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gentilmente por:

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^

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��IV CONGRESSO BRrtSILBIRO DB BIBLIOTEGONOMIâ fi: DOCUMENTAÇHO

^
N
mm
Das moléculas conceituais a informaçao
por
Sylvia Pedrosa Gondim

Ceo.U
SÃO PAULO

Fortaleza
1965

Digitalizado
-gentilmente por:

�\

IV CONGR.:l;SSO BRASILBIRO D3 BIBLIOT .CONOMIA .ü D0CUMI2ITAÇÃ0
UNIVLRSIDADE DO CBARA
7 a 14 dG julho de 19^3

TElíA III - I.TORI&gt;i/lÇlO CILilTÍFICA
DAS MOIÍCUL;^

COUGSIiUAIS À INTOBíIAÇÃO
por

SYLVIA PSDIiOSA GOIIDDi
Documentarista do Setor de .'inalise de Docvunen'oos
da Divisão de Docujnentaçao da
SUDENE

CDU

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- 1

- INTRODUÇÃO

O grande desenvolvimento da ciência e da técnica nos últimos séculos,
as grrjides descobertas da ciência atômica do século ÜS, nao sao obra do
V
A
/
acaso, nem dependem, somente, da inteligência de um inidividuo ou de um
_ »V
A
A
grupo. Sao o resultado das experiencias que se vem processando, formando
por assim dizer, os degraus de uma escada ascendente para chegar a

vuna

completa realização*
Estas experiencias se teriam perdido através dos tempos ou se teriam
limitado a vrni determinado espaço, se nao houvesse uma forma de represenJ.
A
taçao e de fixaçao que transmitisse estes conhecimentos a outros povos e
outras gerações*
O conhecimento está acima da matéria, resultajido todavia das

condi-

çoes de exitencia concretas e individuais» E a abstraçao das coisas e

a

correlaçao dos fenomenos obsei'vados, expressos era idéias e conceitos.
Conhecimentos requer commicaçao - comunicaçao entre o homem e a

na-

tureza e comunicação entre os homens. Comunicação é linguagem e linguagem é èímbolo.
II

- LIlíGU/iGEM
A primeira forma de linguagem que poderiamos chamar de linguagem gráfica foi a pintura que, tendo a princípio um sentido pxoramente mágico

e

religioso, foi adquirindo, aos poucos, valores objetivos e racionais.Pajg,
sando pela escrita ideográfica, caracteres cuneiformes, hieróglifos, escrita chinesa, chegamos a escrita fonética ou silábica.
Observando a evolução da lingtiagem gráfica, notamos um processo

de

simplificação, partindo da escrita de idéias ou Ideenschrift, como dizem
os alemaes, para a escrita de palavras ou Wortschrift, e desta para a eg.
crita silabica.Este sistema veio simplificar grandemente a técnica

da

lingua^ .a escrita e aprésenta, ao mesmo tempo, uma maior complexidade do
idéias ou conceitos. Representando frases, a escrita nunca se detem,

e

um eterno tomar-se. porque o número delas é infinito. Representando palavras ou sílabas, os sinais adqxiirem valores constantes que se combinÊim
para formar palavras ou grupos de palavras e frases. Este mesmo fenoiaeno
de simplificação, partindo do complexo para o simples, vamos observar na
técnica docxiraentaria por assunto, que veremos a seguir.
Depois do termos considerado a linguagem como veículo de comunicaçao
e transmissao de conhecimentos e, portanto, de informaçao, podemos,
tao, compreender a importancia dos estudos de semantica e do sintaxe

ena

que se vem dedicando os pesquisadores das técnicas documentárias, prin —
cipalmonte

no setor de automatização.

Vários estudos lingviísticos estão sendo feitos no sentido de se conse
guir uma estabilidade semantica, semelhajite aquela ja alcojiçada no campo
da terminologia química. Os nomes dos elementos químicos, como por exem_
A
•
0
pio3 ouro, ferro, urânio, etc., e seus equivalentes no'latim e nas línguas vivas, existem ha mais de 300 anos com o mesmo significado* O mesmo
se diga da expressão análise puímlca

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Igual importaiicia e dada aos problemas de sintaxe. Merece uma referen~
cia. especial, a literatura cientifica japonesa, publicada numa linguagem

de sin

taxe muito reduzida, a fim de facilitar os processos de tradugao e preparaçao au
tomática de resmios.

