<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="6429" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/6429?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-21T14:46:11-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="5492">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/61/6429/SNBU2000_047.pdf</src>
      <authentication>023ba7ea1f165ba43c11585a68a33cff</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="72889">
                  <text>Banco de Imagens: Diapositivos da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas
Gerais

Dora Aparecida da Silva
Bibliotecária responsável pela Divisão de Tratamento da
Informação da Biblioteca da Escola de Arquitetura da UFMG
dora@arquitetura.ufmg.br
Hygina Moreira Bruzzi
Professora e doutora em Estética do Departamento de
Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e
Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG

RESUMO
Iniciativa da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais através da
Biblioteca e do Departamento de Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e Urbanismo para
criar, estruturar, manter e divulgar para os corpos docente e discente, imagens em diferentes
veículos, visando subsidiar qualitativamente os ensinos de graduação

e pós-graduação da

Escola. Nessa primeira fase, será dada ênfase ao tratamento de diapositivos (slides) que
possibilitará à Escola de Arquitetura contar com um acervo organizado e automatizado.

1.INTRODUÇÃO
O projeto “Banco de Imagens em Arquitetura e Arte” é o primeiro resultado da parceria
entre a Biblioteca da Escola de Arquitetura e o Departamento de Análise Crítica e Histórica da

1

�Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais. Esta realização objetiva
criar, estruturar, preservar e divulgar imagens arquiteturais e artísticas inseridas em diferentes
veículos, podendo assim equipar as ações voltadas para o ensino de graduação e pós-graduação..
Historicamente, os arquivos voltados para as coleções de imagens vinculavam-se as
organizações individuais e coletivas. Estas últimas não foram devidamente registradas o que
ocasionou perdas expressivas neste sentido para a unidade. Nos últimos anos, tanto os docentes
como os discentes veêm reivindicando um acervo iconográfico, sendo este fundamental para o
estudo da história da arquitetura e das artes com a chegada da informática a iconografia adquiriu
relevância propiciando versatilidade tecnológica na leitura da imagem das obras.
Embora o projeto reúna a seleção e classificação de imagens de diversos suportes, a sua
primeira fase adotou o tratamento de diapositivos dotados de informações básicas. O elenco de
imagens já documentado poderá ser acessado através da Biblioteca, utilizando o software VTLS
– Virgínia Tech Library System.

2.A IMPORTÂNCIA DO BANCO DE IMAGENS NAS ÁREAS DE ARQUITETURA
E ARTE
Refletir, perceber e analisar criticamente a arquitetura e arte pressupõe a observação de uma
imagem, elos da imaginação do objeto. Tendo em vista que grande parte dos objetos que se
analisa em arquitetura não são de fácil acesso, a imagem dos mesmos é um instrumento
imprescindível. Como o texto, essa surge como uma virtualidade o qual se instala e se esvalhece
conforme o procedimento daquele que fala ou se apresenta. Assim, a imagem do objeto e a coisa
em si, confirmam uma rede de significação rizomática. Os detalhes, os fragmentos, os tons, as
ranhuras adquirem relevância na percepção, na apresentação e ao aprendizado.

2

�Os diapositivos (slides) produzidos na Escola de Arquitetura da UFMG consolidaram-se
como um suporte bastante difundido para registro de imagens extraídas de livros ou diretamente
das construções arquitetônicas, maquetes e obras de arte. O custo da produção dessas imagens
tornou-se relativamente baixo pois a escola conta para isso com a colaboração do seu Setor de
Foto-documentação que dispõe de um técnico e um laboratório especializados em fotografias.
São importantes dados para diapositivos de arquitetura e arte :
- datas - colocar sempre as datas, quando não for possível, colocar uma data provável
(ano, década, século) , pois as construções arquitetônicas antigas, demoravam séculos para a
sua conclusão, abrangendo vários estilos, e em muitos casos a data de início nem sempre
coincide a risco com a data do projeto;
- artistas/arquitetos - o valor artístico está ligado aos estilos arquitetônicos de sua época
observando a evolução histórica da arquitetura

e arte, os detalhes das construções,

particularidades do edifício ou da cidade ou da obra de arte ;
- o local onde concretiza as construções arquitetônicas ou obras de arte - os locais
influenciam nos estilos, na língua, na cultura, na tradição e nas características da própria raça.

