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                  <text>II Encontro de RDA no Brasil – Evento on-line, 1 a 12 de novembro de 2021

Vocabulário RDA: ponderações para a Catalogação
RDA Vocabulary: weights for cataloging

Ana Carolina Simionato Arakaki
Professora do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de São Carlos
(UFSCar). Bibliotecária pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Doutora em Ciência da
Informação na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Pós-Doutoranda na área de
Computação pela Universidade de São Paulo (USP).
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9896600626524397
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0140-9110
E-mail: acsimionato@ufscar.br
Resumo
O redesenho e reestruturação do Resource Description and Access foram a motivação para essa palestra,
bem como, pautou-se como principal objetivo, identificar a relação do RDA com os vocabulários de
dados. Foi utilizada uma revisão narrativa da literatura, que elencou o desenvolvimento da temática,
principalmente com as recentes transformações da ferramenta RDA Toolkit, do ponto de vista teórico e
contextual do assunto. Por fim, o RDA sendo definido como um vocabulário de dados, vemos como
tendência a independência das regras de Catalogação, os requisitos são poucos e aqueles que usam o
vocabulário RDA, deverão decidir quais os elementos descritivos e seus valores são necessárias para
descrever um recurso informacional e como transcrever essa informação ao usuário.
Palavras-chave: Resource Description and Access. Vocabulário de dados. Vocabulário RDA. Catalogação.
Abstract
The redesign and restructuring of the Resource Description and Access were the motivation for this
lecture, as well as the main objective of identifying the relationship between the RDA and the data
vocabularies. A narrative literature review was used, which listed the development of the theme, mainly
with the recent transformations of the RDA Toolkit tool, from the theoretical and contextual point of
view of the subject. Finally, RDA being defined as a data vocabulary, we see a trend towards
independence from the Cataloging rules, the requirements are few and those who use the RDA
vocabulary will have to decide which descriptive elements and their values are needed to describe a
resource information and how to transcribe that information to the user.
Keywords: Resource Description and Access. Data vocabulary. RDA vocabulary. Cataloguing.

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Simionato Arakaki

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1 Introdução e Metodologia
A partir da publicação do IFLA Library Reference Model (IFLA LRM) em 2017, o
Resource Description and Access (RDA) foi redesenhado e restruturado em dezembro de 2020
pelas diretrizes do Projeto 3R. Foram realizadas alterações significativas para a geração dos
registros bibliográficos e de autoridade.
A plataforma RDA Toolkit traz novas formas para (re)pensar a Catalogação. Salienta-se
que por meio dessas alterações, a RDA é alinhada a sua natureza, um vocabulário de dados e
não a um código de catalogação, como até então era pensado. Bem como, traz ao RDA uma
modelagem associada aos princípios de conexão de dados, com o Linked data, com novas
possibilidades de sustentabilidade dos dados advindos dos registros de Catalogação.
Como Oliver (2021, p. 10, tradução nossa) pondera:
O RDA foi projetado para que não seja vinculado a nenhum padrão de
codificação. Ao utilizar a RDA, faz tornar possível a relação entre os dados
em uma ampla gama de contextos, em diferentes cenários de implementação
e não apenas em sistemas tradicionais de gerenciamento de bibliotecas.

Essa nova estrutura apresentada pelo RDA foi necessária pelas dificuldades
encontradas na adequação do MARC21 a esse novo instrumento de representação. Justamente,
pela necessidade em “[...] criar relacionamentos entre os bits de informação, de modo que seja
possível abordar os dados de praticamente qualquer ponto de partida e ainda recuperar o que
você precisa”. (COYLE, 2016, p. 31).
Os nossos catálogos, hoje, apresentam-se registros monolíticos e que não permitem a
individualização dos dados. (ARAKAKI, 2020). Essa preocupação deriva-se de um movimento
de renovação da Catalogação, em que percebemos que nossos catálogos, repletos de dados de
autoridade e bibliográficos já enriquecidos por padrões internacionalmente aceitos, ainda
estão sem conexões ou comunicações entre os mesmos, ou seja, estamos trabalhando em
nichos de armazenamento sem comunicação, comparadas a ilhas ou silos.
Nesse contexto, as alterações do RDA foram a motivação para essa palestra, bem
como, pautou-se como principal objetivo, identificar a relação do RDA com os vocabulários de
dados. A metodologia utilizada nessa pesquisa foi uma revisão narrativa da literatura. Compila
as principais produções da área que discutem e descrevem o desenvolvimento da temática,
principalmente com as recentes transformações da ferramenta RDA Toolkit, do ponto de vista
teórico e contextual do assunto.

