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                  <text>AVALI7\çR0 de serviços em BIBLiarECAS
universitárias brasileiras
lAURA MAIA DE FIGUEIREDO
Bibliotecária-diefe
Pcntifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro

ReAu/no: Líuan-tamen-fo v-ÍAando ^dentifjicoA oò
&amp;Atadoi de. a\ja£Ãação dc ieAvlçoi fiealÁzadoi
e/n b-cblÁotecM unlveAÁ-LtÕAÁaÁ biati-iíe-iAcUs, a
píWtiA de 19SO. foicm tontacXadoi,
v-ia
qaeÁtLonÔAÁo 226 b-íbtiotecai, com
aceAvoò
acÂma de 10.000 votimeA, doa quíúi 40 declaàa/iam leatizoA cLÍguni tÃpo de estado dz avatíação e iomenfe 30 p/ieencheAam oò wquAA-itoi pa/ia òeAem anatciadcu. Ventre oò òeAv-içoò admin-ii,t/uiti\joò, o moíoA númeio de eòtudoò de avaliação é iobie Aotinaò
viciando,
eiiencÁalmente, a hacÁ.onaIÁ.zação. Em Aeíação
aoò òeAv-íçoò técyUcoò, a maioi concentração
recaí em CA.A.cu£ação de peAÁódicoò, tendo em
v-iòta, pAincÃpaànente, a política de òeleção.
Oò leòultadoò indicam, dentro daò limiXaçõeò
da amoòtna. obtida, que a aXlvidade de avaliação noò iiòtemaó de in/íormação é baixa eòtando apenaò iniciada.

Palavra-chave: Avaliação de serviços em bibliotecas . Bibliotecas Universitárias.

1 INTRODUÇÃO
Apesar da grande quantidade de literatura intemacicnal na
área de avalicição de bibliotecas e sistemas de infornaçãD,
notasse que ela apresenta repetição de idéias, várias ver^
soes de um mesiiD trabalho e poucas contribuições relevantes.
59

�Acresce, ainda o fato de qx^e, na maioria das vezes, o estudo
relatado não passa de una descrição quantitativa de serviços
ou operações realizadas. Kantor (1) an seu artigo de revisão scbre o assmto, indica 375 referências bibliográficas,
registradas no LISA, em menos de um ano.
A literatura brasileira sobre o assunto é escassa; uma busca bibliográfica sobre "avaliação de serviços an bibliotecas
universitárias brasileiras", período 1978-1984, solicitada
ao IBICr, contém 33 referências. Esta literatura, além de
apresentar os rresmos prx±)lemas de literatura
estrangeira,
apcntados acima, tsn baixa disseminação, pois apenas 6 trabalhos apareceram oarto artigos de periódicos; 16 em Anais de
congressos; 4 em publicações internas; 2 apareceram coro tese; 3 cano monografias, provavelmente editadas, e 2
sem
identificação possível.
Bn relação ao tenpo, as 33 referências bibliográficas estão
distribuídas da seguinte forma:
1978: 5; 1979: 5: 1980: 8; 1981: 13; sem data 2.
As revisões de literatura e estudos mais abrangentes encontrados na área, a nível internacional, possuem
diferentes
terminologias e classificações para estudos de avaliação.
Kantor, considerando as funções do sistema, apresenta em seu
artigo de revisão 11 (onze) aspectos, dos quais podem
ser
derivadas medidas de avaliação:
1 dJj&gt;po¥\lb-ilÁxiade.- probabilidade de \ma pergunta ser respondida;
2 aci&lt;iAòÁ.b-ilidade.'- dificuldade de obter uma resposta;
3 cai to: o custo de financiar o processo;
4 piazo ou dmoKa: aspecto secundário da acessibilidade;
5 iilação: processo de escolher itens cctro resposta;
6 quayvtídade.: volume de serviço fornecido;
7 âmb-iXo: uma iredida relativa do conjunto recuperado;
8 vaíoh. do -ótem: "valor dos itens recuperadas;
9 vaZoA. do conjunto: "valor" do conjunto rectçerado ccmo un
todo;
10 utocageDi: escolha dos itens adicionados ou removidos da
coleção;
60

