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                  <text>PERSPECTIVAS DO PROGRAMA DE OOMUTAÇto
BIBLIOGRÁFICA - OOMUT
AMTONIO MIRANDA
Prof, do Dopartamentx» de Bibliote
oonomia da Univers i dade dc Brasília
PALAVRAS-CHAVE: Acessibilidade Docunentária,Disponi
bilidade Documentária, CXM/T, Programa de Ccnatação B^
bliogrãf ica-CXMLrr.
RESUMO
T/uiça a p&amp;upect^va kii-tõfUca doi òeAviçoi de aceJ,
•4o ao documento plÃmaAÁo no Sfiai-íi, a paAtÁA do
^^naJ
da década dc 1940 até. a cUação do COMUT 119S0].
Comenta 06 objet-cvoó do COMUT ã iuz dai pA-imeÁ^iaA
avaltacõcA de funcionamento do A-cótema c dticute ai peu
pectcvoA íutwuii KetacÁ.0nadai com a amputação da-i b-ibíto
tecai-baie, o iegmento -ínteAnactonai de fo'inecxmento dê
cõp-cai de documentai de e poAa o ExteAtoi, oi metoi de
comuntcacão poAa ioticÃtaçao e envto de copiai e Aectama
uma mati ag/ieii-iva divulgação poAa conqutitaA apoto do
iatuAo goveAno e expandíA o univeAio de uíuõaãoí.

�1 . A PERSPECTIVA HISTÕRICA
Os serviços de reprodução de documentos para aten
der a demanda da cctnunidade acadêmica e cientifica, no
Brasil, têm início no final da década de 1940, provável,
mente na Universidade de São Paulo.
A mesma época são projetados os primsiros catálogos
coletivos nacionais e regionais de monografias e publica
ções seriadas, a partir da iniciativa da Fundação Getu
lio Vargas.
Para que se possa acjuilatar aquele esforço pioneó.
ro, seria oportuno registrar que a rrodema tecnologia a fotoduplicação de textos a seco, a microfilmagem,
o
tele-processamí5nto de dados, os serviços postais eletrõ
nicos - eram ainda do dcmínio da ciência ficção ou ensa^
avam os primeiros passos.
O surto do industrialismo que caracterizou a moder
nização da sociedade brasileira do pós-guerra, cctn a re
democratização política e a expansão do ensino e da pe£
quisa, certamente influiu sobre a organização de siste
mas e serviços docuirentários no Brasil.
E, exatamente, no último período de Vargas
( mais
precisaitente, em 1954) que um grupo octn extrema visão do
futuro e de oportunidade criou e desenvolveu o Institu
to Brasileiro de Bibliografia e Documentação. O
IBBD
surge cotn uma proposta inovadora, mesmo a nível interra
cional, con o objetivo de criar serviços
cooperativos
básicos e de coordenar esses esforços em escala nacional
e transnacional, em cujos marcos institucionais os ser
viços de duplicação de documentos foram considerados pri
oritários.
No entanto, é a partir dos anos 70 que esses servi,
ços são definitivamente definidos, equacionados e ree£
truturados em uma acepção sistêmica, mercadológica e tec
nológica.
As experiências da EMBRAPA/DID (1974) (12),
do
SIDE/MEC-CAPES (1977) (10,13) e, logo a seguir,
da
BIREME, da BINAGRI, da BICENGE, do CNEN/CIN e da UNESP
já são respostas melhor estruturadas para lidar com
a
problemática do acesso ao documento primário no pais. A

