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AS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E O ACESSO A INFORMAÇÃO:
(re) conhecendo os limites e possibilidades das pessoas portadoras de
necessidades especiais
Aureliana Lopes de Lacerda Tavares\ Erinaldo Dias Valério 2 , Pedro
Manoel da Silva 3
1

2

Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC .Mestranda em
Ciência da Informação pela Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceará/UFC - Campus Cariri.Mestrando
em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Pernambuco/UFPE
3

Bibliotecário da Universidade Católica de Pernambuco/UNICAP. Mestrando em Ciência da
Informação pela Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Resumo
Apresenta uma análise descritiva da Biblioteca da Universidade Católica de
Pernambuco - UNICAP com o objetivo de verificar a atuação dessa instituição no
apoio/atendimento aos usuários portadores de necessidades especiais. Entende que
o acesso a informação é um dos objetivos da biblioteca e que a mesma precisa agir
como mediadora entre o conhecimento gerado e o usuário, sendo imprescindível a
reflexão sobre a sua função social. Estabelece a priori, um levantamento
bibliográfico sobre conceitos e serviços oferecidos pelas bibliotecas universitárias
para os usuários portadores de necessidades especiais; e a posteriori, apresenta
observações empíricas sobre os serviços informacionais da biblioteca estudada.
Confirma que a mesma oferece serviços que possibilitam uma motivação aos
usuários. Conclui refletindo, com diversas inquietações com relação à prestação de
serviços nessas bibliotecas aos usuários com necessidades especificas. A biblioteca
estudada demonstra está preparada para receber esses usuários, no entanto nos
perguntamos ainda : se este modelo de biblioteca se iguala as bibliotecas das
instituições públicas? Esta é uma investigação em andamento, que no segundo
momento fará uma análise comparativa da mesma com a biblioteca universitária da
Universidade Federal de Pernambuco/UFPE, campus Recife .

Palavras-Chave:
Acesso a Informação; Bibliotecas Universitárias Necessidades Especiais.

serviços; Portadores de

Abstract
Presents a descriptive analysis of the Library of the Catholic University of
Pernambuco - UNICAP with the objective of verifying the performance of this
institution in support / service to users with special needs. Believes that access to
information is one objective of the library and that it must act as a mediator between
the knowledge generated and the user, it is imperative to reflect on their social
function . Establishes initially, a literature on concepts and services offered by
university libraries for users with special needs, and subsequently presents empirical
observations about the library information services studied. Demonstrates that it

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provides services that enable a motivation to users. Reflecting concluded with
several concerns regarding the provision of services in these libraries to users with
specific needs. The study demonstrates the library is ready to accommodate these
users, however we ask again : if this model library equals the libraries of public
institutions? This is an ongoing investigation, that the second time will make a
comparative analysis of the same university library with the Federal University of
Pernambuco / UFPE, Recife.

Keywords:
Access to Information; University Libraries - services; People with Special Needs.

