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                  <text>Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

DIRETRIZES PARA A CONSTRUÇÃO DEMOCRÁTICA E
PARTICIPATIVA DE UMA POLíTICA DE FORMAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES NO NÚCLEO INTEGRADO DE
BIBLIOTECAS DA UFMA

Luhilda Ribeiro Silveira 1, Maria de Fátima Oliveira Costaz, Darcy de
Jesus Moraes Silva3
Bibliotecária , Especialista em Formação de Leitores , UFMA, São Luís - MA
Bibliotecária, Especialista em Gestão de Arquivos,UFMA, São Luís - MA
3Bibliotecária , Especialista em Formação de Leitores, UFMA, São Luís - MA

1

2

Resumo
Diretrizes para a construção de uma Política de Formação e Desenvolvimento de
Coleções do Núcleo Integrado de Bibliotecas da UFMA, com ênfase na participação
democrática dos profissionais deste Núcleo. Apresenta-se uma revisão de literatura,
a metodologia do processo de construção da Política e os resultados parciais da
evolução desse processo.

Palavras-chave: Biblioteca universitária; Formação e desenvolvimento
coleções; Gestão participativa .

de

Abstract
Guidelines for the construction of a Training Policy and Collection Development in the
Integrated Core of libraries the UFMA, with emphasis on democratic participation of
professionals in this core. It presents a literature review, the methodology of the
construction of the Training Policy and Collection Development of UFMA and partial
results of the evolution of this processo

Keywords : University Library;

Formation and

Development of Collections;

Participative Management.

1 Introdução
A formação e o desenvolvimento de uma coleção numa biblioteca é um
processo que envolve inúmeras etapas que devem ser bem planejadas e
executadas para garantir a sua eficiência. Desde o estudo da comunidade e do
usuário, até a avaliação do processo, passando pela política de seleção, aquisição e
desbastamento deve-se estabelecer um planejamento que norteie todo o trabalho.
Isso possibilitará um aumento significativo na probabilidade de haver um bom
desempenho das atividades dessa unidade de informação.

381

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

A Política de Formação e Desenvolvimento de Coleções (PFDC) é o
instrumento que estabelece critérios, estratégias e diretrizes de caráter geral e
específico para o processo de crescimento do acervo e caracteriza-se como
fundamental para qualquer biblioteca . Entretanto, não raro, bibliotecas executam
suas atividades sem que haja um documento formal da PFDC para respaldar suas
ações no que tange ao desenvolvimento de coleções, ou em outros casos, o
documento até existe, mas carece de revisão e adequação à realidade da biblioteca
a qual deveria servir.
Vale ressaltar que a falta de uma PFDC pode afetar tanto os usuários da
instituição, com a formação de um acervo que não condiz com suas necessidades
informacionais, quanto os próprios profissionais da biblioteca, já que direta ou
indiretamente todos realizam atividades relacionadas ao acervo, e o trabalho com
um acervo não condizente com as necessidades dos usuários é um trabalho ineficaz
sob o ponto de vista da eficácia da instituição. De tal modo, a construção de uma
PFDC é uma atividade que deve envolver o maior número possível de colaboradores
da instituição, especialmente os bibliotecários, por terem especial conhecimento
técnico no que se refere a formação e desenvolvimento de coleções.
Nessa perspectiva vislumbramos que a construção de uma PFDC que
privilegie a participação de todos os bibliotecários da instituição é uma estratégia que
se amplia de forma democrática para incluir a multiplicidade e preciosidade de
opiniões que poderiam eventualmente não ser ouvidas, quando as políticas são
simplesmente instituídas verticalmente pela gestão, ou ainda quando apenas um
número muito reduzido de profissionais participa da formulação desse documento.
Assim , a construção coletiva de um documento dessa natureza pode proporcionar à
instituição o estabelecimento de diretrizes pautadas em decisões coletivas, além de
propiciar aos colaboradores o sentimento de valorização nos processos decisórios
da instituição a que pertencem.
Destarte, a partir da experiência de construção da PFDC do Núcleo
Integrado de Bibliotecas (NIB) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA),
propomos neste trabalho, diretrizes para a construção de uma PFDC que não
apenas normatize os processos decisórios tangentes ao acervo, mas que também
divida responsabilidades e propicie uma participação democrática e qualitativa dos
bibliotecários que fazem a instituição.

