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                  <text>��COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO
E JUSTIÇA SOCIAL
parcerias, serviços e produtos ofertados
pela pessoa bibliotecária com base na
CoInfo e na Agenda 2030
Ana Paula Meneses Alves

�Sumário
• Questões direcionadoras
• Bases para a proposta de Competência em Informação e
Justiça Social
• Parcerias, serviços e produtos
• Proposta orientadora de planejamento estratégico
• Considerações
• Referências

�Questões direcionadoras

�- Quais atividades, serviços e produtos,
pautados nos ODS 4, 16 e 17 e em
articulação com a Competência em
Informação, as pessoas bibliotecárias
podem oferecer para desenvolver o
pensamento crítico e o empoderamento
de sua comunidade no que concerne à
promoção de sociedades inclusivas,
pacíficas e justas?

- Que tipos de parcerias as pessoas
bibliotecárias devem criar/articular para
promover a Competência em Informação,
considerando os ODS 4, 16 e 17 da
Agenda 2030 da ONU, de sua
comunidade?

�COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO
E JUSTIÇA SOCIAL
Emancipação
Social
CoInfo e Justiça
Social, Gênero,
Racial e
Informacional

CoInfo e Resiliência
das Comunidades
após desastres

CoInfo e
Vulnerabilidade
Social

CoInfo e
Epistemicídio

CoInfo

Equidade em
Informação

�SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. . Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de
gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro:
IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.

�BASES PARA A PROPOSTA DE
COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO E
JUSTIÇA SOCIAL

�COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO
A Competência em Informação se fundamenta na educação em informação, um processo de ensino
aprendizagem, na perspectiva de ensinar a utilizar e compreender a informação, ou seja, a entender a sua
própria necessidade, localizar e selecionar corretamente, avaliar criticamente, recuperar, organizar, produzir e
compartilhar com efetividade, gerando novos conhecimentos e novas necessidades informacionais. Pode ser
descrita como uma metacompetência infocomunicacional, pois depende e está intrinsecamente relacionada a
outras diferentes competências. Também está ligada a justiça social, a equidade em informação e aos direitos
humanos, com foco no desenvolvimento do pensamento crítico, no aprendizado ao longo da vida, na
independência, no papel cidadão e na emancipação social a partir do uso ético e responsável da informação.
Para tanto, baseia-se em estudos e ações de questões teórico-práticas, voltadas a aplicação de um processo de
ensino-aprendizagem que foca no sujeito ou em determinados coletivos, assentado em suas realidades,
conhecimentos e representatividades; com o objetivo de mobilizar conhecimentos (saber), habilidades
(técnica/fazer), atitudes (querer fazer), valores, crenças, interesses (intenção) e comportamentos (informáticos,
comunicativos e informativos) para lidar, de forma adequada e eficiente, com a informação, em diferentes
contextos e formatos, sabendo reconhecer questões éticas, legais, políticas, econômicas e sociais, bem como
aquelas conectadas ao combate de questões contemporâneas, como a desinformação e as diferentes formas de
epistemicídio. Neste sentido, também podemos evocá-la como um ativo que colabora na promoção do
desenvolvimento humano, contribuindo para que as pessoas tenham capacidades e oportunidades de serem o
que desejam ser e utilizem a informação como um fator diferencial para sua emancipação social e no
enfrentamento as desigualdades.
Baseada em Alves (2018, 2020), Silva et al. (2019, 2021, 2022), Uribe Tirado (2013), Vitorino (2019), PNUD (2022)

�O QUE É JUSTIÇA SOCIAL?
• Comumente utilizada pela esfera jurídica quando o termo é aplicado para
se referir ao gerenciamento e à manutenção de leis justas para todas as
pessoas em sociedade
• Justiça social: tratamento recebido que se pressupõe ser equitativo e
justo (MEHRA, 2015)
• Cada pessoa obter chances e oportunidades para aproveitar sua vida em
toda amplitude e usando seus talentos e habilidades (VINCENT, 2012)
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. . Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em
bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v.
1. p. 1-16.

