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                  <text>Gestão do conhecimento: processos e ferramentas
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PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DE ELEMENTOS DE GESTÃO
DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO PARA BIBLIOTECA
UNIVERSITÁRIA
Adriana Nóbrega da Silva 1, Emeide Nóbrega Duarte2
Mestranda em Ciência da Informação, UFPB, João Pessoa - PB
Pós-Doutora em Ciência da Informação, UFPB, João Pessoa - PB

1
2

Resumo
Este estudo tem como intenção pesquisar Gestão da Informação e a Gestão do
Conhecimento (GIC) para construção de um instrumento de diagnóstico GIC em
bibliotecas universitárias, baseado na gestão estratégica da instituição. O foco desta
investigação está no entendimento da Gestão do Conhecimento (GC) e de sua
sistematização como um processo tal qual a Gestão da Informação (GI), e na
integração de ambos em um modelo que permita o diagnóstico. A investigação está
sendo desenvolvida na Universidade Federal do Ceará (UFC) e na Universidade de
Fortaleza (UNIFOR). A pesquisa tem por objetivo principal propor um instrumento
para diagnosticar o gerenciamento da informação e do conhecimento (GIC) de forma
integrada para bibliotecas universitárias. Trata-se de uma pesquisa exploratória e
descritiva de cunho qualitativo, considerada estudo de caso. Adota a análise de
conteúdo para a coleta, organização e análise dos dados. Na visita exploratória para
conhecer o ambiente de estudo, os dados preliminares observados indicam a
necessidade de construção de um instrumento de diagnóstico de GIC de forma
integrada a ser aplicado para bibliotecas universitárias.
Palavras-Chave: Gestão do Conhecimento; Gestão da Informação; Biblioteca
Universitária; Instrumento de diagnóstico.

Abstract
This study is intended to search the Information Management and Knowledge
Management (IKM) to build a diagnostic tool GIC in university libraries, based on the
strategic management of the institution . The focus of this research is the
understanding of Knowledge Management (KM) and its systematization as a
process, like the Information Management (IM), and the integration of both in a model
that allows the diagnosis. The research is being developed at the Federal University
of Ceará (UFC) and the University of Fortaleza (UNIFOR) . The research aims at
constructing an instrument for diagnosing the management of information and
knowledge (GIC) in an integrated manner to academic libraries. This is an
exploratory and descriptive qualitative, case study considered . Adopts the content
analysis to collect, organize and analyze data . In exploratory visit to meet
environmental study, preliminary data indicate the need to build a diagnostic tool in
an integrated way of GIC to be applied to academic libraries.
Keywords: Knowledge Management. Information Management. University Library.
Diagnostic tool.

