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                  <text>MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
Carla Metzler Saatkamp1
Caterina Groposo Pavão2
Janise Silva Borges da Costa2
Laís Freitas Caregnato2
Sônia Regina Zanotto2
Zaida Horowitz1
Zita Catarina Prates de Oliveira2
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil
E-mail: comissao@cpd.ufrgs.br

RESUMO

O trabalho enfoca o processo de transição do sistema de automação nas bibliotecas da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, iniciado em 1997, quando ficou
evidenciada a necessidade de mudança, visando à ampliação e modernização do Sistema de
Automação de Bibliotecas da UFRGS - SABi, desenvolvido pela Biblioteca Central e Centro
de Processamento de Dados da mesma Universidade, em uso desde 1989. Aborda as etapas
percorridas, desde a formação de um grupo para análise de softwares para automação de
bibliotecas disponíveis no mercado, bem como o detalhamento de suas características e
especificações técnicas, de modo a atender às exigências estabelecidas pela equipe do Sistema
de Bibliotecas da UFRGS - SBU, sem acarretar prejuízos no que se refere aos recursos até
então oferecidos pelo SABi. A partir da definição do software, foi designada uma comissão,
com atribuições de planejar, coordenar e executar a migração da base de dados para o
software Aleph. Enfatiza o preparo da base SABi para conversão, englobando a consistência
no uso adequado dos campos e dos dados registrados, assim como o estudo e definição dos
formatos a serem adotados para descrição dos vários tipos de materiais, tendo por base o
formato USMARC. Destaca a necessidade de adoção de normas e padrões internacionais de
intercâmbio, de fundamental importância para o compartilhamento de registros bibliográficos
entre instituições, que se caracteriza como um ponto forte no processo de automação das
bibliotecas da UFRGS.

_________________________________________
1

�1
2

Analistas de sistemas
Bibliotecárias

1 INTRODUÇÃO
Desde a década 70, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS tem
demonstrado preocupação com a automação de suas bibliotecas, a qual teve início com a
utilização do formato CALCO, cuja aplicação se deu na organização do catálogo de teses e
dissertações.
Em 1987 o projeto de automação das bibliotecas foi retomado, numa iniciativa
conjunta da Biblioteca Central e do Centro de Processamento de Dados, tendo sido
implantado, em 1989, o Sistema de Automação de Bibliotecas - SABi, nas 30 bibliotecas da
UFRGS.
A base SABi contém aproximadamente 260.000 registros bibliográficos que incluem
os diversos tipos de documentos e está estruturada em módulos, dos quais estão em operação
o de Registro Bibliográfico e o de Recuperação da Informação.
Ao longo destes dez anos de uso do SABi foram implementadas inúmeras melhorias,
visando sua qualificação e, sobretudo, aumentar sua performance para atender às necessidades
dos profissionais e usuários do Sistema de Bibliotecas da UFRGS – SBU, porém restritas aos
módulos em operação.
A rapidez com que vêem evoluindo as tecnologias de processamento eletrônico da
informação, os equipamentos de informática e as redes de comunicação de dados, aliados ao
crescimento do acervo e à necessidade de ampliar e agilizar os serviços oferecidos pelas
bibliotecas foram fatores decisivos para a realização de um estudo e diagnóstico dos rumos da
automação no SBU.