2 A Política de Coleções e a Abertura de Espaço para um Processo
Participativo
As coleções nas unidades de informação são insumos a partir dos quais
serão gerados conhecimentos, que dependem da sua adequação ao público-alvo.
Desse modo, ''[. .. ] o reconhecimento da comunidade a ser servida e suas
características culturais e informacionais, oferecerá a base necessária e coerente
para o estabelecimento de políticas de seleção [ ... l". (MACIEL; MENDONÇA 2000, p.
19).
O desenvolvimento de coleções é um trabalho de planejamento que, por
vezes, é chamado de planejamento de acervo. A formação do acervo é um
processo abordado sob uma perspectiva sistêmica e as atividades ligadas à
construção da coleção não podem ser encaradas isoladamente. (SILVA; SILVA,
2003).

382

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

o processo formar e/ou desenvolver coleções é uma atividade que
segundo Vergueiro (1989, p. 19) "[ ... ] está presente por inteiro em todas as
bibliotecas", embora não da mesma forma , pois o tipo de unidade de informação
será um importante determinante para a condução das etapas.
Vale ressaltar a importância da adoção de um modelo sistêmico para a
formação e o desenvolvimento de coleções, que evidencie o caráter dinâmico e
circular dessa atividade, que é uma pilastra sob a qual se sustenta a eficiência
informacional da unidade de informação. Nessa perspectiva podemos definir a
formação e o desenvolvimento de coleções como:
[ ... ) processo de identificação dos pontos fortes e fracos de uma coleção de
materiais de biblioteca em tempos em termos de necessidades dos
usuários e recursos da comunidade, tentando corrigir as fraquezas
existentes, quando constatadas; o que vai requerer 'constante exame e
avaliação dos recursos da biblioteca e constante estudo das necessidades
dos usuários, como de mudanças na comunidade a ser servida' [...

t

A PFDC constitui documento imprescindível a qualquer biblioteca , pois é
ela quem estabelece as diretrizes que devem nortear um crescimento racional e
equilibrado do acervo . Desse modo, os profissionais que participam desde o
processo de construção da política , até efetivamente a formação e o
desenvolvimento de coleções em uma biblioteca, estão engajados no processo de
planejamento, no estabelecimento dos objetivos a serem alcançados e nas ações
necessárias para a sua efetivação.
As bibliotecas universitárias em regra, devem contar com um corpo
técnico composto por vários bibliotecários, que desenvolvem atividades variadas
para garantir o funcionamento da unidade de informação. No processo de
construção da PFDC pode ser aproveitada toda essa multiplicidade de ações para o
enriquecimento de uma proposta no âmbito da formação e desenvolvimento de
coleções. É nessa perspectiva que buscamos construir uma política marcada pela
colaboração pautada na diversidade de olhares e na valorização das múltiplas
visões de nossos colaboradores.
Kanaane (2006) salienta a importância da adoção de modelos de gestão
que ultrapassem os modelos administrativos arcaicos e tradicionais assentados em
requisitos autoritários e retrógrados , enfatizando que
O indivíduo almeja mais autonomia em seu trabalho , evitando as
concepções burocráticas, pressão da hierarquia na execução do trabalho e
os pressupostos da administração científica [... ) O homem começa a ser
mais exigente, identificando suas reais necessidades; paralelamente,
constata-se que o poder assentado em cooperação (participativo) tende a
substituir o poder instalado por força da hierarquia. (Kanaane, 2006 , p. 29) .

A abertura para a participação dos colaboradores nos processo decisórios
dentro da instituição é uma iniciativa que pode ser interessante não somente para os
processos produtivos da organização, do ponto do enriquecimento das decisões
pela multiplicidade de pontos de vista que podem surgir, mas também para o
favorecimento da melhoria da qualidade das relações sociais no âmbito profissional,
uma vez que há nesse processo a necessidade de uma integração na discussão e
construção de propostas que influenciarão a dinâmica da atuação dos próprios
profissionais ali envolvidos a partir do exercício da democratização no âmbito
1 EVANS , 1995 apud VERGUEIRO, 1997, p.16.