40

�maioria desses subsistemas ainda estão operacionais
em
bases especializadas e institucionais.
O Programa de Ccrutação Bibliográfica (COMUrr) (15),
em bases interdisciplinares e inter-institucionais, foi
cri£ido pela Portaria n9 456, de 05 de agosto de 1980, do
Ministério da Educação e Cultura, sendo instituído junto
ã Coordenação de i^rfeiçoamento de Pessoal de Nível Su
perior-CAPES. Mereceu, imediatamsnte, o apoio do Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico CNPq, através do Instituto Brasileiro de Informação
em
Ciência e Tecnologia - IBICT (antigo IBBD) que passou a
dar apoio técnico, administrativo e financeiro ao Progra
ma.
A evolução do OOMUT foi extraordinária apesar - ou
talvez por esse motivo - de seu surgimento no período cr^
tico da crise econômica sem prex^edentes na história da na
ção. Dc maio de 1981 (isto é, desde o início efetivo de
sua operacionalização) até junho de 1982, o COMOT trata
Ihou ocm o apoio de 83 bibliotecas-base. /to princípio de
1983 esse conjunto foi anpliado para cobrir áreas espec^
ficas e instituições líderes do controle bibliográfico,do
ensino e da pesquisa, ou um total 180 bibliotecas-baso e
atendendo a 483 bibliotecas solicitantes.
"Dessas bibliotecas-base, 108 pertencem a universi
dades e 72 a instituições especializadas, sendo que 140
atendem na área de ciências exatas e 40 na de ciências hu
manas. Até agosto de 1984, de acordo cem relatório mensaX
do CQMUT, o programa abrangia 848 bibliotecas, sendo 181
base e 667 solicitímtes" (1:4).
Os dados estatísticos apresentam índices de cresci
raento expressivos. Segundo dados catpilados e analisados
por Maria do Rasário Guimarães Almeida, o volume de aten
dimento de cópias cresceu 1.101% de 1981 para 1982, 94%
de 1982 para 1983 e nos primenros neses de 1984 o cresci
mento verificado foi de 4% em relação ao mesno período
do ano anterior ( 1 :55).
O Programa já caneça a despertar o interesse inter
nacional, tendo sido apresentado em Congresso da IFIA, nõ
Canadá (5), em Seminário da UNESOO-FID, no Japão (16) , em
Seminário de Bibliotecas Universitárias, no Chile
(14)
enquanto a própria UNESCO desenvolve um projeto de avalia
ção do CGMLTT cem vistas a divulgar, eventualmente,
õ

41

�know-hew brasileiro para outros paises do Terceiro Mundo.
2. OS OBJETIVOS PERSEGUIDOS
A idéia da criação de im programa nacional surgiu da
necessidade de consolidar, em um esforço abrangente e in
terdisciplinar, os múltiplos subsistemas em operacionali
zação no pais.
O país havia acumulado
considerável acervo hemero
gráfico e bibliográfico em um número expressivo de biblio
tecas. O Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos, em 1980,
estava sendo reprogramado para ter maior capacidade e fie
xibilidade na incorporação e recuperação de dados; tinha
mos já uma experiência importante na montagem de serviços
de oanutação documentária e não seria possível continuar
estimulando novos e múltiplos mini-subsistemas especializa
dos, na área do MEC, conforme a demanda. (* 1)
Ccsn o apoio do Conselho Britânico foi possível orga
nizar um seminário bi-nacional sobre a tecnologia de mon
tagem de serviços de acesso ao documento primário, com a
participação de especialistas eminentes ccnio Maurice B. lá
ne, Donald Urghart, John Grey e Wilfred Saunders, da Bri.
tish Library Lending Division (BLLD) e da Sheffield
UrS
versity (23).
Paralelamente, contou-se cem a colaboração do Prof.
Lester Asheim (2), da North Carolina University at
Chap
pel Hill, que apresentou o modelo descentralizado que con
substacia a experiência americana.
Elnbora a literatura especializada, posterior a estes
fatos, identifique 5 ou mais modelos de organização - que
vão da total descentralização até a sua monopolização aa
um único local - são 3 (três), basicamente, os
esquemas
gerais:
a - centralizado - can a reunião física de acervo e
serviços, representado pela BLLD.
(* 1) Com a criação do Subsistema de Informação e Doamentação Educacional - SIDE, no período da administra
ção do Dr. Darcy Closs, na CAPES/MBC, .surgiram pre£
sões no sentido de criação de novos programas para as
áreas de Administração, Sociologia, Educação Física,
Enfermagem, etc., no ãnfcito da Assessoria de Planeja
mento Bibliotecário da CAPES.
42