^

Hao vamos, porem, tratar aqui de traduçao automatica, nem dos processos
de preparaçao de resumos por meio de maquinas e, sim, da analise de documentos ,
cujos elementos, depois de armazenados mecanica ou automaticamente, lorneçsüi informações precisas e rápidas.

�o
III - COORDINATE II-JDS^ING
Sem desprezar os clássicos laetodos de ordenaçao bibliográficas,
primeiro nas bibliotecas e, atualmente, também nos serviços de

usados

documenta-

çao - refiro-me as classificações - queremos propor um maior estudo ao método que Calvin Mooers chamou em 194.8 de "descriptor" e, posteriormente

,

Mortimer Taube denominou de "Uniterm",
Existe hoje uma tendencia para confundir estes dois termos. Podemos acrescentar que o "Uniterm" é uma forma mais crua do "descriptor"

ej

de

acordo com o pensamento de Mooers, o primeiro pode ser formado pelas

má-

quinas e o segundo não; ambos são, contudo, susceptíveis de um armazena —
mentò automatico, 3ao tipos de descrição de docmentos,

o

nom«

"descriptor", chamado do Indexaçao por Coordenaoao ou "Coordinate

Inditíc-

ing"--'

dai

para usar a terminoliga americana que, no caso, é mais autentica*

Partindo de idéias e conceitos complexos, a tendencia do

"Coordinate

Indexing" e desmembrar estas idéias e conceitos em TOÍIDADES DE PENSÍÍ14EIIT0
ou MOIiécULAS CONCEITUAIS, indivisíveis e cheias de sentido« que se combi**
**
«w
narao e se correlacions.ra,o no momento cm que se deseje, obter a informaçao
(Rotrieval), Ao contrario das classificações, este

sistema é um

sistema

flexível, pluridimensional, nao obedece a nenhiima hif^rarquia, Do particular chegam indutivamente ao geral - do já conhecido para aquilo que se de
seja conhecer» Foi criado especialmente para fins de armazenamento automá
tico pela Armed Services Technical Information Agency (ASTIA) e pode, tam
bem, ser usado manualmente com as chamadas "Uniterm cards" (Eig.2) ou com
as fichas perfuradas de superposição Batten (Peek-a-boo)»
Abrindo novas perspectivas no campo da automática, estas MOLÉCULAS CON
CEITUAIS devem apresentar uma estrutiura que satisfaça aos seguintes requ^i
sitos:
a) cada molécula conceituai devo ser constituída de manei
P
mt
f
ra que represente um?» uJ^imajmidad.e, nao subdivisiveli
b) cada uma das moléculas deve ser independente e

movei

om relaçao a qualquer outra, podendo se ■ , vincular

a

qualquer uma delas;
c) os novos conhecimentos que vão surgindo, não devem to£
nar nooR.garia uma revisão da estrutura ordenadora vigente.
A
Um sistoma desto tipo devo forraar-so de compcnontos muito poquouos

o

indivisíveis, conexojido-se uns com os outros do forma arbitrária, sem per
der, contudo, o sou valor como unidade do -gensamonto. Assim como os

ele

mentos químicos nao sao altorc.dos pela descoberta de outros elementos, da
mesma, maneira um sistoma baseado neste

principio dove conservar a sua e^

trutura fundamental,
A
^
^
Este tipo do analise ou descrição de docvmientos, vem evoluindo a
tir dos "Subject Headings". Sao conhecid-xs

as listas de cabeçalho de as-

sunto da SLA, LC, ALA, AEC,. ASTIAj etc^» quo foram usadas com sucesso

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-

alcumas dolas, ainda o sao atualmente. Uma lista do cabeçalho do assunto
o a ordenação alfabética do palavras "standards" ou corabinaçõos do palavras, Estas listas geralmente muito longas tendera a crescer

cada

vez

mais, a fim^de se acomodarem ao desenvolvimento da ciSncia.Comploxas por
natureza, não podem ser adaptadas às máquinas.
Foi por esto motivo que a ASTIA, depois de ter trabalhado com sucosso
segmdo o método de "Subjoct Headings", r.,solvcu remodelar a sua organizaçao, adotcjido o sistema do "Coordinato Indexing",
Qu^.is

as principais vantagens deste método?

a. Reduzir do 50% ato 90^ o nujnero do entradas em relação com

os

antigos sistemas.
O "Subjoct Headings" da ASTIA continha 70.000 entradas, ficando reduzido no Thesaurus a 7.000
b. Permitir com poucos termos um gr-jido número de combinações.
Uma idéia com duas palavras entraria no "Subjoct Hoading" 2 v£
zos,
com 3 palavras, 6 vezes
"

U

"

24

"

5

"

120

"
etc.