1 Introdução
Na sociedade atual vem à tônica à valorização da informação, reconhecendo
nesta o poder de transformar as pessoas. Pode-se dizer que a informação é o
núcleo do desenvolvimento econômico, social, político e cultural de uma sociedade .
Para Takahashi (2000) 'l .. ] a informação é a matéria-prima da construção do
conhecimento [...]", e o acesso a ela torna-se elemento chave na formação de uma
sociedade justa e igualitária, pois fornece uma condição essencial para que as
pessoas estejam aptas a lidar com o novo, a criar e assim garantir seu espaço de
liberdade e autonomia.
Entre os problemas vivenciados pelos Portadores de Necessidades Especiais
(PNEs), a dificuldade de acesso a informação é um dos que mais chamam a
atenção, uma vez que este acesso propicia o desenvolvimento intelectual e a
capacitação destes para competir no mercado de trabalho além de propiciar a
reintegração à vida ativa e à realização de um trabalho socialmente útil.
Nesse sentido, cabe às instituições de ensino se adequar para receber
pessoas que possuem necessidades especiais para que todos possam ter acesso à
educação de uma maneira uniforme e sem discriminação. Essa é uma obrigação
ela pública ou privada, conforme previsto na
para qualquer instituição, seja
Portaria do Ministério da Educação (Portaria nO 3.284 de 2003) que assegura aos
portadores de deficiência os direitos de acessibilidade à educação em todos os
níveis.
Nesse contexto há de se destacar, o papel da Biblioteca Universitária,
enquanto mediadora entre o conhecimento gerado e o usuário, sendo imprescindível
a reflexão sobre a sua função social, no sentido de contribuir para o cumprimento
das leis, normas e recomendações pertinentes às pessoas portadores de
necessidades especificas.
Não obstante, destaca-se o fato de que a formação universitária é cada vez
mais essencial para o desenvolvimento profissional e para a inserção no mercado de
trabalho para esse grupo, o que leva ao questionamento sobre o caráter inclusivo da
universidade. Pupo e Vicentini (1998 , p.3) ressaltam que muitos alunos portadores
de deficiência iniciam uma atividade de pesquisa na universidade e são barrados
pela inexistência de uma infraestrutura adequada .
Dessa forma a pesquisa em questão tem como objetivo verificar a atuação da
Biblioteca Universitária no apoio/atendimento aos usuários portadores de

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necessidades especiais. A questão central expressa-se na indagação de como as
Bibliotecas Universitárias atuam no suporte aos estudos desses usuários?
A importância de se estudar essa temática encontra justificativa no
importante papel da Biblioteca Universitária no atendimento as necessidades
informacionais e na capacitação de usuários com necessidades especiais para que
estes sejam inseridos no campo social e profissional através da facilitação e
efetivação do acesso a informação.

2 Revisão de Literatura
Desde a Constituição Federal de 1988 o governo brasileiro estabeleceu
algumas garantias como emprego, educação, saúde e assistência social às pessoas
com deficiência. A Lei Federal nO 10.098 de 2000 , e as Portarias do Ministério da
Educação, nO 3.284 de 2003 e nO 1.793 de 1994 ratificam no ensino superior
brasileiro a acessibilidade necessária para o exercício pleno as pessoas portadoras
de necessidades educativas específicas, no entanto o descaso e omissão de ações
concretas não permitem que esses alunos consigam vencer o preconceito préestabelecido e historicamente constituído .
Pupo, Carvalho e Oliveira (2008) destacam que:
Para as pessoas com deficiência, os principais resultados da legislação
traduziram-se em ações voltadas à vida independente e autonomia, a partir
do final do século passado, destacando-se: implementação de projetos de
equiparação de oportunidades; implantação de redes de informação e
implementação gradual das leis de cotas na contratação de pessoas com
deficiência.

Fernandes e Aguiar (2000) ressaltam que a política nacional de educação
especial serve como fundamentação e orientação ao processo de acesso à
informação de pessoas portadoras de deficiências, de condutas típicas e de altas
habilidades. Pois proporciona condições ideais para o desenvolvimento de suas
potencialidades, com vistas ao direito do exercício consciente da cidadania.
Levando em conta essas recomendações há de se (re)pensar o compromisso
da universidade, na capacitação profissional e no atendimento as necessidades
desses alunos até que estes tenham concluído o seu curso .
Às Bibliotecas Universitárias cabe a preocupação em buscar formas de
integração social destes usuários no ensino superior, para que estes tenham de fato
oportunidades iguais, uma vez que são estas que dão suporte documental aos
acadêmicos. Dessa forma esta , deve contribuir na inclusão dos grupos minoritários
nos grupos intelectuais, pesquisadores e cientistas. Permitindo a estes repensar a
sua própria condição e capacidade de superação das limitações impostas (PUPO,
VICENTINI , 1998, p.9).
É sabido que no Brasil, existem poucas bibliotecas universitárias que
incorporam ao seu planejamento garantias de acesso pleno a esses usuários. Na
grande maioria ainda prevalece à acessibilidade parcial e, na maioria das vezes,
inacessibilidade total à informação disponibilizada pela biblioteca, devido aos
suportes utilizados para seu registro ou pela inexistência de tecnologias alternativas