3.DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DA COLEÇÃO DE DIAPOSITIVOS NA
ESCOLA DE ARQUITETURA DA UFMG
Os acervos de diapositivos do Departamento de Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e
Urbanismo (ACR) e da Biblioteca da Escola de Arquitetura , totalizando cerca de 7000 unidades,
encontravam-se em estado precário e em quase completa desorganização. Ainda que de maneira
genérica e sem um critério sistematizado de classificação, foram reunidos em grandes grupos
conforme semelhança, estilo arquitetônico e de arte, a fim de evitar possíveis extravios, perdas,
duplicações desnecessárias.
3

�Desses 7000 diapositivos, 2071 pertencentes à Biblioteca da Escola eram organizados em
ordem sequencial e armazenados em arquivos horizontais em posição vertical, um a um,
separados com uma cartela, guia por assunto. Mas esta organização logo tornou-se confusa, pois
os assuntos se repetiam, a reposição era por ordem numérica, a consulta era difícil e domorada
necessitando do auxilio do bibliotecário do Tratamento da Informação.(ANEXO – Figura 1 e
2).
A primeira etapa, que foi a pré-seleção, serviu para agrupar os diapositivos em grandes
temas correspondentes às disciplinas do currículo da Escola, obdecendo a hierarquia da história
da arte começando com a pré-história e terminando com a atualidade, de acordo com os
critérios: diapositivos individuais e séries; tamanho e crescimento da coleção; cobertura de
assuntos; grau de especificidade; uniformidade com as demais coleções da biblioteca .

4.BANCO DE IMAGENS E TRATAMENTO TÉCNICO
As coleções de diapositivos servem para fins muito específicos, podendo ser organizadas
de diferentes formas, sendo que a sua identificação requer elementos completos, principalmente
na arquitetura. Como exemplo, nas aulas de pintura renascentista ou arquitetura românica ou
sobre tipos de elevações, plantas e cortes, os diapositivos não só se limitam ao monumento
representado, como também um pormenor desse monumento.
O diapositivo contém elementos que o identifica sendo que na pesquisa uma boa
classificação e os dados levantados devem estar à disposição dos usuários, devendo ser feita em
fontes fidedignas. Os diapositivos feitos a partir de uma construção arquitetônica ou de uma
obra de arte, devem usá-la como fonte e também referendar em obras de referência de arte e
arquitetura para certificação.

4

�“Constatou-se que organizar slides não é tarefa tão simples quanto possa parecer, uma vez
que as especificidades do suporte, do tipo de informação que ele traz- informação visual – e do
escopo do assunto interferem diretamente no sistema a ser adotado. Poucos textos foram
encontrados que fornecessem um panorama dos sistemas utilizados e que proporcionassem uma
análise comparativa das diversas possibilidades de organização.”( BAUMGARTNER, 1995, p.
10).
Segundo MEY ( 1978) “O livro fala por si, o diapositivo exige outras informações, além
de si mesmo, requerendo uma explicação e uma identificação completa, acrescentando-se,
ainda, que tais informações isoladas também não exprimem em sua totalidade, portanto o
manuseio é por demais importante e o tipo de separação vai tornar-se, para o seu acesso, uma
facilidade maior ou menor”. Portanto, o trabalho de escolha do tipo de classificação e o tipo de
arranjo e o armazenamento dos diapositivos são pontos essenciais para um bom desempenho da
coleção.
BARKER e HARDEN (1980) citados por BAUMGARTNER (1995, p. 12) : “observam
que numerosas publicações discutem o uso dos slides, não havendo, porém, uma sistematização
de informações acerca de sua organização; os autores afirmam também que o pouco que se
escreve restringe-se a apresentar relato de experiências, sem a necessária análise”.
COCKBURN (1982) conforme em BAUMGARTNER (1995, p. 12), “ao se referir à
escassez de literatura, aponta como causa os seguintes fatores:
a). nem todos os slides acumulados estão agrupados segundo um sistema consistente;
b). muitos slides são mantidos por particulares que não abrem mão deles para a
formação de uma coleção centralizada adequadamente organizada;
c). nem todas as coleções podem ser submetidas a um esquema de classificação ou a um
tesauro e, portanto, deixam de ser organizadas;
5

