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                  <text>CONSÓRCIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E DE
PESQUISA PARANAENSES: SUGESTÃO DE METODOLOGIA PARA

SUA CRIAÇÃO
ELA YNE MARGARETH SCHLOGEL
LIANE DOS ANJOS
Bibliotecárias do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná

RESUMO

Aborda atividades cooperativas entre bibliotecas e mudanças nos paradigmas de
desenvolvimento

de

coleções, provocadas pela crise econômica. Discute

problemática do compartilhamento de recursos bibliográficos. Sugere metodologia
para criação de consórcio entre bibliotecas universitárias e de pesquisa paranaenses,
voltado inicialmente para coleção de periódicos.

1 INTRODUÇÃO
As pnmerras ações cooperativas entre bibliotecas brasileiras, segundo
STURLINE et aI. (1994), datam da década de 40, com a criação do serviço de
fornecimento de cópias de documentos na Universidade de São Paulo, época em que
surgiu o primeiro Catálogo Coletivo de Revistas de Biologia, por iniciativa do
Instituto Butantan.
Na década de 50 já se discutia a regulamentação do empréstimo entre
bibliotecas e em 1957, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
(IBBD) assumiu a responsabilidade pela manutenção do atual Catálogo Coletivo
Nacional de Publicações Seriadas (STURLINE et aI., 1994).
Nos anos 60 foram lançadas as bases do Centro Latino-Americano e do
Caribe de Informação em Ciências da Saúde, com a criação da Biblioteca Regional
149

�de Medicina (BIREME), que vem desenvolvendo notável trabalho cooperativo
mediante consórcio de bibliotecas especializadas naquela área (KRZYZANOWSKI,
1994).
A década de 70 foi marcada por iniciativas como o Serviço de Comutação
Bibliográfica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAP A) e as
atividades desenvolvidas pela Biblioteca Nacional de Agricultura, pela Biblioteca
Complementar de Engenharia (BICENGE) e pelo Centro de Informações Nucleares
da Comissão Nacional de Energia Nuclear (STURLINE et aI., 1994).

*

Bibliotecárias do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do

Paraná.
Caracterizada pela crise econômica, que acarretou restrições orçamentárias
para a aquisição de material bibliográfico, a década de 80 exigiu procedimentos de
interação entre vários segmentos da área da informação. Data daquela época a
criação, por iniciativa do Ministério da Educação e Cultura, do Programa de
Comutação Bibliográfica (COMUT). Outra iniciativa importante foi o Seminário
Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU), que fomentou a implantação do
Programa Nacional de Bibliotecas Universitárias (PNBU).
Com a mesma filosofia de eficiência na cooperação entre bibliotecas surgiram
a Rede Bibliodata de Catalogação Cooperativa Nacional, o COMUT online e a base
de dados (em CD-ROM) de Literatura Latino-Americana e do Caribe de
Informações em Ciências da Saúde (KRZYZANOWSKI, 1994).
O cenário da década de 90 inclui o projeto ANTARES, inicialmente
denominado Sistema Público de Acesso a Bases de Dados, a Sub-Rede Nacional de
Informação em Ciências da Saúde Oral, composta por bibliotecas universitárias com
acervos especializados em odontologia, e o Catálogo Coletivo (em CD-ROM) dos
acervos de livros e teses das universidades estaduais paulistas (UNESP, UNICAMP
e USP), denominado UNIBIBLI.

150

�o

compartilhamento

de

recursos

informacionais,

inicialmente

entre

bibliotecas e, posteriormente entre redes e sistemas de informação, recebeu novo
impulso com o uso de tecnologias de armazenamento e comunicação de dados,
facilitando a localização e obtenção de documentos (KRZYZANOWSKI, 1994).
Em outros países, principalmente nos Estados Unidos, a cooperação nos
últimos vinte anos, tem sido caracterizada pela proliferação de consórcios. A
participação das bibliotecas em diversos empreendimentos simultâneos varia
conforme a natureza e missão de cada instituição. Os diversos grupos são formados
com diferentes propósitos e por vários tipos de bibliotecas, abrangendo as esferas
municipal, estadual, regional, nacional ou internacional (POTTER, 1997). Já é
comum também a coalizão de consórcios como por exemplo o International
Consortial of Library Consortia (ICOLC)
Historicamente as bibliotecas americanas formavam consórcios para
compartilhar material impresso, mediante catálogos coletivos, conexão de sistemas
locais, empréstimo entre bibliotecas e serviços ultra-rápidos

de correio.