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1 Introdução
Esta pesquisa tem como intenção estudar a Gestão da Informação e a Gestão
do Conhecimento (GIC) nas bibliotecas universitárias da Universidade Federal do
Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (UNIFOR) para construir um
instrumento de diagnóstico em GIC. O foco desta investigação está no entendimento
da GC e da GI como processos cuja sistematização devem ser integrados em único
modelo que permita o diagnóstico.
Atualmente o panorama organizacional se caracteriza pelas mudanças
constantes nos processos e nas formas de administrar uma instituição. Essas
mudanças promovem uma maior competitividade. De acordo com Costa et aI.
(2009), nos dias atuais, o conhecimento é percebido pelas organizações como
fonte geradora de valor, principalmente quando a sua utilização está atrelada ao
desenvolvimento de novas estratégias.
Diante da realidade expressa, confere relevância a resposta para a seguinte
questão: Como diagnosticar a Gestão da Informação e a Gestão do Conhecimento
de forma integrada nas bibliotecas universitárias?
A motivação para realizar a pesquisa se apresenta pela relevância dos temas
inovadores GI e GC que se configuram como elementos fundamentais pela sua
relevância, além do fato de promoverem vantagens competitivas nas organizações.
A GC e os assuntos a ela relacionados, por exemplo, surgiram nos últimos
anos como uma das questões mais intrigantes nas pesquisas sobre gestão nas
organizações. A GI fixou-se entre as mais importantes e desafiadoras atividades
contemporâneas relacionadas com os meios para organizar os dados, transformálos em informação (dados com significação) e, com a devida análise, gerar o
conhecimento necessário para permitir o uso desse conhecimento com inteligência
para definir estratégias com competência para um processo de decisão.
Por esses contextos, entendemos que a pesquisa se justifica pelas
contribuições da teoria e das práticas que ela pode proporcionar, bem como pelos
aspectos de relevância que a envolvem .
Assim, o objetivo geral do trabalho é propor um instrumento para diagnosticar
o gerenciamento da informação e do conhecimento (GIC) de forma integrada para
bibliotecas universitárias.
Com base nesse objetivo, elaboraram-se os seguintes objetivos específicos:
identificar na literatura os conceitos e elementos relacionados a GIC; mapear na
literatura os elementos teóricos de GI e GC que possam contemplar as
especificidades do ambiente informacional adequados à biblioteca acadêmica ;
identificar por meio dos relatos de pesquisas, as práticas de GI e GC em Bibliotecas
universitárias; analisar as práticas de Gestão da Informação e do Conhecimento
nessas bibliotecas, tomando como parâmetro os elementos propostos nos modelos
teóricos apresentados na literatura e descrever um instrumento de diagnóstico de
Gestão da Informação e do Conhecimento de forma integrada para bibliotecas
universitárias baseado nos campos teórico e prático.
Neste artigo, apresentamos os resultados referentes aos objetivos específicos
de identificação na literatura dos conceitos de gestão da informação e do
conhecimento e o mapeamento dos elementos teóricos relacionados que possam

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contemplar as especificidades do ambiente informacional adequado à biblioteca
acadêmica.

2 Revisão de Literatura
A atual Sociedade da Informação exige mudanças profundas em todos os
perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção ,
coleta , disseminação e uso da informação e do conhecimento. A competitividade
crescente e a aceleração do desenvolvimento tecnológico da atualidade fazem com
que o detentor de informações completas, exatas e acessadas na hora certa
mantenha vantagem competitiva nas organizações. Dessa forma , e para um melhor
entendimento da GIC, é importante a compreensão de conceitos elementares como:
Informação, Conhecimento, Gestão da Informação e do Conhecimento .
De acordo com Amorim e Tomaél (2011) , desde a década de 1990 vários
estudos foram apresentados sobre Gestão da Informação (GI) e Gestão do
Conhecimento (GC), a partir dos quais diversos autores buscaram identificar as
principais diferenças entre estas duas disciplinas.
Apesar de passados alguns anos em que tais estudos vêm sendo discutidos,
verificamos que o assunto ainda é bastante emergente, especialmente para as
organizações brasileiras, o que torna fundamental a constante verificação de sua
aplicação.
Mattelart (2006), na sua obra História da sociedade da informação afirma que:
Em seus escritos , a palavra 'informação' significa o mesmo que intelligence.
E sua coleta diz respeito à Intelligence of State [... ) Na ilha Bensalem ,
trabalham nada menos que nove categorias de cientistas, segundo uma
divisão rigorosamente hierarquizada do trabalho, nas atividades de coleta,
de classificação e de tratamento da informação [ ...).

A informação é a força motriz na constituição de estratégias e o alicerce onde
se estrutura o desenvolvimento conceitual da teoria da Gestão do Conhecimento. As
novas mudanças de paradigmas técnico-econômicos ensejam mudanças na
sociedade e na economia, promovendo a integração e a redução das distâncias
entre as pessoas, aumentando o nível de informação.
O conhecimento deriva da informação, assim como esta advém dos dados.
Carvalho (2001) explica que o conhecimento não sendo puro nem simples,
apresenta-se como uma mistura de elementos, o que o torna fluído , formalmente
estruturado e intuitivo.
Vários são os estudos que tentam definir ou (re)conceituar os termos dado,
informação e conhecimento, em função do atual panorama de mudanças
paradigmáticas que alteram , inclusive, os conceitos clássicos de ciência e
tecnologias, incluindo e/ou inovando outros, como tecnologias de informação,
comunicação e mídia - considerados em seu conjunto, o motor do desenvolvimento
sustentável da atual Sociedade da Informação.
Para alguns autores, o conhecimento deriva da informação, assim como esta
advém dos dados. Cysne (2003) explica que o conhecimento, não sendo puro nem
simples, apresenta-se como uma mistura de elementos, o que o torna fluído ,
formalmente estruturado e intuitivo, ''[. .. ] uma mistura fluida de experiência
condensada , valores, informação contextual e insight experimentado, a qual

