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                  <text>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA
BIBLIOTECA CENTRAL

O DEFICIENTE VISUAL E A BIBLIOTECA CENTRAL DA UEL:
RELATO DE EXPERIÊNCIA

Dirce Missae Suzuki Fernandes
dircef@uel.br
Izabel Maria de Aguiar
bel@uel.br

Universidade Estadual de Londrina.
Biblioteca Central - Divisão de Circulação
Campus Universitário – CP. 6001 Cep. 86051-990
Londrina – PR - Brasil

1

�O DEFICIENTE VISUAL E A BIBLIOTECA CENTRAL DA UEL:
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Resumo:
Apresenta relato
de
experiência do atendimento oferecido
aos deficientes visuais da Biblioteca
Central da UEL. Sugere formas de
atuação e a importância do
profissional da informação em estar
preparado para o atendimento
diferenciado.
Palavras chaves: deficiente visual,
bibliotecas-cegos,
bibliotecário-deficiência visual

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por finalidade relatar a experiência desenvolvida na
Biblioteca Central da UEL, quanto ao atendimento prestado aos portadores de necessidades
especiais, no caso, os deficientes visuais.

Apresentamos aspectos considerados importantes, relativos a nossa
experiência, a metodologia adequada no atendimento diferenciado e da existência de serviços
especiais para os deficientes visuais, respeitando suas necessidades e características
diferenciadas.
"Quem é o deficiente visual entre nós? 'O cego é um ser normal, é apenas
portador de uma deficiência.' 'Eles precisam, apenas, demonstrar que
possuem a mesma capacidade para participar do desenvolvimento
sócio-econômico cultural ´( ...)

2

�"Atualmente a situação não se apresenta dessa forma. principalmente no
que diz respeito a legislação". (...) "Mas o que se observa é que existe uma
contradição entre o discurso e a realidade vivida pelo deficiente."
(Rabello, 1989, p. 40)
Um dos maiores entraves na integração do deficiente visual na sociedade
reside, muitas vezes, no ceticismo sobre a sua capacidade. É preciso uma postura de
credibilidade frente a esta questão.

Apesar das dificuldades, principalmente de ordem material e de recursos
humanos, algumas instituições de ensino superior no Brasil, estão interessadas e empenhadas
em trabalhar na área de deficiência visual, mas a burocracia ainda afeta algumas atividades
específicas relacionadas ao portador de deficiência visual, como a movimentação no espaço
físico e o acesso à informação escrita através da leitura.

Sendo a biblioteca uma instituição voltada para suprir as necessidades
informacionais da comunidade, é fundamental que ela não se omita perante o problema,
procurando estruturar seus serviços e estendê-los ao deficiente visual, participando assim, do
processo de resgate do mesmo para a sociedade.

O DEFICIENTE VISUAL

3

�Segundo definição da Secretaria de Educação Especial, deficiência visual
"é a perda ou redução total da capacidade de ver com o melhor olho e após a melhor
correção ótica". (Brasil, 1994, p.16). Ou seja, a deficiência visual é a incapacidade total ou a
diminuição da capacidade de ver, provenientes da imperfeição do sistema visual ou do próprio
órgão da visão.

Distinguem-se dois tipos: os portadores de cegueira e os portadores de visão
subnormal (reduzida).

"Cegueira: é a perda total e/ou resíduos mínimos de visão, que leva o
indivíduo a necessitar do "Sistema Braille", como meio de leitura e escrita,
além de outros equipamentos específicos para o desenvolvimento
educacional e integração social.
Visão subnormal: trata-se da pessoa que possui resíduo visual que a
possibilita ler impressos a tinta, de forma ampliada, ou com o uso de
equipamentos específicos".
(Tibola, 19-, p.21 )

Tanto o portador de cegueira total, como o de visão subnormal carecem de
recursos didáticos especiais, para garantir suas possibilidades de desenvolvimento e
participação na sociedade.

A Política Nacional de Educação Especial serve como fundamentação e
orientação ao processo de educação de pessoas portadoras de deficiências, de condutas típicas
e de altas habilidades, criando condições adequadas para o desenvolvimento de suas
potencialidades, com vistas ao exercício consciente da cidadania.