�11 ■Indexação: representação, em arquivos, dos ccxiteúítos da
coleção;
Sircar e colaboradores (2) ietentificam 5 diferentes aborda9ens que caracterizam cano diferentes tipos de avaliação;
1 utudo de. vlaá3ÁJU.dadz efetuado para verificar se o sistema
deve ser mudado;
2 O-Companhmdnto de du empenho subdividido em duas categorias: interno (relativo ã eficiência na utilização dos re^^ursos) e externo (reflete a efetividade do sistema e é a
carga total de trabalho e serviços executados pelo sistema) ;
V
3 veAA.^^cação põi - -implementação baseado nas especificações
do estudo de viabilidade e é, geralmente, efetuada de 3 a
6 meses apôs a implementação de um produto, serviço
ou
processo;
4 veA^L^icação do òÁJitenia de .cnio^mação examina todos os aspectos do sistema;
5 cLvatiação do amb-Lente do i-iitema de ln{,oimação considera
estrutura, planejamento e envolvinento do usuário ccmo fatores chaves antoientais.
I^caster (3) resume 6 (seis) critérios para avaliação
de
sistemas de reciçieração da informação que considera aplicáveis a serviços de bibliotecas, de maneira geral:
1 o.b/Langên&lt;u.a da coleção: escopo da coleção em termos
de
ccrpleteza dos assuntos qie ccbre;
2 ^evocação; capacidade do sistema de reciçerar docurentos
relevantes de um assunto;
3 fiecÃÁão: capacidade do sistema de não reciçerar documentos nao relevantes;
4 eò^o/iço: quantidade de esforço que o usuário despende para utilizar o sistema;
5 tempo de Aeópo-ita do 6-citema: prazo de espera inposto ao
usuário para obtenção de literatura ou referência;
6 ío.'imato6 de salda oferecidos pelo sistena.
apresenta ana situação hipotética que adota
uma
assificação_de serviços voltada para o usuário.
Neste
avaliação seria dirigida a seis serviços básicos:
61

�1 p-wvimznto d&amp; documentai qvie inclui todos os meios que uma
biblioteca pode se valer para fornecer ao usuário o documento desejado, desde que tenha a descrição bibliográfica
correta;
2 (lOAnecònento dtí blbíioQfiai-ioi, que inclui todos os neios de
prover o usuário coni referências bibliográficas de documentos de interesse, relacionados a um deteaninado assunto;
3 isAv-íço de. /le^ipoita. que fornece ao usuário uma resposta a
uma pergunta, an vez de enviar Io a um docxirento;
4 oAxen tação ao uáuÕjUo que inplica no desenpenho
pelo
"staff" de fvmções de professor ou orientador;
5 amb-LêncÃa que inclui espaço adequadamente equipado;
5 ieA V'iqoi adj untoi gue inclui serviços pouco usuais
coto
editoração, tradução, etc.
Pelos exenplos acima de Kantor, Sircar, Lancaster e
Orr,
quatro especialistas da área de avaliação, pode ser constatado que não existe uniformidade na terminologia, na abordagem e na maneira de encarar os diferentes tipos de avaliação
que podem ser efetuados an bibliotecas.
Acresce, ainda, que várias revisões críticas apontani
para
outros prxiilemas da área: dificuldades em diferenciar e caracterizar variáveis; dificuldade de msdir con correção estatística, evitando erros, tendenciesidades, e ruídos; dificuldades de determinar amostras estatisticamente
válidas;
dificuldades de correlacionar diferentes estudos, etc.
Cbnforme apontado por Ladendorf (5), a área de
avaliaçãD
pode ser descrita caro "muita fumaça can pouco fogo".
As dificuldades e as falhas apontadas na literatura não inípedem, no entanto, que as bibliotecas continuem insistindo,
cada^vez mais, em desenvolver programas e projetos de avaliação baseados,talvez, na sólida pronissa ds que algum resultado, ainda que falho e incotpleto, é melhor do que nenhum resultadD.
De aoordo con Svansoi e Mayer (6) estudos de avaliação visam:
1 avaliar um conjunto de objetivos, um plano ou um projeto,
antes de iiiplantâr-lo;
62