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proporciona uma estrutura para a avaliação e incorporação de novas experiências e
informações [...]" (SVEIBY, 1998).
Estas características dificultam a exposição do conhecimento em palavras e
fazê-lo plenamente entendido em termos lógicos. O conhecimento pertencente ao
indivíduo é tácito, complexo e imprevisível. Um conceito extraído de Davenport e
Prusak (1998, p.6) exprime que:
Conhecimento é uma mistura fluida de experiência condensada, valores,
informação contextual e insighf experimentado, a qual proporciona uma
estrutura para a avaliação e incorporação de novas experiências e
informações. Ele tem origem e é aplicado na mente dos conhecedores . Nas
organizações, ele costuma estar embutido não só em documentos ou
repositórios , mas também em rotinas , processos, práticas e normas
organizacionais.

Os autores citados (1998 , p. 6) comparam o conhecimento a ''[. .. ] um sistema
vivo, que cresce e se modifica à medida que interage com o meio ambiente" e é
integrado de valores e as crenças que determinam, em grande parte, o que o
conhecedor vê, absorve e conclui, com origem nas suas observações. Desta forma,
o conhecimento, difere essencialmente da informação por conter crenças e
compromisso humanos (NONAKA ; TAKEUSHI , 1997, p. 63) .
Essa conceituação de Davenport e Prusak (1998) ao sugerir que o
conhecimento é pessoal, tácito e, portanto, oriundo de experiências humanas,
permite se definir o conhecimento organizacional como a explicitação desse
conhecimento implícito, por meios de relatórios, documentos, bancos de dados etc.
Com essa mesma abordagem conceitual , Nonaka e Takeuchi (1997)
entendem que essa característica humana do conhecimento, de ser arraigada nas
experiências individuais e em todos os modelos mentais existentes, torna
desafiadora sua extração ou criação. A Gestão da Informação aflorou nos currículos
de Biblioteconomia e Ciência da Informação dos países do MERCOSUL.
Seu objetivo é capacitar os estudantes na gestão competente , para atuar
em sistemas e unidades de informação e em todo tipo de organizações e
contextos, com atitude pro-ativa. Como objetivos específicos da área estão
o ser capaz de planejar, implementar, dirigir, coordenar e avaliar sistemas e
unidades de informação com visão estratégica . (CARDOSO ; PEREIRA,
2005, p. 225).

Tarapanoff (2006, p.145) define a GI como:
A gestão da informação deve incluir, em dimensões estratégicas e
operacionais, os mecanismos de obtenção e utilização de recursos
humanos, tecnológicos, financeiros, materiais e físicos para o
gerenciamento da informação e, a partir disto, ela mesma ser
disponibilizada como insumo útil e estratégico para indivíduos, grupos e
organizações .

A GI é apreendida, portanto,
informacionais indispensáveis para
como objetivo principal , oferecer
informação é considerada um fator

como o gerenciamento dinâmico dos recursos
a organização. A Gestão da Informação tem
informação rápida , agregada e precisa . A
importante para a tomada de decisão. Assim ,