�JUSTIÇA SOCIAL NA ÁREA DE
BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
• O trabalho de justiça social é central para o desenvolvimento da BCI,
especialmente quanto aos valores do bem público, tratamento e acesso
justos à informação, responsabilidade social e democracia
• Muitas pessoas bibliotecárias operam dentro de estruturas políticas e
organizacionais que não priorizam os trabalhos antirracista, antissexista,
antiLGBTQIAfóbico, e outros, como valores centrais da profissão
bibliotecária (GIBSON et al. 2017, VINCENT, 2015)

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça
informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo).

�JUSTIÇA SOCIAL NA ÁREA DE
BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
• O trabalho para uma agenda em justiça social em BCI perpassa justamente por reconhecer
o potencial da profissão bibliotecária na construção de mudanças reais de populações
colocadas às margens em sociedades racializadas, capitalistas, colonizadas e patriarcais.
• Pode ser desenvolvido em todos os tipos de bibliotecas e U.I., especialmente, quando
relacionados à busca pelos princípios que regem a justiça social:
– justiça,
– equidade nas relações,
– empoderamento e desenvolvimento comunitário,
– diversidade étnico-racial, de gênero e cultural na participação e envolvimento nas
tomadas de decisões, entre outros.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de
gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro:
IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.

�JUSTIÇA SOCIAL NA ÁREA DE
BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
• Há três abordagens típicas sobre a justiça social em BCI, a saber:
– abordagem referente às pessoas, povos e comunidades afetadas pela injustiça social
– descrição e definição de justiça social
– estratégias que buscam alcançar a justiça social nos serviços oferecidos por bibliotecas e unidades de informação
Temas em discussão:
• justiça e equidade nas relações sociais
• empoderamento das comunidades
• impactos políticos, econômicos, culturais e ambientais
• construção e desenvolvimento comunitário equitativo visando promover a igualdade e justiça social e empoderamento
dos sujeitos e das comunidades
• diversidade, multiplicidade e democracia na promoção de tomadas de decisão
• mudanças realizadas para suprir as necessidades informacionais diárias dos grupos marginalizados –
• o papel das tecnologias da informação e comunicação na capacitação de comunidades com o interesse de que sejam
autônomas e atinjam suas metas e desejos
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas.
In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.

�TIPOS DE JUSTIÇA SOCIAL
Justiça racial
Reparação
de
injustiças
epistêmicas racializadoras e
colonizadoras no ensino,
epistemologia, bibliotecas e
U.I

Justiça de gênero
Representatividade justa de
todas as pessoas em suas
diversidades de gênero e
sexualidades em bibliotecas e
U.I

Justiça ambiental
Perspectiva que considera os
interesses de outros seres vivos
como meio fundamental de
proteção de recursos naturais

Justiça da deficiência
Analisa e denuncia as injustiças às
pessoas com deficiência realizada
por programas, ações, políticas,
atuação profissional que visam
rotular,
“consertar”,
classificar
sujeitos com deficiência com base
em
noções
dominantes
de
normalidade ou desenvolvimento
típico

Justiça informacional
Como parte da justiça social, a estrutura da
justiça informacional atua na distribuição justa
de informações buscando o “tratamento justo
de pessoas e comunidades como fontes e
também sujeitos de informação” (MATHIESEN,
2015, p. 18).

Conceito multifacetado que assume as pessoas
e sua relação com a informação a partir de três
abordagens: pessoas são buscadoras de
informação, são fontes de informação e são
sujeitos informacionais.
Justiça informacional pode ser entendida como
uma estrutura de justiça social para fornecer
aos profissionais da Biblioteconomia e Ciência
da Informação elementos que lhes permita
reconhecer as questões centrais de justiça
social nos serviços e produtos de informação

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA
EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�PARCERIAS, SERVIÇOS E PRODUTOS

�PARCERIAS
FORMAÇÃO: CoInfo é desenvolvimento ao longo da vida, pensamento crítico:

Fonte: Google Imagens (2022)