�2 determinar quão bem os «Ajetivos e expectativas de desempenho estão sendo atingidos;
3 determinar razões específicas de sucesso ou fracasso;
4 descobrir o que motiva um programa bem sucedido;
5 explorar técnicas para aunentar a efetividade de programas;
6 estabelecer bases para futuras pesquisas sobre os motivos
para o relativo sucesso de técnicas alternativas;
7 nclhorar os meios erpregados para atingir, ou redefinir,
&lt;±ijetivDS de acordo ccm resultados de pesquisas.
2 OBJETIVCS
O presente trabalho visa identificar os estudos de avaliação
de serviços e correspondentes objetivos realizados em
bibliotecas miversitárias brasileiras, a partir de 1980.
3 METODOLOGIA
Além das bibliotecas universitárias propriamente ditas, foram consideradas tarrbân ocno universitárias as vinculadas a
institiiições que desenvolvem atividades regulares ds ensino
e pesquisa, em âmbito federal, estadual e particular.
De acordo ccm Cberhofer (7), "o exame do uso do tenro "avaliação" na literatura da área mostra que existe uma variedade de definições, algumas conflitantes entre si. A maioria
tem carater cçeracional na medida em que se concentram nos
propósitos e nos procedimentos necessários ã realização de
um estudo de avaliação. As definições conceituais sao raras
Estudo de avaliação foi conceituado coro qualquer oonjuntx)
de procedimentos visando itedir o desempenho dos diferentes
ccnçonentes da biblioteca e/ou da biblioteca ccmo um todo,
para verificar quão bem os objetivos são atingidos, ou para
nelhorar serviços e/ou para ajustar orçamentos.
A amostra abrangeu 226 bibliotecas oom acervo não inferior a
10.000 volumes.'

63

�Os dados foram coletados através de c^stionários aoorrpanhados de uma carta explicando os cbjetivos do estudo enfatizando a inportancia de todo e qualquer estudo de avaliação
desenvolvido (anexos 1 e 2).
O "Gaia das Bibliotecas Universitárias Brasileiras", publicado pela CAPES, em 1979, foi a fonte base utilizada
para
distribuição do questionário.
Os questionários foram distribuídos em duas fases: os
da
priireira fase foram enviados no período de 7 a 19 de dezembro de 1983 e foram consideradas as respostas recebidas até
31 de julho de 1984.
Os questionários da segunda fase foram remetidos a partir de
31 de maio, e o recebirrento das respostas parece ter
sido
prejudicado pela greve universitária, cjpenas 4 foram recebidas. Assim, semente os que^itÁoncuuoi da pA-i/neÃ.-ta.
foram
considerados no presente estudo, encerrado em agosto de 1984
o c(ue inpediu a inclusão, no estudo, de dados referentes a
número de pessoas envolvidas, terço de realização, metodologia ertpregada e principais oonclusões.
4 RESULTADOS
Foram recebidas 105 respostcjs, ou seja, 46% dos questionários enviados. Dessas, 65 bibliotecas, (62%) declararem não
realizar estudos de avaliação e 40 (30%) responderam afirmativamente .
Entre as 40 bibliotecas, 10 (25%) não detalharam os itens C
e D do questionário, isto é, não indicaram títulos e objetivo, nem a existência de documentação escrita sobre os estudos realizados.
A amostra trabalhada fioou limitada a 30 bibliotecas
(75%)
das respostas positivas. Destas, 13 (43,3%) declararam ter
estudos de avaliação dos processos administrativos e técnicos; 16 (53,3%) declararam ter estudos de avaliação apeneas
de processos técnicos, e uma (3,3%) apenas de processos adminis trativos.
A avaliação de serviços administrativos abrangeu essencialmente, estudos de rotinas e serviços ociro um todo, visando
racionalização, autonação, treinanEnto de pessoal e ambiência, conforme Quadro 1.
b4