�d). indivíduos ou grupos que mantêm slides não consideram que o sistema por eles
utilizado mereça uma descrição na literatura”.
BARKER e HARDEN citados por BAUMGARTNER(1995, p. 14) afirmam que “o
valor prático de uma coleção é proporcional à eficiência do armazenamento e da
recuperação”.
Conforme BAUMGARTNER (1995, p. 15) “os problemas de armazenamento, arranjo e
recuperação são percebidos com maior intensidade quando o acervo começa a crescer. A partir
de um certo número de ítens, que BARKER e HARDEN ( 1980) estimam em aproximadamente
cem slides, há necessidade de se adotar um sistema formal que reduza a complexidade e a
demora em se localizar os ítens relevantes”.
Segundo BAUMGARTNER (1995, p. 16), “a tradição, segundo BRADFIELD (1977),
exerce grande influência quando se pretende determinar as técnicas de organização e, por isso,
muitos bibliotecários tendem a discutir slides no contexto da catalogação e classificação,
interpretadas de forma semelhante à utilizada para livros. Se o suporte é diferente, a natureza
da informação também o é, não fazendo sentido submeter tais coleções a técnicas tradicionais
pelo simples fato de serem tradicionais”.
Ainda em BAUMGARTNER (1955, p.17 – 18), “CILLIERS (1981) citando
SROTROHLEIN, observa que a organização de slides individuais e de séries de slides requerem
diferentes sistemas, uma vez que imagens individuais necessitam de uma classificação e
indexação muito específicas”.
BRADFIELD (1977) citado por BAUMGARTNER (1995, p.17) manifesta que “a
partir de pesquisa realizada junto a usuários de slides , que a maioria deles não está
interessada em séries, mas quer agrupar slides individuais de acordo com suas necessidades e
interesses pessoais e circunstanciais. Segunda a autora, o material somente pode ser mantido e
6

�emprestado como série se os ítens estiverem relacionados a um tópico muito preciso, o que ela
firma ser raro”.
“Cabe ressaltar que numa coleção considerada sob a forma de slides individuais, cada
unidade catalogada, armazenada e recuperada individualmente pode ser reagrupada de acordo
com um propósito, sem ligação com a organização prévia do arquivo, o que não ocorre com as
séries”, conforme IRVINE (1979) citado por BAUMGARTMNER (1995, p. 18).
CILLIERS (1981) citado por BAUMGARTNER (1995, p. 18) “incorporou, em sua
coleção de slides, as vantagens do tratamento individual e da circulação em séries. Na
organização descrita pela autora, os slides são classificados e recuperados individualmente,
mas são armazenados e emprestados como séries de um determinado assunto”.
A Biblioteca adotou o sistema de cartelas plásticas flexíveis para arquivo suspenso, pois
esse sistema é de custo baixo, seguro e prático, tendo inúmeras vantagens como: método
compacto, permite a visualização, facilita a intercalação de novas cartelas do mesmo assunto,
apresenta como desvantagem o contato do plástico com o diapositivo podendo a longo prazo,
danificá-lo (ANEXO – Figura 4 e 5). Pensando nisso dentro de três anos os diapositivos que
forem danificados vão ser substituidos, pelo Laboratório de Foto-documentação.
Os critérios para escolha da forma de armazenamento foram :
. tamanho da coleção e o seu natural crescimento;
. espaço ;
. utilização pelos usuários;
. visualização,
. tipo de arranjo;
. usuários;
. frequência de uso;
7