�b - semi-ccntralizado - operando con bibliotecas base ou do cxx&gt;rd£3iação regional, em localidades es
tratégicas, ã exenplo da Alemanha;
c - descentralÍ2ado, con "descentralização coordena
da" através de mecanismos de controle operacional,
a exemplo a OCLC, dos EEUU.
i^sar dos argumentos ponderáveis colocados pelos
especialistas ingleses cptaitos, na criação do COMl/r, pe
Io mcxJolo semi-descentralizado, seguindo a experiência
anteriormente desenvolvida pelo IBBD, pela EJ1BRAPA, etc.
Não exatamente o modelo alemão - calcado aquele na estru
tura burocrática e federalista da Memanha Ocidental
nas um modelo menos ligado nas estruturas administrativas
e mais calcado na existência de centros ou polos com me
lhores condições e com vocação de serviço.
Os objetivos fundianentais do CUMÍT, constantes de
seu regimento interno, são os seguintes:
2.1 - Facilitar o acesso ao documento requerido nas
tarefas de pesquisa bibliográfica,
Indepon
dontcmente de ã)a localizado, mediante a ce
lebraçao de convênios do prestação de serviço
cctn bibliotecas-base (depositárias) , sob
a
egide de um sistcara de comutação bibliografi
ca descentralizado.
A montagem de um fluxo mais lógico, sistânico, veio
favorecer o intercâmbio documentário entre as institui
ções brasileiras, de forma a superar os limites do anadõ
rismo, da improvisação e da boa vontade dos
processos
primitivos.
Seria iitpossivel una expansão ordenada, programáti
ca, baseada nos esquemas anteriores onde os serviços grã
tuitos ou a preços diferenciados confundiam os usuáriosV
não ofereciam geurantias de continuidade e finalidade ml
nima, davam lugar a privilégios e favoritismos e
inpe
diam o necessário auto-financiamento progressivo.
~
A realidade do CXMJr já é tão evidente, já faz par
te do dia a dia de ituitas instituições que se toma ^
via sua funcionalidade ccro ferramenta facilitadora nõ
acesso ao documento, mesmo dentro dos estreitos limites

43

�de sua atvial fase de inplantação.
2.2 - Desburocratizar o processo administrativo e
contábil nas transações de ccnipra e venda de
fotocõpias/microfonnas de docunentos.
O defeito principal dos serviços de acesso ao docu
mento pioneiros no Brasil era a sua informalidade. Se ^r
um lado representavam uma louvável conquista no sentido
do intercâmbio de cópias entre as instituições das áreas
de ensino, pesquisa e gerenciamento, por outro lado inibi
aiu o seu crescimento em virtude da multiplicidade (ou au
sência) de mecanismos para efetuar as solicitações,_ os
atendinentos e o pagamento dos serviços. Tal situação di.
latava prazos, diversificava tarifas, inviabilizava coníU
ções de segurança e finalidade, tomava o "sistema" inpon
derável, incontrolável, em muitos aspectos.
O advento do CQMUT, cctn ima padronização _de proces
sos, ccin a normalização de fluxos, uniformização de pre
ços e com a centralização contábil,trouxe aos serviços de
comutação bibliográfica as bases para um controle opera
cional mais efetivo, para o planejamento cientifico de no
vos serviços em bases mais técnicas, mais confiáveis e du
ráveis.
2.3 - Favorecer a redução de gastos cem a importa
çao de materiais bibliográficos, seja orien
tando a seleção de títulos (evitando a repeti
çao desnecessária, através do fanento de po
litica de aquisição cooperativa), seja redu
zindo a importação de fotocopias de documen
tos de fornecedores estrangeiros.
Talvez a crise econômica, mais do que a existência
do CQMUT, terá influenciado a redução de gastos tanto na
aquisição de publicações no mercado exterior quanto na im
portação de fotoc^ias e similares. No entanto, a dispon^
bilidade do COMUT favoreceu enormaiEnte a contenção das
despesas aludidas.
Conforme o estudo de AIíffilDA, "o cancelanento de a^
sinaturas de periódicos em função do COMUT ainda não
e