�EDUCAÇÃO CONTINUADA
PARA A JUSTIÇA SOCIAL
• Considerada uma pedagogia crítica que incorpora a justiça social como componente-chave da prática
pedagógica bibliotecária, a educação para a justiça social combina perspectivas de interseccionalidade
(relacionando gênero, classe e raça) e direitos humanos (SAMEK, 1996, 2007, 2016), buscando preparar as
pessoas bibliotecárias para assumir seus papéis intelectuais e práticos em sociedades racializadas,
capacitistas e desiguais.
• Devem ser abordadas em união às teorias da Biblioteconomia Crítica e Progressista (ROBERTSON, 2007;
TANUS; SILVA, 2019; SILVA, 2020), Biblioteconomia Guerrilheira (ALMEIDA JÚNIOR, 1995) e Biblioteconomia Negra (SILVA;
SALDANHA, 2019), contrapondo a perspectiva hegemônica na educação e práxis da área

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�EDUCAÇÃO CONTINUADA
PARA A JUSTIÇA SOCIAL
• Nesse sentido, algumas reflexões são necessárias no campo, tais como,
a discussão do próprio conceito de biblioteca e sua intrínseca relação com a injustiça social e
exclusão de povos não-brancos (LIPSITZ, 2009; LIPSCOMB, 2004, 2005)
ações da profissão bibliotecária para a justiça social
as contribuições teóricas e epistemológicas de populações negras, indígenas e outras nãohegemônicas para a construção de BCI
discussão de conceitos sobre racialidade branca em bibliotecas, neutralidade profissional e
epistêmica, perspectivas neoliberais na Biblioteconomia e práxis bibliotecárias,
entre outros temas, que impactam no atendimento da justiça social às populações às margens,
contextos sustentáveis, desinformação e inclusão de modo geral
• Reparação epistêmica nos acervos.

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�FORMAÇÃO

Parcerias com
universidades, grupos de
pesquisa, pesquisadores,
e com o movimento
associativo

�PARCERIAS
• Outras unidades de informação, instituição
como todo
• Comunidade:
– Para compreender necessidades
– Advocacy
– Marketing
–Trabalho conjunto
Lankes: Bibliotecas como plataformas da
comunidade!
LANKES, R. D. Expect more: melhores bibliotecas para um mundo complexo. Tradução de Jorge do Prado. São Paulo: FEBAB, 2016.

�PRODUTOS E SERVIÇOS

�• Ações, programas, seminários, cursos e projetos (pesquisa, ensino e extensão) para a justiça social:
devem ser criação de programas de competência em informação para a consciência crítica sobre
justiça social, visando estabelecer conexões entre a Biblioteconomia, Justiça social e temas sensíveis,
incorporando, conceitos como pobreza informacional, equidade em informação, entre outros
• Tanto para a equipe da biblioteca quanto para o corpo docente dos cursos de Biblioteconomia são
necessários treinamentos que incluam o pensamento e ações antirracistas, equitativas, inclusivas e
socialmente justas, conscientizando tais agentes para incorporação do ativismo da justiça social em
suas ações profissionais e epistêmicas

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�• A realização de iniciativas para a justiça social, envolve inclusive, as seguintes esferas:
– alocação de recursos e tempo para oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal para os funcionários
(incluindo treinamento)
– estabelecimento de forças-tarefa ou grupos de trabalho para abordar políticas e procedimentos em bibliotecas e
unidades de informação (por exemplo, presença de segurança em espaços de biblioteca)
– criação de comitês de currículo da biblioteca para examinar e avaliar continuamente a programação instrucional
baseada na biblioteca usando uma lente antirracista e inclusiva
– identificar questões de pesquisa que precisam ser investigadas, tais como autorias negras da Biblioteconomia,
representatividade negra no acervo da biblioteca, entre outros
– envolvimento das comunidades que utilizam os serviços das bibliotecas para identificar serviços e programas que
atendam suas necessidades informações, sobretudo aquelas em situação de vulnerabilidades raciais, sociais e
educacionais
– construção de parcerias com associações de bibliotecários e conselhos para constituírem parcerias em criação de
programas, comitês, eventos, entre outros;
– estabelecer políticas que tragam orientações para justiça social
– criar ações como grupos de discussão e clube do livro para promover o pensamento de autorias negras
invisibilizadas (JONES; MANI; CARLSON, 2022).