�. quantidade de usuários;
. tempo disponível para a recuperação;
. circulação;
. manuseio e preservação;
. custo.
Na opinião de BRADFIELD (1977) segundo BAUMGARTNER (1995, p. 36) “os pontos de
acesso essenciais para a recuperação de diapositivos são: pessoas relacionadas à imagem ;
título; descritores de assunto; data; aspectos da imagem (peça, planta, detalhes); número de
identificação (registro, classificação); referência com outras imagens (para séries); indicação
de relação(remissivas) para assuntos” e locais.
Mas é a partir da década de setenta que efetivamente iniciou a recuperação automatizada,
primeiro através de listagens e depois, através da recuperação “on-line”.
“Apesar da automação constituir-se numa tendência lógica para o gerenciamento de
informações, seja qual for o suporte, verifica-se que sua introdução na área de diapositivos é
ainda pequena. A automatização requer uma padronização nas etapas de tratamento técnico
que não ocorre em relação aos diapositivos” (BAUMGARTNER, 1995.p. 38)
A indexação de diapositivos é compatível com a indexação de livros e outros materiais,
levando-se em conta que os assuntos são mais específicos necessitando de uma profunda
pesquisa quanto aos seus descritores, pois trazem muitos mais detalhes, permitindo uma
recuperação muito mais precisa. “É válido afirmar que quanto maiores forem o tempo e o
esforço aplicados na etapa de entrada do sistema, isto é, na identificação, classificação, na
indexação e no armazenamento dos ítens, menor será o tempo e o esforço dispensado na etapa
de recuperação. Facilidade e rapidez de recuperação significam eficiência num sistema de
informação”. (BAUMGARTNER, 1995. p. 42)
8

�5.TRATAMENTO TÉCNICO DOS DIAPOSITIVOS UTILIZANDO O SOFTWARE
VTLS
Em 1997, implantou-se o Projeto Banco de Imagens na Biblioteca da Escola de
Arquitetura da UFMG patrocinado pela Fundação Desenvolvimento da Pesquisa - FUNDEP da
UFMG, a descrição dos diapositivos foi feita utilizando o software MicroIsis para entrada e
recuperação dos dados de aproximadamente 200 diapositivos. (ANEXO – Figura 3).
“As informações disponíveis através da Word Wide Web são bem mais acessíveis do que
numa biblioteca tradicional e muitos usuários de biblioteca já acessam outras bibliotecas e
bancos de dados via rede internet”(PRADO, 1998.).
A partir de 1998 a Biblioteca Universitária inaugurou o soffware da Virgínia Tech
Library System – VTLS -, gerenciador de bibliotecas com os subsistemas : OPAC (catálogo
público de acesso on-line), catalogação, circulação e controle de periódicos disponibilizando a
base de dados também na Web. O sistema permite ao usuário efetuar pesquisas no catálogo,
verificar o status de disponibilidade do material que ele necessite.
O subsistema de catalogação permite a entrada de qualquer tipo de material, inclusive
diapositivos. A Biblioteca da Escola de Arquitetura da UFMG deixou então de alimentar a Base
de diapositivos pelo MicroIsis e passou a usar o VTLS. (ANEXO – Figura 4 e 5).
O VTLS usa o Formato Bibliográfico USMARC para entrada de dados de qualquer tipo
de material, trazendo campos convencionais e também específicos de acordo com a
característica do material como por exemplo no caso de diapositivo :
Campo 245 Título, subcampo \h meio, onde se especifica a designação geral do material
Ex.:
[Cripta dos papas \h diapositivo]
9

�No campo 600 Assunto Pessoal, o subcampo \v subdivisão de forma
Ex.:
\a Le Corbusier, \d 1887-196 \v diapositivos

O projeto Banco de Imagens tem ainda a possibilidade, através da inclusão do Campo
856 – acesso e localização eletrônica – no registro bibliográfico USMATC de criar um link
entre o registro e um arquivo multimídia com as imagens dos diapositivos. Esse arquivo
multimídia pode-se localizar em área local da rede ou na Internet.