Influenciadas pelas novas tecnologias as bibliotecas estão formando consórcios para
tratar de necessidades comuns e oferecer variados recursos eletrônicos através da
Internet. Estes recursos incluem resumos e bases de dados, textos completos de
jornais e fontes de referência, grandes coleções de textos literários e conjunto de
imagens digitalizadas (POTTER, 1997).
A motivação para o estabelecimento da relação consorciaI tem sido
essencialmente fmanceira e os valores movimentados são impressionantes. Dentre
os exemplos de negociação envolvendo dois grupos poderosos BERRY (1997) cita o
contrato, no valor de 23 milhões de dólares, assinado pelo Consórcio OHIOLINK
com a ELSEVIER. O acordo disponibiliza acesso a 1.150 publicações eletrônicas,
durante três anos, para 41 bibliotecas acadêmicas e de pesquisa que participam
daquele consórcio.

151

�Para KOHL (1997), os consórcios beneficiam bibliotecas de qualquer tipo ou
tamanho. Assim como as grandes tendem a aumentar a demanda, as pequenas
ganham acesso a recursos que não poderiam conseguir de outra maneira. Não há
motivo para exclusões, pois juntas formam metacoleções, garantindo vantagens nas
negociações com megaeditoras e fornecedores de outros produtos e serviços.
Iniciativas locais de cooperação bem sucedidas, reforçadas pela experiência
internacional de acervos comuns, com os mesmos privilégios para todos os usuários
e rateio de custos, acenam para o êxito na implantação de consórcios brasileiros.

2 IMPLICAÇÕES POSITIVAS E NEGATIVAS NA CRIAçÃO DO
CONSÓRCIO

No Estado do Paraná diversas instituições de ensmo e pesquisa mantêm
acervos importantes e desenvolvem trabalhos cooperativos, embora a distância fisica
entre as unidades dificulte esforços de integração.
Enormes investimentos para aquisição de informações em duplicata perderam
o sentido após o advento das redes de comunicação acadêmicas (BITNET e
INTERNET), que provocaram profundas alterações nos conceitos de distância e
lugar (GROVER, 1996). No entanto, a decisão pelo acesso em vez da propriedade
depende de outra biblioteca ter tomado a decisão contrária, isto é, adquirir o
documento e estar disposta a compartilhá-lo. Outra dificuldade é alterar conceitos
que duraram 300 anos, envolvendo a responsabilidade pela preservação e seus
reflexos na política de manutenção e atualização dos acervos. Além disso, no caso
dos periódicos científicos, a excelência das coleções têm sido relacionada com a
capacidade de pesquisa de uma universidade (MUELLER, 1994). Resta ainda
convencer alunos, professores e pesquisadores de que o material desejado pode ser
encontrado e obtido em outras instituições, rapidamente.

152

�As bibliotecas universitárias e de pesquisa do Estado do Paraná participam de
redes e serviços cooperativos. Dispõem também de "home pages" que permitem
acesso aos seus acervos, mas restringem a maioria dos serviços aos usuários de cada
instituição. No que concerne ao empréstimo entre bibliotecas, ainda não há sistema
eficiente para envio/recebimento de material bibliográfico.
Outra conquista do Estado é o Site de Bibliotecas do Paraná, coordenado pela
Companhia de Processamento de Dados do Paraná (CELEP AR), que permite busca
simultânea nos acervos da própria CELEPAR, do Instituto Paranaense de
Desenvolvimento Econômico e Social (IP ARDES) e da Biblioteca Pública do
Paraná (BPP). Problemas na compatibilização de catálogos estão sendo estudados
para permitir maior representatividade de bibliotecas neste Site.
Com relação ao COMUT o processo tem sido agilizado com a localização de
itens no Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas (CCN) via TeInet e
envio de pedidos pela Internet. Os problemas relacionados ao tempo de remessa dos
documentos, extravio de cópias enviadas pelo correio ou de qualidade das cópias
obtidas via fax, já podem ser solucionados com software, desenvolvido pela
Research Library Group, que permite a remessa eletrônica de documentos. Para
tanto, são necessários equipamentos existentes na maioria das bibliotecas, ou seja,
computador, scanner e impressora laser, além de conexão via Internet. O scanner
efetua a digitalização dos documentos, possibilitando o armazenamento de dados na
forma comprimida no microcomputador emissor. A transmissão de dados para o
microcomputador receptor utiliza formatos FTP (File Transfer Protocol) ou MIME
(Multipurpose Internet Mail Extensions), padrões empregados em correios
eletrônicos. Após descompactação (efetuada pelo microcomputador receptor) o
arquivo poderá ser impresso. Além de proporcionar diminuição de custos com précópias, ligações telefônicas, conferência do material e diminuição no tempo de
remessa de documentos (é imediata), o sistema permite que os arquivos sejam