Qual o "Subject Headings" que daria todas estas combinações?
c. Eliminar subdivisões.
d. Resolver o problema das referencias cruzadas,
e. x'omecer como resultado, produtos logicos de somn e diferença
e nao produtos gramaticais pu psocológicos, (Fig. l)

Fig. 1

.

Uma Unidade conceituai pode ser;
1. um substantivo simplesj
2. um substantivo compostoj
3. ura substantivo e um adjetivo;
4-. ura substsjitivo e ura gerundioj
5. um substeãitivo e um particípio;
6. nomes proprios;
7. letrasj
8. números arábicos.

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�Outras regras e normas para a elaboracao de método do "Coordinate Indes
ing", somente a pratica, pode determinar, O conhecimento do assunto de

que

se faz a analise e, contudo, indispensável,
- "l'KESAURUS"
^

Uma vez extraidos os "Uniterms" ou "Descriptors", resta a regularização

destes termos, eliminando os sinônimos, para a elaboração de um Léxico

ou

Thesaurus. Esta palavra, usada desde o ano de 1852 por Peter Mark Roget,vem
do i^rego e significa "repositorio de tesoxiros". A primeira vez que a

pala-

vra Thesaurus foi usada em documentação, parece ter sido em U de março

de

1957 na Conferência de Classificação era Dorking, por Helen Brownson;
,., tle Problems of information retrieval as some investigators see
it at least, is to transform concepts anO their relationship,
expressed in the lan;],-u£ige of documents, into a

someirtet

as
more

regularized lejigimge, uith sjoion^Tns controled and syntactic structvires simplified," (lO)
Apesar de ser um sistema relativamente novo o "Coordinate Indexing"

é

contudo ja bastante divulgado e empregado. Ha Alemanha este sistema é adota
do no Gmelin Institut, írankfurtA.,

e nos Estados Unidos, entre outras,pe

Ias seguintes instituições: Library of Congress (Technical Information Divi
sion), Document Service Center in Dayton, The Armed Services Technical

In-

formation Agency, The Atomic Ilnorgy Comission, The Naval Ordnance Test Station, ^he National Security Agency, e mais recentemente, em bibliotecas industriais e técnicas.
O "COODINATE^IIlDüiXING" NA DIVISÃO DE DOCUl-íEilTAÇÃO DA SUDEiíE
O Setor de Analise de Documentos (S.1D) da Divisão de Documentação

da

SUDENE, publica duas bibliografias sobre o Nordes'-.o ;
a. Bibliogra,fia de assuntos Socio-Economicos
b. Bibliografia de Recursos Naturs.is
A analise desta literatura está sendo feita pela CDU, pois até

pouco

tempo não se pensava na possibilidade de uma automatização. Além da classificação e da catalogação, estas bibliografias trazem também, em ling-uagem telegrafica, m resumo da obra que se está bibliografando a fim de se ter uma noção mais completa do assunto tratado pela mesma. (Fig.3) Com o aumento do material bibliogre'fico, pensou-se na mecanização, não somente da

bibliögrefia

do Nordeste, mas de todo o acervo da biblioteca.
O trabalho de preparação dessa literatura toma-se-á, assim, muito maior.
Alem dos resumos ja feitos regiilarmente, ter-se-á de adotar outro método

de

analise oue se adapte as máquinas. ?oi escolhido, então, o "Coordinate Indexing", cuja teoria o emprego é ^eraa deste estudo.
De cada documento serão selecionados os "descriptores", em média seis ,
do tiGulo ou do resumo. (Fig.4.) Na extraçao destes "descriptores" não se leva
em conta a^formaçao de grupos ou o uso de "interfixes'' ou "moduladores",

em-

bora, som estes requisitos, que iriam resolver muitos problemas de _ aijttexe.

