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                  <text>II Encontro de RDA no Brasil – Evento on-line, 1 a 12 de novembro de 2021

RDA e a nova geração de catálogos:
explorando o Linked Data
RDA and the new generation of catalogs:
the Linked Data exploring

Letícia Guarany Bonetti
Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Graduação em Biblioteconomia pela
Universidade de Brasília (UNB) (2019).
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1895977717955732
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-3012-8465
E-mail: leticiagbonetti@gmail.com

Ana Carolina Simionato Arakaki
Professora do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de São Carlos
(UFSCar). Bibliotecária pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Doutora em Ciência da
Informação na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Pós-Doutoranda na área de
Computação pela Universidade de São Paulo (USP).
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9896600626524397
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0140-9110
E-mail: acsimionato@ufscar.br
Resumo
O cenário da web e dos avanços tecnológicos traz à tona discussões sobre a nova geração de usuários da
informação. Os catálogos de biblioteca parecem continuar ocupando um papel marginal no mercado de
consumo da informação digital, e os usuários consideram seu uso difícil e limitado quando comparados
com os motores de busca. Por meio de uma pesquisa exploratória, de natureza qualitativa, buscou-se
investigar o papel da Resource Description and Acces (RDA) na elaboração de catálogos mais voltados às
necessidades dos usuários da Web. Os estudos demonstram que a RDA tem potencial para guiar a
elaboração de catálogos mais dinâmicos, com melhor adaptação às tecnologias de bases de dados
emergentes. Os modelos conceituais e a RDA permitem uma organização mais direcionada nas
necessidades dos usuários de informação, podendo trazer benefícios para uma nova geração de
catálogos.
Palavras-chave: Catálogo. RDA. Linked Data. Web Semântica.
Abstract
The web scenario and technological advances bring up discussions about the new generation of
information users. Library catalogs seem to continue to play a marginal role in the consumer digital
information market, and users find their use difficult and limited compared to search engines. Through
exploratory research, of a qualitative nature, we sought to investigate the role of Resource Description
and Access (RDA) in the elaboration of catalogs more focused on the needs of web users. Studies show

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that the RDA has the potential to guide the creation of more dynamic catalogs, with better adaptation
to emerging database technologies. Conceptual models and the RDA allow for an organization more
focused on the needs of information users, which can bring benefits to a new generation of catalogs.
Keywords: Catalog. RDA. Linked Data. Semantic Web.

1 Introdução
No cenário da Web e dos recursos digitais, discute-se a necessidade de alinhar os
princípios de catalogação para a modelagem de catálogos mais voltados às necessidades dos
usuários atuais (SILVA et al., 2017). De acordo com Silva et al. (2017, p. 135), o usuário foi
posto como foco da biblioteca por Ranganathan “[...] ao mencionar o objetivo da elaboração
de um catálogo, o qual vem sendo repensado, a partir dos modelos conceituais, também com
foco central nas expectativas e necessidades do usuário”.
Nesse sentido, conforme argumenta Díez (2012), as bibliotecas têm realizado diversos
investimentos em prol da adaptação às tecnologias disponíveis, mas os catálogos parecem
continuar ocupando um papel marginal no mercado de consumo da informação digital. Os
usuários consideram o uso dos catálogos difícil e limitado quando comparados com motores de
busca (Google) e sites como a Amazon (DÍEZ, 2012). Surgem, então, novos desafios para as
bibliotecas e a catalogação, que estão relacionados com as regras, normas e códigos como
exemplo, a Resource Description and Acces (RDA) (LOURENÇO, 2020).
Baseado em modelos conceituais, a RDA foi elaborada para atualizar os códigos de
catalogação. Busca atender às exigências da descrição no contexto Web, focando nas
necessidades dos usuários e aproximando-os das linguagens de catalogação (CERRAO;
CASTRO, 2019). Arakaki et al. (2017, p. 4) afirmam que “[...] a evolução dos instrumentos de
representação no domínio bibliográfico acarretará numa nova transição para os catálogos das
bibliotecas”.
Os modelos conceituais, as diretrizes RDA, o cenário da Web Semântica e o Linked
Data passam a ser temas de destaque no cenário das bibliotecas e da representação na Web,
permitindo maximizar as buscas e recuperações das informações nos catálogos. Nesse cenário
pode-se citar, por exemplo, projetos da Library of Congress que utilizam recursos do Linked
Data para a implementação da RDA em catálogos, como o caso do BIBFRAME.
Essa afirmação é constatada pela atualização da RDA em dezembro de 2020. Nessa
atualização, a RDA foi remodelada e deixou de ter regras numeradas, seções, apêndices e