383

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

organizacional.
O modelo de gestão, onde se compartilham idéias e se dividem
responsabilidades é um caminho para a gestão participativa, pois envolve a
execução de tarefas atrelada ao engajamento dos membros do grupo, e tal
cooperação pode render bons frutos à instituição, pois
É sabido que as relações cooperativas de trabalho são indispensáveis para
o aprimoramento e permanência de um ambiente de confiança entre os
integrantes do grupo [ ... ] fazendo com que se integrem e assimilem tarefas e
responsabilidades de forma interdependente e interativa. (CARVALHO ;
SERAFIM, 2004, p. 52).

Assim , a construção de uma PFDC pautada num modelo participativo é
uma oportunidade que os colaboradores da instituição terão de não apenas executar
tarefas, mas também de refletir sobre elas, opinar e até de construir melhores
modelos para sua execução, com possibilidades ainda de dar a elas maior
significância .

3 Metodologia para a Construção da PFDC no NIB
As diretrizes para a construção da PFDC do NIB da UFMA, nos moldes
aqui propostos, é uma iniciativa pautada na experiência de profissionais dessa
instituição a partir da integração entre saberes teóricos e percepções do cotidiano
profissional da importância de se instituir políticas construídas com base num
processo participativo e democrático. Destarte, as diretrizes para a construção da
PFDC do NIB se constituem nas etapas a seguir:
a) expedição de Ordem de Serviço pela direção do NIB designando
quatro bibliotecárias para compor Comissão de Estudo com vista na
elaboração da PFDC do NIB;
b) estabelecimento de um cronograma de reuniões para sessões de
estudo , pela Comissão designada para levantamento e estudo da
literatura pertinente à elaboração da proposta;
c) definição de um sumário preliminar para nortear os estudos e
elaboração da política, considerando aspectos específicos a serem
contemplados pela PFDC;
d) elaboração de um instrumento para a coleta de sugestões pelos
bibliotecários da instituição (Apêndice A), elaborado com base no
sumário preliminar;
e) realização de pré-teste do questionário de sugestões, com a sua
aplicação em bibliotecários de outras instituições, para que fossem
detectados e analisados os erros e posteriormente feitas as devidas
correções;
f) encaminhamento aos bibliotecários do NIB, (por e-mail e impresso) do
instrumento de coleta de dados;
g) organização em formulário específico (Apêndice B) das sugestões dos
bibliotecários, a partir da sistematização por tópicos das proposições
consideradas pertinentes pela Comissão de Estudo para integrar a
PFCD;
h) reuniões com setores específicos da biblioteca para debater e sanar
eventuais dúvidas quanto a processos específicos do setor e

384

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

ambiguidades OU imprecisões que possam ter sido geradas a partir das
sugestões dos questionários;
i) elaboração da proposta da PFDC pela Comissão com base nas leituras
específicas realizadas, e nas sugestões dos bibliotecários;
j) Encaminhamento (por via impressa e eletrônica) da proposta da PFDC
elaborada pela Comissão aos bibliotecários do NIB para apreciação,
comentários e/ou sugestões ao texto apresentado. Com fixação de data
para recebimento de eventuais sugestões e nova sistematização da
proposta;
I) apreciação do texto da PFDC com toda equipe do NIB para a aprovação
do texto final ;
m) formalização e instituição da PFDC pela gestão do NIB.