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para que a organização tenha êxito, ela necessita de informações corretas, na hora
certa para pessoas certas.
Assim, as informações precisam ser gerenciadas da mesma forma que os
outros recursos, de sorte que é preciso traçar políticas e programas de organização
e tratamento para que elas se apresentem com maior eficácia . Portanto, é nítida a
importância das informações no processo de tomada de decisão. Assim , a GI nas
organizações torna-se não apenas necessária, mas indispensável para realizar a
Gestão do Conhecimento nas organizações.
De acordo com Davenport e Prusak (1998) o termo Gestão do Conhecimento
foi inicialmente utilizado para descrever a criação e o uso de repositórios eletrônicos
de dados e informações com uma estrutura orientada para o conhecimento. É um
conceito novo (final dos 80 do século recém-passado) que uniu dois termos já
bastante utilizados em campos de conhecimento diferentes - gestão e conhecimento
- e os revestiu com uma roupagem corporativa e com foco em estratégias
empresariais.
Ainda de acordo com o autor, o conceito de GC embute diversos níveis de
conhecimento (tácito, explícito e prático), assim como tipos da gestão - de
competências, do capital intelectual, da aprendizagem organizacional - e também
tipos de inteligência (cognitiva, econômico-produtiva, organizacional , empresarial),
além da abordagem da educação corporativa e da aprendizagem organizacional.
Segundo Duarte, Silva e Costa (2007), nem sempre é necessário
instrumentos sofisticados para realizar a GC. A partir de um arquivo bem organizado,
de um sistema de gestão eletrônica de documentos, ou mesmo programas eficazes
de educação, as empresas provavelmente já estarão fazendo algo que pode estar
sendo direcionado para a GC.
Beal (2004) define GC como o conjunto de ações sistemáticas e disciplinadas
que uma organização pode adotar para obter o maior retorno possível do
conhecimento disponível; e Hommerding (2001, p. 42) considerada a GC como um
conjunto integrado de ações que visa a:
[ ... ] identificar, capturar, gerenciar e compartilhar todo ativo de informações de
uma organização. Essas informações podem estar sob a forma de banco de
dados, documentos impressos e, principalmente, nas pessoas através de
suas experiências, habilidades, relações pessoais e fundamentalmente de
suas vivências.

Na tentativa de delimitar espaços e empreender esforços com vistas a
estabelecer áreas de competência de cada um dos conceitos Salazar (2000)
descreve as diferenças entre Gestão da Informação e Gestão do Conhecimento . A
Gestão do Conhecimento está baseada em parte na Gestão da Informação.
Diferenciar Gestão da Informação e Gestão do Conhecimento torna-se necessário e
fica estabelecida que, enquanto a informação é definida como um fluxo de
mensagens, o conhecimento é a combinação de informação e contexto, na medida
em que produzem ações. A adoção de modelos de Gestão da Informação e de
Gestão do Conhecimento está promovendo melhorias no desempenho e
crescimento das organizações.
Nesta pesquisa estão sendo utilizados os modelos de Castro (2005), Nonaka
e Takeuchi (1997), Bukowitz e Willians (2002), Choo (2003) e o método
Organizational Knowledge Assessment - OKA - (FONSECA ; TORRES , 2008), para
a construção do instrumento de diagnóstico de GIC . No entanto, esses modelos, são

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específicos de GC, e a biblioteca universitária, como unidade de informação que
trabalha essencialmente com a informação registrada, necessita de um instrumento
que agregue tanto a GC como a GI. Assim, também foram adotados os modelos de
GI, de Pinto e Silva (2005), Monteiro e Falsarella (2007), Malin (2006), bem como um
modelo de GI do Goverment of Alberta (2003) no Canadá.
Os elementos constituintes dos modelos apresentados de GC e GI foram
minuciosamente analisados e transformados em parâmetro para a análise e
construção de um instrumento para diagnosticar a GIC em BU.
Portanto, a proposta de integração pretende estabelecer uma
correspondência entre a concepção advinda do estudo sobre a GI e GC e as
experiências das bibliotecas centrais da UFC e UNIFOR, para propor que as
organizações possam gerir a informação e o conhecimento de modo eficiente e
eficaz, já que esses são insumos indispensáveis para o sucesso das organizações.
Desse modo, pretendemos fundamentar a proposta arrimada na base teórica
já consolidada na literatura sobre as temáticas em evidência, conforme modelos e
indicadores apresentados no Quadro 1.
Quadro 1- Modelos de GI e de GC e seus indicadores

Modelos de GI e
deGC

Indicadores dos modelos de GI e GC

a) A Gestão da Informação: busca e obtenção, tratamento, armazenamento e
disponibilização.
Modelo de GI
para
aprendizagem
organizacional de
Monteiro
e
Falsarella:

Modelo
de
Gestão
da
Informação
Governamental
de Malin:
Modelo de GI do
governo
da
Província
de
Alberta
no
Canadá