44

�significativo em termos estatísticos"(1:50).
Seria arriscado buscar una explicação para esse fe
nômeno, alem do óbvio (ex.: O CCMLfT é um programa novo,
não há tradição de aquisições cocçerativas no Brasil,etcl
No entanto, é bem lembrar que as aquisições de
publica
ções periódicas escapam ã ação do bibliotecário, no Bra
sil, sendo quase senpre para atender às necessidades
e
preferências de grupos influentes, que buscími
financia
mento quase sertpre externo; ou para cuirprir requisitos ex
temos, como sejam o atingimento dos mínimos requerimentos
6o OTS; ou por desejo de prestigio institucional que pqs
sibilite atrair financiamentos, aindidatos, siirpatias pu
blicas. Um grande acervo é senpre elemento de stotus na
avaliação de uma universidade, de um curso de pos-graduação, de pesquisa.
São as próprias agências de fomento - a FINEP,
a
CAPES, o CNPq, etc. - que estão forçando a avaliação das
coleções, a eliminação de títulos duplicados ou de pouco
uso.
Com a consolidação definitiva do COMUT será poss^
vel instrumentar programas de seleção coordenada . e aqui
sição cooperativa, notadamente cctn verbas públicas, para
o que os estudos de elaboração de "listas mínimas" ( como
a que se desenvolveu na CAPíS, oom o apoio da FINEP e do
IBICr, no momento) serão de grande utilidade e viabilida
de prática.
2.4 - Contribuir para o aperfeiçoamento da pesquisa
e ensino, através da criaçao de oondiçoes para
a transferencia da informçao, em bases inter
disciplinares e cooperativas no uso dos recur
SOS acumilados nas instituições depositárias
dos acervos bibliográficos.
O estudo dc ALMEIDA coiprova a eficiência do uso do
CQMLTT nas tarefas de ensino e pesquisa. Os professores uni
versit^ios (63,8%) , seguidos dos alunos de pos-qraduaçao
(51,9%), outros usuários (profissionais liberais)
cem
47,9% e, por ultimo, pesquisadores, con 39,7% (1:52), são
os usuários mis assíduos.
Embora a amostragem pesquisada tenha sido muito re

45

�presentativa do universo, há, que ver esses números oom
certa cautela. Primeiro porque eles espelham percentuais
de uso e não por categorias (quimtos professores usam e
qiaantos não usam o serviço) e não percentuais entre
as
categorias.
O importante, para o caso presente, é a constatação
do atendimento prioritário ã área do ensino e da pesquisa
nos circuitos acadêmicos. Ê surpreendente o uso feito pe
los estudantes do graduação e deoepcicxiante o não
uso
por parte dos professores (36,2%).
Enquanto persistiran os sistemas especializados (ex.
EMBRAPA) , o atendimento da área de pesquisa fora do CXM/T
será sempre maior, sobretudo porque esse público requer
muita literatura não disponível no Pais, sendo que esses
sistemas têm acesso a coleções no Exterior, enquanto
o
CXMUr ainda não.
Com a integração da BIREME e do CENAGRI ã
rede
CXDMLTT, no entanto, a tendência é a de ampliar o
percen
tual de uso da categoria pesquisadores.
2.5 - Identificar as instituições com coleções
bi
bliograficas, por areas de conhecimento,
e
com infraestrutura (equipamentos
reprografi
COS, pessoal, etc.) mais aptas para o atendi
irento da demanda de fotocõpias/nicroformas de
pesquisadores ligados aos cursos de pos-qradua
çao, txisquisadores de instituições de pesquisa
e de outros usuários potenciais.
A identificação de bibliotecas com os melhores acer
vos e as infraestrutur® mais adequadas para a prestação
de serviço, através de levantamento de dados junto
ãs
instituições e com base no CXU deu lugar ã definição das
bibliotecas-base e ã celebração dos convênios
neoessâ
rios. Trata-se de um elenco de bibliotecas flexível, qi:ã
pode ser ampliado ou, em casos extremos, reduzido se no
vas bibliotecas forem atraídas; ou serem excluídas, no cã
so de extinção ou não cumprimento das cláusulas
contra
tuais.
~
A princípio cptou-se por um Catálogo Coletivo
Sim
plifiçado, extraído do CCN, apenas com os acervos das bi
bliotecas-base, o que visibilizava nelhor o universo diê

