<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="6405" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/6405?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-21T14:46:49-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="5468">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/61/6405/SNBU2000_023.pdf</src>
      <authentication>ac3e4b39b16522dd28ebda64a877d32e</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="72673">
                  <text>UM MODELO DE APRENDIZAGEM CONSTRUTIVISTA PARA BUSCA DE
INFORMAÇÃO SIGNIFICATIVA EM BIBLIOTECAS VIRTUAIS

Maria Bernardete Martins Alves
Serviço de Referência da Biblioteca Central
Universidade Federal de Santa Catarina
Brasil
berna@bu.ufsc.br

Elise Barbosa Mendes
Departamento de Prática Pedagógica-UFU
Doutoranda em Eng. de Produção da UFSC
Brasil
elise@eps.ufsc.br

RESUMO
Este estudo tem como objetivo tecer considerações a respeito do modelo de
aprendizagem Construtivista para Bibliotecas virtuais, com o intuito de orientar os usuários e
incentivá-los na busca de informações significativas, no processo de construção do
conhecimento. A era da informação requer pessoas com habilidades para localizar a
informação e para buscar conhecimento significativo. Para isso, precisam desenvolver
competências para decidir qual a melhor informação, e qual a informação suficiente para suas
necessidades.

Palavras-chave: Busca de informação, Modelos Construtivistas, Bibliotecas Universitárias,
Bibliotecas Virtuais, Usuários, Informação significativa

1. INTRODUÇÃO
1

�Há muitas definições para Biblioteca Virtual. Termos como “Bibliotecas Digitais”,
“Bibliotecas Eletrônicas”, “Bibliotecas Sem Paredes” são freqüentemente usados como
sinônimos. A partir dos elementos comuns a essas definições, Cunha (1994, p.187) elaborou a
seguinte definição:
“ A Biblioteca do Futuro é sem paredes, por possibilitar o acesso à distância a seus
catálogos, sem a necessidade de se estar fisicamente nela. É eletrônica, porque seu acervo,
catálogos e serviços são desenvolvidos com suporte eletrônico. E é virtual, porque é
potencialmente capaz de materializar-se via ferramentas que a moderna tecnologia da
informação e de redes coloca à disposição de seus organizadores e usuários”.
A partir do surgimento da era dos computadores e da informação houve uma
necessidade de mudança de paradigma em relação à biblioteca. A Biblioteca Tradicional baseada na posse da informação, para a Biblioteca Virtual, cuja importância é a possibilidade
de acessar a informação disponível onde quer que ela esteja independente do seu formato.
Essa alteração de modelos não se dá somente na estrutura física, mas também, na
transformação do perfil do usuário e do bibliotecário.

2. BIBLIOTECÁRIO COMO GUIA
Tradicionalmente, o bibliotecário tem exercido o papel de intermediário, apenas
indicando as fontes de informação sem emitir julgamento de valor acerca dessas fontes. Com
o surgimento da internet, as pessoas “inundadas” por uma “avalanche” de informações,
querem saber como encontrá-las de modo que essas possam ser significativas às suas
experiências e úteis em suas formações.
A Internet representa um potencial de informação no qual o usuário ainda não sabe
bem como explorá-la. Como se refere Simon, citado por Lucas(1996), “a abundância de
informação cria a pobreza de atenção e a necessidade de dirigir essa atenção de modo
2

