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                  <text>REDE DE BffiLIOTECAS DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE
SÁ : RUMO AO 3 0 MILÊNIO
Vera Lucia Paracampos Pataco
Gerente Geral da Rede de Bibliotecas da UNESA

Bma Couto Corrêa
Bibliotecária responsável pelo Processamento Técnico

Colaboração
Renata Ribeiro Marques
Bibliotecária responsável pela Pesquisa Informatizada

RESUMO:
Relata experiência da criação da Rede de Bibliotecas da Universidade Estácio de Sá,
com enfoque na Biblioteca Central. Apresenta as mudanças realizadas e os impactos
causados nos trabalhos internos e no meio acadêmico, procurando integrar a Rede as
inovações tecnológicas.

PALAVRAS-CHA VES : Rede de bibliotecas; Bibliotecas, Automação; Usuário;
Pesquisa informatizada.

l.INTRODUÇÂO
A Universidade Estácio de Sá (UNESA), sediada na cidade do Rio de
Janeiro, teve sua origem com a criação do Curso de Direito, em 1970, e está neste
ano completando 10 anos como Universidade.
Além dos cursos de Graduação, a UNESA oferece cursos Técnicos, de PósGraduação em · nível de Especialização, Mestrado e Doutorado com ou sem
346

--~---

�convênios com instituições estrangeiras, o que evidência a sua permanente
preocupação com a melhoria da qualidade do ensino.
A formação da Rede de Bibliotecas da UNESA, iniciado em abril de 1997,
objetivou compartilhar recursos e distribuir tarefas de forma a evitar duplicação de
esforços, atingindo a seleção, aquisição, catalogação, controle de aquisição de
periódicos, controle do orçamento, serviço de referência, processamento técnico e as
tarefas administrativas.
A Rede de Bibliotecas da UNESA é um sistema integrado que abrange a
Biblioteca Central e 11 Bibliotecas Setoriais, tendo como meta básica a globalização
dos acervos de seus campi, através do processo de disseminação da informação,
atendendo a todos os estudantes dos cursos de Graduação, Pós-Graduação, corpo
docente e público em geral.
Acompanhando uma tendência global, foram adotados os recursos
tecnológicos mais avançados, visando oferecer aos usuários a "Biblioteca Virtual",
com amplas possibilidades de pesquisa, no atendimento à diversidade de consultas
que ocorrem na área acadêmica.
Dentro destes princípios, em qualquer das Bibliotecas Setoriais é possível ao
usuário pesquisar o acervo existente em qualquer outra Biblioteca componente da
Rede.
Como parâmetro de nosso trabalho, utilizaremos a experiência da criação da
Rede de Bibliotecas e abordaremos os impactos causados na Biblioteca Central, no
meio acadêmico e no desenvolvimento dos trabalhos internos da biblioteca.

2. PANORAMA ANTERIOR

A Biblioteca Central deu início a seu processo de automação em 1991,
objetivando a informatização de todo o seu acervo.
Em 1994, com a criação sistemática de bibliotecas setoriais, que em 1996 já
totalizavam cinco, verificou-se a precariedade da automação, restrita apenas a
Biblioteca Central. Esta automação não era compatível com a rapidez do
347

�crescimento do acervo e a necessidade de sua disponibilização, devido a demora na
atualização da Base de Dados, acarretando dificuldades no atendimento aos usuários
e desmotivação dos funcionário.
Mesmo com a consulta do acervo, mantinham-se os catálogos de fichas
(autor, título e assunto), mais consultados pelos usuários do que os computadores,
resultado da demora da atualização do sistema. O problema se agravava nas
bibliotecas setoriais, que, deste processo, apenas utilizavam as fichas catalográficas
e etiquetas impressas, não tendo acesso a consulta informatizada, mesmo tendo seu
acervo incluído na Base de Dados