46

�publicações disponível dentro do sistema, e evitava a re
corrência a outr£js biblioteccis sem os acordos de presta
ção de serviços definidos pelo OOMLTT.
Optou-se agora, por razões de custo, pela distribui
ção de cópia micrografada do Catálogo CCN oonpleto. A pri^
rreira vista, pode-se considerar a vantagem para as biblio
tecas solicitantes que não sorcnte poderão identificar as
bibliotecas-base mas tanbém outras ccm as quais qiKircUH ou
necessitem interagir na busca de documentos. Teire-se, po
rém, que os cupons sejam usados indevidamente para o paga
mento de serviços a bibliotecas que não têm contratos e
que se airplie a atual margem do insatisfação de uso quan
to a tempo e outros requisitos (nao atendimento,
extra
vios, etc). Vai ser difícil explicar ao usuário que nao
se pode acessar determinada biblioteca porque não
faz
parte do Programa, se ela faz parte do CCN distribuído pe
Io CDMOT.
Vai ser necessário:
a) instruir cuidadosamente os encarregados das bi.
bliotecas solicitantes na identificação correta
das bibliotecas-base, para evitar constrangimen
tos, tarefa difícil de atingir no monento, sem
um treinamento intensivo.
b) depurar o Catálogo Coletivo Nacional 6o Periõdi
COS - CCN, para que dele se eliminem coleções fan
tasmas, coleções insignificantes e instituições"
que não atualizam seus dados nem têm condições pa
ra atender eventuais solicitações.
I) CCN vem sendo reestruturado em termos técnicos e
tecnológicos nais adequados para seu porte e função e o
IBICT vem desenvolventk) esforços para consolidá-ío coro
instrumento do acesso ao docunento nais do qie como ele
mento de ccntrole bibliográfico, conforme as exigências
atuais.
Ê possível que o CCN, em um futuro próximo, possa
ser acessível em linha em alguns pontos focais nos gr£jn
des oentros urbanos. Estudos já estão sendo desenvolvidos
oan esse cfcjetivo.
A completa codificação dos títulos siitplificaria, so
bremaneira, as requisições por via telex, reduzindo eus"

47

�tx3s, teirpo e garantincJo absoluta precisão de c3acio^.
O (XN vem de uma tradição de quase 40 anos, através
dos quais vem sofrendo periódicas transformções,
pari
passu com os avanços tecnológicos (automação,
sistema
OOM, teleprocessamento e, em breve, em linha) para aten
der os novos requerimentos inpostos pela mcaitagem
dos
grandes sistenas de informação dos dias atuais.
O OOMOT, em sendo um sistema semi-desoentralizado
de acesso às coleções de periódicos e outros siçxartes,
depende completa e irreversivelmente de m ou mais catã
logos coletivos para o sucesso de suas transações, para
localizar publicações periódicas, mcnografias e outros m
teriais não-convencionais disponíveis nas bibliotecas do
País.
3. PERSPECTIVAS FUTURAS
Das hipóteses levantadas por ALMEIDA (1) em sua di£
sertação sobre o OOMUT, duas não puderam ser ccnfirmadasT
A primeira, parcialitente comentada anteriormente
(vide
2^3), diz respeito ã modificação dos critérios de aquisi
çao de periódicos após o uso do programa. Infelizmente ,
o processo de seleção de material bibliográfico, confor
ms estudo realizado por FIGUEIREDO (3:330) é ainda, nas
bibliotecas universitárias - que ocnstituem o
conjunto
mais expressivo das bibliotecas que dão suporte do OQMUTuma atividade desenvolvida "de maneira secundária, descui
dada e ertpírica; sem a existência de documentos normati
vos; sem o adcc^ado preparo dos profissionais". Obviaitm
te, a simples existência do OOMUT, por sí só, e em
lin
período de tetiço tão curto, não poderia transformar a men
talidade, os costumes e os métodos arraigados de
trabã
lho profissicaial do bibliotecário brasileiro. No entanto7
a crise econômica e o surgimento de uma elite profissio
nal mais amadurecida e preparada, valendo-se inclusive do
CQMITT, poderá - ooiro já há indícios, cm algumas institui
çoes, de que isso jã vem acontecendo — racionalizar o pro
cesso de seleção e prooessar uira aquisição mais científi^
ca 8 participante.
A segunda hipótese não oonfirtiBda, é a de que
as
bibliotecas integrantes do OOMUT anpliariam os seus servi
ços de alerta após o início do program. Em verdade, as