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capítulos, apresentando uma navegação orientada por matrizes de entidades, projetadas por
meio da modelagem da IFLA Library Reference Model (IFLA LRM).
Desse modo, trata-se de uma pesquisa exploratória, de natureza qualitativa, que
buscou investigar o papel da RDA na elaboração de catálogos mais voltados às necessidades
dos usuários da web. Para tanto, foram realizadas pesquisas bibliográficas nas bases Base de
Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (BRAPCI), Scientific
Electronic Library Online (SciELO) e no motor de busca Google Acadêmico, no período de abril
a setembro de 2021. Os termos utilizados foram: “Resource Description and Access” e “Linked
Data” relacionados com “biblioteca”. Dessa forma foi possível obter um panorama dos estudos
e aplicações da RDA na modelagem de catálogos mais abertos.

2 RDA e os catálogos de biblioteca
A literatura encontrada sobre a temática ainda não apresenta relatos da nova RDA.
Nesse sentido, o texto de Candela et al. (2015) destaca que a família de modelos conceituais
FRBR e as diretrizes RDA fornecem uma estrutura moderna que facilita o processamento
automático da informação (CANDELA et al., 2015), indo ao encontro do que é proposto pelo
Linked Data e pela Web Semântica.
Segundo Berners-Lee (2006) a Web Semântica não trata apenas de colocar dados na
web. Trata-se de criar links, para que uma pessoa ou uma máquina possa explorar a rede de
dados. Nesse sentido, dentre as vantagens da RDA citadas por Fusco (2010) está a melhor
adaptação às tecnologias de bases de dados emergentes, o que possibilita que as instituições
como as bibliotecas sejam mais eficientes na recuperação dos dados em seus catálogos.
De acordo com Coyle (2016) o objetivo do catálogo é fornecer uma identidade para os
recursos na biblioteca por meio de um conjunto de qualidades conhecidas, como autor e título.
O catálogo da biblioteca, ao contrário de motores de busca populares como o Google, projeta
seus produtos para atender apenas aos usuários que realizam a pesquisa sabendo o título ou o
autor da obra que desejam. Já os motores de busca não presumem que o usuário esteja ciente
da existência de quaisquer documentos que satisfaçam suas necessidades. Essa é a diferença
entre ver o espaço de informações como um conjunto finito de itens em uma prateleira, versus
um conjunto quase infinito de incógnitas em constante mudança. Apesar do limite e da noção
de inventário fazerem parte dos princípios de catalogação, segundo Coyle (2016), é um erro
presumir que isso seja o que o usuário de informação deseja.