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2 O RDA: flexibilidade, internacionalização e conexão entre os dados
As alterações do RDA Toolkit, plataforma de acesso ao vocabulário RDA, foram
salientadas pelo próprio princípio, objetivo e definição do RDA. Sendo definido como um “[...]
um pacote de elementos de dados, diretrizes e instruções para criar metadados de recursos de
bibliotecas e patrimônio cultural, formulados de acordo com os modelos internacionais para
aplicações de dados ligados centrados no usuário.” (RDA STEERING COMMITTEE, 2020).
O pacote de elementos é melhor compreendido quando também destacamos os
princípios das orientações do próprio RDA, em relação a flexibilidade, internacionalização e
conexão entre os dados. Esses princípios são descritos como (RDA STEERING COMMITTEE,
2020):
a)

Flexibilidade: o RDA comporta as práticas de catalogação para bibliotecas de grande
ou pequeno porte, especializada ou bibliotecas de público geral, independentemente
dos seus requisitos locais, permitindo a aplicação desde os processos tradicionais até
os processos mais recentes de Catalogação

b)

Internacionalização: A administração do RDA está estruturada para garantir uma
representação internacional maior e mais ampla.

c)

Conexão entre os dados: RDA é projetado para criar dados que podem ser acessados e
compartilhados entre bibliotecas e outros centros informacionais. Compatível com
aplicações para o uso de Linked data. (RDA STEERING COMMITTEE, 2020)
O RDA irá oferecer elementos ao catalogador, independente da região e idioma, caberá

ao catalogador escolhê-los de acordo com as necessidades de seus usuários e da adequação
representacional ao tipo de recurso informacional. Além disso, o RDA oferecerá a
possibilidade de que esses dados sejam conectados, seguindo as orientações Linked data,
auxiliando no processo e economia de recursos humanos, infraestrutura, financeiro, etc. que o
catalogador possui a sua disposição, bem como, possibilitará uma maior comunicação e acesso
desses dados à Web.
Como tendência para a integração semântica entre os dados, o Linked data sintetiza
em boas práticas para publicar e conectar conjuntos de dados estruturados na Web, com o
intuito de criar uma “Web de dados” (BIZER; HEATH; BERNERS-LEE, 2009). Por meio da
publicação e conexão dos dados, os sistemas serão mais abertos e interoperáveis,

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possibilitando um maior acesso do usuário ao catálogo, e ainda, se preocupando cada vez mais
em um melhor canal entre usuário e recurso informacional.
Para a conexão e composição das triplas pelo modelo de dados em Resource Description
Framework (RDF), as tecnologias semânticas utilizadas para a estruturação em Linked data são:
a)

Uniform Resource Identifier (URI): tem como função de identificar um recurso. É uma
atribuição inequívoca aos objetos e necessária, pois, as relações entre recursos não
podem ser incorretas ou ambíguas. Exemplos de Identificadores únicos: ORCID,
Lattes, DOI, Handle, ISBN, ISSN, entre outros,

b)

Linguagens de marcação: Fornecem marcações para descrição das informações;
padronizar a publicação e troca de dados entre aplicações Web; e realizar a
interoperabilidade com outros dados. Exemplos: XML, Turtle, entre outros.

c)

Resource Description Framework (RDF): modelo de dados para referenciar objetos e
como eles estão relacionados; utiliza a sintaxe XML; e descreve os recursos através de
declarações.
O modelo de sintaxe do RDF é baseado em grafos dirigidos rotulados, onde são

realizadas as conexões entre os recursos. Como o exemplo da figura 1.
Figura 1 – Exemplos de triplas em RDF

Fonte: Elaborado pela autora.

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Os elementos base desse modelo de tripla são: recurso (resource); propriedade
(property) e valor (value), e possibilitam a designação de significado aos conjuntos de dados
(datasets) publicados na Web.

3 O Vocabulário RDA (RDA Vocabulary)
Em 2015, a World Wide Web Consortium (W3C) definiu que um vocabulário de dados é
compreendido como um conjunto de termos que visa a descrição de algum recurso. Assim,
tem-se os vocabulários voltados à padronização dos elementos de metadados (vocabulários de
propriedade) e os que buscam uniformizar os valores. Como exemplos, podemos citar, o
Dublin Core Metadata Initiative Metadata Terms (DC Terms), Data Catalog Vocabulary (DCAT),
Friend of a Friend Vocabulary (FOAF Vocabulary) e o Schema.org.
Os autores Baker et al. (2011) no relatório “Library Linked Data Incubator Group Final
Report” declaram que um vocabulário de valor define recursos (como instâncias de tópicos,
estilos de arte ou autores) que são usados como valores para elementos em registros de
metadados. Normalmente, um vocabulário de valor não define recursos bibliográficos, como
livros, mas sim, os conceitos relacionados a recursos bibliográficos (pessoas, línguas, países,
etc.). Eles são "blocos de construção" com os quais os registros de metadados podem ser
preenchidos. Muitas bibliotecas exigem vocabulários específicos para selecionar valores para
um elemento de metadados específico. (BAKER et al., 2011).
Baker et al. (2011) continuam a contextualização referindo a lista controlada de valores
permitidos para um elemento. Os exemplos incluem: tesauros, listas de códigos, listas de
termos, esquemas de classificação, listas de cabeçalhos de assuntos, taxonomias, arquivos de
autoridade, dicionários geográficos digitais, esquemas de conceitos e outros tipos de sistemas
de organização do conhecimento. Para serem úteis na vinculação de dados, os vocabulários de
valores devem ter URIs de protocolo de transferência de hipertexto (HTTP) atribuídos a cada
valor; esses URIs apareceriam em um registro de metadados em vez de ou além do valor literal.
(BAKER et al., 2011).
No RDA, o esquema de codificação e vocabulário de dados, é apresentado por uma
lista estruturada nomeada de representações de valores controlados para os elementos. Um
esquema de codificação de vocabulário inclui uma lista RDA de termos ou seus vocabulários
de valores correspondentes no: registro RDA, uma lista de códigos ISO, uma terminologia