Modelos
de
diagnóstico
de
GC em Biblioteca
Universitária de
Castro

b) a Gestão de projetos: vão usando as informações disponibilizadas pelo
gestor da informação e também vão gerando novas informações úteis que
devem ser incorporadas à base de conhecimentos da organização.
c) o ambiente para aprendizagem : a obtenção de informação, a resolução de
problemas, a criação de novos produtos, a transferência de tecnologia e
métodos , a visão compartilhada , as boas práticas e a distribuição de
informações.
d) a aprendizagem organizacional : conhecimentos registrados ,uso do
conhecimento em atividades rotineiras ou em novos proietos .
a) Foco na organização - cultura informacional, gerencial e organizacional
b) Foco na capacidade gerencial - processos, pessoas e ferramentas.
c) Foco na informação - conteúdo, utilidade e uso.
d) Foco na utilidade e uso
pertinência , precisão e oportunidade da
informação para o usuário e atendimento à suas necessidades.

-

A implantação do modelo deve incluir os seguintes elementos:
a)Estabelecimento de um governo corporativo e coordenação na gestão da
informação;
b)Definição de prioridades gerenciais que garantam o sucesso da organização;
c)promover a conscientização e compreensão dos colaboradores;
d)Determinação das competências que são necessárias para garantir que as
pessoas possam ter habilidades necessárias, e sucesso para avaliação na
gestão da informação.
a) Gestão Estratégica da Biblioteca Universitária (BU) :b) o processo de gestão
do conhecimento: esse processo a autora destaca cinco fases de GC na BU :
1) identificação do conhecimento ;
2) aquisição de conhecimento;
3) desenvolvimento do conhecimento;

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Modelo de GC de
Nonaka
e
Takeuchi:

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4) compartilhamento do conhecimento;
5) uso do conhecimento;
c) suportes organizacionais : esse instrumento é formulado pela a autora a partir
da identificação de quatro suportes organizacionais considerados na GC:
1) cultura organizacional;
2) gestão de pessoas;
3) estrutura organ izacional ;
4) tecnologia da informação.
a)Socialização (tácito para tácito
b)Externalização (tácito para explicito):
c)Combinação (explícito para explícito
d)lnternalização (explícito para tácito

Modelo de GC de
Bukowitz
e
Willians:

a) obtenha informações;
b) utilize a informação;
c) aprenda conjuntamennte;
d) contribuía compartilhando conhecimento;
e) avalie o capital intelectual;
f) construa e mantenha o capital intelectual;
g) descarte do conhecimento por meio da rotatividade de pessoas

Modelo de GC de
Choo:

a) A construção do sentido: processo caracterizado pela interpretação das
informações vindas do ambiente
b) Criação de Conhecimento: processo caracterizado pela conversão do
conhecimento.
c)Tomada de Decisão: processo caracterizado pelo processamento e análise
de informações a partir das alternativas disponíveis.

Modelo
Organizational
Knowledge
Assessment
(OKA): Fonseca e
Torres

a) Pessoas: cultura e incentivos, identificação e criação do conhecimento,
compartilhamento de conhecimento, comunidades de prática e times de
conhecimento, conhecimento e aprendizagem.
b) Sistemas: Infraestrutura e tecnologia para GC , Infraestrutura de acesso ao
conhecimento, Gestão de Conteúdo, Infraestrutura do Ambiente de Gestão do
Conhecimento.
c) Processos: Lideranças e Estratégias , Fluxos de Conhecimento,
Operacionalização do Conhecimento, Alinhamento, Métricas e Monitoração.