153

�redirecionados para outros computadores com disponibilidade do mesmo software
(RLG, 1998).
Teoricamente os avanços tecnológicos só apresentam vantagens para o
compartilhamento de recursos informacionais, mas na prática, podem surgir
dificuldades fmanceiras, de infra-estrutura fisica e de pessoal para atender a
demanda externa, além dos usuários internos. Também exigem renovação constante
do parque de equipamentos e treinamento de recursos humanos.
Segundo SHREEVES (1997) o crescimento das publicações eletrônicas não
parece ter diminuído a produção de documentos impressos. Mas a transição (em
curso) da informação para a forma digital pode restringir o desenvolvimento
cooperativo de coleções. As licenças que regem o acesso e a propriedade de
documentos eletrônicos afetam os princípios de disseminação e de preservação do
conhecimento.
O problema em relação ao compartilhamento de informações eletrônicas é
uma disputa legal para a qual deverá haver solução jurídica. Enquanto isto
apareceram duas maneiras para sua utilização sem riscos legais, ou seja, o uso de
"aggregaters" (a exemplo dos serviços oferecidos pela UMI, EBSCO e FAXON) e
acordos de licenciamento para textos completos efetuados diretamente com o
publicador (KOHL, 1997).
Considerando a multiplicidade de aspectos a serem equacionados em um
único empreendimento cooperativo, o impacto significativo que as publicações
cientificas seriadas representam no orçamento das bibliotecas, bem como a estrutura
já existente para comutação bibliográfica, sugere-se metodologia para criação de
consórcio de bibliotecas universitárias e de pesquisa paranaenses, visando
inicialmente à coleção de periódicos.
Com o objetivo de dotar a região de infra-estrutura informacional para apoiar
atividades de ensino e pesquisa, o consórcio contribuiria para:

154

�•

reduzir custo e esforço investidos pelas instituições participantes para aquisição
de publicações periódicas;

•

multiplicar a quantidade e a qualidade de informações colocadas à disposição da
comunidade universitária;

•

instrumentalizar a interação entre as instituições para ações futuras.

3 METODOLOGIA

3.1 Estudos preliminares

Formação de comissão composta de representantes

das bibliotecas

universitárias e de pesquisa do Estado do Paraná, cujos acervos estejam
representados no CCN, objetivando avaliar as coleções de periódicos primários em
termos de:

•

levantar os títulos assinados pelas instituições participantes;

•

identificar coleções completas e o estado fisico dos fascículos;

•

avaliar a necessidade de títulos novos;

•

qualificar as coleções segundo linhas de pesquisa e ensino por instituição;

•

quantificar o uso das coleções, segundo estatísticas de circulação/consulta e
solicitações de comutação.

Identificada a duplicação desnecessária de títulos, a avaliação serviria de base
para o processo decisório sobre a responsabilidade de cada instituição na
manutenção das coleções, renovação de assinaturas e inclusão de títulos novos.

155

�3.2 Infra-estrutura e operacionalização

A infra-estrutura inicial exigiria que as instituições estivessem conectadas à
Internet (Netscape Navigator 2.0 ou superior - Explorer 3.0 ou superior),
adquirissem e instalassem software para remessa eletrônica de documentos e
colocassem à disposição do consórcio equipamentos compatíveis com as
recomendações do fabricante do software.
Haveria naturalmente maior compromisso das instituições participantes com
a alimentação e atualização das bases do CCN para uso deste instrumento na
localização dos itens e também com a remessa imediata dos documentos.
Todas as unidades poderiam efetuar e receber solicitações de forma
descentralizada. Os pedidos seriam encaminhados, via e-mai!, empregando-se
formulário próprio a ser padronizado pela Comissão, que também desenvolveria
sistema estatístico de controle do uso das coleções, para avaliação periódica .

3.3 Recursos humanos, materiais e financeiros

Inicialmente poderiam ser aproveitados os recursos materiais e humanos
existentes nas instituições participantes para aquisição do software e de
equipamentos (caso necessário), além da assinatura dos títulos de periódicos
indicados pela Comissão. O treinamento de bibliotecários e pessoal auxiliar para
utilização do programa também seria providenciado pelas instituições, assim como a
manutenção dos equipamentos.
A captação de recursos financeiros para a fase seguinte poderia ser efetuada
mediante projetos a serem submetidos aos órgãos governamentais de financiamento
da pesquisa ou ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico
(PADCT), que prevê recursos para a informação em diversas áreas.