48

�bibliotecas universitárias brasileiras são pobres quanto
ã organização de serviços de alerta, excluindo-se a elabo
ração de boletins bibliográficos de novas aquisições. As
bibliotecas especializadas, mesmo que de forma ainda tlná
da, é que vêm divisando serviços de alerta, quase sempre
atrelados a sistemas de informação especializada.
Desde o surgimento do SIDE se cogita da criação de£
ses mecanismos de difusão bibliográfica para intensificar
o uso dos materiais que ingressam de forma regular nas b£
bliotecas, com pouco sucesso porque dependem seitpre de um
mínimo de recursos, quase senpre de fomento externo(CAPES,
IBICT, FINEP, etc).
Propostas nesse sentido vêm sendo feitas e até ira
piementadas na área biorrédica, na de Educação, de Quínd
ca, etc.,com um sucesso parcial e - tudo indica -, só al
cançarão seus objetivos quando o MEC, o CNPq e outras agm
cias movimentarem um prograira específico para esse fim.
Os sistemas de SDI, no ântoito dos grandes sistemas
especializados - EMBRAPA, CENAGRI, BII^EME, CNEN-CIN, IFT,
etc -_têm maiores garantias de organização e nenutenção
mas vão exigir, da parte do OOMOT, um segmento intemacio
nal para £uipliar a sua margem de resposta c&gt;os
requerT
mentos dos usuários.
B bom frisar e enfatizar que o estudo de viabilida
de que levou ã implantação do OQMOT foi cauteloso, propcn
do sua inplementação em forma gradual e segura. Não se
pretendia oferecer serviços além da capacidade objetiva
de um novo progrima, extremamente dependente de um infra
estrutura ainda incipiente e precária.
desse enfoque gradualista e realista,
são
propostas algumas medidas para estudo e/ou irrplantação
nos próximos anos, a saber:
3.1 - Bibliotecas-base
Seria possível airpliar o número de bibliotecas-base
nas áreas de cxinheciirento ainda não plenamente CObcrtciS
pelo atual osquema,
3.1.1 - Nesse sentido, a incorporação integral da
EMBRAPA/DDT seria extremanEnte_desejável, dando a
este
sistema, inclusive, participação efetiva na Comissão Exe
cutiva do CDMUr. A EMBRAPA já dispõe de um acervo signifT

49

�cativo, tem experiência no fornecimento de fotocópias,in
elusive com um segmento internacional que poderia pres
tar serviços aos usuários do CXíMOT, em condições negocia
veis, e está mantando uma rede env-linha que, em breve,
permitirá o acesso a seu catálogo coletivo em vários pon
tos do território nacional.
A BMJIWA não participa do CCN mas deve-se anali
sar esse quesito com flexibilidade. O COMLTT, certamente,
terá que trabaJiiar com vários catálogos no futuro, até
que o CCN disponha de todos os recursos técnicos e finan
ceiros para assumir o porte de uma OCIC, com diferentes
serviços e opções. '1'rata-se de uma tarefa que está, cer
tamente, nos planos do IBICT mas que requer ainda um tOT
po de mturação e muitos recursos, ainda não assegurados.
3.1.2 Outro sub-sistema que precisa ser incorpora
do - e existem negociações nesse sentido - é o SERPRO,
cujo acervo na área de Informática é de vital iitportãn
cia dentro dos planos de expansão da pesquisa especiald.
zada no Brasil, a partir da lei de reserva de mercado no
setor.
O SERPRD sairia também benefeciado na medida
em
que ampliaria o seu acesso a coleções de áreas "perifé
ricas".
Aqui, outra vez, o maior énpecilho é a não partici
pação do SERPRD no CCN, o que poderia ser negociado,achali
do-se uma solução transitória que garantisse ao público
o acesso imediato a esse acervo inportante.
3.1.3 A Biblioteca Nacional, do Rio de Janeiro,dis
põe de uma fabulosa coleção de publicações
periódicas
brasileiras, inclusive jornais raros, antigos e
moder
nos. Grande parte já está sendo cadastrada
autcmatica
mente e as séries históricas microfilmadas.
A maior riqueza patrimonial da BN é, exatamente,na
área de Humanidades e Ciências Sociais, justamente o seg
nento mais débil do CQMUT, onde a melhor literatura
e
não convencional e está veiculada em publicações não ci^
tificas.
Elnbora não disponhamos de bons índices para a manu
tenção de serviços de alerta na área, sabe-se que exis
te uma demanda inibida que a BN poderia, facilmente,ateíi