6. CONCLUSÃO
A universidade é responsável pela formação de profissionais que a sociedade necessita e
a biblioteca deve ser o centro que irriga esse processo de formação.
Com os avanços da informática e com uso da Internet aplicados à biblioteca, esta torna se um sistema fundamental de comunicação, implementando assim novos serviços e
disponibilizando aos seus usuários um bom retorno. E ainda, com a globalização crescem as
necessidades de informações precisas e ágeis que vem dando a todo Sistema de Bibliotecas da
UFMG seu lugar de destaque junto a toda comunidade universitária do país. Os usuários cada
vez mais exigentes e sabedores das potencialidades das novas tecnologias são os principais
beneficiados.
O projeto Banco de Imagens está sendo implementado através da entrada de dados. Numa
próxima fase pretende-se disponibilizar as imagens na Intranet ou Internet.
O trabalho visa a disponibilização do acervo do Banco de Imagens da Biblioteca da
Escola de Arquitetura da UFMG para os usuários interessados.
10

�7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANGLO-AMERCIAN cataloging rules. 2 nd ed. 1988 Revision. Prepared under the
Direction of the Joint Steering Commitee for revision of AACR. Edited by Michel
Gorman and Paul Winkler. Ottava : Canadian Library Association, 1988. 1v.

BARKER, Veronica F., HARDEN, Ronald Mcg. The storage and retrieval of 35 mm
slides. Medical Education, Washington,v.14, n.1, p. 59-71, 1980. Apud
BAUMGARTNER, Márcia. Organização de coleções de slides na área biomédica;
arranjo, armazenamento e recuperação , revisão bibliográfica. São Paulo :
Associação Paulista de Bibliotecário, 1995. 47p.

BAUMGARTNER, Márcia. Organização de coleções de slides na área biomédica;
arranjo, armazenamento e recuperação; revisão bibliográfica. São Paulo :
Associação Paulista de Bibliotecário, 1995. 47p.

BRADFIELD, Valeire. Slides and their users: thoughts following a survey of some
slide Colection in Britain. Art Libraries Journal, v.2, n.3, p. 4-21, 1977. Apud
BAUMGARTNER, Márcia. Organização de coleções de slides na área biomédica ;
arranjo, armazenamento e recuperação; revisão bibliográfica. São Paulo :
Associação Paulista de Bibliotecário, 1995. 47p.

CILLIERS, JEANNE. The organization of a slide collection in a medical library
Bulletin Of The Medical Library Association, v. 69, n.3, p. 330-333, 1981. Apud
BAUMGARTNER, Márcia. Organização de coleções de slides na área biomédica ;
11

�arranjo, armazenamento e recuperação; revisão bibliográfica. São Paulo :
Associação Paulista de Bibliotecário, 1995. 47p.

COCKBURN, Neil. Slide retrieval systems – a pharmaceutical industry apporach.
Journal Of Audiovisual media in Medicine, London, v.. 5, n.. 1, P. 27-29, 1982.
Apud BAUMGARTNER, Márcia. Organização de coleções de slides na área
biomédica ; arranjo, armazenamento e recuperação, revisão bibliográfica. São
Paulo : Associação Paulista de Bibliotecário, 1995. 47p.

CÓDIGO de catalogação anglo-americano. 2.ed. São Paulo : FEBAB, 1983-1985. 2 v.

DEBARDELEBEN, Marian Z., LUNSFORD, Carol G, 35 mm slides storage and
retrieval for the novice. Special Libraries, New York, v. 73, n.2, p. 135-141, 1982.
Apud BAUMGARTNER, Márcia. Organização de coleções de slides na área
biomédica, arranjo, armazenamento e recuperação, revisão bibliográfica. São Paulo.
Associação Paulista de Bibliotecário, 1995. 47p.

FALDINI, Giacomínia (Org.). Manual de catalogação : exemplos ilustrados de
AACRR2. São Paulo : Nobel, EDUSP, 1987. 487p.

FRANÇA, Júnia Lessa, VASCONCELLOS, Ana Cristina de, BORGES, Stella Maris
et. al. Manual para normalização de publicações técnicas científicas. 4.ed. ver . e
aum. Belo Horizonte: Ed. Da UFMG, 1998. 213p.