Fonte: Elaboração propna , 2012

o quadro 1 expõe modelos conceituais de GI de GC e seus componentes
indicadores para serem mapeados com a intenção de identificar as práticas e as
respectivas abordagens. Apresenta os aspectos fundamentais para a proposta de
integração que pretendemos estabelecer entre a concepção advinda do estudo e as
experiências das bibliotecas centrais da UFC e UNIFOR, escolhidas como campo
para real ização da pesquisa.
3 Procedimentos Metodológicos
A pesquisa caracteriza-se como exploratória e descritiva. Adota o
procedimento de estudo de caso duplo aplicado nas bibliotecas da Universidade
Federal do Ceará (UFC) e Universidade de Fortaleza (UNI FOR). Adota como
instrumentos de pesquisa, a observação direta, questionário, entrevista e
documentos bibliográficos. Utilizará a análise de conteúdo proposta por Bardin
(2010), para organizar os dados, entendida como:

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[ ... ] um conjunto de técnicas de análise das comunicações visando obter, por
procedimentos sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das
mensagens (quantitativos ou não) que permitam a inferência de
conhecimentos relativos às condições de produção/recepção (variáveis
inferidas) destas mensagens. (p. 42).

A natureza da pesquisa se caracteriza como aplicada, por ensejar
conhecimentos dirigidos à solução de questões específicas (SILVA; MENEZES, 2005).
No que diz respeito à abordagem do problema, o estudo expressa aspectos
predominantemente qualitativos. Neste estudo, a população será constituída por
bibliotecários e a direção das bibliotecas universitárias da UFC e UNI FOR em função
da experiência, respeito e qualidade no ensino superior destas instituições no Brasil.
4 Resultados Parciais
Nos resultados correspondentes à pesquisa na literatura com vistas a
identificar os elementos relacionados à GIC, apresentamos o Quadro 1 contendo as
dimensões dos modelos que estão sendo adotados com seus respectivos elementos
constitutivos, e no Quadro 2, apresentamos o resultado da interposição dos
indicadores das propostas dos modelos em três focos : ações de gestão
administrativas, suportes e processos para GI e GC que servirão de parâmetros para
a construção do instrumento de diagnóstico de GIC para Biblioteca universitária,
conforme demonstra o conteúdo do Quadro 2.
Quadro 2- Resultados da interposição dos elementos contemplados nos modelos de GI e
GC inseridos no Quadro 1.
Gestão administrativa

Suportes de GI e GC

Processos de GI e GC

Gestão

1)Promoção Integrada da
Aprendizagem

1 Gestão da Informação

2)Definição
de
prioridades gerenciais

2)A
criação
de
uma
memória organizacional.

1)Adotar
Estratégica

3)Definição
Lideranças
Estratégias

de
e

4 )Estabelecimento
de
uma coordenação de
gestão da informação;
5)promover
conscientização
compreensão
colaboradores

a
e
dos

6)Determinação
competências
pessoas

das
das

3)Capacidade
para
reconhecer e aprender,
tanto com o sucesso,
quanto com o fracasso.
4)Organização
nas Pessoas

centrada

5)Organização centrada nos
sistemas
6)Organização centrada na
estrutura organizacional
7)Foco nas
tecnológicas
8)Cultura

Busca
(1),
obtenção(2),
tratamento(3), armazenamento( 4),
disponibilização(5),
interpretação(6),
análise(7),
uso(8),
geração(9),
distribuição(10),
utilidade(11),
pertinência(12), atendimento às
necessidades dos usuários(13) . A
resolução de problemas(14), a
criação de novos produtos(15) , a
transferência de tecnologia(16) e
métodos(17)
e
as
boas
práticas( 18).

2 Gestão do conhecimento

ferramentas
informacional,

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Criação
da
conhecimento( 1).

base
Gestão

de
de

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gerencial e organizacional
9)Promoção da Gestão de
projetos
10)lncutir
a
compartilhada

Visão

11 )Avaliação
do
conhecimento
existente
relativo
à
necessidade
futura.

Conteúdo(2). Comunidades de
prática(3)
e
times
de
conhecimento(4).
Uso
do
conhecimento(5) ,
Identificação(6),
aquisição(7) ,
desenvolvimento(8);
compartilhamento(9) ;
construção(10) e manutenção do
conhecimento(11) ; descarte do
conhecimento(12),
compartilhamento
de
conhecimento(13), criação do
conhecimento(14):
Socialização(15),
externalização( 16),
combinação( 17) e internalização
do conhecimento( 18).