4 Resultados e Discussão
Após designada pela direção do NIB, a comissão de estudos iniciou suas
atividades no mês de novembro de 2011, seguindo as etapas descritas no item
anterior.
Foi acordado pela comissão que as sessões de estudo seriam nas terças
e quintas no horário das 9:00 às 12:00 h, inicialmente os estudos concentraram-se
no levantamento leitura da literatura pertinente para auxiliar nas discussões que
subsidiaram a construção do sumário preliminar de base para a escrita da política.
Esse sumário serviu tanto para nortear os estudos, quanto para guiar a construção
do instrumento de coleta de sugestões pelos bibliotecários do NIB.
O instrumento para coletar as sugestões foi elaborado de modo a
possibilitar que os bibliotecários pudessem colaborar de maneira mais livre possível,
utilizando apenas questões abertas, não sendo obrigatório responder todas as
questões, abrindo a possibilidade de serem dadas sugestões apenas nas que a
pessoa julgasse ter mais afinidade com o tema, e assim pudesse contribuir com seu
conhecimento. Houve ainda a possibilidade do instrumento ser respondido
individualmente ou em grupo, ficando a cargo dos colaboradores decidirem sobre
isso. Assim sendo, o questionário foi encaminhado a 31 bibliotecários do NIB que se
encontravam no pleno exercício de suas atividades, excetuando-se aqui os
licenciados, afastados, ou cedidos, e desses obtivemos resposta de 43% dessa
população.
Atualmente as atividades encontram-se na etapa de sistematização das
sugestões recebidas através dos questionários devolvidos pelos bibliotecários.
Embora não tenha sido inicialmente fixado uma data para a conclusão da Política,
espera-se que ainda no primeiro semestre de 2012 as atividades sejam finalizadas .
Para além do empreendimento da construção da PFDC do NIB, que por si
só já seria uma atividade salutar em nível institucional, a experiência de construí-Ia
nesses moldes, serve ainda a fins que poderiam ser aqui descritos como
socioprofissionais, na medida em que abre a possibilidade para uma construção de
relações interpessoais mais solidificadas mediadas pela interação decorrente da
própria natureza do processo democrático e participativo.
Há ainda que se destacar como ponto importante, o percentual de retorno
do instrumento de coleta de dados, o número a priori , pode ser avaliado como

385

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

expressivo, se considerarmos que foi acima da média de retorno de questionários
utilizados em pesquisas de modo geral, mas analisa-se que para consolidar uma
gestão participativa, ainda é pouco . Entretanto, não insuficiente para poder-se dizer
que inaugura a possibilidade na instituição de se experienciar um processo de
trabalho pautado num modelo democrático e participativo.

5 Considerações Finais
A experiência da construção de uma PFDC no NIB utilizando para isso
atividades que buscam promover a participação e o engajamento de um maior
número possível de colaboradores é uma possibilidade de compartilhar
responsabilidades e integrar saberes numa perspectiva participativa e democrática.
Sabe-se que normas e regras em uma instituição podem ecoar de forma
muito mais promissora entre os colaboradores quando estes se sentem partícipes do
processo . Assim também as políticas de uma instituição tendem a fazer muito mais
sentido para quem as executa quando há um engajamento prévio, uma discussão e
uma possibilidade de se ouvir as diversas opiniões de quem participa do processo .
No NIB a experiência da construção de uma política no âmbito da
formação de acervo nos moldes democrático e participativo, nos abre possibilidades
para além da mera política de acervo, é uma oportunidade de construir um modelo
decisório que pode extrapolar a mera construção da PFDC do NIB, e se coloque
como um ensaio que poderá futuramente influenciar o próprio modelo de gestão da
instituição.
Embora se saiba que pode ser difícil conseguir uma unanimidade na
aceitação e colaboração de todos, mesmo abrindo-se a possibilidade para o
engajamento e a participação de todos num processo decisório em uma instituição,
ainda assim , não podemos abrir mão da riqueza de possibilidades que um processo
democrático pode propiciar à instituição, ainda que se corra o risco de tornar o
processo decisório mais complexo e moroso. Este é por vezes o preço de uma
gestão democrática, que mesmo com suas limitações em termos de alcance e
agilidade nos parece mais sensato que uma rapidez autocrática e pouco eficiente.

6 Referências
CARVALHO, Antônio Vieira ; SERAFIM , Oziléa Clen Gomes. Administração de
recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 2006.
CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos
e bibliotecas. Colaboração: Cláudia Moi. São Paulo: Arquivo do Estado; Imprensa
Oficial, 2000.
CHRISTINA, Maria; ALMEIDA, Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e
serviços de informação. 2.ed . Brasília , DF: Briquet de Lemos Livros, 2005.
FERREIRA,

Isabel Sattamini; OLIVEIRA, Zita Prates de. Informação para

386

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
Trabalho completo

administração de bibliotecas. Brasília: ABDF, 1989.
KANAANE , Roberto. Comportamento humano nas organizações : o homem rumo
ao século XXI. 2.ed. São Paulo : Atlas, 2006 .
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília , DF: Briquet de
Lemos Livros, 1996.
MACIEL, Alba Costa ; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha . Bibliotecas como
organizações. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2000.
SILVA Ana Claudia Perpétuo de Oliveira da; SILVA, Daisy Mary Bento da. Política
de
desenvolvimento
de
coleções.
2003 .
Disponível
em :
&lt;web.cesusc.com .br/faag/biblioteca/pdc.doc&gt; . Acesso em : 24 abro2007.
VERGUEIRO, Waldomiro. Desenvolvimento de coleções. São Paulo. Pólis;
Associação Paulista de Bibliotecários, 1989.
VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação. 2. ed. Brasília, DF:
Briquet de Lemos Livros, 1997.