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
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�_ 6 não so T303va alcançar um elevado grau de porfoiçao no foraeclmonto das inxor
•nações. Perfeição essa, possívol com computadores eletronicos e nao com maquinas do Tipo Convencionalj corà as cjuais trabalharemos.
A SUDEííE está adquirindo as seguintes máquinas IBMj
26 (Perfuradora)
56 (Conferidora)
82 (Classificadora)
Estas maquinas são destinadas aos trabalhos de estatística da

.j.L7i.sao

Central de Estatística e, ao mesmo tempo, serão usadas para os serviços de
documentação.
O traba.lho de preparaçao do material, isto e, a. determinação dos

des —

criptores", vem sendo realizado com o ma::cimo rigor, a fim de que a seleção
destes termos nao de Uiiaa informaçao errada.
Estamos considerando em cada documento;
1. ou um tópico principal e seus vários elementos co coordenação;^
2. ou vários tópicos com elementos de coordenaçao coiraris a todos eles;
3. ou vários tópicos com elementos diferentes de coordenaçao, sem pâ
rigo de falsa combinaçao por falta do lógica entre os mesmos.
feemplificando t
1, Documcnto n^ 1
Barcos a motor/ potência/ velocidade/ comprijnonto/ peso
Potência, velocidade, comprimento, peso, rcforcm-sc todos a olos a b_arc.o^
motor-.

^
n^ 2
Biolon--ip ^^

Lagosta P.laevicauda/ Praia do Pina

Biologia e Praia do Pina rei.-.,

- La:Iosta„.P.Ar.^^, f'-nTHo a

La^^-

ta P.laevicauda.
3. Documento n^ 3
Nacionalização/ barcos/ SüDSPE/ Exposição de motivos
Nacionalização refere-se somente a barbos, nao poderia se

coii^Dinar

con

SUDEPE porque esta já e uma entidade nacional, por outro lado expôs1

do

motivos não poderia se referir a j.)arços, porque nao haveria lógica nesta com
binaçao.
Depois de termos analizado um ,;randc numero de documentos, pensaremos m
elaboração do um Thesaurus para c nitrole da linguagem

o eliminaçao de

si-

nonimos. Êsto traballio exigirá mturalmente muito estudo em face da natureza da biblioteca da SUDSiíE que, f pesaj:- de ser especializada - Desenvolvimen
to Econômico - enfeixa por sua n .tureza uma grande variedade de assuntos.

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�_ 8 "

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Fig. 3

N.D.
ODU 639,2(S13.A)

Descriptores
1.Pesca marítima
2.Pernambuco
3.Produção
4«Pescado
5»Embarcações a
motor
6 .Botes
7.Canoas
8.Jangadas
9.Pesca artesanal

cm

1

íioura, Soloncy de.
Sobre o peso das lagostas
capttjradas em Pernambuco. Dol. Est. Pesca.
SUDENE, Recife .
2(7) : 19-21
1962.
Produção mensal do lagostas do sois amadores da praia do Pina (Ikieixo-PE), Pcrcontagon
do total mensal de lagostas exportadas para C2
da tipo da_^classificaçao comercial da cmda.
Distribuição percentuad das lagostas dogombarcadas na praia do Pina segmdo sexo e peso.

Cavalcanti, Clovis.
A pesca marítima em ísrnambuco. (nota) Boi. Tst. Pesca. SUDEIÍS, I; cife .
2 (11) í 16-10
1962.
Quantidad^ (em toneladas) da produção d 5 pesca
do nos municípios do litoral de Pernambuco
de
1956/60, Mimicípios do Sul e do Norte. Quanl idade
da produção do ^pescado tle Pemsjnbuco, soguríçj as
principaos especies. Peixes, Crustáceos. Ccl.onias
de pesca, números de p-jscadores e embarcações por
colonia e por município d"^ Pernambuco em 1S6?. ük
barcaçoes a motor, botes e canoas,jangadas. Pesca
artesanal.

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BIBLIOGRAFIA

!♦ Bemieri C»L, u«n. Corrolative indexes. III. Semantic rélÊtions ainong
sonantenos. Tho tochnica3 Thosaufußo. Am. Doe. 8 (3) í 211-220 1957,
2, Dxmlop, U.W.

ASTIA - ein Automationsfall. Nachr.Dok. 11 (l): 12-17

3» ICrelthen, A. u.a. Klassifiziemmg. nach dem System gleichwertiger Orund
begriffe, Hachr. Dok. 5 (1) : 6-11 1954-.
4.* Martins, '.Jilson,

A palavra escrita,

Sao Paulo, /aihembi, 1957, 54.9p.

