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                  <text>EDUCAÇÃO CONTINUADA
UMA AL TERNATIVA AO ALCANCE DE TODOS
Caterina Groposo Pavão
Biblioteca do Centro de Processamento de Dados - UFRGS
Caterina@cpd.ufrgs.br

Eloisa Futuro Pfitscher
Biblioteca da Faculdade de Odontologia - UFRGS
Efuturop@vortex.ufrgs.br

J acira Gil Bernardes
Biblioteca do Colégio de Aplicação - UFRGS
J aciragb@cap.ufrgs.br

RESUMO
Apresenta uma alternativa de educação continuada incluindo relato de experiência
com os Grupos de Trabalho do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul.

Palavras chave: Educação continuada; grupos de trabalho

A educação continuada, segundo Duarte (1986), " são todas as formas e tipos
de educação usufruídas pelos que antes deixaram, em qualquer dos seus graus, a
educação formal. A educação continuada permite a alguém completar um nível de
educação formal, adquirir conhecimento e perícia em detenninado campo, atualizarse ou rememorar um assunto específico, ou melhorar suas qualificações
profissionais. Embora não formalmente ligada a programas referentes à carreira, ela
é mais freqüentemente procurada pelos que tem esse campo de preocupações. A
149

�educação continuada pode ser organizada: dentro do sistema educacional, por meio
de programas específicos, fora do sistema educacional ou em bases não formais."
Com o passar das décadas, a educação continuada, vem sendo citada como
"fator de crescimento para o país, fator de sobrevivência social, elemento de política
e planificação social que pennite alcançar os objetivos nacionais de transformação
da sociedade" (Barroso, 1979) portanto ela toma-se também requisito básico para o
crescimento profissional, visto que sem profissionais capacitados não há
crescimento social, político e econômico.
Promover o crescimento profissional é tarefa da instituição à qual o indivíduo
está ligado mas é também tarefa individual. Esse crescimento pode ser promovido
pela educação continuada que deve não somente ensinar o uso de novas tecnologias
e novos equipamentos, mas deve levar em conta as potencialidades de cada
indivíduo e tentar desenvolvê-las para que suas emoções não entrem em choque
gerando rejeição, resistência, bloqueios, parada no crescimento, tudo isso
1I

culminando num perfil profissional negativo sendo repassado à comunidade e a
sociedade quando da prestação de serviços.
Para que a educação continuada tenha efeitos benéficos deve-se levar em

I
I
I

conta a motivação interna ou seja deve haver uma necessidade presente. As
necessidades são geradas pela velocidade das mudanças tecnológicas, pelas
situações que emergem das funções assumidas e a partir de questionamentos
pessoais ou de um grupo. Já a motivação tem mais a ver com as condições de

II

trabalho (política salarial, infra-estrutura, etc.) e com as condições de ajustamento

II

I)

pessoal (modo de viver a vida), ou seja a filosofia que norteia as decisões pessoais.
A educação continuada vem adquirindo conotações diferentes. Na década de
50 o lema era "há que ajustar-se a um mundo novo em mutação". Na década de 60
transfere-se o ensino formal das escolas para dentro das empresas e aparecem os
projetos multinacionais de incentivo à capacitação de mão-de-obra. A década de 70
caracteriza-se pela tomada de consciência de que o homem educa-se a partir da

150

II
11

�realidade que o cerca e em interação com os outros. A partir da década de 80
incorpora-se esta consciência.
Não há dúvida que o ser humano precisa de contato, comunicação, troca de
idéias para o seu desenvolvimento e para mudanças na sua vida.
A educação continuada desenvolve o indivíduo para fazer melhor aquilo que
ele já faz, enfocando o "como fazer" , preparando-o para atuar na realidade do
momento e para o futuro . Com certeza, capacitar o pessoal da instituição é melhorar
a qualidade dos serviços prestados à sua comunidade.
A Biblioteconomia tem oferecido aos seus profissionais várias alternativas de
educação continuada:
•

cursos de especialização;

•

cursos de extensão;

•

treinamentos em serviço;

•

cursos de capacitação pré-serviço;