4

�2 O DEFICIENTE VISUAL E A EDUCAÇÃO

O interesse pela educação do cego vem desde o século XVIII, quando em
1784 o educador francês Valentin Haüy (1745-1822), considerado o "Pai da educação dos
cegos", criou um método oficial de leitura para cegos.

Charles Barbier de la Serre, em 1822, imaginou outro sistema, de sinais em
relevo, que serviria mais tarde, de base para o invento de Braille.

Em 1829 em primeira versão e aprimorada em 1837, Louis Braille
(1809-1852) criou o sistema que obteve seu nome, oferecendo aos cegos a possibilidade de
terem ao seu alcance toda literatura escrita. Esse sistema consiste em transcrever os livros
para um alfabeto de leitura táctil que seja decodificado pelo deficiente visual.

Segundo Masini (1993, p.75)

"as universidades de países do Primeiro Mundo dispõem de diferentes
recursos para uso de seus estudantes deficientes visuais, tais como:
gravação de livros, livros computadorizados para cegos, livros e manuais
em disquetes para impressão em braille, disquetes com tipos ampliados
para os que não podem ler o tipo de imprensa de tamanho standard.
Contam também com serviços de voluntários que atendem aos portadores
de deficiência como ledores voluntários."

5

�As necessidades materiais para o deficiente visual incluem a falta de
estrutura física para acesso aos diversos locais, a falta de investimentos públicos para
melhoria das suas condições básicas e materiais didáticos não adaptados para o seu uso.

Segundo Bruno (1999, p.128)

"a falta de investimentos em recursos humanos, em pesquisa educacional e
de acesso a tecnologias e equipamentos específicos que assegurem
educação qualitativa são fatores determinantes na área da deficiência
visual."
A lei n.º 7.853 de 24 de outubro de 1989, determina que pessoas portadoras
de deficiência visual e parcial devem ser integradas à sociedade através do trabalho, para que
possam exercer sua cidadania.

3 APOIO DA INSTITUIÇÃO

3.1 Comissão Permanente de Apoio aos Alunos Portadores de Deficiência - CODE

Ciente de que o acesso a educação e à informação pode significar uma
forma de contribuição ao desenvolvimento humano, a UEL tem procurado dar apoio,
capacitando recursos humanos, visando o apoio físico e psicológico aos deficientes.

6

�Em abril de 1997, a UEL, através do CEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa
e Extensão, considerando a Constituição Federal, em seu artigo 208, que "dispõe que é dever
do Estado garantir o atendimento educacional a portadores de necessidades especiais,
preferencialmente na rede regular de ensino", criou a Comissão Permanente de Apoio aos
Alunos Portadores de Deficiência - CODE.

A CODE tem como objetivo:

"prestar atendimento educacional especializado a alunos portadores de
deficiência física, sensorial, distúrbios psicológicos, pedagógicos e doenças
crônicas para proceder avaliação pluridimensional dos casos com
finalidade de orientação e encaminhamento".
(Resolução 1.786/91)

Está vinculada administrativamente à CAE - Coordenadoria de Assuntos de
Graduação, e academicamente, aos Colegiados de Curso.

É formada por uma comissão multidisciplinar permanente, constituída por:
❑ 2 (dois) representantes do Núcleo de Bem Estar da Comunidade, sendo 1
(um) da área de Médica e 1 (um) da área de Serviço Social;
❑ 1 (um) representante do Departamento de Educação;
❑ 1 (um) representante do Departamento de Psicologia Social e
Institucional;
❑ 1 (um) representante da Coordenadoria de Assuntos de Ensino de
Graduação - CAE.

7

�A CODE tem competência específica para:

❑ analisar e avaliar casos relativos a dificuldades de ordem pessoal e de
barreiras sociais, físicas e arquitetônicas;
❑ indicar encaminhamentos e sugestões de recursos internos e externos da
instituição;
❑ acompanhar a evolução dos casos para constante avaliação e
providências;
❑ manter os colegiados de cursos informados sobre o desenvolvimento dos
casos, fornecendo subsídios para o desenvolvimento de ações
pedagógicas apropriadas;
❑ dar parecer em processos acadêmicos dos discentes atendidos, quando
submetidos às instâncias superiores da Universidade;
❑ entrar em contato com as famílias dos discentes atendidos, quando
necessário;
❑ encerrar o atendimento de casos quando o interessado não cumprir as
orientações e convocações da CODE.