5» Pietsch, £i, Informacion y documentacion - Nature,leza y possibilidades.
82 p, Conferencias pronunciadas em I%drid, i960.
6»

, Die Methoden der sie ichgeordneten Begriffe in Dolaraientation
und Information. (Vorlesung) i^ranlifurt/M. I^Jai 195Ö lO.p,

7, Shera, Jesse H.
1956 4.71 p.

Documentation in action.

8, Taube, M.
1952.

Uniterm in coordinate indexing. Am. Doc.

u.a.

9, Vickery, B.C.
159 p.
.0,

On retrieval system theory.

New York, Reinhold Publ. Co.,

3 : 213-218

London, Buttersorths, I96I

. Thesaurus - a new word in documentation,16 Uy : lSl-189 i960.

J. Document.

�IV CONGRJJiSSO BRASILBIRO D3 BI3LI0T .CONOMIA .G DOCUMIiNTAÇÃO
UNIVLRSIDADE DO ClilARA
7 a 14 &lt;is julho do 1963

TE1'-'ÍA III - I' '?Om-'L''iÇÃO CILIITÍFIGA
D/iS MOiicuL'iS

COÍ;CSIVUAIS l WFOm^^QlO
por

SILVIA PEDFiOSA GOIIDDÍ
Docvmentarista do Setor de .'maJLise de Documentos
da Divisão de Documentação da
SUDENE

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O grande desenvolvimento da ciência e da técnica nos iiltimos séculos,
as grcjides descobertas da ciência atômica do século IS, nao sao obra do
\
A
/
acaso, nem dependem, somente, da inteligência de um inidividuo ou de um
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A
A
grupo. Sao o resultado dc-is experiencias que se vem processando, formando
por assim dizer, os degraus de ums- escada ascendente para chegar a

una

completa realização,
A
^
Estas experiencias se teriam perdido através dos tempos ou se teriam
limitado a um determinado espaço, se não houvesse uma forma de represenM
A
taçao e de fixaçao que transmitisse estes conhecimentos a outros povos e
outras gerações,
O conhecimento está acima da matéria, resultando todavia das
condiM
A
^
çoes de exitencia concretas e individuais. E a abstraçao das coisas e a
«w
A
f
correlaçao dos fenomenos observados, expressos em idéias e conceitos.
Conhecimentos requer comunicação - comunicação entre o homem e a

na-

tureza e comunicaçao entre os homens. Comunicação é linguagem e linguagem é símbolo.
LII^GU/iGEM
A primeira forma de linguagem que poderiamos chamar de linguagem grafica foi a pintura que, tendo a princípio um sentido puramente m/gico

e

religioso, foi adquirindo, aos poucos, valoros objetivos e racionais.Pag,
sando pela escrita ideográfica, caracteres cunexformes, hieróglifos, es%
*
^
^
^
crita chinesa, chegamos a escrita fonetica ou silabica.
Observando a evolução da linguagem gráfica, notamos um processo

de

simplificação, partindo da escrita de idéias ou Ideenschrift, como dizem
os alemaes, para a escrita de palavras ou Wortschrift, e desta para a eg.
crita silabica.Este fsistema veio simplificar grandemente a técnica

da

linguat .j escrita e apresenta, ao mesmo tempo, ma maior complexidade de
idéias ou conceitos« Representando frases, a escrita nunca se detem,

é

um eterno tomar-se. porque o número delas é infinito. Representando pa•y
f
^
lavras ou sílabas, os sinais adquirem valoros constantes que se combinam
A
A
para formar palavras ou grupos de palavras e frases. Este mesmo fenomeno
de simplificação, partindo do complexo para o simples, vamos observar na
técnica documentária por assvinto, que veremos a seguir.
Depois de termos considerado a lingtiagem como veículo de comunicação
e transmissao de conhecimentos e, portanto, de informaçao, podemos, enM
A
A
tao, compreender a importancia dos estudos de semantica e de sintaxe
a
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^
que se vem dedicando os pesquisadores das técnicas documentárias, principalmente

no setor do automatização.