50

�der.
7*qui, outra vez, o grande obstáculo é a não parti^
cipação da BN no CCN, nas ela dispõe de catálogo próprio
para divulgação.
3.1.4 Seria possível, ao CXMJT, identificar algumas
bibliotecas no Exterior para celebrar com elas
acordos
de trocas de serviços, em bases de reciprocidade, de res
sarcimanto de custos, etc. Universidades em países desen
volvidos, algumas grandes bibliotecas do governo, no Ex
terior, estariam dispostas a prestar esse tipo de colabo
ração, com custos bem inferiores aos da BLLD, OCLC, CNRS,
etc. A EMBRAPA já vem testando, há anos, esse meceanismo,
com razoável sucesso.
3.2 - CDMÜTEX
Seria o momento para reiniciar os estudos para
a
inplantação de um segmento internacional,
estruturado,
para o GOMLTT. O assunto já vem sendo estudado há bastante
tenpo, dispondo-se de um elenco de idéias e de fõnnul£is
para sua operacionalização.
Possivelmente, poder-se-ia começar pela venda
de
serviços aos países latino-americanos irais demandantei7
assim como Portugal e ex-colonias, não somente de litera
tura brasileira (qxja já é expressiva, em várias áreas dõ
canhecinento), como também literatura estrangeira acumula
da no País.
~
O desenvolvimento de sistemas de informação especia
lizados no continente, com a elaboração de bases de
dã
dos, de serviços de alerta, etc, estão na
dependência
direta da montagem de programas de comutação bibliográfi
ca na região. A colaboração da BIREME e da EMBRAPA, den
tre outras instituições, poderá ser de grande valia.
~
A medida que os demais países montarem seus
pró
prios "GOMOTC", será possível adquirir docunentação regiõ
nal, dos países originários, sem ter que recorrer ã Euro
pa e aos EEUU, como atualmente.
~
3.3 - MEIOS DE OOMUNICAÇÍto
O CX)MUr cpera, fundamentalmente, com base nos servi

51

�ços postais da Elipresa Brasileira de Correios e Telégrafos
A ECr desfruta de um grande prestigio público desde a sua
transfomação em empresa, em 1972. Os serviços são consj.
derados seguros, confiáveis embora as colunas de jornais
de opinião pública não raro registrem perdas e extravios
em níveis quase intoleráveis.
Sem dúvida alguma, os serviços da BCT estão apare
Uiados ccm os requisitos modernos, can um grau de raciona
lidade organizacional e bases tecnológicas avançadas, com
grandes centros de triagem eletrônica, correio facsitiú
lar, correspondência aglarerada, etc. No entanto, a entre
ga doniciliar é problemática (apesar da exaustiva oodif_i
cação dos logradouros das regiões metropolitanas) e a re
messa de pacotes e inprcssos - de que o CXMJT depende continua com uma certa margem de risco de extravio e de
teriorização.
Segundo ALMEIDA, toda a correspondência do (XMOT é
feita COTO se fosse carta sinples, cujo preço mínimo é de
Cr$ 120. Se fosse enviada ccíno inpresso o preço
cairia
para Cr$ 60, para pessoa física e Cr$ 46 para pessoa ju
ridica (1:56) .
Ainda segundo a autora, os usuários do CXMJT dese
jam o uso do serviço SEDEX, da BCT, coir. entrega em 24
horas nos grandes centros urbanos, ccxn uma taxa extra de
920% em relação ã tarifa normal, para fazer jus a um ser
viço urgente e prioritário, justificativa em casos exeg
cionais.
O sistema de malotes, con correspondência agrupada,
poderia vir a ser viável entre as grandes bibliotecas do
pais que, além de serem as maiores fornecedoras, são tam
bém as mais solicitantes. Sua inplementação exigiria estu
dos aprofundados e sua viabilidade poderia assegurar-se,
prlncipalrrente, se o MEC viesse a patrocinar o desenvolvi,
roento de coleções cooperativas de literatura cientifica
estrangeira, cctti eitpréstimo inter-bibliotecário, anexo ã
comutação bibliográfica.
A ECT oferece serviço facsimilar, muito oneroso ain
da, mas que poderá ser usado em casos exepcionais.
Provavelmente, o mais viável a curto prazo seria a
utilização do telex para as solicitações entre bibliote
cas, para o que se necessitam estudos técnicos e econôná