�A avaliação de serviços técnicos abrangeu 10 imocíal idades de
estudos, com objetivos que vão desde o estabelecimento
de
política de seleção/aquisição, isto é, a entrada do dDcumento no sistema ate o grau de satisfação do usuário, conforme
demonstrado no Quadro 2.
Os Quadros 1 e 2 mostram tipos de estudos e objetivos visados. Os nuTErais entre parenteses indicam quantidade de estudos realizados e quantidade de estiidos que apontaram cada cfcjetivo.
Oc«forme demonstrado no Quadro 1 os estudos de serviços administrativos se conoentram essencialnente an rotinas para
racicnaliz^ão de serviços_. 'tel preocupação parece indicar
una necessidade que se impõe para a área aãninistrativa.
'^^en^ um estudo de rotinas visou a autonação. Será
isto
uma indicaçao de quão "distante" está ainda o canputador da
maioria das bibliotecas universitárias?
Os estudos de desençenho de pessoal e espaço físico ocuparam o segundo lugar objetivando treinamento e adequação do
espaço tanto para usuários ccmo p£ira funcionários.
O Quadro 2 mostra a predoninancia de preocupação cem periódicos. Eta 10 tipos de estudo, 4 são oom periódicos.
Esta
preoctç»ação tem inúmeras justificativas tais ccmo: a iitport^cia do periódico ccmo veiculo de dissaninação da informação e custos crescentes associados a manutenção das
coleções.
Dos 39 estudos, 20 foram sobre circulação de
periódicos,
destacando-^ ocitío objetivo principal a política de
seleção/aquisição.
A circulação de livros_(incluindo coleção didática)
tambân
e importante preocupação das bibliotecas,
oonstatandD-se,
^inda, o objetivo política de seleção/aquisição.
Btíbora política de seleção/aquisição seja mencionada
24
vezes em relação a periódico e livros, quantas bibliotecas
ten suas diretrizes definidas em una carta de aquisição?

d5

�Quadro 1
ESTUDOS SOBRE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS

ESTUDOS

OBJETIVOS
—— (7) Racionalização

Estudo de Rotinas (7) ■

""2

(1) AutomaçSo

Desempenho de pessoal (3)
Espaço Físico (3)

66

(3) Treinamento
-

— (3) AdequaçSo

�Quadro 2
ESTUDOS SOBRE SERVIÇOS TÉCNICOS
OBJETIVOS

ESTUDOS

(18) Política de Seleçlo/Aquisiçlo
(3) AdequaçSo às necessidades de Usuários
(1) Implantaçío de Sumários Correntes
(2) COMUT
(1) Análise de Custo/Efetividade

Circulaçlo de Periódicos (20) 'k

COMUT (1)

. _ (1) Aceleraçâo/obtençSo de documentos

Coleçío de Periódicos (I)

(1) Completeza

Características Temática e
Qualitativas da Coleçío de Periódicos (1) — (1) Desenvolvimento do Acervo
Circulaçffo de Livros (6) —-

(6) Política de Seleçío/Aquisiçâo

Circulaçlo da Coleçío Didática (5)

(5)Adequaçío

Fluxo do Processamento Técnico de
documeijtos (1)

(1) Acelerar a recuperação da informaçSo

Serviços da Biblioteca em relaçío
aos usuários (2)

(2) Adequaçío

Uso do catálogo de Autor/Título (I) —

(1) Satisfação do usuário na busca de
informaçío

Disseminaçlo Seletiva da Informaçío (1)

(1) Capacidade de atendimento (plano)

67

�Scinente 17 bibliotecas indicaram oonunicações escritas, publicadas ou não, num total de 40, assim distribuídas pelos
Estadas:
UFPb
Paraíba
3
Minas Gerais
2
UIT-E
PUC/RJ
Rio de Janeiro
4
ÜSP 7; FGV 7
são Paulo
14
UEL
Paraná
1
P.io Graniie do Sul 16
UFRGS
A relação dessas ccrtiunicações escritas, a partir de
(itan D do questionário) está no anexo 3.

