARTINS,

Mariza;

SANTOS, Nécia F. B. Gomes dos.

Planejamento e

desenvolvimento da base de dados LEGI usando o MicroISIS.

Ciência da

Informação, Brasília, v.21, n. 1, p.142-145, maio/ago. 1992.
7

MENDONÇA, Lúcia Maria Enout; MATOS, Marcia Maria de. Produtos e serviços
de informação no desenvolvimento de aplicativos em MicroISIS.

Ciência de

Informação, Brasília, v.20, n.1, p.82-84, jan./jun. 1991.
8

MIKI, Hiroyuki. Micro-Isis: uma ferramenta para o gerenciamento de bases de dados
bibliográficos. Ciência da Informação,

Brasília, v.18, n.1, p.3-14, jan./jun. 1989.

9

MORVAN, Pierre. Dicionário de informática. Lisboa: Dom Quixote, 1984.

10

OHIRA, Maria Lourdes Blatt. Automação de bibliotecas: utilização doMicroISIS.
Ciência da Informação, Brasília, v.21, n.3, p.233-237, set./dez. 1992.

�16

11

PEROTA, Maria Luiza Loures Rocha (Org.).

Multimeios: seleção,aquisição,

processamento, armazenagem, empréstimo. Votória: Fundação Ceciliano Abel de
Almeida, 1991. 177 p.
12

RESMER, Maria José; COSTA, Olga Maria Soares da. Conversão de bases de dados
MicroISIS para Internet. Ciência da Informação, Brasília, v.26, n.2, p.1159-164,
maio/ago., 1997.

13

ROWLEY, J. E. Informática para bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 1994.
307p.

14

SETENARESKI, L. E. coord. Proposta de planejamento estrategico do sistema de
bibliotecas para a gestão 1998/2002 da UFPR. Curitiba, 1998. p.2

15

UFPR. Biblioteca Central. Relatório de gestão 1994-1998. Curitiba, 1998. p.25-26

16

UFPR

cria

setor

de

ciências

da

terra.

Disponível

na

Internet.

http//www.ufpr.br/informações/setterra.html. 29 set. 1998.
17

WINISIS:

CDS/ISIS

para

Windows.

http://www.bireme.br/isis/P/winisis.htm. 01.dez.1999.

Disponível

na

Internet.

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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 11 - Ano: 2000 (UFSC - Florianópolis/SC)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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            <name>Description</name>
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                <text>Tema: A Biblioteca Universitária do Século XXI</text>
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          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Automação e disponibilização em rede dos materiais não convencionais do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná- estudo de caso.</text>
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              <text>Diante da necessidade de automação de seu acervo bibliográfico, o SIBI está desenvolvendo software próprio, em formato MARC (Machine Readable Catologuing) para automação de material convencional - livros, teses e dissertações - incorporados às coleções até 1989, quando foi implantado o Sistema BIBLIODATA, desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas, na UFPR. A partir de então, este acervo recebe tratamento automatizado. Isso significa que 15,91% do acervo está em meio magnético, de um total de 281.436 obras já registradas e processadas . O SIBI não está prevendo a automação do acervo de MNC. Este acervo é constituído de: Apostilas, Cartazes, Catálogos de equipamentos, CD-ROM, Disquetes, Discos, Filmes, Fitas cassete, Fitas de vídeo, Folhetos, Gravuras, Mapas, Microfichas, Microfilmes, Normas técnicas, Separatas, Seriados, Slides, e Testes psicológicos, perfazendo um total de 54.361 itens Isoladamente, algumas bibliotecas do SIBI desenvolveram bases de dados em MICROCDS/ISIS, para automação de parte do acervo de MNC. Como cada biblioteca do SIBI processa seu acervo de MNC seguindo regras próprias, não há, no SIBI, uma rotina padronizada para essa atividade. Mesmo entre as bibliotecas que desenvolveram bases para tratamento do mesmo tipo de MNC, não há padronização no tratamento desse material e nas bases de dados. Constatou-se, então, a necessidade de um projeto específico para automação desse acervo, com a padronização das bases já existentes, e desenvolvimento de novas bases que contemplem todos os tipos de MNC identificados. Para tanto, optou-se pelo uso do software MICROCDS/ISIS, por ser um software específico para tratamento de material bibliográfico,por estar disponível na instituição, pelo fato de que todos os bibliotecários receberam treinamento básico na sua utilização, e, por estar sendo utilizado nas seis bibliotecas do SIBI, que desenvolveram bases próprias. A padronização das bases estabelece a unificação dos processos na automação do acervo de MNC, visando a racionalização de atividades, compartilhamento dos acervos, e dos demais serviços e produtos informatizados do SIBI.</text>
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