2

�Os resultados indicaram que a ampliação e modernização do SABi eram inadiáveis
para a expansão e qualificação dos serviços oferecidos pelas bibliotecas, com o objetivo de
atender satisfatoriamente às demandas dos usuários.
Este trabalho enfoca o processo de transição de sistemas, desde a seleção do software
até o preparo da base de dados para migração.
2 SISTEMA PROPRIETÁRIO X SISTEMA COMERCIAL
No estudo para modernização do processo de automação do SBU foram consideradas,
basicamente, duas possibilidades: - avançar no desenvolvimento dos módulos faltantes do
SABi e modernizar os já existentes ou - adquirir um sistema comercial que contemplasse, em
seus módulos, todas as rotinas das bibliotecas, com perspectivas de continuidade.
A opção por manter o SABi, sistema proprietário, permitiria maior flexibilidade no
atendimento das demandas específicas da Instituição. Entretanto, as dificuldades de formar
equipe especializada em manipulação de informações textuais para o desenvolvimento do
sistema e para manutenção evolutiva, preventiva e corretiva, de certa forma contribuíram para
inviabilizar sua continuidade.
É importante salientar que isto ocorreu devido às restrições do setor público no que
concerne à reposição de recursos humanos.
A adoção de um software comercial, de certo modo garantiria o desenvolvimento e
atualização permanentes do sistema, acompanhando os avanços tecnológicos, sem acarretar
prejuízos à base de dados disponível e aos recursos já investidos. Neste caso haveria,
certamente, a necessidade de adequação das demandas institucionais aos parâmetros
pré-definidos pelo software, além do impacto de sua implementação frente à equipe técnica e
à comunidade usuária.

3

�Para cada uma das alternativas foram elencadas as necessidades e respectivos custos a
serem despendidos com recursos humanos e materiais indispensáveis para viabilizá-las. Na
realidade, os recursos materiais, que envolviam equipamentos para as bibliotecas, servidor e
infra-estrutura de rede, eram equivalentes.
A partir dos resultados do estudo foi tomada a decisão de migrar para um software
comercial que atendesse às características e especificações técnicas desejáveis, por ter sido
julgada a mais apropriada nas circunstâncias atuais.
3 CARACTERÍSTICAS PARA SELEÇÃO DO SOFTWARE
Para

seleção dos softwares foram considerados, primeiramente, aqueles que

possibilitassem automatizar, de forma abrangente, as múltiplas rotinas das bibliotecas. Em
etapa subseqüente, foram examinados os já testados e consolidados, levando em consideração
aqueles de reconhecimento mundial, suportado por tecnologias que representam o estado da
arte em sistemas de informação de bibliotecas; os já em uso no País, por instituições de ensino
superior ou centros de pesquisa; os desenvolvidos em língua portuguesa ou passíveis de serem
traduzidos e os comercializados por empresa capaz de oferecer suporte técnico e treinamento.
Dentre as características desejáveis, foram consideradas indispensáveis:
- operar em arquitetura cliente/servidor;
- possibilitar a utilização de senhas e níveis de autorização, para garantir a segurança e
proteção de dados;
-

ser modular, assegurando facilidade de manutenção e integração com novas

tecnologias;
- ser parametrizável, permitindo sua personalização, de acordo com a aplicação;
- suportar cliente WWW, Telnet, Internet e Intranet;

4

�-

utilizar protocolo Z39.50, viabilizando a interconectividade com outras redes e

sistemas de informação internas e externas à Universidade;
-

utilizar Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados Relacionais padrão no

mercado;
- propiciar a atualização da base em tempo real;
- possuir conectividade a recursos multimídia, texto e CD-ROM;
- ser compatível com o Formato USMARC, padrão internacional para registro e
intercâmbio de informações bibliográficas;
- viabilizar a conversão total dos registros bibliográficos da base SABi, e
- estar estruturado em módulos integrados, de modo que qualquer alteração em um dos
módulos seja automaticamente processada nos demais.
Concluída a análise, optou-se pela adoção do software ALEPH500 (Automated Library
Expandable Program) por atender aos requisitos estabelecidos pela UFRGS.
4 MIGRAÇÃO PARA O ALEPH
Com a atribuição de planejar, coordenar e executar a implantação do novo software foi
designada, em maio de 1998, a Comissão de Automação, composta por cinco bibliotecárias
do SBU e uma analista de sistemas do Centro de Processamento de Dados.
Tendo como parceiros de trabalho os bibliotecários membros dos Grupos Assessores
Técnicos do SBU (GAT-SBU), a Comissão priorizou quatro grandes linhas de ação.
4.1 Consistência da base SABi
Inicialmente foram identificadas na base inconsistências de entradas, grafia e
duplicação de registros, problemas decorrentes de duas situações: - a inexistência de um