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�TIPOS DE JUSTIÇA SOCIAL E A COINFO
Justiça racial
Justiça ambiental
Justiça de gênero
Justiça da deficiência
Justiça informacional

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�TIPOS DE JUSTIÇA SOCIAL E A COINFO
Justiça racial
Justiça ambiental
Justiça de gênero
Justiça da deficiência
Justiça informacional

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�TIPOS DE JUSTIÇA SOCIAL E A COINFO
Justiça racial
Justiça ambiental
Justiça de gênero
Justiça da deficiência
Justiça informacional

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�TIPOS DE JUSTIÇA SOCIAL E A COINFO
Justiça racial
Justiça ambiental
Justiça de gênero
Justiça da deficiência
Justiça informacional

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�TIPOS DE JUSTIÇA SOCIAL E A COINFO
Justiça racial
Justiça ambiental
Justiça de gênero
Justiça da deficiência
Justiça informacional

SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C. ; ROMEIRO, Nathália Lima ; FEVRIER, P. R. ; ALVES, A. P. M. Justiça para quem? justiça social, informacional, racial e de gênero em bibliotecas. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 21., 2021, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: IBICT/UFRJ/ANCIB, 2021. v. 1. p. 1-16.
SILVA, F. C. G.; GARCEZ, D. C.; FEVRIER, P. R.; SILVA, L. K. R.; ALVES, A. P. M. Construindo caminhos: delineando os princípios da justiça informacional. In: ENANCIB, 2022. (no prelo)

�DESINFORMAÇÃO E A COINFO

�DESINFORMAÇÃO E A COINFO

�PROPOSTA
DE AÇÃO

�PROPOSTA
ORIENTADORA DE
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO

Characteristics of Programs of
Information Literacy that Illustrate
Best Practices: A Guideline.
Disponível em:
https://www.ala.org/acrl/standard
s/characteristics
Categoria 5:
Pedagogia/Ensino/Aprendizagem
Roles and Strengths of Teaching
Librarians:
https://www.ala.org/acrl/standard
s/teachinglibrarians

�•
•
•
•
•
•
•

Categoria 1: Missão, Metas e Objetivos
Categoria 2: Planejamento
Categoria 3: Apoio Administrativo e Institucional
Categoria 4: Sequenciamento do Programa
Categoria 5: Pedagogia/Ensino/Aprendizagem
Categoria 6: Comunicação e Advocacy
Categoria 7: Avaliações (do aluno e do programa)

�CATEGORIA 5:
PEDAGOGIA/
ENSINO/
APRENDIZAGEM

�Roles and Strengths of Teaching Librarians: https://www.ala.org/acrl/standards/teachinglibrarians

�Fonte da imagem: https://strategyconsulting.com.br/2018/04/18/expectativa-x-realidade-em-processos-de-mudanca/

�CONSIDERAÇÕES

�REFERÊNCIAS

�AGOSTO, D. (ed). Information literacy in the age of fake news. Santa Barbara: Libraries Unlimited, 2018. E-book.
ALVES, A. P. M. (org.). Estudos avançados sobre Competência em informação. Florianópolis: Rocha Editora e Gráfica: PPGCI UFMG, 2021. (Selo Nyota).
ALVES, A. P. M. Competência em informação em três atos: ética, saúde e emancipação social perspectivas e reflexões. In: SILVEIRA, F. J. N.; FROTA, M. G.; MARQUES, R. M. (org.). Informação, mediação e cultura: teorias, métodos e pesquisas.
Belo Horizonte: Letramento: PPGCI, 2022. p. 521-555.

.

ALVES, A. P. M. Competência informacional e o uso ético da informação na produção científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2018. Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/competencia-informacional-e-o-uso-etico-dainformacao-na-producao-cientifica/. Acesso em: 21ago. 2022.
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�Ana Paula Meneses Alves
apmeneses@gmail.com |

@apmalves1

nersiufmg@gmail.com | https://nersi.eci.ufmg.br/

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              <text>Palestra proferida pela Profa. Dra. Ana Paula Meneses Alves (UFMG) no I Fórum de Debate sobre Competência em Informação organizado pelo GT - CoInfo da FEBAB no âmbito do 29º CBBD - 2022. A palestrante apresentou as bases para a proposta de Competência em Informação e Justiça Social e sua aplicação em serviços, produtos e parcerias alinhados à Agenda 2030 como elementos para uma proposta de planejamento estratégico.</text>
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