Fonte: Elaboração própria, 2012

Na coluna 1 do Quadro 2 listamos 6 ações estratégicas propostas pelos
autores dos modelos considerados necessários às organizações, 11 elementos que
as organizações precisam investir como suportes para a adoção de processos de
Gestão da informação e do conhecimento e os indicadores propostos; sendo 18 de
Gestão da Informação e 18 indicadores para gestão do conhecimento .
Nesses resultados parciais foram identificados os elementos de Gestão
administrativa e suportes de GI e GC que constituirão as variáveis a ser aplicadas
por meio de entrevista aos gestores. Os processos/indicadores de GIC constituirão
as categorias a serem mapeadas por meio de questionário aplicado aos
bibliotecários, para identificar as práticas exercidas e as lacunas ainda existentes.
No final da pesquisa esperamos apresentar a proposta de instrumento de
diagnóstico de GI e GC em bibliotecas universitárias condensando indicadores de GI
e de GC, baseados nos resultados obtidos no questionário, entrevista, observação e
leituras que reflitam o campo de atuação na área .

5 Considerações Parciais
Como informado na introdução, apresentamos os resultados referentes aos
objetivos específicos de identificação na literatura dos conceitos de gestão da
informação e do conhecimento e o mapeamento dos elementos teóricos
relacionados que possam contemplar as especificidades do ambiente informacional
adequado à biblioteca acadêmica .
Os conceitos apresentados já revelam que as informações precisam ser
gerenciadas da mesma forma que os outros recursos, de sorte que é preciso traçar
políticas e programas de organização e tratamento para que elas se apresentem
com maior eficácia. Portanto, é nítida a importância das informações no processo de
tomada de decisão.

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A Gestão do Conhecimento está baseada em parte na Gestão da Informação,
enquanto a informação é definida como um fluxo de mensagens, o conhecimento é a
combinação de informação e contexto, na medida em que produzem ações. Assim,
a GI nas organizações torna-se não apenas necessária , mas indispensável para
realizar a Gestão do Conhecimento nas organizações.
Considerando a proximidade de conceitos entre as duas disciplinas, embora
sejam distintas em relação ao objeto de atuação, partindo do entendimento de que a
GI trabalha os fluxos formais da organização e a GC, os fluxos informais, o que nos
leva a inferir que podem ser vistas e aplicadas de forma integrada.
Essa compreensão valida a intenção de continuidade da pesquisa em busca
de apresentar um instrumento que possa diagnosticar as práticas de GIC nas
Bibliotecas universitárias.
Nessa perspectiva, entendemos que a pesquisa irá contribuir para o
desenvolvimento da área de Ciência da Informação com estudos sobre as relações
da Gestão da informação com a Gestão do Conhecimento focalizando a atuação do
bibliotecário nessas atividades em biblioteca universitária, propondo assim , um novo
campo de estudo.
Referências
AMORIM, Fabiana Borelli; TOMAÉL, Maria Inês. Gestão da informação gestão do
Conhecimento na prática organizacional : análise de estudos de casos. Revista
Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 8, n. 2, p. 01-22, jan./jun .
2011 .
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BEAL, Adriana . Gestão estratégica da informação. São Paulo: Atlas, 2004.
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              <text>Este estudo tem como intenção pesquisar Gestão da Informação e a Gestão do Conhecimento (GIC) para construção de um instrumento de diagnóstico GIC em bibliotecas universitárias, baseado na gestão estratégica da instituição. O foco desta investigação está no entendimento da Gestão do Conhecimento (GC) e de sua sistematização como um processo tal qual a Gestão da Informação (GI), e na integração de ambos em um modelo que permita o diagnóstico. A investigação está sendo desenvolvida na Universidade Federal do Ceará (UFC) e na Universidade de Fortaleza (UNIFOR). A pesquisa tem por objetivo principal propor um instrumento para diagnosticar o gerenciamento da informação e do conhecimento (GIC) de forma integrada para bibliotecas universitárias. Trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva de cunho qualitativo, considerada estudo de caso. Adota a análise de conteúdo para a coleta, organização e análise dos dados. Na visita exploratória para conhecer o ambiente de estudo, os dados preliminares observados indicam a necessidade de construção de um instrumento de diagnóstico de GIC de forma integrada a ser aplicado para bibliotecas universitárias.</text>
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