387

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
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APÊNDICE A - ROTEIRO PARA COLETA DE SUGESTÕES PARA CONSTRUÇÃO
DA PFDC DO NIB/ UFMA
ROTEIRO DE SUGESTÕES PARA CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO
E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DO NÚCLEO INTEGRADO DE BIBLIOTECAS
DAUFMA
Contamos com o seu apoio e participação na construção da PFDC do NIB. Para tanto são
importantes as seguintes observações:
a) o roteiro deste formulário foi construído com base num sumário prévio elaborado pela
comissão de estudo;
b) a política formulada a partir das sugestões aqui coletadas será ainda apreciada e discutida antes
de ser instituída pela direção do NIB;
c) o preenchimento dos campos é livre, e de acordo com as especificidades e áreas de
interesse/afinidade e atuação de cada um, portanto, não é obrigatório que sejam dadas
sugestões em todos os campos;
d) As sugestões podem conter pontos que você julgue que devam ser considerados na política.
• Ex : 1 ESTUDO DA COMUNIDADE E DO USUÁRIO:
Deve ser feito anualmente e com uso de tecnologias da informacão.

1 SOBRE O ESTUDO DA COMUNIDADE E DO USUÁRIO:

2 SOBRE O PROCESSO DE SELEÇÃO DE MATERIAIS INFORMACIONAIS PARA O NIB

2.1 Sobre a composição e atribuições da Comissão de Seleção:
participante

Atribuição

388

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2.2 Sobre os instrumentos auxiliares a serem utilizados no processo de seleção

2.3 Sobre critérios a serem considerado na seleção de materiais para compor o acervo
compra

Doação

3 SOBRE A AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES

...

.
d e ava rlaça0
. ~
~
de co eçoes ( uem d eve par IClpar e com quaIs a t rI'b ulçoes
41 Sob re a comlssao
~

participante

Atribuição

389

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4 SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO A SEREM
ADOTADAS PELO NIB

5 SOBRE O DESBASTAMENTO DE MATERIAIS DO ACERVO DO NlB

5.1 Sobre os critérios adotados para o remanejamento de materiais do acervo do NIB

5.2 Sobre os critérios adotados para descarte de materiais do acervo do NIB

6 OUTRAS SUGESTÕES

390

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
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APÊNDICE B - FORMULÁRIO PARA SISTEMATIZAÇÃO DAS SUGESTÕES
TÓPICOS

PONTOS A SEREM CONSIDERADOS

ESTUDO DA
COMUNIDADE E
DO USUÁRIO
1

PROCESSO DE
SELEÇÃO
2

Comissão de Seleção

2.1

Instrumentos
auxiliares de seleção
2.2

Critérios na seleção
de materiais (compra)
2.3

Critérios na seleção
de materiais (doação)
2.3

391

�Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas e repositórios digitais
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AVALIAÇÃO DE
COLEÇÕES

3

Comissão de
avaliação
3.1

ESTRATÉGIAS DE
CONSERVAÇÃO E
PRESERVAÇÃO

4

DESBASTAMENTO

5

OUTRAS
SUGESTÕES

6

392

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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: A biblioteca universitária como laboratório na sociedade da informação.</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>UFRGS</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Diretrizes para a construção democrática e participativa de uma política de formação e desenvolvimento de colções no núcleo integrado de bibliotecas da UFMA.</text>
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              <text>Silveira, Luhilda Ribeiro; Costa, Maria de Fátima O.; Silva, Darcy de Jesus M.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Gramado (Rio Grande do Sul)</text>
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          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
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              <text>2012</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Diretrizes para a construção de uma Política de Formação e Desenvolvimento de Coleções do Núcleo Integrado de Bibliotecas da UFMA, com ênfase na participação democrática dos profissionais deste Núcleo. Apresenta-se uma revisão de literatura, a metodologia do processo de construção da Política e os resultados parciais da evolução desse processo.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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