•

workshops.
Os Bibliotecários da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),

além destas alternativas, sentiram necessidade de desenvolver uma proposta de
educação contínua dentro do Sistema de Bibliotecas da UFRGS (SBU), criando os
Grupos de Trabalho.
Estes Grupos de Trabalho do SBU tiveram início em 1975 "com o objetivo de
iniciar um programa de educação permanente" (Schreiner, 1982). O primeiro a ser
formado foi o grupo Automação de Bibliotecas (CALCOIUFRGS). Com o crescente
interesse dos demais Bibliotecários do Sistema por esta nova opção de
aprendizagem, foram sendo criados novos grupos, tais como: Administração de
Bibliotecas, Aquisição de Material Bibliográfico, Catalogação, Classificação,
Publicações Periódicas e Seriadas e Serviços de Referência.
Os Grupos de Trabalho ocupavam-se então com atividades dirigidas à sua
área e tinham características de grupos de estudos visando a atualização profissional
e não necessariamente vinculados aos programas de trabalho do SBU (Schreiner,
151

�1990). Em 1980, foram criados os Padrões Mínimos de Trabalho (PSBUs) que
vieram respaldar as ações do Sistema e melhorar as relações dos Bibliotecários com
a Administração Superior.
Em 1982, Schreiner apontou algumas medidas que deveriam ser tomadas
pelos grupos, a saber:
•

comunicação entre os grupos;

•

comunicação com a comunidade universitária;

•

criação, implantação, avaliação e revisão dos PSBU s pelo grupo pertinente;

•

divisão mais eqüitativa dos trabalhos entre os grupos existentes.
Os grupos passaram por diversas etapas, cada um desenvolvendo suas

propostas de trabalho. Para ampliar experiências e diversificar as atividades alguns
grupos optaram por agregar tarefas práticas às discussões teóricas que já existiam.
Um exemplo claro de tal situação foi a iniciativa do Grupo de Catalogação
(GTCAT) de realizar mutirões para processamento técnico (catalogação) nas
bibliotecas do Sistema que estavam passando por dificuldades nesta área. Esta tarefa
teve início com a indicação, por parte da Direção do SBU, das Unidades que
necessitavam ajuda. O Grupo organizou um sistema de rodízio entre os
participantes, que executavam as tarefas de processamento técnico do acervo nas
bibliotecas indicadas.
Depois de um longo período em que as bibliotecárias afastaram-se do seu
local de trabalho e as reuniões foram substituídas pela execução da tarefa proposta,
foi necessária uma reavaliação dessa atividade, o que levou a uma interrupção da
mesma. Entre os fatores que contribuíram para tomar esta decisão podemos citar os
seguintes:
•

os Bibliotecários executores não podiam interferir ou sugerir alterações na
dinâmica de trabalho das bibliotecas beneficiadas, uma vez que a equipe que
estava recebendo ajuda resistia às mudanças necessárias para agilizar sua rotina
técnica;

152

�I
•

os Bibliotecários envolvidos não somavam conhecimentos, funcionando apenas
como mão de obra;

•

I

II

não havia participação efetiva do corpo técnico da biblioteca beneficiada com a
ajuda, ficando alheios às atividades desenvolvidas, não sendo atingido então o

I

:

objetivo do grupo que era trabalhar COM e não PARA a equipe em questão.

I

A partir desta constatação, o Grupo retomou as suas atividades de rotina,

I

I

como os encontros semanais onde eram discutidos e solucionados os problemas de
catalogação. Paralelamente iniciou o desenvolvimento do Sistema de Automação de
Bibliotecas da UFRGS (SABi), apoiado por uma equipe de Analistas de Sistemas
designados especialmente para o SBU. O Grupo também se ocupou elaborando os
manuais do Sistema, organizando cursos de catalogação, ministrando treinamentos
para o próprio pessoal da Universidade e instituições que iriam utilizar o software. O
Grupo passou a ser o fórum de discussão e atualização do SABi, responsabilizandose pela edição dos manuais a cada nova versão do Sistema, e discutindo os
problemas surgidos em cada biblioteca com a implantação do SABi. As experiências
que cada um dos participantes trazia ao grupo eram a forma de encontrar soluções
que atendessem a todos, uma vez que a maioria dos problemas atingiam a mais de
uma biblioteca.
Os Grupos de Trabalho contam hoje com a participação de bibliotecários de
diversas bibliotecas do Sistema, dispersas fisicamente nos quatro Campi da
Universidade, reunindo-se regularmente em períodos previamente estabelecidos com
maior ou menor freqüência de acordo com as atividades a serem desenvolvidas.
Possuem uma coordenação e uma vice-coordenação, eleita entre o grupo, que
interagem entre si e com a Direção do Sistema para manter o funcionamento
homogêneo do SBU.
Algumas medidas apontadas por Schreiner, em 1982, já foram alcançadas. As
resoluções e iniciativas tomadas nos grupos de trabalho são documentadas e
repassadas à Direção do Sistema, que encarrega-se de informar a todas bibliotecas
do SBU. Os PSBUs foram avaliados e revisados pelos grupos, cada um na sua área,
153

i..