�eficiente em meio à abundância de fontes de informação capazes de consumi-las”. Assim,
ninguém melhor do que o bibliotecário, com conhecimentos das fontes e estratégias de busca,
para explorar a imensa biblioteca que é a internet, também denominada de biblioteca
inteligente e orientar o seu usuário na montagem de nós informação e seus links.
Enquanto Ewing &amp; Hauptman citados por Lancaster (1997, p.167) colocam em dúvida
a necessidade do bibliotecário de referência em um ambiente eletrônico, Kong também citado
por Lancaster contraria esta afirmação dizendo que mais do que nunca o bibliotecário de
referência é necessário pois a complexidade e quantidade de informações disponíveis na
Internet requerem pessoas com competência capazes de selecionar informações significativas
para gerar conhecimentos significativos.
Nas Bibliotecas Virtuais a orientação do usuário no uso das ferramentas adequadas e
em mecanismos de estratégias de busca são fundamentais para esta nova era. As instruções de
como os usuários poderão conduzir suas pesquisas na Web, utilizando os diversos robôs
(agentes inteligentes que indexam e recuperam a informação), tornam-se relevantes na
distinção do novo papel do bibliotecário. Ao contrário do que as aparentes facilidades da rede
possam sugerir, o bibliotecário não é prescindível. Esses profissionais ganham uma
importância maior porque selecionar, organizar e indexar a informação eletrônica tornou-se
uma tarefa indispensável, como se refere Levacov (1996), “a euforia inicial com a WWW
criou a idéia equivocada de que cada usuário pode ser um bibliotecário de referência”.
A importância do bibliotecário é reforçada por Deibert (1997), ao fazer a seguinte
afirmação: “a Internet é um labirinto, não há um começo, um meio ou um fim, nem uma
seqüência lógica a seguir (...) uma parte desta aparente confusão se deve ao seu sistema de
navegação a apresentação da informação na Web". Entretanto, o autor reconhece que há
inúmeros aspectos atrativos nesse tipo de apresentação, através do hipertexto é possível, com

3

�seus links, que permitem conectar outras informações, acessar uma variedade de fontes
dispersas na web
Ao "novo" Bibliotecário caberá a tarefa de conhecer as novas tecnologias para que
possa usá-las como ferramentas úteis (como os agentes inteligentes, altavista, lycos, yahoo,
entre outras) na execução de tarefas historicamente executadas nas bibliotecas tradicionais,
quais sejam: seleção, organização e avaliação de informações disponíveis, independentes do
seu suporte. Neste novo modelo, a tradicional tarefa de selecionar a informação ganha uma
importância especial que é separar o que é significativo do que é lixo.

3. AS NOVAS TECNOLOGIAS E OS USUÁRIOS REMOTOS
O advento das novas tecnologias de informação trouxe a possibilidade de acesso
remoto aos recursos de informações disponíveis nas bibliotecas nacionais e/ou estrangeiras.
Isto é possível tanto para o usuário local, presencial, quanto para o usuário remoto da
comunidade ao qual a biblioteca e/ou centro de informação está vinculada. A rigor, qualquer
serviço oferecido ao usuário local pode ser oferecido ao usuário remoto.
Com as Bibliotecas virtuais novos serviços surgem e já fazem parte da rotina de muitos
bibliotecários.(Blattmann, 1997).
● Receber e responder mensagens via correio eletrônico;
● Selecionar, avaliar e disponibilizar sites;
● Participar de listas de discussões;
● Fazer pesquisa de preços em livrarias virtuais;
● Selecionar e preparar listas de novas aquisições;
● Disponibilizar e/ou consultar catálogos eletrônicos;
● Criação de salas de aulas virtuais,
● Tour virtual
4