3. PROJETO DE IMPLANTAÇÃO

A partir do primeiro semestre de 1997, tiveram início os estudos de avaliação
dos usuários e serviços da biblioteca que levaram as transformações nas suas
estruturas. As mudanças ocorreram desde os seus lay-out, qualificação e adequação
de pessoal as novas tarefas, até a informatização de todos os seus sistemas,
culminando com a implantação de Bibliotecas Virtuais.
Estes estudos basearam-se na observação e questionamento dos usuários
quanto a necessidades, preferências , opiniões e avaliações a respeito dos serviços
oferecidos. Para este estudo contamos com a parceria do Núcleo de Comunicação da
Universidade que a cada semestre vem avaliando, através de questionários, as
sugestões e opiniões da área acadêmica, além das "home page" na Internet, e de
diversas caixas de sugestões espalhadas no campus. O Núcleo de Comunicação
desenvolve o Programa de Informação Profissional, que tem como finalidade
proporcionar a alunos de diversos colégios visitas ao , e incluindo visistas periódicas
a biblioteca, que aconteciam de forma rápida, mostrando-se apenas o seu espaço
fisico.
Dando início ao projeto de implantação da Rede, todas as bibliotecas
passaram a obedecer um lay-out básico de instalações com ambientes próprios para

348

�consultas convencionais, meios eletrônicos e audiovisuais (Internet, CD-ROM's e
vídeos).
O corpo técnico foi redimensionado e redistribuído, principalmente na
Biblioteca Central, consideradas suas adequações aos serviços a serem, a partir de
então, desenvolvidos, segundo sua capacitação e desempenho. Para tanto foram
realizados treinamentos para adoção das novas técnicas.
A informatização do acervo foi totalmente substituída pelo Sistema MicroIsis, criado pela UNESCO e já consagrado em todo o mundo.

3.1 MUDANÇAS E A VALIAçÃO DOS PROCESSOS

3.1.1 SELEÇÃO

A política de seleção de materiais dos acervos das Bibliotecas da Rede sofreu
grande mudança, principalmente a Biblioteca Central por possuir um grande acervo
e atender a uma infInidade de cursos e usuários.
A mudança foi toda direcionada para os cursos, procurando atendes as grades
curriculares, indicações das coordenações dos cursos e inovações nas diversas áreas.
Todo o acervo de livros, monografIas e teses foi avaliado, procurando
verifIcar as áreas em que apresentavam maiores carências. Procurou-se, então, fazer
um levantamento com as bibliografIas básicas atualizadas dos cursos e enviando-os
as coordenações dos cursos para avaliação e posterior aquisição.
Com refência aos periódicos, todas as coleções foram revisadas. Avaliou-se a
real necessidade e importância da continuidade das assinaturas, o mesmo sendo feito
com relação as assinaturas paralisadas. Recorreu-se as doações para completar
coleções e o descarte de duplicatas. Adotou-se a numeração progressiva das
coleções.
As atuais assinaturas, tanto nacionais como estrangeiras, atendem a todos os
cursos e, conforme salienta Vergueiro (1995), quanto a seleção de periódicos, "o ato

349

�de seleção se repete de tempos em tempos - anualmente, bienalmente, etc. ", o que
exige uma constante reavaliação.
As coleções de Vídeos e CD-ROMs foram iniciadas seguindo as mesmas
políticas de seleção, e vem crescendo substancialmente. Os CD-ROMs ainda tem
como principal vantagem o fato de disponibilização de espaço.

3.1.2 AQUISIÇÃO

Com a reestruturação do sistema de automação e mudanças no atendimento
ao usuário, verificou-se uma demanda maior nos serviços da biblioteca e
conseqüente necessidade de atualização do acervo para mellior atender, a todos os
usuários, e também acompanhar a evolução dos cursos da universidade
O processo de aquisição passou a seguir os seguintes parâmetros:
•

compra - feito através de indicação das coordenações dos cursos, após avaliação
de listas bibliográficas fornecidas pela biblioteca~

•

doações - o recebimento de doações de particulares, editores e instituições é
condicionada a uma prévia triagem, verificando-se a sua real contribuição ao
acervo. Esta triagem é feita pela equipe do processamento técnico, com a
participação de um professor especialista na área relacionada.
Observando-se a necessidade de um rápido atendimento às solicitações de

compra de toda a Rede, centralizada na Biblioteca Central, desenvolveu-se o
Sistema Automatizado de Aquisição com o objetivo de controlar todo o processo de
aquisição relativo a todas as Bibliotecas da Rede.
O sistema permite informar a biblioteca solicitante os prazos de entrega,
situação atual do livro (se esgotado ou em processo de aquisição) e fornece listagem
por editora, biblioteca solicitante, nota fiscal, nome do fornecedor e data de
aquisição.