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Para Díez (2012) as expectativas dos usuários estão claramente voltadas para o modelo
das ferramentas e serviços Web. Os motores de busca permitem a pesquisa de textos
completos, superando o caráter restritivo do catálogo limitado à exploração do referencial
bibliográfico. Em concordância, Coyle (2016) afirma que os catálogos e seus objetivos
fornecem uma visão muito estreita da possibilidade de interação dos usuários com a biblioteca
e seus itens. Para Lourenço (2020) os modelos conceituais e a RDA permitem uma organização
mais focada nas necessidades dos usuários de informação.
Nesse sentido, Díez (2012), ao abordar a nova geração de catálogos, afirma que a
literatura atribui a eles alguns elementos como: interface Web de design atual, semelhante às
disponíveis em sites comerciais; conteúdo rico como imagens das capas, links para índices,
resumos, nuvens de tags, navegação facetada; resultado ordenado por relevância; mecanismos
de autocorreção como “você quis dizer?”; recomendações de materiais relacionados; e
contribuições dos usuários, permitindo-os adicionar dados como resenhas, críticas e tags.
Coyle (2016) vai mais adiante e cita um exemplo do que seria possível com a aplicação
dos preceitos do Linked Data e da Web Semântica no universo bibliográfico, com o autor
identificado em uma descrição de catálogo de biblioteca podendo se interligar com a página de
informações do autor na Amazon ou com a entrada enciclopédica sobre o autor na Wikipédia.
O maior desafio seria fazer essa transição, usando-se de novos modelos.
Tendo isso em vista, pode-se citar o trabalho de Candela et al. (2015) que descreveu a
migração das entradas do catálogo da Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes para uma nova
base de dados relacional que segue os modelos conceituais promovidos pela International
Federation of Library Associations and Institutions (IFLA), em particular, às especificações
FRBR. O artigo descreve as etapas aplicadas para a migração de uma coleção de registros
MARC21 para um conjunto de triplos Resource Description Framework (RDF), que é
amplamente incentivado pelos princípios do Linked Data de Berners-Lee (2006), contendo
metadados bibliográficos em RDA.
No contexto da RDA, a descrição bibliográfica, segundo Lourenço (2020, p. 159), “[...]
se torna mais clara para o usuário, com o fim das abreviações e expressões em latim”. Há a
percepção de que o usuário realiza suas buscas tendo quatro tarefas básicas em mente:
encontrar, identificar, selecionar e obter. Mudanças como essas são importantes no cenário
citado por Díez (2012) da marginalização dos catálogos de bibliotecas e da preferência pelas
interfaces amigáveis de sites como o Google.

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3 Considerações finais
Os catálogos de biblioteca assumem um papel marginal quando comparados com
outros sistemas de recuperação da informação como Google e Amazon. A nova geração de
usuários espera por interfaces mais amigáveis e dinâmicas, que permitam maiores interações e
acesso ao texto completo.
No cenário de mudanças tecnológicas como o Linked Data e a Web Semântica é
importante citar a RDA. Conforme a literatura encontrada, a RDA permite maior dinamicidade
dos catálogos, podendo oferecer soluções para uma nova geração de catálogos mais voltados
para as necessidades atuais dos usuários. Isso tornaria os catálogos e as bibliotecas mais
competitivas no cenário informacional.
No futuro pretende-se realizar maiores estudos sobre as possibilidades de aplicação da
RDA para construção de catálogos mais abertos e amigáveis em nível nacional, como o
trabalho citado da Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes.

Referências
ARAKAKI, F. A. et al. Bibframe: tendência para a representação bibliográfica na web. Revista
Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 13, p. 2231-2249, 2017. Disponível em:
http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/3416. Acesso em: 09 ago. 2021.
BERNERS-LEE, T. Linked Data: Design Issues. [S.l.]: W3C, 2006. Disponível em:
https://www.w3.org/DesignIssues/LinkedData.html. Acesso em: 25 jun. 2017.
CANDELA, G. et al. Transformation of a Library Catalogue into RDA Linked Open Data. In:
Kapidakis S., Mazurek C., Werla M. (eds). Research and Advanced Technology for Digital
Libraries. TPDL 2015. Lecture Notes in Computer Science, v. 9316. Springer, Cham.
Disponível em: https://doi.org/10.1007/978-3-319-24592-8_26. Acesso em: 10 mar. 2021.
CERRAO, N. G.; CASTRO, F. F. Perfil de aplicação de metadados baseado em frbr e rda.
Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, n. XX ENANCIB, 2019. Disponível
em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/122527. Acesso em: 06 set. 2021.
COYLE, K. FRBR, before and after: a look at our bibliographic models. Chicago: American
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DÍEZ, M. L. A. Redefiniendo el catálogo: expectativas de las interfaces de descubrimiento
centradas en el usuário. México, Investigación Bibliotecológica, vol. 26, no. 56, p. 181-204,
ene./abr., 2012.

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FUSCO, E. Modelos conceituais de dados como parte do processo da catalogação:
perspectiva de uso dos FRBR no desenvolvimento de catálogos bibliográficos digitais. 2010.
249 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e Ciências,
2010. Disponível em: http://hdl.handle.net/11449/103369.
LOURENÇO, C. A. Novas tendências em catalogação: o novo paradigma da catalogação a
partir da modelagem conceitual. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 25, n. Especial,
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