�● Workshops,
● etc

4. O BIBLIOTECÁRIO ESTIMULANDO A BUSCA DE INFORMAÇÃO SIGNIFICATIVA
Podemos afirmar que a função do bibliotecário no novo paradigma é de estimular a
competência dos usuários no acesso, na avaliação e no uso das informações disponíveis, como
também, ajudá-los a definir a origem e o núcleo conceitual do conhecimento, com o intuito de
que a nova informação seja significativa às suas necessidades. O termo "informação
significativa" se origina da teoria de Ausubel (1980), onde ele demonstra que uma informação
só é significativa se estiver vinculada às experiências do sujeito e se este possui alguns
conhecimentos a prior em relação a essa.
Os usuários são estimulados a desenvolver uma autonomia cognitiva que garanta que a
nova informação passe a fazer parte da construção de um conhecimento a longo prazo.
Assim, devemos incentivar a habilidade de avaliar e utilizar as informações. Esta nova
visão de biblioteconomia estimula os usuários a identificar os problemas, avaliar e acessar as
informações pertinentes, criando soluções e criticando alguns enfoques. Essas habilidades
tornam-se importantes na sociedade contemporânea devido à necessidade de formação de
homens autônomos.
O usuário, nessa situação deve ter uma ação interativa, à exemplo do que já ocorre no
Serviço de Referência da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina, onde
estes são estimulados e orientados, a partir da explicitação de uma necessidade de informação,
para que realizem suas pesquisas nas Bases de Dados em CD-ROM e/ou online.
Desta forma, o profissional da informação necessita de uma visão epistemológica
interacionista, isto é, ele necessita compreender o processo de construção do conhecimento
humano. A partir do entendimento que o usuário possui alguns conhecimentos já organizados
5

�em sua estrutura mental e a nova informação a ser assimilada deverá ser transformada de
acordo com seus esquemas mentais, e não acumulada como entende uma visão empirista do
conhecimento, o bibliotecário torna-se orientador do processo de busca de informação.
Portanto, o bibliotecário além de indicar as fontes tradicionais, orientará na
formulação da pergunta, com o objetivo de delimitar o conteúdo a ser pesquisado e as fontes a
serem consultadas. Na orientação da delimitação da questão e no diagnóstico de conceitos a
prior, o bibliotecário poderá utilizar algumas ferramentas cognitivas, que nós sugerimos a
ferramenta gráfica meta-cognitiva, amplamente utilizada nos Estados Unidos e desenvolvida
por Novak (1984) e seus colaboradores.
Além disto, é necessário que o bibliotecário estabeleça um contato com toda vida
acadêmica e administrativa da instituição para poder prover as necessidades de informações
da comunidade no qual está inserido.

5. NOVA METODOLOGIA PARA EDUCAÇÃO DO USUÁRIO: UMA ABORDAGEM
CONSTRUTIVISTA
Se a “nova” biblioteca requer um novo bibliotecário para um novo usuário. Este novo
papel está respaldado numa abordagem construtivista de aprendizagem, cuja ênfase está na
aprendizagem e não no ensino, onde a aprendizagem é vista como um processo de construção
do conhecimento realizado através da operação e cooperação entre os indivíduos.
Esses termos são originários de Piaget (1977), onde ele observa que a construção do
conhecimento é

advinda de duas vias interdependentes: o grupamento operatório e

cooperação. Podemos dizer que o grupamento operatório e a cooperação são os fatores
necessários para a transição da heteronomia à autonomia. O grupamento é a coordenação de
operações mentais do indivíduo e a cooperação é a coordenação de pontos de vista de um

6

�grupo de indivíduos. O sujeito não constrói o conhecimento sem interdependência da ação e
da coordenação dessa ação numa relação interpessoal.
Os usuários são estimulados a desenvolver uma autonomia cognitiva que garanta que a
nova informação passe a fazer parte da construção de um conhecimento a longo prazo.
Assim, devemos incentivar a habilidade de avaliar e utilizar as informações. Esta nova visão
de biblioteconomia estimula os usuários a identificar os problemas, avaliar e acessar as
informações pertinentes, criando soluções e criticando alguns enfoques.
Essas habilidades tornam-se importantes na sociedade contemporânea devido à
necessidade de formação de homens autônomos.
Para Sandelends a Internet reforça o conceito do estudante como um agente ativo do
processo de aprendizagem. Esta abordagem se contrasta com a abordagem “transmissão” ou
da "máquina de ensinar" de Skinner, que é baseada na transferência de conhecimento do
professor ou de um texto para o aluno-usuário, como se este fosse uma tábula-rasa que recebe
as informações de forma passiva sem estabelecer relações e categorizá-las de acordo com os
esquemas já organizados em sua estrutura mental. A aprendizagem aqui se dá através de
estímulo-resposta, um modelo que se diferencia da epistemologia interacionista.
Piaget (1977), em seu livro Psicologia da Inteligência demonstra que o conhecimento
se constrói através de um processo de adaptação, onde o sujeito assimila a nova informação
através de uma abstração do objeto e acomoda-os transformando os conhecimentos já
existentes. Portanto, o conhecimento não é cumulativo e linear, isto é, o sujeito precisa ter
alguns esquemas de informação já organizados para fazer classificações, generalizar e
relacionar a nova informação.
Assim, a abordagem construtivista é a mais adequada ao ambiente de biblioteca
digital/virtual pois desenvolve pessoas com habilidades e competências para localizar a