Vários estudos lingüísticos estão sendo feitos no sentido de se conse
A
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&gt;
guir uma estabilidade semojitica, semelhsjite aquela ja alcançada no campo
da terminologia química. Os nomes dos elementos químicos, como por oxomA
^
ploj ouro, ferro, urânio, otc., o seus equivalentes no latim o nas línguas vivas, existem há mais do 300 anos com o mesmo significado* O mesmo
se diga da c:{Ç)rossao análise ouímlca
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�Igual importância é dada aos problemas de sintaxe. Merece vima referencia especial, a literatura científica japonesa, publicada numa linguagem

de sin

taxe muito reduzida, a fim de facilitar os processos de tradugao e preparaçao au
tomática de resumos.
líão vamos, porém, tratar aqui de tradução automatica, nem dos processos
de preparação de resvtmos por meio de maquinas e, sim, da analise de docunienoos ,
cujos elementos, depois de armazenados mecanica ou automaticamente, fornegsjn informações precisas e rapidas»

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Sem desprezar os clássicos métodos de ordenaçao bibliográficas,
primeiro nas bibliotecas e, atualmente, também nos serviços de

iisados

documenta-

çao - refiro-me as classificações - queremos propor um maior estudo ao método que Calvin Mooers chamou em 194-8 de "descriptor" e, posteriormente

&gt;

Mortimer Taube denominou de "Uniterm".
Existe hoje uma tendencia para confundir estes dois termos, Podemos acrescentar que o "Uniterm" é uma forma mais crua do "descriptor"
ej de
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t
acordo cora o pensamento de Mooers, o primeiro pode ser formado pelas máquinas e o segundo naoj ambos sao, contudo, susceptíveis de vim araiazena —
mento automatico. 3ao tipos de descrição do docmentos,

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"doscriptor", chamado do Indexaçao por Coordenação oü "Coordinate Inda*4 li
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para usar a terminoligé. americana que, no caso, ef mais autentica*
íartindo de idéias e conceitos complexos, a tendência do

"Coordinate

Indexing" é desmembrar estas idéias e conceitos em UIIIDADES DE FENSAÍ4E1ÍT0
ou MOLácULilS CONCEITUAIS, indivisíveis e cheias de sentido, que se combinarão e se correlacionarão no momento om que se deseja obter a informação
(Rotrioval), Ao contrario das classificações, este sistema o um sistema
f
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flexível, plxiridimensional, nao obedece a nenhuma hir^rarquia, Do particular chegam indutivamente ao geral - do já conhecido para aquilo que se de
seja conhecer» Foi criado especialmente para fins de armazenamento automá
tico pela Armed Services Technical Information Agency (jISTIA) e pode, tam
bem, ser usado manualmente com as chamadas "Uniterm cards" (Fig,2) ou com
as fichas perfuradas de superposição Batten (Peek-a-boo).
Abrindo novas perspectivas no campo da automática, estas MOLÉCULAS CON
CEITUAIS devem apresentar uma estrutura que satisfaça aos seguintes reqií^
sitosí
cada molécula conceituai devo ser constituída de manei
ra que represente uir^ TiLjtijna„vin3.dad.e, não subdivisível;
b) cada uma das moléculas deve ser independente o

movei

om rolaçao a qualquer outra, podendo se • , vincular

a

qualquer \jma dölas;
c) os novos conhecimentos que vão surgindo, não devem to£
nar nonoRsária uma revisão da estrutura ordenadora vigente,
A
Um sistema deste tipo deve formar-se de compcnontos muito pequenos

e

indivisíveis, conexojido-se uns com os outros do forma arbitrária, sem per
dor, contudo, o seu valor como unidade de r)onsamcnto. Assim como os

ele

mentes químicos não são alterados pela descoberta de outros elementos, da
mesma maneira um sistema baseado neste

principio deve conservar a sixa es

trutura fundamental.
Este tipo de analise ou descrição de documentos, vem evoluindo a
tir dos "Subject Headings". Sao conhecidas

as listas do cabeçalho de as-

sunto da SLA, LC, AIA, AEC, ASTIA, etc,, que foram -usadas com sucesso

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par-

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e.

l'i

�alj^Tjmas delas&gt; ainda o sao atualmente. Uma lista do Criboçalho do assunto
o a ordcnaçao alfabética do palavras "standards" ou combinaçoos do palavras» Estas listas geralmente muitó longas tendem a crescer

cada

voz

mais, a fira de se acomodarom ao desenvolvimento da ciência.Complexas por
natureza, nao podom ser adaptadas as maquinas.
Foi por este motivo que a ASTIA, depois de ter trabalhado com sucesso
segundo o método de "Subject Her.dings", r..solvcu remodelar a sua organi—
zaçao, adotando o sistema do "Coordinate Indoxing".
Quais

as principais vantagens deste método?