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especialmente desenvolvidas para propiciar utilização por usuários deficientes
visuais (SILVEIRA, 2006 , p. 3-4).
Mazzoni, et ai (2001, p.29 ) aponta que o desenvolvimento de ajudas
técnicas, principalmente com a contribuição das tecnologias da informação e
comunicação, permite hoje que os usuários com necessidades especificas
encontrem condições para que possam desenvolver às atividades de estudo,
trabalho e lazer, esses autores recomendam que:
Para um bom atendimento às pessoas portadoras de deficiência no espaço
físico da biblioteca, é necessário que seja preparada uma sala com recursos
de acessibilidade, tanto em termos de mobiliário, como em software e
hardware . O objetivo é que nesta sala exista a infraestrutura necessária aos
estudos e pesquisas das pessoas portadoras de deficiência, mas não é
aconselhável que esta sala seja de uso exclusivo delas. Os sistemas de
sinalízação devem ser concebidos de forma a observar as necessidades de
usuários cegos, com baixa visão, daltônicos, surdos e com outros
problemas. Todos os serviços disponibilizados na forma digital devem poder
ser acessados também via Internet, observando a acessibilidade no espaço
digital. A comutação de material bibliográfico deve incluir também versões
digitais. Deve-se aumentar o acervo com obras digitais e tornar a versão
digital parte indissociável dos trabalhos acadêmicos de mestrado e
doutorado recebidos pela biblioteca . Alocar pessoas portadoras de
deficiência para atuar na biblioteca, assim as dificuldades enfrentadas por
estes usuários serão mais bem compreendidas e mais facilmente
solucionadas. (MAZZONI , et ai, 2001, p. 6) .

Kleiner e Hamaker (1997) asseveram que as bibliotecas universitárias não
podem sucumbir à tradição; elas devem correr riscos, testar novos métodos de
disseminação da informação e procurar novos remédios para velhos problemas.
No Brasil algumas iniciativas já estão sendo discutidas e implementadas
desde a Década de 80 e algumas Bibliotecas Universitárias já demonstram essa
preocupação através da implantação de programas específicos para o universitário
com necessidades especiais.
Batista, et ai (2008) aborda o trabalho na biblioteca da Universidade Estadual
de São Paulo (UNESP) onde foi proposto a reserva de um espaço para utilização
dos equipamentos necessários para leitura e digitalização de documentos, criando
assim um laboratório especializado para pessoas portadoras de deficiência visual.
Os autores destacam que esse serviço só foi pensado com a entrada de um aluno
cego na instituição, o que demonstra que essas instituições ainda não estão
preparadas para lidar com o atendimento aos usuários diferenciados.
Já Silveira (1987) fez um estudo das barreiras que interferem na utilização
das bibliotecas pelos deficientes físicos e visuais. Este estudo aborda principalmente
a questão das barreiras físicas, tais como: excesso de escadas, falta de rampa,
ausência de elevadores, piso escorregadio, espaço insuficiente para circulação entre
as estantes, presença de roletas, ausência de salas especiais, inadequação dos
prédios em geral.
A Universidade Federal da Paraíba apresentou um projeto que tem como
objetivo a automação do setor Braille da Biblioteca Central da universidade, com a
operacionalização de videotexto e audiovídeo direcionados para a educação, a
cultura , a informação e o lazer (PEREIRA; HENRIQUES, 1994). O Projeto engloba
programas como "Texto Falado" que pretende dinamizar o desempenho operacional