7

�informação no espaço virtual. Um espaço onde os estudantes precisam aprender a identificar o
que é importante para que possam construir o conhecimento.

6. RECURSOS QUE PROPORCIONAM UM AMBIENTE DE APRENDIZAGEM ATIVA

A adoção de alguns recursos podem tornar uma aula sobre "Como encontrar um livro
na Biblioteca", por exemplo, mais interessante de modo o tornar os estudantes ativamentes
engajados na aprendizagem.
Provocar discussões no grupo, provocar os alunos com perguntas, programar trabalhos
em grupo de modo que o aluno tenha a oportunidade de aprender fazendo, são recursos
simples e eficazes que no entanto não requerem nenhum custo adicional com informática.
Outros recursos tais como ferramentas de apresentaçao multimídia, a hipermídia e os
tutoriais inteligentes, apenas para citar alguns dos recursos automatizados, que por possuirem
alto nível de interatividade são especialmente indicados para a construção de ambientes de
aprendizagem construtivista, onde o aprendiz constrói ativamente seu conhecimento.
A hipermídia possui vantagens sobre a multimídia pois além dos recursos de som,
imagem, vídeo, texto e animação possui o recurso do link tal qual o hipertexto. A ferramenta
hipermídia se destaca por sua capacidade de modelar a aprendizagem construtivista. O
ambiente hipermidia representa uma evolução natural das tecnologias de aprendizagem.
(Jonassen, 1995)
Tutoriais inteligentes são softwares educacionais que incorporam técnicas de
Inteligencia Artificial - IA, o que os distinguem dos tutoriais tradicionais. Os softwares
educacionais Inteligentes modelam ambientes de aprendizagem construtivistas, uma vez que
permitem a construção de ambientes que atendam às características individuais dos
aprendizes. A separação entre o módulo especialista - o conteúdo a ser ensinado, o módulo do
8

�aprendiz e as estratégias de aprendizagem, tornam os tutoriais inteligentes ferramentas ideais
para a construção de Ambientes de Aprendizagem construtivistas.

7. ISP - UM MODELO PARA BUSCA DE INFORMAÇÃO

O modelo “ISP” (Information Search Process), processo de busca da informação, foi
desenvolvido por Kuhlthau (1988) para ser usado como guia neste processo. Este modelo
transposto para o ambiente de biblioteca, adequa-se ao processo de busca de informação,
também conhecido como pesquisa bibliográfica - etapa da pesquisa em que o pesquisador
“levanta” os itens relevantes para o seu trabalho, seja uma dissertação, uma tese ou uma
pesquisa, em geral.
Esta etapa é fundamental para situar o estado-da-arte da pesquisa que se quer levar à
cabo, localizando os trabalhos publicados e seus órgãos de difusão para posterior recuperação
dos mesmos, quando a pesquisa é realizada em bases de dados referenciais. Em bases de
dados textuais, recupera-se o documento na íntegra, no momento da busca. Neste caso,
fundem-se duas etapas do processo de busca.