350

�3.1.3 REFERÊNCIA

O serviço de referência passou a contar com dois bibliotecários e quatro
auxiliares que se revezam em horários distintos.
Com a mudança da base de dados tomou-se fundamental para o
estabelecimento de novos parâmetros nos serviços de atendimento ao usuário através
de um atendimento mais individualizado, procurando familiarizar o usuário com o
novo sistema, e colocá-lo sempre a par das novas aquisições e serviços
disponibilizados pela Biblioteca. Passou-se, então, a exercer" o serviço de referência
em seu sentido mais amplo", conforme nos mostra Grogan (1995), pois o
bibliotecário de referência passou a exercer tanto as funções informacionais quanto
as funções instrucionais.
Neste período foi notado o aumento de usuários, não só de usuários do meio
acadêmico, mas também de usuários externos e a crescente satisfação dos mesmos
com os novos serviços oferecidos, através de maior permanência nas dependências
da Biblioteca.

3.1.4 PROCESSAMENTO TÉCNICO

Com a mudança do sistema de automação para MICRO-ISIS, optou-se pelo
uso de exibição dos dados em do formato de referência. Esta mudança surgiu em
função do usuário que, acostumado a utilizar a referência bibliográfica em seus
trabalhos acadêmicos, pode entender melhor as informações vinculadas às suas
pesqmsas.
Do ponto de vista técnico, a mudança trouxe a necessidade de adaptação e
reestruturação do trabalho. Aproveitou-se a oportunidade para revalidar todas as
etapas do processamento técnico, unificando as classificações, revisando as
indexações, entre outros, visando sempre a utilização dos processos técnicos
voltados para a facilitação da pesquisa e atendimento ao usuário.
No período de maio a dezembro de 1997, sem que fosse interrompido o
atendimento ao usuário, foi tratado todo o acervo correspondente a Rede. Paralelo a
351

-----~~

�este trabalho, houve em maio a implantação das Bibliotecas Setoriais do Centro e
Campos dos Goytacazes, com infonnatização imediata de todo o acervo. Em julho
surgem as Bibliotecas Setoriais de Ipanema, Ilha do Governador e Resende, com um
acervo médio de 3.500 volumes cada. Em agosto estas bibliotecas já encontravam-se
atendendo aos seus usuários, com o acervo totalmente infonnatizado. Em março de
1988, surge a Biblioteca Setorial do Méier.
Após a definição e instalação da Base Monog e procurando disponibilizar de
fonna rápida e eficiente a infonnação para o usuário, iniciou-se a criação de novas
Bases de dados.
•

TESE - alimentada não só por teses da UNESA, mas também de outras
universidades e instituições;

•

PROF - alimentada com trabalhos monográficos, de fim de curso, dos cursos de
graduação da própria universidade;

•

PERIO - alimentada com artigos de periódicos da bibliotecas da Rede;

•

VÍDEOS - atendendo aos novos parâmetros das bibliotecas modernas, foram
incluídos nesta base vídeos adquiridos em função dos cursos.

4. PESQUISA INFORMATIZADA

A pesquisa infonnatizada da Rede de Bibliotecas é baseada em três grandes
meios: Internet, Bases de Dados em CD-ROM e Vídeos. Deste modo, inicia-se na
Universidade Estácio de Sá a construção da Biblioteca Virtual, que permitirá o
acesso à distância aos acervos, catálogos e serviços de outras bibliotecas e bases de
dados.
Em 1997, com o projeto de criação da Rede de Bibliotecas, surgiu a idéia de
criação de uma sala de pesquisa infonnatizada, como um local de convergência dos
alunos, possibilitando respostas diferenciadas às suas tarefas de pesquisas, podendo
obter a partir de um mesmo método, retornos adequados individualmente.
Neste local se desenvolvem atividades multidisciplinares com uma didática
própria, onde os alunos são estimulados a enfrentarem suas dificuldades, superando
352

�a falta de conhecimento com a curiosidade que lhes é característica. Os artigos
obtidos são sempre adequados às suas necessidades. Eles próprios conduzem suas
pesquisas, sob orientação de um bibliotecário especializado na área.
São utilizados neste salão de pesquisa 12 computadores pentium multimídia,
que acessam a pesquisa em CD-ROM e a Internet.
•