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do setor Braille, a fim de oferecer um serviço centralizado e eficaz de informações no
que se refere a textos gravados em fitas cassetes, atendendo, desta forma, aos
interesses das pessoas portadoras de deficiência na tentativa de diminuir a limitação
do acervo cultural das bibliotecas em Braille .
Souza (2004) propôs uma metodologia para implantação de serviços
informacionais para usuários cegos e com baixa visão em Bibliotecas Universitárias,
para tanto utiliza como ambiente de pesquisa a biblioteca da Universidade do Sul de
Santa Catarina (UNISUL). Com isso recomenda ações direcionadas para as
problemáticas que ainda circundam a efetivação de serviços nas bibliotecas
universitárias em consonância com a acessibilidade comunicacional e equidade
entre indivíduos diferentes.
Souto (2003, p.79) identifica duas iniciativas no que tange o acesso a
informação por PNE em Bibliotecas Universitárias, sendo as iniciativas de uma
biblioteca pública e outra privada , e diante dos resultados destaca que nas duas
unidades já é possível perceber a conscientização sobre as necessidades no
atendimento a esses usuários, muito embora o acesso a informação para esses
alunos ainda não seja uma realidade nacional. E ainda reforça que o atendimento a
essas necessidades está diretamente ligadas a questão de ética e cidadania, pois o
"acesso a esses espaços seriam como portas para integração e inclusão desses
usuários para um mundo por muitos deles desconhecido".
Pela (2006) investigou as relações existentes entre os serviços prestados pela
Biblioteca Universitária da Universidade Cidade de São Paulo e os acadêmicos com
deficiência visual buscando que esses expressassem sua compreensão do papel
formativo da biblioteca. Como respostas esses acadêmicos identificaram a biblioteca
como um espaço de não exclusão, pois permite o acesso ao espaço físico e ao
acervo com independência. No entanto a autora sugere que a gestão da biblioteca
reavalie a postura dos profissionais que trabalham nesses espaços em busca de
políticas de promoção e ações relacionadas a conscientização de toda comunidade
acadêmica.
A Biblioteca Universitária é uma instituição voltada para suprir as
necessidades informacionais da comunidade acadêmica . Dessa maneira , é
fundamental que a mesma não se omita perante a necessidade de estruturar seus
serviços e estendê-los ao portador de necessidades especificas, participando assim,
do processo de emancipação do mesmo dentro da sociedade (FERNANDES,
AGUIAR, 2000).
Faz parte da missão da Biblioteca Universitária fomentar e concretizar o
acesso a informação a todos os acadêmicos, sem restrições. É nela onde se
encontra toda a massa documental que dá suporte teórico a todas as modalidades
de ensino oferecidas na universidade. Nesse contexto, identifica-se um grupo
pequeno de acadêmicos com dificuldades educativas especificas que necessitam de
atendimento diferenciado e especializado.

3 Materiais e métodos

o estudo se caracteriza como pesquisa exploratória , que de acordo com Gil
(1993) tem como objetivo proporcionar uma visão geral acerca de determinado fato,

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proporcionando maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito
ou a construir hipóteses, trazendo considerações e proposições sobre os serviços
das bibliotecas universitárias para os usuários portadores de necessidades
especiais.
Utilizamos como procedimentos técnicos o empreendimento de uma pesquisa
bibliográfica, que consiste num levantamento de fontes secundárias, sejam livros,
artigos, dissertações entre outros, para ampliar e aprofundar a revisão de literatura
sobre o tema proposto. O método aplicado foi o estudo de caso, que é caracterizado
pelo estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos, de maneira a permitir o
conhecimento amplo e detalhado do mesmo (GIL, 1993). Dialogando com Yin (2005,
p.32) "O estudo de caso é um estudo empírico que investiga um fenômeno atual
dentro do seu contexto de realidade" visando um estudo detalhado do ambiente
estudado.
Nessa primeira etapa avaliamos a biblioteca da Universidade Católica de
Pernambuco/UNICAP, com os seguintes objetivos: levantar o número de usuários
portadores de necessidades especiais; verificar os serviços e produtos oferecidos a
esses usuários; analisar as condições de acessibilidade para efetivação do acesso a
informação e ainda averiguar a existência de capacitação de funcionários para
atendimento de qualidade a esses usuários especiais.
Numa segunda etapa avaliaremos a biblioteca universitária da Universidade
Federal de Pernambuco/UFPE, campus Recife, com o intuito de apresentarmos uma
análise comparativa entre uma instituição pública e privada.