5

�catálogo de autoridades para controle de entradas autorizadas e remissivas na base SABi, e - o
registro de dados realizado separadamente em cada biblioteca do SBU, devido à implantação
do software em versão monousuário. A adoção da versão multiusuário e da conseqüente
catalogação cooperativa entre as bibliotecas ocorreu gradativamente, na medida em que as
unidades universitárias foram adquirindo condições de equipamentos e, principalmente,
infra-estrutura de rede para tal.
A perspectiva de migração da base de dados impulsionou a realização de sua
consistência, com o objetivo de buscar a integridade das informações e a uniformidade dos
dados.
Para correção de inconsistências de entradas e de digitação em 9.798 registros foram
geradas listagens, enviadas às bibliotecas para os respectivos acertos.
A correção de registros duplos de monografias foi coordenada por um subgrupo do
Grupo Assessor Técnico em Descrição Documental que identificou 1.684 catalogações duplas
existentes na base SABi, das quais 823 foram eliminadas. O trabalho consistiu, ainda, da
compatibilização dos registros unificados e da divulgação, às bibliotecas, das alterações
efetuadas.
A tarefa de consistência tem sido sistemática desde o início das atividades da
Comissão de Automação. Na medida em que são detectadas incorreções nos diversos campos
são feitos levantamentos para identificar se estão ocorrendo em quantidade significativa e,
então, é avaliada a pertinência de envio às bibliotecas para que procedam às devidas
alterações; a possibilidade de correção automática, executada pelos analistas responsáveis
pelo SABi e a possibilidade dos próprios integrantes da Comissão efetuarem as alterações,
desde que não haja necessidade de consulta ao documento ou não envolva um número muito
grande de registros.

6

�O processo de consistência motivou a realização de um curso de reciclagem para os
catalogadores do SBU, com o intuito de promover o estudo dos métodos e técnicas utilizáveis
no processo de catalogação e seu aprimoramento no uso do Código de Catalogação
Anglo-Americano, 2ª edição (CCAA2).
4.2 Estudo comparativo SABi - USMARC
A UFRGS tradicionalmente tem a preocupação de adotar padrões nacionais ou
internacionais para registro e intercâmbio de informações bibliográficas tendo utilizado, no
decorrer do seu processo de automação, o formato CALCO (1975-1982) e o Formato IBICT
(1989-1999), ambos com adaptações pertinentes às necessidades específicas do SBU.
A migração para um novo software motivou uma reavaliação do formato adotado até
então e, considerando que o Aleph suporta registros bibliográficos em qualquer formato,
optou-se pela utilização do Formato USMARC. Esta escolha deveu-se, fundamentalmente, ao
fato de ser um formato consolidado internacionalmente tendo, na realidade, servido como
base para aqueles já utilizados pela UFRGS; flexível, por não ser necessário aplicá-lo na
íntegra e, ao mesmo tempo, prever a utilização de parágrafos que atendam às
necessidades/peculiaridades institucionais e abrangente, por possibilitar o registro de
informações bibliográficas dos vários tipos de documentos existentes no acervo do SBU.
O estudo iniciou com a elaboração de uma tabela comparativa entre o Formato SABi e
o USMARC, compatibilizando campos, indicadores, subcampos e tabelas de códigos (área
geográfica, países, idiomas e de relacionamento), para fins de conversão e de avaliação da
necessidade de manutenção ou exclusão de informações na base de dados. Outro subproduto
do estudo foi a tradução completa da documentação relativa ao Formato Bibliográfico
USMARC.