CD-ROM - As Bases de Dados em CD-ROM representam uma enorme
economia de espaço, devido à sua capacidade de compactar e disponibilizar a
informação de forma rápida e objetiva, substituindo grandes volumes de papel. A
biblioteca tem adquirido sistematicamente títulos de abrangência geral e
específica, procurando atender sempre as expectativas dos usuários (internos e
externos);

•

INTERNET - tem se mostrado uma grande ferramenta de trabalho. A cultura na
grande rede orienta para a disseminação massiva de informações, para que o
maior número de usuários possível seja atingido. O bibliotecário, então, deixa de
ser o mero coordenador de um repositório de informações e passa a ser a ponte
que vai decodificar os dados para os usuários. Evita-se assim, a fadiga pelo
excesso de informação, pois ela chagará categorizada e analisada de forma
precisa. Os papéis na Internet se invertem (ou se subvertem). O bibliotecário que
busca dados para categorizar suas informações elegendo princípios básicos, é na
verdade tão usuário como o aluno que prepara sua monografia de final de curso.
Como em Grogan apud Ranghanathan (1961) "para cada leitor o seu livro",
podemos dizer que - para cada internauta a sua página. A visão do bibliotecário
é que determinará esta relação

•

VÍDEOS - cursos com vídeos desempenham uma função importante ao
estimular o auto estudo, e possibilitam a preparação de um aproveitamento
melhor dos eventos dos níveis de informação mais avançado, como: seminários,
workshop, etc.
Procurando incentivar a utilização desses recursos , foi dado início a criação

de coleções de vídeos voltadas para os cursos acadêmicos. Para sua disponibilização
353

�foram criadas duas salas para vídeos : uma com capacidade para 15 pessoas e outra
com capacidade para quatro.

5. CONCLUSÃO

As mudanças ocorridas foram tão rápidas, que não foi possível, a princípio,
perceber os seus impactos como um todo.
O atendimento aos usuários, em alguns momentos, tomou-se mais demorado,
devido às mudanças, e inúmeras reuniões técnicas ocorreram na busca de melhorias
ao projeto inicial. Foram meses de discussões e trabalho árduo, procurando fazer
com que o atendimento aos usuários continuasse a acontecer sem maiores
interferências.
O reflexo destas mudanças é hoje claramente notado com a freqüência dos
usuários, que mantém os salões de leitura e pesquisa informatizada sempre repletos.
As visitas do Programa de Informação Profissional tiveram que aumentar o tempo
de permanência de cinco para vinte minutos, em virtude do interesse que a biblioteca
vem despertando.

354

�BmLIOGRAFIA CONSULTADA

FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Metodologia para a promoção do uso da
informação
técnicas aplicadas particularmente em bibliotecas
universitárias e especializadas. São Paulo : Nobel, 1990. 144 p.
GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Tradução Antonio Agenor
Briquet de Lemos. Brasília : Briquet de Lemos, 1995. 196 p.
PRADO, Heloisa de Almeida. Organização e administração de bibliotecas. 2. ed.
rev. São Paulo : T. A. Queiroz, 1992. 209 p.
RANGANATHAN, S. R. Reference service. 2. ed. London : Asia, 1961.
ROBREDO, Jaime, CUNHA, Murilo B. da. Documentação de hoje e de amanhã:
uma abordagem informatizada da biblioteconomia e dos sistemas de
informação. São Paulo : Global, 1994. 400 p.
ROWLEY, Jennifer. Informática para bibliotecas. Tradução de Antonio Agenor
Briquet de Lemos. Brasília: Briquet de Lemos, 1994.307 p.
VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação
técnicas. Brasília : Briquet de Lemos, 1995. 110 p.

princípios e

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Bibliotecas.
Normas para publicações da UNESP. São Paulo: Ed. UNESP, 1994. 3 v.

355

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>Relata a experiência da criação da Rede de Bibliotecas da Universidade Estácio de Sá, com enfoque na Biblioteca Central. Apresenta as mudanças realizadas e o impacto causado nos trabalhos internos e no meio acadêmico, procurando integrar a rede as inovações tecnológicas.</text>
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