3.1 Contexto da pesquisa
A Biblioteca Central Padre Aloísio Mosca de Carvalho, é um órgão
suplementar da Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP. Teve sua origem
na primeira Biblioteca da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Manoel da
Nóbrega, fundada em 1943.
Instalada em um prédio de quatro pavimentos, ocupa uma área com
capacidade para armazenar até 550.000 volumes. Possui acervo atualizado e uma
infraestrutura confortável. A biblioteca atrai estudantes e pesquisadores de Recife e
de outras cidades do Nordeste, com cerca de 15.000 usuários inscritos, entre alunos
de graduação, pós-graduação, professores e funcionários, realiza mais de 700 .000
empréstimos domiciliares por ano e tem uma frequência média de 3.500 leitores por
dia.
Tem como objetivo proporcionar suporte informacional às atividades de
ensino, pesquisa e extensão da UNICAP. No que tange a coleção, está totalmente
voltada para atender demanda acadêmica dos cursos oferecidos pela Instituição.
A política de desenvolvimento do acervo tem o envolvimento direto dos
professores na indicação das obras. Essa prática garante a correlação pedagógica
entre o acervo e os cursos/programas da Universidade. Todas as solicitações para
aquisição da bibliografia básica e complementar são atendidas.
A atualização do acervo incide por um programa de aquisição permanente,
através de compras, doações e permutas. O controle e desenvolvimento do acervo
são contínuos com o objetivo de ordenar o crescimento racional e assegurar a
consistência e equilíbrio dos recursos informacionais. Além de compor uma coleção

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com alto grau de excelência, tanto qualitativa quanto quantitativa, da forma que
melhor atenda aos interesses da comunidade universitária da UNICAP.

4 Resultados parciais
A UNICAP é uma das instituições no Nordeste brasileiro, que oferece um
excelente serviço para o atendimento dos portadores de necessidades especiais.
Visto que, desde as instalações físicas, passando pelo acervo, até o serviço de
referência , tudo foi projetado pensando nos diversos tipos de usuários que a
universidade possui.
A situação evidenciada tem contribuído fortemente para o egresso de
estudantes portadores de necessidades especiais nesta instituição de ensino (no
semestre atual são 05 (cinco) alunos PNEs, sendo um deficiente visual).
Nesse sentido a biblioteca apresenta acessibilidade para estes usuários
desde o acesso físico, uma vez que possui rampa para cadeirantes, caminhos
sinalizadores para deficientes visuais, elevador com sinalização Braille , balcões para
empréstimos e consulta ao acervo e também guarda-volumes apropriados, além de
sanitários masculinos e femininos exclusivos para esses usuários.

Figura 1 - Mesa para consulta ao acervo

Com relação aos equipamentos a biblioteca disponibiliza 04 (quatro)
Microcomputadores com Kit multimídia (exclusivos) para PNEs, 01 (um) Scanner de
mesa, 01 (soroban), 02 (duas) Impressoras Braille - modelos: Romeo Pro 50 e
Blazer, 01 (um) Tactile Image Enhancer (imprime imagem em relevo, Headfones
acoplados aos microcomputadores - para utilização dos leitores de tela .

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Figura 2 - Impressora Braille

A Biblioteca disponibiliza arquivos digitalizados capturados na Internet em
várias áreas do conhecimento, para apoio aos usuários deficientes visuais. Esses
arquivos já foram passados para o formato de texto TXT (que possibilita o uso de
leitores de tela) e estão disponíveis para leitura e pesquisa na Seção de Multimeios.
Há ainda computadores reservados para os cadeirantes, com mesas e
cadeiras adaptadas. E computadores para deficientes visuais com os softwares
DosVox que é um sistema para microcomputadores que se comunica com o usuário
DV através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores, e o
Jaws que trabalha junto com o anterior de maneira a proporcionar acesso a várias
aplicações também na web. Os computadores possuem ainda o Virtual Vision que é
um leitor de texto, o Duxburry DBT - transcritor de texto, o TGD (Tactile Graphic
Design) - gráficos em relevo e ainda o BR Braille - Programa Transcritor de textos
(free).