156

�3.4 Estratégia de implantação

o

amadurecimento indispensável para o estabelecimento da relação

consorciaI viria com os resultados da fase anterior. Também envolveria a satisfação
da clientela e o dimensionamento criterioso dos recursos bibliográficos, humanos e
financeiros disponíveis.
Para não sobrecarregar as instituições com a parte administrativa e legal do
consórcio, pequena equipe poderia coordenar e ampliar as atividades. Outro passo
importante seria a difusão dos resultados alcançados e do conceito de integração de
coleções com dispersão fisica, visando o estabelecimento de outras comissões para
estudar a aquisição cooperativa, o desenvolvimento de coleções, o aperfeiçoamento
do empréstimo entre bibliotecas, a geração de catálogos coletivos e até o
compartilhamento de recursos eletrônicos. Tais estudos orientariam o planejamento
de ações realísticas e exeqüíveis, cujos resultados iriam subsidiar a elaboração de
novos planos.
A construção coletiva de uma única e grande biblioteca eXIge mudança
cultural, com implicações até na natureza jurídica dos prováveis participantes. Desta
forma, o trabalho de sensibilização dos dirigentes das entidades é fundamental,
assim como o envolvimento de todo o pessoal das bibliotecas.
Segundo SHREEVES (1997) cada participante aceita ser responsável pela
coleta de material para o consórcio nas áreas em que necessita atender demanda
local, mas se o quadro de pessoal não estiver totalmente envolvido, o efeito do
contrato será mínimo nos processos pós-aquisição. Os fatores que determinam o
sucesso do empreendimento são: objetivos comuns, reconhecimento de

priori~ades

locais, acesso bibliográfico e fisico, sistemas eficientes de despacho do material e
comunicação efetiva entre os participantes.

157

�4 CONCLUSÃO

o

compartilhamento de recursos informacionais, praticado no Brasil nas

últimas décadas, pressupõe o trabalho cooperativo entre diversas bibliotecas,
enquanto que o consórcio representa a construção coletiva de uma única e grande
biblioteca.
O desenvolvimento contínuo de ferramentas bibliográficas oferece condições
para o aperfeiçoamento dos mecanismos de localização e obtenção de documentos
não apenas em nível estadual.
A metodologia aqui sugerida baseia-se em resultados e na construção de
coleções complementares, podendo ser alterada conforme a capacidade operacional
e financeira dos possíveis participantes.
A questão que parece mais relevante, no momento, consiste na busca de
novos caminhos para que as bibliotecas possam realizar mais com menos recursos:
verdadeiro mantra para conduzir a ação dos bibliotecários brasileiros.

ABSTRACT

This paper outlines the cooperative activities among libraries and the changes
regarding the col1ection development paradigm induced by economic depression. It
discusses the problems related to bibliographic resource sharing. It suggests
consortial arrangements among academic and research libraries of the State of
Paraná (Brazil), starting with periodical collection.

158

�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 BERRY, John. A glimpse ofthe future in Orno. Library Journal, New York, v.
122,n. 11,p. 6,Jun. 1997.
2 GROVER, Mark. Enfrentando a estrada do futuro: bibliotecas, cooperação e a era
da informação. In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 9, 1996. Anais ... Curitiba: UFPRlPUCPR, 1996. 2 disquetes
(3'lí).

3 KOHL, David F. Resource sharing in a changing Orno envinronment. Library
Trends, Champaign, v. 45, n. 3, p. 435-447, Winter 1997.
4 KRZYZANOWSKI, Rosaly Favero. Integração e compartilhamento das
bibliotecas brasileiras na busca e obtenção da informação: um desafio de muitas
décadas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS,
8., 1994. Anais ... Campinas, 1994. p. 47-54.
5 MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. O periódico científico e as bibliotecas
universitárias: velhos problemas, novas soluções. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8., 1994. Anais ... Campinas, 1994. p. 80-101.
6 POTTER, William Gray. Recent trends in statewide academic library consortia.
Library Trends, Champaign, v. 45, n. 3, p. 416-434, Winter 1997.
7 RLG services for information access and management [online]. Disponivel:
http://www.rgl.org/services.htm1[capturado em 26 maio 1998].
8 SHREEVES, Edward. Is there a future for cooperative collection development in
the digital age? Library Trends, Champaign, v. 45, n. 3, p. 373-389, Winter 1997.
9 STURLINE, Raquel M. G. et aI. Intercâmbio bibliográfico no Sistema Integrado
de Bibliotecas da USP: proposta de implementação. In: SEMINÁRIO NACIONAL
DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8., 1994. Anais ... Campinas, 1994. p.
125-34.
Agradecimento
Agradecemos a colaboração da Bibliotecária Leila Maria Bueno de Magalhães na
concepção da metodologia proposta.
159

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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Aborda atividades cooperativas entre bibliotecas e mudanças de paradigmas de desenvolvimento de coleções, provocadas pela crise econômica. Discute problemática docompartilhamento de recursos bibliográficos. Sugere metodologia para criação de consórcio entre bibliotecas universitárias e de pesquisa paranaenses, voltado inicialmente para coleções de periódicos.</text>
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