12

�FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Biblioteca Central. Catálogo de autoridades;
nomes pessoais e entidades coletivas. Rio de Janeiro, 1990. Paginação irregular
(versão preliminar)

GOMES, Sônia de Conti. Técnicas alternativas de conservação : um manual de
procedimentos para manutenção, reparos e reconstituição de livros, revistas,
folhetos e mapas. Belo Horizonte : Ed. UFMG, 1992. 79p.

MANUAL de Rede Bibliodata/Calco : procedimentos para entrada de dados , tabela de
conversão, tabelas auxiliares, esboço do formulário etc. Rio de Janeiro, FGV,
1996. 46p. (versão preliminar)

MANUAL de entradas de dados para catalogação de materiais visuais. Belo Horizonte:
UFMG, 1997 (versão preliminar)

MAXWELL, Margaret F. Handbook fot AACR2: explaining and ilustrating AngloAmerican Cataloging Rules. 2. Ed. Chicago: Library Assoication, c1980. 463p.

MEY, Eliane Serrão Alves. Algumas considerações sobre a organização de diapositivos
de Artes. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.6, n.1, p. 53-66,
jan./jun., 1978.

PEROTA, Maria Luiza Loures Rocha (Org.). Multimeios: seleção, aquisição,
Processamento, armazenagem, empréstimo. Vitória : Fundação Ceciliano Abel de
13

�Almeida, 1991. 177 p.

PRADO, Noemia Schoffen. Utilizando o campo 856 do MARC par disponibilizar texto
integral da produção docente da UDESC na internet. Transinformação, Campinas,
v. 10, n. 2, p. 104-116, maio/ago., 1998.

SILVA, Dora Aparecida da et al. Proposta de tratamento de materiais especiais no
Sistema de Bibliotecas da UFMG. Belo Horizonte : Biblioteca Universitária, 19951997. 2 v. (versão preliminar).

UNESCO. Manual de referência mini/micro CDS/ISIS. Traduçao de Luis Fernando
Ferreira [et al]. Brasília : IBICT, 1991. 302 p.

UNESCO. Mini/Micro CDS/ISIS:CDS/ISIS PASCAL. Tradução de Luis Fernando
Ferreira [et al]. Brasília : IBICT, 1991. 51 p.

USMARC format for bibliographic data : including guidelines for content designation.
Prepared by Network Development and MARC StanDARDS Office. Washington,
DC: Library of Congress, 1994. 2 v.

VISSER, Ora. The Stellenbosch University Medical Library slide classification,
storage, retrieval and issue system. Bulletin of The Medical Library Association,
London, v.65, n 3, p. 377-379, 1977. Apud BAUMGARTNER, Márcia,
Organização de coleções de slides na área biomédica. São Paulo : Associação
14

�Paulista de Bibliotecário, 1995. 47 p.

VTLS Inc. UTLS 1994, 1.14 – 6. Blackasburg, VA, 1994. Dipsonível :
http.//www. VTLS.com

15

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="61">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71360">
                <text>SNBU - Edição: 11 - Ano: 2000 (UFSC - Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71361">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71362">
                <text>Tema: A Biblioteca Universitária do Século XXI</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71363">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71364">
                <text>UFSC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71365">
                <text>pt</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71366">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71367">
                <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72881">
              <text>Banco de Imagens: Diapositivos da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72882">
              <text>Silva, Dora Aparecida da, Bruzzi, Hygina Moreira</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72883">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72884">
              <text>UFSC</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72885">
              <text>2000</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72886">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72887">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72888">
              <text>Iniciativa da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais através da Biblioteca e do Departamento de Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e Urbanismo para criar, estruturar, manter e divulgar para os corpos docente e discente, imagens em diferentes veículos, visando subsidiar qualitativamente os ensinos de graduação e pós-graduação da escola. Nessa primeira fase, será dada ênfase ao tratamento de diapositivos (slides) que possibilitará à Escola de Arquitetura contar com um acervo organizado e automatizado.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