1980,

5 CONCLUSÕES
Ttendo em vista que foram enviados 226 questionários e recebidos apenas 105 (dDS quais apenas 40 declararam
realizar
algum estudo de avaliação e ctestes semente 30 foram utilizados) é razoável supor-se que as bibliotecas que não responderam não estão realizando estudos de avaliação.
Se esses estudos forem ccnparados oan os estudos apontados
por Kantor, Sircar, Lancaster e Orr, o quadro formado diega
a ser desalentador. Por outro lado é necessário ressaltar
as diversas dificuldades ccm que se defrontam as bibliotecas
universitárias brasileiras; sob este prisma é até sinal de
ooragem as bibliotecas conseguirem realizar os estudos indicados.
Estudos de avaliação encontram vários graus e tipos de dificuldades para serem realizados; conforme SWANSON, "uma grande quantidade de estudos nos espera, muitos dos quais exploratórios. Itemos necessidades de mentes criativas e pessoas
corajosas dispostas a oojpartilhar erros e sucessos ocm seus
oolegas".
6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 íCANTOR, P. B. Evaluation of and feedback in evaluation
storage and retrieval systems. ARIST, 17:99-120, 1982.

68

�2 SIRCAR, S. Approaches for evaluating information
systems.
and Rciici
(1) :50-65, 1982.
3 LANQ\SniR, F. W. The meoAii/ii'mi'iit and cwai'iiafuig ü/j
tibiaiii ii'fivicei. Wasfilngtcn, Infomvitlon Rctoutcxís
Press, 1977. p.7-8.
4 ORR, R. II. Measuring the goodness of library sercices: a
general freimcwoA of considering quantitative measures.
JoufimH
DoÇiimcnta.t(on, 29(3) :315-32, 1973.
5 LADEtOORF, J. Information service evaluation. Hk; gap
between tíie ideal and the possible. Spccfaf Nb'ia/iici,
64(2) :273-79, 1973.
6 SWANSON, R. W. &amp; MAYER, J. Performing evaluaticn studies
in Information Sciencs. JASJS, 26(3):140-55, 1975.
7 OBEHIOFER, C. A. Ccnooitos e princípios para avaliação
de sistentas de informação. Ciínicia da Jn^oiiiiação,
12(1):45-51, 1983.
Evaliiíticn of Services in Brazilian University
Libraries
AbitAnci: Su/ivzy aÁjrúng tv idi'nt-if^ij evatuatÃon
iiudÁ.eA -in BticLz-iiian univeu-iiij tÁbnanÁeA fiiom
19SO onuiaAdi. Two hundred and twenty
i-ix.
libfia/vieA, ulith hotdingò o/i ca. 10,000 vutume^
we^e contacted thiough a queòtúmnaÃle; f,ounXij
Ka.ted that they had iome k-ind of, evaluation
itady, but onty thilty fiul(,it(ed the lequiAltei
to be anaiyied. Among the
adm-ln-citlative
ieAv^ceA, lontÃne òÁmplÁ cation concentAated
the gAe.afe^t number 0|S itudieA. Among
the
technical òeAviceA, the gAeateit numben
of^
itadieA Ae^eAed to jouAnaf ciAcufaf-&lt;on, aiming
moA^nHy an acqu&lt;AÍJtÃon poticy. Within
the
timitatioM of^ the AuAvey, AeiiWt.i point out
tfiat evaiuaXixin itudie^i in Bnazit ian univeAii ty
llbia/UeA oAe veAy (^evo and ha^'e banely begun to
ex-iòt.
Key Words; Evaluaticn of library servicjes.
University libraries.
69