a. Reduzir de 50% ate 90^ o nujnoro de entradas em relaçao com

os

antigos sistemas.
O "Subject Headings" da ASTIA continha 70.000 entradas, ficando reduzido no Thesaurus a 7.000
b. Permitir com poucos termos um gr''.nde numero do combinaçoos.
Uma idéia com duas palavras entraria no "Subjoct Hoading" 2 v^
zes,
com 3 palavras, 6 vezes
"

4

"

24-

"

5

"

120

"
etc.

Qual o "Subjoct Headings" quo daria todas estas combinaçoos?
c. Eliminar subdivisões.
d. Resolver o problema das referencias cruzadas.
e. Fornecer como restiltado, produtos logicos de somn e diferença
e nao produtos gramaticais pu psocológicos, (Fig. l)

Fig. 1
Uma Unidade conceituai pode ser:
1. um substantivo simplesj
2. um substantivo composto;
3. um substantivo e um adjetivo;
4» um substantivo e um gerundioj
5. um substejitivo e um particípio;
6. nomes próprios;
7. letras j
r)O. números
'
'
arabicos.

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lí

�Outras regras e normas para a elaboraçao de método do "Coordinate Index
ing", somente a pratica pode determinar.. O conhecimento do assvinto de

que

se raz a analise e, contudo, indispensável,
" "'^'HESAURUS"
Uma vez extraidos os "Uniterms" ou "Descriptors", resta a regularizaçao
destes termos, eliminando os sinonimos, para a elaboraçao de um Léxico

ou

Thesaijrus. Esta palavra, usada desde o ano de 1852 por Peter Mark Roget,vem
do grego e significa "repositorio de tesouros", A primeira vez que a

pala-

vra Thesaurus foi usada em documentagao, parece ter sido em 14 de março
A
1957 na Conferencia de Classificagao em Dorking, por Helen Brownson;

de

"... t.ie Problems of information retrieval as some investigators see
it at least, is to transform concepts anO their relationship,
expressed in the lan:j,u8.ge of documents, into a

sorneirhf.t

as
more

regularized Isjiguage, uith sjmon^nns controled and syntactic stiructures simplified." (lO)
Apesar de ser um sistema relativamente novo o "Coordinate Indexing"

é

contudo ja bastante divuJgado e empregado, Na AlemsJiha este sistema é adota
do no Gmelin Institut, i^ankfurtAi.»

e nos Estados Unidos, entre outras,pe

Ias seguintes instituições: Library of Congress (Technical Information Divi
sion), Document Service Center in Dayton, The Armed Services Technical

In-

formation Agency, The Atomic Energy Comission, The ilaval Ordnance Test Station, The National Security Agency, e mais recentemente, em bibliotecas industriais e técnicas.
O "COODINATE INDEXING" NA DIVISÃO DE DCXDU^lEIITAgÃO DA SUDEl®:
O Setor de Analise de Docmentos (SAD) da Divisão de Documentação

da

SUDENE, publica duas bibliografias sobre o Nordesto;
a. Bibliografia de assuntos Socio-Economicos
b. Bibliografia de Recursos Naturais
A analise desta literatura esta sendo feita pela CDU, pois até

pouco

tempo nao se pensava na possibilidade de uma automatizaçao, Além da classificaçao e da catalogaçao, estas bibliogra.fias trazem também, em linguagem telegTafica, um resumo da. obra que se osta bibliografando a fim de se ter uma noção mais completa do assunto tratado pela. mesma» (Fig.3) Com o aumento do material bibliogr8.fico, pensou-se na mecanizaçao, nao somente da

biblidgrefia

do Nordeste, mas de todo o acervo da biblioteca,
O trabalho de preparaçao dessa literatura toma-se-á, assim, muito maior.
Alem dos resumos ja feitos regularmente, ter-se-a de e.dotar outro método

de

analise que se ada-ote as maquinas, Foi escolhido, então, o "Coordinate Indexing", cuja teoria c emprego e ^ema deste estudo.
De cada documento serão selecionados os "descriptores", em média seis ,
do titulo ou do resumo, (Fig.4) Na extraçao destes "descriptores" não se leva
em conta a formaçao do grupos ou o uso de "interfixes" ou "modiJ.adores", emA
bora, sem estes requisitos, que iriam resolver muitos problemas de _ f^nliexe,