7

�4.3 Novo Formato Bibliográfico SABi
Quando da definição do formato que serviria de base para o novo Formato SABi, em
comparação com aquele atualmente em vigor, foram levantadas as ocorrências dos campos e
subcampos na base de dados e avaliada sua utilização. A partir deste levantamento, foi
possível estabelecer os campos e subcampos a serem mantidos, excluídos e/ou acrescentados
ao novo formato.
Para este formato manteve-se o nível dois de catalogação do CCAA2. Manteve-se,
ainda, um campo específico para controle bibliográfico institucional, o qual viabiliza o
registro detalhado dos trabalhos produzidos no âmbito da Universidade, de acordo com as
necessidades da Administração Superior da UFRGS.
No processo de conversão foi determinada uma modificação importante no registro
dos dados na base: a adoção de letras maiúsculas e minúsculas e de acentuação. Esta decisão
decorreu da adoção do Formato USMARC, que prevê este uso, do interesse em estabelecer
possíveis intercâmbios e da tendência identificada em outras bases de dados bibliográficos.
A base SABi foi definida para permitir somente a entrada de dados em letras
maiúsculas e sem acentuação, como uma forma de reduzir o número de inconsistências de
grafia e digitação, bem como de agilizar a inclusão de dados.
4.4 Gerência da migração
A gerência da migração do Sistema é desempenhada pela Comissão de Automação,
com a participação dos GAT-SBU. Este processo vem sendo executado em três frentes:
a) Equipamentos para o sistema - foi realizado um diagnóstico dos equipamentos
disponíveis nas 30 bibliotecas e identificadas as necessidades (quantidade e configuração)
para implantação do novo sistema em cada uma delas;

8

�b)

Parametrização e análise de conversão - a partir da instalação do software no

servidor da Universidade teve início a customização do sistema, com a elaboração de índices
para recuperação de informações, tabelas, planilhas e telas.
Concomitantemente, foi realizada a análise minuciosa dos registros resultantes dos
testes de conversão. Para isto foram observados os itens abaixo citados:
- a rigorosa transferência do conteúdo dos campos SABi para os campos USMARC;
- a pertinência e o correto funcionamento dos índices previstos para recuperação de
informações;
- a adequação dos formatos de exibição, no que se refere à verbalização mais
apropriada para os campos e à pontuação;
- os ajustes eventuais na definição proposta nos formatos para registro dos dados nas
bases bibliográfica e de autoridades.
Da parametrização derivou também o trabalho de elaboração da documentação do
sistema, ou seja, manuais de registro bibliográfico, de registro de autoridades, de registro de
itens, de recuperação da informação e cartões de referência para sua operação.
c) Treinamento da equipe técnica do SBU - concluídas as fases anteriores, teve início
a capacitação de instrutores.
O treinamento será vital para a correta utilização do novo sistema já que houve
substancial alteração nas rotinas de processamento técnico pela necessidade de alimentação de
três bases de dados: bibliográfica, itens e autoridades. Também sofreram alterações as telas de
interface do sistema e de recuperação de informações.
Para aprendizado no uso da ferramenta e formação de instrutores foi disponibilizado
um laboratório com 10 microcomputadores, nos quais foi instalada uma base de teste
contendo

33%

do

total

de

registros

9

bibliográficos

do

SABi.

Aos

doze

�bibliotecários/instrutores caberá organizar programas e, juntamente com os integrantes da
Comissão, ministrar cursos básicos e avançados para 80 bibliotecários.
O programa de treinamento terá fluxo contínuo devendo estender-se à toda equipe das
bibliotecas e à comunidade universitária.
5 ATIVIDADES FUTURAS
Ao término da migração da base, estão previstos novos desafios para a Comissão e
para as bibliotecas do SBU: a implantação dos módulos de circulação, registro de periódicos e
aquisição. Estas rotinas não foram automatizadas no SABi e, portanto, a equipe técnica do
SBU não possui experiência anterior que subsidie sua implementação.
Outra necessidade diagnosticada diz respeito à catalogação retrospectiva. A UFRGS
possui aproximadamente 75% de seu acervo ainda não processado no SABi. Neste sentido,
foram efetuados estudos preliminares acerca das alternativas e rotinas necessárias para
inclusão destes registros na base de dados. Estudos que deverão ser retomados, buscando
formas eficientes e eficazes de realizar a tarefa.
Durante o período de atuação da Comissão tem-se fortalecido a idéia da constituição
de um grupo permanente e com dedicação exclusiva para gerência técnica e operacional do
Sistema. A experiência com o SABi já apontava para esta necessidade que, com o novo
sistema, toma outras proporções, na medida em que será mais complexo, devido à sua
abrangência.
A estrutura descentralizada do SBU, com dispersão física das bibliotecas em cinco
campi e o grande número de pessoas envolvidas são fatores que contribuem para reiterar esta
proposta uma vez que essas bibliotecas possuem condições e características diferenciadas.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