Os servidores da UEL portadores de necessidades especiais também podem
ser atendidos pela CODE, visando a integração dos mesmos nos ambientes de trabalho.

Desde a sua criação, a CODE já atendeu aproximadamente 200 alunos
portadores de deficiências. Entre estes, 04 deficientes visuais, nos seguintes cursos:

8

�❑ 1 (um) do curso de Educação Física;
❑ 1 (um) do curso de História;
❑ 1 (um) do curso de Ciências Sociais;
❑ 1 (um) do curso de Fisioterapia;

3.2 Biblioteca Central da Universidade Estadual de Londrina

A comunidade que freqüenta a Biblioteca Central da UEL é composta por
alunos de graduação, pós-graduação, docentes e técnicos-administrativos e usuários externos
(alunos de 1º e 2º graus, pesquisadores, alunos de outras instituições de ensino, etc.),
possuindo uma freqüência média de 2.800 usuários por dia.

O acesso às coleções é livre a toda comunidade, sendo o empréstimo
domiciliar efetuado somente aos membros da comunidade universitária.

Tendo como missão divulgar a informação a todos, fornecer suporte
informacional e documental ao ensino, pesquisa e extensão, a Biblioteca Central tem se
preocupado também com um segmento minoritário da universidade - o deficiente visual
-possibilitando-lhe acesso à informação e ao conhecimento.

A Biblioteca Central oportuniza o atendimento dos deficientes visuais
internos e também externos, disponibilizando sua coleção em braille e fitas gravadas.

9

�Segundo OCHAITA &amp; ROSA (1995, p.194)

"o acesso à informação escrita, por parte dos cegos, pode ser feito de
diferentes maneiras, através do optacon, através de fitas cassete em
velocidade normal ou acelerada, ou utilizando os recursos oferecidos pelas
novas tecnologias da informática. Porém, o sistema mais utilizado
atualmente e que comprovou amplamente sua eficácia é o Braille."

A formação da coleção braille da Biblioteca Central data de 1996, com a
formalização de inscrição de Leitor com a Fundação Dorina Nowill para Cegos. Através
desta inscrição como Organização Leitora, a Biblioteca Central passou a receber doações e
empréstimos de material em braille e fitas gravadas. Esta ação surgiu da necessidade de servir
como mecanismo alimentador a uma categoria diferenciada,

carente de informação

bibliográfica.

A coleção em braille da Biblioteca Central é formada por: 27 títulos (82
exemplares) de livros em braille, em diversas áreas; 02 títulos (10 fascículos) de periódicos;
248 títulos (657 exemplares) de fitas cassete gravadas.

As obras em braille estão disponíveis para consulta e empréstimo, e estão
alocadas provisoriamente na sala de empréstimo, para facilitar o acesso, visto que a Biblioteca
Central não dispõe de espaço adequado para armazenagem dessa coleção.

A Biblioteca Central oportuniza o atendimento aos deficientes visuais
internos e também externos, disponibilizando sua coleção em braille e fitas gravadas.
10

�A aquisição do software DOSVOX, sistema operacional totalmente falado,
com editor, gerenciador de arquivos e um teste de teclado para que o cego possa identificar
todas as teclas, ocorreu em 1997, através da CODE, e foi instalado na Divisão de Referência,
visando melhorar a qualidade do atendimento a esta categoria.

A Biblioteca Central não possui as estruturas necessárias no que se refere a
acervo, espaço físico e atendimento especializado ao deficiente visual, mas oferece os
seguintes serviços: empréstimo de livros e revistas em braille; empréstimo de fitas gravadas
(livro falado); e atendimento à pesquisa no local. Também disponibilizamos funcionários
para locomoção de deficientes visuais das dependências da Biblioteca Central, para outros
órgãos e locomoção ao transporte coletivo.