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�- 6 não sc 'oos-a alcaiiçs.r mi olovado grau de perfeição no fomecmento das infor
Tiaooes. Perfeição essaj possível com computadores eletronicos e nao com maquinas do Tipo Convencional, cora as quais trabalharemos.
A SUDEíJE está adquirindo as seguintes maquinas IBM;
26 (Perfuradora)
56 (Conferidora)
82 (Classificadora)
Estas maquinas sao destinadas aos trabalhos de estatisoica da

_;.!."5j.£ao

Central de Estatística e, ao mesmo tempo, serão usadas para os serviços de
docmentaçao,
O trabalho de preparaçao do materialj isto e, a determinação dos ''des —
criptores"j vem sendo realizado com o máximo rigor, a fim de que a seleção
destes termos nao de uir.a inform8.gao errada,
Estamos considerando em cada documento;
1, ou un topico prinf'.ipRl e seus vários elenontos cf; coordenaçao^
2, ou vários topicos cora elementos de coordenaçao eosuas a todos eles 3
3, ou vários topicos com elementos diferentes de coordenaçao, sera pe
rigo de falsa combinaçao por falte, de lógica entre os mesmos.
Exemplificando;
Docu^'^ctito nS 1
Barcos a motor/ potência/ velocidade/ comprimento/ peso
rfv
A
Potência, velocidade, comprimento, peso, rcferem-so todos a eles a
niotPJ'.»
2. Documentos nS 2
BiolnpHp/ T,,--'Biologia e Praia do Pina reío-..

Lagosta P.laevicauda/ Pi-ais. do Pina
,

" T^ariOsta„X-ar^i^

^

liäß2är

ta P.laevicauda.
3. Documento n^ 3
Nacionalizaçao/ barcos/ SüDEPE/ Exposição de motivos
Nacionalizaçao refere-se somente r. ba^rco^, nao poderia se

co.aD.!.iiar

con

STJEEPE porque esta já é tuna entidf do nacional, por outro lado e&gt;q30si

do

motivos nao poderia se referir a tarços, porque nao haveria lógica nesoa com
binaçao.
Depois de termos a.nalizo.do "ira ^"rando numero de documentos, pensaremos xb.
elaboração do um Thesaujrus pare controle da linguagem

o eliminaçao de

si-

nonimos» Esto trabalho exigi?a naturalmenti muito estudo em face da natureza da biblioteca, da SUDENE qiie , apesejr de óer especializada - Desenvolvimeji
to Econômico - eiifeixa por S'i. natureza um x grande variedade de assuntos.

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�Fig. 2

cm

1

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�- 8 -

CDU

Fig. 3

ií.D.
ODU 639.2(813.4)

1.Pesca marítima
2. Pernambuco
3.Produção
4»Pescado ^ .
5.Embarcações a
motor
6.Botes
7.Canoas
Ö.Jangadas
9.Pesca artesanal

cm

1

iíoura, Soloncy de»
Sobre o peso das Is-gostas
captiiradas em Pernambuco. Boi. Est. Pesca,
SUDENE, Recife .
2(7) : 19-21
1962.
Produção mensal õ.o Ic-gostas do seis s.rnadoiwj da praia do Pina (Rocifo-PE), Porcontagon
res
do total mensal de lagosta.s exportadas para ca
da tipo da^classificaçao comercial da cus-da.
Distribuição percentiaa'1 das la.gostas dogorabarcadas na praia do Pina segmdo sexo e peso.

Cavalcanti, Clovis.
A pesca marítima em Pernambuco. (nota) Boi. Est. Pesca. SUDEÍIE, Recife .
2 (11) í 16-18
1962.
Quantidad^ (era toneladas) da produção do pesca
do nos municípios do litoral de Pernambuco
de
1956/60, Municípios do Sul e do Norte. Quantidade
da produção do ^pescado de Pemejnbuco, sogundç as
principaos especies. Peixes, Crustáceos. Colonias
de pesca, numcrog de pescadores e embarcações por
colonia e por município de Pernambuco em 1962.
barcaçoes a motor, botes e canoas,jangadas. Pesca
artesanal.

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Fig. 4

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