�bem como a divisão de tarefas específicas para cada grupo também foi observada.
Em 1996, os grupos mudaram sua denominação, passando de Grupos de Trabalho
para Grupos Assessores Técnicos, visto que absorveram a função de assessorar a

I

Direção do Sistema na tomada de decisões.
As reuniões de grupos tem a tarefa de manter os profissionais motivados para
o desenvolvimento profissional e consequentemente institucional. A discussão de
problemas ou de assuntos polêmicos é um fator de motivação, forçando os
componentes a perceberem os problemas em diversos ângulos, diversidade de
experiências e de formas de reflexão. Nos grupos, os profissionais encontram a
liberdade para expor suas idéias e discuti-las num ambiente democrático onde o
trabalho em equipe favorece o amadurecimento profissional individual e do grupo.
Podem ser apontadas algumas vantagens das atividades em grupo:
•

no grupo os indivíduos são mais sensíveis às argumentações dos colegas;

•

os preconceitos individuais tendem a desaparecer;

•

grupo cria autoconfiança permitindo que as pessoas se sintam seguras ao
executar determinadas tarefas;

•

grupo serve de instrumento de aprovação para o comportamento profissional;

•

grupo força as pessoas a tomar posição;

•

auxilia os profissionais dispostos a mudar seu comportamento e atitudes em
beneficio da comunidade.
A capacitação e aperfeiçoamento contínuo dos Bibliotecários é uma

realidade. Mas certamente existem algumas dificuldades para que a equipe técnica
de um sistema alcance esta meta:
•

cursos fora do Estado e muitos de longa duração;

•

falta de pessoal para cobrir a ausência daqueles que saem para aperfeiçoamento;

•

custo elevado dos cursos (a Instituição não oferece recursos financeiros e os
baixos salários não permitem autofmanciamento).

154

I

�Os Grupos de Trabalho funcionam como forma de preencher esta lacuna,
uma vez que nestes encontros os participantes trocam idéias e experiências. Existem
problemas com relação à participação de pessoal nas suas reuniões. O número de
participantes é bastante oscilante em função das dificuldades que cada biblioteca
enfrenta em determinados momentos. A falta de pessoal, um dos mais graves
problemas que a Universidade vem enfrentando, o aumento de exigências dos
usuários e do próprio Sistema, falta de objetivos no grupo, falta de integração entre
as atividades do Grupo e os interesses das Bibliotecas Setoriais e falta de motivação
dos funcionários são fatores que interferem na efetiva participação dos
Bibliotecários nos grupos.
Ainda assim essa proposta de educação continuada utilizando "Grupos de
Trabalho", vem dando certo na UFRGS pela característica dos participantes:
•

trabalham na mesma instituição (bibliotecas universitárias);

•

mesmos objetivos e mesmo tipo de usuário;

•

recursos e dificuldades financeiras semelhantes;

•

necessidades técnicas da mesma natureza.
Esta tentativa que vem sendo desenvolvida ao longo dos anos na

Universidade continua sendo a forma mais viável de aperfeiçoamento e capacitação
de pessoal, pois há que considerar a crise por que passam as Instituições Públicas de
Ensino Superior no País, fazendo com que seus funcionários busquem alternativas
para oferecer cada vez mais serviços com qualidade.

ABSTRACT

This work presents continuing education alternative that includes experience from
the Federal University ofRio Grande do Sul Library System' s Working Group.

155

�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. BARBOSA, G.S. A dinâmica dos grupos : um enfoque sistêmico. São Paulo :
Robe, 1995. 154 p.
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básico para o crescimento profissional. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE
ENFERMAGEM, 31., Fortaleza. Anais ... Fortaleza, 1979. p.101-106
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integrado de bibliotecas
dinâmicas de gestão da
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da Universidade de São Paulo em face às novas
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Curitiba. Anais ... Curitiba, 1996. Capo 6.11 DOC

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São Paulo, v. 12, n. 2, p. 64-66, maio/ago. 1993.
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Rio de Janeiro: José Olímpio, 1996. 276 p.
8.SCHREINER, H. Grupos de trabalho no sistema de bibliotecas da UFRGS.In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 7., Rio
de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro : SIBIlUFRJ, 1992. p. 32 (Trabalho
apresentado oralmente)
9.

. Grupos de trabalho no sistema de bibliotecas da UFRGS: reflexão
sobre a ação para a ação. In: JORNADA SUL-RIO-GRANDENSE DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 7., Porto Alegre. Anais ...
Porto Alegre: ARB, 1982. p. 132-140.

156

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