Figura 3 - Computador para estudo

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Convém também ressaltar, que a instituição faz toda uma capacitação da
equipe, para o atendimento, seja curso de Libras, introdução ao Braille como
também a manipulação de equipamentos e softwares destinados aos deficientes
visuais. Neste sentido, a biblioteca contratou um funcionário portador de deficiência
visual para orientar os usuários e funcionários, quanto ao uso dos equipamentos e
softwares destinados aos deficientes visuais.

5 Considerações parciais
Numa sociedade onde passamos a extremar o valor da informação e, com a
mesma intensidade, entendê-Ia como insumo indispensável nas relações produtivas,
considera-se indispensável fazer valer o direito de todos em acessá-Ia e utilizá-Ia .
Fazendo este recorte, é de suma importância que para pessoas portadoras de
necessidades especiais devem ser concedidas as mesmas oportunidades de
participação social , conforme sua capacidade de desempenho, sem discriminações.
Ao permitir a estes, condições de igualdade em sua formação intelectual, em relação
ao acesso à informação, pode-se considerar sua contribuição no reconhecimento
enquanto cidadão.
Como parte dessa pesquisa o estudo descreveu as maneiras de acesso e
acessibilidade à informação pela biblioteca da UNICAP de Recife. As bibliotecas, por
muitas vezes, são esquecidas nos projetos universitários, mas, com o aporte que as
leis proporcionam é possível argumentar e conseguir a inclusão dessas unidades de
informação nos projetos, alcançando assim uma estrutura que possa incluir,
realmente, todos.
Dessa forma, os resultados demonstraram que a biblioteca estudada está
preparada para receber esse grupo especifico de usuários (funcionários/alunos) que
necessitam de uma forma especializada para cumprir seus direitos como cidadãos.
Em um segundo momento, faremos uma análise comparativa entre as instituições
públicas e privadas de ensino superior no Recife, a começar pela Universidade
Federal do Pernambuco e a UNICAP.
Acredita-se que a principal contribuição desta pesquisa , seja a identificação
de bibliotecas universitárias, que oferecem ou não serviços informacionais que
visualizem os portadores de necessidades especiais, para assim, subsidiar futuros
debates mais apurados, oferecendo a sociedade científica, pesquisas constantes
para a geração de conhecimento.

Referências

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promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira . 4.
ed . São Paulo : Saraiva , 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Portaria nO 3.284, de 7 de novembro de
2003. Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de

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deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de
cursos, e de credenciamento de instituições. Disponível em :
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BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Portaria nO 3.284, de 7 de novembro de
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&lt;revista .ibict.br/index.php/ciinf/article/viewArticle/184 - 11 k&gt; . Acesso em : 02 de
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PELA, Mary A. P. A biblioteca universitária, espaços formativos e inclusão: a
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2847

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Avaliação de produtos e serviços

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Trabalho completo

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              <text>Apresenta uma análise descritiva da Biblioteca da Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP com o objetivo de verificar a atuação dessa instituição no apoio/atendimento aos usuários portadores de necessidades especiais. Entende que o acesso a informação é um dos objetivos da biblioteca e que a mesma precisa agir como mediadora entre o conhecimento gerado e o usuário, sendo imprescindível a reflexão sobre a sua função social. Estabelece a priori, um levantamento bibliográfico sobre conceitos e serviços oferecidos pelas bibliotecas universitárias para os usuários portadores de necessidades especiais; e a posteriori, apresenta observações empíricas sobre os serviços informacionais da biblioteca estudada. Confirma que a mesma oferece serviços que possibilitam uma motivação aos usuários. Conclui refletindo, com diversas inquietações com relação à prestação de serviços nessas bibliotecas aos usuários com necessidades especificas. A biblioteca estudada demonstra está preparada para receber esses usuários, no entanto nos perguntamos ainda: se este modelo de biblioteca se iguala as bibliotecas das instituições públicas? Esta é uma investigação em andamento, que no segundo momento fará uma análise comparativa da mesma com a biblioteca universitária da Universidade Federal de Pernambuco/UFPE, campus Recife.</text>
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