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padrão, um sistema de controle de autoridade, etc., e pelos índices de palavras-chave. (RDA
STEERING COMMITTEE, 2020).
Destaca-se que o glossário de termos do RDA, conceitua vocabulário de dados como
“Uma categoria que contém conceitos que são usados como valores para propriedades em um
conjunto de dados.”, isto é, definição coerente à referida por Baker et al. (2011).
Outro ponto de destaque, é que todos os elementos RDA, suas definições e quaisquer
itens relacionados notas de escopo, e todos os termos de valor do vocabulário e definições
foram armazenados em RDF no Open Metadata Registry (OMR), incluindo a fonte primária de
conteúdo do RDA Toolkit e as traduções. O OMR é um órgão responsável por fornecer um
meio para identificar, declarar e publicar o registro de esquemas de metadados (conjuntos de
elementos/propriedades), esquemas (vocabulários controlados) e perfis de aplicação (APs).
Todo o vocabulário RDA está exportado para um repositório GitHub, fornecendo um
gerenciamento de download e serviços para desenvolvedores que queiram desenvolver e
implementar aplicações para referência de dados conectados, inclusive as extrações específicas
de idioma e a seleção de elementos individuais e extrações de conceito/valores que fornecem
representações RDF com identificadores específicos.

4 Considerações finais
Com todas essas transformações e reflexões para a Catalogação, percebe-se cada vez
mais, a necessidade de comunicação dos nossos catálogos para ambientes mais abertos, como
Web. Por meio de sistemas mais abertos e interoperáveis, garantirá o acesso a todos os
usuários, independente do local que eles estão buscando a informação.
A publicação e conexão dos dados de biblioteca deverá ser ponderada para que não
seja apenas uma disponibilização dos dados. Mas sim, a melhoria dos problemas de
duplicidade de dados bibliográficos e de autoridade, a possibilidade de reutilização desses
dados por inúmeros catálogos em rede.
Por fim, o RDA sendo definido como um vocabulário de dados, vemos como tendência
a independência das regras de Catalogação, os requisitos são poucos e aqueles que usam o
vocabulário RDA, deverão decidir quais os elementos descritivos e seus valores são necessárias
para descrever um recurso informacional e como transcrever essa informação ao usuário.

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Referências
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Informação &amp; Informação, [S.l.], v. 25, n. 3, p. 163-186, out. 2020. Disponível em:
http://dx.doi.org/10.5433/1981-8920.2020v25n3p163
BAKER, T. et al. Library Linked Data Incubator Group Final Report. W3C Incubator
Group Report, 2011. Disponível em: http://www.w3.org/2005/Incubator/lld/XGR-lld-20111025/.
BIZER, C.; HEATH, T.; BERNERS-LEE, T. Linked Data: the story so far. International
Journal on Semantic Web and Information Systems, v. 5, n. 3, p. 1-22, 2009. Disponível
em: http://eprints.soton.ac.uk/271285/1/bizer-heath-berners-lee-ijswis-linked-data.pdf.
COYLE, Karen. FRBR, before and after: a look at our bibliographic models. American
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RIVA, Pat; BœUF, Patrick Le; ŽUMER, Maja. IFLA Library Reference Model: um modelo
conceitual para a informação bibliográfica. Tradução: Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli,
José Fernando Modesto da Silva, Liliana Giusti Serra, Luiza Wainer, Marcelo Votto Texeira,
Raildo de Sousa Machado e Zaira Regina Zafalon. Den Haag: IFLA, 2017a. Título original:
IFLA Library Reference Model: a conceptual model for bibliographic information. Disponível
em: https://www.ifla.org/files/assets/cataloguing/frbr-lrm/ifla-lrm-august-2017_rev201712por.pdf.
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https://www.w3.org/standards/semanticweb/ontology

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