52

�COS, ocin a brevidade possível.
3.4 - Divulgação
No inicio de um novo governo, can muitas autorida
des novas nos postos-chave, o MEC e o CNPq/IBICr precisam
reativar, através do CQMOT, uma agressiva campanha de es
clarecinento e conquista de apoio institucional, paralela
mente ã conquista de novos públicos.
A consolidação do prograna tambõn dependo da aceita
ção pública, exigindo novos contatos oan reitores, proreitores, coordenadores de cursos, chefes de departamm
tos, diretores de unidades de pesquisa, organizadores de
eventos e conclaves profissionais e, se possível,
"imla
direta" cora as elites profissionais do país.
O público potencial é imenso nos setores acadêmicos,
e quase inexplorado nas áreas ertpresariais, administratis
vas, industriais e no canpo das profissões liberais.Afortunadamente , estas últimas são as de maior poder aquisit^
vo, embora de mais difícil sensibilização e contato.
4 - CONCLUSÃO
O Programa de Comutação Bibliográfica van cunprindo
um cronograma de execução cem relativo sucesso,
apesar
da crise econônica. Tudo indica tratar-se de um Programa
irreversível, de garemtida continuidade graças a sua esí
trem necessidade e seus baixos custos operacionais.
O COMUT vem demonstrando a viabilidade dos serviços
cooperativos, em função de seu nível de
institucionali
zação, sua parcial auto-sustentação econômica e mercê dê
avanços tecnológicos disponíveis.
O Prograira tem sido rigoroso e cauteloso na oferta
de novos serviços, san a garantia de montagem prévia de
infraestruturas de sustentação razoável, política
essa
em que deve permanecer. Sem onbargo, as pressões dos usuã
rios no sentido da diversificação de serviços (ex. ofere
cer cópias de artigos de jornais, teses, relatórios técni
COS, patentes, etc) e ncdalidades de conunicação (ex. fac
simile, telex, malotes etc) deverão ser analisadas e con
sideradas no marco de sua viabilideide e econanicidade. ~

53

�Ttoma-se mister aitpliar a ação do CXM/T, seja pela
incorporação de umas (poucas) novas bibliotecas—base, s^
ja pela identificação de entidades no_Exterior p^a a tro
ca sistemática de serviços, em condições razoáveis e con
fiáveis.
Apesar da "visibilidade" atual do Programa, faz-se
necessário reativar a sua promoção para conquistar novos
patrocinadores e novos usuários.
^
Cabe ao MKC, no setor das bibliotecas
universita
rias e ao IBICT, no campo das bibliotecas especializadas
e da nontagem de mecanisnos válidos (o CCT, o
fomento
ãs bases de dados, aos serviços de SDI e alerta, ao con
trole bibliográfico em geral) garantir o marco institucio
nal, político e técnico necessário ã expansão e consolida
ção do Programa de Comutação Bibliográfica brasileiro. E
esforços estão sendo ertpreendidos nesse sentido, ccan a
esperança de que o novo governo federal dê continuidade
e novo iitpulso à sua plena concretização.
É o momento de greinde esperança.
ABSTRACT
It piuanti the. luJstonÃcal background
tnteALLbfLCUiy
loan iZAvice^ -in BA.az.iI i-ince .the end o^ 40until the
creation
COMUT .in 19S0. The objective-ô oí COMUT aAe com
mented tn A.elcUi.on to the itut evaluatiom
the iyitem
and at alio d-iicuMei the ^utuAe poatble
developmentA
Ailated to the gAOMing nuinbeA. o^ iuppoAtÃ.ng
tibAaAA.e.!,,
to the tnteM.naJU.onal link ^OA the pAov-iilon of, copter of
documents, the communication ótAategi.e.6 ^OA
AequeitÃng
ayid iending copter o^ publtcatiom, aóktng f^oA a
moAe
agAeóitve pAomot-ion tn oAdeA to conquer the
ei^ectUve
iupoAX 0(5 the {jUtuAe BAaz.Ltian gcveAnment oó uieel oò to
expand the actual unÁveAie o(^ uAeAi.

54

�nVUlJCXIRAl'IA
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57

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Traça a perspectiva histórica dos serviços de aces so ao documento primario no Brasil, a partir do final da década de 1940 até a criação do COMUT (1980). Comenta os objetivos do COMUT à luz das primeiras avaliações de funcionamento do sistema e discute as pers pectivas futuras relacionadas com a ampliaçao das biblio tecas-base, o segmento internacional de fornecimento de copias de documentos de e para o Exterior, os meios de comunicação para solicitação e envio de copias e reclama uma mais agressiva divulgação para conquistar apoio do futuro governo e expandir o universo de usuarios. </text>
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