O modelo” ISP” se baseia em seis etapas:
1.Iniciação: quando o usuário exterioriza uma necessidade de informação ou conhecimento
para a resolução de um problema;

2.Seleção: quando o tópico geral ou área a ser investigada foi identificada;

3.Exploração: é o estágio mais difícil na busca de informação, pois aqui o usuário
freqüentemente sente-se confuso e inseguro;
9

�4. Formulação: é o principal estágio deste processo porque exige uma ação cognitiva, onde o
usuário é estimulado a usar a informação para criar significados que envolvam as ações de
pensar, refletir, interpretar, relacionar e generalizar as novas informações; o sentimento de
incerteza começa a diminuir e o problema começa a ficar mais claro e definido;

5. Coleção: neste estágio ocorre a interação entre o usuário e o sistema, quando ocorre o
acesso à informação que dará suporte ao projeto definido nas etapas anteriores do processo,
que pode ser a confecção de um artigo ou de uma dissertação

6. Apresentação: neste estágio a busca já está completa e o problema resolvido
O ISP incentiva as ações e coordenações das ações dos usuários, através de um processo de
reflexão, formulação e interpretação; estimulando a capacidade de tomada decisões e
resolução de problemas, capacidades estas necessárias em qualquer processo de informação e
formação.

8. ESTRATÉGIAS PARA O DESIGN DE AMBIENTE DE APRENDIZAGEM VIRTUAL
Antes de elaborar qualquer design de um ambiente de aprendizagem, programas de
treinamento ou cursos, acreditamos que algumas estratégias devam ser aplicadas para
diagnosticar as necessidades dos usuários da Biblioteca Virtual. Essas estratégias encorajam
os participantes a adquirir e transferir o novo conhecimento e habilidades para seus ambientes
de trabalho. Estas estratégias são baseadas no modelo Instrucional de Aprendizagem
colaborativa, descrita por Reid et. al. citado por Ngeow (1999).
Engajamento:

10

�Esta estratégia promove o interesse e a curiosidade fundamentais para que os
ususários-aprendizes sejam levados a buscar o novo conhecimento e demonstrar o
conhecimento já organizado em seus esquemas cognitivos. Este processo de diagnóstico
facilita a elaboração de orientações cognitivos por parte dos profissionais engajados no
processo de design e motiva os usuários a uma ação autônoma.
Exploração:
Quando concebida como uma promoção interativa entre os usuários, esta estratégia
desenvolve no aprendiz, a mente inquiridora, incentiva a investigação, a resolução de
problemas, a generalização de questões e a hipotetização e generalização de hipóteses.
Explanação:
Visa encorajar os usuários a escutar as idéias dos outros. Desta forma, estimula uma análise
crítica, a formulação de questões e explanação e argumentação de posições. Possibilitando os
usuários a traçarem analogias com esquemas

de aprendizagem anterior; desafiando a

habilidade de um pensamento crítico e encorajando uma observação acurada.
Extensão:
Integra novas habilidades, transfere elementos previamente aprendidos e sugere novas
questões e informações, requer análise das evidências, conferindo o entendimento das
dificuldades apresentadas e sugerindo explicações alternativas
Avaliação:
Consiste numa auto-avaliação da compreensão e organização das novas informações e da
transformação do conhecimento já existente por parte do usuários. A avaliação encoraja
futuras investigações dos programadores do design de Bibliotecas Virtuais.

9. CONCLUSÃO
11

�Se por um lado as novas tecnologias liberaram o Bibliotecário de algumas tarefas, por
outro lado, os novos serviços e a abundância de informação disponível na Web, criou a
necessidade de capacitar o usuário para que este desenvolva habilidades e competências para
buscar a informação significativa e decidir qual informação atende suas necessidades. Para
isso o Bibliotecário tem um papel fundamental que é o de guiar e orienta-los durante o
processo de busca de informação. As Bibliotecas virtuais/digitais requerem a construção de
ambientes de aprendizagem construtivista onde os usuários possam aprender ativamente o
processo de busca de informação. Os modelos de aprendizagem ativa são preferíveis aos
tradicionais, passivos, por que envolvem os alunos e criam sujeitos autônomos e
colaborativos.