A Biblioteca Central tem ciência que os deficientes visuais necessitam de
materiais especiais como: computador e periféricos como sintetizador de voz, impressora
braille, softwares educativos e utilitários para ajudar a minimizar as barreiras entre o
deficiente visual e o conhecimento impresso em tinta.

Por sua vez, os bibliotecários devem estar conscientes de que o problema
maior não é prover informação para o deficiente visual e sim criar condições acessíveis para
que ele se interesse e venha utilizar os serviços e produtos oferecidos pelas bibliotecas.

11

�As atividades dos bibliotecários para com os deficientes visuais, não devem
se constituir em ações isoladas. Devem envolver a participação de outros organismos que
lidam com a problemática da deficiência visual para fortalecer o trabalho das bibliotecas
voltadas para esse fim.

4 SUGESTÕES/RECOMENDAÇÕES

Quanto às recomendações no atendimento ao deficiente visual, damos
algumas sugestões básicas, baseadas na literatura e comprovadas em nossa experiência na
biblioteca.

❑ "ao estar em contato com portadores de deficiente visual, aja sempre
com naturalidade;
❑ fale com o deficiente visual em tom natural, pois ele tem condições de
ouvir e compreender;
❑ chame um deficiente visual sempre pelo nome. Isso ajuda a
identificá-lo;
❑ ao guiar uma pessoa cega, basta deixá-la segurar-se em seu braço, pois
o movimento de seu corpo dará a ela uma orientação mais segura;
❑ ao encontrar-se ou despedir-se de uma pessoa cega, dê-lhe a mão. O
aperto de mão substituirá o sorriso;
❑ se estiver conversando com um deficiente visual e for afastar-se,
avise-o, para que ele não continue falando sozinho;
❑ avise-o também quando retornar."
(Tibola, 19-, p. 23)
A biblioteca deve estar preparada para

"atuar como instrumento para o avanço da Educação Especial, em um país
como o nosso, em que o direito à educação é assegurado em lei, quer para a
dita criança normal, quer para a excepcional"
(Pereira, 1997, p. 68)

12

�Este preparo inclui:

❑ fornecer material didático especializado ou adaptado;
❑ prover a biblioteca de recursos físicos e materiais para o acesso do
aluno: sinais sonoros de trânsito, rampa, mobiliários, equipamentos e
materiais adaptados, piso antiderrapante, área espaçosa que permita boa
locomoção, dentre outros;
❑ prestar apoio pedagógico especializado ao aluno deficiente visual;
❑ divulgar, implementar e orientar quanto ao uso de equipamentos e
materiais especiais;
❑ prestar orientação aos profissionais envolvidos no atendimento ao aluno
portador de deficiência visual;
❑ estabelecer parcerias com outros órgãos de prestação de serviços para o
desenvolvimento de ações conjuntas;
❑ desenvolver pesquisas para melhor conhecer as necessidades dos
deficientes visuais;
❑ capacitar e apoiar recursos humanos para o atendimento aos portadores
de deficiência visual.

13

�Este trabalho não tem a pretensão de ditar normas ou apontar soluções
quanto ao atendimento prestado pelo profissional da informação ao deficiente visual. Mas,
somada nossa experiência aos conhecimentos levantados em bibliografias, nos permitimos
apresentar uma proposta visando sanar as necessidades de informação do deficiente visual em
nossa sociedade e que sirva de base para reflexão, iniciando-se, portanto, uma discussão sobre
os serviços de informação oferecidos ao deficiente visual.

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Brasília : SEESP, 1994.

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serviços de educação especial : área de deficiência visual. Brasília : SEESP, 1995.

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18

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Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>O deficiente visual e a Biblioteca Central da UEL: relato de experiência. </text>
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              <text>Fernandes, Dirce Missae Suzuki, Aguiar, Izabel Maria de</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Apresenta relato de experiência do atendimento oferecido aos deficientes visuais da Biblioteca Central da UEL. Sugere formas de atuação e a importância do profissional da informação em estar preparado para o atendimento diferenciado. </text>
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