10

�O trabalho desenvolvido até agora tem contribuído muito para a qualificação da base
SABi e integração da equipe do SBU em prol do planejamento e definição do novo sistema.
A perspectiva de ampliação e modernização do SABi tem gerado expectativas bastante
positivas, junto à equipe técnica do SBU e à comunidade universitária.
A certeza de que a modernização do SABi, sob nova plataforma, se constitui em outra
fase do processo de automação das bibliotecas da UFRGS, na qual atingir-se-á outro patamar
em termos de qualidade e dinamismo na prestação de serviços, serve de estímulo constante
para a continuidade do trabalho.

ABSTRACT

This paper focuses on the transition process from the SABi database, jointly developed by the
Central Library and Data Processing Center, in use since 1989, to the Aleph software, due to
the needs of expansion and updating. It covers the steps followed, starting with the creation
of commission to analyze the features of the commercially available systems and define the
chosen program based on the needs of the UFRGS Library System. Another group planned,
coordinated and implemented the database migration, insuring consistency in the use of fields
and registered data, and also defining the formats to be used, based on USMARC. The paper
also emphasizes the need for the adoption of international standards for the interchange of
bibliographic data, a strong point of the UFRGS Library System automation process.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FURRIE, Betty. Understanding MARC Bibliographic: machine-readable cataloging. 5.ed.
Washington: Network Development and MARC Standards Office, Library of Congress,
1998. 29p.
GONÇALVES, Eliane Maria Severo et al. Informatização da informação: a experiência do
Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ciência da
Informação, Brasília, v.27, n.1, p.99-102, jan./abr. 1998.

11

�UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Central, Centro de
Processamento de Dados. Estudo para modernização do Sistema de Automação de
Bibliotecas - SABi. Porto Alegre, 1997. 13f.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Central, Centro de
Processamento de Dados. Requisitos para a modernização dos processos de automação
do Sistema de Bibliotecas da UFRGS - SBU. Porto Alegre, 1998. 8f.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Central. Grupo
Assessor Técnico em Descrição Documental. Subgrupo de Registros Duplos. Registros
duplos de monografias: relatório final. Porto Alegre, 1999. 7f.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Pró-Reitoria de Pesquisa.
Comissão de Automação. Relatório de atividades 1998. Porto Alegre, 1999. 7f.

12

�</text>
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              <text>O trabalho enfoca o processo de transição do sistema de automação nas bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, iniciado em 1997, quando ficou evidenciada a necessidade de mudança, visando à ampliação e modernização do Sistema de Automação de Bibliotecas da UFRGS - SABi, desenvolvido pela Biblioteca Central e Centro de Processamento de Dados da mesma Universidade, em uso desde 1989. Aborda as etapas percorridas, desde a formação de um grupo para análise de softwares para automação de bibliotecas disponíveis no mercado, bem como o detalhamento de suas características e especificações técnicas, de modo a atender às exigências estabelecidas pela equipe do Sistema de Bibliotecas da UFRGS - SBU, sem acarretar prejuízos no que se refere aos recursos até então oferecidos pelo SABi. A partir da definição do software, foi designada uma comissão, com atribuições de planejar, coordenar e executar a migração da base de dados para o software Aleph. Enfatiza o preparo da base SABi para conversão, englobando a consistência no uso adequado dos campos e dos dados registrados, assim como o estudo e definição dos formatos a serem adotados para descrição dos vários tipos de materiais, tendo por base o formato USMARC. Destaca a necessidade de adoção de normas e padrões internacionais de intercâmbio, de fundamental importância para o compartilhamento de registros bibliográficos entre instituições, que se caracteriza como um ponto forte no processo de automação das bibliotecas da UFRGS.</text>
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