12

�10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1.

AUSUBEL, D. Psicologia Educacional. Rio de Janeiro : Interamericana, 1980

2.

BERRY, John N. Risking relevant reference work. Disponível na Internet. URL:
www.bookwire.com/ljdigital/editorial.article#8902.Em 25/05/98.

3.

BLATTMANN, Ursula, ALVES, Maria Bernardete Martins. Organizações virtuais da
informação.

Disponível

na

Internet.

URL:

www.ced.ufsc.br/~ursula/papers/orgvirt1.htm. Em: 20/07/98
4.

CUNHA, Murilo Bastos da. As tecnologias de informação e a integração das
Bibliotecas brasileiras. Ciência da Informação, Brasília, v.23, n.2, p.182-188,
mar./ago, 1994.

5.

FAULHABER, Charles B. Distance learning and digital libraries: two sides of a single
coin. JASIS, v.47, n.11, p.854-856, 1996.

6.

GUDIVADA, Venkat N. et al. Information Retrieval on the World Wide Web. IEEE
Internet Computing, v 1, n. 5, Sep./Oct. 1997.

7.

KUHLTHAU, Carol C. The concept of a zone of intervention for identifying the role
of intermediaries in the information search process. Disponível na Internet.
http://www.asis.org/annual-96/ElectronicProceedings/kuhlthau.html.

Obtido

em:

13/10/98
8.

LANCASTER, F. W. , SANDORE, Beth. Technology and management in library and
information services. University of Illinois, 1997. 322p.

9.

LUCAS, Clarinda Rodrigues. A organização do conhecimento e a tecnologia da
informação. Transinformação, v.8, n.3. set./dez., 1996. Disponível na Internet. URL:
www.puccamp.br/~biblio/lucas83.html.Em:05/04/98

10.

MERLO VEJA, José Antonio, SORLI ROJO, Ángela. Las bibliotecas como clientes y
servidoras de información web. Disponível na Internet. Comunicación presentada a las
6es. Jornades Catalanes de Documentació (Barcelona 23, 24 y 25 de octubre de 1997)
y

publicada

en

sus

actas,

p.

317-327.

URL:

http://www.unileon.es/dp/abd/MERLO/cliser.htm. Obtido em 01/11/1997.
11.

NGEOW, Karen Yeok-Hwa. Enhancing student thinking through collaborative
learning. ERIC Digest. Disponível na Internet. www.ed.gov./databse/ERIC_Digest. Em
05/11/1999.

12.

NOVAK, J. Learning how to learn. New York: Cambridge Universty Press. 1984

13.

PIAGET, J. Psicologia da Inteligência. Rio de Janeiro : Zahar, 1977

14.

SANDELANDS, Eric. Creating na online library suport a virtual learnig community.
Internet Research, v.8, n.1, p.7580, 1998. ISSN:1066-2243

13

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="61">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71360">
                <text>SNBU - Edição: 11 - Ano: 2000 (UFSC - Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71361">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71362">
                <text>Tema: A Biblioteca Universitária do Século XXI</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71363">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71364">
                <text>UFSC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71365">
                <text>pt</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71366">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="71367">
                <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72665">
              <text>Um modelo de aprendizagem construtivista para busca de informação significativa em bibliotecas virtuais. </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72666">
              <text>Alves, Maria Bernardete Martins, Mendes, Elise Barbosa</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72667">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72668">
              <text>UFSC</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72669">
              <text>2000</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72670">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72671">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="72672">
              <text>Este estudo tem como objetivo tecer considerações a respeito do modelo de aprendizagem Construtivista para Bibliotecas virtuais, com o intuito de orientar os usuários e incentivá-los na busca de informações significativas, no processo de construção do conhecimento. A era da informação requer pessoas com habilidades para localizar ainformação e para buscar conhecimento significativo. Para isso, precisam desenvolver competências para decidir qual a melhor informação, e qual a informação suficiente para suas necessidades.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