�ANI-XD 1

Sf mikXRK)
ot luta «ÓTICAS
!=_&gt;' Ur«V1J&lt;!J1A&gt;tAS
Rio it làncuo,

de 191

QKC Ol/I

Srr\^Of (i) Bibllulrcino (li
O 49S«mlnlno NulontJ d&lt; flibtiou&lt;t&gt; Uni&gt;irtiilnM. • wi itUlttde cm Cimpinu SP. cm fcmclio dc
)99), unciufia iprtKfMAx di»fri6succj« itriuntfi rcliuvM • *Í/TC4 «t^vrcicH no*»«a biMioucAs
Ni qw^iJiiU dc CootUcniJcfi 4ü Sub (cmi "Aviíja^Iú dt Scntço»", *&lt;n^o loiiciiar • coopef^lu dc
VSl do prrfnctumcnio. o mm ut|cnic pouixl, do quciLOnl/io cm uicio O icfcndo qvtiU&lt;}nlno;l cooUm, no
verto, o cndtrcfo pi'i onde drvc ut cn«itJo, b^aii V Si frctiij oi iid«« com Titi •lírwva, icUj t coto^ i/ Ao corroo
O etiuilo dl ivdli;lo de trrvi^Q* ib-uiic o n&gt;itu di loijnu idjtimiiiriü»»!, o driempervho de pc»i»J.
prwcUAmcriio micmo dc docorncniot, rdcMmpcnho Gc wic(Jo.
cUctili^lo. rcfci^ncri, &lt;iUJo|i^fo.
cluufke^lo. djiMfTUjii^lo, id(&lt;]uiv Io c uio dicotc^lg.cic.irivulaciidoocnloi opinio do wuino
A meti t volciar tudii ii iríorTr^çOei lotrie liu ctiudui dode 1950, nu
bruüiljài, rUA/ido i fom«cr yni p«nurinii doqwcciilwn^orcáiixidu Kloi/nporii qw&lt; o citvdo wji "pequeno" ou
'«mbnunán»". ü ditinOiuto i Kt form«du dcrc ui opu d( irntui uii nutncci, (ucncccndo um 9uidio tklioto pui
pline^intfAlo c tc&gt;rriiüi de dccitAci i nivct nè^ior.il
O ~Cuii du ftibliowcu (jriKCditlriai btuücitu", publutdo p«li C*p«i «m 1979. t i fonu biM uulutdi
pui idütftbuiflodo &lt;|ueiUooino
A|Jid(&gt;enJo i cu&lt;&gt;i&lt;ia(Jo V&amp;i , co^ocn-me iO ku uiuiro diipor pui quiuquer «Kluectmenlot
AlcocKMAmenlc,
Ijuri Miii de FifueNido
ViUluucirK-Oieft
PUC/W

CAMPINAS • } A 6 01 FCVCRtIRO DC

�ANl&gt;£) 2
LSTUDO [)B AVAIJAÇÁO DE SLHVIÇOS h.M
ÜIUUÜTECASUNJVIRSITAKJAS URASníIRAS
A Nomt ( cndtKço &lt;]( Eiiblioieci

CEP
T,l _1

CiJíòe

Etudo

)

B Indique le lui bibllolíc» till reilutirdo ou fíiluou, (leiile 1980. cíIuJoi de kviIiííIo de
1 S.,v,,c« .dmuuiii.u.o. (fuimulíí.o. de lonnu, Hu.o de d.xuii.enu» p-n ,,ioie.i..i,enio, de,empenho
íuncKinlnot &lt;ic.)
SIM ( )
NÃO ( )
2 SínKo» tícfi.coi (uUílü/»qui»içlo. t\asi&gt;ric»iJo/c»&lt;Ali&lt;íé^ío/ui.lrs4, Io. cucuIí^Íü, ícíí.íuca. buww
bibliuutlfiCH, diiitniuiJçJo, »uniltu« tuMctUti clt)
SIM ( )
NÃO ( )
C lndi4ueo(i) título (O do (i) titudoU) e itíp«:ú»o (s) ob;cuvo(s)

D C»so cxiti* àljvim» coniunic»çlo escri», publicid» ou nlo (ickuludo» picluiiuuifi, csul'jiJui píiciiu»
•obie o(s) tjiudo{j), indjijut icííitncn (i) bibliugiiriti (s)

Nome do Iníormviu.
Aumatuic
Díu

�ANEXO 3
CCMUNICAÇÕES SOBRE ESIDDOS DE OTALIAÇÃD DE SERVIÇOS 1980-1984
PARAlBA
BRITO, E. M. T.i SOUZA, S.; RAMALHO, W. C. Avaliação da col&amp;ção de peAÃ.Õdicoi da Bibtlotcca CcntAo-í da UFPb, na oAío.
de Cíinciai SocÃaíA AplÁ.cadaò, João Pessoa, 1983. 56p.
Trabalho apresentado por alunos do Curso de Mestrado
em
Bibl io tecononia.
MEIO, M. L. A. Coleção de pp-ríÓdícoi em bibliotecai unlveii-ctÕAx-CW: estudo de avaliação. Rio de Janeiro, 1983.
Dissertação de Mestrado, UFRJ/IBICT.
SILVA, H. M.; BARRETO, J. M.; PEREIRA, M. C. Avaliação da
coleção de livros da Biblioteca Central da UFPb, referente
a classe 8 - Língua e Literatura. João Pessoa, 1983.
23p. Trabalho apresentado por alunas do Curso de Mestrado
em Biblioteooncmia.
MINAS GERAIS
BORGES, S. M. Õ SeAvÁ,ço de comutação bÁh!U.OQ&gt;iã(iÁ.ca do VepafLtainento de SeAvlçoi ao iUaoAx-o - Biblioteca Centnal d»UFMG. Seminário Nacioial de Bibliotecas Universitárias,
39, Natal, 1983.
UFMG. Biblioteca Central. Seirviço de Canutação Bibliogrãfi'
ca. Manual de procedimentoi da Biblioteca Cenfial
dí
UfMG. 1981. Mimeografado.
RIO CE JANEIRO
BRAGA, G. M. Avaliação doA coleções de peAiódicoi da
PUC/RJ: estudo de uio. Diagnóstico preliminar. Rio
Janeiro, PUC, 1983. 53f. Datilografado.
FIGUEIREDO, L. M. Uso da coleção didática na PUC/RJ.
^oAmacionei FW/CLA, (13/14) :2-3, 1984.

àe
IH'

OEERTOFER, C. Otimização do ^luxo operacional inten.no: anóf
liie do Myitema de aquiiição centAolizada de mateiial bí'
bibtLoQW-fiico da PUC/RJ. Rio de Janeiro, PUC, 1983. 2v.
72

�OBERUQFER, c. Ot^-ização do ^lux.0 opeAac-íoiiaC òiteA-iio: Seção de referência. Rio de Janeiro, PUC, 1982. 7f. Datilografado.
SÃD PAULO
Universidade de São Paulo
^*GUIARI, C. S. a. L. Periódicos para o curso de gradiação
em Elifermc-gem e Ctostetrícia no Brasil: estudo biblionotrioo, 1966-1976.
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uiaá/Uoi - 19Í2.
ESCOLA DE AEMINISTRAÇÃD CE EMPRESAS CE SÃD PAUDO. BIBLIOTECA. Reiatólio paicíal da ConU,iião Eipec-Lal dz
Mat&amp;fvLal
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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              <text>Levantamento visando identificar os estudos de avaliação de serviços em bibliotecas universitárias brasileiras, a partir de 1980. Foram contactadas, via questionário 226 bibliotecas, com acervos acima de 10.000 volumes, das quais 40 declararam realizar algum tipo de estudo de avaliação e somente 30 preencheram os requsitos para serem analisadas. Dentre os serviços administrativos, o maior número de estudos de avaliação é sobre rotinas visando, essencialmente, a racionalização. Em relação aos serviços técnicos, a maior concentração recai em circulaçao de periódicos, tendo em vista, principalmente, a política de seleção. Os resultados indicam, dentro das limitações da amostra obtida, que a atividade de avaliação nos sistemas de informação é baixa estando apenas iniciada.</text>
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